ARTE CHINA CONSTANTE DE ALPHABETO B GRAMMATICA COMPREHENDENDO MODELOS DAS DIFFERENTES ÒOMPOSICOENS GOM POSTA PO H J. A. GONÇALVES » SACERDOTE DA COJVGREGACÃO DA MISSÃO. * IMPRESSA COM LICENÇA REGIA NO REAL COLLEGIO DE S. JOSE. MACAO. ANNO de 1829.
COMPPA 196069
PR OLO GO. Sendo o meu intento dar ao Estudante da Lingua China todos os meios, para entrar ao seu co nhecimeuto, e pratica, tanto ua falia, cimo na escrita ; foi-me nccr,cario fazer ties diferentes volames, que devem andar juntos, por fazer hum todo combinado, e necessário: combinado, para nao engrossar os volumes ; necessário ; porque ficaõ as suas partes dependentes, e o estudante naõ obterá o seu fitn seta a posse de todas ellas: assim lie, que a Arte lie nectssaria tanto por ensinar a ler, traduzir, e compor, como por dar ideas, que facilitar» o uso, e intelligencia dos dicciouarios; o Diecionario Cbiua-1'ortugucz he necessário ao Portuguez-China para a pronuncia, e uso das letras neste indicadas. Nestas trez obras me lisongeio de apresentar ao Púbico quatro ideas originaes, a sader : primei¬ ra, Redu/ir as letras Chinas aos seus elementos : segunda, Eliminar os Geoeros inúteis : terceira, Ordenar as letras de igual numero de rasgos alphubcticamente : quarta, Dar regras para a vista da letra conhecer, qual he o seu genero, e ordenar, por ellas o Diecionario. Explanemos melhor estas ideas. Tem-se dito com bastante razaõ, que os Chinas fizera> ponto ein artes, e scíencias : ainda que rmii presunçosos, estaõ geralmente persuadidos, que nada podem adiantar, ao que os seus maiores descobri¬ rá, e ainda se julgaS mui avantajados, quando pensaS ter chegado taõ longs, como eiles; daqui vem huma aversaô, (maior que em outros pai/es) que tem principalmeute o Governo a tndo, o que he mudança, sem examinar se lie boa, ou ma. Bem conhecem dies a vantagem, por exemplo, da arte da nariaaçaõ, e ainda se naõ resolvem a aprende la, aptendeudo antes as línguas Europeus, em que elia « ensina; porque he huma innovaçaõ. Bem pederiaõ também conhecer a. falta de mctliodo nas escolas da propria lingua, e remedia-Ia: mas naõ o fazem. Sendo as suas letras na sua origem gcroglificos, como ainda hoje muitas o mostraõ v. g. C«s, boca, PI Ven, porta, indicaõ palavras, bem como 03 nossos algarismos; c saõ, como eiles, igiialinente entendidos, inas differentemeute pronunciados uos diferentes dialectos ; mas poucas saõ simplices c„rao elies, sendo as mais compostas de elementos, como as nossas palavras o som de letras, v. g. Ppj Een, perguntar ; sem com tudo sacar huma pronuncia campos ta da dos elementos; mas hum nionosvllabo ; e isto fai ver logo a maior dificuldade da escrita Chiua, i semelhança das línguas, que se naõ escrevem, como se pronunciai.
Ainda que «a letras seja5 ermpoi'as de elementos, eomo temos visto, es Chioas priucipiaõ por ensinar a leras pa’avras, que enrontiaõ em qualquer livro, sem ensinar os sens elementos, que vale o mesmo, que ensinar a I r, sem ensinar primeiroo AB C : exaqui pois o nosso primeiro trabaiho, (que naõ foi pequeno) descobrir, e ordenar os elementos das letras Chinas, o que fizemos no Alpbabeto : he veidade, que a idea naõ lie iuteiramenre nora; mas nau tinha sido desenvolvida, nem verificada: eu naõ quero com tudo dizer, que o men Alpbabeto esteja perfeito, antes espero, que, como todas as rnais invenções, seja aperfeiçoado com o tempo. Consta este, alem de Rasgos, do Genoros, e Differenças, qire saõ os elementos dís letras com¬ postas. A certas letras componentes chamamos Géneros : porque indicai em geral, a que genero d» coisas pertence a significada pela letra total (cersu particular aos Chinas).; assim as letras mor, ri», e lago terai por componente commnm a letra ogoi, 0 que indica, que todas suo «species do genero ■agoa. Nesta parte naõ tive grande trabalho, porque os Chinas,« pesar de nem este elemento estudarem, a- presentaõ nos diccicnarios hum catalogo de 211 generos, ciendo o» antigos, que tudo, o que se pedia di¬ zer, on pensar, se reduzia a 214 espccies ; mas aqui mesmo encontrei inconvenientes, qne era preciso aplanar. .Estando os Diccionarios ordenados por estes 2i4 Generos, como os nossos o esta* pelo slplmbeto, ou mais propriamente, como as obras dispostas pelas matérias, naõ so os naõ decoraã, mos ate os li¬ teratos duvidaã muitas vezes, se km» tal letra lie genero, ou naõ ; e como a proenraraõ no Diocio- nario ? Alem disto alguns generos na5 dnminavaô senaõ duas, ou trrs letras uteis, hem iudicavaõ o sentido da letra : cisaqui porque resolvi extinguir alguns, firtíeudo-os entrar com as letras, que dauii. navaõ, em outros generos, e assim os reduzi » 129.; e ainda que estes mesmo» difficilmente se decoraõ, tendo-os ordenado pelo numero, e ordem alpliabetica dos rasgos, te conhecera, abrindo o Biccionario, «a o genero requerido esta para diante, ou para traz, A segunda cspecie de elementos chamamos Differenças, porque d.fferençaõ as letras do mesma genero : a maior parte destas sa5 igualmente compostas de genero, e differença, ate que se reduzem a siuiplices, e a rasgos ; qualquer letra, ainda gonero. lie Susceptivel de servir de differença ; para saber pois se huma letra o be.ouuaó, he preciso examinar, sede facto os escritores usaraó deli», ou naõ, como Differença : para faeer pois o catalogo das Differenças, que consta de 1300 letras, tive de correr por vezes o grande Diccionario China, e huma expcrieocia longa determinara melhor, se elle he em algum ■sentido excessivo. Acontecendo, que hnm genero sirva de differença, na concorrência se ignora, qual he gene equal
Ill lie a differença j foi par tanto necessário fiíiu- regra», para conhecer pel* posioaõ o verdadeiro genero (ordenando o men Diccionario era conformidade delias) e n»5 pela significação, cora o queremos Chinas, cahindo em contradicçaõ ; pois bnscaõ hums letra, cujo sentido ja devera saber. Acontecendo também naõ apparecer alguma vezes genero claro, procurei remover este embaraço • naõ havendo ordem nas letras do mesmo genero, e eom differença de igual numero de rasgos, de modo que abrindo o Diccionario no competente genero, enumero dos rasgos da differença, se ignorava, a que lado estava a letra procurada, ordenei as differenças pela ordein dos rasgos, ou alpbabeticamente ; e te¬ mos regras, que o tempo aperfeiçoara, para procurar bums letra, ou palavra, como nos DiccionariosEuropeus. Nao obstante lisongear-me de ter aplanado algumas d.íiicnld ides, he preciso confessar, que ainda ha nesta ringua difficuldades maiores, que nas Eoropcas ; prime.ro na escrita •; na5 somente porque, como ja dissemos a pronuncia das letras^iompostas naõ be composta, como nestas, das partes componentes, mas também por que buma letra toma diversas fignras, ja pelos diversos auctores, discordância do uso com os diccionarios ; ja por estar so, ou em cempoaiçaõ ; era breve, ou por extens), do que nas linguas Europcas ha exemplos, mas, incomparáveis na quantidade, e variedade; ao que aecresce haver quatro formas de letra, que chamaremos hedonia, Corrida, Quadrada, e Antiga; das qua¬ es as duas primeiras tem grande uso, e so a primeira, e terceira se podem ler sem grande difficul- dade : segundo nos sons : por haver nesta mais equivoeos, e muito ruais semlhautes, para cuja distimr- çaõ se requer muita mais delicadeza. E's-aqui porque, aindaque procurei todos os meios de exprimir a pronuncia mediante as nossa» letra*, e vários signacs, tudo isto he iusuiVieientc, e por isso iudispensavel a presença de hum mestre, o que naõ deve. espantar; pois tendo hum Português aprendido Inglez, por exemplo, por huma arte, a mais miúda nas regras da pronuncia, naõ serà entendido, em quanto naõ imitar a viva voz de outros : he certo, qae tendo estudado pela arte, em poucj tempo de trato com os nacionaes, fará grande» progressos, Naõ obstante os cbstaculos acima ditos, ja tive discípulos, que estudaraõ pelo meu metho- do, quando ainda imperfeita, que fizerao em tres annos os progressos, qile os bons estudantes c ostumaõ em igual tempo fazer em Latim. Estando cm uso as tetras Chinas por todo o império (talvez ha menos quem naB saiba ler, que em alguns reinos da E rropa) e mais, ou menos nos reinos feudatarios, sa > pronunciada? segundo os dif- ferentes dialectos : estes, ainda que tenhaõ, as vezes na mesma provinda, e cm lugares bem proximos, hu* ma espantosa differença, se podem reduzir dentro do Império a tres, Mandam,o, de Fahien, e Cantai'•
IV. Eu sigo o primeiro, como mais geral, e facil i mais geral; porque lie entendido em toda a parte pelas pessoas de edacaçõ, principalmente empregadas, e nas províncias do Norte, e Oeste, pfclo vulgo mais facil; porque os seus sons saò mais analogos aos nossos, particularmente por tia5 lerotom entraste ■ e se o Estudante quizer saber outro diaellcto, lhe servira de degrao, para passar a elle pela analogia, que tem com os mais. Voltemos porem ao Alphabeto, reservando para o seu lugar, o que pertence a Grammatiea. ALPHABETO. ADVERTENCUS. Seudo as letras mais s mplices elementos dss mais compostas o Alphabeto, ou Arte de conhecer as letras Chmas ensina primeiro a conhecer m letras simplices, para distinctamente conhecer as compostas Períender N.* China sem prender estes element' s, he o mesmo, que pertenderler Eurapeo, sem aprender o " ‘ “* í'oi* * Estudante ctedito a sua iong naÇaô, ou aos Chinas, se lhe disserem, que lie ma- 1 ve ' ;l) <*• ‘,:go peloa diálogos, ou outro livro. Quem quizer aprender a fallar mais de pressa so o poderá fazer, naõ aprendendo a ler China ; e para este preparamos o Appendice com o China escrito com letras Europeas. Os elementos das letras Chinas saõ de tres especies : Rasgos, Generos, e Diferenças. Rasgo he hum movimento de penna, que so, ou multiplicado fornia as letras. Genero he hums, letra, que estando aa composição de outras, lhe da o sentido em geral, e as «lassifica, fazendo-as pertencer v. g. ao gcncro de arvore, heroa &c. Diferença he hums letra, que diferença as do mesmo genero, fazeudo-as significar v. g. pereira hertali-a gcc. que de ordinário lhes da o som, ou pronuncia: algumas vezes os generos servem de dife¬ renças, mas na5 viceversa. Os Rasgos saS nove, e se devem ter decorados, como o nosso ABC, para por elles buscar as le¬ tras de hum tal numero de rasgos. Os Generos, que antes eraõ 2U, os reduzimos a 129. As regras de conhecer o genero de hums letra pela inspecçaõ delia, c procura-la no Diccionario China-Portuguez se achar,iõ no principio delle. As Diferenças passaõ de 1300, advertiudo, que algumas se mettcraS como letras de frase. A pronuneia de huma letra lie huma srllaba, e esta hums palavra: assim as palavras Chinas po¬ dem to das passar por monosyllabas.
V Qunsi todos os sons, ou syliabas admittem quatro variações, * que chamamos Tons! o primuiro be Plano, e se subdivide em Plano Alto, e Plano Unix o: o segundo hc A,cea lente : o tercsiro Descent*»- (eieo quarto Entrant*, que no Dialectode Pvkim naõesta em uso, e se lhe substitue hum dos nitros, que de ordinário lie o Plano Alto, Na nossa língua temos estes tons, que chamamos accento, ou ar de fallar, íle que, sem o adver¬ tir, usamos nas diff,'remes occssi -es, naõ exprimindo talvez dilferentes objectos, como os Chinas, mas sim diffcrentes affeetos. Assim a interjeição U,.i\ a proferimos no tom Plano Alto, ccmo também o AP. na dor repentina. Alem dito quando nos perguntaõ com espanto: Pois queres isto assim ? respondemos com firmeza , Quero, no Plano Pai.ro : no mesmo tom he o applauso, Bravo! Igualmente quando me d.rem : File naõ quer obedecer, como firmando-me pergunto : A«S, no tom Ascendent*. Assim também quando me dizem : Isso nau ha, tu de conseguir, com firmeza respondo: Por,,,,* naõ ; o nao he proferido em tom Descendente Enfim o que conta o tempo por bum relogio, chegado o momento di2 : Tope, em tom Entrant*. Repara-se, q.ie na infijxaõ, que damos ao nr.a nos dois ex¬ emplos acima, eomo que duplicamos o n,õ; pois o mesmo succede nus tons Chinas, particularmente co Ascendente, e Descend,nte. Para mdar o tom usa» osCbinas de hum zeroem hum dos quatro cantos da letra d, forma se-- c linte oj 30 3Eo de mane,ra» q,,c ° primeiro he no canto esquerdo inferior, e na-5 exprimimos quando lie plano alto para distmcç.S do plano iaixo; algumas vezes com tudo usamos de hum triângulo para evitar vquivocaçjes : e
VI O «o huma letrn ti’m diversas figuras, n# primeira column» To A!Tmbeto adiante d» letra se poem as st.as variaçõis: estas algum; a vezes sai letras different- a segundo o» ( hinos; mas pela se* mcihançn as identifiquei, paru simplificar o metbodo, sero-iodtiúr a erro, a qnrm sabe, que as varia¬ ções naõ servem gera’mente, sens) como elementos» Na eolttnum segunda; se põe o som, no principio, afgnnias ve'es se p^t também era China pa¬ ra o Mestre China, qtie o ignorara muitas ve'es ; e na terceira colinnna se põe o sent do con-spoudente a cada letra : para indicar o som, e sentido dc huma letra, nos servimos, quanto pode ser, dc letias ja estud. drs, para se recordarem, e algumas vezes naõ se indicaraõ, porque a rariaçnõ da letra era ja co¬ nhecida t do rasgo 9 por diante nos servimos, para indicar o som, algumas vezes de letra de diferente tom : quando sc cita huma letra, se toma no primeiro som, e se tido, quandoella tem mats dte hum : o trabalho, q; e o estudante nisto ha de experimentar, ha de ser o meio de estudar melhor as le ras passa¬ das; quando o sentido lie explicado por limna letra passada junta com a presente, o sentido he o da conhe¬ cida, pois hc mui usual juntar dtias letras do imstno sentido. Por baixo da letra se põe o seu uso, juntando-lhe letra geralmente j*conhecida ; algumas veacscom- tudo so as partes componentes da letra junta saí conhecidas, c entaô sc lhe nota a prouuncia, e sentido {se he diferente do da letra principal) e se chama Letra e frusr. Como huma letra so se explica huma vez, hc preciso aprende-la hem: mas se, recorrendo, riso lenibrar, ou se por incoberencia estiver depois (do que ha muitos exemplos na primeira impressas de huma obra ta5 complicada) se procure pelo n-uniro, e ordem dos rasgos no Alphabeto, ou no índi¬ ce, que esta no fim delle, e que, á China, corre da direita para a es pierda ; onde sc busca a na co- lnmna da direita, e a letra correspondente na esquerda guiara ao lugar do Alphabeto, onde se acha a eXpHca dito n.io serve, sciuiõ para piostrar a na-
VII tnrtzii d» lingua, e afgunra veaes e» extravio» da raaao humana. eu menos de & mexes destra, te¬ mo ja se íee, ter estudado o Alphsbeto todo. Para exprimir os sons da língua Mandarina, que sigo, mc servi das letras Europeas corn o. valor Português, e modificações seguinte». Valor das Letras Europras na Pronuncia do China. fa, te, hc. se pronunciaó como tsa, tse, &c., sem com tudo ouvir distinctamente o /, como quando açulamos os caes, excpto se o ç’« &c. for aspirado, que entaS se deixa ouvir o t. the se pronuncia passando o vento como, quem assobia, semelhante a chge. chi se pionuncia cora a lingua mais próxima ncs dentes, e menos força, que o nosso, proximo a r*. g se pronuncia mais na garganta, na5 ta6 claro como o nosso. h he sempre aspirado ; mas o hi lie proximo a ti, mas mais assobiado, com a lingua mais encolhida. i muitos aspiraõ levemente as pslarraa, que principiaõ por i. j se pronuncia com a lingua mais encolhida. h junto com i se pronuncia semelhante ao chi; mas com a lingua mais encolhida, c com mais força, c assim se pronunciará o tcki no dialectu de Cantaõ : em algumas províncias se pronuncia como. es Ingleses em hing, rei. m soa sempre como em Português. n final soa como rai Latim. s se pronuncia como om Lisboa: os C, Cb, K, P, T admlttem aspiraçaS as rezes, pronunciando a letra, e aspirando-a ao mesmo tempo assim t\i, terra, se pronunciará, como thu (aspirando o h,) assim a virgula indica nspiraçaõ: P c T seguidos de i tem sempre ao menos aspiraçaõ leve. r he mais leve, que em Portuguez- As vogaes finnes saõ agudas, quando na5 tem accento; porem o e será circunflexo, excepto depeis de i cm sc pronuncia como, quem tem os queixos presos, hum pouco semelhante a im, como chãm brigar «« sc pronuncia mais nb erto*como .rii/i bodum. he mais agudo ; alguns o pronunciaS como ei, ou ai, como kii roa 3 soa como 55, como Çõ fazer. õí soa como acima estendendo mais os beiços, como çSS esquerda, (a) ,p ''se pronuncia encolhendo os beiços de modo, que se veem os dentes, como Coo inclinado. (ii) Esta dctiniCuà he insensível.
VIU soa como o nosso; mas depois de i, on antes de a he semelliaute ao Francez, como iu peixe, e lm conversar. 3 se pronuncia encolhendo os beiços, à semelhnaça de t como *5 qnatro. 5m se pronuncia estendendo mais os beiços, (a) «omo c'm arco x hc menos assobiado, com a lingua mais encolhida, que em Fortnguez. O circunllexo sobre a vogal indica também, que a palavra se ha de pronunciar com a lingua mais encolhida, como chain recto, ch^tt ilheta. A vogal final breve se deve ouvir melhor, que entrenós como haõ bom. As addiçOes tail, olr saõ so para encher, e nada significaõ : ellas se pronunciaã breves, e o olr fica fazendo huma syllaba com a antecedente : assim t'oa oír, chefe, soara 1’oulr. ié » . . . . - • - Abuev iatcras, e Signaes. G.,2. Generos de doí? rasgos. D. 2. Diferenças de dois rasgo3. c (adiante da consoante) aspiraçaõ leve nos beiços. * (adiante da consoante) aspiraçab grave da garganta, o (ao lado esquerdo da letra) letra usada so no estilo sublime, o letra usada so como elemento. « letra usada, mas naõ classic», as veaes so no modo de se escrever. 1. ou Pode-se substituir outra letra, ou sentença. Suppre a letra, que esta por cima. Suppre a letra principal, quando naõ, repete a letra antecedente, plano alto, quando a letra tem este, e outro tom. i \ / Letras trocadas, lea-se antes a segunda. _t ou id. repete a palavra, ou sentença da linha de cima. Àcçentos das vogaes, ve Valor d«s letras &c» aeima. Íi L
Capitulo l ALPU ABETO CHINA. Rasgos Som Sentido G. 2 Som Sentido iV> u 1 u / A K V í. chi* hoa eou p’ié ti i IW c'un JSR /«uê -*[b Wfl o o r G.l I. generos de hum rasgo X n p'ii hum torto curvo 7 ) r ■n JL >)L >V’ /4í t’ou n mi * pi ui y% han * fam xê lan -kjí ê i & pau fc j-í« 4/L Ari pa jen (eu cobrir gelo gruta caixa, es¬ condido dez faca, es¬ pada força ajustar villa, re¬ gião embru¬ lhar homem cadeira oito homem segunda vez -A f* su A p
2 Cap. I G. 3 j'S entrar Alphabet/). TV 5-i-» G. 3 o c„ v) °M£ it “ I A. V * ^ boca e'ara aberta +ft I . k57 unir kieu S 3 -r* 7] I 31 mien Hf ien & T^ .O §*-2- / i'a c tin & hi cobrir casa alta torto «4 À?K ífc* IA. ° ««& grande adulto caÇar v/ aves terra doutor lelrado pollegada 0 6-=ao palmo tf cabeça de porco cadaver 0 tM *u IA. Al D. 3 Isa R r/t’é ilié ch’oan c' ou kin d. 3 filhO yA- ^ X f.ica o pelo bo- listo de vagar mulher torrente ' E. 0 i . boca boqueU ■) rio ^ o cerco lenço monte I região u pequeno grandes,e pequenos morrer defuntos BY it ff IA ía c//é Ã 71 ii) can * U m cum chain X cum JKf tua liia forcado criada de, elle Ires escudo de vagap ao, com dez mill alio cortesia com as mãos dez co- vados braço escachar em baixo os infe¬ riores obra
Cap. / China. d. 3 d. 3 it P I I* Ei E* ° £->> o 0 1- *) if <* Xa ç'ai £E w I» * 48 Stt jen i* ft/ Hi /’J habilida¬ de la- U ^ eloquen cia — habil ^ AA si mesmo iL I -f* a* £ id Sin cfta J« IO horas da manha gume fc'r pcdir folha ch'ien mil m ehõ x an $ Idea fan esgotar colhér tarde, noite muito tempo ordinário pilOla Av r -i* A|a. Jj ft ,a“- í 4i cAfeif ►jm i-** )A 4 7 surdir '-» ligeiro forcado garfo união dc tres numeral hum monte nove ho. mens pequeno herva subir, sobre subir ao monte sobre o monte cm cima superior I também m 'p Va pizar G. 4 ^ V A5- PS m y
Cap. I Alphabet!). S- * |i\£ It A) *1 >l,r -^i A XI ff yfs&* &Â. k. M '.ft i.* ;uf yo« Zr'ien fti'n /hi cAau choa % XU t\- p u jê k'i vacca mao palma lenço virá m5o fazer cor¬ tesia lua, mez, carne hum mtz g. 4 >n K- I* If I * falta, divida cate, 10 taca 5 cates porta garra bater bater O. 4 ^A A _0- > X |A >3» °VL sol, dia yj hum dia, muito tempo, dia aziago yo ~r* ráím íou te« letra pc/e» /e« d. 4 o agoa bufa la clima marujo cristal agoa da fonte paisagem^ li* jum ■%> alqueire oito al - ^ queires elegante O literato X Is forçar, emulo desobe- iã diente p íe?i lei if idioma folha 17]^ seis )Í*L A *) If AI 4»»* rw it *7 kien ch'im t'icn f* lai occupado afanado incerto origem não, nada clle ajuntar as mSos poço agoa do poço céo ceo, e terra marido, trabalha¬ dor marido mariola medico obra
Cap. / China. d. 4 a. 4 •o | | £» iflt í i$C /m IX c2£ o 'A 0 IX. IX *#? 1 />« /)« fill dizer &c. calami¬ dade inclinado o contia- rio iuclinar mats, queixar- se de outros concorde f IX If If £ dente senla corja rei, rei - p nar rei JQL CJ* 05. ; extraor- | dinario grande, ° |iaz excessivo mutuo c**/8 aparar 9 °~tk & em sdma ° {« /« P mien A ? A jinn in d, 4 O pedir A, it mendigo C^1 -
Cap. / d. 4 -t) ”P I I* O * 5 *1 IE. meio dia - A ÍÊ I'tm o . I AS de tarde novo, bonito morrer moço adular bruxaria ° bom Alphahelo. d. 4 d.4 ^ I anniquil- /’un A Aoa hoan vão am iam vermelho simplici- ° m * kiutt y y> vu lei dade \L> uniforme nSo (mã - dando) chegar, e induzir 151 tf c/ián xâm olhar pa¬ ra cima esperar subir, chupa medida AKj *3\ r fpff *-1 Vti6 J-l ú & p n ha ti ajuntar A, pevide, humani¬ dade tv lar transitó¬ rio >v o hi fuen famiiia, ^ mulher o eu, olhar paracima ha muito suspiro kit & í’um t hiau comparar hum pouco -i **>- l-t p4 & hoje interjei¬ ção de gosto repartir, parte apartar se deitar ra mos inteira- mente If IA ''t > v], IA o li ftíum ch’iam % xá» bom, pe¬ queno meu cr ia- do pai de, por, seguir unir par hum par justo, macho boi cruel, in¬ feliz assas sino annuir taboa não (m3- dando) pouco dever a outro
7 Cap. I China. d. 4 G.5 0 iUi Jt* 5 ft T0 “i, 0 7Í I 0 g- j •f’ chi n chum xúu dar, ao o pai llio deo parar barrete de lueni ■ no dizer, chamar- se disse ÍLI yLf- )>V > | l/VSÍ > M hiuê meio, acertar entre elles agradar dentro não entres recolher t ,J&Í rfH -Íi3 W & m m ® m. chê pirn kiê o ria o R xê lean tia ho po pai ti alvo la cova em pe fazer tenção resolver todos em pe desampa¬ rado encostar. se mostrar W > w ]i± #1 A >!ssa O. 5 * p'an lien choam mim min pedra I1* 4*^~s> O atirar J pedras telha Ima telha jaspe O O íl È „ rt> Xi ° £fl - vlo » v- ocõtrario de branco branco chu % l’õ olho voltar os olhos campo leira do dizimo campo regadio quinta alfaia guarda - vento esperar alguém | levar ás costas ladrão cuci | caseiro kien fornicar adular hiuen grande, azul o ceo
8 Cap. 1 Jlphabeto J. 5 f) 4t| fi">. i»"'-j. ^ kieu caixão não uio he cerlo fun o ultimo dia praia desem¬ barcar esquerda j liror arrancar camba- liar grande, ofterecer direita ao sen lado panno lioei planta hua llor 4] I -lit. -!R -|*J- -/V + t \i 1 JÍÊ ° M /.•’/« ir, tirar borrar fora tira.lo pedaço li htnna terra h u ina teilia huma pedra sabio direito L . direito, e .inclinado grande (* fou grande torrente scr licit não he licito he soffri- i v el queira dar-lho pode ser, ou nio
Cap. / China. 9 d. 5 C^J Ms* #i • if w “_áà | AS -tfiL If i-t K St I + 1 -p I '*5 1^' m d. 5 pm it jm pew =? & Mi lermo ki'au miau maravi Ilia CM h rabo rais de peonia raiz, on. »em essencial e aci- ^2 dental ta indigena 4tJt i* i-t *7 obriga. ção doce volunta- rio | século, ® 30 annos mundo no mun do os ho mens antigo antigui. dade re¬ mota media -proxima sagaz, oppor- tuuo ^ artifici¬ oso % I* IT* 3â ° ]h :jii R /« //im sagaz ou entupido Pei norle ursa ma¬ ior i /710M lança /«aw 1 não <1* 5 l-t -fop i^t * > o não con- \j ceder ^ significa aV vào /O rande g ^ toa •ru. /iV accres- centar pe peça huma pe¬ ça de pan no ih’âm olferecer, 1 receber hu u p'o châu unir governar superior povo 4 classes do povo todos os hotnens chamar ° I O I/È K tii ° Í&) m Ifl *\ o ft mad conceder oh ! eni j costas aberto para os Indus selta arco, e setta formar tenção perder perdcr-se hade perder letra do cyclo de 60 vida, nascer, dia dos annos na sua vida creoii-o o cco ?
10 Cap. I Alphabelo. d. 6 d. s d, 5 ill R c°p° ^ rcpre- hendcr de jaspe abobara 4 r- o turn inverno ch'u sõ que kiuS tai k’ieu k'iu/n £ i’õ °ikfi |T> ) 4 lugar, morar ugar boas qua. lidados dctermi- w . Dar , 1 v-ga.io, geraçao u | y por oulro oiteiro gerarão ° ? c. monte enlregar cometter /* linda nio ocntre-j ydi I gou O MM ffl matf jam /im fWfll *á/7j t cftcn K r t chegar elle os outros n5o o iguala 6 boras da ma- nhio o fundo, chegar em baixo funda- gem metade a maior parte mandar, fazer que correge¬ dor cultivar santo H cabcllo espesso ruina barretina turbante e barre¬ tina
Cap. I China. \ 1 d. 5 Y- “t? -A; d. 5 T I 14 IA % 14 ° it1) *13 O I 1 11 f*L t'ai frau pcçn 75 altar, eu vrn.cê fortaleza errado men anno tt ra chán mãi, femes pais ama de leile mai,c ri¬ lha dois cor. nosde cabello moço roenino quebrada do monte cavidade adevi- nhar,apo. derar-se adevi- nliar occupar terreno JL I*- n If f I ° p jdL f) -f I 4H W fK»p" /an ch’ie kin haú kiau % manhã de repon¬ to manhã c tarde quanto maia, e alem dis to concha, saia do malha p cy3 0 cyclo de GO nntlos •“ O mi has estender dar parte signal jt* n]e eg) & 'pi £ o 1C a ppelli — o do> XThlxs# raarca r w chamar por ou- l:° nil alcunha I 1 14? n \iqft « * V #•* separado outro j difteren- O le singular ^ bater, ‘ . pergun- p Ira 21^3*9 hi am JÍ 'am irmao maior o irmaS de vni.eê somente £ hoci sieu chicu fan violar jou fk ján it k’inm casal historia¬ dor voltar —para la quatro quadrado a provin¬ da de,., rasto debit proceder be te li¬ vre deset to
Cap. / >>.ilphabelo 12 lista pôr na lista sahir, contri¬ buir volun tario despeza c receita sahir de casa suar nascer o sol desabafar sahir por, por meio por isso cortar com a faca pedaço de gelo, canfora machado -grande Nota. vigora te estudarad as f razes dc 5 rasgos, vé cap- 2° G. G * 6 lei B chu arado lavrar ferro do arado bambú rhou navio, bote leme do bole him andar, obrar acçoês clioao navegar kicu gral o neces¬ sário na casa seda fina herva liervas, flor arti¬ ficial tigre
Cap. I D. 0 China. d. fi jfe Is) i* m \'Xi pc ch’uni chiu ram I). 6. ■f tx •■tel li -is i i± *J 4 ¥ bicho vareja rede coifa % Ifr \r- I* ffm y^ IK aexleo- são o guardar, observar cumprir o dever A ífli* & Ariam iam E guarne- O pegar «er cft'fli morada ° O vj chil morar socego, saude con ten¬ tar-se () com a d. 6 \n sorlc tu % collocar "s” tii c. rio de q Xankiiu & luii hoam grande (io HL U v-*-° *-^c m ^ ^1? o bandeira também —pode ser t nem 4 podem FJ palito do ouvido X. H+í 5. li fciau 3T« i« comum car entregar comercio encarre¬ gar limitrofe .*$L \% pim kitten */ ÍS-I IS encher - o ouvi¬ do lig. barafun¬ da 10 horas da uoite lago átoa, falso obrar á toa junta¬ mente ir a par vez. se¬ gundo ordem quando andava naveg-an- do • 5 mes
14 «I. 6 Cap. / Alphabelo d. 6 £ 'A J2. jam o m It /« o ft )$k *%\JL £*\ M a K A )ih A X> l*l± ■& •& as 5 ar¬ mas vestido militar tormento f» li chê saber W coisa & Í3 *1 a 0 leis pc- naes pôr a tor mentos recto ajudar cortesia, ritos cortez presente fôrma estrã. X geiro cal, pó cal chiam & tf* % a TC . iS m fé H* lA f, d. 6 W8 morte ordenar t P%T/fâ enforcar- O X •& |T» I*3 pôr no ro! ji. ^ +. todo* os — * ^ ^ senhores 1 Jl. ' *0 m \k i'> artistas piwi íp 7a fl» o Y S> l£ po constan¬ te l-B- o/r carpin¬ teiro f íf! todas a» hervas todas as O doenças o TF). povo estar X existir lót I occupar o throno anterior perseve¬ rar quanto maia chê tau conservar jactar-se chegar muito quanto a .. . om ator ao menos torto, luxuria iIlícito, e licito itf loxu- tretas \x Xo ft ? l£ ria % /r/eu venera das mail fj ê pagode examina indagar
Cap. I China. d. 6 #1 %s\ If tl f % & Sr ca\ ± Jr P fl ch*a Co fried ir f“ lao 7T f if? |;fl I F2 I fL 1 n A % >A* ]* m tU I |2|t» lá VlÇOfO 0 publicar citar conver- o ter os povos -O jfe O vassal lo, cA en nobre valido occidente çai & cúm ff bf w \t \p '%S. * Wt >1 melancia _ O Portugal o a proviu-, cia de X ansi segunda vez com ins¬ tancia ir outra vez queixo t udo, venerar sSma f xu livro trado secreta¬ rio m \n eh in ff 7i Iflf o >L -■íp hie % ch'ãm pam Slu xê têpo jb forte *-A cxhaurir ° -* & 3V com to¬ das as fort as rhu 15 aquelle,. qual i aquella banda ajudar pacificar ajudar encarre¬ gar se 2* mes¬ tre do príncipe reino estran¬ geiro todos os icinos 8 horas da noite louça ft I
16 Cap. I A/phabeto. i. 6 w I* IT' .If K £ 0 |f "J?1! *2£& 73 *1 *1 d. a X lieu XÔO XU fi to (f, 6 rainha impera" triz côr fornica- ijaS voltar veia de agu a tribu ramo do rio ramificar escrilo sagaz descer rêder- se descer render-se cada — hum todas as qualida¬ des em todo o lugar
Cap. / China. IT *\ d. 6 3 Si. | n'^it n Hn if K I* It. lit f It I s5« * Ift. jK SU siu chê hieu n tzu pronos- tico, mi- Ihio pronos- tico tnáo agouro bom. agouro d. 6 If m 14- %r\ a# if *\ cedo vontade sello pu¬ blico a » |*h |fl parar J nio lho O 14* dBS A] I de, desde ^'’o * •=t I si roesmo /VU | liberdade, parar, re¬ pudiar descançar gover¬ nar-se ' fazer casa ir por si privada- meute Ja. \k MI m * toei & hiam piê * hiuè fam largar conter-se cimodi- dade jactar-se cada hum por si der para o norte A d. 6 4£ I# 5h] , 0^1 *• • Ia. montinbo »>■ ^ . dra, ^ Wf moleira ° propen- ° naquelle tempo ^ direcçio s-> he por ti mudar de^w Av inclina- I* J*> I yf» çào intento fim sangue carnal sangrar veia À #,i i ^ & ch'iuen £ von acabar Ao |A Wí emprego' á vonta¬ de tomar posse muitos todos ilheta, ci¬ dade da S.aoidem cidades todo o império rir nio te ri¬ as delle compri¬ mir o riso- inteiro tudo po¬ de ser tudo ha perfeito unir concor¬ dar unir-se apto
18 d. C Cap. / Alphabet» d. 6 d. 0 in ou mu 4l O A |A Jf • ° ^ B " lei ° fri CJ-, A Jf~*. y-t '7)>7R i-íft - terra - pedras como bem co¬ mo b XV n m Mn I fino luz luz do sol lie dia claridade f? >^7 século fe. ° ■**\L li 2 / ^ agudo \* jM líij n pico if- itt iXi
Cap. I China, G.7 Jz T, g- ^ A oPj4l Ai o m °ú o O & It à- >0 £ £ £ 5£*-' n ^-o JS. I* *1 dizer liumn só palavra ! faltar ó | palavra I não dizer [tudo . 'palavras e obras < porco < ; maôs va¬ zias IM -á? íf 4 Hfi foi-se feijão, ti- gela feijão fava Aa p i rt -ti pr & A* I Si yfi kiu ch’oii ft çvS assêtai la n rhHu chai A kill çr ci bico & kien g- 7 carro, ce- Se rodeiras ir de cego pisxnr o carro ■etrnnca le pá o 6 horas ia tarde Jg* O o XX 55. v'» Xaí O ^ 1 131 ja»l AI Ml reptil "J fit corno, D 7 auto dtcrcar _ r» H3 esquina corno, de . . . escornar \ôr desa p pa¬ recer combinar npenas viu PÇ?* f I® prs çu ih ?4 £ CM * 19 riqueza pé, bastar indigno enfatua¬ do f.icil dc contentar satisfazer enervar os pés irreais chega pa¬ ra o gas¬ to !*•& c. djnas- tia firme, carcete firire, forte
so Cap. / ■d/phabelo. d. 7 *25C. |T*i It- i± 1$** /ft AX >X\ I*. ch’en a VC. lu & d. 7 iraofun—** \~y do »-> d, 7 afundiu* ae arêa - ^ lerra sol- la barro sol¬ to pomes O o , A. ordem i & k IR |,C I * X? ham learn peneirar, conseguir —“ o 9f I oT v &J jum viçoso ieu leu Stti ;* Mff,* ^r. it °/)L*L chú.ê leu X\ prefacio IX 3*J «wijpí. scr ^ rjc* — (o ceo) - ° m * ííxrorn— m «mirar - rinalda X. It- jÉ i’n« benigno . _ w meu ma- rido JL. bon* vassnllos Consci¬ ência la lento «5- i irr °jiL bons e 1,1 maos ° .71^- I irmão . -r menor "'ii — ° ^ irmão* yfc' -f discipulo •>rin.os |»«»r ir- nãos erro boras IWf U\ 461 d.i ma nhi hora de manhã abster-se preceitos 1ÍU* *-£ T, &\ -ff i tp Atiot p’o lum warn brinco tiau Icvar SLm ao por do sol 4 3\ entalar vestido forrado < i i cometa manear fazer •lar com mãos e pés entreter- se namorar orelha cahida voa agu¬ da dizer pa¬ lavra
Cap. / China. d. 7 d. 7 d. 7 yp* I devorai m Hl\ twt CO hiam soar xõ hi an \% f\ if f1 \$9 ^ tyh r $uk #l sfl tsu I# I# t l£ renter lingua "r“ , JU °-+L estrondo «/jv falia r em voz baixa ^ O c* i honrar os pais honrar, e obsequiar __—, dar pc- ^ sames lil ho obc- 4* ^, dmute w atidar de lutu If *1 recusar £ t'am n ft m passar renun ciar a causa de o re¬ cusar mai*, inudar % \T fi\ % ^ alar ft £ *v&- mais doe transfeiir^Jj If \& A* quando chegou ha pouco % le- WS. - as in5os reprimir k’ieu IT chan # /u arte if t oei recuar abru- oheiro i.brunho farnel feiticeira I** A- up descCtai feitiço I# : : X' 5? ^ s* damasco amêndoa poder, refrear If mortifi- car.se repcllir O ^ fJh o o o lu *4/ kiu <»rL •*i pedir, procurar pedir esforçar- se a... buscar .supprir quebrar destruir perder no capital reduzir a divida passeio ou rua sabio, rei rei e mi¬ nistro caro ma¬ rido casa do jogo cnhir no laço armar o laço
22 Cap. 1 Alphabeto <1. 7 f ai & cuo passar jen nai durar ± mien th’u d. 7 d. 7 bonito, concertar bacharel calvo agudo, proveito má lin^ gua faca afiada afiado afortu - nado pertur¬ bar bater sem re- gra rebellar- se confundir eu nós tu, c cu que me importa ? servente criado
Cap. / China. 23 A d. 7 (1. 7 d. r t-f 'MÍú I* I* £ It aA3 ill {encontrar oppor-se JL levar á hi continuo £ n / ft I jfrl I'fr *]* « lava t’i 3^-tíl tropas preto, al goz Cl'£§]^ i& lib lit Hjjc^ fi% jp. af -tíi ° | ^- hum grão u p modo, fi- J-j gura corpo tronco mesmo corpo banhar- m'i corpo nú l’u ch’oam ǰ ho viver coelho janeila fazer ieu luan fan v0 tt\ -se£ °J#L> ° ji- A =? *4 ’l>' rf M& trabalhar acçio, obra fazer revolu¬ ção rr^v’p ser inde. ± pendente que - iU 1 o que eu sA-tF s recuso tó han xa & # picar çei ladrão M ôvo chocar, fiel vi' Imrbaros 0 — do nor- vòtP “ ° $1» m L* eu (supe- ^ rior) A & raro, ima- inar coisa rara degolar fazer guerra matar cS punhal matar á falsa fe concIusSo do discur¬ so ch’iun iU valle pesar di- nhiro combinar o peso partícula tinal acabou-se concedo o que pe¬ des alegre andar mui di¬ reito
21 d. 7 \f> W P\ >'l £ #>y if u 0 ° H ';-f % I $ ° m :^i4 choam fei Cap. / Alphabelo. d. 7 robutlo O VU -ZM p’orn ?J M Pan ti de 30 an¬ il o» gordo forte edi- ticio &c. entesar J-* han nii n ;íH& romper passo & o o o ■l*& H»É*. 1^ bl j* * LÊr andara pc 7 passo pe^ rigoso M * ^ I I $J«& á J& -til recuar ç5 passo es- chai .treito a< íjí’ d* 7 secca grande — inunda. çlo ou O j3-* . sccca l—^0 W | e tempo q da — tapar 4 lis fa¬ zem a mi. lha distancia de hum li aldea aldeas < < ° 2< -til < i Ia1, |){^v r Wa*n re<,,,eri"’ pjj‘ IJL h\ °X3 p I*- f ’ll?) P I#- «oster estolido P ií pedante fj fUj M sie escre* >er voz alta villa ridades e villas manifes¬ tar, peti- ção fazer pe¬ tição represen¬ tar modo mento escutar ouvir pesquizar comprido Flespauha liu ch’oan * ÍP] enfiar conluio ajustados enfiar pe- rolas I jfe *&
Cap. I China. nan homem, barão homem homens e mulheres: r.h’en £ jjj siau seme¬ lhante filho de¬ generado G. 8 g. 8 '• 6> cei rar a porta não ha meio ave raboa não ser o bera e o ! mal não he j assim , illicito ouro, me¬ tal onro e pedras ouro e prata produz ouro vaso de ouro os 5 me- taes
'Cap. * Mphabelo A 8 A a A a n chou pa n nãm xoei 2 £ fãn * ft convir pois não convém? O todos os ^ Jfc- j_ tempos / 4 temer temo não possa quem te¬ mes ? chorar £ luto pelos pais receber — honra — benefi¬ cies molhar o ® dedo concubi¬ na cuspir O O o 4 f «i J0.I ■fi I Mj ai líVn £ dentro & ^ 4 á vista dista idade, mais idade estala¬ gem ir para a — $ 4 noite meia - de noite vigiar de noite andar fo¬ ra d’ ho¬ ras dia e noi¬ te rondar de noite £ i 4 *1* alcaidesa soldados, morrer no em¬ prego
Cap. t OtitMl: <). 8 tf. 8 *5* ” \M % £ \*Â JU 3Í A/'am £ H* I & it ®!HP ;l|^ o JA- nutrir " T3 !> criar gozar '^M m. AA i r , Xl . YK banque— ' tc regi o ^4 gozar TH» corte, grande I» k T p /B (Vd k’iam corte - de Pe- kim 484 < < < a» ,èi± p av itia do ia- ^íf í=4/\1li j^| gistra- p/m fc’/ iVn p' claro M $ S íjt 4 < < ^ I l& íf* 4 levantar- se a hum tempo lavareda tempo de ® calor grande O calor calor e frescura -*T presentar receber presentar receber a O fe d. 8 \>Á 'ÊL \% % vil It *1 I# £ * & i»»r í £ cVi fê% compa- r !» % militar magistra¬ dos e mi¬ litares #4 com gar¬ bo it l*L #1 *k,_ lifc f 7X v> 444 < < < HL HL &*4 * < * preme- deiras a console os consor¬ tes sogra mulher e concubi¬ nas repudiar a mulher hombro a par levarem pao encarre. gar-se i m ■!% 4 nío le apresse»
28 Cap. / Alphabet!). d. 8 d. 8 d. 8 p tau modo chie met cu $ tu roli cobra correr cua prolon¬ gar primogé¬ nito velhos e moços crescer produsir superior, exterior — e inte¬ rior exemplo primo por lia prima — - me¬ nor — — titho de tia pater¬ na — — ma¬ terna veneno vibora venenoso pestífero diagrama os 8 — adevi- nhar
Cap. I China 29 d-8 d. 8 d. 8
SO Alphubeto. Vj=fc.7f d. 8 I d. 8 o que clle Sosta inclnido r jg. cxclmdo vj 1 I l I hien £4 Jg W fa dar a raio ch’úu extrahir choti chai desman - char derribar abrir quebran¬ do íhou vassoura A'i pado lixo O y A \* m Kt ft £ * corda de viola arco e coida diâmetro da lua 14p- >1 1^ /«« ortío n ft-. partir 3* injusto * im l#i fritai emanci¬ par- se t < pressa jm& chegar o prazo encolher* -P- c fis- o | j|L sugeitar- t-ijP se J ,0 *1 %\ encolher- se ou estê ^jj2. JXL opprimir ' der—se abatido I* -0 S S gravar é|J con”e cer mom Iam onda vil,baixo bisonho limitar dar prazo #4 instante determi¬ nado pouco, pequeno sem limi¬ tes continu¬ ar, succe- der confessar grande Montzn atabalho¬ ado
Cep1 / China SI d. S receber da natu¬ reza & -tfl observar a lei f£ é injuriar deshon — car o lu- gar pendente ranio — travesso m ui to bem ina alina velhaco de ditos picantes estação as 4 — miúdo sem sue— cessão punhado
38 Cap./ Alphabet» d. 8 d. 8 d. 8 *1 3<-*j y&jt * x£ m & x\ I# 1^ h X\ I* >v |d9 'm $ i ■& 145 *L #4 demorar omissão dilatar convidar região, a- buudautc luxo relaxado escuro fora de si ii rapoisa illudir encanta¬ dora
24 Op. / d.« 0 9 )£ 1A « g JBTI s 2-1 FL o o lilr I# JI I& .1*1 Jlphal/clo. d. 8 Jfc I# *W4 claro, en- O tender saber bê PJ eviden— cia liomera entendido IJ9 fac'd, mu¬ dar facil MM olivroca-* nonico .. 2»*' Bfl* o jctl *. U abuiar expor-sca chuva « d. 8 IBM' | , escuro Ionfl,‘° )& nao sejas o temerário k’iun 7^ X* Mv/ jè i -jfe. ft a^f,j «tii bom pro- nostico cobrir, expor-se temerário -£ m pi i '#}* i* PB it coguruc - lo, rolo cogu — dos a troncos, q rolo do roda cordas »IU » lien I que I he darei! •4 historia antiga 1 livros ca- hiun ius’-rurr ± nonicos maxi mas ainda, es¬ timar ainda alem dis¬ to primeiro desem¬ bargador ft pai tecido ff * ifgar roto estragado coisa ve¬ lha o meu amigo ui •& ajustar hera corrente vagarosa
Cap. / Chinn % life- lit JÍ 9^f 1^ ^ | Jttl l£ 0 I \? ffl p u Iribu nal hie ie # * á & ± 2. cuo 9 rasgos generoi cabeça folha do livro couro cru depor, despedir depor, couro cortido fragancia ® — O resina de pinho pivete fragancia e fedor quiroar cheiros o reino das flores vento aguaceiro raspa % lilt *4 \A m |kft ¥ % k*in m #* & % )3- L £ Ã i; 4 f sem¬ pre & 55 9 rasgos differêças casa,a consorte serralho minha ca¬ sa minha mulher ¥ & < K M & t C perseve¬ rança tingir, a— pegar molhar o dedo apcgar-»e lhe a do¬ ença impera¬ dor eeleito
Cap I •Alphabet» *«tiL inclinar— se toucado ilt-dL# ip^4 pensando nisto # •& formosa- ra.perfci- çoens taiSavenus ejiccllen- te sitio ame¬ no bonita pessoa £1 ft louvor fê)0& < < <
China Cap. I 37 fl ■pi m -fcl l m itíi| 13ft wt * a ch’un M\ l-t IT 1 i A-l ' I * presença tie v. m. ir dianle adianta— le hu m pouco antes dis¬ to fazer pro gresso primave¬ ra I Ho Hilt vegetan - te— florecen - le jri * iff $ accrescen tar ;«««„ r W% % m mi. supprir ■fjp * ter filho betar una¬ is azeite canastra — dc ves¬ tidos — de li¬ vros I £3 I i\Z2 'VS>£ - í§] ^ 1 ihun est ri¬ me nho «5 ífltfi enca¬ rar alpendre ^ $ o filho de A V. III. ii marido i cunludo desem¬ bargador Ufr #1 |7K- grosso v.g papel -^4
S8 Alphahelo ‘Jlfâ Cap. I £1 If ° jL 4l\ escritura ■ C Jt pape! * T c/ioi» *jjL !il #1 - ±í§? ° «=*: -<íj (locumeu-Jf Vri to >*• *tT ÍTS* r alegre termina- çaõ de participio aquelle q’ come o chi gniíica cu mento escolher, kieti bilhete |f- íitôl MM ?*$p * í> carta rodeira n li* If p. lâ IvS ff 13 teò' em bre¬ ve * ?'J inver ter )È # & â-È necessnri- o, querer i& |¥ Ife )#• m mui ne¬ cessário, reputar ^ isto essen¬ cial se naõ quere naõ importa salgueiro % ■ V}' m\ m amos pê- % lcnlcí \K Ó. | -ill UMI M-íU ° *«+ ^ 5141 |5t encontrar- *1 " .-Ml importar ■Hb 18 fc’im po¬ der * âf *tíL chocar-se semelhan. te, pro¬ vável ser amigos ISA ministro conselhei¬ ro 8Hfc IHíhffi pensar muito grande miséria fulano sul para o— Nankim os 4 ven¬ tos
Cap. / China Ha \% K- n $ & cul pa n & ft w 10 8L # 39 ! esforçar- se levar ás costas apartar- se da ra„ zaõ . Ir frustrar fiado em.- insultar vencer ou perder vender pe¬ las ruas ■k 4 91J 4 brilhante sobrance¬ lha
Cap. / China P C, O o l\2 m )# M&- o ^ 8 Aí? . ]p> >l£\ &\ m w % Usla ÒK M hm chato 'A'À A\ w o ■%] o fo\ chi obri¬ gar % bote— |j#)J armas tla porta * ««? i5 4 ^ 4 capacete contradi- ctorio I M-tik homem violento ]& HS, It'S* *1 fll Hf L! #jn=. pressa • instar muito urgente J JHI* M *_ trasbor- ck’oo &1 tribn. lação # fa t h< rta. liça 7t M eitender- sc &Mt t t t bandeira de com - mandar' cotlho azul è depois descendê- cia mas cSse- quencias ê differête tempo vfH $\ 4\ li l» costas O arrepen¬ der- se adorar o ^ ceo o echalota _ * O P«'g<>, a bismo ft. artigo pedaço de terra If 1^ * « ÍP 3fe a 4t opportu» no ligeiro cômodo genitaes Cll de cami¬ nho conveni¬ ente U I & mui cô¬ modo isto he, logo isto he succeder no lugar delicado t { { odeos ceo
42 A® #li °>Ls- « & ^Kl #1 m ♦ ^ Cap. / ofliciarao * iperador £®4S 4» Jlphahclo £ fonte 1*1 Tt-lfcl |£| J'"‘ 4 at 4 bica da fonle eoroãdar 5 5 t) & I# If ]#r |A- l^t ||£ w lipj^t 4 cSmfidnr A/, era chefe general em chefe general agudo 2 hora, mi¬ ra, mar¬ quei nobres È.% Iu oide- nou as a— goas M\ m-z il I* 4t % proteger, rV assegurar #4 #4 $4 fiador O talvez 4S IV %\\ ^ I® IU* A & |ã foraií to¬ dos nada falta^^ & tudo hc O ira ^ ^v4 condesce- der ^ JfTl5i isto saõ cSsequê- cias fazer a vontade M succedeo- Ihe mal |S*3*. |íl 1 Atfe $l] appro var |XJ vinho , JÉ 4 < ( ri* ^ 4 *14 «r P* U4 p au iS r0 If voar nuvem le¬ ve correr ajuste, valiar ^1^4
Cap- / AS fazer O ajuste concor¬ dar sem ajuste faltar ao ajuste se O o O 0 trabalhos doce ou amargo trabalha, dor doce ea- margo tudo ha * 4 I- não evi¬ tar à for¬ ça sociedade illegitiraa -- China Ca¬ ma¬ cho florcccnle licróe nm seara ver¬ de I*. in 9 'pí ch’ai w E ?ô alei¬ jar £ mStanhc- zts bárba¬ ros da China Mi & tyranno tjranni- izaropovo |tyranni— zar 71 o lei da for- .. ça ° ãE virginda- de virgem virginda¬ de n guardar - #4 I cnha minha casa hm macho o elemc - to — 0 iía os dois e- iementos regra, lo. regra sendo te¬ merário arruina-se estrclla fracçaS cxhalação faísca
U Cap. / A & Atphabelo. ff & IP * B 4b % degrá- o £ £ f3 antes, bontcm 1* 0* l& tt ffi 0 jU1 -fir-a. espantar J? A o» gradua- lp If! ' u il . "" \7i 41 lift It®- I porte coisas dis postas figura, gcnio estado i^P-Êi # -tit l&Ê intenção ” «1 k fít m â- Wfftí temer a magestade temer os deuses temor su persticio- so m % *■* esto mago IiE& % modesto procurar desordens provincia. indagarad~ advertir metrópoli IM poupar trabalho advertir M (-tíi tirar ras¬ pando
R China. 45 * # I H P-> O A iíuj -t§ “ft® ii is » ■# rabrllo cô- prido cahtllo I ri peça « I SI 3? defunto, 0 diabo Itó os espíritos almas cavailo hum — r< £ íli-íU fazer mal cli’i/1 í£ ”C2* ? Jx ai r<>y coaído \jè> alien lar cOlra y*« perjndirar ncculla mente *2 í J& ter doença perjndirar t # cavailo da ccjre postilhão * montar em cavailo cavailo li¬ geiro IÊ. a A p flui ai «i Mi por inveja #1 r ilharga O JP assrnt\r»se «o l;i(Jo parente estatura, jsi loõ JCaSC° * ^ costella nervos J r//’ê s ià -a £ -ta circunstan* t( s 33 & <| l& A £ # Ií ia ^ s * mendigar fazer dts - guslar e»ti ira, ba¬ queie aflenlo bãqueteac se ir ao ban¬ quete preparar banquete esteira da ama £ tà í» veslido la- rado
46 Cap. I •Atphalcto. (41 1 o * % * & ¥ ft ft cahir V m if animal decrépito nfi I . i m is arruinado ' arrebaldes *1 1 + lift m i* * o Hit I * 7E .ft # 4fc alto e bai¬ xo coisa alta ou bai xa estilo subli me idade avj. çada ‘O içeira de O 140 passos^* 4 seiras *2 10 iEm , , „ l boas entra- , Tín nlias, fig. I jrjf £ f Jrudc,alcã- çar rude ^instruir os I rudes *1 Ml f I m n m * Ifitt ço # *4» t < enviar eirar ° * ztai"- ^ emprego ® II A * Hl "Íl#. tf Oil quasi t I lua nova -- & lua nova e cheia traclar, conjectu- O rar Iractar ^ l‘tói :± Idi M\ í» IP £ Come çar ¥ * sem o pen¬ sar matéria cheiros especie da mesma- inalfeitor semelhan - te como este lé com lé % espinhaço I4P9-& serio do telhado a dynastia paz o monte Mor
China. , 47 fté r 12? M algoz I$ pagem parteiro estafeta differentes ordens mudar os turnos dispor em ordens interior do paço lei|
Cap- / Alphabeto 43 cavaco hum nada desprezar impertinê- te cozer ao bafo introduzir* se & neto avô e neto oaS o dizer louça pisar no gral «ist» COIUO sue- cedeo isto? '7H&
Ckint. 4* + fl 1,1 I.S \& If Ml Hill m % 1# n ¥ •til (C ( sertir-ic aproveitar o fi esco — a occasi- aS chamar-se. balança ro tnana appcllidar jiff *51 =fB-l í correspon¬ der ao a- migo pesar na balança ter syme- tria o vestido assenta bé * O * * a * * n ■ confessou dueudo ^ ÈS 77 o 0 * O Ã O Eu impera- I | r 1 jífrÈ I ^ Xjlfgi 40 M Ui* la * ll I* ft O % m