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  • ARTE CHINA CONSTANTE DE ALPHABETO B GRAMMATICA COMPREHENDENDO MODELOS DAS DIFFERENTES ÒOMPOSICOENS GOM POSTA PO H J. A. GONÇALVES » SACERDOTE DA COJVGREGACÃO DA MISSÃO. * IMPRESSA COM LICENÇA REGIA NO REAL COLLEGIO DE S. JOSE. MACAO. ANNO de 1829.
  • COMPPA 196069
  • PR OLO GO. Sendo o meu intento dar ao Estudante da Lingua China todos os meios, para entrar ao seu co nhecimeuto, e pratica, tanto ua falia, cimo na escrita ; foi-me nccr,cario fazer ties diferentes volames, que devem andar juntos, por fazer hum todo combinado, e necessário: combinado, para nao engrossar os volumes ; necessário ; porque ficaõ as suas partes dependentes, e o estudante naõ obterá o seu fitn seta a posse de todas ellas: assim lie, que a Arte lie nectssaria tanto por ensinar a ler, traduzir, e compor, como por dar ideas, que facilitar» o uso, e intelligencia dos dicciouarios; o Diecionario Cbiua-1'ortugucz he necessário ao Portuguez-China para a pronuncia, e uso das letras neste indicadas. Nestas trez obras me lisongeio de apresentar ao Púbico quatro ideas originaes, a sader : primei¬ ra, Redu/ir as letras Chinas aos seus elementos : segunda, Eliminar os Geoeros inúteis : terceira, Ordenar as letras de igual numero de rasgos alphubcticamente : quarta, Dar regras para a vista da letra conhecer, qual he o seu genero, e ordenar, por ellas o Diecionario. Explanemos melhor estas ideas. Tem-se dito com bastante razaõ, que os Chinas fizera> ponto ein artes, e scíencias : ainda que rmii presunçosos, estaõ geralmente persuadidos, que nada podem adiantar, ao que os seus maiores descobri¬ rá, e ainda se julgaS mui avantajados, quando pensaS ter chegado taõ longs, como eiles; daqui vem huma aversaô, (maior que em outros pai/es) que tem principalmeute o Governo a tndo, o que he mudança, sem examinar se lie boa, ou ma. Bem conhecem dies a vantagem, por exemplo, da arte da nariaaçaõ, e ainda se naõ resolvem a aprende la, aptendeudo antes as línguas Europeus, em que elia « ensina; porque he huma innovaçaõ. Bem pederiaõ também conhecer a. falta de mctliodo nas escolas da propria lingua, e remedia-Ia: mas naõ o fazem. Sendo as suas letras na sua origem gcroglificos, como ainda hoje muitas o mostraõ v. g. C«s, boca, PI Ven, porta, indicaõ palavras, bem como 03 nossos algarismos; c saõ, como eiles, igiialinente entendidos, inas differentemeute pronunciados uos diferentes dialectos ; mas poucas saõ simplices c„rao elies, sendo as mais compostas de elementos, como as nossas palavras o som de letras, v. g. Ppj Een, perguntar ; sem com tudo sacar huma pronuncia campos ta da dos elementos; mas hum nionosvllabo ; e isto fai ver logo a maior dificuldade da escrita Chiua, i semelhança das línguas, que se naõ escrevem, como se pronunciai.
  • Ainda que «a letras seja5 ermpoi'as de elementos, eomo temos visto, es Chioas priucipiaõ por ensinar a leras pa’avras, que enrontiaõ em qualquer livro, sem ensinar os sens elementos, que vale o mesmo, que ensinar a I r, sem ensinar primeiroo AB C : exaqui pois o nosso primeiro trabaiho, (que naõ foi pequeno) descobrir, e ordenar os elementos das letras Chinas, o que fizemos no Alpbabeto : he veidade, que a idea naõ lie iuteiramenre nora; mas nau tinha sido desenvolvida, nem verificada: eu naõ quero com tudo dizer, que o men Alpbabeto esteja perfeito, antes espero, que, como todas as rnais invenções, seja aperfeiçoado com o tempo. Consta este, alem de Rasgos, do Genoros, e Differenças, qire saõ os elementos dís letras com¬ postas. A certas letras componentes chamamos Géneros : porque indicai em geral, a que genero d» coisas pertence a significada pela letra total (cersu particular aos Chinas).; assim as letras mor, ri», e lago terai por componente commnm a letra ogoi, 0 que indica, que todas suo «species do genero ■agoa. Nesta parte naõ tive grande trabalho, porque os Chinas,« pesar de nem este elemento estudarem, a- presentaõ nos diccicnarios hum catalogo de 211 generos, ciendo o» antigos, que tudo, o que se pedia di¬ zer, on pensar, se reduzia a 214 espccies ; mas aqui mesmo encontrei inconvenientes, qne era preciso aplanar. .Estando os Diccionarios ordenados por estes 2i4 Generos, como os nossos o esta* pelo slplmbeto, ou mais propriamente, como as obras dispostas pelas matérias, naõ so os naõ decoraã, mos ate os li¬ teratos duvidaã muitas vezes, se km» tal letra lie genero, ou naõ ; e como a proenraraõ no Diocio- nario ? Alem disto alguns generos na5 dnminavaô senaõ duas, ou trrs letras uteis, hem iudicavaõ o sentido da letra : cisaqui porque resolvi extinguir alguns, firtíeudo-os entrar com as letras, que dauii. navaõ, em outros generos, e assim os reduzi » 129.; e ainda que estes mesmo» difficilmente se decoraõ, tendo-os ordenado pelo numero, e ordem alpliabetica dos rasgos, te conhecera, abrindo o Biccionario, «a o genero requerido esta para diante, ou para traz, A segunda cspecie de elementos chamamos Differenças, porque d.fferençaõ as letras do mesma genero : a maior parte destas sa5 igualmente compostas de genero, e differença, ate que se reduzem a siuiplices, e a rasgos ; qualquer letra, ainda gonero. lie Susceptivel de servir de differença ; para saber pois se huma letra o be.ouuaó, he preciso examinar, sede facto os escritores usaraó deli», ou naõ, como Differença : para faeer pois o catalogo das Differenças, que consta de 1300 letras, tive de correr por vezes o grande Diccionario China, e huma expcrieocia longa determinara melhor, se elle he em algum ■sentido excessivo. Acontecendo, que hnm genero sirva de differença, na concorrência se ignora, qual he gene equal
  • Ill lie a differença j foi par tanto necessário fiíiu- regra», para conhecer pel* posioaõ o verdadeiro genero (ordenando o men Diccionario era conformidade delias) e n»5 pela significação, cora o queremos Chinas, cahindo em contradicçaõ ; pois bnscaõ hums letra, cujo sentido ja devera saber. Acontecendo também naõ apparecer alguma vezes genero claro, procurei remover este embaraço • naõ havendo ordem nas letras do mesmo genero, e eom differença de igual numero de rasgos, de modo que abrindo o Diccionario no competente genero, enumero dos rasgos da differença, se ignorava, a que lado estava a letra procurada, ordenei as differenças pela ordein dos rasgos, ou alpbabeticamente ; e te¬ mos regras, que o tempo aperfeiçoara, para procurar bums letra, ou palavra, como nos DiccionariosEuropeus. Nao obstante lisongear-me de ter aplanado algumas d.íiicnld ides, he preciso confessar, que ainda ha nesta ringua difficuldades maiores, que nas Eoropcas ; prime.ro na escrita •; na5 somente porque, como ja dissemos a pronuncia das letras^iompostas naõ be composta, como nestas, das partes componentes, mas também por que buma letra toma diversas fignras, ja pelos diversos auctores, discordância do uso com os diccionarios ; ja por estar so, ou em cempoaiçaõ ; era breve, ou por extens), do que nas linguas Europcas ha exemplos, mas, incomparáveis na quantidade, e variedade; ao que aecresce haver quatro formas de letra, que chamaremos hedonia, Corrida, Quadrada, e Antiga; das qua¬ es as duas primeiras tem grande uso, e so a primeira, e terceira se podem ler sem grande difficul- dade : segundo nos sons : por haver nesta mais equivoeos, e muito ruais semlhautes, para cuja distimr- çaõ se requer muita mais delicadeza. E's-aqui porque, aindaque procurei todos os meios de exprimir a pronuncia mediante as nossa» letra*, e vários signacs, tudo isto he iusuiVieientc, e por isso iudispensavel a presença de hum mestre, o que naõ deve. espantar; pois tendo hum Português aprendido Inglez, por exemplo, por huma arte, a mais miúda nas regras da pronuncia, naõ serà entendido, em quanto naõ imitar a viva voz de outros : he certo, qae tendo estudado pela arte, em poucj tempo de trato com os nacionaes, fará grande» progressos, Naõ obstante os cbstaculos acima ditos, ja tive discípulos, que estudaraõ pelo meu metho- do, quando ainda imperfeita, que fizerao em tres annos os progressos, qile os bons estudantes c ostumaõ em igual tempo fazer em Latim. Estando cm uso as tetras Chinas por todo o império (talvez ha menos quem naB saiba ler, que em alguns reinos da E rropa) e mais, ou menos nos reinos feudatarios, sa > pronunciada? segundo os dif- ferentes dialectos : estes, ainda que tenhaõ, as vezes na mesma provinda, e cm lugares bem proximos, hu* ma espantosa differença, se podem reduzir dentro do Império a tres, Mandam,o, de Fahien, e Cantai'•
  • IV. Eu sigo o primeiro, como mais geral, e facil i mais geral; porque lie entendido em toda a parte pelas pessoas de edacaçõ, principalmente empregadas, e nas províncias do Norte, e Oeste, pfclo vulgo mais facil; porque os seus sons saò mais analogos aos nossos, particularmente por tia5 lerotom entraste ■ e se o Estudante quizer saber outro diaellcto, lhe servira de degrao, para passar a elle pela analogia, que tem com os mais. Voltemos porem ao Alphabeto, reservando para o seu lugar, o que pertence a Grammatiea. ALPHABETO. ADVERTENCUS. Seudo as letras mais s mplices elementos dss mais compostas o Alphabeto, ou Arte de conhecer as letras Chmas ensina primeiro a conhecer m letras simplices, para distinctamente conhecer as compostas Períender N.* China sem prender estes element' s, he o mesmo, que pertenderler Eurapeo, sem aprender o " ‘ “* í'oi* * Estudante ctedito a sua iong naÇaô, ou aos Chinas, se lhe disserem, que lie ma- 1 ve ' ;l) <*• ‘,:go peloa diálogos, ou outro livro. Quem quizer aprender a fallar mais de pressa so o poderá fazer, naõ aprendendo a ler China ; e para este preparamos o Appendice com o China escrito com letras Europeas. Os elementos das letras Chinas saõ de tres especies : Rasgos, Generos, e Diferenças. Rasgo he hum movimento de penna, que so, ou multiplicado fornia as letras. Genero he hums, letra, que estando aa composição de outras, lhe da o sentido em geral, e as «lassifica, fazendo-as pertencer v. g. ao gcncro de arvore, heroa &c. Diferença he hums letra, que diferença as do mesmo genero, fazeudo-as significar v. g. pereira hertali-a gcc. que de ordinário lhes da o som, ou pronuncia: algumas vezes os generos servem de dife¬ renças, mas na5 viceversa. Os Rasgos saS nove, e se devem ter decorados, como o nosso ABC, para por elles buscar as le¬ tras de hum tal numero de rasgos. Os Generos, que antes eraõ 2U, os reduzimos a 129. As regras de conhecer o genero de hums letra pela inspecçaõ delia, c procura-la no Diccionario China-Portuguez se achar,iõ no principio delle. As Diferenças passaõ de 1300, advertiudo, que algumas se mettcraS como letras de frase. A pronuneia de huma letra lie huma srllaba, e esta hums palavra: assim as palavras Chinas po¬ dem to das passar por monosyllabas.
  • V Qunsi todos os sons, ou syliabas admittem quatro variações, * que chamamos Tons! o primuiro be Plano, e se subdivide em Plano Alto, e Plano Unix o: o segundo hc A,cea lente : o tercsiro Descent*»- (eieo quarto Entrant*, que no Dialectode Pvkim naõesta em uso, e se lhe substitue hum dos nitros, que de ordinário lie o Plano Alto, Na nossa língua temos estes tons, que chamamos accento, ou ar de fallar, íle que, sem o adver¬ tir, usamos nas diff,'remes occssi -es, naõ exprimindo talvez dilferentes objectos, como os Chinas, mas sim diffcrentes affeetos. Assim a interjeição U,.i\ a proferimos no tom Plano Alto, ccmo também o AP. na dor repentina. Alem dito quando nos perguntaõ com espanto: Pois queres isto assim ? respondemos com firmeza , Quero, no Plano Pai.ro : no mesmo tom he o applauso, Bravo! Igualmente quando me d.rem : File naõ quer obedecer, como firmando-me pergunto : A«S, no tom Ascendent*. Assim também quando me dizem : Isso nau ha, tu de conseguir, com firmeza respondo: Por,,,,* naõ ; o nao he proferido em tom Descendente Enfim o que conta o tempo por bum relogio, chegado o momento di2 : Tope, em tom Entrant*. Repara-se, q.ie na infijxaõ, que damos ao nr.a nos dois ex¬ emplos acima, eomo que duplicamos o n,õ; pois o mesmo succede nus tons Chinas, particularmente co Ascendente, e Descend,nte. Para mdar o tom usa» osCbinas de hum zeroem hum dos quatro cantos da letra d, forma se-- c linte oj 30 3Eo de mane,ra» q,,c ° primeiro he no canto esquerdo inferior, e na-5 exprimimos quando lie plano alto para distmcç.S do plano iaixo; algumas vezes com tudo usamos de hum triângulo para evitar vquivocaçjes : e
  • VI O «o huma letrn ti’m diversas figuras, n# primeira column» To A!Tmbeto adiante d» letra se poem as st.as variaçõis: estas algum; a vezes sai letras different- a segundo o» ( hinos; mas pela se* mcihançn as identifiquei, paru simplificar o metbodo, sero-iodtiúr a erro, a qnrm sabe, que as varia¬ ções naõ servem gera’mente, sens) como elementos» Na eolttnum segunda; se põe o som, no principio, afgnnias ve'es se p^t também era China pa¬ ra o Mestre China, qtie o ignorara muitas ve'es ; e na terceira colinnna se põe o sent do con-spoudente a cada letra : para indicar o som, e sentido dc huma letra, nos servimos, quanto pode ser, dc letias ja estud. drs, para se recordarem, e algumas vezes naõ se indicaraõ, porque a rariaçnõ da letra era ja co¬ nhecida t do rasgo 9 por diante nos servimos, para indicar o som, algumas vezes de letra de diferente tom : quando sc cita huma letra, se toma no primeiro som, e se tido, quandoella tem mats dte hum : o trabalho, q; e o estudante nisto ha de experimentar, ha de ser o meio de estudar melhor as le ras passa¬ das; quando o sentido lie explicado por limna letra passada junta com a presente, o sentido he o da conhe¬ cida, pois hc mui usual juntar dtias letras do imstno sentido. Por baixo da letra se põe o seu uso, juntando-lhe letra geralmente j*conhecida ; algumas veacscom- tudo so as partes componentes da letra junta saí conhecidas, c entaô sc lhe nota a prouuncia, e sentido {se he diferente do da letra principal) e se chama Letra e frusr. Como huma letra so se explica huma vez, hc preciso aprende-la hem: mas se, recorrendo, riso lenibrar, ou se por incoberencia estiver depois (do que ha muitos exemplos na primeira impressas de huma obra ta5 complicada) se procure pelo n-uniro, e ordem dos rasgos no Alphabeto, ou no índi¬ ce, que esta no fim delle, e que, á China, corre da direita para a es pierda ; onde sc busca a na co- lnmna da direita, e a letra correspondente na esquerda guiara ao lugar do Alphabeto, onde se acha a eXpHca dito n.io serve, sciuiõ para piostrar a na-
  • VII tnrtzii d» lingua, e afgunra veaes e» extravio» da raaao humana. eu menos de & mexes destra, te¬ mo ja se íee, ter estudado o Alphsbeto todo. Para exprimir os sons da língua Mandarina, que sigo, mc servi das letras Europeas corn o. valor Português, e modificações seguinte». Valor das Letras Europras na Pronuncia do China. fa, te, hc. se pronunciaó como tsa, tse, &c., sem com tudo ouvir distinctamente o /, como quando açulamos os caes, excpto se o ç’« &c. for aspirado, que entaS se deixa ouvir o t. the se pronuncia passando o vento como, quem assobia, semelhante a chge. chi se pionuncia cora a lingua mais próxima ncs dentes, e menos força, que o nosso, proximo a r*. g se pronuncia mais na garganta, na5 ta6 claro como o nosso. h he sempre aspirado ; mas o hi lie proximo a ti, mas mais assobiado, com a lingua mais encolhida. i muitos aspiraõ levemente as pslarraa, que principiaõ por i. j se pronuncia com a lingua mais encolhida. h junto com i se pronuncia semelhante ao chi; mas com a lingua mais encolhida, c com mais força, c assim se pronunciará o tcki no dialectu de Cantaõ : em algumas províncias se pronuncia como. es Ingleses em hing, rei. m soa sempre como em Português. n final soa como rai Latim. s se pronuncia como om Lisboa: os C, Cb, K, P, T admlttem aspiraçaS as rezes, pronunciando a letra, e aspirando-a ao mesmo tempo assim t\i, terra, se pronunciará, como thu (aspirando o h,) assim a virgula indica nspiraçaõ: P c T seguidos de i tem sempre ao menos aspiraçaõ leve. r he mais leve, que em Portuguez- As vogaes finnes saõ agudas, quando na5 tem accento; porem o e será circunflexo, excepto depeis de i cm sc pronuncia como, quem tem os queixos presos, hum pouco semelhante a im, como chãm brigar «« sc pronuncia mais nb erto*como .rii/i bodum. he mais agudo ; alguns o pronunciaS como ei, ou ai, como kii roa 3 soa como 55, como Çõ fazer. õí soa como acima estendendo mais os beiços, como çSS esquerda, (a) ,p ''se pronuncia encolhendo os beiços de modo, que se veem os dentes, como Coo inclinado. (ii) Esta dctiniCuà he insensível.
  • VIU soa como o nosso; mas depois de i, on antes de a he semelliaute ao Francez, como iu peixe, e lm conversar. 3 se pronuncia encolhendo os beiços, à semelhnaça de t como *5 qnatro. 5m se pronuncia estendendo mais os beiços, (a) «omo c'm arco x hc menos assobiado, com a lingua mais encolhida, que em Fortnguez. O circunllexo sobre a vogal indica também, que a palavra se ha de pronunciar com a lingua mais encolhida, como chain recto, ch^tt ilheta. A vogal final breve se deve ouvir melhor, que entrenós como haõ bom. As addiçOes tail, olr saõ so para encher, e nada significaõ : ellas se pronunciaã breves, e o olr fica fazendo huma syllaba com a antecedente : assim t'oa oír, chefe, soara 1’oulr. ié » . . . . - • - Abuev iatcras, e Signaes. G.,2. Generos de doí? rasgos. D. 2. Diferenças de dois rasgo3. c (adiante da consoante) aspiraçaõ leve nos beiços. * (adiante da consoante) aspiraçab grave da garganta, o (ao lado esquerdo da letra) letra usada so no estilo sublime, o letra usada so como elemento. « letra usada, mas naõ classic», as veaes so no modo de se escrever. 1. ou Pode-se substituir outra letra, ou sentença. Suppre a letra, que esta por cima. Suppre a letra principal, quando naõ, repete a letra antecedente, plano alto, quando a letra tem este, e outro tom. i \ / Letras trocadas, lea-se antes a segunda. _t ou id. repete a palavra, ou sentença da linha de cima. Àcçentos das vogaes, ve Valor d«s letras &c» aeima. Íi L
  • Capitulo l ALPU ABETO CHINA. Rasgos Som Sentido G. 2 Som Sentido iV> u 1 u / A K V í. chi* hoa eou p’ié ti i IW c'un JSR /«uê -*[b Wfl o o r G.l I. generos de hum rasgo X n p'ii hum torto curvo 7 ) r ■n JL >)L >V’ /4í t’ou n mi * pi ui y% han * fam xê lan -kjí ê i & pau fc j-í« 4/L Ari pa jen (eu cobrir gelo gruta caixa, es¬ condido dez faca, es¬ pada força ajustar villa, re¬ gião embru¬ lhar homem cadeira oito homem segunda vez -A f* su A p
  • 2 Cap. I G. 3 j'S entrar Alphabet/). TV 5-i-» G. 3 o c„ v) °M£ it “ I A. V * ^ boca e'ara aberta +ft I . k57 unir kieu S 3 -r* 7] I 31 mien Hf ien & T^ .O §*-2- / i'a c tin & hi cobrir casa alta torto «4 À?K ífc* IA. ° ««& grande adulto caÇar v/ aves terra doutor lelrado pollegada 0 6-=ao palmo tf cabeça de porco cadaver 0 tM *u IA. Al D. 3 Isa R r/t’é ilié ch’oan c' ou kin d. 3 filhO yA- ^ X f.ica o pelo bo- listo de vagar mulher torrente ' E. 0 i . boca boqueU ■) rio ^ o cerco lenço monte I região u pequeno grandes,e pequenos morrer defuntos BY it ff IA ía c//é Ã 71 ii) can * U m cum chain X cum JKf tua liia forcado criada de, elle Ires escudo de vagap ao, com dez mill alio cortesia com as mãos dez co- vados braço escachar em baixo os infe¬ riores obra
  • Cap. / China. d. 3 d. 3 it P I I* Ei E* ° £->> o 0 1- *) if <* Xa ç'ai £E w I» * 48 Stt jen i* ft/ Hi /’J habilida¬ de la- U ^ eloquen cia — habil ^ AA si mesmo iL I -f* a* £ id Sin cfta J« IO horas da manha gume fc'r pcdir folha ch'ien mil m ehõ x an $ Idea fan esgotar colhér tarde, noite muito tempo ordinário pilOla Av r -i* A|a. Jj ft ,a“- í 4i cAfeif ►jm i-** )A 4 7 surdir '-» ligeiro forcado garfo união dc tres numeral hum monte nove ho. mens pequeno herva subir, sobre subir ao monte sobre o monte cm cima superior I também m 'p Va pizar G. 4 ^ V A5- PS m y
  • Cap. I Alphabet!). S- * |i\£ It A) *1 >l,r -^i A XI ff yfs&* &Â. k. M '.ft i.* ;uf yo« Zr'ien fti'n /hi cAau choa % XU t\- p u jê k'i vacca mao palma lenço virá m5o fazer cor¬ tesia lua, mez, carne hum mtz g. 4 >n K- I* If I * falta, divida cate, 10 taca 5 cates porta garra bater bater O. 4 ^A A _0- > X |A >3» °VL sol, dia yj hum dia, muito tempo, dia aziago yo ~r* ráím íou te« letra pc/e» /e« d. 4 o agoa bufa la clima marujo cristal agoa da fonte paisagem^ li* jum ■%> alqueire oito al - ^ queires elegante O literato X Is forçar, emulo desobe- iã diente p íe?i lei if idioma folha 17]^ seis )Í*L A *) If AI 4»»* rw it *7 kien ch'im t'icn f* lai occupado afanado incerto origem não, nada clle ajuntar as mSos poço agoa do poço céo ceo, e terra marido, trabalha¬ dor marido mariola medico obra
  • Cap. / China. d. 4 a. 4 •o | | £» iflt í i$C /m IX c2£ o 'A 0 IX. IX *#? 1 />« /)« fill dizer &c. calami¬ dade inclinado o contia- rio iuclinar mats, queixar- se de outros concorde f IX If If £ dente senla corja rei, rei - p nar rei JQL CJ* 05. ; extraor- | dinario grande, ° |iaz excessivo mutuo c**/8 aparar 9 °~tk & em sdma ° {« /« P mien A ? A jinn in d, 4 O pedir A, it mendigo C^1 -
  • Cap. / d. 4 -t) ”P I I* O * 5 *1 IE. meio dia - A ÍÊ I'tm o . I AS de tarde novo, bonito morrer moço adular bruxaria ° bom Alphahelo. d. 4 d.4 ^ I anniquil- /’un A Aoa hoan vão am iam vermelho simplici- ° m * kiutt y y> vu lei dade \L> uniforme nSo (mã - dando) chegar, e induzir 151 tf c/ián xâm olhar pa¬ ra cima esperar subir, chupa medida AKj *3\ r fpff *-1 Vti6 J-l ú & p n ha ti ajuntar A, pevide, humani¬ dade tv lar transitó¬ rio >v o hi fuen famiiia, ^ mulher o eu, olhar paracima ha muito suspiro kit & í’um t hiau comparar hum pouco -i **>- l-t p4 & hoje interjei¬ ção de gosto repartir, parte apartar se deitar ra mos inteira- mente If IA ''t > v], IA o li ftíum ch’iam % xá» bom, pe¬ queno meu cr ia- do pai de, por, seguir unir par hum par justo, macho boi cruel, in¬ feliz assas sino annuir taboa não (m3- dando) pouco dever a outro
  • 7 Cap. I China. d. 4 G.5 0 iUi Jt* 5 ft T0 “i, 0 7Í I 0 g- j •f’ chi n chum xúu dar, ao o pai llio deo parar barrete de lueni ■ no dizer, chamar- se disse ÍLI yLf- )>V > | l/VSÍ > M hiuê meio, acertar entre elles agradar dentro não entres recolher t ,J&Í rfH -Íi3 W & m m ® m. chê pirn kiê o ria o R xê lean tia ho po pai ti alvo la cova em pe fazer tenção resolver todos em pe desampa¬ rado encostar. se mostrar W > w ]i± #1 A >!ssa O. 5 * p'an lien choam mim min pedra I1* 4*^~s> O atirar J pedras telha Ima telha jaspe O O íl È „ rt> Xi ° £fl - vlo » v- ocõtrario de branco branco chu % l’õ olho voltar os olhos campo leira do dizimo campo regadio quinta alfaia guarda - vento esperar alguém | levar ás costas ladrão cuci | caseiro kien fornicar adular hiuen grande, azul o ceo
  • 8 Cap. 1 Jlphabeto J. 5 f) 4t| fi">. i»"'-j. ^ kieu caixão não uio he cerlo fun o ultimo dia praia desem¬ barcar esquerda j liror arrancar camba- liar grande, ofterecer direita ao sen lado panno lioei planta hua llor 4] I -lit. -!R -|*J- -/V + t \i 1 JÍÊ ° M /.•’/« ir, tirar borrar fora tira.lo pedaço li htnna terra h u ina teilia huma pedra sabio direito L . direito, e .inclinado grande (* fou grande torrente scr licit não he licito he soffri- i v el queira dar-lho pode ser, ou nio
  • Cap. / China. 9 d. 5 C^J Ms* #i • if w “_áà | AS -tfiL If i-t K St I + 1 -p I '*5 1^' m d. 5 pm it jm pew =? & Mi lermo ki'au miau maravi Ilia CM h rabo rais de peonia raiz, on. »em essencial e aci- ^2 dental ta indigena 4tJt i* i-t *7 obriga. ção doce volunta- rio | século, ® 30 annos mundo no mun do os ho mens antigo antigui. dade re¬ mota media -proxima sagaz, oppor- tuuo ^ artifici¬ oso % I* IT* 3â ° ]h :jii R /« //im sagaz ou entupido Pei norle ursa ma¬ ior i /710M lança /«aw 1 não <1* 5 l-t -fop i^t * > o não con- \j ceder ^ significa aV vào /O rande g ^ toa •ru. /iV accres- centar pe peça huma pe¬ ça de pan no ih’âm olferecer, 1 receber hu u p'o châu unir governar superior povo 4 classes do povo todos os hotnens chamar ° I O I/È K tii ° Í&) m Ifl *\ o ft mad conceder oh ! eni j costas aberto para os Indus selta arco, e setta formar tenção perder perdcr-se hade perder letra do cyclo de 60 vida, nascer, dia dos annos na sua vida creoii-o o cco ?
  • 10 Cap. I Alphabelo. d. 6 d. s d, 5 ill R c°p° ^ rcpre- hendcr de jaspe abobara 4 r- o turn inverno ch'u sõ que kiuS tai k’ieu k'iu/n £ i’õ °ikfi |T> ) 4 lugar, morar ugar boas qua. lidados dctermi- w . Dar , 1 v-ga.io, geraçao u | y por oulro oiteiro gerarão ° ? c. monte enlregar cometter /* linda nio ocntre-j ydi I gou O MM ffl matf jam /im fWfll *á/7j t cftcn K r t chegar elle os outros n5o o iguala 6 boras da ma- nhio o fundo, chegar em baixo funda- gem metade a maior parte mandar, fazer que correge¬ dor cultivar santo H cabcllo espesso ruina barretina turbante e barre¬ tina
  • Cap. I China. \ 1 d. 5 Y- “t? -A; d. 5 T I 14 IA % 14 ° it1) *13 O I 1 11 f*L t'ai frau pcçn 75 altar, eu vrn.cê fortaleza errado men anno tt ra chán mãi, femes pais ama de leile mai,c ri¬ lha dois cor. nosde cabello moço roenino quebrada do monte cavidade adevi- nhar,apo. derar-se adevi- nliar occupar terreno JL I*- n If f I ° p jdL f) -f I 4H W fK»p" /an ch’ie kin haú kiau % manhã de repon¬ to manhã c tarde quanto maia, e alem dis to concha, saia do malha p cy3 0 cyclo de GO nntlos •“ O mi has estender dar parte signal jt* n]e eg) & 'pi £ o 1C a ppelli — o do> XThlxs# raarca r w chamar por ou- l:° nil alcunha I 1 14? n \iqft « * V #•* separado outro j difteren- O le singular ^ bater, ‘ . pergun- p Ira 21^3*9 hi am JÍ 'am irmao maior o irmaS de vni.eê somente £ hoci sieu chicu fan violar jou fk ján it k’inm casal historia¬ dor voltar —para la quatro quadrado a provin¬ da de,., rasto debit proceder be te li¬ vre deset to
  • Cap. / >>.ilphabelo 12 lista pôr na lista sahir, contri¬ buir volun tario despeza c receita sahir de casa suar nascer o sol desabafar sahir por, por meio por isso cortar com a faca pedaço de gelo, canfora machado -grande Nota. vigora te estudarad as f razes dc 5 rasgos, vé cap- 2° G. G * 6 lei B chu arado lavrar ferro do arado bambú rhou navio, bote leme do bole him andar, obrar acçoês clioao navegar kicu gral o neces¬ sário na casa seda fina herva liervas, flor arti¬ ficial tigre
  • Cap. I D. 0 China. d. fi jfe Is) i* m \'Xi pc ch’uni chiu ram I). 6. ■f tx •■tel li -is i i± *J 4 ¥ bicho vareja rede coifa % Ifr \r- I* ffm y^ IK aexleo- são o guardar, observar cumprir o dever A ífli* & Ariam iam E guarne- O pegar «er cft'fli morada ° O vj chil morar socego, saude con ten¬ tar-se () com a d. 6 \n sorlc tu % collocar "s” tii c. rio de q Xankiiu & luii hoam grande (io HL U v-*-° *-^c m ^ ^1? o bandeira também —pode ser t nem 4 podem FJ palito do ouvido X. H+í 5. li fciau 3T« i« comum car entregar comercio encarre¬ gar limitrofe .*$L \% pim kitten */ ÍS-I IS encher - o ouvi¬ do lig. barafun¬ da 10 horas da uoite lago átoa, falso obrar á toa junta¬ mente ir a par vez. se¬ gundo ordem quando andava naveg-an- do • 5 mes
  • 14 «I. 6 Cap. / Alphabelo d. 6 £ 'A J2. jam o m It /« o ft )$k *%\JL £*\ M a K A )ih A X> l*l± ■& •& as 5 ar¬ mas vestido militar tormento f» li chê saber W coisa & Í3 *1 a 0 leis pc- naes pôr a tor mentos recto ajudar cortesia, ritos cortez presente fôrma estrã. X geiro cal, pó cal chiam & tf* % a TC . iS m fé H* lA f, d. 6 W8 morte ordenar t P%T/fâ enforcar- O X •& |T» I*3 pôr no ro! ji. ^ +. todo* os — * ^ ^ senhores 1 Jl. ' *0 m \k i'> artistas piwi íp 7a fl» o Y S> l£ po constan¬ te l-B- o/r carpin¬ teiro f íf! todas a» hervas todas as O doenças o TF). povo estar X existir lót I occupar o throno anterior perseve¬ rar quanto maia chê tau conservar jactar-se chegar muito quanto a .. . om ator ao menos torto, luxuria iIlícito, e licito itf loxu- tretas \x Xo ft ? l£ ria % /r/eu venera das mail fj ê pagode examina indagar
  • Cap. I China. d. 6 #1 %s\ If tl f % & Sr ca\ ± Jr P fl ch*a Co fried ir f“ lao 7T f if? |;fl I F2 I fL 1 n A % >A* ]* m tU I |2|t» lá VlÇOfO 0 publicar citar conver- o ter os povos -O jfe O vassal lo, cA en nobre valido occidente çai & cúm ff bf w \t \p '%S. * Wt >1 melancia _ O Portugal o a proviu-, cia de X ansi segunda vez com ins¬ tancia ir outra vez queixo t udo, venerar sSma f xu livro trado secreta¬ rio m \n eh in ff 7i Iflf o >L -■íp hie % ch'ãm pam Slu xê têpo jb forte *-A cxhaurir ° -* & 3V com to¬ das as fort as rhu 15 aquelle,. qual i aquella banda ajudar pacificar ajudar encarre¬ gar se 2* mes¬ tre do príncipe reino estran¬ geiro todos os icinos 8 horas da noite louça ft I
  • 16 Cap. I A/phabeto. i. 6 w I* IT' .If K £ 0 |f "J?1! *2£& 73 *1 *1 d. a X lieu XÔO XU fi to (f, 6 rainha impera" triz côr fornica- ijaS voltar veia de agu a tribu ramo do rio ramificar escrilo sagaz descer rêder- se descer render-se cada — hum todas as qualida¬ des em todo o lugar
  • Cap. / China. IT *\ d. 6 3 Si. | n'^it n Hn if K I* It. lit f It I s5« * Ift. jK SU siu chê hieu n tzu pronos- tico, mi- Ihio pronos- tico tnáo agouro bom. agouro d. 6 If m 14- %r\ a# if *\ cedo vontade sello pu¬ blico a » |*h |fl parar J nio lho O 14* dBS A] I de, desde ^'’o * •=t I si roesmo /VU | liberdade, parar, re¬ pudiar descançar gover¬ nar-se ' fazer casa ir por si privada- meute Ja. \k MI m * toei & hiam piê * hiuè fam largar conter-se cimodi- dade jactar-se cada hum por si der para o norte A d. 6 4£ I# 5h] , 0^1 *• • Ia. montinbo »>■ ^ . dra, ^ Wf moleira ° propen- ° naquelle tempo ^ direcçio s-> he por ti mudar de^w Av inclina- I* J*> I yf» çào intento fim sangue carnal sangrar veia À #,i i ^ & ch'iuen £ von acabar Ao |A Wí emprego' á vonta¬ de tomar posse muitos todos ilheta, ci¬ dade da S.aoidem cidades todo o império rir nio te ri¬ as delle compri¬ mir o riso- inteiro tudo po¬ de ser tudo ha perfeito unir concor¬ dar unir-se apto
  • 18 d. C Cap. / Alphabet» d. 6 d. 0 in ou mu 4l O A |A Jf • ° ^ B " lei ° fri CJ-, A Jf~*. y-t '7)>7R i-íft - terra - pedras como bem co¬ mo b XV n m Mn I fino luz luz do sol lie dia claridade f? >^7 século fe. ° ■**\L li 2 / ^ agudo \* jM líij n pico if- itt iXi
  • Cap. I China, G.7 Jz T, g- ^ A oPj4l Ai o m °ú o O & It à- >0 £ £ £ 5£*-' n ^-o JS. I* *1 dizer liumn só palavra ! faltar ó | palavra I não dizer [tudo . 'palavras e obras < porco < ; maôs va¬ zias IM -á? íf 4 Hfi foi-se feijão, ti- gela feijão fava Aa p i rt -ti pr & A* I Si yfi kiu ch’oii ft çvS assêtai la n rhHu chai A kill çr ci bico & kien g- 7 carro, ce- Se rodeiras ir de cego pisxnr o carro ■etrnnca le pá o 6 horas ia tarde Jg* O o XX 55. v'» Xaí O ^ 1 131 ja»l AI Ml reptil "J fit corno, D 7 auto dtcrcar _ r» H3 esquina corno, de . . . escornar \ôr desa p pa¬ recer combinar npenas viu PÇ?* f I® prs çu ih ?4 £ CM * 19 riqueza pé, bastar indigno enfatua¬ do f.icil dc contentar satisfazer enervar os pés irreais chega pa¬ ra o gas¬ to !*•& c. djnas- tia firme, carcete firire, forte
  • so Cap. / ■d/phabelo. d. 7 *25C. |T*i It- i± 1$** /ft AX >X\ I*. ch’en a VC. lu & d. 7 iraofun—** \~y do »-> d, 7 afundiu* ae arêa - ^ lerra sol- la barro sol¬ to pomes O o , A. ordem i & k IR |,C I * X? ham learn peneirar, conseguir —“ o 9f I oT v &J jum viçoso ieu leu Stti ;* Mff,* ^r. it °/)L*L chú.ê leu X\ prefacio IX 3*J «wijpí. scr ^ rjc* — (o ceo) - ° m * ííxrorn— m «mirar - rinalda X. It- jÉ i’n« benigno . _ w meu ma- rido JL. bon* vassnllos Consci¬ ência la lento «5- i irr °jiL bons e 1,1 maos ° .71^- I irmão . -r menor "'ii — ° ^ irmão* yfc' -f discipulo •>rin.os |»«»r ir- nãos erro boras IWf U\ 461 d.i ma nhi hora de manhã abster-se preceitos 1ÍU* *-£ T, &\ -ff i tp Atiot p’o lum warn brinco tiau Icvar SLm ao por do sol 4 3\ entalar vestido forrado < i i cometa manear fazer •lar com mãos e pés entreter- se namorar orelha cahida voa agu¬ da dizer pa¬ lavra
  • Cap. / China. d. 7 d. 7 d. 7 yp* I devorai m Hl\ twt CO hiam soar xõ hi an \% f\ if f1 \$9 ^ tyh r $uk #l sfl tsu I# I# t l£ renter lingua "r“ , JU °-+L estrondo «/jv falia r em voz baixa ^ O c* i honrar os pais honrar, e obsequiar __—, dar pc- ^ sames lil ho obc- 4* ^, dmute w atidar de lutu If *1 recusar £ t'am n ft m passar renun ciar a causa de o re¬ cusar mai*, inudar % \T fi\ % ^ alar ft £ *v&- mais doe transfeiir^Jj If \& A* quando chegou ha pouco % le- WS. - as in5os reprimir k’ieu IT chan # /u arte if t oei recuar abru- oheiro i.brunho farnel feiticeira I** A- up descCtai feitiço I# : : X' 5? ^ s* damasco amêndoa poder, refrear If mortifi- car.se repcllir O ^ fJh o o o lu *4/ kiu <»rL •*i pedir, procurar pedir esforçar- se a... buscar .supprir quebrar destruir perder no capital reduzir a divida passeio ou rua sabio, rei rei e mi¬ nistro caro ma¬ rido casa do jogo cnhir no laço armar o laço
  • 22 Cap. 1 Alphabeto <1. 7 f ai & cuo passar jen nai durar ± mien th’u d. 7 d. 7 bonito, concertar bacharel calvo agudo, proveito má lin^ gua faca afiada afiado afortu - nado pertur¬ bar bater sem re- gra rebellar- se confundir eu nós tu, c cu que me importa ? servente criado
  • Cap. / China. 23 A d. 7 (1. 7 d. r t-f 'MÍú I* I* £ It aA3 ill {encontrar oppor-se JL levar á hi continuo £ n / ft I jfrl I'fr *]* « lava t’i 3^-tíl tropas preto, al goz Cl'£§]^ i& lib lit Hjjc^ fi% jp. af -tíi ° | ^- hum grão u p modo, fi- J-j gura corpo tronco mesmo corpo banhar- m'i corpo nú l’u ch’oam ǰ ho viver coelho janeila fazer ieu luan fan v0 tt\ -se£ °J#L> ° ji- A =? *4 ’l>' rf M& trabalhar acçio, obra fazer revolu¬ ção rr^v’p ser inde. ± pendente que - iU 1 o que eu sA-tF s recuso tó han xa & # picar çei ladrão M ôvo chocar, fiel vi' Imrbaros 0 — do nor- vòtP “ ° $1» m L* eu (supe- ^ rior) A & raro, ima- inar coisa rara degolar fazer guerra matar cS punhal matar á falsa fe concIusSo do discur¬ so ch’iun iU valle pesar di- nhiro combinar o peso partícula tinal acabou-se concedo o que pe¬ des alegre andar mui di¬ reito
  • 21 d. 7 \f> W P\ >'l £ #>y if u 0 &# ° H ';-f % I $ ° m :^i4 choam fei Cap. / Alphabelo. d. 7 robutlo O VU -ZM p’orn ?J M Pan ti de 30 an¬ il o» gordo forte edi- ticio &c. entesar J-* han nii n ;íH& romper passo & o o o ■l*& H»É*. 1^ bl j* * LÊr andara pc 7 passo pe^ rigoso M * ^ I I $J«& á J& -til recuar ç5 passo es- chai .treito a< íjí’ d* 7 secca grande — inunda. çlo ou O j3-* . sccca l—^0 W | e tempo q da — tapar 4 lis fa¬ zem a mi. lha distancia de hum li aldea aldeas < < ° 2< -til < i Ia1, |){^v r Wa*n re<,,,eri"’ pjj‘ IJL h\ °X3 p I*- f ’ll?) P I#- «oster estolido P ií pedante fj fUj M sie escre* >er voz alta villa ridades e villas manifes¬ tar, peti- ção fazer pe¬ tição represen¬ tar modo mento escutar ouvir pesquizar comprido Flespauha liu ch’oan * ÍP] enfiar conluio ajustados enfiar pe- rolas I jfe *&
  • Cap. I China. nan homem, barão homem homens e mulheres: r.h’en £ jjj siau seme¬ lhante filho de¬ generado G. 8 g. 8 '• 6> cei rar a porta não ha meio ave raboa não ser o bera e o ! mal não he j assim , illicito ouro, me¬ tal onro e pedras ouro e prata produz ouro vaso de ouro os 5 me- taes
  • 'Cap. * Mphabelo A 8 A a A a n chou pa n nãm xoei 2 £ fãn * ft convir pois não convém? O todos os ^ Jfc- j_ tempos / 4 temer temo não possa quem te¬ mes ? chorar £ luto pelos pais receber — honra — benefi¬ cies molhar o ® dedo concubi¬ na cuspir O O o 4 f «i J0.I ■fi I Mj ai líVn £ dentro & ^ 4 á vista dista idade, mais idade estala¬ gem ir para a — $ 4 noite meia - de noite vigiar de noite andar fo¬ ra d’ ho¬ ras dia e noi¬ te rondar de noite £ i 4 *1* alcaidesa soldados, morrer no em¬ prego
  • Cap. t OtitMl: <). 8 tf. 8 *5* ” \M % £ \*Â JU 3Í A/'am £ H* I & it ®!HP ;l|^ o JA- nutrir " T3 !> criar gozar '^M m. AA i r , Xl . YK banque— ' tc regi o ^4 gozar TH» corte, grande I» k T p /B (Vd k’iam corte - de Pe- kim 484 < < < a» ,èi± p av itia do ia- ^íf í=4/\1li j^| gistra- p/m fc’/ iVn p' claro M $ S íjt 4 < < ^ I l& íf* 4 levantar- se a hum tempo lavareda tempo de ® calor grande O calor calor e frescura -*T presentar receber presentar receber a O fe d. 8 \>Á 'ÊL \% % vil It *1 I# £ * & i»»r í £ cVi fê% compa- r !» % militar magistra¬ dos e mi¬ litares #4 com gar¬ bo it l*L #1 *k,_ lifc f 7X v> 444 < < < HL HL &*4 * < * preme- deiras a console os consor¬ tes sogra mulher e concubi¬ nas repudiar a mulher hombro a par levarem pao encarre. gar-se i m ■!% 4 nío le apresse»
  • 28 Cap. / Alphabet!). d. 8 d. 8 d. 8 p tau modo chie met cu $ tu roli cobra correr cua prolon¬ gar primogé¬ nito velhos e moços crescer produsir superior, exterior — e inte¬ rior exemplo primo por lia prima — - me¬ nor — — titho de tia pater¬ na — — ma¬ terna veneno vibora venenoso pestífero diagrama os 8 — adevi- nhar
  • Cap. I China 29 d-8 d. 8 d. 8
  • SO Alphubeto. Vj=fc.7f d. 8 I d. 8 o que clle Sosta inclnido r jg. cxclmdo vj 1 I l I hien £4 Jg W fa dar a raio ch’úu extrahir choti chai desman - char derribar abrir quebran¬ do íhou vassoura A'i pado lixo O y A \* m Kt ft £ * corda de viola arco e coida diâmetro da lua 14p- >1 1^ /«« ortío n ft-. partir 3* injusto * im l#i fritai emanci¬ par- se t < pressa jm& chegar o prazo encolher* -P- c fis- o | j|L sugeitar- t-ijP se J ,0 *1 %\ encolher- se ou estê ^jj2. JXL opprimir ' der—se abatido I* -0 S S gravar é|J con”e cer mom Iam onda vil,baixo bisonho limitar dar prazo #4 instante determi¬ nado pouco, pequeno sem limi¬ tes continu¬ ar, succe- der confessar grande Montzn atabalho¬ ado
  • Cep1 / China SI d. S receber da natu¬ reza & -tfl observar a lei f£ é injuriar deshon — car o lu- gar pendente ranio — travesso m ui to bem ina alina velhaco de ditos picantes estação as 4 — miúdo sem sue— cessão punhado
  • 38 Cap./ Alphabet» d. 8 d. 8 d. 8 *1 3<-*j y&jt * x£ m & x\ I# 1^ h X\ I* >v |d9 'm $ i ■& 145 *L #4 demorar omissão dilatar convidar região, a- buudautc luxo relaxado escuro fora de si ii rapoisa illudir encanta¬ dora
  • Cap. I China 33 d.8 (I. 8 áU ®\ * Hi M *4?- 0 «I , Jttfe S&- &■ IS *'l 0 1*1* trail alho i£|,« à-a o 4j» d. 8 sermar ■ lyr esp -rar ordens Mi enrolar folheto docuiní- to ferne.i c/O eco nu— t)lado claro ou nublado M& M\ p s í A o O n lembrar- 0 Sv*^, S0 pensa- mento recordar- ler continua lembran- u ça i**t v m |ifi* fado rida £ ordem despacho hoorozo tf* /icn © ■3K £ í3 f con ytf | dar, mo • rada cortar por si dar es¬ molas hospeda, ria dos pe. regrinos # * % % I O íU JCá II ch'an cxvv der 0 to de#— cer chain 71 * it-tíl sem co m- pelidor lesar a palma $4 cahir no rede lançar o rede serra do monte â «a grp < < entrío seguidos #1 baldio ta £lí ,„ircr Q p] — ,#|í M? & assignar termo impedi¬ mento mconvi - ente embaraço cuo fruta, ef- feito f ruta verde, com ef— feito ha. causa e cfleito produzir. frgla
  • 24 Op. / d.« 0 9 )£ 1A « g JBTI s 2-1 FL o o lilr I# JI I& .1*1 Jlphal/clo. d. 8 Jfc I# *W4 claro, en- O tender saber bê PJ eviden— cia liomera entendido IJ9 fac'd, mu¬ dar facil MM olivroca-* nonico .. 2»*' Bfl* o jctl *. U abuiar expor-sca chuva « d. 8 IBM' | , escuro Ionfl,‘° )& nao sejas o temerário k’iun 7^ X* Mv/ jè i -jfe. ft a^f,j «tii bom pro- nostico cobrir, expor-se temerário -£ m pi i '#}* i* PB it coguruc - lo, rolo cogu — dos a troncos, q rolo do roda cordas »IU » lien I que I he darei! •4 historia antiga 1 livros ca- hiun ius’-rurr ± nonicos maxi mas ainda, es¬ timar ainda alem dis¬ to primeiro desem¬ bargador ft pai tecido ff * ifgar roto estragado coisa ve¬ lha o meu amigo ui •& ajustar hera corrente vagarosa
  • Cap. / Chinn % life- lit JÍ 9^f 1^ ^ | Jttl l£ 0 I \? ffl p u Iribu nal hie ie # * á & ± 2. cuo 9 rasgos generoi cabeça folha do livro couro cru depor, despedir depor, couro cortido fragancia ® — O resina de pinho pivete fragancia e fedor quiroar cheiros o reino das flores vento aguaceiro raspa % lilt *4 \A m |kft ¥ % k*in m #* & % )3- L £ Ã i; 4 f sem¬ pre & 55 9 rasgos differêças casa,a consorte serralho minha ca¬ sa minha mulher ¥ & < K M & t C perseve¬ rança tingir, a— pegar molhar o dedo apcgar-»e lhe a do¬ ença impera¬ dor eeleito
  • Cap I •Alphabet» *«tiL inclinar— se toucado ilt-dL# ip^4 pensando nisto # •& formosa- ra.perfci- çoens taiSavenus ejiccllen- te sitio ame¬ no bonita pessoa £1 ft louvor fê)0& < < <
  • China Cap. I 37 fl ■pi m -fcl l m itíi| 13ft wt * a ch’un M\ l-t IT 1 i A-l ' I * presença tie v. m. ir dianle adianta— le hu m pouco antes dis¬ to fazer pro gresso primave¬ ra I Ho Hilt vegetan - te— florecen - le jri * iff $ accrescen tar ;«««„ r W% % m mi. supprir ■fjp * ter filho betar una¬ is azeite canastra — dc ves¬ tidos — de li¬ vros I £3 I i\Z2 'VS>£ - í§] ^ 1 ihun est ri¬ me nho «5 ífltfi enca¬ rar alpendre ^ $ o filho de A V. III. ii marido i cunludo desem¬ bargador Ufr #1 |7K- grosso v.g papel -^4
  • S8 Alphahelo ‘Jlfâ Cap. I £1 If ° jL 4l\ escritura ■ C Jt pape! * T c/ioi» *jjL !il #1 - ±í§? ° «=*: -<íj (locumeu-Jf Vri to >*• *tT ÍTS* r alegre termina- çaõ de participio aquelle q’ come o chi gniíica cu mento escolher, kieti bilhete |f- íitôl MM ?*$p * í> carta rodeira n li* If p. lâ IvS ff 13 teò' em bre¬ ve * ?'J inver ter )È # & â-È necessnri- o, querer i& |¥ Ife )#• m mui ne¬ cessário, reputar ^ isto essen¬ cial se naõ quere naõ importa salgueiro % ■ V}' m\ m amos pê- % lcnlcí \K Ó. | -ill UMI M-íU ° *«+ ^ 5141 |5t encontrar- *1 " .-Ml importar ■Hb 18 fc’im po¬ der * âf *tíL chocar-se semelhan. te, pro¬ vável ser amigos ISA ministro conselhei¬ ro 8Hfc IHíhffi pensar muito grande miséria fulano sul para o— Nankim os 4 ven¬ tos
  • Cap. / China Ha \% K- n $ & cul pa n & ft w 10 8L # 39 ! esforçar- se levar ás costas apartar- se da ra„ zaõ . Ir frustrar fiado em.- insultar vencer ou perder vender pe¬ las ruas ■k 4 91J 4 brilhante sobrance¬ lha
  • '0 Cap. / Alphahcto. fi m «•*- ° \% $ '¥ML s 4 pp| If lit*. Ifl IW % TC * a i£ »4 j|Ê satclites í^) 3 Vam pala. lio a® medir ex¬ tensão fazer cor¬ tesia Itl UL e olhar )f — igreja iHl visitar visitar o pagode PPt*tíl ppím fazer hu general apanigu¬ ado , bilhete dc visita visitar % m Á iá À Itl it furtar ?P torto í© & ajoelhar a outro pagar a visita )> olhar, ver J olhar A * não se po- 1. dc ver * & # 4 espreitar olhar de esguelha tomar o pulso I -tA |«í Ifr. * 13. ML *r ft| I* lemivel 4 'A l'P magesta- de tudo tudo lhe p, suecedc hem todos são benignos 0 espetar fixar pôr flores em jarra lançar ra¬ ízes p. e %• repelir pesado sobre pos¬ to repetido leve ou pesado faser caso mui pesa¬ do outomno & ¥ estrondoj
  • Cap. / China P C, O o l\2 m )# M&- o ^ 8 Aí? . ]p> >l£\ &\ m w % Usla ÒK M hm chato 'A'À A\ w o ■%] o fo\ chi obri¬ gar % bote— |j#)J armas tla porta * ««? i5 4 ^ 4 capacete contradi- ctorio I M-tik homem violento ]& HS, It'S* *1 fll Hf L! #jn=. pressa • instar muito urgente J JHI* M *_ trasbor- ck’oo &1 tribn. lação # fa t h< rta. liça 7t M eitender- sc &Mt t t t bandeira de com - mandar' cotlho azul è depois descendê- cia mas cSse- quencias ê differête tempo vfH $\ 4\ li l» costas O arrepen¬ der- se adorar o ^ ceo o echalota _ * O P«'g<>, a bismo ft. artigo pedaço de terra If 1^ * « ÍP 3fe a 4t opportu» no ligeiro cômodo genitaes Cll de cami¬ nho conveni¬ ente U I & mui cô¬ modo isto he, logo isto he succeder no lugar delicado t { { odeos ceo
  • 42 A® #li °>Ls- « & ^Kl #1 m ♦ ^ Cap. / ofliciarao * iperador £®4S 4» Jlphahclo £ fonte 1*1 Tt-lfcl |£| J'"‘ 4 at 4 bica da fonle eoroãdar 5 5 t) & I# If ]#r |A- l^t ||£ w lipj^t 4 cSmfidnr A/, era chefe general em chefe general agudo 2 hora, mi¬ ra, mar¬ quei nobres È.% Iu oide- nou as a— goas M\ m-z il I* 4t % proteger, rV assegurar #4 #4 $4 fiador O talvez 4S IV %\\ ^ I® IU* A & |ã foraií to¬ dos nada falta^^ & tudo hc O ira ^ ^v4 condesce- der ^ JfTl5i isto saõ cSsequê- cias fazer a vontade M succedeo- Ihe mal |S*3*. |íl 1 Atfe $l] appro var |XJ vinho , JÉ 4 < ( ri* ^ 4 *14 «r P* U4 p au iS r0 If voar nuvem le¬ ve correr ajuste, valiar ^1^4
  • Cap- / AS fazer O ajuste concor¬ dar sem ajuste faltar ao ajuste se O o O 0 trabalhos doce ou amargo trabalha, dor doce ea- margo tudo ha * 4 I- não evi¬ tar à for¬ ça sociedade illegitiraa -- China Ca¬ ma¬ cho florcccnle licróe nm seara ver¬ de I*. in 9 'pí ch’ai w E ?ô alei¬ jar £ mStanhc- zts bárba¬ ros da China Mi & tyranno tjranni- izaropovo |tyranni— zar 71 o lei da for- .. ça ° ãE virginda- de virgem virginda¬ de n guardar - #4 I cnha minha casa hm macho o elemc - to — 0 iía os dois e- iementos regra, lo. regra sendo te¬ merário arruina-se estrclla fracçaS cxhalação faísca
  • U Cap. / A & Atphabelo. ff & IP * B 4b % degrá- o £ £ f3 antes, bontcm 1* 0* l& tt ffi 0 jU1 -fir-a. espantar J? A o» gradua- lp If! ' u il . "" \7i 41 lift It®- I porte coisas dis postas figura, gcnio estado i^P-Êi # -tit l&Ê intenção ” «1 k fít m â- Wfftí temer a magestade temer os deuses temor su persticio- so m % *■* esto mago IiE& % modesto procurar desordens provincia. indagarad~ advertir metrópoli IM poupar trabalho advertir M (-tíi tirar ras¬ pando
  • R China. 45 * # I H P-> O A iíuj -t§ “ft® ii is » ■# rabrllo cô- prido cahtllo I ri peça « I SI 3? defunto, 0 diabo Itó os espíritos almas cavailo hum — r< £ íli-íU fazer mal cli’i/1 í£ ”C2* ? Jx ai r<>y coaído \jè> alien lar cOlra y*« perjndirar ncculla mente *2 í J& ter doença perjndirar t # cavailo da ccjre postilhão * montar em cavailo cavailo li¬ geiro IÊ. a A p flui ai «i Mi por inveja #1 r ilharga O JP assrnt\r»se «o l;i(Jo parente estatura, jsi loõ JCaSC° * ^ costella nervos J r//’ê s ià -a £ -ta circunstan* t( s 33 & <| l& A £ # Ií ia ^ s * mendigar fazer dts - guslar e»ti ira, ba¬ queie aflenlo bãqueteac se ir ao ban¬ quete preparar banquete esteira da ama £ tà í» veslido la- rado
  • 46 Cap. I •Atphalcto. (41 1 o * % * & ¥ ft ft cahir V m if animal decrépito nfi I . i m is arruinado ' arrebaldes *1 1 + lift m i* * o Hit I * 7E .ft # 4fc alto e bai¬ xo coisa alta ou bai xa estilo subli me idade avj. çada ‘O içeira de O 140 passos^* 4 seiras *2 10 iEm , , „ l boas entra- , Tín nlias, fig. I jrjf £ f Jrudc,alcã- çar rude ^instruir os I rudes *1 Ml f I m n m * Ifitt ço # *4» t < enviar eirar ° * ztai"- ^ emprego ® II A * Hl "Íl#. tf Oil quasi t I lua nova -- & lua nova e cheia traclar, conjectu- O rar Iractar ^ l‘tói :± Idi M\ í» IP £ Come çar ¥ * sem o pen¬ sar matéria cheiros especie da mesma- inalfeitor semelhan - te como este lé com lé % espinhaço I4P9-& serio do telhado a dynastia paz o monte Mor
  • China. , 47 fté r 12? M algoz I$ pagem parteiro estafeta differentes ordens mudar os turnos dispor em ordens interior do paço lei|
  • Cap- / Alphabeto 43 cavaco hum nada desprezar impertinê- te cozer ao bafo introduzir* se & neto avô e neto oaS o dizer louça pisar no gral «ist» COIUO sue- cedeo isto? '7H&
  • Ckint. 4* + fl 1,1 I.S \& If Ml Hill m % 1# n ¥ •til (C ( sertir-ic aproveitar o fi esco — a occasi- aS chamar-se. balança ro tnana appcllidar jiff *51 =fB-l í correspon¬ der ao a- migo pesar na balança ter syme- tria o vestido assenta bé * O * * a * * n ■ confessou dueudo ^ ÈS 77 o 0 * O Ã O Eu impera- I | r 1 jífrÈ I ^ Xjlfgi 40 M Ui* la * ll I* ft O % m
  • Cap. / Alphttbelo. B + U9 'Í * ! ?l !,«. „ chir !«; j|?> <ê $ nr n * n * IT i« if fc. E in is *^■4 reformar « doutrina, ser clérigo #4 < < A paga do mestre ' (4* ifcjjjt «icear w tji i# ii li 1* # a „ itr a i #4 < t < deixar, hospedar deixar — fama cstahe'le - cerse c íã cn* 2? Ml 1, ítlí* |/f I# «fe quem to¬ ma dois CJ |cargos per de.se ■- proveito, aproveitar ulil lucro I tf f£ it : e’hè homiziar- se O e. herva cheirosa lê - — * m. vinho des* >rV ta herva j ^ ha muito „ ... veio O | manhã e ,arfc o p,s i* b ccllciro, I préssa ÍÊ y * l« thesouro 13 , artemisin o lífoiRià P tú ' pert'lS e C I5K | lucros & SSi tii num £ paaella — c gral o amoreira amora patrício* TI jj ri 91 ■8 jr—mÍlA verdadeiro — e falso — e supôs- lo m hf mm # » kiu palarM verdadeira t K K H «i £ ! & ícahando de failar acabou sc secreta, chiqueiro progresso cuida da sementei¬ ra com successo empregado t & morno temperado «aior aquentar j moderado
  • China +|B| is Ê | c. / M-i c'^ St o Ip.If n O n ss M S' ifr w « m it È # I J8I AI Â f.p-dii *0 furao K nou qucnle c M ijjl fresco ' * o "** >J> ill A Mm0 &U& i < 121 RR& l*or renhi¬ ra? será licito? porque lei? ns% chá folha do chá balde do — Ijcium chárana o cha hjr- son tabaco e chá xijlffi pastar mondar ±0 pjf !-).Jt& Jfr o ítfll ^ mo mm IcíiFrença ter — +*+>*+*—- H.l'a. 0 lit IIS'S °)T>\ â ^ -II I# ff I "ffiíP I '• IBSl’iS® rs r*-* O Ç> ?l tendo ±4> I & JSi 11 $ Ldescã- çar cevada quarta lua farinha peixe hum — pescador pescar nu como o peixe maltrata- tne Confundir olho com pér©|» ui a ava can¬ ta estreitas, alojar- se, conitella- ça8 •strtlla alojar-tc
  • Csp- / Mphabeio \v » conservar ju odio ** constella- 0 S«8 silencio retiro e fundo pensar muito IR 18 m lio ai fundo ou •eulÊcioso inlarior da cana trave — mcstia l>. e fig* m a * ÊÊ'\M m & J: porciu v I K o $j & *jê «* Mf<6, |g i U J6 tí 4ÍI 60 pello arri- piado claro, capi tlllo oraçaò su- O blime sentido do capitulo bom mé— Ihodo 7é a final com a reso luçaõ tem j£r pre se con¬ segue $i \t ti Vè 11 mercador consultar consultar com igual por carta migar o- salá «A oxalá mulher e cuucu bina M 0 “itl AI M\ It I m cl’oS s cafiamo linho pSno de !i' abo emprego de mulhsr meio ler- mo tndar á roda JfJMl lê] -Ô ( < triunfar líS-ffi toda a pa> rcntcla M til geneologia vivente do mar
  • China. *\ # ! i < producto jjj£ do paiz patrirnouio ' ^ ! W & „ I M & % tí desgarrar- [Sl & attractivos levar o ca- vallo levar á sir- h'a levar de rastos -di cSmandar £3 a tropa cã mandar, eín chefe quem? ma¬ duro #ci* ti! i] i* w I» filar030- 3* H*-^0 lhos euvergo- nhar-se | •fcAl* estar con¬ fuso M A * 53 exigir á violência castigo exigir de¬ mais tJf gritar, cha- mar t< i ai! respiraqaS para fora e para dètro u\ & afflicçaS KJ & desemba¬ raçado faltar ao ajuste écho lugar, pra- ça JÊ&
  • 64 ±m Cap. r Jlphabclo. I I* ±H 0 It @1 I-» *«• 31 ^ “í* C ± I f ^1 IX 3CS gau iè ❖ ífc /R ÍE i < i|4 esconder- >e ocultar o nome ff 0 «I mborba ff-tis ■+ pegar ou largar firmeza, teima ibstinaçaS »* ,-f. ouvir so |P/ hOa parte pedra so. aora «I *1 |* l£ g j milícia emprego ter hum officio artificioso 4
  • China | ** ft, /* *1 |tf St epurrár fi & 1£ I* #1 I* I JMi*0 mji I US lan A #P 1# HT *°lj^ insignia no barrete receber hQ por outro O substituir de iropro- P < < < occupaçao «i* & õW * ° i&féâ jj < < g-ffii saber bem robusto, (orçar forle e fra- co forle ile 30 nu nos de 40 anos 1 • *- brio, usur¬ par direito salteador- I* que¬ brar afe 7 A 3L m Fe Ê. % j HSt Bi *1 & 12 I íPj te á& forçar mu¬ lher àsobre- posse Q ■violência | v Bfe w fazer ogoa ^ Jgp descobrir ^ ^ o segredo D | jjg Uj “ o WíJ < t * «I * destaca¬ mento m 1/E \A \ i acompa¬ nhar «a A !» li! í( : j/ÍSk “* t w & & —Ifl transpa- rente m 55 Miíz apenas pe¬ netrou penetrar, entender sacrificar sem violê- cia naô sei dõ- de procede PfíPft yt^ib por bran¬ dura í£ I % ave parri¬ cida cabeça pendurada do reo J fazenda — da Eu. ropa contraban¬ do m —y -fI4
  • 56 Cap. / Alphabelo. < ; cabeça ca- ipacete capuz »rco 1116 - lez deserto a~~. rido no deserto, aldea nnmero, cahir I #ftt 'tàtii l&tt iftt fazer ad¬ mirações admirar-se supersti - çaS mui difftí — rente enred ir, compro— metter ficar com— promeltido diffuso, importuno | fóiltt f «tt
  • China. 57 ±fi *1 inm &■ «l # ITS 0 I* £ p om n M rachar ft m S xoó ch'oS >1' J) u & #4 creslar-se ao sol &2M 4 4 4 4 Í&4 aqueducto $ I 4 caldo ‘AffiS, IKfll accrcscen— tar ou di¬ minuir A6^4 41 4
  • 58 Cap. I 'Alphabclo. f-W • iMtEI aranha âi& obrar o be gloriar-se de bom admoestar ca vai lo manso cxhalaçSo a pparccem c;il> m?] 0 * ?Ko '* 4± fl todo o mti lido 111ulida tu¬ do estende-se i tudo SM I *& ; < ; r j» ° trabalhar em vio Sj & jm RS trabalho ou descan- Ç«» trabalho sem pro- veito premiar X pistillo ^ I ftffi < t w m W7 numero ± ^ £ ft luzir % í 1 iftií $il i 4-* <<« i* £2 recato e castidade fresco e puro alugar -tra¬ balhadores — cavai- " los %\ #1 15! ✓c ter cuida- , „ do de.... -f 1$ ff *4 dispor f * fill $ $ chronolo- gia calendário arreganhar chamuscar estender-se o incêndio chamusco lírt reduzira hum toda a fa¬ mília bule copeiro aljava mi < < < íi criado ■tíi
  • China, 59 +2Í® IS I? rw ZiL l Iftà @4 m parabéns 1 Mil &F4L SI & fazer a graça boas pala¬ vras ã-à £$«j fíi < < i mi Ail liomem poll lo quem lie elle? amarello o.iro pescoço. preciosi - (lades, presentes, artigo de coisar,. algumas coisas pre¬ ciosas, gaiola borla mix ta furar $1 * ; <; i u IMML ter pena compadc- cei-sc intercalar lua — ocioso, pôr termo guardar os limites
  • Cap. / Jlphabete precaver \p |A-ifl IS terra in— q culta intromet- %% o---' vagar VS. roedUr iii «t interrom¬ per dentro da primavera> no meio % m §jii »■ # ta ranja — ralla — espessa — adubada J m mm , •Ê Â íL açougue âS-BJ 1 m J®$& humilhar- se lii; ui nu íii Sftil < < < <; t $ # oBU ®í 1® IM ff »l| i U ^tii % ® I til j jg r U I <>4?j ^1'^tiL J-r p) neam moça 4ttíi embarcar «I 1t *T subir, p.e %• subir a es¬ cada movei lançar de si rcverdc- cente somnolen- to enriquecer suspirar trim desenvol¬ ver-se avô. Se¬ nhor Vossa Se- uhoria avo mater¬ no trama, li¬ vro trama picar e ca- vallo ;uilarra responder retribuir
  • China It pois que ainda pue por acaso natural— mente em silen¬ cio estupida¬ mente levantan¬ do poeira da mesma sorte reputava- o assim ascircuns- taucias são certas 1 && mu& convém lembrar elefante, semelhan¬ te marfim tabulas de figura crestar, dessecar m O \^0 % ê o M SI li * l*ê \f IJE Éi£ PI ÊP 11 07//7 A «1 amargu¬ rado chamusca¬ do K-tii iSA£ negociar "ta f & libar jftèjx •ti pessoa de respeito «St lit t í t a mão de Vmecô o pe de— sombreiro
  • 63 0 O + - nu L Cap. I Jlphabelo, çãm I? *1 /t, ja ja ou nio ainda não If Êl &Z n ®i®' \ar i5Í ÍPI tb fJ íio ipj fll| IS # | 4 ill a ver se o " evitamos P ^ £>>& o ^ »^>â he maior inn ff? buas pou* ' JjSL cas de ve- . zes \ &J pouco an% les uão he muito fun do seda retroz patrício nun & P* n 4* err.tr tt 4 tenro SlJi1 #l l. in# I# m » fltíts 4 liou e azeú te de cala¬ d s i- »-J _ l - * -6* fetar arame de cobre .cda crua corda de instrumêlo aldea de cem fogos m g ORK c°n- Vttsi * 3P# li Itt- I# í ^ I patria Hl lii.a delicada pessoa ^ M4 ^4 x vão filsidadc $ -¥• ífil TC is*- # ii juramenlo falso opinião falsa vão ou só¬ lido 0 espeque vara de barco column» « p presidir empunhar IJt .H | E-» Ife 4*# 8 as i Dl* faril como voltar a mão escolhe o pe de urso, o melhor í tii t ;; o inais alto I S iH i; i % í ta estimar qual he a idade de V.mecê? M nobre ou plebeo ns cousa deV.mecê rico simples nones ou pares desampa — rado somente faicr rol
  • «3 China. jusliça cortesia e iustica — trovão ra¬ io trovão atroa como otrovãu o trovão arrebenta o trovão fere o trovão berra de tres mil Us psaltcrio harmonia dos consor tes tambor locar- tocar mu¬ sica sino e tam bor
  • Cap. 1 Atphabete. fe I Ma ^ \ vL j p£ « Jh -g apresentar tronco, ha- afa¬ bilidade ’' z& 41 esreitado O ta i* K til rcato ** A M Irciona— lit m iy°0 Í I 4 lit <;; HW emplo lie j |g lar audio- -c. iv. :iaoim- syi ptrador '6jJ> 1S losna -± fa *14 til # &&& pêrro c. diagra¬ ma adevinha - ção galinha porta inte¬ rior de pa» gode mover o coração converter mover af— fectos agradecer mover os deoses agradeci— mentos Él-fe» páo preto
  • +=lí ií \§t rji $í i? f' |j|® 1$ Oliva & e ÊÉ? £ o /T3 I» íf £ m %\ 46 chien miolos ^ sS& 1 -TUí vol tão-»e- Iheosroió- los /£ do coração ® pedir conjurar , alguém “til 44Ji desatar explicar w\ & Mb HA 9 f *11*# I# 13 &* *1 £ #! i< "p, #1 v roto marta l&íií ^ 'Jl-til < <, 1^ hlICI * âJf O obscuro inistcrio Ax 1HAP- 0 * "f Í6 4fcl m concurso fyf ié fazer assê- •—■ » blea ou festa O < \ s #■& todos con¬ cordarão l€ R 7> & lodo * |g £ * $ chu chõ chan Chau JE-tH #1 fiS ■$£& JE-tíi tropas do vicerei apressar outro csp. de macaco &&& aprisionar ser capli- varlo furtar ani— macs /IS €■ publicar obras publicar o •teu bem ejifurecer- se compro— metier estar ocio¬ so ou vago não o che¬ ga a apal¬ par m i; A+Hil nuno, ro- tim
  • 66 + \t ík\ b M\ n m m . ii n JTÍ $ 1 I joff calor £ BC it jJl # # Cap. I parentes no verSo rumo e no inverno pelles tíL pino do verão frio e ca¬ lor Ê$H& tripeça do templo ministro que deo o ç tlirono Jt\& $ ar, r» _ O Alphabclo i* IS \m líT madu¬ ro nw ipf I juramento com san* ue fazer alli- ança 0 A «• 4* íám tronco e ilescendéu* fel jHjl IS 3 lavrmr os laudo- res I àúl < V u «uperaun- dante far tu r ou Icaresti tiisj $$ * *9, ia $ & IW ^ 'I» 0 £ 3 m it delicaco sntíí. íéM ° jaj))^ * 1 4 ^ I 4 #4 J£ l«° & nariz venta melhor lie antes que. ro m th m 11 i < < < A-tfe I tomar a , bandeira viuva, fal¬ ta viuva solitário sê mulher
  • China. a I* #USI & If Bl * iE *MW I# 45. ivl* iã f PNi € acoutar la» droês ninhos covil de salteadores fazer ni- nlio m l« * m m #AtS si» j£& p ^ m 0 te compor, oruar % | em ordem . 1 0 Rw^,lt $24 0 4 % ,&•& * » V \ amaldiço¬ ar soffrer ca. lamidadei Ã& ± jE4 /« 0 #£{?l tu e eu cancei-me ml», por U ^4 ifí I® m $1? gordura de porco &<\ 0 milho za— burro a doença he incura— I />(> I vel IKA ar #n si íá &\til¥ ill l«i o necessa* J =e?^. iioã vida soldo C etâpa Ifi u £4 p a w «I s # I ÍP a O 3 Mfc 0«*l fintar e co-m brar 4» Et£* , nrt. ill >&4 tropeçar tataranhar IlS íll £4 4 4 asrella da- ida longa & Zy* o obra¬ do & * #4 m 5*H (UO i€4 T^iilí — #tíl til til theatro armario, faltar estantt de livro». chronica dadynastia reinante. subminis - trar tudo o necessário I'#til I #4 cárcere censor presidir ao suplicio ífc4 no seio s& íHV-tS
  • o& ° \ iâ o tap. Alphabet» All» \w I »•* planos calcular ))) iM fiar-se veito soão a / a «'•aiitffc fiar-su kSl silt0 #B& J* desculpar— I se com.... g I ?í<& l« til ff lít \ ÊPf*& provar — o gosto -n^nm ‘a f tu ^ ,v“u 2 1 *tíl Í“@ ^ ff — lhe o gosto -adigoida* de real perspicácia rudencia A«. collar if:dl Wife < < publicar famoso uspeilar c apparecer, mostrar nada appa- rece
  • China. 69 ldZeiidajus' la UZJx •fi 1& i.sl. utar vender poi iiiiudo revistar — trepas vistoria s < J’j'Csfcili ; i i
  • 70 % I \ff jmL ttl pp’ IS!] 0 'Ml 77 jg» jti nia? ff I |JE* i-a ifí I $ #tj 37RI Jfic ftlli I* &4È ri tat i Ca|>. / Álphaheto, K { l < <; testemunha Ãtil M bandeja /AK> sondar al— guem — — I M W *#* * ® JL.L. m IfcttlG # A #>) ST t<; » \m m-i m íloreccr.fig # 1 Éi ^ enlhusias- mo levantar se de dia e dor. P mir de noite elevar o magistrado c deprimir o militar s»i R t W I ill ^ mí | Í£& ^ . prazer JL i* í política c I Iff musica ' fií* . J^1, prevenir de /7 -gjè tonge R gj f*/B' pSsalivo >h i KR ‘ pensando nis,
  • China, 71 canal da noticia serie dasge rações passou por mim I sem dinhei¬ ro na bolsa m m, * ipj m i ki < t < % d’outiva andorinha, gostar andorinha ^ gostar casamento A** IS ninho de . „ passaro, comestível, ' ‘ vão-se as ^ 'ÊE* palacio academia " ^*'5 imperial ■nspeccio- nar o andorinhas * e vein os gansos p.e fig- $ ft # . ff» ch’iam ff J& # pêga por miudo dar vista muita lei¬ tura com húa vista se sa¬ be tudo. ver no ín¬ dice í#l£ ¥1 cito I tm Ti confiar It VI ,p por favor de .... I ilift t t > iir rodeira pisada £ O c Mtn a 4 1# escolher -empre¬ gado escolher «I O c m %\ & && amontoar fôtií fiel da ba¬ lança ifSrílL % exacto esfera ^ 1 cágado concha de— && campeche despertar < i < m-fa gestos, ac- çoês recSmen- dar alguém —Hflt I
  • 72 rnt. O M «#i * SI If l». íK Cap. / levantar pelas pon las Jl/ihabtlo inslrii men¬ to de musi¬ ca louça p' instrnmeu- lo de ferro ■íti P0 61« 0 ll$S íjvj' I* O o 1* t. 4l m fip p BJ*?gg 4 1 m*iui wS,w *r 3S .*51 1st li1 J|i' # jjf- ~m «f juiz de fora I# « 5^ \â íãí £\ £>.o I ■f « í JM& O @ ' 1 ' ajudante do— 1*4 iesto lesta uenlo i m a arraial.la- butar arraial £%& s cuidar da ida ° iífe K M\ ftíiíl f* vcide *.**?jpP* « arraial, ex ercilo "JJ arraial no O o arvoredo acampar A levantar o q campo Ul o f geada — eorva- Iho — e neve P£ l til iíiii na occasião iiniuenle dignar se ue vir calis rfiguidade as cinco fi¬ dalguias despachar régulos arco flexí¬ vel 1 && .ándalo £ canudo da gaita tVL#&
  • China. 13 +A|H| @1 fino papel &c. estimar ou despresar levemente «MS Jtií-ttt m — era con¬ fusão misturar , varias cores i ipj m m& °lfgm mw muita vari* ® edade 1 & itstil MiK +&B preciosi. dade pedra pre¬ ciosa preciosas pérolas thesouro ÉUctÍL fíj-tíl 3$& jJlífi, apegar se ao ramo ser auda* £l!L difficil â-tfc
  • 74 +4® IS ttfl# * Cap. 1 Alphabet». c+fia «7^ triste esta¬ do o do sé¬ culo T'pJ$$ ■ÍB ,§a & atribular incfintodar na#** uns# inverter :4 Mi 4 < % ! & wm im pensando eu que . * esurparau ctoridade • auctorida- Je O epicliéa. leis Imu— daveis e mudáveis. P saber appH. ear a lei JlR&ft *T| * HHfi. deixa-o ir snjeito fcju- risdicção. áU M m a *9 couci n liar £ B ÍÊ & tcmjuris- dição sobre parente re¬ moto jovcrnar em chefe especie de arvore 4 % 4 .Sfo prender rodear, enlear rigoroso julgar com rigor *JR|& <4 4 < « < probibiçao on cárcere rigoroso, tratar o oc gocio com rigor
  • 75 SStr.So 1411 e (incluídas at letras de frase, excluídas as variaçSes) 8212. NOTA. No decimo mez de estudo principiará a traducção da vida de Cliristo ~ ^ I,or palavra, e escrito. No principio do 2». anno principiara» os themas em China. Nota 2* Agora se pode o Estudante exercitar em usar do Diccionario China Portugucz, para o que aprenderá as regras, que se áchSo no principio deile, e primeiro que tudo deve saber bem, quaes são os Gcneros, para os não equivocar com as Differengas, e para isto corra-os muitas vezes com as suas variações na pagina seguinte. Nesta se corre da direita para a esquerda, como também no índice, por conetar só de China, para se acostumar á ordem natural da escritura China; o que se não pôde fazer sempre por causa do Portuguez, que quasi sempre acompanha o China. i
  • 76 hnj TV &4i »*»», â n a i»h # iL » 4* n PI j*. i* íéí£ * ÍP 33 40 íè -J F ft Fp /=> /* *^Sa «4M-A ■it 4 fr *$ IS *& tt •H* S4 »VA * $t aJt, a @ *f £ Jt(§) 4 2 A •3 /t- I* *4 fl B a tik 6 J* 1 ffl jfa nn. *1• , + ili 'J-» 3* £ * vfc 3- ÍL s'* *? A A * ±± *± 4 , 34 A J l@J JL 1 * 4** 2 h I' A FO n 4* it ;ii 14 14 3> 4" * "7 7 / © A JL Z /* r* f-> * + Í7J ÍJ £P P
  • & M m iaj^+n ji + A +* y » i l / "& È5í* i iJÈ If tt 77 it #',M si!è SÍÍP $ js * iss? Ui « s fS'sH if t s'f SS M ff ft K p»Í# i
  • BPH* m ip $ â- t\L> m r* 89 M.S n fè *h ta z ® m m s hw *'§ $ i $ - m %& g'$ mm & 'ãífi *7 Si #|f! » i# § i n!& *jj I i y *«» £ & & t tt i # A flf # Hf ff sâ £ # as n im. ií» , ^ «â fí * & ts:ji£ B #* i th t *|jt * n!v a MJL If *£ ft « * It / i77 s HP # JS B1) 1*1 Kl# m i il jtj* n 4\& m 'M j f ## « áf> íl m st m
  • — j* su -fa m% & & i a ê & M àt * & Th tl.PJ * # $ &0 #1 Hit $ fÉ èi pP »W ttfô ?s «9 #1® #» M I f a v • ja fé íl ® $ ãl ^I®EE i»»V H í® wsj & tt í it i? ^ a * íí 0 s l # ilL 8 ^ fl S # B te it si it £ # igí ?j> M 1 # #|ft m ^ «i si * s «* M $ $ ift ta ♦ % * « ffl * t *, m i ® # tt -fpr íA * £ n í ■f ít áí 58 & if tt K # 8 8 É: it jãj 36 ft % & R Í'l» 8Í SLjí
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  • Capitulo II frases vulgares e sublimes. 89 Advertência. Como esta parte, e seguinte, servirão também para os Chinas aprender Portuguez, procurei accentnar a vogal longa quando não está comprchendida nas Regras seguintes. yllaba final em l, m, r, e z, será longa, como Animal, ninguém, mulher, paiz: se outra for tera accento agudo, ou grave (que aqui tem o mesmo uso) ou circunflexo, como Uúmem, morrirem. 2 A ’yUaba fina' Cm â°> a°°’ '«*• como Capitdo, cidadãos, echoes, ferra, capitães-, se outra o for terá accento, como Amúrao. 3 A 8>l'aba fi”al em et' ao' eo’ eu’ ou' iu> lonS*> como Amai, joguei, calhao, morreo, sandeu amou,fugiu. Estas vogues às vezes não formão diphtongo, como em saúde, rainha. Na, palavra. chapio, fiéis, o e he mais aberto, por isso tem accento. 4 A syllaba final em vogal, ou • será breve, como Ama, leve.favas ; senio terá accento. 5 Quando a syllaba final não he longa, o será a penúltima, como Obsèrvo, pancúdas: se outra o for terá accento, como Klustríssimo. 6 As vogaes em to, ia, soão como iio,iia, como Fio, tia -, excepto se outra tiver accento, como àpio, providência -, e ta, ia, como éia, eia, como Idta, candéa. ' Os pretéritos em io mudaremos, em tu mas conservaremos os em eo, pára que aquelles se naõ pronunciem comovo, nem estes como meu: assim escreveremos partiu, morreo. Advertência 2*. Quem quizer somente applicar-se a fallar, poderá sem inconveniente passar em claro as Frase, sublimes. Estudados os generos e diferença. de 6 rasgos no Capitulo I, se voltará a este a estudar as frases de letras de 6 rasgos, e assim por diante.
  • 90 5 R. FRASES BB LETRAS DE 5 RASGOS. Cap'tu lo. II Fu!gares. Tres ou quatro, quatorze ou quiuze cincucnta »u sessenta. Seis ou sete .nil. setenta ou oitenta mil. Glande de mais. mui pouco, que? que escravo? Elle vai? nío. onde vai? Ou seja grande ou pequeno, bom ou mao. He escusado chama-lo. talvêz não seja bom. O lllustiíssimo sahiu, elle nío presta I. serve. Bateo-lhc tres pancadas, quatro pessoas he pouco. Dôze homens balêráo em vinte mulheres. Cançou-se de subir ao monte, nos montes ha pouca gente. Pode- se ir ás faldas do monte, custa a usar da esquerda. Cuidado, que o tempo está mao. hoje d>minuiu-se hum. Cançou-se de bajde. bate em vSq. As peças da fortalézasão bastantes. Huuia grande faca, I. espada não pode cortar ho¬ nra pedra. G sôgro delle está cada dia pcior. Os indígeaas do p.-tiz não podem passar sem amas de leite. Usa-se de machado para cortar os bosques. Quem desce montes não sua. divide por igual e com justiça. Elle voltou de boamente. fso inverno o gêlo dos montes nunca deriete. 0 Senhor seu Irmão está bom ? O senhor mandou a criada atirar pedras, e a cria¬ da escapou-lhe a mão, e bateo no senhor. Eucarrrg iu-0 de chamar cinco ou seis homens. A gente em todo o mundo pela maior parte he ma. A-fclA-fcn^ '■Kfr-k ']># M *A«£7o -|- = A A Íí 7 r-fA* A ±i1)S7-Uj±AjJ'' â & S 7c é *7 "p A $ íê 7 d'’ -■ItAV iiiipfcA-BJt-B*# ATW i 7 ib± ft !À*f 7 J-7é7f-‘-V í-Êfít^E-AiA ■MJ: W A A- (a) Nas frases entrão algumas tetras novas por isso tem o tom notado: o seu som he o da differença, que neste caso he -J* > senão terão também o som notado.
  • 5 r. Frases. 91* Obra admiravel! Cahiu o lenço ao assassino, não nos devemos afanar. Sublimes Reforma-te e reformaras os mais. Dividiu o império em tres partes. Operderas tres dynastias o reino foi pela deshu - manidade. No coração não consentia- 0 habil he escravo do inerte. 0 superior ha de approvar a resolução, que fizeste. Pode-se entrar ou não? Fulgares de 6 iusgos. Cento e noventa e quatro, cem mil. hum milhão. Nove milhoês e tres mil. dez milhões, cem mi- IhSes. Aquelle senhor como se chama ? Chama-se Lin. Hum tigre o agarrou, e agora està doente. 0 carpinteiro corta o pao e o pedreiro trabalha a pedra. Acabou-se aquella obra? ha muito. No primeiro do corrente huma mulher matou ás pancadas seu marido, agora que remédio ? Chtgou hum navio Portuguez, mas não ha cartas, estou com cuidado. Veste-se hum dia, e bu m mêz não. Largou o criminoso privadamente, o que foi muito mao. Ha muitos mancebos impolíticos. Elle não tem nem huma flor- Fazer a obrigação, e cumprir o dever poucadifFe- rença tem. Sua sobrinha foi o anno passado para Portugal. Não rccebêrão o seu presente por isso se irou,e ati¬ rou-se ao rio. 15 # B4I * Wí^7f|J0A7'i % rtfi jE„=#JçT: M ff3 $ /A VAfttttAZlxtà 7* ÍL Zjè-trlAíJb PÍ^A ft f iij 7ftjiP4tlt fcM ln-s-f£AÍT5E *7' Mò7>T mLnkJ% 7§,MíSMpj
  • ÍFraset. 6 r. Cap. íí Não agrada, não serve. O céo ea terra comprehéndem a natnrcza. São poucos os marinheiros para o serviço (do navio). Houve muita hervaeste auno por isso ha bastantes cordeiros. Todos pódera usar das palavras dos livros. A vacca criou muitas varejas- Fomos navegando até áquella ilha, quando seus pais ja ha muito tíuhão chegado. Pode-se fiar delle. os seus inimigos são bastantes. O povo està descontente da rainha. Todo o homem à hora da morte està inquieto. Subtimes. rt í'>'£
  • 7 R. Cap II Frases. 93 Se indo oulra vez se nãoprestar, timbera o deixa¬ rei, e acabou—se. Tendo continuado a obra até aqui deverá deixar-se ? Fulgures de 7 rasgos. Teu lio materno ja está bom da doênça ? Não pode escapar; morrcrio-me os pais, meu irmão menor não existe, agora estou reduzido a hum grande apôrto AquSIles dois sujeitos foráo ambos para outra parte, e não se despedirão: poucos são os homens corlêzes. Ouviste dizer que hum discípulo matara seu mestre ? Ouvi»o dizer, mas não o creio. Elleuão falia, não diz nada. Eu não me fio de ti; porque? Porque me batem, e tu não me ajudas: assenta-te, que eu te digo porquê. Dize lá; Eu vivo do meu trabalho, não tenho vagar de ir comtigo, demais disto docin-me os pes, e andando peior: nem tu vas ; porquê na estrada ha ladrões, que talvêz te matem ás pancadas. Em tôda a parte ha homens sisudos. Tu de ordinário que fazes. Eu estou diariamente escrevendo na janella. Entendes de carpinteiro ? eu son ladrão, porem não mato ninguém. B 3k tó BU í? fe W # it 1 % 7,# t &? A % tfi, 5E 7 Jilt-fy $ m —/f»% ft ti $, íí? H$ &) féjiilÁfâAP t r- # % t tf-, % it= 5® g, áàT® tiS-tíS ff £ t.8E4*i&2; IE«ftÀ SB i.fcfc/*±S£ ff *!£*«>*#&
  • 94 1 r. Cap. // Frases. Aquelleestudante tem literatura’ tem, eli está tfldo» os dias a procurar lêtras na livraria. Os rebeldes revolucionários dérão huma boa batalha; Alãsaheda ovêlha(anòso devem) Sobe tu »ó. Eu no inverno diariamente visto vestidos furados Tanto homens como mulheres, a cada hum ao ao menos huma peça de panno- Nos areaes as vaceasandão mais de pressa. 0« velhos ândão pelas planícies, nlo sóbenndciras. O bom pôvo sempre tem consciência. O tempo muda a rada instante. Meu irmão menor examinou-se o anno pasdo de bacharel. Elleralha-me, por isso não tenho paciência He muito mao assenlàrem-se os aguadeirmas quelhas, por qne não se pode passar. He manhã ainda que se ande hum ou dois /tinais, não cança a gente. He evidente, que elle não tem consciência,orque tem coração para calumniar. Ha soldados de guarnição à terra, que põem re- pellir os rebeldes, procurou meio de se e-apar. Boi, que tem manha, não serve para puxanelo car¬ ro, melhor he usar de cabras. Como se chama isto? chama-se léme. E aquillo? Cal. Sublimes. Quem não tem onde descançar para ue busca sciéncia. He tanta a gente na estrada, que parècei pérolas enfiadas. Supprir-lhe a falta do viàtieo. f ^ í * Ht~ AA ií fl0 I íf íP’a T íiW 1í $ S ft & St» £ # g -ií At*l&£ •fÈ M * g % A ?r 1 & W ê * «JUS?»#*? (1)^ Ili -f- 56,1 d- Eí k A @±írAÍ|lfa ft7Tfr$2lil2
  • Fr a sn. 93 7 r. Fara que eitá na lama? No primeiro encontro não se abre de todo; por que o fiillador não lie arcreditado. 1 1 Por que por fora lhe raordião na fama andou inqui¬ eto dois mêzcs. Ao vê-lo descalço, e affudigado me doe o coração. De huma coisa se infere a outra. 0 môço se faa vario, e o varão velho; daqui se infere, que a morte hade cheg-ar. Ao ouvido, e em voa baixa lhe disse: Ellc qne anda conluiado com os soldados e meirinhos, a sua con. dueta nio herecta; o que faço, he cortara suacõ- municaçio. 0 bómem não deve aflerrar-se ao seu juizo. Por isso continha as suas particulares inciinnçSes, para aliviar os trabralhos de tódos os homens. Sufficiente para ai não se serve das coisas externas a si. Ao vêr a sua elegante formosura se me allegra o coração Nem hum ussignado de toda a villa pode livrar-nos das suas mas artes. Quem olha para seus irm-jos como para estranhos está inteiramente degenerado. Raras vezes se vê entie as barqueiras alguma bonita como pérola. Nio sei que desculpa hada dar para se lavar, e livrar-se dc ser prêso. Fulgures de 8 rasgos Nem eu posso quanto menos tu; eu excêdo-te em poder: 1^. porquê tenho mais amigos, 2o. por¬ que tenho mais riquêzas; tu tens mao génio, fa¬ cilmente te iras: eu iro-me porque minha mu - lher, filhos, e avê paterno são christãos; denun- sciei-os ao corregedor da cidade, e nio fêz caso. J71" P MM P tfi # ít ífí £ JE £ $ g EZUttfilJr MZlM S.TEZÃMf—êZfil’ -i. 7t 4- JR A tS ít >Ci «.3Tí;^í1|1S^A|È5E^* ¥ A $ /* ^ ill II jíz A pIX&BttÂ* A ár W 't‘ ‘li ¥ H?» & Si Ml Uik f-f 3UIS
  • 9 > A|H| Frases. Aquclle srgrêdo descobriu-serque segrcò? tãPUffiS+TfctpfcWT» Astropas imperiaesfi àrão vencidas em lima batalha ; Não %e pode fallnr nisso. _ ^ _ Veio gente de Pekim, e eu recebi carta, á verda- deiramente não havia novidade, só ostndante ,1o sobrenome Lu andava relaxado e dvasso,e o =F ^ ifê B“l” —T * 4# * r. «AH IHM Quem veio? o mancebo í. ^ ■ f., » Tu não mandas variêr a casa, quando vr o pa- /V T3? M ífl trão hade ralhar-te mdi facilmente. M è: fj£ # Qual he melhor o ceo nublado ou ciar, logo que o ceo eslà nublado tenho frio, Todos os rapazes gòstão de brincar, porm meu primo (poi tia) não costuma brincarade vai cm direitura para a aula, e acabada a fcão, volta í mediatamente para casa. AâcMTifícíÈUltHSWS >u.> 7ú Pois o meu sobrinho (por irmão) em Idas as ho- l«1 voc a inclonf pc míIcíkiIipiIppp tnrln a1Í4 AL V-* JU flrt LU A/ N ras, e instantes e desobedece, todo olia está a fallar mal dos mais, sabe para fora, mtte-seem súcias, não cuida em trabalhar, he sobrbo,e não faz caso dos outros: taes sujeitos indóeis nunca vem a ser gente. k%M *0 íf X jfc É Quando elle fizer alguma coisa ma, ai de pressa tíizC-lo a seus pais, para que lhe denhuma tosa, que lbe doa tres dias a fio, que logo e emenda. Tuas tias paterna, e materna para ondefôrão ? Elias furão ser soldados. —Tfe4'fÈ^É=.?cÍi #áí 1 iã. 1 «fliS -iAtAÍT
  • Cap. tl •Frases, 97 AjSj Huina faz sentinella ácasa do magistrado, a outra embarcou-se em luiina fragata a crusar, sem ter¬ mer as ondas do mar. Està'célebre nunca vi mulheies serera officiaes militares. Foste a casa do Senhor V ? fui, e!Ie tinha ido visitar o empregado, onde eu tive mêdo de ir. Tu es mui medrOso, que temes tu: nem os mei* rinhes te podem prendér. Talvez estejão peitados, e com razão, ou sear ella me deitem as garras, o que não tem dificuldade alguma, e por fira sempre eu venho a soffrer a injustiça. A que horas te levantas de manhã 1 ' ogo que nasce o sol, parto para a cidaòe r. visitar os amigos. Tu,que tens coranumicação cornos cidadãos, has de tèr muito dinheiio: Tu parece, que estás perdido por riquezas. Isso confesso eu, dizes bem, tens razão, nem eu me posso desculpar: não tenho que dizer. Para alli esta alguém i ninguém, sò la està hnra hóspede, que vem visitar a Vocemecê, Pois dize-lbe, que não estou cm casa. Isso de nenhuma sorte pode ser, depois perco o meu nome, e não hão de fazer caso de mim. Ja te mandei dizer-lhe que sahí para fora. 't@±£#3IiÍ&;?lWíRo tíAtlSfttóSilipo ftTi fil## B -1* $1 Â ft tfifi $ 4 % ffi íí 81W % li — Ú W éíi3^Affi&7f A
  • 93 Frases. Â 0 Cap, II Não ha remédio, vou, a culpa he minha, me não me fui. Com o céo limpo, esol claro cahiu huma pancada d’agua (coisa inesperada) Ei lo lá vem outra vízj cu não tenho tauaaha paciência. Que pena gastar cu era vão lanto dinheiro, muito me custa. Aqella casa está mhi torla (ameaça ruina): alií ha muitos vasos de flôres sem huma si flôr. Sublimes. Elle manda o contrario, do que gosta. Antes offVnXi-lhe mil laê«, e não os acceiUu, agora para as necessidades da mulher, e cmrubi_ nas os recebe. Sabendo bem, que não ha para onde se diria, não convém largar o que tem. Dar no cotovêlo dos superiores (erabaraçi-los), he o que não convém. Antes tive realmente este pensamento. Banquetear—se com amigos hc hum diaconprido sem noite. Tendo sido condiscípulos por déz annos, derc- pente nos separamos para differentes terras com nuvens, e montes, que nos embaràção a comu¬ nicação. Entre irmãos não ha primeiro, nem segundo. Talvez demorando muito, o negócio por fim custe a concluir. O que eu intento, de nenhuma sorte o sabes tu. De nenhuma sorte te esqueças de mim. Desde que me encarregou, até que sahí do emprê- go, afortunadaincnte não deshonrei a Vmcê, agora Togo me deixe ir com Vmce á campanha, c mostrarei, que em valôr não cêdo aos mais. Nada tendo feito, para que cerra a porta, e não sahe ? _ Dizendo-lhe o passado, se elle sabe o futuro, a ao he ter a maravilhada naturêza celeste í ê7„f fijif £ it tnv.mt, 7.3S-T K
  • B Cap. II Frases, 99 A coisa esta embrulhada até esto ponto, peço. e rogo me releve. Nio podendo dormir de noite, deita-se 11a cadeira a procurar descaneo. , - , „„ ^ ,,_, Duenganei-o bem, mas não larguei, o que me ^ C jg havia encarregado, de modo, que causasse suspeita* Por isso te deixo, para peregrinar na capital a _r» * , » v» _z_ , „ buscar, que comer. ' £ 0C M W it JR % Recebi os teus muitos benefícios, e soíTri os bons, ‘ “ —‘ .. . . e maos tempos Sacudo as mãos vazias, não posso deixar de labutar para a boca. Não se falle 110 mais, mas só se exponha a cansa da transgressão da lei. Pediu-o, ou dérão-lho ? No julgar causas só se sustenta a justiça, e como á vontade se faz injustiça ? Não repare no presente ser pequeno, mas pense, que he cortesia feita à pressa. (partícula} que liga o sentido antecedente ao consequente. Contando pelos dedos (curvando-os), he neste mez o melhor he fazê-lo cedo. lletirado no canto do mar lembra-se de tudo, e oão descança nem de dia, nem de noite. Está célebre homem! Vulgares de 9 rasgos. Tens visto os génios 1 não sei que figura tem os génios. Sãocamo bum inoço, que 11’huin instante correm déz milhões de l/s, e se faz vento, hc inexplicável a ~f ‘ 7? M. velocidade do seu vóo. Parece ser fãbula. »VS.J>^:-íí$Míe,:£Z0i S lí I 'MúÁ I JíiijiLo tlE&fit 1 & M s± # fíi 'À yf> % i» # fdJ ik-w&m Talvez, mas no pagode se piutão desta maneira. " «iias ElitiUmlrem qireinlo mcewo. diante dello? ij£ fjjj J| ^ coalumea do, difTereitlc, p,i,e, ,ão difforeote,, ugo ÍÇl 'fji* lia regra certa.
  • OT0 iL 0 Cp. „ Fras(s. Tuesbem ousado, que tc atreves a ; içar livre- mente diante de mim. Levanta-se a tempestade na planície..- não vi a Vmcê vir: não adverti: se Vmce ao vir chamasse por mim, eu me ajoelharia, e me prostraria para evitar incòmmodos: essa está boa; não faltas cohcrenle : lie huma contradicção. Ouvi dizêr, que o imperador Chiua tyraniza o povo em extremo. Isso he por mais não podfr, porque (na provincia de) Yun nau os bárbaros descêrão dos montes a roubar, e os empregados da terra nem por isso se esfòrsão a embaraçá-los. Nas conquistas também os Turcos se rcliellárão, decolarão o general em chefe, e fiz.::ão escravos tres generaes: Logo entrando nela ' íina aconietlòrão aslropas do govêrno, e as vencêrão; ultràjão a nossa gente, e não ha excesso, que não comêttão. Verdadeiramente no nosso reino ha militos Tur¬ cos, e estes logo se rendem, e os njúdão. O lmperadôr, ouvindo estas noticias, ficou fora do seu juízo, mas passado hum iustante tornando em si, irou-se muitíssimo, e teve hum grande sentimento. Pegou em alguns empregados, parte depô-los, e parte desterrou-os; e aos rebeldes, que seguíio os Turcos tirou os olhos; sixties ifjLfô ÍS# aiwsTTaÃ##» m 1|íí vã ô- frf tiê fp» ê $1 ^ #SíÉ ÍT^'Ín£íSiíK «g tX it ijct£9'4B7oWMMM êl-ÇfiíifêíIiftjÉ fé r«
  • Jin cap.// Fraseu ‘C1 .•'•pois pe» I , ■ os Christaõ» tiiihio intelli — a ...« por isso passou ordem,que jfjjj jJffc Titffitfflll os poíèssem n’hunia tortura rigorosa para pnssà. rcm hum termo de apostasia, esc dies não tjui- r<»s«m* lhes dessem o termo de tres dias, e se lw M, Am >=/JL. __ ... , , 'istissem, os enforcássein, porque não quer, 7lH jOÍ j|j JJ1 Fj3 Jj|| - ■ as seitas se radiquem na China. #7*8? 50 ao Senhor Mestre, me empreste huma Folha de papel, para que o querei ? quero alguma provi. .0 para servir quando for necessário ; ^ Plça ^ WtJL J# quero Fazer hum canhenho para apontar as coisas; j|ff ^ .. . ^ ^ ,pt. esta hom : verdadeiraiuente tens huma memória At/B. -Jr vtr //{♦ éA -P til. _a- limitada, dou-te de f#5 7£. ^ W HV pE W F-RS.It esmola tres folhas, enão te permilto estragá-la*. fí» pf jfa Nunca ousarei frustar as esperanças do meu bem- ||j g ^ ,|J| pj£ Não tenhas huma coisa na bôca, c outra 110 coração ; -V* US j-* J3 ,» rih HH »► »-» H o coração e boca de veiu ser uniformes. H /£ *Lí P /ir *0 Sim Senhor; a Deos. Vim cà outra vez, conheces esta letra ? não vejo, não diviso, não ha luz, ja sei, huma he a letra jum e a outra he a letra iu : a que genero perléncem ? ambas pertencem _ ao género kium o&tpfT «*#*#****»*£ Sabes a tua lição de cór ? não a posso direr de cor : n.lo a nosso lll7<»r torlil tlt* ror. tlin iwnutM mm p j. ^ J ^ ííBt^A3tOfS«H« *t4,AÉí(líft7f?W*f ã p dizer t da de c r, não pensei, que hoje havia aula. Estou mui cançado, não tenho vagar p ua nada. Aotchontem vierão-me visitar, honteni fui pagar as visitas hoje alguns amigos vierio outra vez a conversar todo o dia, c me tirarão para os meus ncgocios
  • ,02 hi ffl] Cap, II Fraset- Isso está na tua mão, nada me diz respeito. i.^ M Qual história» ouxalà qoe eile, uão fossem pcwoas ffl ji f& W Í& J£ ft $ ^ ^ públicas, que sc fôssero gente ordinaria, logo cu ^ ^ ^ ^ *T ft H *X ífc não fazia caso defies •• quinto mais que dies vem %* íÉ II J ?U -“* »“ 1H por bom fira. -■ - na pennaj queria escrever hunia letra» e n5o me W 5)§ ■“* 4* % ft s®> 4* $ He coisa ordinaria esqnecer a letra quando se pega t\U* ^T lembra como se escrete. S »3fc> A cabeça he mien, e em baixo hum tzu. não be as- sim; de hum lado hejen era pe, e do outro he a /íi -íL* ^ letra mewr deste modo Tf j: a98,1,1 *lc' # I J * **•» ”* Sul/lime. Era meio dia quando os bons guisados de bello gôsto sc apresentarão em huma braça quadrada (môsa grande). Ainda quando não haja alguém ver¬ gado nisso, existem a« fôrmas- quanto aos costumes singelos, he a primeira coisa necessária. Tendo estabelecido hum mérito incorruptível, deve passar o seu nome a mil gerações. Conservar o povo era paz, lie o pouto cardeal do governo do reino. O (filósofo) Jam ainda quando com o arrancar hum cabelo bcueficiassc o mundo todo, nã* o fasia (egoismo). Fazer fé com escrituras de contrato,nao he trato de sábios. Não tendo a menor notícia tua, poderei «oífrer ? Se realmente entre os dois não hi que aparar (defeito) que diflictildade hi em expiicar-se cara a cara ? Os pareceres dos heroes na substância concórdio. ff\Í7 ... £ % Í5 “» 2 V> ê ® í * ffl 56$ ffi í1) % T -f» ® #88* Ceralmentc pratica a cortesia de despedir-se á noite» e saudar pela raanbã. e respeitar os pais. ##£&Zm
  • A5I+S Cap. II Frases; 103 Em razão do serviço público, n3o ousando preferir o bem particular ao público, logo firàrão amigos como antes. Promôvoo adiantamento, e nSo o atrazo. Como he tHo descomposto, que os letrados odes- prêsão ? Mil penas do coração se representão na aabraDcêlha de hums pollegada. Então a abundância de fructos, c a paz do povo cor¬ responde ao bom govêrnodos Tres Heis. Não sepodc governar a si; e à vontade obra sem sojeição. Porque pão o deisas, para que á vontade sc entre¬ gue à sua sotte. Concêda-me bum letreiro, para por elle passar o meu nome aos vindouros. Todos os dias vêmos os homens procurar fama, e riquezas, como se fossem eternos, e incorruptíveis. Tendo chegado a morte sem ter adquirido fama, queixoso està no iuferno. 0 essencial he, que cada hum esteja contente com a sua sotte, que não sentirá havêr a desigualdade de leves, e pesadas. Vulgares de 10 njsaos. Venho de propó sito a pedir, que me ensine. He honra, que não merêço. Diga-mc, que horas são? São 10 boras, e tres quartos: Vmcê veio a boa hora; justamenle estamos para jantar, convido a Vmcê para hum jantar diário. Não sou digno, hejusto. pois catão servirei à mesa. Essa està boa. 0’ môço ? Senhor, tens o jantar prompto ? Pouco falta; quantas qualidades de guisados tens? Boje tudo be magro, nko tenho guisados de carne »#»»**«#*** S # W i? UfeJÍSS? pj Ú = S:Z&% «f ■Is Um M lê Atk íi&ÈTi iê 18:137» 3tf $*&1h MZT fi MM ♦r •««*»«**
  • 104 í Cap. II Frases. + 0 Não importa, pSca mísa depressa, prepara to ta¬ lheres, vê re ha as fachas, echicaras necess-ias ou não. O jantar eslà promplo; traze o jantar. Tome a caber eira da mesa. Nao ha maior reieito, que obedecer. lie lisonja que ire far. coma mais: estou fan: Estecha não esta feito, bota mais folha de ea: não não, Que historia he esta ? teu pai tem o cabelo ido branco, está n. ui acabado. Isto não he para estranhar; porque em primiro lugar, ctle não se dà bem com este clima, m segundo lugar dóem-lhc muito as costellas.està sempre d cama: demais disto ha alguns malteitôres, que lluque- rcm fazer mni, e o injuríiío, demais disto ão tem filhos, que o sustèntem 11a velhice: elle está rofii impertinente o dia inteiro. Ora dize-me,como honras tu teus pais! Eu faço toda a diligencia; sou pastor, que pardo gado, atiro ao arco para caçar coelhos, pai lhe dar de comêr. e ainda lhe parece pouco, tilo-ô bem, consolo-o,trato dos seus negócios, elle nem a sombra me quer vêr: realmente não sei que lhe faça. Tu assim fazes o que convém a hum bom mieir. Teu irmão maior lie de estatura alta, e valitej f M7**rr <ê — A íí 65 7 -3* fi§ lííflfíi&“’&%%%%% tfôíl&í»® iiitaíf-tffA I #tiRJiK
  • Frases. 105 "Í* ® Cap. II Sim eu sou mais baixo, com tujo eu não me troco por die Certo, Teu ueto tem emprego, tem adquirido gran lc fama; o meu lie que não tem geito para uada, ulo tem differença de bum bruto. Isto ofiende os i urido*. Isto são palavras ditas pela própria boca do seu mestre. Sublime. Aproveita a occasião. Não htf sábio quem não paga os benefícios recebidos. Se de pressa não tomas cuidado, temo, qne chegada a hora, te sohresalte tocando no cotovêlo.e he fᬠcil ser ítlmlido por elle : não se devera evitar o seu damno ? Vmrê não o reprehende na cara,* mas serve-se de mim para o fazer, vei dadeiramenle fico muito odioso. Os parentes pr ximos oàllão os defeitos, por i-»so convém retirar-se do ijiie hé odioso, (rara embara¬ çar, não rèflicla o seu defeito sobre si. Os aldeãos veHèrão a estimável perfeição dos velhos. 0 lenheiro encontrando-se com o eremita, pergnntaO pela idade mi tua. (os que se encontrão perguntão por novidades) ■ , Qoando chega o inverno se derribares as casas de pão, e tendastde palha, sem cuidado te deitaras no alto travesseiro. Na explanação das palavras sempre metlem graças. Isto he hum dito vago sem fundamento na historia. Quem tem ôlhosem menina tomara o copo de vi¬ nho pela tigela de arrôz. Equivocou o nome Fomkim com Maleam, (equivo¬ ca ião.) Na occasião afadiga-sc como o cão da casa de nojo. Indo fazer huma longa jornada, felismente voltou são, e salvo. # am. 7 11 * a m 7 « # II G) 7 + ''fi Mfiíi ãc MMi&MZ&o !%jí
  • 106 iai Cap. n Frases• o império esteve em muito risco. fSiiía fs 'era sercon principio, Neste tempo .... o império --v ~r 'Tf “ ') ’ ' E... oualquer coisa, que se fa* convém ser consUn- ff ^ fé W te até o fira, não se deve temer ao principio, nem J-j || jju ^ no fim. Òs Vécéírui iros e abronbeiros da porta dispútio o fctt JLfc i fHJ sfe- jk esplendôr da priraavira (casa floreccnte.) I 43 Xb Pulgaret de 11 bascos. I' ^ Hontera tendo bebido hum copo de vinho de mats, # com hum salto quebrei huma perna, que rae doeo — ^ j ‘J6 insoffrivel mente; berrei como huma vacca, e logo g ^ $ 4 ^ t 1 W fiquei pateta completo. # ^ x« Viério logo todos a aombar de mira dizendo : Este ^ /V 3)5 SA « RH» *Jr /v *** 'ia +fT ■”* valentão velhaco não tera vergonha alguma,antes C ÍVl 4# PAà .onl.de injuria». o, mai», fa.i. de.hooeilid.de., *^11 M íS ^ M ,5- *.», e fometlia lodo. o. cfinien e ago.a c ti t s s rim s; r ítw girs á apena, lhe deo a breca, logo ficou fraco, e — *|7 $ St ^ * J7 j JU tí? nmerãvel. . ^PíI&fóéífêiftflW^^AV Justo castigo do céo.que nos livrou de «noilos males. A « í£ ^ Eu esperava, que elles se chegàssem roais para mim, ' X& ,lrt £tr Jfà queria cxperimenlâ-los e ensiná-los, de boa vontade Mí ir $e it ft ífc 1PÍ quebraria a oulra perna para rae vingar: — ^ ^ ^ riquêza., e pobrêza, o desabar os montes, o abrir, g* -j| fi i 11 M M S .—~ *f5?ÍJ** .oi.diio.ro.é.bioí « E & A € ig 4S S í Erg3„,.,.......,« • ■— h» || L | Çg g ft £ p a fama do salteadôr.
  • 107 “t* “* 1SJ Cap. II Isso não pode ser* hum heroe sempre he a columns do reino. Que te parece de rreu cunhado? He hum avarento, não ama o próximo, como a si mesmo, tem muito dinheiro, mas não o pode largar para fazer esmolas, he grosseiro, he imperti¬ nente na conversa, não fàz o que lhe dizem, he teimôso, tem o quarto sujo, e uão o varre, chove lhe na casa, e não a concerta, e ainda tem muitos mais defeitos que não posso dizer em hum instante. Tens algum officio mecânico ? Eu sou general; eos parentes, e amigos me trátão todos bem; com tudo tenho o coração opprimido a casa està toda arruinada, não posso conservar o luxo da família, daqui a pouco tempo a gente aceada hade retirar-se longe de miro, c a vil hade chegar-se para mim: penso ein arrancar este remate do harrête; lançar abaixo aquellas armas, e ir para odeserto, e retirar-me dos bòmens intei- raraente. He muito boro, eu te acompanho. Sublime. Bile se desculpa, e pede licença, e por que ? to pro¬ vavelmente o saberá». SJtHtewííSio ílfifêPMSír## A % íf -fia:* & fr 2 f H íHt W fli m m ã a # ust tt É Mi ffl •f f W> *»»iS*Bl&A ÊE««a*Tfl* «I*###?* Mihmmtmi %
  • 1US "f"-‘jsj Ca,,.// Frases. Ainda que o ,,aiba, uão ouso dizedo, a prevenir não iW jl* ® SW 4 9i% S # me expillu. Em tudo, o que tem, que fazer, se aparta muito das regras, e que sentimentos são estes? 1 SÈfôdi® Nada percebo por miudo, e sò o entendo cm grosso: conjecturo, que està opprimido da pobrez i. De dia, e de noite audar vadio,e perder muito tempo nSo lie coiza digna de pena ? rHi?- Também sei, que a vêrde primavera não volta, po- -jr fyu jdb. rein a minha barbaridade não se pode reprimir (por estar ja duro.) As coisas devem eomprehender-se, e deslindar, e como falia em grosso, e logo deixa de fallar ? ♦ # m miffing Moa ^ ^ S p IP Isto tem a sua razão; porque se dissesse tudo, sahiria tz.fr ‘pMh Differentes famílias estão ordenadas entre si; isto MMZAg MW&.X + talvez tem algum grande object.: A rl Isso he tolice, não he mais do que para guardar-se âflm-iíuZÉlft&lf dos salteadores: perguntarei a Vmcê paia cortar fpj ^ ^ $ jfjff $$ J$£ jj| * este covil de ladrões, que meio haverá ? Os meios, em que tenho assentado, todos dtpcndem tkPjiMWZf&Wfi de vos irdes com valor avançando. Perdoar crimes por peitas recebidas, parec falta de £AZÊWMAZ00W intelligència em sentenciar. Isto he, o que quer dizer: sendo o castig illegal, 1. a sentença he forçada, e como fugirá do imorso ? As coisas picantes podem abr;r a vontade e comer,
  • 109 *"í* —* jSt Cap. II Frases vulgares de 12 vascos. Estou triste, e incdmodado: passemos álé,n do rio àqueila aldea, a ver o sítio, e a boa vista. Vamos ià: ob ! esta àgoa he mui funda, não se pode passar a vào, se nadarmos, a corrente da àgoa nos levará para o mar. Não temas; na parte de cima o rio he largo, e a àgoa hâixa, despindo.nos até à cintura està a coisa feita. São aqui as mogas bonitas ? Todas as das aldeas são bonitas, todas são mansas, moderadas, e boas costureiras. Porem fallaste com ellas? Ainda que andei por todas estas aldeas duas, ou tres v.'zes, ainda não vi huma donzela. ' Por ventura serão todas velhas, todas casadas, e de idade? Não he isso; ellas antes de casar, não se lhes permitte ver hum so hòmem. Pois lie isso assim? He verdade. Sendo isso assim, supúnhamos, que eu depois de casar, via, que a mulher era feia, e que o genio não condizia, que havia de fazer? Isso não pode acontecer, sempre ha hum velho, que serve de casamenteiro, elle miudamente explica, *$fó£±I5iíirSE ?ti#7 $ IfJftíPlíSTtí’^ líPlWTM SH*» Ji-'HIA & á # & ix A St ■*'» B ffi- M, st*#****--ms SÍ Jft # iiA íâgiffl i
  • 110 T~|31 Cap. It Frases. que cara, e feições tem, e também algumas vezes permitte occultamente deitar-lbe huraa vista. J,i entendo: vamos procurar hum *è Çl) B7Pftfl$S~ ^l&A casamenteiro. A qnelle, que la vem de vestido tallir, e barba branca, poderá servir. Não te lembres de coisas mas, não penses em coisas impuras, falia em outra coisa. Antes estava frêsco, por que estava nublado, agora que as nuvens se dissiparão estã calôr, vamos comprar hum sombreiro, para tirar o sol. Es mOi delicado. Eu constipei-me ha dias, tive hontem febre, c hoje só bebi huraa pouca de canja delgada s agora ein apanhando sol logo - • r recaio na doença ; sem ter quem cúide de mim. Tenho pena de ti. Quem vem lá? Parabéns, boas feslas. Por que? Ahi vem teir avô materno, vai recebe-lo. Não falias verdtdc: oh se eile viesse ! todo o homem de virtude, he seu amigo: até o Imperador o estima s os mais nobres gentis homens da côrtc o venérão; isto tudo he, por que no tempo da revolução geral do império fez grandes serviços. Eu perlendo alugar hurna casa, e quero tambera ÉS S65 ^__ +'[j ^ >|e y #4f®í®>l5fltÃ?c^7JSeL Aft 0 B 71 j§ J2 7 -ÈS# A®â#o rj if f> _ {■\ & K$í~í % W»IH^ i?7 gAtlHiS fAT A
  • Frases. IH + — IfiJ Cap. II todas as alfàias, c ornatos: escadas de mão, caixas, bulles, xadrez de marfim, sdlas, abanos de palha, cortinas, e mais alfaias. Nesta casa nada falta. Agora quero alugar alguns mariolas para mudar de casas. 5B — È í£ ft ;Á p sp 4® i # >p » £ Sublimes. £ Este livro tem provas para se crer, e poderá ter-se por fabuloso? Se tem alguma coisa, que pode servir, convém po¬ io na cabeceira da banca para servir de hum peque¬ nino soccôrro. Este, que empertigado se gloria, e elleva, como se nSo houvesse mais ninguém, ah ! as suas acções hão de desdourar a polidez! Sejio velhos, ou moços, nobres, ou plebeos tem o mesmo nascimento, e o mesmo fim; igualmente para todos he essencial reformar-se. Ao principio pedia-lhe hum bocado de milho, e logo esperava participar do seu vinho, e caldo: isto nio sò não he regra de delicadeza, mas ainda he gula sem fastio. Fiados nos repetidos grandes benefícios audio todos ociosos esperando novos, e apeuas se podem soffrear. Por esta causa so o virtuôso pode sojeitar os outros pela liberalidade, e a este segue-se o valente (para aquelles a qnen a virtude não sojiita.) Todo o dia a preparar banquêtes para convidar civilmente, não he so dissipar para sustentar o luxo, mas lie a coisa mais inútil. Por isso amar, e conhecer o vicio do amado; abor¬ recer, e conhecer. a virtude do aborrecido, lie no mundo coisa rara. ttf f # BHp fà íf BZ0ÍÍ ítB&êZ®} tÀt&sSàfíA z # 4i !il -ê Sif f' M % -dt lítfô -irlSSWiiHiá-Ã* w&mm Mi#.!®##:*'# JKAlí t^**^*szn i^SíffiíP-UMiBíP
  • Cap.// Frases. Congrega os valentões do império para lintn dia fazer Ira ma revolução, e então a gente da terra soffrerá toda a sua venenosa camiceria. Se me perrnittes subir á tua porta, a dar-t« os parabéns, não reparo na distância da terra, e repetidos mares. Se por tua benignidade quizeres vir, que grande glória, e fortuna ! Sendo tu pobre, nem por isso chegues a não fazer caso da vergonha, c decência. Procurará alguém a grandeza, sem repararem que o seu comportamento seja mui vil, e indecente? Se não consegue aquillo, soffrerá à callada a in¬ justiça, sem a poder expôr. Poderá deixar de se alegrar vencendo, ou de irar-se para os mais. perdeodo ? Nio cuides da razão ou sem razão dos nnis, que naturalmente terás paz sem novidade. Por que razão as palavras do indagador da anti¬ guidade, e verdade são ouro, e pedraria? Tudo procede do muito pensar, e parar con a vista (indagar), e era grande silencio combina; que por isso consegue a agulha de mararda doutrina. Nada ha, que não esteja errado- Não falto-erros. p*ulgares de 13 rascos. Esta columna de pedra está torta por causa daquclle cano. Deve-se entupir senão vindo buma gtade chuva hade cahir. Se as casas próximas fossem novas aindf tinha hum passe ; porem sendo velhas, se cahir a column A 3c 7» S it M M rF ** #£ ãSfftfrí & 3t B -t=f tèS @Brasas*®# + SiSi IP S B B iSPS 3% JL m%n ?1|
  • Frases. ~j* .=1 í§) Cap. II n* as casas também dão ficão em pé, mas vem juntas abaixo. Mas não entendo, donde procedera os signaes das columuas,. não os vejo bera. Agora me lembra; hum dia os officiae» militares, tendo-se embebedado, sahindo ao exercício de jogar a espada, pertemlêrio cortar a columoa, c então mesmo veio o inimigo, e atacando-os, fê-los todos prisioneiros. Estes sugeitos não só erão estúpidos, mas também não tinhão vergonln. Eu à noite não podendo dormir, entro a pensar em mil disparates» Pois que pensas tu ?■ As vezes penso entrar na assemblea des génios, e expor doutrinas mystcriósas. Gutras vezes imagino, que vem huma ave pousar na minha cabeça, e de repente hum ráio mata a ave, seni que eu fique ferido. Outras vezes parece-me, que vem o povo miudo todo a acclamar-me imperador, e estou no cume do monte grande, sacrificando ao Rei suprêmo, e descendo faço allianqas com 09 reinos estrangeiros, e faço a paz. fêrF- ■& M-f*ft wÊfin-mmtò Sf *”'7 M® $ Mv/StâfâtÈ? Ê & A 71 W- | ,® 18 sg £ jf mt-tffi 7# a.® EI -««*11*t W.MH-ÊiStm Mm%íê
  • m Frases. f HP Cap. U Não despreses estes pensamentos; por que todos tem a sua interpretação, (a) Ja antes tive muitos semelhantes, roas nunca vi algum effeito. De certo, por que Dão penetraste o seu sentido figurado. mmm <] fij ftMfff O primeiro pensamento quer dizér, que tu terás huma grande fortuna : O segundo (quer dizer) que ainda que a tua fazenda ha de pudecêr darono, o teu corpo não terá detrimento. O terceiro, que algum dia serás feito imperador, e eu serei o teu ministro crcador do império. Obrigado pela tua interpretação, peço-te com todas as veras, que sejas hum diligente, e fiel ministro. Que vento te soprou para aqui, que grande negócio tens ? Tenho de comprar algumas coisinhas. Nós temos aqui abundância de tudo, c feito. Quero comprar algumas peites de marta, dois jógos de diccionános, seis peças de nuno, e hum thermómetro. m—'(■*§. vmw.it i i # íiíS H2,0 JM# i» igWé®M'M.ÈL ' jígos de palavras.
  • Frases. ’iA — [SJ Cap. II Quero òvos de gallinha, laranjas, e cidra. A fruta ainda não eslà madura. ' ou apalpar aquelles abrunhos a vêr. NSo pode sir, não se permitte tocar-lhes. Paciência. Sublimes. Heine preciso servir-me das suas graves expres¬ sões para adiantar o negócio. Serei eu avaro de expressões para não animar, farei, que a cóisa não sàia ? As Suas acções são moderadas, e ajustadas 4 razão, o que puder pensar de vagai, realmente gostará o seu misteriôso sent ido, e distinctarnentc o penetrará tódo. Queimar incenso?, tocar piano com hum som claro, c finaes pausados, não he senão sacar b.ms sons, mas não chega 4 maravilha da harmonia do piano, e cravo (matrimonio.) Ha ruído por toda n parte, ha muito o povo lodo quer hnra novo rei, e scrvi-lo ; para isso transfe¬ rirão o governo ao príncipe. Por que te expões a suspeitas, que causão emba¬ raços intermin4vcis? 0 pegar na penna , e formar logo hnma oração he officio de sciencia fundai mas o talento, que atravessa o ceo, e comprehende a terra, não passa da regra diaria, e cbmum (lie o essencial.) A grandêza da natureza nem o santo a compre¬ hende, e só observa o seu contínuo movimento, sem parar hum dia, nem cessar em cem annos. Estou agradecido aos extraordinários benefícios recebidos sem ter meio de retribuir, o nue he para lamentar muito. 1 Os empregados o que cobiçSo, são peitas, sem fazer caso do serviço 115 S: ࣠í? f M 7 ¥8 íc f^líff frf 0 «fí- tf JR#** J5ÍÍÍ& Êtâ 7-¥f MtMMATZ #=FjrF &M2M MWZtâ-&tíWAi$fi M#
  • MG |Sj Csp. II Frases. público; e se ha algiiuvi c&tnissão rendosa por trincafios a procurão; c os ijue amlão pelos tribunaes tem isto por officio. Debaixo da tortura que se lião pode extorquir ? será pó a confissão de furtar gente ? O curso da n itorera he em milannoso mesmo, mas brota a primavera, e apparece brilhan te, e nova. Os mosquitos da cima fixem hum trovão, e nSo fie ti til ajuntar <> pouco? assim hums conferência pode desenvolver os hellos discursos de toda a an¬ tiguidade; porem não havendo meio de nos vermos, não tenho reme lio senão com respeito fazer hum a rasteira carta para o participar a Vnicê. Este pôvo estúpido ainda, que seja castigado com pena de morte, fica sempre insensível, e gover¬ narei esta terra ? Disputar terreno com guerra, juncar os campos de cadáveres he coisa, que sempre houve. O pobre, e estudioso, que quasi nunca se farta cai cada comida; ainda faltando o necessário, e comendo abobara, e herva eitas lhe sabem bem pela parcimónia. O não ter succes-são a mulhér cio-a lambem procede de ella ordinariamente scr gallmha, que governa &s horas (em lugar dogallo, governar.) fuIgares de 11 rasgos. Eu vou contar hum conto, para tu ouvires. Eoi humavez haina viuva Christã, que linha tudo o que precisava, de sorte, que ainda que não era rica, tinha com.que passar, Tinha ella.huin.único filho, M# Hl n '*«< z t iír ijs ff m mm%-% »ÍH «s il'il 6 # tm ts n&ztnn jf “+Jt§íll*'Mí £ f)5 f 1 IS iií# fl + I
  • + 0® Cap. // Frases. 117 qne todos i s di is vinha pedir-lhe a bcnçSo, e clla pelo contrario lhe dava a maldição: passados poucos annos o rapiz morrco rcalmente c na segunda no. 1c vio a mãi cm sonhos o filho descendo para o inferno; no dia-seguinte estando muito desconsolada, resolveu se a casar outra vez : (r.incirn, para parir outro filho, que fosse para o Ceo, e satisfazer pelo seu peccado; segundo, para continuar a successão, não que. rendo cortar a finhágem : ninguém conjecturava a sua intenção, excepto hum agudo, e narigudo Turco, que observando o asseio, e fausto da sua casa, uSo obstante ser ja'idosa, suspeitou o que era, e procurou meios de se casar com ella; passados poucos mezes, a pouca distancia da sua casa formou-se hum covil de ladrõi s, e sendo este Turco hum ma¬ gistrado aggregado, o Vicerei o delegou para couduzir alcaides a procura-los, e prende-los : o que sabido pelos ladrões, nem por isso se esconderão, mas pelo contrario armãrão hum theatro, içarão muitas bandeiras, eposérío-se a representar comédias, para se mos. trárem animósos: chegado o Turco, de caminho ouvio a comédia, o que feito, sem temer a sua fortallha, «5c i — fiti — |||È /* **»•***¥ IfáSfPtlíWflTt £31iiS1tiÍ®í§í KW$
  • Frases. 118 + 01BJ Cap. It logo os metteo na cadea, e voltou para casa: chegando la, e encontrando a mulher com hum menino ao collo, logo começou a suspeitar mal, dizendo com sigo: Este nio he meu filho; a mulher advertinlo logo> disse-lhe: Caro espôso não me estianhes isto : este menino nasceu antes de tempo, qie pena nio escapar 1 nio vês como he pequenino; eu antes quizera não ter filhos, do que ve-los morrer liante de mim. O Turco estava cada vez mais confuso ; mas nada disse, e retirou-se da gente pra hum lugar solitário, a rccolher-sc, e pensar ro raodo de indagar este caso ; quando justamentechegou ao jardim, ouvindo no segundo andar di:er, que ao visiuho nascera hum filho, valeo-si desta occasião para ver a grandesa daquellc nenino; chegando la vio, que o menino realmeite tinha dois do seu, deo credito á mulher, e icgundo o costume se deo bem com ella. Esta história está bem armada, tanto por metier muitas letras, como por ser bonita. |é]&£í>J7Uti i S Ata#*tt!3£ auiíJE. T 'tiiSIL || ft) ft,® 7 ISÇlrlA A f fóíãíRfê ASf K
  • *Rjgj Cap. U Frases. Sublimes. Se se lia do passar a vida sendo mercador, melhor he sendo lavrador: o mercador passa (rabalhos nas jornadas por montes e rios, e o lavrador não soffre a saudade da ausência da pátria. Desde que me fia mercador, os meus camaradas são os barqueiros, e o soccorro da família o deixei ao Deos dará. Tenho muito remorso sôbre o governo d i casa, e como terei descanço ? Quanto mais que sendo rude por natureza, e não intromettido, por isso tenho poucas amizades, o que he huina grande falta; ainda que o meu intento he ser grave, será bastante para não po¬ der dar hum passo para o futuro. As calamidades presentes procedem das ladroeiras na pobreza, não ha a menor dúvida: ao princípio pensava sérem furtos de ratos e cães que facilmente se soflreàvão, c quem pensaria, que llavíão de di golar generaes, apanhar bãdeiras atre¬ vendo se a tudo? isto nem em sonhos se pensaria- Mas este sítio sendo a chave de toda a província, se o perdemos, o exército todo cahirá, deve-se pois segurar esta entrada, e logo limpar o lugar do covil, e o meu plano não falhará. Os criminosos, que se pretu^rem, tomem-se-lhes os nomes, e ponhâo-sê^ém prisão, para sêrem sentenciados depois do outuuno. Demais, faça-se hurna nova lei pela qual, se huma família fur criminosa, o castigo coniprehenderá tres, e o povo se conterá mutuameute. Ellcs júlgão, que os órgãos, e violas, instrumentos de côrdas, e bafo, e representar comédias KJN*lt$~££ltM3efÍ MZ'!& ft“Wt iHlli liZZti-ZgM mí \T>m feitfctfiSat* a* 2 # W •h,n p $ ít É it *“ t. 4 íl* S2fcB'IWÍÉStBâlíE
  • 120 Fr use 8» f P Cap. II desabafíg » coração, e eu tomando isto por ijijjr j^' B'U8ÃíR IISÍSÍH dissipação da fazenda, m ..is mo intrisleço veri- ^ ^ j£ fjfç t| fÉ A ^ ^ cV<,,n O iheàtro de P ./. ■ para <»>tro; he o lugar da Q, /g£ ,» fiC l|# úfef Í& ^ miidia pena ; não tenho ro . e lio sçnao tapar o /£. 'SXi \%j >W Vl IV5, T'E ‘ 1 7 nariz, e lamentar, pôr as mios na c.bêça, c || j|jj\ do encontro, e a irauhl 4 8 V dormir. Hoje nos regosijamos him ffi B outra vez'nos separaremos, ao mesmo tempo, que nos amamos, ignoramos seam anos tornaremos ^ ^ ^ ^ | a vir: pela saudade sei decerto, que nos tornaremos a encontrar, porem não sei qual será esse bello dia. Poisquc a minha vigària (mulher)ja n&a admi- ÊÍ$$í 4* R B1] IS* nislru a comida (morreo), pessoalmente devo JJÍlf » ~ '\l.** “ servir a meus pais, se alguma coisa boa estiver □ # Lí ^ M muito tempo guardada, para quando for precisa, H r-* * * T/'w devo antes provar, »e està boa ou não, e então Os gastos diários do imperador sio o suòr dos ^ bzjwt mtzm povos j c poder-se-In extorquir de mais, ea qual- ^ Õt & #[> *5 ^ÍC íSL quer novidade exigir tudis, fazendo que o povo J0- * i / * perca, o que esperava gozir? ****** fo.ido nós collegas, que vivemos juntos de dia e fXZiZZ?1 ..- #4!iT1l&!i4MíKC'& £**S**2«tR* ili S éi 2 Ã14 A vida longa, ou.a curta, privada, ou publica se de. assim sendo as expressões equivocas, as que dio causa ás desconfianças, o melhor lie fatiarmos claro. vem esperar depois da própria perfeição, _y vi, , , _ por isso o muito virtuoso, ainda, que não viva yfc 'fj yí f^p /pf j-_|i muito, mesmo na morte se imortaliza como o mar, e casas. Wft£B****** çh’ou
  • Frases vulgares de 15 e 16 rjsgos. "f* ÍBJ Cap. // V'mc6 donde he? Eu sou oriundo do Xàtisí, porem ha mais de dez annos, que aodo por fora a negociar. Jl
  • ,8t Cap. II Pratt*. Sc isso he assim, acabou-se, não se cance. Tu foste a Suchoan ? Fui la trcs vcjcs. Dizem, que nesta província ha muitos dragões fe¬ rozes, feras, e bárbaros. Barbaros, não ha; isto he hum dito forjado, que não tem fundamento : hc verdade, que a gente lá be grosseira, e tem cara de melancolia. Com tudo na Côrte ha hum homem inBilo meu conhecido, chamado Leu, desta província, que he mui delicado, elle he da Academia imperial. isso acontece ás vezes: ha Bichareis, Licenciados, Doutores, Juízes de fora, e Vice.reis, oriuu- dos desta provincial mas esses mudáo-se para outras províncias, para poderem obter estes postos: na sua terra nunca chegão a estas honras, Certnmente: tms aos das outras províncias acon¬ tece o mesiuo. He verdade. Sublime*. Quem se deve admirar o homem simples, ou o taful .’ Não se pode responder absolutamente i ma» se deve cortar cm hum a rnsticidade, e no outro o liuo. Desp»dimlo-me agora, da.me cuidado o scr tarde, e «> caminho longe, he-ine preciso audir de tioile, e com passo firme. Os anr.os, mezes, e homens, que houvcrSo desdeo princípio do mundo atè agora, sc podem contar successivamente, e como senão examina isto com miudeza, e se diz a final, que isto he hum mundo fahulôzo? Esta sentença lie dos sábios antigos, que procura¬ rão o meio de remontar á alta aatiguidade s II A, A ilH :£■'«" 9 a ntm-#&&&& Sf Jt-tf«IA álfiilittíííSlIf- «íílf fiâ-ãlr í'J 15 flá í?3 .it í'J ffi í# ié $ ífi * ti## 84 7í ««■*** ® Hl S# W- iw n ^”*jÉâ2 jíí WAti I pSitfànZM n it 2 ê 1 s z ta 4 tofèn
  • Frases. T 3£ ^ @J Cap. II lá-S e por isso os inttruidos a publicSo como bello discurso j oi grosseiros, não sabendo o seu fundamento, não ou são discorrer: e so o reeto e bem intencionado, esemelhante ao simples he que pode apresentar tudo em huma bacia (expêr bem.) Sinto não ter outro lugar onde me arromrr.odar, sotre tauto o que faço, he estar triste, e inquieto. &{f $ S Hl» fêíS»JJ®í££*i&®flíIli Para que tauta tristeza? quanto a isto não he digno de cuidado ; mas teinbro-me, que, dando-me ã desordem, serei escarnecido dos senhores rj; i lot, que julgão, não dever-se fazer o i'.lictto. Qumdo no império ha guerra civil, o one vence fica rei, e » vencido rebelde) e porque não lar¬ gamos os livros, e pegamos nas armas o-goindo a inclinação, que sentimos, de ir ao norte a paci¬ ficar a China? Que doutrina he esta? isto he ser pairicida do pai, e rei, derribar a sociedade, e consagrar o crime. Não ha tal: levantar a bandeira da justiça para purificar a corrupção geral, que diferença tem do officio do magistrado, que pune o crime? (a) He verdade ; mas talvez a munição falte, a tropa não estando exercitada, va encontrar hum valente inimigo, o que he fixar hum bandeira para vender cabeças : de que serve hum sé valente ? Dois amigos dependentes são como os beiços, e dentes, que eahindo aqoelles, gelão estes: exaqui oque se verefica em uos: quem diria, que com cara de gente, e coraçãode f-ra atraiçondamente me havias de cnlumniar! he que tendo-te amado muito, temo não seja a dtsgra^a maior: por fim como que se me despedaça o triste coração, con¬ cluo pois que não he tempo de viver; pois não achando com quem me dê, serei moído por outros. fr&ps i $li MÊ.&M j$êíiJí%^r ft fóT-f x im 12 i tt £ * ® I®-jí M &, it SfciH,“SI míI74v aft-T-ÍP áf iS ftB W- illfttt-4 W®t &?• í5 (a) Nesta, e mais sentenças sò se inleuta ensinar a lingua, e ás vexes dar a conhecer os scntimenlos dos Chinas, sem os approver.
  • Frases. 124 +5>>iei cap. // Os ditos agudos ainda que -sejío o estro dc hum momento, com tudo so não ha regra nas palavras, muito temo, sejio aborrecidos dos mais, assim lie, que os versados nos negocios se cliaina,, heroes mas se não se accSmodão ao tempo, são peiores que a andorinha, que conhece o outomno, e quando vai esfriando o tempo larga o seu ninho, e se ausenta, e o ganso que tra* o vento da pri¬ mavera, e chegado o tempo da muda da penna, volta a o seu antigo pouso, tendo por fim não cahir de frio em povoado. Se os Santos realmente podem ajudar o ceo, e terra na crcnção, porque não cortio as coisas cotnpri- das^e supprem as curtas; pa-a que condiglo todas, c não sejão desiguacs? Ah ! lerrivel verdade da desigualdade da natureza, ainda que os Santos, e Génios se encarr,'guem disto, parece não poderão fazer tudo igual. Assolarão-me o meu mo gado todo, sem occorrcr hum remédio, sò posso retirar-me, e naturalmenle desabafarei; mas huina vista, ou hum pensamento não pode deixar de excitar sentimento. Nesta noile consinto (nos) separemos as mangas, mas conto com nos vermos à manhã. Se agora dàs principio perguntando o nome (despo¬ sando-me) dentro de Ires, e tantos mezcsprocu- ra-me na praça do peixe sacco (meretriz ) eque me farás tu? (não h tja demora) Com o vento da primaveira lia muitas doenças, mas esforço-mea gostar do arroz, e tenho cuidado no fallar para me conservar} não estejas com demasi¬ ado cuidado em mim. if 181 A 75í8$ fâ *£§0 ****&&$ Z 0 St 4 tptif M èi IHiH-Wl M ^ ít ÉE” flj B'ÍB)lFlJI’Í*®ÍSiS ti''" ZÈ: 4.?Í^Fe1êa')SS ft-r-i !Á% )Í ^ P»
  • Cap. 11 Frases migares de 20 njsaos. 125 Amigo, que preciosidade levas na mão ? Tafetá verde. He mui fino. Quero-o assim para forro. Onde o compraste? Na praça em huma tenda. Ouvi dizer, que tarobera là ha batuta cbina, e inhame chicà. Sim; e também ladrões, e nobres que ià vão tratar dos seus negocios. Também eu desejava \f lá; porem a bolsa està vazia, e ainda meu pai me prohibe de lá ir. Islo vem a ser huma calamidade: eu não tenho em casa quem me moa: hum visioho he que he hum mortal inimigo; eu hum dia cucontrei-o là no nosso bosque, e viodo-lhe hum accesso de doudice, e querendo- me dar, eu me apeguei a hum ramo, e trepei para cima: ainda bem queelle não tinha machado para cortar a arvore: tendo anoitecido, geado, e nevado, tile tentou trepar para cima, mas eu dei-lhe hum couce, c elle marmanjando me injuriou, e a seu pesar se foi. Põe-no na justiça. Os empregados, que tem a auctoridade nas raias, não governão com severi¬ dade, os soldados livremente são audazes; que inversão da verdade, ou justiça ! m 05 samm? wm&i fèAtílNS&t £„íTI!fóJ$íiSf ífefiíA i-f*# £**#<>#$ a SA#**»*-*!g&fó M 1 'J' % é “ ■f 'J> % ^ B iijlttí ífcfll ill 41$#$ PI. ftSÃISSíJS.IsSi JKg± fe^JSTTSTffíe m sis
  • Frases. 1*6 Cap. // Em que jurisdicsão está esta terra? Na da comarca da Cidsd^dc Xuntieu. Ha aqui casulos? Antes havia quem criasse bicho da seda, depois hum exército seacanpou por aqui, que destruiu as salas do bicho, « levou os casulos: foi huma grande calamdade Sublime*. F.ste sngeito desde menino logo viu os obectos maravilhosos do império, admirou os hmiens com a« suas sentenças, c mostrou-se firn? nas occasiòes, o que aci ntenceo porque ha nuito a sua barriga, (cabeça) abrangia a arte de ;Ievar- se, devia pois a sua vasta sciencia ser Jura e perfeita, por isso obteve de huma vez a làurea de doutor : (a) na revisão imperial da lita foi **»#*#»l*« tf *S£h#*fi£,S£ia- eleito académico, e logo ministro do reino,i quem "1 w TÍ Fb9“tiB -A* os differeutes desembargadores, e magistrates sera *9Ç ' A Td? v',W'—/S7 hM Jss^ 1 P S \ I > u,* exccpção cortejávão : digamos que a glória das letras lie tamanha que não tem igual. Mas ainda que escolhido pelo imperial affecto, a sua inflexibilidade, e deíhuinanidade, inconside¬ ração, e resolução independente fez que osdiflè- rrotes nobres o tivessem absolutamente por falto de ideas, o império se transtornasse, o povo per¬ dendo as esperanças amoutoasse demasiadas quei¬ xas, e concebesse hum ódio intolerável. Entrando ua magistratura mudou os sentimentos os einprestantes, que de balde tiverão liberalidade; porquesoffrerio injustiça• o* mesmos vindouros olharão para isto coin horror. Se com estas coitas restantes se soccorresse a cala¬ midade da fome do povo (a) 1‘oi-tc a lista do» doutore» em huma laboleta ornada com pinturas de dragões $«.
  • Fratet. - + *»C.p.// todas se julgarião preciosíssimas, e quem diria, que a misericórdia uão empunhava a auctoridade, ehfimens fiados na forja se apoderarão deltas. c fugirão; por esta causa quem governa, se não he rigoroso eomsigo, como a geada, para formar.se na rirtude. não po le conter os subalternos para amparar o povo. Poz hum jardim de flores, para que [ressoas de ambos os sexos passcàssem coin gosto : logo se pudérSo espreitar mutuamente, depois todo o dia anda em huma roda viva, sem limites se cor. responde com os visinhos de paredes meias: este amor de aves, e animaes he castigo por si pro. curado, ainda bem se cedo se arrepender, não venha a soffrer prejuizos intermináveis.... Não mo estranhará. Penso, não mo estranhará. Vmcí me ama mais que hum irmão uterino. Eu amo a VmcÊ corro irmão e mais ainda. Não te esqueças de mim. mm-h% •BSTrlSftolaTriiifô NOTA. Agora tt pastará í Orammatica, aprendendo primeiro a utar do Diccionaria China, para neilt /rocurar at lelrat deteenhecidat, cuja explicação, t prenuncia particular não ponho.
  • t: n A U M A Tf C A. 1‘roloco. Sendo indespeosável, que o Estudante aprenda or dois estilos, de fallar, e escrever, e sendo geralmente as fegrae »8 mesmaí t na GramtneM, post» a regra, ponho cada exemplo noe dois estilo)), com o que abreviei, e com hums viata se nota facilmente * ditferetiç». dtílea, e quando »c naó vi¬ rem doia estilos correspondendo a huma palavra, ou sentença Portugueza, h« porque a letra, ou fence he cõmutn * ambos, excepto noe Exercidos de Syntaxe, que snó iuteiramente em estilo sublime. Ainda que nvsta lingua «ao hajao declinaçoêe, La com tudo partículas, ou posição das pala* vrss, pofque se exprimem os differente» casos, e tempos o que devo praticamente ensinar, Do Sobredito sc infere, que a syntaXe China se reduz é média, e figuVada : be preciso pois hu - tna grande attençaó á ordem das partes da oraçaõ, « aí figuras usadas (algumas vezes a figura so ne mostfa no estilo soblime) e naô tomar i iiberdade de imitar a ordem, figuras, ou tropos Europeus, se se naó quizer expor a fallar, on escrever obcura, ou ridiculamente. As regras da ordem das partes da to , ao talvez, sí> ao parecer, tem excepqoéa j porque o que lio* tomamos V. g. pot pieposiçao, o Chim o toma por substantivo asiira em lugar de dizer i A’ntre ef/e», dií! ATo meio delltt ficando ta »e;ra do genitivo, e naó do accutativoi mas como para noa » difficuidade he » mesma, para a resolvei, fui obrigado a apontar, como excepçoes, o qu* para nos o p*rece» Servl-me dos casos Nominativo Genitivo &c. cotno o meio maia claro para exprimir «a iegfaS, devendo*se subentender i O que em Latim he Nominativo &c, ire. 1 e delleí, e das partículas tratei so na ayntaxe, para a hum tempo ver « modo de os formar, usar, c o lugar, queoccupao na oração. Aindaquc procurei incluir todos oí torneios mais a-ossos a nossa lingua na Grammatics, foi necessário para o exercício do estilo vulgar multiplicar os -l alogo», pela falta de livros nes-e estilo c papa a intelligence do sublime, dar noticia da Historia, c ri.flvrrntes Coiaposiqõr-: Chinas
  • W GllAMMáTICA rVLG,m R SCBTJME 1. Palarms Simplices Livio. M.i8. Peasar, Somente N»B. • com uidiçiiõ (que nu grammati. ta sublime so os adjetivos, e nume¬ ros lem.) Quarto. Chefe. Pedra. Amarello. - compostas (ás vezes saõ duns si- ncny mas para evitar os equivo- tos) ]{1 o Jf c -f* ft?*® 15*4 «**■ tftUfSt <>' Acsoís. Soberba. Cozinha. La trader, çapateiro. Os medicos, A Seita Tau, Quartinho. Manso. Pensar Trazer. Levantar. Porem, Reallocate Natural- men u\ • repetidas A|i etalbado. Mansinho. Mui “1..M :í»»!’te Coutar n,hu ii i.; ; Sonirult*. I mios , ,1 ,s* n. inji iia os ina.í ciu lOjtu os instantes. -negativas. ■ £rS, ff to W £ ?í: E 4 m _r01 il ãè0'J> J. ^.aj, fí $ «nê 1 tc a .« „ t ♦ £«*«8 HfeS.Xga&ft.ftS ít l ft eS. jjlt.ê ) H 105 4 st # ffi I W 4 SI sil-ft UlLttPã « I o A 1 fí|i*itf 4A tíPJ» íí I M I E A M# A Inconvrni nle. Descâido. Discordante. Alegria lufiaita. WãCêJi ppSM Contrario. Imprevisto- Irregular. Irremissível. Innumeravei». Nada tem. * !Ms*«f.g^Jjft# 7« ff M ft ^ * ff $ StftA (a) addi^ail do adjectivo he ti, cho, çhê; para at mait naô ha regra.
  • 129 Cap. ill ffWti Irracionavel, ou illkito. Irreparavel. 2 Artigo. íjeíusís홑0"± a#± c 3. Plural. 0 mestre ensina a lição. ff m Os Senhores estio bone. it & fl fP # ' ^ f f U 1 #, O Illustrissimo está occupado. Os llluslrissimos tem emprêgos. ifé |fj H f$í A ^ ^|f " Eu naõ eston tom. NoJ somos amigos. Tu naõ estás doente. Vos sois da mesma altura Elle naõ está por iss*. Elles naõ gostaõ. $ & ± % % - £ 6 CS * ff tWiiiií HM ft*#* a #!?*.•#$ - 4:« figJP- tflT.Sf, * Mia Aqnellen.vio aod.depre».. li— ft Aquelles navio, der.» i =»"* = f M £|! Ifl 7 O # # íi £ S JS Os justo» gozaS de paz. £9< iiAfit- 5- * ít r & $? ^ afitt*""4“~* £1*l&ABlB»»*|2AltltS&» 4. Generos O homem naõ da eín mulher. 8 A*fr£ A4l7
  • GãJUMJTIC.I 130 *iifc Isto lie bode, ou cabra ? Entre os animaes ha machos,!e femeas. Quem sabe se huina ave he ma¬ cho, ou fémea? (questuS diffivil.) b. ddjcctivo. Bom homem. Rei justo. 6. Comparativo. Esta vacca eslá gorda. Aquella est4 n ais gorda. Tu cs ruais alto que ellt*. E.lle uaò he to8 alto, como tu. itl. Qual he melhor? SaS ruais os tnáos que osb< ns. Quanto mais, melhor ? Melhor he morrer, que peccar. Se hade vir tarde, melhor Ire que naõ venha. Melhor he uaô ir. 7. Superlativo tfc ti!°, # O ## íèA * tf ft4i: fA. w — tlHB-1 fpi 16 -tíi t7$fr, *741!# if te'$-6 fftig6 7ÍP7 fit&Çg* fetgHf 7 & fó « /J> * 7 if M £ Í4#I$í?a #pj5Eí■ IffiIP* ?SJ5E7®íEfg ÍPdf-íJ Iif7i He coisa mui vergonhosa. He mui baixo Os mais altos tem cinco cóvados. Os mais caros e ú-tií cinco taes. He mui I irgo. He mui forçado. Gostou muitíssimo: teve a maior alegria. * li? & M ti 9 fít% SI 21 a á? iâ # A; K aI if ^ ff Aí K 55! Si lÉilSA-ttlt «St «ns # m M 7 71A *ft * « Ai 7 5
  • 181 Hf ^ 1,1 id. id. id. Tem muita diff.-retiça. id. N»3 tem muita semelhança- $ .Vimerit Tresou quatro amigo*. alguns amigos. . _ ÍÍÍÍpT* ~k ft Ml Àfâ K Z' ffl EPa-fwt . - a-5* Por diffinentes vexes me Ikon \% $ J ^ ^ * ÍSZSÍ“* °”u“ a ft IE* © ifl ÍÉ ft 8 t ® +‘ t i35 IK Mail dc 9l) .uld.dal pauirad-1~ |' 1 1 t* ‘A* pela niiaha poita mai» de do* ^ jl TE+èl^^liPimÉíã# -ptft vezes. Vinto <5 tres. ■ -J- 4** - H -f* f Algumas dezena» de horoen* de» ^ /\ pi ’"f“ |j| ^ ft burntaraS mais dedez «oldados. £ fH- *. E. ft + $ ' «• Conuaaiit cenlo* dc roaWada., ^ ^ /v [d£J / \ *0 Cada faruilia tern, humas pur AP a outris, oito bocas. __ T. m ccsoSs de dois em del. ~ 'M ^ $ Fl B ^ ^ til US* sfc Jdc dois a dois #(HW^-®Ía ftWtR1) —A 9 Jidiçrês numerals. ( b ) . Elle eria cem cabeças de gado. ^ ^ —• *j^ P P A ^ pf * R ' ' ' —«8±£Wfi* WaHS+írt—íR Em hum caminho h i duas tra¬ ves. Tres carr>s podem acirretar seis peixes. /> (!,) Para saber a addtyo numeral dc qualquer coha comuitese o uto,e diccionario; por que nao ha regras geraes,pode us arse porem sempre do /f*
  • £ 'ik GRAMNATICA ,, •"°..díJ"'- *ft#«=3e*7»#íf.#= a %t —^WSl —^ ^ $• tjl || Cod huma ma tf se pode pegar cm duas arvores. lQ Ordinaes. O primeiro exceJe o segundo nadi. A terça parte está doente, id. + ^ 7 í ‘ +&■ft * 7 pí l M M "*10 p"‘"' # -t-* t £ 7 # t =í - * ft * • te nutriu iff. /* , H; - ^ ^ t - ár v/r re Os seis décimos naô servem Em primeiro lugar '" m,,"“ ss if * f.—íè£ .^ítrH. .inh.. d. primeira, 7 7 ff / If /)■/ 7 ~ , fiíf e terceira qualidade. ^ £ rfj 'j, tT J& ^ í® 11 Pronome ~ * ” Eu he que tenho a culpa de me # «7 itatwf- "rui“r“- A # íí íí fí 0 0 ?t HZ ti & A tua mesa naô chega ádelles Elle de si lie mao. Faz mal a si mesmo. Veio por si. Matou-se. êttm f £*7/8*» as* È#j Sobrrbo,cheio de ai. He meu pro- g j$j g JÊ o |§ f£ Ê £ ÍS ‘ @ % fjf prio.D isse-o com a própria hoca. ^ p M Í04 g : p f P t Que, (relativo. ) NaS fui eu, que matei a quel- Hl* A Tig afc tóeftA#*#* A quelle naõ he o homem, que cu matei. # 11* » A ‘ f íf í Eu amo os que me amaõ.
  • 133 M- Cap. Ill Prosomk 0 dinheiro, <|ue lenho, não chegi nilT'f ft*# l,ara "* sa«°*- J, Saõ muitos, os que o aborrecem. ft® l&A. # *t& Z A #*f f K.õ tiei..* n.nidadei, que ^ ípi lííl lj£ ífi [H]-7 tH I* ,£ í/í ^ ,, T ^ íír # # 2 Eu perdi o Uvro, que me deite. ^ —- E*^â o homem, ,»ara que olhas, he $ |J ftj jJJJ ^ A meu tio materno. Ninguém ha, que o iguale: ninguém o iguala. Naõ entendo, o que elle diz. tfSfctÉftáUífctèís^fô l % rS S P Ê ^ Havia la hum mestre, que nao Ulií — ^*4®^ tinha muito cuidado em ensinar # ^~ ^ «3>P f# F1 a lição aos discípulos. fê£*S . _ _ , _ R stitúe ã quelle, de quem a Iff >M AffiSít^A tfktà coisa hcv Quem ? Veuhi quem quizer. Quem be aquele Senhor. Quem veio? Houve quem lhe disse huma palavra de repre- heusuõ. Quet Que te parece isto ? itf St^&Iifcí4 »*74fcS ^AStt-ft fcííAIt^. ■ t * U -f il & # M *& fl * L % ®
  • GlUMHATICjt 134 Que doeu a tens? Que doença he a que tens? NaS entendo, que lie, o que die diz. Que grandeza tem ? Que altura tem ? Qual? Qual delles he melhor ? Qual destas enisas he melhor? Qual he melhor, o lii herrão, ou » fallador ? Am 'ios. Ambos s;.õ espertos. Ambos tem habilidade. Nenhum■ Nenhum dos dois iliorj. Nenhum delles foi. Xd. Hum dos dois suspira. Alguém, Alguém me rogou pragas. Alguém lho disse. Algum. Ha algum, que naS sirva ? 11a alguns annos, ou ha annos, que naS chove até á 4‘ Lua. [ , H fl-ã s â-ft S %% MM %; ^ i# §, £ #. iu ,1 ku % 1 § f U « è ff áU * j* lií fíiv liSÉ-fô «uri ti m ***?*a*jhêi n ftfiiiss tb-ífí SM tm Mim M! tS'Mfi fu #)a firAiflfSt i»a4 ffi if* 5ÍA-A g f-% L “ * f fl fj fit'— fL $t4nt - A. tf1 - fit «tf, - a1# A fx Ê A 7 ft 5* M A » Í6 M5Í.® jêí. £ W A $1t»4 & ^ A íS 2 £%yfV%MÁ:tíT'W£M:¥ i. P3 H B3
  • 135 Cap. ill Phono me Ha aidin', que lhe querem faster mal e naO pódem. ou ha quern lhe qurr fazer raal.e naS pode. Ha algumas pessoas alii. Qualquer. Peço a qualquer dos Senhores, que venha. Naõse perniitte a qualquer mur. muradôr fali ir. Matando tu qualquer homem has de pagar com a vida. Muitos. Ha muitos dias, que o nao tenho visto. Ha muitos dias, que nas vem. Guardando-se muito tempo, cor¬ rompe-se. Outro. Da-me outro livro, id. Naò ha outro taõ baixo, He baixíssimo. Coisa de outrem eu naõ tenho furtado uem huma palha. Huns estavaõ sentados, outros andavaõ. id. Alguns homens ha de bom genio, e outros de mao. He outro differente. Mesmo. He o mesmo d’antes. He ellc mesmo. AI S 17« 1*# t A %l PI % IA A £ SB i - # &'± £ fe tf fftsSêf ;&*»#***«$_ $ ® 0 4 T> * “ S § li A A $ «6b******** b*?!#* M fó — fcf Hi-Wxfíc wè ?»*-****•*• a$»***-#***** tibihi % W) 654.ÍÍ 84* iJÍ + âtjfcfcTSrâ A*## A À t if It ******* oa»#»******* ft -g — A &s #7, fó [tflli g. 1 ® fl 3|i — ^“ & $ # 1 &
  • GhaMMATICA 136 % Tudo he o me«mo. Da mesma côr. Elle lie da mesma altura, que tu. Nos temos o mesmo sobrenome, 12 Verbo, Presente. Eu sou China. Tu es mao. ou estas mal. Elle trabalha. Nos somos bons. Imperfeito. Quando elle seio, eu estava era casa. Quando tu vieste, eu estava para rae afogir. Quando elle vinha, ia eu. Quando fui. naõ tinha aquella intenção. Perfeito. Eu perdoei lhe. Poser,18-110 a fi rro«. Ja chegou. Vistedo ? Vi, Naõ o matou. Reprehendeo-te ? Naõ. Foi-sc antehontem- Achoti-o. Deodhe huma dentada, rtusquam. Quando elle chegou, aquelle su. geilo tinha partido. I^ÍffÊAÍtÊ',#*|1- I fr — tí 5 V* JS —/fê ik ~ A mg? Sl ti A o M# íí “£ # X -ninWMifA'&gMit# % s w # «s w íí ^ s fi6 ® M ti* «attegit J:7#IMaE±s|^ J,7f Síí^l^íS ãiít2 ã-wmz ífiMUÍ AÍtiSH Elf m r&e^.a^ £7#- P M #"it'®M7isAAe.»£7
  • Cap. Ill P'bruo. 137 ''JIBS fill Quando o Senhor Leu chegou, ja “u,';,""1" “ '“'‘ij] £ & M ^ fi Elle foi ver o lugar, onde antes t,£f« se deleitara. Antes de o dizeres, o tinha eu õS $1 Sjf ^8 i'F J ^ ^ pi TP* £j Eiitrfõ aborrecia, o que tinha «fi ""“lo- ‘ ■ISIr íá B9 BI ;£ rà % % Futuro. Até o imperador ha de morrer. & I ± 4 ® 5E A^p 18^ ^ Ha de partir no fim do me*. Depois to direi. A’inanhi lho dará». Irei, quando elle vier. Has de melhorar. Elle ha de vir. DaMe-hei quanto quizeres. fcn&ftfèê items .líJT dc '“n'pr,r IS 88 PI H # # í+* S Tlí Porte ndtr-te OMim, t|uero te terá jg |Jp "fT à \í.’ 11 Bft ÍÊ fí J*\ /Íl r,i.r“’ t,''"n' '",â W KiSrÃAÍ Só previnindo-o, se naS soffrerá “ "■ *“■“• * iff % Wr# 7} >7 -K 3é -jv -í •& Se tu es assim, como serei eu ? S&ZSSST*“■ 4- H t ff * # A a 6 Jt £ # ^ t H, de prcmi-ir-me. fpí A o *- £ ^ ^ f*. - 7* ií\ ^ $} ^
  • GRAHHAfrC» 133 Eb tenho deescrever huma carta. Iniptr'ivo. Apn .ha abrunhos. Qi ra tirar o barrÊte [para estar á Vontade.] Deixa-o ir. V\ Exel'encia retribua-lhe. 0 inais rico seja vice-rei. II ^ í A $ ft pHI «ftiíiAeí g jÈpnfi. J® - i ftf ± 5È1 -ff || if a A H s Conjunctive. NaS contendas com elle. Tenha paz. Talvez naS cuide disso. Talvez me despreze. Temo que el e naS venha. —Imperfeito. Se houvesse médico que o curas- se naõ morreria. Se elle naS morresse, teria eu amparo. Se elle se queixasse, eu havia.de casligá-lo. Ouviria eu mal ? — Perfeito s futuro. Tendo estado morando em sua c isa hum mez, ha de conhecê-lo. Se le lisongc.ar a parta-to longe dt He. -ktUê Tif 4 5 l ê # :£ •;* A ig £ $ !>; ift £ 9 Ê. !á f êíi $ ft fí *a £ ft i? A fê £ g |tp f: **15-Ê ui»9íát r t fSffíís — 'ht? £# SPiêt iS5 6 % «-ft * f tSíSíí^-^ jífS2Jê $ EP iS Z W ílJ
  • •9 Z1 Cap. Ill Qtmndo te aueiçar «era.iun dizer, Se fores contra cite, serei coi tra ti. Verbo § i f f # « £ i# R'l ijsisííj 4 # fHI -flfi & tli si & a UK $ it 4S W #1*3 — Plusquam. Se se houvesse prostrado, naò lhe bateria. Tendo janlado dcsapareceo. f (í! í "P$ $*W7 Z 91 £7 â # r» E* K9ft *íp f 2 Infinito, Deixa-me vêr. ElIenaS pode ir. Eu gosto de ensinar. Eu ensino a amar. O injuriar he peccado. t £*#?'#£!# «AítSSsSAl#* Gerúndios. Em Macao na» ha arrôz para vender. Eu côso arrôz para comer. Para guerrear he presiso espada. Eu venho chama-lo. Eu chamo-o que venha. Na» lenho yagar de compor obras. Nos temos obrigação de amar os mais como a uos mesmos. Idem. Está alls esperando por ti. z é&atíPt^ AiP J\^ Lrt jj KMBASAíl1 S «I i®#;i‘6 * £ t ffl t %
  • Ciuusurie.t li 3 ■k & Em estudo com todas as forças ${- 0- ~U y*v -=fr- ti- /£» Jf t> —r tu Ji- vi- , ,,ra see empregado, para o que 3 ^ ^^ ^ ^ ^ * * lenho non,o geito. * Ê W t ^ Ê Ht ^ Tf £ Vem estando em pé, nem deitado, ^ SM jjjÊç nem assentado pode soregar. 0*soldados revelando se vigi$«>, de noite. Hum evtodaiile, cumprindo 5* obrigação de estudar faz. q„e« mestre goste. Fazendo tu assim, está tudo feito. Dizendo isto deu-lhe hum livro Sendo imperador Ka-kim a re. lígiãu Christã foi mui perseguida. 0 QnS matar o criminoso, isto lie em razão de o amar. Poderá deixar de gostar ven¬ cendo. i ^ 0’ if 7Ç' t$ ¥ £ttt£tf:A£±jpíríS5êJl!£ -A-^a flt A ^ ® Ui 4 Bí # k- f5 - n áijs »o&* A') éi !«ia èS í| íf 5!Í í? 7 e $ ifp iP 4 ff Hl PP Psi * SSt.f A*S*Ê7 tá^JSflí A$|lí8í!i flip WTsgiiiif u bj m t- Particípio, Melhor he o viajante, i|ue o navegante. Os que passão o mar todos se embárcio. fr * S? 8/ 7. in ft ^ ff fl t I'J 5® ?£ tó A » ê$4 «b í|5g-£ * « *•& Pom o Parlicipi». Aborrecido. Insultado. Coisa furtada. Ciptivado. Euviad ■ p r quem ? AH5?if4A/@r$t# 2 AMR A lit*» A# $2#
  • 141 Cap. Tit Pbbbc. rj ft «ft S A H úí ft B £ BHSJK tt lli ^ A».t k: ib AM A. ti S'® ® ft ’if 1AKI êAfl^aSAáíli^ fc«A Alt ^ „..r ... Coitado daquelle homem calum- njido de homicídio, e hontcm condemnado a pena de tadiaõ. Present Ru sou opprimido, Es mui damnificado, He furlado. EUe he insultado. p.. *l)íêo MdlA^Afitffi Antes era dint laments esptet ■ ^ ^ JJ g ^ gf Jg|| jj), "r:—. i# ** ppt.nn.tnp.t*. • • *7^ * * * «. « bn,» instante f ~ |fl fitf —ft ft Aj| t „ accusado [ran] »>.**. «ft »S 7 15 4 «ft # B ft ^'‘T , PÍt^‘PjSà Que deve ser amado. , A! ., . __ .._. vu >.» doe deve scr louvado, ou lou— rdÉ : í-j|3E^7Xi«'íí-â£A!gí araS se magistrados, e militares. vavel. Impessoal. Acclamou-se hum ret, enorae- - e, PPÍiÃiáS-f I- " - fin. A*I-»**A#***»* \$ rjWBOS Dipficeis, bChixismos. . . ,u Bile heItem. It j$ “ft # * o ft a Ú ¥ $ ®
  • Grammatics 14 *2fc Eu sou alto. Elio naõ tern frio. Eu sou Juiz de fora, e tu soldado. Elle he p.'senior. 0 fazer esmolas he obrar betn. Peusar loucamcnte. Trazer, e levar. Traze aquella boceta. Levantar. Levanta a penna. t ití ■■ W $ o fr £ fy U ê ÍT § “ íf Jà # fr tf -È m @ a a ÍM'ií ? ° Fazer hum monte de pedras. Pregou hum prego. Quebrou a caixa. Quebrou htima perua. Abriu á forca a janella. Armar o sombreiro. Conseguiu-o. N..õ se lhe pode mexer. Quer ir, e naõ pode. 0 homem naõ pode deixar de morrer. Naõ se pode comparar. Naõ se pode dizer. Naõ se pode explicar, ou faier. Couscguiu-o. Naõ o consegue. Ver. Naõ ver, Desatar, Naõ o p.ne abrir, ou desatar. Eu approvo o parecer. Que mal te faz elle ! Ainda naõ sei, que he ser feliz. m is - m ? % Ji ti * a # <§ â - m Sl 'f — ãi ■? a 4T — isl fim T~%M*Wà-B fVBt © Pa?â U M ts 'âl*-Z'4o %%4^ pf# gaEít iTú^ hTí# A T> # ^ S ffcT-#^ãítt0 fg-íi#*# ^ 3 U*3|U^$f» íf #ff tft JÍifi ©V T- JL6 "í^ M.
  • 143 ClllMSMCS. m jjj- Cup. iii ÍJe ins •nsibilidade, naS dissebetn, hc ii gratidão. Keprchcndo a tua leviandade, para naS dizer puerilidade. Sentir. Sera o advertis. Se le parece. NaS se acaba de vender. NaS o pode comer todo. Medir o comprimento. Tem tres róvados de compiido. Medir a altura. Tem huma braça de altura. Medir arrôz. Pesar vinho. Medir campos. Veio tarde, naS o alcançou. NaS pode ceder muito. NaS pode ser liberal [ naS tem muito por onde se alargar. ] Fazer o bem, e fugir do mal he dever meu. Por mais que pense, naS ha remedio. Antes dãvaõ-se. e agora naS po¬ dem estar juntos. O auctor foi bum certo Li de lavrador, feito general, Elle está satisfeito. 1® M 8 ft ifj M I. fu $■ tM ò M Está contente com bum quarto b tíitó íiíoáfiúftsif ft Z' ) t ò -rf' lot t3 % * 7 4 i>J â It ' 1/ ft — ft- j* — 5fc?a ptlBíêo áiffSíí^-t fit tiltSZ % '4%U-'ê±Z Sn ^ ÍSê. íf W» m n »ns # * in' 4- ii ^ # & - % « kifc48#4'-7}iPJi.S4 íl sS U i± $ B -i Ji 7 íl? ç J! % (tf 4 —• Fnlji "fsliS ítí fií efôi—
  • GnAMilATlCÀ 144 && Aquellc faltaô lhe doi», e este tem quatro de inais. Parece, que tiaB deve ser assim. Perguntará alguém. 0 christal he t-ausparente ao sol conservado a nature*», que liuha. Tu acabas isto mais de pressa, do que eu faço metade. Ate á 4*. loa na5 chove. Chegada a 4*. lua naS chove. Ru também tenho, que perguntar. Quaudo elle chegar aqui, ha.de ensinar-me. He o que comligo falia. Foi antes do tempo. 0 vu'go na5 chega a istoj [isto naS lie vulgar,] Vingou-se deile. Vingou a n orte do irtnaõ maior. Elle louva-me como bom. De tudo hei de dar conta. A calma fa* lembrar o banho. Ainda naS estamos no verão. Onde estará elle ? Traze o escaler para aqui. fl^iJ.'iSH'S'M ta A & í& ff* - tffc Arpl^FellSilíAIPi m ± ií za m ífe-tíí. it< fPSà tt if—4» SE ft * T ® fj P9 tj » 7 PH =e isj /i f -fe S IS i % f ft <■ # * M tft 45 SP 4 IP] # M fí bí IIS t ^ ^ ^ ^ Sírttíl £ t w # § m w is m * $ w w t * g
  • 1 15 ■Zl Cap. Ill CmxitMOt. Se he lícito ao inferior fallar a verdade, o Sr. Mestre vai errado. Que eu saiba, foi só por ambição. Principiou por pouco, e acahou por muito, como acontece sein- pre. 1’ara declarar a rebeldia alhêa voluntário declarou a sua. Deo-lbe a escolha de renunciar, ou morrer. Se ha coisa temível, he esta. Apenas o pai chegou o filho se prostrou. Os empregados esecutarão cora rigor este alvará.! Estou pensando, que, se a trato bem, mo estranharão os mais, e, se oaQ faço caso delta, ella mo es¬ tranhará também. m t« n$$ t ffltóT k% n % % * a 13 # ii gp B li & ? ÃSMA*««-aB-<í»8@a aawsa* **«****« ** b- *#*¥***1ÍÀ**»* L-'-
  • SYtiTstXE. Cm pitu lo IP' ! i r> 1. Nohinativo antes da Yerbo. Eu sou parente de lie. F.lic n .6 está em casa. Excepçaõ. Dentro, e fora da cidide ha roáos. f4 # p) %ti ff §g A í iã M ft fy W %. BA Gboitifo antes in regente: o regido de verbo lepata-se ac- tusalivn. 0 barrete de V. S\ está aqui. Veio carta do irmão maior do mestre. Poda do cairo. Garro de rodas. Cabello do pincel. Huma chtcnra de (beber) chá. Huiua cbícara (cheia) de cha. Ha diversas qualidades de ira. Id. Hoai#m de grande habilidade. Bsta qualidade de panno dura muito. Excep;ão. Hum pistor basta para hum re¬ banho de ovelhas. Hum cate de vinho custa hum tael (de prata.) 5 7jt!k-**«*?*<>*£££ ff ^ Í.Z& 6 s # m fi % *-* i % t s m w j tz±iax g ti »t> lí li) A ajtt a % fi aí A -*4**1?- -/? 1 íí #— S5 i *a — Jf S fS _ RH De quem hei He de Cham filho de Cham dum. Dativo depois do verbo, antes do accusativo e, se com partí¬ cula, antes do verbo. Eu naí te dou coisa alguma. êpítfio-i $1 AZ° % Sgflíffi^ K * 7 # «t ft í: »& * ff 4t fj t £ g§ Éf#2fc
  • 147 ® Cap. tr Syntax N. Encarrego-te isto. Disse-lhe. tf tf ie. NaS ts importa. Todo lhe conto,, por miúdo. jgt | g # % * gjf $ ^ II ^ tf p& Trato-te deste negócio. Tirei-te a espada, que te linha f # tó 77 M * |L £ ^ frdado- Excepções. 0 '"',5"' € àiUtBÊ-'- S 4f ft ií Tird" ° tu 7 f. ffl J$ fê * ífftê JS ^ & >g £ Tirou-.mc huma cadeira grande # 7 á $ ~ 4G ft A ít de ba,nbli- a ft Í ^ Mo he-t. impoi.ivel. íf 7 ^ *5]’ ^ llfc M74&-?a£ e.S48£ Elle pegou no dinheiro, e gastou-o. Entrou para o bosque. HÈ Í f§ ffc & A Volton para casa. M £ A gf ^ Elle insulta-te, e despr,sa-rae. ^ Sft % JlJ $ A Jl ^ j# $f jfj) f| E,le "a5 se "*•«• “* fiqueia». ft $ K jft # * j& A A # Bf ft jfi So deixa o bom grão. jff § 0 R É T íf f£ ~F * Ifê S ^ t 'Ifê Estuda á candêa. fj £ [ ÍÍ ^ || 1 fât T* ^ 6 íM 1/ BD H Nluguem cúida melhor das coisas RS ;j| ||| ^ ^l| ^ "fj A que o dono & jjjj| ^ #p;fc a. La] O tau ftaô fem a costumada uddiqui Uu porque vem acompanhada de huma tetra, que determina huma expede de tau: assim também dixe mos r casa, mas dizemos secreta. Accvsativo depois do verbo. Elle gastou dinheiro.
  • Ezcepqõet. 0 dinheiro gastou*o ellr, K.18 quero os grandes, nem o» pequenos. Na 8 pode lèmbrar-se de tudo. Recuar para lra7. Nada the cede, Pt bondade deliu natS se pode expor em hum momento. focjrivo ante» do verbo, 0’ Mestre ou Sei.hor? Quet O’ Forni Aqui estou. Senhor Lu i Que he isso f Senhor ten, que disse Vmce t lllmtrssimo Senhor, responda lhe. Jmljtii’O ante» do verbo. Eli* vai com tigo. Eu naS me dou com elle. Picoii'o com a faca. Chegado o aperto verei, por on¬ de h-i d" fugir. Ss estátuas de brouS'- saõd.fiV.e.» de fuw tir. EstenuS tem diferença daquelle. Temo por ti. Vai cm roeu lugar. Eu estava nesta expedição. Vem de casa. Os costumes Chinas >aS differcn- tes dos Europeoi. Casai i ;8 k ']• «li si ± Vé B * * -Ê ^t^l^lEíf^rJâÍTlEíi \X'4ílZm 'è'ái * sè ® fí 2 a -t a w ii—j& r> ffi $ atffcA2£j5-«8fp)i£* &á\fl íl.ff ÍMl» IÉ %.1& f tf»® M 7] -f 7 ft t M 71 H Í'J * A is i ^ li >h« ^ # &i * aa íl $ jHj st—*tHr«íçíS'**3aita« * 4-1 4 ffi $ 1 a # ^ z
  • 0$ Cap. IV SrsTyxn 1 19 Qmui v< r o Ingnr, «mile n isei. Qutifo nlhar paru a pessoa, quo amo. Palin Ihe cm mini. Defemlec-me cl ns soldados. d* i l {$5 m W (ii T> 13 Ê9#Ã g f PJtê. Iii it ft t. m M it £ % % IB I it S ffc * a M % if * & $ Excpçõcs. Nãa está cm casa. Aqurlles estão m CortÇj. e dt ? til t ii U A * - iÈ Z'â ft V11A O OJdjxctiyo antes do subslan. ’ livo, naõ sendo, ou comprehun- dendo verbo. Os maos naO podem ter paz. Os santos saS poucos. Todos os doentps cómero pouco. Tudo he por tua cousa. jtK ^ $ A t A’ê$3r !>£<■ «tift-fijt Excep^ões. Ha muita gente, que na8 esta por elle.
  • .1DJECT1V0 150 Poucos homens chegas a oi(en. ía ânuos. Deo lhe muito dinheiro. Tooj- Na5 dormiu toda a unit?. Todo o reiiio está revi Ito. Tem affliçõ: s toda a vida. lncõmóda-iiie em todos o* in¬ stantes. Uaabundância de giãns, e fruta. Todo o inundo está cm paz. Deos creou todas as coisas. Todos os dias se ira. Disse-o na presença de todos. Todos os pcccados se reduzem á soberba. Todos li dl 5 os olhos nelle. Todos os empregados recebem peitas. Todas as vezes, Sem tnachado naS se corta o pao, AfiJA + g flfeí>z,A£A I íiffc S' dl<= teto»?» 5Z&&<í’ -fef-. Éfs —^ —®?t&#f|ilL zatwiMf ^ ± St M ¥4 0 B -«ff «IIS PdJ fólififM + $ A # â ÍÇ f.+ 2, /|r A £ #aEffíísíJJiiífriff-H.S# -bJE A jj£ S & 5E X
  • l!)l SmTJXB Cap. IV Sem mim na5 (sáJcm o* tratar Mo. Scir. causa alguma. Eu posso filar «a olhoi # if 7 a % tu m tt & s m ít ã f & i * n s tí * tó t- & “"'assSB ®sa te.ii se me obscurecer n vista, ±M 0 o Clod,, d... «f * fe a g JJ ¥l ordem. Fêgaa eito. Segundo d e diz, tu oaõ tens crime. Elte está irado contra ti. Defronte d<> tribunal ha barraras. A’sua chegada morieo das fe. ridas. As preposições de qwelaçiô, e mo- fA ^ il'^Jí4t6g'á®5râ tinis RiJ iH i'-i tô M # * 7 ‘ f'p “ s ± flí vimenlo se tJnâo como substan¬ tivos, e eslaâ depois do nome. Dalcra do ro hi poucos tigres. ■Djquem do rio ha muitos sal- & yiJSI — & %. Ê. ft *!■ j£ S if' jST ‘è~ tS ?à '& & >í ft '&f teadures. Elic estava cm pessoa no tii* buual. O teu livro está sobre a meta. Os meus çapatos estão debaixo da carua. .Descarrega isto sobre mim. ft* fâ a ê & f i! M/i 9? £ £ £r £ + tt Mf ÍE * ÍT- ±a# # # jft ±. «fttítfiSTaiÊZJRíJfcT iSig'f’ix A J:* W dt |í í£ fí â ±W4 í-MlSl# — -H-Pfô Euttc elie* ha hum bonzo,
  • 0 chamado Kiam ia diante de mim, e o Ti atraz. Encaminhou-o até dentro da cidade. A’porta. A'janella, A’ meza. 4 Adverbio antei do verbo. Gravemente o reprehendeo. Elle vai de vagar. Elle sempre foge, ou falta k aula, Elle vem diariamente. Elle foi de pressa. Eu o faço com acondiçaó de me na5 accusares ao mestre. Ellc-s niutuamt*. fizerão socied*. Elles amaS se mutuamente. Cuida «o em socegar-te. Na5 tem remédio seuão segui-lo. Uto he só para te castigar, e naB para roc vingar. Só o bom assim obra. Por acaso o encontrei, ou rae encontrou. De repente chegou. Foi a seu pesar. lias de cuidar doi enfermos allegremente. Pfepoiic,To. Adverbio. ft ffii í SP ft ftíst ft ft Z%o fe5l7«Hf!lê'ãW *3M'à¥.íftn 4,t?h iitz 0 s. t ft ft 7 a W
  • 153 Cap. /F Sr.vr.i.v « %mMJL IB # - Como pôde suceeder istu i ^ 51H-J ^ 'Ift ^ ^ ^ Como huma vacca montêva. |jp |p] if: - ^ liji ^ $P JS A* maneira de burro. #p i; ft^AP®7Í/etíl ^ai<,a-maçi,jí'’ vRylT, JS4I&ÍS •JW, Cl,„o hom «ego, ..oe *#$1 Falla d.reclainentr, n.S uses de \ pj£ s’f, l)a-ino de bo .mente, senaO |j, £J jg ^ ^ ^ f/K ,iru"loàforç“ £ j**fcBll2 T> Fin quanto le uu$ dou hutmi **#«*«#■3* iiiP’J JfeíP 11=7 íftS tHSf A7-&#Síl*Míi£ tfc*l £ »i 71& piaiTii Po, alii I..I pur pouco o.i fl JÉ ft _£ / fill Éíl cub. ua «panei». *íjcí-t ft I® í !$ Na# lin.ia acabado de fallar, J)g pjj JE 7 '/^ 6 3 ^ |=P IH lS§ ■juando chorou. ffij ’/H Í£'F Reslituc-lhc tanto, quanto lhe f, t y-- túnica nova, v?ste a velha. Reconcilia-te antes com elle, e depois veremos. NaS vas lá antes, de te innmlárem. Nad sejas taõ grosseiro. Justamente o sentenciou. furtaste- irattT Elle primeiro me amou, e logo fl&£*a*ABtt*43tíl:íí3? me aborreceu.
  • .lureiumo íx.f£ E»te empregado era ruais vale* roso, que iulelligente. Xa5 sáias pela poria, por onde entraste. De nenhuma sorte toques nestes. Afortnnadamcnto me livrarei daqutlla calamidade, Elle nunca pragueja. N unca inais hei de assignar- me. LogO(|ue viu, naS quiz. Verdadeirainente be meu. Sempre tu cs culpado. Ei lo alli. Ei-lo lá vem. Isso he, que eu uaS sei. Isso naS sei eu. Esla palavra he que tem sua dúvida. NaS se segue do rei ter dois tí¬ tulos, que sejSo dois. Quanto mais elle crescia, tauto a sua virtude era maior. Isto naô pode deixar de se ave¬ riguar de pressa, Quem diz melhor, elle, ou eu I NaS ha quem naS tenha os olhos póstos nelle. l i /i' è' W M t tLitffi M> fe A & 5É £ «P! ?. l í£ ffl m tfi jfc A Zn% Kit® pjfa Z + WZmÊAéPJMXilt t A 1kã%XMA*fôtèX!>lA — 9 ti * Jil' I® ® ÉP-f»# 1 íí aiíá^íÉBPi AW!M. A PP itL fp| £ di A^Pt— 2 ~ 7' £ W ® dí W i fl f ii 6 li f S £ t d- 7 í* ^ $tS 13 * >J # $ ffc
  • Cap. Ip' SrNTjx b pg# ■ » n^c|i.i infer?, nne he certn - $ lit 7 S A fj£ Ú'l 5k pH 'í* A ,l§ 3a ."*•-.*?.*T-T**«* M#***®#*^» grande exercito coin disciplina 14 111 A ^ ' >i/v he fiicil veneer, assim sem ella o A 3 ^ jêí "^F ■» F* ” ' ^ - \ ,^7 $P he ser vencido. ^ $ |{* J| j$ &(] #. ft $f jffr ',f f, — *1 & Como me conhece, ? £ *g g fA M f/lt Como se pode fazer, o qlie dizes? Como militar, he valent pai de familia, he miudo M sun oe — > ’ ■ rou e, conio id, ta f/Jt ^ pflj] ,'([ í"á ffji ft if® A#S«giJI Bm« ft) ftjf * for humn parte feme, pot nutra ^ _ __ A rua virtude he tad superior |^J ||j fj jii [p] T-lff ^ A ““ ÍH '; ir^'csr ° "5 ” '**■■* ® i s -ffe ft ft? m a •& iVssoalmente o vô, couve, 818 m i m t ® ftnantn mail difficil he, oquee A t^ft (t&jtll K|£ fi ft? A A A .g/fiff i,I*,1;,t ar.i"„V7. r; it if i'i # ij; it A o 0 ® ft a *h f # causa. Mais por ambição, que por patriotismo. [lj H § ^ 4i' A H '& M tíL Estou mai, prompt o para ouvir, |g ^ Jf| g PJf A Çfí ^ SP J:#S^ttíf»jR pHU. Varre,, bem. ÍTÍft í tf í « ^ «f /I * Ã ¥ P.lle anda de vagar. 'fill ^ ]Í$ f>sc A M ÍT {$ Qk Elle trabalha de pressa. Depois de comer he bo u passear. í2*tSi*# f t ffl If« H iiftiaiii turbado. ^ ^ 8ÍÍ^ ^ iU* g ?L ^ ‘C? ®^}j pX Elle antes de morrer fez o seu *!$. fíl3EW®iIS75t# terumeutu. U '&W= Í ti th fi M9 t|tie tu para faltar Excep Se*. Aiuarra-o bem apertado.
  • -A. IU Co.\Ju\CC,.,0. • 30 He regligéncia, e grande. ^ J| ft'j — ^ 5 CoKJOitcc.Jolem a mesma posição IMdÊiíi fl«2# i-t tí^PP g a íflii pro be hum all,..rio. ^ g. fi rffi ^ «S «mdy oaod,, „ dip., temo, na. gj jjd £ £ ft ^ f A |t|J f f j£ % » Se podes firgrr, foge, $*f $ j| 0 # flg M S B*f fê 86 PPI8 «Hit Se compras, compra.se nadaca- || ,j|f j| ft 'll! M A ^ ff jí JJ l| -f$J| ::: íp aís® ámx&&&»$% %-tii Ja natí digo cu, nem tu tenr este '[J§ jjfe ffc "Pi êpf 'j ri ^ ^7 Nem Tu, nem Vam se applicao .tilr^iá;. ao estudo.
  • 157 c,p. IV Nem he bom, nem máo. Eu nem mexi com a maõ, nem abri a boca. Até aos Santos ha coisas impos¬ síveis. NaB só tem emprego grande, mas também casa rica. NaB só en tenho estado, mas mi- nba irmã menor tem, onde se accõmodár. Tendo, entendido.que elle usava de dólo, fugi deite. Estuda tanto, que dormindo repete liçoens de cor. Dormindo repete tições de cor ■, tanta he a sua appticcação. Este tormento he taB grande, que mil liuguas naS o podem explicar. He taB velho, que naS pode andar. Ama-o tanto, que o naS pode largar. Ainda que naB.qui ira. naB pode deixai de ir. Ainda que naB tem literatura, tern eloquência. Ainda que lhe dês satisfação sem¬ pre te ha de querer mal.. SrtiTAXK jff & % # & Z 2? a iff ft T> 9. ft # # M S *#!»£** JSiííilgíPAT Mtii/AT.mãMiíSêZãWM fSftilf ff f f ft a &jr%sZT'fáÊMpZi£fôM1$ a ÉSfjr.gifJiS7s#Ã7* SC+ttS u zStMZtfâiiPMiU m*ís**«if*w . _.
  • CtNJUNCC,AO 158 Tanto importa, que queira», co¬ mo naS. He lei de todo « mundo, que o hospede tenha o primeiro lugar. Eu hei de ir, ou concfidas, ou naS. Para que se emende. Ou hade bater, ou injuriar. / Ou cedo, ou tarde venha. ¥ t sIMí a ^ rs M #13?# pH Ou tu, ou elle. Se na5 es tu, he elle. Pódc, ou naS ? Pode-se entrar, ou naS. Obra de modo, que elle naS sus¬ peite. { A oiuc,jo incidente precede. Ja que tu naS vens, nós va¬ mos sos. Vai com elle, se elle quizer. Eu sempre o amo, ainda que elle me trate mal. Excepçõcs. Quando ha abundánria de tudo, o povo pods naS só cantar a abundancia, mas descançar do « trabalho. %È£ »í SA ft W Ai*) J} & /)«*# hi*# msa*^iíT« sfcigâS É #s £* rJ. «líS&H<-JR #fí H-É-IE.-ÈI
  • 159 Srsrixn PI ^ Cap, rv 7 IXTERJRIC.JO. Ai! I. oh! Hui! Maravilha! Que peualTerrivtl Que extravagancia !Hui. Ah! Oh se elle viesse! Que luucura! Que pena ! Que malvado 1 — interrogativa Pode ser ? E o segundo > E alé quando te nai) lembrarás de mim > Pediste-lhe, ou deo-to. Porque perguutas só isto ? Por ventura pode ? Lauçon-o de si ? Porventura levou-o ? 8 Vor.ES de animaes. Os animaes berrai). As aves chilrai), ou cantão. As aves lamentão. Os pássaros cantão. O cai) ladra. OcaShuiva. O galo mia. O gallo canta. O leão brame. O cavallo rincha. A vacca berra. O dragão asso¬ bia. O tigre ruge. A mosca zune. O mosquito zune. A rolla geme. 1 »lfe ífio 1) o õj fô 7 K ãj fê ■& M Ê d-Sl Ê&2i'-SàwÍM A iUi 4 Jlt § p£ # É 9E * $ # li i( ê TI, JTlJ 1 0 ft ^ "ffi 7 ál-5^ js fí 'à $ i Ás jvj is -t- r •fir © a kj a fií i M tb % SgiS&g áUSl AT-rfSIffll #PE|ÇÍ6®í'JE S*l4aÃíS - Af0 ««I IS*6II®„ #1® ií «MSlf £> jft 'ISo 4 fÉ o4HêãÃlSfc uic
  • TnATAUBNTtr 9 ThaTJUBMTOI. Eu, Eu (superior) Eu (inferior.) Eu (criminoso, ou peccador.) Eu (amigo.) Eu (mulher.) Tu. Vmce. Vmce. (amigo.) Vmce. (mancebo.) — (velho.) Elle. 0 Senhor U. (mancebo,) V.S*. V. lllm\ V. Ex‘. V. Alteza. V. Magcstade. O Him'. Cum. 0 Il!m\ Corregedor- 0 Exm". Sotovice-rei ■ ■ — — Vice- rei. Seu pai, ou irmão maior. Sua mãi. Seu filho ou filha. Sua mulher ou concubina. Seu reino ou cidade. Seu sobrenome, tu doença. Sua maS ou p6. Meu pai ou iriuào. Minha mãi. Meu filho ou filha. Minha mu¬ lher. 0 meu reino ou cidade. A minha doença. 0 meu sobrenome he Cum. {k*mmo isiijêt tU 5» o âí ■«uílfcl&lfHg 3^A0Í® -£g0 'vM^ fwir# ftílf.o Uí [J5L itxlSo t# 'b}&t 'ÍTo ^ «taifo Ac/íi. Para o conhecimento completo deite arliz ■ >rec\to recorrer ao meo Diccionjuio na palavra Tratamento.
  • 1«1 Cap. IV SrsTJXB If 10 PAHTICUL IS SUBLIMES. ]&i Algumas siio is vczcs paries prtncipacs da oraçao. is explelivas se corresponde na nosta lingua so com hum requeiro da voz. 0 Cun he terminação de genitivo e expletive. P,. p„ d» i^. I?CT m ¥ ft >'1 * ^ Ha muito, que saí raras as mi- ^ ^ ffl) tffc £ fk \M W «P t fl3 * * *«* a » ** ** * A1 *» Hum punhado de“terra. -O uaí encontrar o fidalgo de lu ^ ^ ^ ® hcdcrtloo. Mas uaí pude fazer, o que espe- <^[^|| Huma vez he demais, e ainda-e — ^ ^ 7 ^ ^ poderá repetir! A "** Nem eu posso tratar de mim. Eu sabia, que tu vinhas, ffc*P*{3:3fei#;f!2feU^ ^ „ Quando a ( allege ia ) se naí pode ft 7 * # %■ t # ft t *? í» í T dífêiw E. I'U »JE u®I f Itl Tambcm he pronome. Elle. % UtriflZft & Só o Ceo he grande, e so íau o tt toma por regra. £ ^ % ÍÇ ^ 1*1 , Faz, que elle ouça isto. ^ $J| ^ ífi. ^ ^ ^ J. ^ ^ Experimenta-o, que tal. 'fe íÊ ^ 6 ^^JjLvL __ rrt *L Tm Por ventura naõ se ha de offere- n $ f, r> Híj -k m m *" o mm Uleul» do ""I”"0 ^ T I ^ ft I 3^ Tl^ Chau-Hu rnorreo por elle. iSjSÃ-feSE^*#! para o bem delle? Por causa de o amar.
  • Tambem he verbo. I Iiegur. Foi avisar os 'rrs sugeitos, t|ue responderão, que nu5 convinha. Naõ vas la. Para que has-de ir ter com Cum- Xan. Ama huma coisa, mas com excesso. tlv lie prepctição Em. á. •0 rei estava sobre o tanque, tio corção com soffrerei ? A este tempo Hun-Xou era aju¬ dante general. Haja tres annos a esta parte. Quem obra com a mira era lu¬ cros, lie aborrecido de muitos. Morreu á esp ida. Insultado pellos homens. Castigou o reo. Cm quanto a cies, e cavallos. A respeito da casa, e reino na5 teiu csperuuça. Desde o imperador ate à plebe. A respeito de pousar, sabe onde o ha de fazer. Eu antes relativamente aos ma¬ ia.. ouvia as suas palavras, e cria as suas obras. ^ y 162 PjBTICOL.it SvBLIMBt. % í* III m E + A g Pf. #■ IFÍ % % *J £1. “iSsí&IÊ finais a 0 it TE a fc fêíE-íp I* £ ftf ®St#, AiltRflí* *A#*lt**2IA fjTifô AsEflira lefli ft J$ t* A SB 19f t ffl tt fí # ffl M
  • 163 SrNTXXB - ^4 El cop rr Para miro hecomo a nuvem,que passa. Ue manhã, ede tarde cuida nisto. Nos trabalho»cuida nisto. Cada hum se conserva no seu rancho. Também he racionavel Mais fundo, que ornar. Hc roais a gcnt», que o trabalho. Que differença te* disto? Por isto cessou. Tor ti lu .. . mudei de sjstêma Fo he expletiva inicial. O seccorrer abundantemente os homens será humanidade? NaS he só humanidade, he san¬ tidade. iau e Xun naO fora» perfeitos nisto. Ora humanidade be levantar os roais quando queremos levantar- nos, promover os mais, quando querei»'01 ser pro* movidos. Ora quero nte chamar, ficará b d- dad
  • 164 PahTicuLaS StlOtliti Também he expteliva final, E assim se passa .... Tamanhos sai os danmos da vaidade.... Ja na5 passo daqui. Ah ! tinha de morrer. Até elle se confundirá disto.... Que pena ! x n e. n & 8J8#®fêsS7*5Èííf<»,*l íjiôii á(r -f fí # A i rj'li *AfôSET» t 7 f ' . iltAoPl'Ia !$* ãí íê-tiL Também he artigo, e pronome, A calamidade virá sobre si. Vrat', (desconhecido) também conhece a agoa, e lua? NaS fui eu, foraS aquelles moços. So a força deste homem pode chegar a isto. X Dltl&í 51#±aMiK"ÍÍI# Xã-ã&M 6sfft i?7ia f AW* ft7 í'lit# atM ?• Oíh he conjuntiva. Os homens uaS podem louva-lo bastante.... Levou-me o bote, e foi para o occidente. Suspende o cinto, e faz-se magestoso. He vil,e arbitrário a hum tempo. Aprender, e exercitar fre¬ quentemente o que aprendeo. De repente se apresentai vi¬ nhos, e guisados. Pois que he, senaS despreso ? Falo-hia eu sem saber ? 'pjjj @40® A7 íí® H# L & #! # IÍS & ffi £ 7 aíi &lP •& #t-í_ 4i 1§ W f1) iff S Sa® I& ft ® ?7 #» «#.**<>£ iflífjs S a 7 $ í! fÉ 7* ã * $ Hf
  • 105 I'll $ Cap. iy jfii Syntax a Só este he, que o sahe. Aforlunadainenle naõ estava ninguém em casa. E que faremos agora ? Querido discípulo, daqui por diante saberei evita-lo. E elle respondeo, que sim. Isto só, e acabou-se. Quando se toma mais roupa (no inverno) mostra na<5 ter preguiça. Ha occasião para os empregos.se os na5 conseguires, então irás. S 'l' À íl# S í0 AI íP Z ^TÍfift&ísA^lSWíSA Él 4-Híâ 7 í)T;MS®*Síít2t Também he expletiva final. Acabou-se: agora os que seguem os empregos estão era perigo. Espera-me dentro da porta, ouviste? % % !7IT404-#tflÍ#7 1 las he expletiva final: indica ímphase. O melhor he fazer a coisa cedo... Muito se deve ao seu poder.. Melhor he trata-lo com mais alguma cortesia, Tres vezes o intentou.... Nem se pode nomear.... Assentado observa tudo, bem co- ffll M, Aít-fft^ltPWíPlU fl-Hfi 'KfSoHiif I AT>lí?- mo hum espirito. ò
  • Particvlas Sublimes. 166 Também he expletiva media, ou pausa na orando. Passa-se bum instante., lá nas- f—&#iii tu* ce a lua no monte oriental. ^ mn w?$ ibz± E.colbe .in,, o ^ J, f{lj Zf? fjf f 4 | [fjj ífi #£ Dc louge ,e,.,.b.n,..e,e,«. Ee, que ‘ilMliín^PKíf Bifc-lil Acabou-se,... He *g,i,.... Ê A # ® * — A' I idade avançada. íft à ^ Também he expletiva inicial inter- «57 -iej; ■?:PLa.-fr u, rogativa. ^ Por ventura precisamos de adu- jjj' £ life ijj — 4’áflli'fê^ jtáfe áá lação ? Este poderá ser heroe ? Como sabes, que o futuro ha de ^ áP3lfl*7ííitP4-5Ê ser peior, que o presente? Cai he expletiva interrogativa final. »»psc& Oceo o fez; e que diremos a isto í Como 0 pode fazer ? Como se pode esconder o homem? ¥ _ .1 AI ^ Faltando Cuam P"u, quem pode- Ã Â$í Ok \ te Sr ffó if5 « af*S&l*tÍ*£**l »_..L .o. n k // a :S. rá chegar â sublimidade do Senhor mestre? — mx /u ^ •* -«w o. _a_, Irt. . Sou eu algum cabaço? (sem 5f/| iM" íífe ^ ^ i51* ^ ^ F3 -S* vE- i sentimento.) ! ~-»* -*-n eC I /fo£ v¥rl ,i* Eu sei-o eu tudo ? na5.
  • lOt J7EJ tp. Cap. ir Será esta a naturêza da agoa ? Verdadeiramcte que sentimen- tos são estes ? Para que veio ? Também he expleliv a média de ad¬ miração. Qua in recto nnS he o Senhor Xe-lu! Eitehe hum aabio. Que honito! he como huroa roda (alto.) Elle toca a pedra sonora com segunda intenção. • • • Sendo assim na5 falias a pro* posito. Também significa Principiar. Foi a 16 da Lua 3*. (quando começa a obscuridade) que marcharão tropas contra Chou (rei cruel.) Eu (imperador) principiei tio pequeno lugar Po Choó he artigo. Pjii Sr.\TJ.\B siitii*- * *Jf ^ jâ. ^ \\ & *0 % £ ia 3t Sflííat r^#a*i í|, 4 iÊ i 9?; A. * Jt* % -T ?1 & A -1 # « js fr @ 5 ^ * i «i pjf- £ f I« # @r t* -T # £ St * ffi íS 51 49 •& 1* = /) + A 4 »f> ffe #t A justiça significa conveniência. O veião he o descaoço dos dias compridos. As chuvas são o descanço do bom tempo. O sabio tem tres meios de per¬ feição. f ^«iítAg!S4 S3cWSÍâ*0ttAai0 2ê£&. •p S âír n$ #1 -jk ® $4 Fi pB Iflt è ©■& Também he terminação da parlicipio- Cinco ou seis que tem barrete (casados.) 3t *11$* À í
  • ( oisa iihl s 3 Ir.s au igo», e
  • “* Ifl f c.r -r A Vmc*. estabeleço tr*i lei». Também he expletive midía. Tu tim alguém por aqui? (capaz.) Hum epUáphio honorifico »e prava, e o» defunto», e tivo» firio satisfeito*. Governa *ei». é;lea* (de 4 cavatlo») cotu toda a f .cilidai.e (déstro.) la he expletive final interrogativa. Para que ainda com penna ! 0 examinador da eloquência, na5 tratará delia ? A,»r< ndendo, passará pelo de»- gosto de nai se avantajar a out.o» I Penso, que Vmce. tem previ- den.ii. X, s era» tu, que hontem ã noite V ando, e cantaudo passaste por min. i lie isto vindo do Ceo, dado pelo» anjos?. Ti tí iem he expletive tie duvida. lie, ou nafl he ?. Viste-lo, ou naS ( Sf Stmtaxb % íbtm *—Í# # 't a a $ fl # 7 JJj] Hlâffi. % -fí 18 f 5S»?i £ M =6 íS- i M 5Í % £ 5f. tfex ^ £ 5L £ -tf. É& ^ m „ ®^cífejs«^ífeJ.^WiE % ^ í flí W _t SI *4 i^ ^ 1,4 5tjt iS 3 '1' A t? i* & J£ $ W íitWIS ISI Si ílíítis
  • PâBTICIIÍ» SvBltEEt. US Ia flí expletiva final. Humanidade he homem. Tf m este sentido. Ora o que cila rac diz, nn5 ha lisonja. Por que lhe he semelhante, o ^ -Sfres ■■ ? Ao que está da fo-a ni8 se deve dirrr. Por que est.h ta 5 triste ? Tamtam ht> rxple.it j. J rmlnanto. N S balai. F.dt;.# > e as postes. He bom sábio. £ ainda de?e retrahir de demon. das.. K ainda ha de atirar ao arso,.. Também he exp.eliva suspensiva, At suas palavras... snS boas. 0 vicioso, quai.d j tem Llus.,.. disfaria-a». find es to ? 0 honrnr.ot pais, e respeitar os irmãos maiores, be o essencial da humanidade. KuS a tendo, he fortuna til 4L f? tT« A I s a iit 2 n i stpBiâ B S-T.S®. *«4Çâr«liS:g2| fimfâJIÀS^ASftl fô fl iSIl f- % ftíítit S. \\fA i5 S A 7 tí ^ H M I tfi —jÈ-áWfflsKlMT X © ^ & a -te íá M íí pJáà S ??* it Í It s K >J> A íf 1 &--£ 31# t 6 d. A^iâlts*^: sg&rãfêíÉ-fcfêrjíS? gySW ffiU&tii» # ®£â. morrer,
  • 111 grutTJX « M Cap. ir Tambem he expletive inicial. Ku bem sei, que he bom dou- ctorar-se moço.... Eu sei, que as cartas das aldeas, ou palriasaS cada vez mais raras. Hu he expletive final interrogativa. NaS aprendeste o Ceremoniali NaS ha tambem para gostar ? Pode-se obter hum sábio com fazendas Í (que ellc despresa.) For quetenaO vas? Como virá a ser rasoavel ? Pode deixar de ser coisa de virtuoso ? Poderá deixar de allcgrar.se ven¬ cendo, e entristecer se sendo vencido? Tambem he expietiva. Acabou-se: eu nunca vi, quem fosse ta» inclinado á virtude, como â luxúria. Mas nao ha hum tal homem.... % mm*# B3> @153 *£«9 % mnfois?t& tÈ **!**&£ & X t $ i fie.-.-. ^ â. ff ^ c ‘-ffl: J*j tíl (kl l - À$n 7 MX t* * 71 ^ $ gg 5t IH IBUfrflS*» SÈfttfflfêWAT
  • 75 Partículas Sr busies. 5C& •V/i he partícula conjunctiva. O homem he a intelligeucia da natureza. Isto naS lie outra coisa, he paixão. Experimenta se pode, e logo o deixa. A meu pesar o dei á gente de Cham. Eu na8 quero imitar ninguém, o queen quero, he imitar Con- fucio. lia bous g< n os, e ha maos, quauto aos afFeçtos, todos servem para obrar bem. Aíuda que siiVamos com todas as forças aos do Norte, sempre padecemos j chamemos pois os velhos, e demos-lhes parte. Isto na$ he util aos homens, ao contrario ibes he damnoso. Passados aquelles limites, lie que fica livre. Passados 50 annos, subiu ao ar, e morreo. Ha bordas de campos, e de leiras; Hnns sa8 santos, outros espíritos. 172 Tjf zviti m k\u m zm a iit ft| •(6 lit ti, ima i fit A # m $t 10r f gij ?L ir -tíi A$;# # Úí £ 7 g 09 S íiffi f sí eJElÍT ÍaAWSí r* * * M A $ # f# ftfln é #2, ARM#* & iro t # íl & v *0®+#Sfc3ET *£ +«Bolins SE ffBlílMMilli® ^fiAflâíÍA|Slít
  • 173 Cap. ir Syntax's la he expletive de duvida. Na5 he hum sabio? respondeu: Sim,e talvez naS...» Elle contprou-o, ou roubou-o? Talvez naS.... Esle he o fundamento da prática da humanidade.... Se ha de ser gastador, melhor he, que seja parco. *tÍ7*fiT s&tZ\W’9>Z\ iSS-tt* i Mít4r^'fô-8L Também significa dar. Quem da, naO pergunta, o que o outro quer. 5t M &AGWr1M« Ia significa com. m «ta Queria fallar-lhe. Porque uos disputlo esta terra do nosso reino de Chãm. He mui dado. Se eu ua8 sou da especic destes sujeitos, de que especie sou ? He coisa minha, e tua. Gosta de sociedade de manhã, nimií,, $ Mèi li fl ® ® A % # ttTpêSLÊ A R li íí PIS5E (fWA^tlIi' S-f ^H£IDA«# 6*1*21* e de tarde.
  • SíSÈ , / he expletivafinal. Acabou-sc. O seu perjuiso he ja demasiado. A mioha doutrina está esgotada. Nem o tempo basta. Applicando-se hum áo estudo, tem ordenado. He só fallar claro. Antigameute hum meu amigo assim o praticou. Ainda que o queira seguir, na5 tenho meios. Também he expletiva terminante, Ha de vir. Os amigos dos homens sisudos, também serão sisudos. Quem se reprime, terá poucas faltas. Ja lhe perguntei. Se mal, perde-o Sabendo, que lie illicito, coutem- te logo, e para que esperar até ao anno, que vem. Também he expletiva, 0 odio, e damno feito aos raais, he já muito grande. Ja estou muito acabado. Partículas Sublimes ÉS nf ft -til 7' f / a 0 tr- ^ Jê I a#***#®»*#* 4»1 f-liÉiS EI »8íÊ fô—M7 Z% fc4i lEftflíi A-ffe^ » jm * « « â m se tf&f 5í IS W#l6 «8S A M77»# i áS;# 211 Att I«
  • SrNTtxB {7 5 pi *1? Cap. ir TI:i muito na8 sooho com Chou* (II Til • (.1/ lie expNcaliva Oque se chama ceo, <|ue quer dizer a'to, oaõ posso deixar dç <> respeitar, e o que se chama terra, que vem a ser extenso, naô posso deixir de andar a pequenos pas¬ sos (respeito.) Com isto quer explicar o sentido do primeiro capitulo: Na5 se deve deixar a verdade. Quer dizer, que nos séculos an¬ tigos havia, que.n u rO sepultava II* JíitIS. Ta ui be ui he expleliva de incerlexu. Se ha quem o faça, sem o saber» eu naô. ('ll11< quanto mais. Quando hum exercito vai a bu- ma remota guerra, or reis remo¬ tos sabem, e se pieparão, quan¬ to mais se for a mil lis de dis¬ tancia, quem o ignorará ? Quanto ruais, se eu naO tiver exeqnias «olemner, morrei vi !!• estrada? Quanto mais tendo o virtuoso rei Vcn morrido de cem annos ? V‘. Md*, quem pensa, que tem mais humanidade, c prudência, V*. Mde, ou ChuuCum? ! | th 0 JâL & àè m' am. ef % n J6 ,15 W 7- Si * pP flí * S* & Jfttf Ííè , _ * ffl % t % Sf 11 ** Hf M © m ii à3 $ S' # lâ 7 ^ W 2 S & fèiiiiAr.aiiftxf M-tff as # a r* w tt # T» a i#< s| #7» & S5 ff- 2 4 B. aJi-te A*Mft*±«ZI<&=P S£íi PP&2. 5E« ±.£» lí «Ê fi'ft «TSt ss t- M ét it lift #r * 3£ 5i — il
  • FjtTicrL/t SubLtubí. Sendo avsim, até 01 surtos tem falta*. It miem he er/itetiva de dnviila. NaS sendo rerto sepultar.se hoj<-, éutão porque nSo sj leva para rasa evta noite! E ainda di á, que tem rnaão ? 8e fi'eules ajuntamento, til vez Berei* agarrados. Serve, ja para deleite, ja para «e manter. Tuml/cm tignificu: Sem regra. Nas acnisade* sem regra, he hum iurnnvtaat-*, e como de* term limit os mai 4 â ír í|j| SAíSê *1658 &IA# êPSF4 I g Í1 íf tf & Miê tf fig tf* *7 fjíjfi p *'#tf;É?£ ÍT*XíÍt&i!í ISTv^ÍTST.Tv^ ti 5 A-ft # « * I *1 ffi A Ítfí í/f *$*§.,
  • 117 Cap. ir trxTJX* n Os mesmos estrangeiros do Occidentc, e Norte nai se desamparai. Nio obstante p sobredito, sempre recebo isto, e depois hei de voltar- Eu, ainda que não aprendi, com tudo ouvi fallar nisso, e o sei. [ he expie ti vii. Para. Com esta disposição, pode reinar. L
  • na Que he eoraçío ? Pensei, que perguntava» por algum homem extraordinário. Quem »abe esta» tre» coisa», sabe o meio de ri fcrmar-le. Vc-Jc Não ha remedio. Que remedio t por huma parte teme» pela tua tropa, e pela outra cahiste do nte. Elle não cuida de si, não ha remedio. p.lle não cuila de mim, que lhe hi i de fazer! ChiaM'Vo Poderá dexiar de.... 0 qu« *o chama presidente do sacrifício, poderá não ter coi»a álil! Poderei deixar de agradecer, in. do em espirito, sem precisar ir aom o corpo ? .Talvez não tenha diftsrcnça. ]í\ PjMTlCOLAt SVMLIUÍS ft 'A -U’ 4 fà I £ IS *- í § I T ÍP *m Bffi tófítt t £P fi - ^ H'l W J3r i # sBtife tá b # ft X & fê ft P* & ffi ^ 4 trSi "f ds ”1 íw ll£ íftj iS íB z&o «***8 e.7.ti« ô 11 fj fiK í #í II2É ^ ^ j|*'J£ *ll fé fl ^ rfn 'X ^ ^ BP
  • m pg ^ Cap.lF n SYNTAX t FIGVHADA. Figurai, , Tropo, Maio,, tinia que pouoo, tem mm, em Chim Fliona*mo. Ye-o com ou kim olho», € outc* o con» o* «eu* ou?idol*. Paly<%'tà tan. li* avo, ho besla fera. jtgora, o depoii. I? i # <& ® k fi i& •fcg ^ í> íl MfS t ffi íá Anéphtrt. p.ije dormindo, dalujar, da* ntaiioir «, o d.»palavra*. (quando «,iò *j4 couvcnieute».) -S» □ ./y fe a doutrina vai florecendo, hí ordem celeste, «e vai decahindo, ffj 4Siíísif 2 «ír •&$*.# dl lie ordem ccleite. iãírsíUãfift#*. Ta por que nn5 aprende* poe. f-j í'£, t f A. C» sia? a poesia hc capa/, de mover £ /]* £ fpj ^ idTp > ^ Epànnio,. O homoin pode enjjr»nd-cer a d l mia, ( ipren lemlo-a |) e oaO 8 OImjIruid o limi t il* Afr» ff ± « 3? r- ffi ff A # k « Hpunadip!i,i*- Q à doutrina, o que elte chama dqolrma, 0 -6 ho, o que eu ChamO., Ariquc/a he inferior ao talento. ymnitnia He «Iiseeptivel de vergonha, do confusão, e remorso. ft «. * ft 8 K HM'. St a S S « iâ # « W 8 Mil* tip >}• fè a at * in * jinlanaclásis. Se o irmão meoor na5 cumpre o *eu dc?er, pega-se «m armas. — t»í8*!í#ítifT#íS*T
  • FlGVlldDd PÍ'ã Ploce. Naquelle tempo Iam Hu era tigre. Epanalépsis. Ora se quem tem falta llie consta, c ainda he reprehendido severa- mente, que felecidade! e se tem quem lhe diga as faltas quotidi¬ anas, e elle entra em si, que felicidade! Epheuxis. Ah aguia aguia, como está rela¬ xada a doutrina.... Climax. Quem quer ordenar o seu reino, ordena primeiro a sua casa, e quem quer ordenar a sua casa, primeiro se reforma a si mesmo. Quem Ic versos, na intelligencia da palavra não prejudique a sen¬ tença nem na da sentença o sen¬ tido principal. A verdade naS se extingue, n .B se extinguindo dura, durando se manifesta, e mamfestaudo-se chega a remota posteridade. Po/t/plóton. Batalha reino cora reino, e po- t.S0 4* mm iff 4"—í* Aíi féWÉlt* S3 tt 0É & 7 8 % ^ tô # A » A £ B 1ST TsAWdíSi# Kl A »S,J»J»ífefr;E*3SJS7 íJͧ ZÉ. AgffltfôHíf tibMMWf t áSr SíífetfftfóA Spirit#-rg- ^ *ISÔ?A?H f §%%% 0 g £■**,&» *,6*6 A, Ji A til. B'JA,AI'J$MÉ!WjgiÍ i±lãl@±SM:lsl5a'#FI Rflf Ui JjHílfg JS-SAIfl#- vo com povo.
  • Cap. IF 181 SrNTJXB Quando os superiores venerão os seus velhos, o povo principia a venerar os pais, e se os super¬ iores respeilão os seus maiores, o povo principia a respeitar os irmãos maiores. # % i M ft# if f£f ifnUtffi#» KHig Periphrasis. Qnando ja o sol declinava. Ellipse. Segundo a lei imperial, o impera¬ dor tem mil lis quadrados de ter- ra, o duque, c marquez /em cada hum cem Us, o conde setenta, e o visconde, e barão cada hum cin- coenta. Quando hum chega a 30 annos dc idade fica firme, quando cliega a 40, naS tem duvidas, e quando chega a 50, conhtce a ordem celeste. Protcpse. Os dois duques Han, e Fen forão os primeiros fidalgos, aquelle era recto sem dolo, e este doloso sem rectidão. Ien, e C,ãm ouvirão a doutrina^ » sendo hum esperto, e o outro rude. Sylepse. A palavra sobentendida está no ultima, ou primeiro membro, conforme cila he inicial, ou final. Se naõ lamenta este hon em, a quem lamentará ? NaS será facil, que o rico se B â -t Wffl® ã w# ws -t+a» f «>'. t-a A f|J E+JMsfcmf ®] E + M ffl'P IÍ!§fil5 + SÈ®:Ít3cfài —+ Ifn íl ác S5 fe & IP ft A It $s it —* + IE íS * tf « s9B-~ + ti PÊ # iH 1 * ÍS * 9 Ãffi^ilt|i)ãE®^:^#Íl si® *IEH'fW+A80r#jt91J&— —BÍfl# %% -k k âWii+A£$!f8 a-#*A;£;g«>®lgS s*at^ii-*+AjirtSífí#8ífi:
  • Figuhjdj ensoberbeça, e o pobre lisongeie? Onde está a lei de perdoar, e naS castigar o ladrão ’ dsyndilon, He extenso, grande, alto, elaio. Enállege. Até ua grandeza do Cco, e terra os homens tern,
  • SrNTJxa 183 j/j| % Cap. IV Com que se ha de tirar a tristeza? ^ fUMKR rTfflM “Z" " T“'C’"m M fí If S , 1f M ti Ht NaS se pode passar sem Chu-Tõ (orador.) StA*T F*) JÈfóf^HífíE Toda a cidade sahiu a recebelo. Todo o reino está como louco. - ■ '-- - - lie toJa a parte concorrerão a O mar he salgado, e o rio doce. ^ ?]( /pj 7jC M Synèdoche. _ ._ ^r. Hum dia parecem trrs annos. (f«* fH ^ B ' Todos os os grãos, e frutos, Liplolet, Tudo sabe. Nas que tenda. Palavras mas, naS as diz. i£* ■ á:^Pií ® ^ iâ-ír5§ â4^^s*l£ IJy])èrbaton% ^ Eu a respeito dos iu«»is, a 411cm vituperei, ou louvei í [ ^ J~ J\. "tíii pjF OfÉ Kâo me lances para longe. Parsão-se os dias, e mezes, e os 0 ti i± í ££7 annos naS ficio comigo. ^ ,|Uero se*lu. ^ ^ í^* ^ Coin todas as forças, e cuidado- j|'M yfy à H dl> ;# Tmesis. /Tuida que seja cocheiro, eu Parènlhesis. Naquclle . inpo (ainda que n>5 í|| ^ empregado) devia ouvi*lo, como os mais. __ m 4 ® £ A'o/fl. si gora se aprenderá huma ção de Diálogos, que se acharão adiante, e oalca de Exercícios do artíge seguinte. I
  • ExERCICltS cat 12 EXERCÍCIOS DE SYNTAXE SUBLIME. Diversa Sentença com diversa posição das mesmas palavras, Calcúlo, que dificilmente se mora muito tempo com 'Kíè Ha muito calculo, que lie difficil morar com o que Vmíuo^rhaCmt£dreM,,r,,,CODheÇ0’ ^ ^ ^ A ^ sabe, que o fado lhe lie conliârio. ,oe° ” 0 sryr."* Ih&2íí1j&íj«&*bmiíI NaS tendo successão parece, que quasi se llie prendeu o coração, e a doença por isso se aggravou. ^ ^ ^ A na5 ser coisa duvidosa, e trabalhosa, naS Ih i digo- Coisas custosas, lhas digo todas. S f• # ^ Deves aproveitar a aberta para vir, naS esperes pela ^ NaS aproveites a aberta para vir, deves esperar f PsSJ4í?#£4 A este tempo, quando se naS esperava, que chegasse, a mulher de repente veio. *7 , A hora inesperada, então de repente chegou liuciia 3^ Jqí* “* mulher. Por se queixar da raridade das visitas. Poi que era accusado da indifferença mútua. Sa Vmc'. for de pressa, ainda o pode encontrar, se .-/j. <4- A&. i-n QKi A* -rt tardar, naS chegará a tempo. >t3 sUi* IX |PJ "Itj" Tm >£, *3l Jfty (X >V amizade, e naS chegará tarde. ffl # ® £ 14 a s® g levantemo-nos, e foliemos da pena, e 0 $.*b az» n&mMzm mais nada. Desde então logo ílcou perpétuo. E logo sempre fez isto. 0 encanto das mulheres faz a cidade infeliz. iisfm.ti Vítima sutiãs^ iMttfc 9# Z it # íÉ £ IÍF A infelicidade da cidade são as mulheres eucanta- rtizm i
  • Eâmcicioi ,v r ’ J3J ® CaP- *r For outra parle naò sabia, que arle se devia usar para o consolar. Como podia eu saber, que oem ainda convinha usir de arle, para o consolar ? Se acaso conseguir fazeresMne teu cfi ido, terei que metter na boca. Se conseguir empregar-me como criado, —— Ka8 posso saber muito do seu principio, e fim. ^ Terdadeiraraente naô posso saber muito [da sua oiígenn Quando me lembro daquelle tempo, parece, que fui hóntcm. A cada instante me lembro daquelle tempo, como se fosse honteiu. Logo fez dissipar toda a rudeza. Tudofe* dissipar logo a rudeza. * Aproveitando esta occasião, em. tudo ficamos des- cançados, A proveitando a occasião dos negocio., este corarão lira descançado. Nas contendas com elle ainda que vens is, nem per issoes valente. ■■ nem os militares vencem. Poderá elle dar hum copo pora fui r este faminto sugeito ? Elle com hum hum copo poderá laser, que este su- geito faminto se farte ? Em fim na5 posso mostrar em parte o affecto de irmão, e irmã menor. Na5 posso conseguir mostrar em parte o affccto de irmão, e irmã. Naô estou deliberado, pelo contrário reputo-o por sonho. ——:-e o sonho me parece realidade. Travar inimizades, ainda menos convém. Mais convém naô ser homem de inimizades. Ainda que moramos juntos, nunca nos falíamos. ui nem sempre oos falíamos. **»*###*#•* 7 jt % * t MW £ JS # PÍ lfj.it jfe ítp flfcSS m Z % i% tâ Íê T'& M A íê -> Èt«30c 2 i# A ííc >t Z Íh tE fÊ ssas*** &AZMK
  • Db SrKTJXs Scar.iMa i»a Take “,rtro,!0»-—* rtffE^anfcjRB# r";."-- *« * * * jr a m * '■* pf« * Umb,, quepns,,, „.l8 mefiar „a eloquoucia if TH* IT - -r A ,» -rlf eapo.ar-me na ordem. 1 UC,a* EJ PJ ■ X fig fj? ffg p] JÇ. M ui < .)o,adci o fim do prazo, ein tre, dias nag volta. feSlIH Q -fç Mas t> mlo chegado o prazo ao fim, mais trei dias .Ur* '/ft 3? -Ac. _. rt , , Eidão percebi, que pela minha ruina tinha auio. apren “j’’,1’'"'1"' i"' « i“' -nradid^ 0>d. jfè i|s ti 1 ¥tte ^ 'am b^"‘« **•* «'« gente & # 4g # # ^- j| =f g* A “Símr ° *eu p°,,e’te'" e™** d««e- ^ % %é $ e j; >)? n a Amuila duvida, e medo, quem na« sabe. atnbue-os ^ ^ ^P .íií ^ ffj a génio travesso, e vaidoso. K. nmiu d„,id,. . «d., j.|p, h ,||Í ft # a B f§§ * » genio, sem saber, que hé travessura, =ij£ Fórça o riso, para perturbar as palavra*. mwtixin A* suas palavras são confusas, para forçar o riso. ^ |i| jjJj Para fazer saberá remota posteridade, que entre os ^ ^ ^ ^ A ^ * ari.ija i!o, taiubem ha homens-honestos, ,,±. *i-» Tambim entre , a viajante, ha, quem faça saber aos ^ 7pj ^ Jfc -f £ £jf ã£JilÊ.z&&ji j#£ remoto vindouros, que ha homeus honestos. Animo n moços, einsiuo-o* a esforçar-se chegada a occasiãii Eiuie os moços a esforçar-se, e animar-se na occiísiáo. Na« fh 'sou a arrepender-se do que tinha feito na sua vida. Nnjí i ' r de arrepender.se do que costumava Uif.t na sua vida,,,
  • ExBBciaoi 187 0fE Cap. IP Qualquer o pode evitar, como Vmce. So Vince, o pode evitar. Acordou, e lamentou. m Lamentou, e acordou. Aquella crueldade ja se extinguio. Aquella extincção ja he grande. Querendo propagar a suo arte, o reputo impossível. Pertender propagar a sua arte. I e impossível. Vejo*meobrigado a vir com hum mancebo. Porque naS vens com hum mancebo ? Esta maldade naS teve par na antiguidade, uem nc presente, e muito menos se lhe pode dar nome. NaS havendo agora, nem antes esta maldade, main ÍÇ W E $ ik ilfé fé - & * ípJ M 4:ii' “ fé & Wi Êí 1% & & % TJíà pode naS dizer-se o seu nome. Por isso se eu o puder encontrar, e naS vier, cu chegarei primeiro. Por isso se naS puder vir tom elle, ellc chegará primeiro, que eu. Desde então naS havia noite, que naS viesse. Idem, ou desde enlão sem anoitecer na5 vinta. Talvez os gastos sejão grandes, e eu na5 teiha. força pa ra o fazer. Talvez os gastos sejão em parte inúteis, eis forças uaO o possão fazer. Seguiu-se, por causa da pobreza, désanipan-lo logo. Por cuja causa seguiu-se a pobreza, e ogo se— parar.se. Tenho recebido os teus favores, e naS os poiso pagar. Vmce. recebeo favores, que na» merécen recom¬ pensa. Perguntou-lhe, quem era o marido, e respmdco, que uaS o tinha. Quem perguntou por marido? respoideo, que ninguém. >}> isiyif-iiâit-BtJfê ^ 5 iy Sn ^ fô tf % n B & £
  • Dk SlNTJXB SVBLlMtí. 158 Acenarão aos camaradas do navio, perguntando para onde mão? a v Juntos acenarão ao bote, perguntando para omle ia ? Esta próxima a partida, eestá muito por preparar. “ -e pouco tenho promplo. Hums pessoa naS pode attender a duas coisas: irre¬ solute me ponho a olhar, e mais nada. & & & & bhr % $ -ãmumsímmmm soa e Huma pessoa na<5 pode attender a duas, acabou.se ponho-me a olhar iresoluto. Demais, assim mesmo ainda existe a herva cheirosa comas portas, ejauellas fechadas (mulheres em casa.) Demais, como antes, as liervas cheirão, e as portas, e janellas estão fechadas. Tenha o incómmodo de dizer huma palavra a exhorta-lo. Com huma palavra incommódo a Vmce. para o exhortar. Discorrendo pela qualidade, e sentimentos das pes¬ soas, ainda agora ha recurso. S#Í0 iê-f H A # 'li ffc i/õ gê ttt tíj Tf E conforme os sentimentos, e qualidades dos sugei- los, ainda agora ha este recurso, Se estiver nesta terra, nunca terei accomodação. Estando assim nesta terra, a accomodação na5 se verefica, A dor reprimida na garganta a final he hum dolo¬ roso som do nariz, (seu limeuto reprimido.) 0 sentimento, e dor saS por fim hum som do narir, egarganta. Tendo-o dito, como no decurso muda? Havendo ja palavra, seno decurso mudar, que se hade fazer? M H it A ® fô # tff; g 0 7 M Z P jÊ W? MMÊ ft M rf»
  • Cap. IV ‘Exbrcicios ,SD Havendo huma grande música, os seus olhos cumo que choviscavão, e a sua cabeça (cabellus) era huma vela solta (desgrenhados.) Havendo huraa grande musica, os seus olhos crio de chovisco, e a cabeça de vela solta. Se me demoro hum pouco, por fnn naô pensarei em voltar. Se o tempo por pouco se dilata, o voltar ficará por fim esquecido. Nenhum dos Senhores cúida em brindar, queiráo dizer-me, quem faz hoje o convite? Os Senh ires naS brindão, desejo saber, quem será rogado a dar o convite ? Poderá deixar de dizer-se, quenaS tenho dinheiro? NaS poderá dízer-se, que naS ha dinheiro meu ? Os amigos me perseguem por vinho, e comida, roas a bolsa está vazia, e real mente sem riqueza. Perseguem-me por vinho, e comida; mas os aiuigos realmente tem a bolsa vazia sem diuhcrro. Ainda sem elle saber por onde vir, veio. Veio, ainda sem eu saber donde. Tendo a cara cheia de regueiros de lagrimas, na5 tem grande dor? -a dor naS lie amarga ? Com tudo isso, ainda que naS' fallen, ja annuiu com a c ibeç i. Ainda que diz, que naS, -— Mas se conseguirmos saber, quem he o seu amado, nós ambos o serviremos em cSmutr. Se puder conseguir somente saber o unio amado delle, eu servirei a ambos em cSmum. !¥ % f$Ê: Ifeí MV- Ê lã. M Ê íM ^ íí M M sH íS ffl -fe JD1 W H 8 & '■% m-M Hf Z A,€ mkt^z te # $ ÍP íè li £ —‘AR A£#if
  • De SrsTAXE Sublime 190 Habilitando-me a acompanhar constantemente mi¬ nha mái, contento-me com isto. Habilitando a mãi a ter constantemente companhia este desejo está satisfeito. Nem espero, que ellc cumpra a palavra. Ainda espero, que naS cumpra a palavra. Està com os olhos fitos nelle, nunca o viu ? -entre as coisas, que tem visto naS ha semelhante ? Com tempo rogo falle claro, para tirar-me da dúvida incommoda. Sem rodeios rogo, que logo o diga, e queira tirar- me da duvida. Vendo o que alli mora, naS sei quem seja, por isso a cada iustante mando quem o vigie. 0 morador, que se vê, quem naS o conhece? por isso agora naS mando vigia-lo. Tiverão liuma grandíssima satisfaeção,'bem como a do marido, e mulher ha muito separados, 0 marido, e mulh r havia muito separados, (içarão como extáticos de grande regozijo. Quando os aldeoês lhe pedem, a nenhum nega. Quando pede aos aldeoês, todos se uegio, e nenhum lhe da nada. falta-lhe o vigor, e parece indicar cangaço. " e ° cangaço parece iasoffrivel. Ainda que sei, que go-.o de huma vá reputação, levada a coisa o fundo, .; ..e geito 'em isto ? -verdadeiramente como tomará istogeito? Nai> ude gozar deste prazer. Ainda n. pude gozar disto, #rl/S ifr'TF'Mmn 2 Si -tí?i- tf JÍP a a m te ¥ âi fh i * BA &2*£pfí liTjitT'fl# 1Ê Á. M, ZéÃtlÉfàx #pp# A %z ^*1^12% %>17S itit dti'i-’S'f» til#21 íftr 'P 2 SftíP W A' Ê % % SiÀfí! IztiÈ# Ptífè-tíh ígilt
  • 191 ap. IF Exercícios m* Hade suspeitar, que eu o engano era parte, Hei de suspeitar, que está para me enganar. ío sem ninguém, o sinto tanto, que me parece, que vou morrer de pena. Sendo só e estando para se cortar a linha de succes- sâo, fortemente sinto dor, e pena. Pergunta, por onde foi o pai. Foi-se o pai, e como perguntará por cllej Diiá, que depois disto florecerá? Dirá, que o florecer depois, he certo ? Se me vou, na5 poderei conter o pranto. Se me vou, o choro poderá na8 parar. Melhor be mostrar-lhe boa cara, para que lhe pare¬ ça, que me he anravel. Seas apparéncias na5 forem fingidas, la me parece, poderá ser estimado. O alfecto do amigo antigo sempre se ve pelo choroso sentimento. O affecto antigo naS se pode mostrar, scrnS pelo choroso sentimento. Justamente estava pensando no presente, que o amigo me mandou. Quando eu estava pensando nisso, justamenle che¬ gou o presente do amigo. No mar salgado se perde a vista, não sei quando vagaroso subirei á praia. Neste mar salgado, immenso como sabes, que em poucos diassuberemos á praia. 0» ? 12 jí tsissáSfôiÊifi. fôxf-fóárè x $ H 4t& 19 i. ,f êSr fl£ t ZI & n 5È £ I'J 1vi Jt ti t S'] II £ t# tiffin, ma ãSr m iiKlSíDBjElS. fé i
  • Db StSTÂXB SuBLIHB. I 9? CiVandemente condiiz a gradualmente entrarna -y* -}T » .*e -a bella situaçao, ou estadcn jtg Çj j||f 'Ét £& 'a bclla situação ^ r *ard ST.| -it if it 5) a A Sempra suspira, e cliora. ãmêú .em,,,e,b„„. '^,0. i IH1 ^ ií J^f tft. Ao ve-lo, se inclinou procurando abrasa-lo, *“* & 8'J Ao re-lose inclinou, eabraçando-o exibia isto dclle. "hVJ r"" ... "í,sr'" "**,w -.... #í ti ^ f íp dt it fà Se - eoiaa na. helíeita. nem eu n,e aireeo a g\. $P jÍl TJ]* ã/j. ^ ^ ^ ffl pj liar inlla, e percar. bc ma Em quanto a pensar tolamevle, e peccar, n,S he #P 3É ££ ífc || yjÇ £J\ £]£ tirito, nem eu me atrevo a isso. Depois poderei natioffrer confusão. # a M M (ft dl> '*• • *•-ítc. *tr',m” ..... &$'&&&#&t:*#' Fcna excessiva, eu naí a approve. 1 fri'”e f,ime cui-> i“« - »■« A aí p^’ujitri:,sfriH’c je ’-e fji,a’na5 ff w è # A k ^ & Ou sejão nobres, ou plebeos, n ,3 falia com elles. 4l£ || it ^ ^ =£ Nao ha nobre, nem plebeo, com qnem na5 filie -S $5 >jfí ^ =?? Porqueniõsaliis cada hnrn com a prenda, que tern ? Kfrr ~m * "re"d’' .." § jt bí S -fif Sr d“ - -1°* a:»ii t* il a m h $ m i — ... M. mel., d, «to o hei ,1. ,0 £ |$'f farer.
  • BxtKCIClOI I SI JZÇJ M Cap. iy II. v# mesma sentença com deversa posiqâe, Alera disto, ba noticia, que elle ti if. ft w [ig fj M ^ ,,m' #!• fé f P5 Tfi $ # Encoltado á parede passo pelo som no, a esperar pela inanbã. Jg Jg, £ a JÈ ífn^á-a Mí <"“'«> S » JL $ ffl Pj di -tâ Tanibem o assustará, e uaõ po- p£|j ^ ^ ^|J ^ derá fallar. M>JS£T'M Sempre me fan fallar do coração, tíf fí ^ P Ainda que he duvida, verdadei- ^ ^f| J£ % f.l] g| ramente, o seu intento he a fa- ,r,,, •» i j-v V,e BB iv >-t-, -A. & e* -t \ ?! 8 111 fe ?!íi 18 ib ^ ^ ?'] wa, e riqueza. * algum dia me esquece hum. — B ^ # #. HI jl'J \\ ífà coisa por fazer, pergunto logo, e acho, que ha muito ma fizerio (os criados serviçaes.) o nqkj 'A f, ft 1t Vendo huma extravagância seiu Ji ií % ff :V jjt fi ^ % i§ 1§ # © b ti ijíífftXnJXiiílfê-liliíriP fe f si % >i 1 i# sp -ig isr -ta íft 7t iâ ií t T> isê# ií 11 «$ •v ia % é % i* íí ig wi Naí tendo mais dinheiro para comprar ren.os, que zanga serà a minha? Experimentando o presente, e recordando-me do passado, nnô arrasarei as faces do lagrimas? Estando cada hum de nós em seu ft — ~}j ^ 'fa fa ]fA ^ -f# pó!<>, naS sei, quando couscgui- . , . . . xeu.su ajuutarmo.no». ^ 7J Í& 'fPJ #
  • Da SrsTJxa Svblim. v«.. H tÈT. tr, fk £ S £ ee-me muito pouco. pf -i-Ji ax. ri _v__ ^ mm ft, Scm8 fallo, naS tenho meio de ~y ri.- yst. —0 i n ... . . , * p ^ ISv« ft*®ann ft „ „„ «* ® * w jm n tf) * « m m Itl.ct h.j. uut.o nicit ft. if -*7,7^ %iti J h 't)$ »I ’ A tua -rida cita interrompida, r|J- ^js. ^ ££ ^J? jg* jJJ naC he tempo de riser. ix:r,“:r:: »#£!**« »,w 7»* ta,i>8iia sci, como *e tlmvnvn. to it& â ® * £, T< $V».«£ fti "•• m,. a.«. K ^ e «;i g g5,j*A quando o vinho, e arrôz estarão . „ rt -7- >áfc n 'O! K* <°1 rl dispostos na mesa. Pfc i$ tL M /l /l fife P #) No contracto ae naô ha clareza, !m /}j^ ^5 £?p |j|i tudo esquece logo. Jfc $ 4j| p J§p Ja na» pode occultar-se, tendo, /0 Jjg- ifc se descoberto a coisa a fundo. "yÇ, e|K jjgj; ^ ^ ^ . Na8se estranha, que a gente, jig. \ ^ p 7(\ f £ mo Til, o na8 conte por homem. jj|f ^ li SP ^ Pe.guntti.lht. ft,»., „„ P) S fjf ft f| j} iPT W ÍS -ft ■& fgj a a «iibw m « f? w £ tfc s;-Jr^r&rá ^ nt ft f # íç i ## # tkt í.mí;.. ” sff ff it S »íW g| # # í # f ti f Então, se levantoo do assento, e forçou a cara ao riso, â7}*S3S tSfi >U*»
  • 195 up. IP Exnnctcios &3 ft Healmcnte na3 lie temor delle, mas vendo a sua figura, se Ilia abranda o coração, Chnniando-o com acenos nem vinha, nem ia; mas convidado com instância, passou pela esca¬ da de mão. Hevirando-rae na cama vazia concluía, que niS havia meio de viver. Que pena na5 lhe ac-rtar ! Assentando-me direito na silen¬ ciosa noite, n»S estarei n’hu ma solidão: (melancolia?) Ha tanto tempo, qua não toco, que tocando huina molinh’, me p.squece a maior parte delia. A separação lie. esta noite, se n algum prazo de nos vermos He certo, que se na5 deve reter por muito te opo. Penso, que na5.faltei â cortesia a Vine'. Talvez naS saiba, o que depois disto acontecerá. Vio,que havia humi moça em rasa, de huns 18, a 19 annos de idade. Porem elle he mui desvanecido, aliás como até agora está tão atrazado? a w 2 © n a « £ jífSíl&sá Sl# 7c#.f êll«*ÍÍ TA 4 =?%&â Síft et fSIfta ESâ«*áfl-t6, ftl# i'(ríS4rl'+A A, E, "ií '>£ fc fp* B »T + A jL «#Aift&fef,7íStiSlt86l4-a. # a (a â a m íí gfttt
  • $L'& Huma cara Ião bonita, que os olhos nnnca virão tal. Considerando, que o ajuste dc tres annos, lie passado, a tua fa- ce de jaspe já lerá senhor. Os restantes desgraçados não sei quando acabarás. Sinto bem, que os annos, e me- zes passem, como a corrente, sem conseguir hum emprego. Estão todos os negócios arruina¬ dos, c os criados não acódein a mil chamamentos. Mas vejo signaes de indífFeren- sa, e ir-se a gente, ficando a ca. sa vazia. Teudo faltado à cortesia, tenho grande sentimeuto. Logo com. os companheiros as¬ sentou em o acclamar. Ainda que de idade avançada, a sua saúde he ainda vigorosa. Publicando-se os namores da casa, como poderá soffrer a confusão? Huma corda de viração bem po< de endireitar a pennúgcm. Eò lia muito estou dcsauiraado. De SlNTÂXE ScBLIMB. mm 4í^0 & 0 Z & ãi H 3-- fj P. ff j£ I? ^ t'lttrliS A. * « ft t ííUS^^ T>4 fliaailtflv A£»£fiflf3È TSL^tSStíStR t «í ¥ irUÊ H Ã'& MfàWSkíkHiM®. MaMfêwmmn »tEít#8jg «niitMftJitiS ««Êinití-isr* R#as ê E¥EKrtI'o g
  • Cap. IF. II. F.\ BRC1C10S l!>7 m Offereceudo-mo Vmc'., na5 posso recusar. Tendo ainda hum pequeno ne¬ gocio, naí posso assentar-rae muito tempo. Morrendo o marido no cárcere, a mulher praguejava em lugar de chorar. A minha fraca intenção he hum grande desejo de servir-te toda a vida. Tomando a gente pela cara, po¬ derá deixar de ser escarnecido por todo o mundo ? Tendo estado toda a noite a fa¬ zer cálculos, naõ sei de recurso algum. De repente não souhe, onde es¬ lava. Tendo conseguido accõmoda- cãò, fiquei, como se me desatas¬ sem hum pezo das costas, Pode-se entregar a vida, mas não forçar e vontade. Não sei donde veio. O seu plano lie transplantar flo¬ res, e enxertar arvores, ou A sua arte he a de enxertar, (artificioso.) Se se pog hum monte, c mon¬ tanha ás costas do mosquito, talvez nao possa com tão gran¬ de carga. fig. Penso, que ellc no coração na¬ da sabe. * n ii» * m x «s, nha íi a ® ia i znnm a*?* S2i #)BíífcJÉ*lI8slt tx .ft 0 Mfaim MIi-S ÍÍÉ#íif»iPMl#S ám* &**!*«. ^AiíílÉ*,, ílíífl A $X tf iib&TíiJSãAJlgft diísMT tSScjSSSEft A® t? A —tugir®
  • Db Syntjxe Soblmb 19» s T b jus:rt't.s:s r :•» £«£ ST"*- ‘'°"'"50'",|ue #^M«WHfcííPlg^#2®»}'.^ Nio foge do hospede, rjue chc- ^38*aaij»;7as:* íT2 p: 4- # a * #, m * s* « * » ^ Ht * it w ilii £?# £ ::*::;::z:::r„J: »*&«;« *** # * & * * esquecer dos teus beneficios- * r? ~ "m ,f-1M ffi i é #? s ^ i -fr &. g -u> & qSo he o teu > . f # Js ft £ Si í$ £ Conforme o leu costume antigo, $ ^ ^ M |g ^ jg£ convém voltar a cara, e naS ,k ,, - jfc n; wi i w ,,lhar >,ara elle- $C Vfc ^ íf 1E ^ M ^ fé II dobrar o corpo (fazer inclinação) “.BSísir ”*J“'s“ ít f ^ i ii#F * ?a £ ia.* ít—ík la me parece, que os negocios se vão compondo. Todas as coisas, que hão de ser. j|§ U J$ £ ^ ff ff vir, se devem preparar. à Jjjj £ ® — || WlQ fM ffi Mas vendo o seu espírito, e côr J$ JL jj# g J| §g T> ffl £ È t'B fpj g:t:rfogonriitrevimiitêiivíf!#ffl** Ja lie dia claro, a sombra vem ^ ^ *Ji£ Q ^3 a Iravcz da jancila. (As casa* X s 3 4- ® P -S-í Chinas olhão para o sul.) *nl ti 7v Tu? T?í R Todo o corpo sé a como quando )lj íÃftíPifT chove. 9%%mm »#5rFÍPBi
  • 199 Exeaciciot P0 $ Cap. IF. Estando era oulro paiz remoto, naS tem hum so parente, que cúule (Idle. Na obscuridade está cora pena, logo solitário se assenta, a recc- zer a tristeza. Como promoverá die a fama da família, e illustrará a sua origem (autepassados?) Acauléla-te de deixar os dias uteis ria vida à discrição do ca- vallo branco, que veloz passa: (aproveita o tempo veloz.) Quem verdadeiramente fez esta coisa realiueute irracio.ravel í (tu.) Todos os cuidados da casa, na5 cuida em examina-los. O deseufrearaento passado nrS ha de deixar de fazer, que de¬ pois se arrependa. Considero, que tenho demasia¬ das qualidades mas, e naS tenho onde cahir morto. Não Ire julgar, que cu sou ca¬ paz de gozar drs riquezas, e incapaz de soffrcr a pobreza? Até agora so sabe, o que h ■ boa vida, sem ter passado por tri- bulaQoê“. Quem lhe não tem odio no c >- ração? Mas a casa está pobre, não che¬ ga a receita para a despe/.a. ãíftii— ft K® 3. m y £< P M» iB M tí ít -í- m jg a smsn& &&Zê-mZ9§Mtit4T — s* ífl# 7 ft# 15 £ 0: ® Si ãfcB Çé m íí É7 ifiIt i%S± ê S fiit 3K UIí:SÃ$1S@i Hi
  • D/l SlKTAXB SoBLIMB. sc* Todo o dia cuida no tópo, faz bulhas, e não cumpre o seo em- prcgo. Bem me esforço a lançar a rc - de, e talvez não deize de ficar desconsolado solitário. Talvc® sem o pensar, o possa petccbir. Parece.lhe, que ve, e ouve al¬ guma coisa. íe na5 be grande ousadia, en¬ tão nasce rerlmente de o igno¬ rar no seu interior. Aos homens vulgares nn8 se pode communicar a claridade sublime. Ki mando navego para onoite( porem sendo o vento contrário, nait posso adiantar. Ondas de mil liraçns perto do navio de repente se desfazião, e assim tudo ficou salto. Subirão todos n comparar a »1- turn, e n 8 tiuh 18 a menor dif- ferença. Parcro, que de pressa largará a pennágein todas (ficará homem grande.) He a mesma coisa, e para que sinda pergui.ti? Tudo está prompto, sem pergun¬ tar, donde veio. m a ií & & ^ íé t. t £ fíSilÇB ífcf2âÉ7f mm M az '•! & T # .§ 3c rj A íi M W ft JL kP % ff fjfi A fi Di ifi I Ti Sr ill JjíA, vfíMttTJ* Ui ig & 7> A II!! S % >C> tfj •¥■ -a Jt * $ ;f 7 í! ® i $ «aattisat*# Sj&igsfc&ig'liiS*# #»|SSÍtT.Í ft) SI JK ft r|í |p; — ff. fõj Pp| "dá - fle Is] $ 5( 1eT RH dl
  • 201 Cap. ir. II. Exsitcicioi yg lsto he fiido, custa-me a dize-lo a Vine'. Em hum instante como podo divertir-se com nós ambus? AíaS houve lugar, onde se naS procurasse, e por fim se achou obscuridade sem vestígio. Sendo esteja o segundo marido, com que cara disputarei ser consorte, ou concubiua? NaS pensava, que havendo an- nos, que sou candidato, ainda havia inais regras de compor a «ilação. Grande he o sen nome! estou sempre desejando ver a sua bella figura. Depois de empenhar o roto ves¬ tido de pelles, naS me resta outro plano de jantar. Não ha coisa, que me mova, e só a verdade me causa gosto. Alem da tua obrigação naS tei» outras pertenço.•*, e como de balde te afanas assiiu ? He mui diffícil de explicar bem por papel. Justamente no momento de des. pachar os muitos negocios. Huma tal vida, melhor hc naS É # falls dT£WAft it fa 4 S- iMi Afttfi' *<*&*£&$ *8****«*»«*•* «ft W# »$*****«* If I l»+JÈ ífe/!• ir«1 I B-* I # pf ® 3-lí A#ítíl$£ )íí pf © 7r Jt, - Sfc * ti f £$Mt0>r#fai£@7}1ií g 4 jjlr 4< # n ii ítíífa is » 2®. # M Ht $ $S 4
  • Dii Syntax/! Si'B/ma 20S Do norte ao so I naí ha embara¬ ço algum. De repente sou estrangeiro a mil lit da pátria. Dedicando-se à inteireza, e amor do povo, naS precisa saber de ruais nada. Tudo hi' bastante, para servir de meio, para me manter annus, e Inezes, Em grosso exponho hum cente- ftitzwa asm!®. JttfbZ ft# ft HERO ÍSf12# ÉÍ&&Z-PS % & ta it lã & M n Wã.$êI£i]ê!ltÍà.M simo do meu rude interior. Se deixo a Vine'., na5 tenho em quem possa confiar. Por toda a parte se ouve dizer, que Vmre. apanhara a lua à barda do rio: (se embeberlára.) E ainda estes dias tomarei duas concubinas, que na5 cédem a duas pedras preciosas. Sorriu-se hupi pouco, mas na8 respondeo. Certo ja se queimou, e o resto be pouco, Quanto tempo estaremos ainda separados pelo horizonte (mui distantes.) Para que o mundo considere profuudamenleua vida, e morta se inventou o Juizipfernal para o despertar. ■tf é « A ffl eJttítC M m % ífeíSfl M i & a @ a i ãBMmn Eáíft ■fatfillft iíri k ir mWi % is m fãzzx ira % &. az «a 16 e n
  • 2f 3 Cap. ir. II. ExBRCICIOt Parecem conhecidos. O que apparece fora de tempo ^/j > [j^ ^ J& \0\, Í^lí he extravagancia. ^ 1ÍÕ 'T' ^ A aguia pousa no ramo velho da j|á j|ç ^ ||L jlL verde arvore do azeite. ij|? *3- O papagaio pica os gtãos restan- ^ 1|!| ^ /jtè te» do vermelho feijão. |||» ^ ^ ^Tf IgT zjUL Demorei, e hospedei o hospede ^ ft II ^ f ^ ..ara afortunada,neote voltar fi # ^ ^ £ # @ £ g $ £ Mudada a idade, e figura sc \ Ô • ÍJ- .S j|$, ]£, ÍX. líf ÍWj «. ■ desconhecem. # & H Ife $fc ! ft 3 IS Canço, e desseco-me a pensar FR Jj^| fjJ ifí tem hum instante de descanso, /j^r M j^g* j|£ ^|J Nío ha calamidade, nem doen- -v— .ju -r r,* -j- —7* -JL. J.L ça, em que n .8 tenha prompto Ri ' ^ ^T* -t-jvL effeito (este remedio.) Sendo impertinentes os negocios fej ^ ^ jf[J £ da casa, o que faço he fazer x pt violência, para tapar a obri- ^ Iffi bí§ luL Ss 3ff |TIl Li Daqui procedeo vcnera-!o, e {!] Tml i>P®S, th£s£M S 'Z,!,'Z’‘o,.,,|5i!t Sfíll eJ RqU, gi««, na# in pinlu da. com tile, (g/ .o' ^ V!’í- S/L. R P1^ Ao ver as flores, e arvores sêc. «7|í*í*i®P» •'"” •• ol"“'d“ sej*^jtt5>;if 0 lágrimas. x ^ <±s- _j. , jup. ia, Quanto se poê alua, easeslrê- Jj=; // 'J> ^vt T/u Ias \ âo atravessando, he que «e SdS
  • «04 3C'& Da SlSTJXB So*LM a, III. A mesma Sentença com diferentes leiras. Oieu génio era admirado, e es¬ timado- lhamoH o criado, que sahissea fazer cortezia, o qual era hum •rapa/, de IS a 14 annos. E quem presentava o vinho, e -comida, tudo eras criadas. Velo grande affeclo julgâo ser. me coisa fac'd, quando isto me carrega,como se levasse huma montanha. De repente gostei, e me alvoro¬ cei, e logo se me embriagou o coração,e o espirito se transpor¬ tou, e por fim Bucccileo isto.* O parar, ou andar, he o ceo, que o deter nina. As bocas são cada vez roais, e a fazenda cada vez he metios. Nio só de repente enriqueceo, ruas ainla conseguiu huma bella. Deves puxar por alguma coisa para servir de penhor.e então po- deras descançado comer, e beber. Se houver transtorno, quem ha de acudir no aperto? Corno se me naõ possa tirar da cabeça o pensamento da mulher, t filhos, podes-me levar para casa? ASr^fltSSilpÍT-tíl *=? •& ® fí i® T Ê W *â ffiiti m&-&!***& ÍE Ff -fâ tí íf ¥ #2115 ■s H %-ç. M‘OSiíSSt ii1 ^ tóíS? pi d. ír íí 5? tí? @r£ *fcB*£* y^P 0 ^ H ÍS 9 7 ^HíSi Jl.ííc-l A fil A SfclHfHêi<è pI%&&& {t SW “R B St t ÉIM+# IK-fc S'j A RW.sí $ifí êí -a èt ei#
  • 205 l/g M cap.rr. IP. Exencicios Com dois dedos batco â porta( e de dentro porguntarão, quem lie ? Em huroa morada de ciuco gei- ras plantei amoreiras á roda. jují—pr> IP. Diversa Sentença com a mesma posição: ampMbologías. Conseguindo ser criado, os do paço gostarão muito. Consegui ido sermos ambos criados, terei grande gosto ? De noite estando como temoroso, estará modesto sem culpa. De noite estando temoroso, se estiver modesto, nnS terá culpa. A isto accrcsce, que andando o imperador Mo via¬ jando, o pôvo vai sentindo os ruinósos gastos. A isto accresce, que andando o imperador Mo vi¬ ajando pelo império, se va5 sentindo os ruinósos gastos. Antes estando in-eHo, e depois conseguindo-o, he proveito certo. Estando antes incerto, conseguindo depois a certc- za. tie proveito. Todo o dia chove no tanque dos peregueirns, n»S ##10 38.&* iSíimlSE r- líti!Jài#£2ltÍl!3eT. y\j. ■ft* tê # r, íi) A 0 M«>*!).§Ais se vaem os pescadores secear as redes, nem pergunt ir por barco da carreira. Todo o dia na» se vê chover n . tanque dos pece - gueiros, os pescadores enxugio as redes, e per- gunta-se por bote da carreira. Eu sou rapaz,sou vil, por isso posso f.izcr as coi¬ sas baixas. Eu sou rapaz, sou vil, por isso posso fizer muita coisa, mas coisas vis. B n fim sendo bom cavalheiro, se foi para o deserto. Por fim sendo o exemplar dos bons cavalheiros, se foi para o deserto. m vt lí AUs *0 # Fel it ft j) % £ \à # W ^ )U |i] Z $r
  • Db SrSTJXB Sbbli MB Eu te concedo casar, mas naí poderás voltar a servir a teu pai. Náo te posso conceder casar, volta a servir a teu pai. Citam (a) primeiro (filho) naS lie meu li lho, toda a casa dou ao genro, e os estranhos naS lha po'dem tirar. Cham primeiro, por nome Fri, he meu filho, toda a ua lhe dou, o genro lie estranho, naS lha pode tiiar- Levanta-«e o vento, e chove, o ceo hospeda-me, (nad me posso ir) e agente naS me hospeda. Quem levanta o vento lie o ceo, quem chove lie o ceo, hospedas-me ou naô ? sim. Tendo picicncia, avirtudeserà grande. Tendo a vi. ud da paciência, será grande. Encontrando hoiitem o lenheiro, que se ria, naS pude andar. Encontrando antes hum lenheiro, riu-se de mim, c naS pude andar (de zanga.) Accomettendo i superstição, esta peste.... a se extingue. L Estudar a superstição he grande damno. J Jfc ## o ff 0 * r a# #f# iÊSr^tli a Oppor-sed doutrina antiga. Voltar ao antigo costume. Fazer, ue o pai mostre sempre boa cara, he difficil. Moslrur sempre boa cara aos pais he difficil. Jx iá ^ sâ fí*t Jalgava.queo que avisava, exagerava. For erro do que avisou. Tu perjudicas muito os mais. Tn es ii.ui perjudicado pelos mais. 0 presidente quebra ramos. Quebra /amos ao presidente. Faz estai, x as juntas ao presidente. % & W T A ff« (a) Sairenomt,
  • -207 ExBRtlClO* & Ce,. IT. v. V. Sentenças difficeii. Em fira na5 sabia, que ja tinha encontrado o seu amado. Tenho pouca fortuna, e ainda estou sem succeisão. Passeia pelos montes, e valícs, naS fazendo caso do povo do império, (monge.') Então he que sonhe dos trabalhos nsteidu* no cotovelo, e so'aco, (na f.unil' i) e que os irmãos tinhão area na boca (raflse f tlavio.) Mas a ii di o u.eu tinteiro rstà como a rodeira •ecca (pobre estudante.) Desde enião o vento zunindo, o cisne cantando, e a9 mesmas plantas tive por mau agouro. Logo se uniu com muitos amigos, e fiado na for-qa insultava a gents. Eu ainda que sou a candea, què está para se apa¬ gar, ainda occultaiiiente respiro entre os imrtaes. Pacificatnente estamos na eirado vento, e luar, e tudo floreie mai* que nunca, (remo th recente.) Morto, e com contucimento do que rá se passa.... em que distmeia está clte-t (nad e-.á amparado, SSiST fê ftHHdiiíB® t ifta fêíPaf* f ti&n *E flo#ÍP»g $ ÍT88 nem morto.) Queima cheiros, c coin a herva k\ adcviaha a chuva, masaquella uaí faz milagres. So Coufúcio fosse fidalgo, faria o que disse o outros Lcvanta-o, e levanta-se. dirige—o, e anda, move-o, e condescende, afaga-o e vem. Calados hum de fronte do outro, he coin mui triste. . Vmc*. desfez a ba-raca (fechou a escola) omle en¬ sinará os discípulos no anuo, qoe vem? Abanou as mangas, e sahiu resoluto, do qsie a companhia naâ gostou. Haviio moças, que naqiielle lugar se iiivertiao passeando, cujo aspecto era formo-o. Se o souber mais temo, m5 lhe treóiio os coxas, e abale a cama. Sabendo, que huroa mulher se hospeda duas noites em casa alhfia, o reputo injúria (da mulher.) A comida e cama, são bagalella»; luas nSo havendo liomcm algum em casa, naí he docente admittir hóspedes. I' n^Zft n % $ li it ZMt.MZ&tf *m&Z. SR ! ÍB Jf r> w $ £ â ítfi -5e H M, -S '4 fá PJf l* í3 íi m - fè ® <: z * 4í 'M i $ jfâ, a d1 S íXiB S
  • DlS SlNTJXB ScliUMB. X'& 20 3S Vmc'. volta min para sua casa, diante de mim inju¬ ria sua mulher e mãi, (mostra-me affecto.) Tem pensamentos de excelléocia, e heroísmo. Eu sou o peixe da rodeira secca, que a chuva be¬ néfica, que seguiu o carro, de repente resuscituu. Sendo a consulta tnui difficil, todos se callariio, sem nada responder. Ha muito esfriei de seguir as honras, e fortemente aspiro às fontes, e bosques. Ouvindo as suas expressões vacilantes, bem o percebo. Mas os embaraços, e longura do caminho ha muito inlerrompeo as noticias. fíós dois somos o vapor das nuvens, e névoas, que naõ regulamos a amisade pelas visitas. Se nos podermos encontrar, espivitaremos a vela da hospedaria, e cantaremos a chuva do Parnaso (como fazem os condiscípulos.) * ^ Ei -tSi n Z E 9R # 9f S t # tfc fr H # ffifó I5£l ílJlÃtlitS- íiiílí E 04 Como me atreverei a avançar-me, a esperar a gloria de licenciado, ou doutor? em summa, a riqueza, e luxo são fantasia de sonho, e sombra de bolha. Nau adevinhando a hora de voltar, mando antes hum criado, a socegar a familia. 0 raminho para a gloria das dignidades, he o que vai ao luxo da corte. Espaço, em que naõ cabe o joelho (pequeno.) Não lia muito, que estamos no calor, e ja espera - mos a viração da primavera. Em hutna pequena ilha os cavalheiros saõ hum bosque, (muitos.) Demais, assentando-nos sempre ao vento da pri¬ mavera, naõ presisamos de nos procurarmos em sonhos. O homem não he ferro, netn pedra, não he insen¬ sível. Vendo a sua idade parecia, que naõ tinha promet- tido casamento (menina.) 0 néscio naõ tem regra, estando sempre á mudar, que constância ha de ter ? Se te deixo ficar sempre has de ser a semente de desgraças, deves ir-te ja embora. st mM jc I- ífetíê^^ íf ííUlJÇSS M 4? '!• m ® # # 4 ■&#'t fêw* PA d'A Éííí Eíâ fT 'g •és-ikm ttmfê&msz-
  • •«09 Cap IF. V. Ex BRCIC10S ra Não podendo de temor, ordenar os pensamentos, ac( resce a dor do braço, com que naii posso, fazer o borrão (da carta.) Mas acompanhando o grupo dos sábios modernos, (estudantes) de mistura entro para a corte. Sem o advertir n’hum instante varreo a triste saudade. AHvia.mc da calamidade sem morrer por tnim. De repente senti hum affecto lisongeiro, que logo penetrou até á morada do coração. Sendo grosseiras as minhas composições em todos os exames, bem prevejo, naS apparccerá o meu nome na torre dos gansos, [doutor.] Sinto naõ ter a árte de Eu-Cum para encurtar as distancias, (para nos chegarmos mais.) Atrever.me-hei a dizer, que posso afamar o mestrcí ao contraiio foi tuna será, se o mestre me afamar. Considerando a sua penetração, e sensibilidade, ma. is se auguenta a saudade, e o desejo de explicar os meus sentimentos. Não tem renlmente outra intenção, seoaã abor¬ recer os seus iguaes. Diz, que na8 quer ser escrava, nem deseja ser con¬ sorte j mas ss houver, quem a trate como mãi, o seguirá. lhe fere o coração, e tem grande pena. O acarinha como uiai, e quando tem o menor in- côonnodo, o agasalha mais, que os propi ios filhos. Ja naS digo, que na5 deves faltar ao contracto con¬ jugal, mas qnem entregará sua delicada filha ao musgo daagoa [vagabundo.] Assenta-te ávéla, euaS durmas, que eu vou ver se veio, ou naS. Forçar-me a ir, também he maó. jlnesperadamer.te foi para Pekim, e se interrompe¬ rão as noticias, W fiE S f if ^ f *, £ £ % m z* # z íe '!E Íí si £!• (â S Z. tj Wêí&.Mlr-%:T-Z$ V 6 II ÍTr T'È íip xí Á' pJ Jl ?£ ffi iií 6p t- í#
  • Dm SyktíxbScbliub S10 Julgo, que esta noite o acompanhará para casa delle. Caminha pela ágoa, e corre sem ondas de baixo dos pes [corre muito. J He leve, como a folha, voando passa as nuvens, e vai [corre mnito.] Pos isso fez-lhe perguntas miúdas, e eile ao prin¬ cipio naS queria responder, mas estando para chamar osaldedes, logo com verdade lho disse. Viu, que o sugeito era aceado, e decente, como hum estudante. Se o vou a exigir delle, calcúlo, me faltará, o valor. Deo.lhc para gasto da candêa [para estudar] cem taés. Fecha-se a copiar todo o dia mais de cincoenta folhas de papel- Vmc*‘. todos expliquem-se bem, naS o encúbrão. Talvez o furte, e escondendo-o nos vestidos, o leve nos braços. Se fizeres o favor de mo restituir, deverei retribu¬ ir-te com huma boa consorte. Todos os espectadores dão de presente dinheiro para vinho. E vendo na assemblea todos os instrumentos de musica, por que naO mostra cada hum a prenda, que tem ? Ja que condescendes com a preguiça do filho, e reprehendes a sua composição, eu naS costumo ser mestre desta qualidade: despensa-me. Senos estranhamos no encontro, talvez os curiosos inquietos levantarão alguma balela. Por isso naS quero seguir-te, por que na5 sôffro separar-me deste Senhor. Perseguia-o, e por traz lhe batia atravez das nádegas. Queria perguntar-lhe outra vez, ejanaS sei, onde está Estou com cuidado cm huma filha donzella. jn-eapiia i itêsmif t'á- spa.fêafii P ## $ 0 5 + fè till 73 ê rb M 4- $ ff -fõT ^ & SÈ&fg í£ífc®5f fe H.-5S3ff# 5É m * PA & 7 fr f B T£ & 7. g n iiZItifflê
  • 311 Cap. IP. Exercícios r. Se isso he verdade, e na5 he graça, rogo te, que vas de pressa ler coin die. Ao ouvir isto temeião, e a hunia yoz annuirâo. jyas desculpou-se com ser velho, e naS poder ir longe. Prometteo vir na lua passada, mas suc edeu de- morar-se pela doença da mãi. Por isso juntamo-nos, para na» estarmos cm sole¬ dade. A fragáncia he tal, que nos faz sentir o corpo desabafado. Em estando cSmovido. passo gradualmente altm- brar-me do auseute. Se naS refreias a tua lingua, eu naS poderei morar comtigo muito tempo. Mo me atrevo a importar-me com mais mda. Mostrando-se à gente, [a moça] será ensovalhada com palavras indecentes. Sendo tudo procurado por mim, como rae hei de queixar de ti ? 0 aflfecto conjugal segundo o meu dever será singular para com Vmce. Tendo-se avistado chorou, sem poder levantar os olhos. A espera de Vmce , hum dia me parece hum anno, e la estão as nódoas das lágrimas no travesseiro para signal. Estava ardendo de raiva, sem o poder accíwodar. Hum Senhor de dentro sahiu a receber-mc, ceu, feita a cortesia, lhe disse, o que queria. Algumas vezes nos communicanios com os olhos, efface,(acenos) naS tendo opporlonidade de filiar. Introduz-se o erro, e se propaga o mal, sem se po- , der atalhar. Por isso lhe disse o meu sobrenome, e logo expuz, o que queria. Maldita língua tagarella das màs mulheres, mos- trão-se aiíéctuosas, para enredar os homens- Empurra os mais para a cova, e quererá fugir para alem do ceo’(ficar livre.) Os gados, que cria em casa, naS sa8 menos de cen¬ tenas, e milhares, e para que furtar? Ksiesugeito continua a ter hum génio altivo. Í!|l S 2. |3 0 fil ÍO II ■fll ff & 7 i)ê ia Eisi^ *&K#S!jt5í «tflsk -O ® ií ?â il ST-ffttfliT fàji m!»íU* T- ri # ff m ff I i£tSW mURZtitiLMmx Qik P9-£ttffgPÉl#r* ft A rf> fln %k M  ‘A % m lit ?- « jt @ t
  • Lb Sih tj.x b Sobtiub: 212 Seme concedes mais meia noite, dois dias serão tres para mim. Anda pvralli muita gente, devo ir hum instante a espalhar as melancolias amontoadas. Chorando elle de pena, conheci, que tinha sido deshumano. A desavença do senhor com o hospede como logo chegou a islo ? Vendo-o de lado a esconder-se da gente, tirei in¬ culcas delie. Por isso me prendo aqui, não me podendo esquecer das tuas boas maneiras, e tracto- Estavão para perguntar pela navegação. Porem leviano gosta de namorar: ora em haven¬ do namôres, nSo se repara em grandes gastos. Se nos gastos não ha medida, a casa de mil taés como poderá durar ? Antes dizias, que eras solteiro, como te contra, dizes ? Se acontece não vir hum dia todo, solitário me as-- sento, sentindo grande pena. Estou consternado sem socego, e tu muito allegre, e satisfeito. Poderei fazer grandes planos ? vai-te, ou fica, como quizeres, e acabou-se. Não tem cessado meio anno, e nem o senhor o sabe. Ou seja nobre, ou plebeo, com ninguém falia. Não faz mais,que assentar-se em silêncio a esperar os comprimentos da manhã. Elle não he leviano em prometter, nsm infiel á pa¬ lavra, espera algum tempo por elle. m m a $ H'j it ^—H «r ír s a rfíAt-HS É& FíBitp « it g j|; f: ± § ÊP % S («I rn =f lit MA Wim9i Z fg & » a m izfrzm £*È0íM>X B$ fà m Míéz*t #jt H zsmâM t Pi £ mm&T' ê i fô&UMtH#A® g ÍÍM- Zi P t laiflí BW
  • V. Exbrcicio1 n% c.r.,K Quanto á fortuna, ou desgraça he fado, nio quero saber disso. Vendo huma mulher se prostiou, e nSo se levan- tou. Esperas pela sede para limpar o poço. He que usou deexpressoês malicióias, para que viesse em todo o caso. Os seus beneficies me tem mui obrigado, logo tens huma vitalícia acSmodação, e para que tens tanta difficuldade em dar este passo? Sem se acabar o presente encanto, la vai pensar em outro (mulher.) Queria dizer, que hum general de fama, címandan- do o exército, nio passaria por alli. Se os manes soubessem disto, o deveriio sentir *15 % JsÉf B mtác r 5t it#,® jLfà&.toíglMlTSíMZ muito na região da soledade. Andando he como o leve fio ao vento, estan¬ do parada, he como a solitária epidendrona geada» (bonita.) Em que anuo voltarei á rainha aldea? He comparar pedras preciosas com calliça, ou a competência entre a dourada carruagem, e o car¬ ro da ltnha- Nio sou digno de receber a carruagem a cinco (pessoa da quarta ordem.) Ainda que não posso usar do caro papel de Lo lam, (mao estilo) talvez talvez poderei exporá mi- uhu allegria. Agora que ja estou na terra do vinho, ainda me honras cora o teu convite, realmente nio posso arregaçar-me, e ir. Feme fizeres a graça de algumas malgas debrlla agoa, estancarás em parte a rainha ssde (igual á saudade) de Siam-Ja. Dois annos tein decorrido, em que os aslros tem estado em ccnjuneçio, o musgo se tem espalha, do, e a tri teza tem durado. £ B'l WM BL d' ft ft'J fít$k ÍLÍé Hf Z M tfi 5-, M
  • De SrSTJxe Síbliuh 914 Prézo a tua ordem, sem me atrever á menor con¬ travenção. Ee bem triste andar vagabundo ha annos, e ainda ser despresado pelo mundo.... He pena ver huroa horta estragada, esem gente.,,. Neste intervallo o mundo soffreo muito,... et *15111® Sn At
  • DM LOGOS. Cjpixolo P"■ 1. Dialogo. Pedir, e agradecer, Tcuho hum# coisa, que te pedir. Que lie 1 nio tenhas medo de faltar. Peço-te, me dês huma faca Faze-me isto. Supplico a Vise’, este favor. De mui boa vontade. Agradêço. Ue meu dever. Nunca me esquecerei dos beueficios, que ne tem feito Tu es mui civil. Eu causo-lhe incommodo. Náo ha tal; que desejas ? Que aqui estejas á tua votade, não precisa muita ceremonia. Muito te estimo. Nio mereço tanta houra. Ie justo. Conte comigo. Honrar-me-has muito com os teus preceito, Que queres, que eu faça? Nio tens raais, quefallar. Estou prompto a fazçr, o que quizere*. Nio meiêço esta honra, Vine'. me confundi, Recõmende-me ao Senhor Cham, teaho nuitas saudades suas. finj, Senhor, elle também se recommenda nuito., m$- 3í fl 't-' jljí ífi ***#&-«! 7/í jjst lh ®o % lio %í W. % 7. # # & Ê T' 7 íS # >tf S ft lá lift £118® £ St, a«***fto T'SSto «■st ftíiiafMT ^ ^ ® f ãit ÍS B iHi ;!§> fib, iW, fpj ft
  • Elle lie muito seu amigo. Vmce. me confunde, tratando-roe assim. Deixemo-nos destas ceremóoias, Quer, que eu seja incivilt Ai ceremonias sáo para a Igreja. Pbdih. Ãia. í.íí jrF Jfe MTsM&Ê^Tiiâ, Isso he o melhor. Eu desejada dizer huma coisa i Jg mis-o mmií-tift® mas temo nSo a leves a mal. ti# ÍPft , Dize, o que qoizeres Temo me intriguem comtigo. NSo tenhas medo. Ou cêdo, ou tarde virâ hum dia, em que te recom- a pense. NSo perderei occasião de te retribuir. Eu sempre te tratei de Lura modo particular. íí Í5* ^ ^ "?* NSo deverei eu esmerar.me em tratar bem a V*. NSo farei eu todo o possivel para tratar bem hu- jt ma pessoa nobre ? A £fl Tu es muito benévolo, tens a habilidade de agra- *J* A jft&l dar; tens-me encantado, sem poder livrar-me do ATM encanto.
  • II. Dialoc.o m 3£# ffl r. lf. Díalogo. Affirmar, Be assim? He: realmente be assim. Eu fallo com sinceridade. Verdadeiramente he assim; quein o duvíd;? Não ha dúvida alguma. EujulgOi quesim. Eu digo, que não. Apostemos. Quanto apostas? Aposto hum tael. Eu fallo verdade. Que eu não seja homem, se minto. Que eu morra, se minto O ceo me castigue, se o que digo, he falso. Se cu não fallo verdade, a terra me trague, Eu juro. Creia-me. Digo-o de certo. Ha huma qualidade de homens, que não pénsão, senão em enganar, Huma pessoa, que mentiu huma vez, ainda que depois falle verdade, não ha quem a creia. O mentir he desairoso ao homem. So hum desavergonhado, he qoe pode testificar huma falsidade. / Tu falias por amphibologia. idem. Bu fallo condicionalmente. P i-M m&.ítP $ i!.'. píL -í» dl: íi »tÍ7<%A sffctí-êWíi t-iA? i e tma\ 3Ê * S »l fé AM'f-£i5&3fe f$tií®#i$fí
  • ■Â FP1RUAR 218 MS Tu deves fallar com simplicidade. Tu so com a boca dizes, que queres; mas real- ( mente ua5 tens esta intenção. NIo respondas por responder, Quem o crê ? Isto he possível. Isto he verdade, ou verdadeiro. Ss isto fosse falso, não o aflirmaria como verdade. NIo ha tal. Isto lie huma falsidade, Eu estava brincando. Eu dizia.o por brineo. Consinto; como quizer. F.usou da mesma opinião: condescendo comtigo. Nlo quero. Eli opponho-mea isso. Pode ser, ou seja assim. III. Dialogo. Consultar Que faremos ? Que ha para fazer? Que faremos agora ? Que conselho me dás ? Como se fará isto ? Que reraedio ? Nlo ha remedio. Espera ia, eu faço assim... mm Mp & >1 íf A fê íz H ^ ór? Ml ftjr 5È/i'fí'f+á'-)È?
  • Istonaítem embaraço algum, Que te parece isto ? Eu em taes circunstância*faria assim. Tudo he o mesmo. Que dizes tu a isto? IV. Dialogo. Andár. Donde vens ? Para onde vas ? Vou para Pckim. Venho do paço. Eutre.NaS va por alli. Espera ahi. Chega-te para mim. Chega-te para la. Vai-te,ou vamos. Vai-te daqui. Recúa hum pouco : vem ca. Espera hum poco. Espera por mim. Elles forio ao mesmo tempo. Vamos todos juntos. Não vás tão de pressv Tu vas muito de pressa. Deixa isto. Não rae toques: assenta-te aqui. Estou bem aqui. A porta está cerrada. Abre a porta. Passa por aqui. Não posso passar- Que perdeste? Nada perdi; porque? Por que alguma coisa achei. Dulogo rfl-^nmiíra illl -í.; tfjiÈÉo 7f Hí®íl0 jÉÍÉ&l Sfcíiíii M» Silo min-^íT 7 # # £ JÈ S ^ mtn r\ m T,m pi ÍÂÉ3È $SâS-.íí73;
  • % ím JtiDÀR. TAtliR. ?. ■ ia t' % w. is *M' ÍVM Jj*. 2S0 V. Dialogo. Paliar. Fali» alto. Falia baixo. ^ ^ L M 'M í* |8 Falia» Iã.i• de pe-sa, que não »e entende, o que dizes. ■ V '• 'I - • V ' A1' ■ a i 1 J\'| . C« Com quem falias? Fallo com elle. . » Sabes filiar China l Que dizes ? Que disseste? —— . Nada figo. Nada disse. Calla-te. Idem, ou íegiê.lo. * * — wJii * A Eu me callo. Elle niS se que.- callar. » J, . > Elle est& sempre a fallar, Ou»i-o dizer. * j vv . é \ . *j:r* Nunci o ouvi (iiZctr. tizem * *'! ; , p* | • j Que dizem ? Todo! o dizem. N I d’ ^ )Jí . lie que mo isse. Quando o ouviste dizer ? •alH K # tf Sí 2i |ãl #, tí # # fê * @ fi g 7' ® St pí, * í 'í 15 «ijtA-ssr. « ®g|& # & # '> A il A * A tá At£ftA0 jiAili «Aêist^ c ; rSft«ríl5íJÍf^ sv.«a. , 4. fi rjf Ao K5o loo digas. K5o lhe dc» parte disto. Depois lli.1 direi. N|« lho direi. ■ Nâo ravt ei este s: grê.lo. Tu disseste isto, ou naS ! Não. -I í Faça favor de ine dizer, qus lie isto l V- v= 1 - * . ..1 Diga-me, pmle-se saíiJr isto, ou na?? Isto pode-su dizer. Lto naC se pode dizer. . i V1 ^ »«P liíi ^ . I é-f» ^ {j pjf ftt *j5 ff- Jji jfj • - c- íè 2k ^ fí pjp ítilo ^ Afs -p- pjr ffa -; i;,í ^ f£ 7 $1 4* jfc#0 jg . ■ PH íã ^ ^ Á èe/** Srií #0 # «r I
  • Cap. V n CléMta N5o me encubra» isto. Porque naS responde* ? VI. Dialogo. EiCutar, e ouvir Ouvei, o que cu digo » NaS te ouço. Falla mail claro. Vem para aqui, para ouvir. O que nada ouve, ..ao pude *er maiourJo. V.IOU mui distante, nio ouço. o que elle dia. Como he possível, que nio o onças» Elle naS pode faltar .uai. «Ho. tu de propo.ito o&$ ouvew. Eu te cicuto. Eu ouço-te. Nio bulla* : id «« uai grite*. Que bulha he aquelli ( id. Nio se ouve, o que *e die. Q jebras-me a cabeça com a {iltaria. Aturdei-roe. Tu uuoca c»lâ* quieto. VII. Dialooo. Entender. Eotendo-lo bem» Eoteodente, o que elle dine I %\\'mff- 7 %)'S fôS A IÉ 9r a ■fa * s| a Ur , _ £ 9r ^ M. Ôí & 7* td ^ ^ ÍS@Mi>4-AS.!,í7:^ -ft %$ % z-frÇlíT- affc^lsS fÉ WA fit À íf sfefS*ííl * 9r # A Ji # fli. fl £ flflif H fr ^»ff ^ % M A P.Í ef m fâ 7 ffi BíMs » , g f? 7 ff! ff ® l-itffp f-fe ff- fjp & 7- £ K fp^-b ffiíí
  • if# Sift EictTJa. Entmmdam. Conaaeaa. Entende» tudo, o # ft z M n ■Pr- (i'i tê ffe m ft ||' p th & r-mn, ff'is# $ n 'Yi fr.&Éit i? w £ ffl & r, ti # t n n íi fr. ff. ÊS ÍS ÍP iã it h 'íp 'ii íp ^ âa r» K |íi$ J!» é— ^ ISJtfA @«? S# ffei3?S#te T< f£ í? S ffr p£ ift àH ^ 'T* p£ # S/15^'í
  • zn fpj ^ Cap, r, IX. Dulooo IX DiAtooo. Idade, vida. Quantos annos tem Vine'.! tine idade tem o Senhor í Quantos annos tem teu irmão maior t Quanloi annos tem leu irmão menor i Elle tem viute. Aluda não tem lã anno». Tu es mai* velho que eu. Tu talvez tens raais de 60 annos. Porem eu passo bera, que he o principal. Es casado? Sim Senhor. Quantas mulheres tens tido t Quantas concubinas tens ? ff # U 1 & A ->Í Ifi # à à? É «Ê f j Zl -+• fni + Ji-S % §* W rm ti? S S ^ $ ^ ^ ® l ^ A It I? 0- & ft £ % HiatffilíÇ# IP Exiitente*s6 eu, todos os maisja morrerio. ii 'A f//|V//'] A «i ‘EtJ , loJos >.ós somos mortaer. jj'] /^[i Zr \ r Ambos os leus país o*tão vivos ? Meu pai, que Deos haji, morreo ha 2 annos. Minha mai tornou-se a casar ha 3 mezes. Quantos filhos tens ? I - I L- Quantos meninos tem Vmce ? Tenho 4 rapazes. Quantas filbas tens ? Tenha 3 raparigas. Quantos irmãos tens ta ?
  • Pjssbjk. Agora por isso me lembra huma coisa. Que te lembra» A morte he inevitável. 'bífeâl &*T5E X. Dianoco. Passear. * ■Faz bom tempo, vamos passear: vamos tomar ar. Eu passeio aqui. Não queres vir comigo? Aonde havemos de ir Vamos à cidade. Ocaminho he mão. He difficil ir alli. Queres ir de sege? Vamos a pé, que he bom para a saóde. Toma para a esquêrda. Eu estou fraco, não tenho forças para caminhar. Nãoposso andar. Queres ir por terra, ou por mar? Vai diante. Não deve ser. Vmce va diante. f Não ha melhor respeito, que obedecer. Queres embarcar ? Onde està o baico: onde estão os barqueiros, ou marinheiros ? De quantos reinos queres o bote ? Qual bote que¬ res tomar ? SU ® fl £ of. ft 5íi ft íc iê IS 5Ê ~* 7& "ã ff! # J: SJ Í1 * M-tr£U ft # J: lí |f # **£ $éièXíli ftfj H: I$ ífe $ li?ÍP«â
  • X. Diavou.0 ,'>í$Pp'5^+ O’amigo passas-rae â outra banda I De boa vontade. Ente barco não tem mastro I. He barco de dois mastros, querendo largarvela levantão-se os mastros, e está feito. Tamos a remos, naí precisa tanto trabalho, nanto mais que o vento he contrário. Oode queres desembarcar ? No cues grande. Ja estamos perto da praia. Lança ferro.. Ah! que bei lo sítio ! ameno, e livre. Olba para as árvores como estio flori das. Esta, ja lhe cahiu a folha. O trigo ja está maduro. Aquella pl inicie está cheia de arroz.. Estou todo enlameado. Descancemos. § ft 1t -0 ia —■ fí #&&.* ÍÈMIMMM, 7Mi&0 Tis SMPjÍ] fKHt rifei ^T-S47 Jlit-fitjf 7*8* fkW£®£yí°°êfl%- «fcfl Vince está çançado I Estou muito fatigado r.ite.oo-nos sobre esta relva. A relva está molhada, por isso nio nos ditemos aqui, que fará mal á saúde. Eutreraos naquellc bosque. Debaizo destas árvores faz hums belli so.rara. JJis aqui huma belli viração. 1tgT*#±EIf iff jÊPTIíl# stiff! JÈTíft»
  • in ^ Pubàu. Turnpo. 0 vento leste não he tio quente, como o oeste. Este anno ha muita fruta. Ai arvores estão carregadas de fruta. Este anuo havemos de ter huma boa colheita. Este auuo ha de ser abundante. Assim deve ser. porquê o anno passado foi anno de fome. Aqui ha boas magãs, peias, abrunhos, e cerejas. Antes quero noz?s, ou castanhac. Tomara eu daquelles pêcegos, laranjas, laranjas de casca fina, e grôssa, Melhores são estas ameixas. Aqui ha uvas a vender. Quacto custa o arrateli A quarenta reis o arratel. Compra mais de 1Q cates. He tarde, está o sol a por -se. Aind' at cérto. Logo he noite. toamos de pressa, se estás canjado, descansarás de¬ pois de cêa, XI. Dialogo. Tampo. Que tal está o tempo ? Que tempo fax i O. tempo está bom : faz frio ou eaiá frio: • está nublado. O; tempo nublado he.mao. O ceo está limpo. s a 7 in i %. % a s m ti n 4- 7 St 7- * lit, míãiíiSiWMmM g fí + 77: Tf M + ^Tf IS 959Í7, 0 MWfêilio ig % $ í 1 #2 7 í£ ffi M fê S ft Fndíft- 9+líft, TfíUí, mi. EI9v7 4?0 % ift 7
  • Cap, V, IX, Diâíog» Faz sol. Está huma boa noite. Ha humidades: ha nuvens ■ Ha algumas nuvens, não se vêem as estellas. Levantou.se o vento: hehuma tempestad. O tempo está variável. Chove muito. Chove? Não: saraiva: neva, K neve derréte-se. Troveja: os trovoês são moito fortes. Relampeja : hum raio matou bum home:. O vento sopra: o vento he grande. Passou a tempestade: ja se vê o arco íris. He signal de bom tempo. Ha névoa» Em nascendo o sol logo se dissipa. I Orvalha ? Não: gea. XII. Diai-oco. Hora, Que horas são ? idem. Vê, que horas são. Não sabes, que horas são ? Não he tarde: vamos para casa. Ainda ha tempo: ainda agora lie meio dia. He quasi humahora. B muMi í? 0 % Si-MIS ± í? 3c áí #ilíu «8# ftfêUS sil & ja * 7s —4-®.®, FU TI&í.Tií.TS s«fn +T f. t "fà ^?'i # SSI 0 l Fe1# + - illJi ^ ^ ~F H
  • / Hora. icSS Agora dco tres quartos. He huma hora, e tres quartos. Justamente são duas horas. Ainda naS deotres horas, e meia. Não ouvi dar horas Ja passa de seis horas. Agora deo sete, e hum quarto. Talvez são dez hoias. Logo dará meia noite. Como o sabes? Ouvi o relogio dar horas. Penso, que não he tão tarde. Vê pelo teu relógio. Anda adiantado; não regúla. Omcu relogio anda atrazado alguns minutos; está parado. Da-lhe corda, que a não tem. Vê pelo relogio de Sol. Onde esla a tua ampolheta? Desappareceo, mudou de sitio. XIII. Dialogo. As 4 Estaqoes do anno. Qual das estações, te agrada mais ? A primavera lie a melhor. 0 tempo «stá temperado: a 7 = M 1 I ffiig TM t &+THT- ijj 41 * Til T mil-bT-M -ATM IS I íftlfr-f-ztTíl # ,t X *0 M MMMÍI7 711,9 7 tft# ram à6 4 ?c i! W
  • 8,9 Cap. V. XIII. Dialoc.0. agora não faz frio, nem calôr. Isto naS he primavera: aj estaçoê» estão transtornadas. Isto he inverno, as arvotes ainda naS rebentio. Este verão faz muito calôr: estou suado: morro de ealraa. Nunca tive tanta calma. Nunca senti tanto calor. Este anno ha de haver muita herva molar; depois de segada ainda ha de tornar a rebentar. w * mfc. * ^ ti ^ •B % 5E a&« ♦**#**«#*# Agora deve vir huma chuva. Está chegada a colheita : ja principia a ceifa, Ja está acabada a ceifa, ja colherão todo o trgo. Estamos no outomoo. O outomno está passido. Eu naSgósto do inverno: osdiasja são pequenos. Nunca vi hum inverno tão frio. Os dias vão crescendo; estamos quasi na primavera. XI?. Diílogo. Ir para a Aula, Aonde vas com tanta pressa i ?ou para collégio. Eu também para lá vou. Se queres vir comigo, vem de pressa, que são horas. Espera hum instante, Nio te entretenha». £ 7 m # #>i f')í *#=&**##** B=f'I IS7 ãç.MMtt
  • Ir para a Aula. Na Avla. 230 Quem he aquelle, que alli vai adiante ? He hum nosso condiscípulo. Vamos todos junto*. Talvez que o nio alcancemos. XV. Díaloco. JVa Aula Porque vens tão tarde ? Estive de vigia toda a noite, na5 pude ievantar-me hoje cedo. A que horas te levantaste} Levantei-me às sete horas, e roei». Porque te levantaste tão tarde ? forque uaS houve, quem me acordasse. Ks muito preguiçoso; antehóotem porque naS vieste i Nesse dia tive muito, que fazer, ua« tive vagar de vir. No Iran dos negócios do mundo ha perigos, ■iio poucos. - ao isto he por mais nio podêr. ” °Utr0 te ch*'»asse està feito, mas naS vir í ordem do teu mestre, he coisa extraordinária: quanto mais que, tu nío cnidaste do que te era proveitoso.- isto tem grande, consequénchs. ’L'toirT’ ““ ‘'M° "">«''1*. *». I...7. E-l #+2t # fê ti #iiT!EJíW m-um im it % # hilií Ji) A H 7,I(| g ff. 6'i m fií án i'i- 7^í§ ^ Jpj -jijí
  • M1 3?.#Pp1# + £ Cop, V, XV% Dulogo Ain d a que te bata, não faltes ao teu dever: està mão: estes Ires dias não vieste ã aula, não tornes a fazer outra: por tua preguiça he, que tu não estudas: has de desembaraçar-te para vir. Se em alguma coisa tenho oftendido a Vnic% peço que me perdoe. Sempre estás a dizer, que offendes aos outros; mas não basta conffessa-lo, o melhor he emendar-te. Que te mandei eei a ultima vêz, que aqui vieste ! Nada me mandon, sòmente me mandou furtar o tempo às occupaçdes, para vir à aula. Vai para o teu lugar assentar-te, poí o chapéo (barrete), e lê. decora a tua lição. Obedeço. Ja acabaste de ler? Ainda não. Tu tens penna, tinta, e tinteiro ? Nada disso tenho. Pois então levarás seis palmatoadas. Eu tenho tudo em casa, mas esqur ceo-me de o trazer. if.fr H í£ £ ft fiiI % ta # ft. tt a ir ’& st jjsèf í fàt&i&jnb « W tSsflilf) Bij ft *
  • Na Act.a. S32 Assim, está feito: vem ler aqui diante de mino: on¬ de principia ? Aquelle dia li até aqui. Piincipías espera, que veio hum hospede, e vou recebe-lo, entretanto escreve, depois ainda has de continuar a leitura. Continua a não vas para baixo: deixa-me ver. Entendes esta passagem ? Esta passagem truncada não se pode entender. li M g 11 WIS-B â7 #'l il M-È# Stfc W — tí ^ IÈ -t 7 PJr & % tt t) Míé ler: quando não conheces hutna letra, w Iffsf L o segundo capitulo. Quantas folhas leste ? Tres. I.è de vagir: tens ma pronúncia, nil les claro. Que estás a olhar! pensa no que fazes. Esta letra de que genero he ? He do genero terra. Qual he a diflferença ? He hum li. Qual he a pronuncia ? He mat. Que significa ? Significa sepultar. Nunca vi semelhante letra. Nada aprendes: sabes a lição de cór ? £7«f.S« ill 1 íè ® 3S S' ft £. fs ff tf-ÍB tí V- m ^ & z # a $ % At ta H# wss
  • Cap r. XP4. Duloc.0. !ss Não a sei de cor: não a posso decorar toda. Tu antes trazias huma lição grande, mas gora he hera limitada. A’manha supprirei esta falta. Isso não vale: cada dia se ha de cumprir» obri¬ gação de cada dia: tu não cuidas era estuar. Este livro lie difficil de entender. Este livro contem muitas seiencias : he obscuro por que tu estudas sera serieade, e sera sentido. Eu tenho pouco tempo i porque tenho der cora meu irmão a comprar o preciso, e outra coisas, que he necessário fazer. Tu desculpas-te cora as occupaçoês da casaque não tens hum momento de teu; más se tu futares o tempo, logo terás vagar; porque não «tudas á noite í Eu à noite estou dorminhoco, estou ás cal çadas, tenho soiuno. Não esperes pela meia noite (ara estud'; enlão defficil he, naõ cahir cora roiutio. Vine', passa liçoês grandes, naõ as possoestudar todas à noite- Isto ainda naõ he nada; toma cuidado, qu além da lição de cada dia, ainda has de fazer do Ihenias tí # íi flí & 9 íf ^ í'l ® 0 ftís-íf 4> $#0 tf* B $ sfc X* pjt ^ ft- a-*#*# W-- 0 â#M W ffe!/% fi tf & w i k 0 M & fêgigU I £1$ ®Í7 4 & t »l éí; ft i ft ilf -f' tio if iHtnt ® ft & ft. na ± -* & # |í ± $ à r 2 íh 7 íf St . «sitfl7f & *T ft fi '1' # 0 & W ■fr $ «!• — $ §? 11 lí cada mez,
  • Na Avla. ÍSt c examinar.te tres vezes no arno; alias, bei de castigar«tc severamente, e se tc naS emen¬ dares, liei de des[icdir-tc: que estás a meditar ? oh ainda agóra eslavas t5o alegre, por que te deo agora para chorar ? vai-te embora, torna a pôr este livro no seu lugar. Porque me empurras? (para hum companheiro.) Quem te empurrou ? não te ires. Hei de aceusar-leao mestre. Sc queres, accusa-me, qneeu nenhum medo tenho. Senhor Mestre, elle he inquiéto, cospiu-me, puxou-me pela transa, deo-me hunia bofetada, e arranhou-me na cara: quero estudar,eelle perturba-me com a bulha. Isto he hu»ii falso testemunho, podes nega—lo ? Senhor Mestre, elle caltimnia-me: eu naS fiz tal coisa, e elle diz, que cu a fiz: elle quebra huma coisa, e depois torna a culpa aos outros: eu juro. Naojhe de crédito, Senhor,elle tem por costume damnificar a honra, e negocio* alhçios com os seus juramentos falsos, e arruinar os interesses dos outros: alem disso elle diz, que Vmce. tom estes, e aquellc* defeitos, Elle ainda he peior ■, elle injuriou sua mãi * i mwi 7,0 A* 3s iSíiftft fótíIt IlítíM fBM £-t,&7$2f!7-tr7^ -'h'S G.#7 SAKftíS FAfe Ss#t fÈf
  • ”s + s np, XF. Dialogo roga pragas ao pai na presença, c auséncm, izendo; Nío morrera cedo, escusávamos ímpertaeocias: diz, que elle cadúca, que he inaturàvel.mperli- nente: faz pirraças a seus pats. Tu es tão atrevido ? na presença, do pai na se deve dizer huraa palavra de mais, nem dee haver huma palavra mais alta.- os filhos rerébem benefícios mui grandesios pais: a mii anda pejada dez mezes; da.lhe o peito tres annos.enxuga-os.elognetornio a molhar: cança-se em criar os filhos, pm ficarem gente, na esperança dequeellcs lhe fato a von¬ tade: diz o adágio: Cria filhos para a velicc, e gu¬ arda pão para prevenir a fome: O, filhos desobedientes a seos pais sã peiores, que as feras: que consciência he a tua ? r.o honrar os pais he peccado, quanto mais injua-los? dévt-se fazer a vontade aos pais, naí s lhes deve f ./cr resistência alguma; nío sebes deve causar desgosto: quando tiveres algum: coisa boa A»^ SJi M ii —“ 'í) & (í ^ fi 'Si 8 tf $ £ iSH# *íJcMA T'!aifòWí # ê * fc Ml M S # * ft IS íi ^ S 41, . fiais tiMft dives ofierecer-lh.t. Naquella o casiío tiio foi mai«, que hm ímpeto da natureza, mas logo reconheci o me erro: nas outras occasioês bem sei, que isto he no. elle hc, *& ífc fi ifc^ÉSIS - ife $ tt =? & ftgííSê Elftfvtt fjjfll il li ^ T- Íf-.SÍ & que and, sempre ás pancadas com eu l;"" ' ÍÈ 1 M 6^ í£ íl? H^t menu;; Mv
  • Na Avia. «lies gritarão bum com o outro: elles conservio 6dio hum no outro, c nio odedéccm aos pais. Ainda os de fora se devem amar, quauto mais os irmios, era cujas veias corre o tnesrao sangue í o irmio maior ama, e o. menor respeita; he muito 1,180 1,80 ier pa* com os irmios, e aborrece-los: n2o te pertniUo chegar à miuha j r-iengi, untes de te reconciliares com elle. Eu ja lhe pedi perdão;. «gora estamos hem como dantes; - I «He nio me abo r:ce, .nem eu a elle. Oh la, quem er;á para all i a fazer desórdeos ) He o Senhor Cu, Isto nào tem geito: nio sei, que lhe f.ç leva este rapaz, e da-lbe hurna sova de açoutes. Senhor Mestre, peço, que rae pordôe por esta vez. Está feito, nào te envergonharei por cstr ver; po- rein acautéla-te melhor para o futuro. Sim tenhor, nio hei de tornar a faze-!o- Vai copiar; vejamos se copiaste bem; i [■ está mal copiado: torna a copiar;. levànta.te, poê-te direito;. tens o corpo inclinado, levanta a cabeço,. fâfi 'ú it •'Êt^yç.yr *l'A f») Jigg S EM fgí-BMWg ui a $ m mfímxtt 8 # % ífe Ir) «i ÍP |i 7 &gfis. ?j#íf ~M7 17iS — íè 'J' Ki § £ $ ff, S & 65 ff T' ff #057* 3fíífr# íí> Ps ■? ffl 7 s tí5 tip® sf 3K
  • 3E 3|£ fp] ^ cap v. xrt. faz htima cortezia : id. olha para mim; vai cantar, canta huma cantiga : cantas muito bem, vai-te embora. XVI. Diai.ogo. Saudar Como está Vme' ? como vai de fortuna ? Bem para servir a Vnic',: bem muito obrigado; 1 . 1 - bem: tem sido longa a ausência. Como estás, estas bom? 4 lx como te aclns hoje? Muito bem: obrigado pelo seu cuidado; e Vmce. como está de saúde ? Agora na8 tenho doença alguma : e tu coiro estás ■ Soffrivelmente. Muito me alegro da tua saúle. Vmce. me confunde. He meu devêr. Tinha muitas saudades tuas. He.honra, <|ne naS merêço, Vmce, ja jantou í Sim. Como está o Senhor seu pai ? Meu pai está >oin. (a) E como e.tá teu tio materno í Está muito melhor, do que estava. Teu avô paternoestá bo u * F.lie estava bom a ultima vez, que o vi: die está lio campo: e! te hl de querer vêr a Vmce. Dijlocp. KMH.nnáf A 8a #>&&&& êrw„ mftê## tts? *#■##, i* 4"Miío #«8 t I & -t — -te £#*!•,-ffe$ Alfi (a) T'ê Tratamenlot, pag. 160.
  • S.ivnjii. 'M8 Sinto, que esteja doente. Ei.io la vem. M $ ÍNi $ 5® iS Senhor, tem passado hem desde o outro dia ? Bem. Tn também nunca teus estado doente ? NSo tenho doenças grande», porque das pequenas ninguém se livra. Eli nunca me aeliei iaí bom. Todo» os nossos amigos de dentro, e de fora da corte passSo bem > Todor estão bons, excepto meu avô (materno ) Que doença tem elle t tem se achado melhor com os baulios? Nío Senhor : doe-lhe muito a cabêçn. Muito sinto: ha /quanto tempo está doente ? Não ha muito. % #0 * ff í * 1 íè |S 'ííl 7 ^ X4HIS& Que pena, na5 podê-lo visitar hoje! issenta-te hum instante. Nío posso absoluhimente. V Estás com muita pressa: onde'tees etado depois da ultima vez, que nos vimos/ Tenho estado na corte. Ja te queres ir embora í Eu preciso ir para casa. Tão de pressa ? ainda lie ci do, as-énta-te : ff i & # it 6i %J t > h —%M 7 íj »-^Sí|Ii7 $iêíãlèl%;£
  • X P‘11, Du LOG». 239 SMC W#+ -fe o** ao menos has de cachimbar,e tomat cba. Do propósito vim ver-te, o despedir-roe de ti. Obrigado. O Senhor Tu ja se veio despedir l Nio, elle dedígna-se disso, pela minha pequenêz. Da me as tuas ordens. ReciJmenda-me a teu frmão; dize-lhe, que sinto muito muito a notícia da tua doença. N5o faltarei. Passe muito bem. Vou-te acompanhar. Nío, na5 vas raais adiante, deixa-te ficar. Dispensa-me, à maobã not veremos, que hei de it & despedida. Não me confundas. XVU. Dittoco. Dormir. He quasi noite ; são horas de dormir. Tu dormes cedo. Não lie cedo levanta-te, e vaite deitar. Camarada, vem comigo. Porque queres, queeile va coiutigu f be, porque tens medo das bruxasí Não, he porque, faz frio. Moço, fizeste a cama? Fiz. Está mil feita, torua-a a fazer; abaixao mosquiteiro d.i-me ogôrro : ajuda-me a descalçar as botas; # lêo tt n & a a * tf í? á m w ia « $ ']>, w# ti xf&ttM *7.ÍS^flo Sêfo 1*11 T'S ir rq#-f"b II m 3c'*FI, íiTKtifclfíj! # BI 1)5 -f-o 7 •?,$£ ^ ® íí # tó M & Í5: & ft-*® ft 18 I? 36 SS it ? if # Ã # Jig arranja o» meus vestido».
  • Dormir. Ley.iHTJR se. SI9 põe os calções sobre a mgsa: vem logo buscar » candieiro: deixa ficar a candêa, eu gosto de ler na cama : apaga a candêa. Ja a apaguei. A manhã levanta-te hum pouco cêdo, t gcorda~me» queeu tenho de madrugar: ha-te de esquecer ? Nâo tenha rnedo,t|tie me esqueça. Tu es hum mão companheiro para dormir : sempre estas com os pcs fora da cama j tu levaste a roupa toda, ja naO tenho cubcrtôr. A» pulgsa mórdem-me, nas posso estar quieto, D ame o ourinól. Nio ha: porque saltas abaixo ? Quero satisfazer huroa necessidade, quero oursnar; quero satisfazer huma necessidade maior. Concerta a candê i, atiça-a. Apagou-se. Fere fogo, accende o candieiro, Nio ha isca; na8 acho pederneira, uem fuzil, Asabou-se. fàMtkê ')࣠ITS M & 5fe 5* 7 # — $ t # Hè#-ÍSií4 7±t Síf 7 »&> «S5e5feT.itT># ~F* tftiíNi. ttM ^7o « W ,‘K &9I7 XVIII* Dialog»»; Lcvavtur -te. PpI # + A JE ^ Quem bate á porta ; quem he ? De paz:ainda naS te levantas te í ainda dormes? Nio, eu so estou dormitando. Acorda, levanta-te. Ja li i m iito acordei. »#IP1 ífe.tSdí&afe&fltf &
  • 8,1 Cap. r. XVIll. Diâlo&o. Quem te acordou ? Foi hum criado. São horas de levantar; he dia; he dia claro, es hum vagaroso, hum a tado Abre aporta. Está fechada. A chave está ua porta. Tem a aldrava corrida; custa-te muito a levantar-te. A que horas te levantas tu? De ordinário às sete, e meia. Eu hontem dormi mal; toda noite naS fechei olho. A que horas te levantaste tu ? Ao nascer do sol. Eu levanto-me ante» de nascer o sol. O melhor somno he o da manhã. Se não sahes para fora tiro-te a roupa. Eu me levanto. Cuidado não caias: olha, que te has de constipar, Ja me constipei, e na5 laço se nío tossir. Assôa-te. XIX. dialogo, f 'estic te. Faze-me trazer hnma camisa lavada. fH4 7 %> l£Á>47 ispio m±i ft&£Fi±. **7#n ffctt 0 5-í 0 iaus^eíií® 0® iê^WihíeSíM* 7 #-±$1 jlífiéít 1T4 d' ;C> íi T # H •£ fil m17 «7 FpI# + A «a nr#
  • resTm-te £42 Esta està bem lavada: também querei o teu roupão ? 5im,e também as minhas mêas. Quais? aide leda, ou as de lã? Melhores serão as de linho j porque são ruais frescas. Melhores são as de ganga (a) â-*# ik &$!£'/? •& Mtk SsffiSíé m-n H t M U da-me as ligas; ala-mas. Esta està rôta. Qa-lhe hum ponto, manda o çapateiro concertar os nseus çapatos. Calça as botas. Nio me posso abaixar: pentea-me. 0 pente està gujo. Limpa—o. Quem quebraria 4 ou 5 dentei do meu pente ? Quero lavar-me, eaiuda naS me troxerão àgoa: da-me huma bacia de cobres da.me sabão. Acabou.se. Pede ao mordomo : traze-me a minha réstia. Queres a comprida, ou a corta ? A comprida. Ahieslà. Isto não está bom Qoe he ? Está çuja, busca outra: achaste-la? Não a acho. Està acabado, ua5 procures mais, Ê f 9 T o f# ft « 7 *«i£o W.&Wf íSififfc 64 Sf -TE0 5®ií- ^ ^ ^ mi?iií#m $ K í# T1 íj'; W'J'lfo IS í\ «ft S'J ft-# ft* rHTr, ft*# ^7^Ift7 (a) As méa* Chinas não são dt malha.
  • 511 +fa c*r. eu visto a véstia curia, e acabou«se. O lavandeiroja trouxa aminha roupa? Ja, e nada falta: qual cabeção querei? O queestàna cabide: traze o meu vestido de corte. Qual ? O de hontero. Pois porque na5 vestes o novo ? Porque ? Porque hoje são os anno* do imperador, lie preciso ir ao paço. Nâo me lembrava, fizeste bem em mo lembrar: estou quasi prompto, agora fallSo.me tres Í7£5if1i*?7siii4 coisa* somente, que lie o barrete de inverno, 1 áí/fêfS o cachimbo, e a bolsa: sacóde-me o vestido. Onde está o penacho ? nio apparcce: porque te não abotoas ? He moda agora: quem bale ã porta ? He o alfaiate. Fa-lo subir: mas não o deixes entrar. XIX, DtJioa». ♦lBl?fc7, 7@#ii wm-msT- 0 ft SIS-# ±ft lâ^iiílíliíi^ST A # 7 íp J: ffl 7 âiill. "I t J;^íí^4
  • VltlTÁ DE UAHíUs 244 XX. Dialogo, f isila demanhi Teu Senhor eitá em casa? Sim Senhor. Da.lhe parte, que está aqui o Li para o visitar. Sim Senhor: se o Senhor quer entrar para oh quarto, pode fazê-lo. Está bom. Estás em casa ? Sim. Venho-te incomodar. Náo ha tal. Que he isto, ainda dormes? Deitei-me hontem tão tarde, que me naí pude levantar cêdo hoje. Procurei-te hontem, e nSo te encontrei. Não pensei, que me havias de procurar. Que fizeste hontem depois de cêa? Posemo-nos a jogar, primeiro em minha casa, e depois em casa do visiuho de paredes meias. A que jôgo jogastes? Jogamos as cartas, eu joguei quatro, ou ciucojú gos: também jogamos as cartas de osso: depois jogámos os dados, o gamão China, e utlimamente jogamos o xadrez. Até que horas jogastes ? Até á hmna hora da manhã. Não admira, que te levantes tão tarde: mas tu has de cortar esta amizade : icostumaudo-te ao jogo, tua mulher, e filhos logo hão de padecer pobreza fome, e frio: alem disto os teus parentes nao hão de fazer caso de ti. f?= if» & do Igà * g ítflítftn EMMfèét fk fW W» ff iftvS KUS H w mt fa a - t li 4-ís Stf £ 5T* g-#íe mm fiãfpmms. ST- í2:ár ^ Aj$ ?s * «» X mjo su^s # Wíl flHfi #-dt * * a
  • Cap, V, XXI, tiAioao. «>3 I. Foi bum amigo, que roe convidou, porque era ver¬ gonha para cile, nào roc ficava bem nio ir. Havia esta causa, está feito: prcpàra-te le pressa paracahir. Para que ? Guero passear coro tigo. Hoje estou occupado, vai tu só. Esta està boa j isto he iaaturável s sein que, nem para que, por fas, e por ú-fas lança a gente fora de casa.... Está boro, almocemos primeiro, e depos iremos. Assim, està bom. XXI. Dialoco. Aimoqa.r. Queres almoçar ? Pois já são horas; Nio sei, eu so sei, que a bairiga me dá turns: parecc-me, que ha tres dias, quenaí tenro comido. Pois eu nio tenho apetite: que queres alm>Çarí Pão, leite, manteiga, e queijo •, alem diso quero holinholos. c bolos de mil andares. Nio he próprio comer tais coisas ao altiôço. Se nio he proprio, queha7emos de almo&r? Letria de arroz, e de farinha, e doce. Da cá huma faca, eu te aparo a fruta. ^Til'Mtl&ll T tftflíi tãl-fft*®-* $ I ftft 1 ÍE 1 #, #1 tk $} X- f) U # j-jrj fcjfcSSio àtttííT + SUS to S too fl 7 fôfê & 1 *p jê® ijlfl -ffi ífc t® H 3t &# g* ffi fS S.S íiji 7vtt SIS SÉ «f ,71# ísJI p£ * © MMS $8*7
  • £ © * <£ 446 Nio consinto: ha huma impertinência aparar a fruta. JANRTAU. ML 3. Por isso eu raras veres a aparo; come bastante; jj] *}? |=jl] ^ —“ Síj @â a pá-?- ® pèi6to w£-â porque ainda faita muito para o jantar. E»tou satisfeito. Come mais. Agora nio posso comer mais nada. XXII. Dialogo. Jantar. Convido a Vmce. para hum jantar ordinário. m s= + - m í $st Eu me julgo indigno. 0’moço, vai de pressa dizer ao cozinheiro, que & £ £ $ Ef & ffc lfc Í4 M OJ-Ur «à P™n*Hd. * ft T t 7 » » 7- po8 a méia espera, la; ja viérlo todos os hospedes? 44 ■?»Ir ^ ^ A ^ „ ,4«...... 74s.«#*T«í*-(iT*# ainda uio veio. VA se eslà na rala. La está. Toca ao jantar: poê o jantar na mesa. Nós usamos só dc fachas, nâo precisamos ig & * '& S6$87fo d.*.,. ^TféíflSfi I éíjíBftT- fos, nem de colheres. Nos estamos melhor, que os Europeosi nio necessitamos de tantos instrumentos. Vmce. serve-sc bera das fachas, Eu nada possso apanhar com ellas. Tra-ze tres,ou quatro cópos. Ei-los ahi. Damos vinho. Que grande pichei! íji.#: = H'M # 7 Mi@5ÍS° tfJisí
  • cup. r. XXII. Duioto. 5,7 antra#—+=. Quanto leva eite pichei ? Oito, a nove cate». Bota meio copo de vinho : bola mãis : este vinho está muito quente. Agora está fresco. Isto está mao. Que he isso ? Está frio. Da cá outro copo de vinho quente : este vinho estaazêdo: aquelle está turvo. Este hc mui forte. Aquelle lie fraco: queira beber hum copo. Não posso beber tanto. Este vinho náo f z mal, não tenha medo Ja não posso beber mais; temo ficar beiedo. Não tenha medo, he vinho agoa : queira beber buiu copo de agoa ardente. Não bebo agua ardente: não bebo mais: batta de beber: eu bebendo muito, também fallo muito. Hoje não he dia de carne: nós comemos depeixe. Traze seis tigelas de arroz, ecinco de conductor nlo precisa toufú : traze também almôndegas de peixe: agora advirto eu * este Senhor não coma peixe; trace carne fresca cozida, assada, frita; mas uão se quer gôrda: a salgada defumo não serve, nem sédíçs. àexçepgão de presunto, â-fI:S£'t#£4'v« Jê if A iifr Mfy #7 It -1 ff §&- m -t- vi ^ ffi -F r- ia *ii 4 7= # 7 S fó M S? 7 Ti tó ê !fi fS S - ff JÉ ilo Ti itikHtX'ikl ílSiMtí %•> mu A 7 T. íS^sê1&?k$fÉ¥#;iSl itÔítâfcWlIWIKSaiSíjÇ
  • 243 Jasbtak. Tomar Ca*. £18 IKS Está isso prompter Sim Senhor- -V- Vs Xv Agora falta caldo. Esta carne está meia crua, E esta està dura : na8 està bnin cozida : aquclh 11:10 tem gosto ; esta he que està boa, queira provar. Nio posso corner; na5 posso mastigar ; eu sou ruuilo tôsco no comer, hão ha tal; dós todos sumos de casa : 0 arroz be o sustento de cada dia; tira arroz ; bota huma tigela de arroz ; o arroz està torrado; estàséceo; tem arêus; coma mais huma tigela de arroz. Não passu comer mais. Comes pouco. Eu como muito; mas estou farto. Dimiuue burn pouco; bota caldo para ensopar o & ffl}% t&ig arroz, não tenho bom couducto para levar o arroz. T# Aqui estão hervas salgadas, talvez quesejio boas. àj§ ^ ^ /£ Eu tenho comido. Levanta a mesa : da os sobejos do conducto, e arroz aos criados. ^íj §|t|J ^ J[^ P£" 3£7&° im 4. ís dn ílt m 7-1*3 $ ± m ã è-t# is 47 a t -t £ íít 7ê 9í X 0 lê A.1S.&A 0 tal! IIU .1 7,4È 7 ti¬ ff'’á-ííffi p£##7 #17 XX1I1. Diax.ogo. Tomar cha. Tenho sêde, faze chá; vê se ha cinco, ou seis chícaras, e pires, busca a bandeja; olha, que nais qnero cha velho. B3#z:+= *»7l p &$£
  • !,í 3E*ro#-+B C‘P, r. XXIV, Duioa*. Náo o ha de«tc anno. Pois bota cha velho, que também pode lervir. O cha està prompto. Da*o ca; bota cba. Senhores queirSo tomar cha: o cha ainda na» està feito; nem tem ainda gôsto: està delgado; tem fumo; toruaa boti-lo no bule; espera, que se faça; botaste muito cha, està muito carregado, bòta-lbeagoa. Està bem feito, toma raais huma chavana. Nío posso tomar mais. Recolhe ascharanas, e bule. XXIV, Dialogo, Fatiar China. Tu aprendes China ? Aprendo sitn, mas na» aproveito. Fu/.es bem em aprender China; porque he agora moda; todos fallào esta lingua; todo o mundo quer fallar China; todo o homem de bem falia Mandarim- Mas a liogua China he difficil. Wãq Senhor: huma pessoa de habilidade com applicação em dois, ou tresannos pode aprende-la; tão fácil lie. 3át ■Mlíi 7 TH fÊ7o ** £69% 7 ft M-& ffitfSL+BJ 3Ê + @ff {$¥ d3 ISft>2> # a m ia 7 if iff #^rf> w a-& t^T«Aat®se*B tiffiA %mtn í>í& d1 ffl ui— H a & & ê\ u & itm T>'ã !<);$. Qual história. H« assim.
  • n tf m fí Falar China. SíO «s^Btras* nia'* ^um Pouco he conhecer Ouvi dizer, que huma pessoa na» pode conhecer toilos a letras Chinas. Na verdaJa assim he. Intio melhores sio ai Européa*,ea» Tártaras,que cm tres, ou qualre dias logo se conhecem todas. Ma, o Europeo, ou o Tártaro na» póde saber todas a* palavras da soa lingua. Sao ha duvida. Hora huma letra China lie huma palavra, por isso huma pessoa na» as póde conhe¬ cer tidas. Sendo isso assim, a literatura Europé, na» tem muita difterença da China. Certanienle: <* ler os livros Curopco* he, que he ma:s fácil hum pouco: mas o entendê-los tem a mesma diíliculdade. Então sempre os livros Kuropcos são melhores hum poco. Isso talvez. Diga-me qual das duas lingua, he ntais diffícil, a China, ou a Tártara occidental ? Não rne atrêvo a decidir: porem suspeito, que a Mundariua he mail diflicil. Tu entendes os livros Chinas í Custa-me mats a ler, do que a fallar. Que livros lês. Leio o Livro das Ires leiras, o Espelho precioso do coração, MM. 13# tf ÊfÍ*íVW#$>!íUtl?E VWi&iX kMU%7 ê & ín-t-^tf âtg#7 M %#>&& m -««s Ã5*#*isa; tttf as*?—® ia 'HS^o iff fô tf m fitf iSti Wlísii M 11 (í « 18 -/E Í>J ® ®5-fê-1 triStH,
  • 851 + = Cap. V. XXIDuLoho. a Crande sríeuafa, «Meie, at Máximas# Rispciu / '■;/? (4 livros Vs Cenfiicio) Mom-ltu,Exame das frases, e Secretário-, ja estudei toms este», c ainda 'ros, que «gora me naS íembrã» 1je qus ccionario usas ? jie ordinário uso do Dfccionario, e algunas vezes da liegra das letras, {<> dicciouario grante.) K # is S 7-.® P \i. t 4 M f ig-£ »l nd in 4' i&T&ik •1 .utas librae tern a tua livraria por tud>. Tem 30 ou 30. E quantts tamos. Mai» do 107 toraos, se me naS eugam. Ua muito, que aprendes China ? Nio ha mais de 8 roezes. Ha pouro tempo : não te diz o Ua mestre, que he necessáio fa|jar sempre Chiua? Muitas vezes mo tem mandado; poren eu por vergonha naS obedeço. Nko teuhas medo, ainda que erres, naiimporla ; todos sabem, que ha pouco aprendes. Porem isto importa ao meu mestre, Uive* pcr- judica a sua fama. Também na5 tenhas medo disso; parqus mj |la mestre, que ensina tão de pressa, e tão bem como elle. Com quem queres que eu falle > Í'í léMiWT^ §í ft; %% || gj- tirêit+ana. WM i # A tt' # lê # T fÁ Tf ff 18H f. % 6’j flf Mc M % # ^ H f. sà -f ifi*ft B% g H — «íítítit Com queia fal! ir com tigo: se queres faíiar bem, he preciso eScrcicio,
  • 311*0 A Visita a hum China Dizes bem, hei da seguir o tcu coasulho. Se o fizeres assim, está tudo foito. J52 iltigft fógJB XXV. Pialodo. Hum Euroyco vitila hum China. V. S\ está bom? Botn,e Vmc*. como eslà ? Bstn para te-vir a V Sa : perdoe, nio sahir a recc- ber a V. Sa. Be obséquio, Wf
  • Cap, V, XXP, Dialog*, Esta jornada he mail longa. Posto que longa, hemaiscómmoda. Porque he mais cèmmoda? Vindo por Timchòu, andão.se sete dias por Icrra, e vi 4jp por Aon chain he só hum dia. V. Sa. ein que mez deo á vela de Nan chain? Aos 8 do mez passado. Trabalhosa jornada. Não Senhor. V. Sa, que idade tem ? Tenho 38 nonos deidade, V. Sa. ha quautosanuos partiu do seu reino? Ha quatro anno*. Em (pieanno partiu? Parti no anno lt>de Kiakirn (1811.) V. Sa. veio por mar, ou por rerra? Vim por mar até o seu reino. Ila quantos annos chegou ã China? Ha dois annos, que cheguji. Quantos senhores vierão comV. Sa. Vieriio cinco. Todos os cinco chegarão á China ? Todos, à ezcepção de hum, que morreo na iàgem: como se chama Vince. ? C.hatno- me Chain, seu criado. Quantos annos tem de idade ? Tenho 85. '/Ti?£-fc B mêz-4.r-^iiig§ £ á§ & IIS ~ H *1 £ ífj g P? íW Hl! t P, fe A 0g ÉK? -m%0 t ff * j^r. 7ZT -j-» __ íí$l#SJ7 S. ar t. f i if B -fc T 3U á'j f fj 7 #l#4ío Bitm
  • f'isiTj 4 hoii Chink. CohpkaH Livttoi S5* He hurna grande idade. Estou velho, não presto para nada. He que reino he Vmce. hc China, «u Tártaro? Sou China. He que província he Vmce. f Sou da província de Pr.icheli: «ou de Suchoan. He que cidade he Vmce. ? Sou de Xuntien. He da metrópoli ? NSo. Vmce. he da villa, ou he aldeio? Sou aldeão. Como ie chama a sua aldôa l Cbama.se Ki-c’ou. Quanto dista da villa ? Cincoenta lit: meio dia de caminho. Quantas prisons ha na sua aldôa? Eutre grandes, e pequenos, hórnens, e mulheres ha huiuaa 100 pessoas. Também ha ricos? Qual he a aldea, em que ha ricos? Nao lhe quero tirar o tempos vou-me indo. Ainda he rêdo. Eu vou-me recolhendo: a Deos. Estou muito oceupado estes dias, para lhe pagar a visita. Nío se iucõmóde: a Deos. A Deos. XXVI. DiAooeo. Compr.tr livros. Tens livros para vender. Tenho; innumrráveis. Que livro» ? Toda a qualidade de livros tenho: diga, nue livro quer. ° ' ife £ 7 7 ff ffl Ao ti|A S ífc £ #, « <é ® jll A íí^íSÍI^Ao T^ it ft&Jilâflid. E#-p0 Jj^ p o &í4Attj£fl=Ês'?AA A A f? *2 A rnmn, íè7è7 ffl-fo I3]*i,p#7 fçitA mm- i.SSTotlt + A «t ff fÈ £ #
  • Cap. r. XXf'T. Du 1.01.0. 515 'FflS A’/x —■ Í» _k Quero a Poesia antiga : os Quatro livros (de Con- fucio) e as Cinco Escrituras. Ei-los aqui. Esta ira pressão na5 Ira boa; não he cla>a;ebastante errada. Esta ioipre.são be particular, barata; tenho ira— pressão régia, mas maia cara hum pouco, Deixa—me ver. Esta impressão està suffrive'; mas a encadernação ni5 està muita boa; cl ixa-me ver outro exemplar. Este he óptimo. Kao eslá máp; mas na5 tem notac. Ora isto hc iuaturàvel: ji he de mais, ja he menos; sim, eu não tenho boas livros para lhe vender: va a outra loja, que eu vou guardar os meus livros- Ora tem p iciéucia: torna-me a dar aqnellaebra; quanto quer s por ella? Hum taci, 6 u.izes, 3 condrins, 5 caxjí', e 4 haos. Este prôço he caro: esta obra na5 custa nais de 8 mazes nas outras lojas. Não me importa, por quanto os outns vendem, eu se vender por menos, perco. Agora reparo eu; esta capa do livro h fraca, e està mal aparada. Poisestá feito, dê-melium tael, e 4 conrios. To igktà *§ la &] ^ /}' àg-ã! fi'“ Ifi . . .%* fPtt k Si & 4T Tl Ti /A stfr» 7 • A? tf Út&TkfTi % %>& ®t — ttí ig 4133 IS S # 2.» 0 « H AUS 4f * jt àfi “ *li £■ A Sâfli At Í5 ^ H A S % 'T* 'P ífe S W •tiL #) * jif
  • Coup tun. Lirnos- 25C Eu não gosto do regatear; eu tenho palavrjde rei; nio posso dar inais dehu u tael. Não pode ser, perco por muito. Li custa a crer. Veja o meu livro: eceri, eu sou hómem de poucas palavras, quer, ou nio ? se não quer, acabou-se. Nio Senhor, a Deos ? 0’ faça favor. Que queres ? Por ser para Vmce. ahi tem ; ainda, que tico de perca, não importa. Modes de Hindi r. Que diz Vmçe. ? Nada. Tenho aqui huma obra nova, talvez V., c-, goste delia. Que li > ro hei *--! i Oe luedecina. Que título tem ? Não me lembro, pode-se ver. Quem a compôz ? Foi hum bacharel de Xa.ifeim. Eu não pertendo ser médico, ria5, preciso. Tens novellas, cantigas, e trovas. Uaqui a 3, ou 4 dias he, que hei de ter catas obras : agora naõ tenho. Ahi tens duas patacas, da-me a tiôco. 0 cimbio da pataca são 7 maze;, eS condrinq por tanto devo tornar-lhe 4 mazes. Justamente, a Deos. ã'íg-%v&Tim&- ffitff ͧ*o f+it % cí Vi flÈ ll fi o pf ft ff.Ji È —'h II % M It jf- iiti 'ft H Sf> # HÈ # % há # íh ? f i 7- li / — Wo4:RíífÊí| MTffjm #0» vffliiWT-
  • 217 XXrií. Duioat. v, XXVII, Dialogo, Alugar Casas. Amigo, ?em comigo quero alugar hum casa. De toa vontade te acompanharei, Ksperla, que aqui está huma caia com escritos. Bate à porta. Quem hei Gente de paz. Qu querem? Qucrtmos alugar estas casas : onde está idouo ? Esperem, que ja vem. Como estão Senhores? A’s suas ordens. Vince, quer alugar esta casa ? Sim, Senhores, entrem, e vejào, se lhes arada: antes dc tudo vrjio, como he alta, uov, ecom a face para o sul : entrem, e vejioesta sail:, acola he a vak interior; To mm®, 4 PI» ti» SflSo fâ 5È B tem tres divisões, • hc de sobrado. j Quantos quartos tem? Por lodos tem onze. Chove na casa ? Nem huma gota : em cima tem terrado, para acolá te n hum xaguão, horta, jarim, e Xereta, Tem pôço? Tem, ecom ruuito boa agoa.he como hm« fonle. Ha os trastes neces-ários. Sim, ha algumas deaeuasde cadeiras, maisdelez mézas ha cinco, ou seis catres, liuns envernizaos, o,itro de bambú, e.outros de rota, que tem csliras #+- Pflo 1 r- m —®tfi.^ii±sÍWTsA u m '/t' a m fifèi-fetâj-t-jigg t vgí S?
  • JivOdR CoSji. tSd e travesseiros: na sails ba diversas qualidades 'de esteiras, coxins, alcatifas, e piiizágens. Também ha armários.’ s í >4 íg:il W áí yi i Tudo ha; ai marios de dinheiro, de li vios; estanh de livros, e cabides, aqui nada falta, até espelhos ba, para se ver a dies, quando quizer. Agora queira dizei-nos, quanto quer por mez ■ Su iibo alugo por me*, eu alugo por anuo. He o mesmo: quanto quer por aunor Cem tabs- He muito curo. l’..i» eu Ih ■« seguro, que he muito em .coai t. Pi is fique por isso. Está dito, A Dross á manhã hei de mudar de casas. Quando qrtieur. XXVIII. DIA1.06 >. lnfonn(\r-sc He hum sugeitn. Qurmhe aquellrí He hum sngprto de .Yon lum. E eu prntava, que era tie JVwkinu Onde mora cllc? M ri na rua Xiifam. Ja tem casas ? Não; está de hóspede em c isa do Senhor Chou, Em easu de quem està hospedado ? Erncasa do Senhor Chou. ■ ífi li # i !)■' ■ff 2. ^ "f ■&. ^PS¥!®!ÍÍ£; Frl -A-n ’M — P? R#Ã i$ ji fisii* M7 eu BStitSi ®@íl & ST UJP-fiSplb AT'ihf A AfàiEWMã. to ,„7 ít íji A ^ let
  • Cap. r. XXnil. Duloc.0. dLifLtii&n + A A irmã piais nova ja se casou. J.i. Com quoin cason ? Coni hum doutôr, rh mudo lam. He bonita ? He muita bonita: gen ha bonita, uecn feia; tem muitas signals de bexigas. O marido he instruído? Elle verdadeiramente he hum sábio. Tambem he eloquente ? Elle falia muito hem : sabe fillar a lingua de Pekim, Fukitn, llucuam, de todas a« províncias •, até o Tártaro, e o Portuguez, f illa.os corrente- mente : fatiando Fortuguez passa por Portuguezs em huma palavra, elle parece ser do reino, ou da província, cuja lingua falia. Como pode filiar tautns linguas ? Porque tem huma memória extraordioáiia, e tem viajada muito. Ha quantos annos o conheces? Ha mais de dois annos, qua somos amigos. Onde oviste a primeira vez ? EmNankira. Vou*me retirando. Horademóre-se mais hum poceo. Nãó tenho vagar, a Deosi A Deos. éíric A W r íM z ft to@7 ll ft ífe &} M f « 11A líg &)M-f A •tíifí P WfffftfSMi StêjSjifff AíEftíí®i WhMfãtZ ttJU"- Sil-f tu A •tíl ÍT l 7t iS if M h fnilSSIS —^ n’à~â-o7> ft- sact97,fS
  • NoriDADES. 260 XXIX. Dialogo. ATovitlatiet. lia alguma novidade í Nada ha de novo ; anda sei: nada ouvi i i v -V lijo ha nada de avo na metrópoli ? Nada. Poisnaídb . que 5a p«ra Xansí ' ■ ' revelar ’ Niosòlâ; em Cantão ■ úben> h fazem: ursu. Mas co l .lá ..s: eiu Yuí.' Pozerio rí-rco á Cidade de Tui mu passados trcs dias, chegando a» tropas Impa.- rfaii èiles Kir«arSò o cerco s em Cantão o Vicerei mandou lioni marcshala sub. i : mas ellt-s ás avó- is tomarão cinco fragatas. Ouvi dizer, que em Zantl hum genera) á testa de hum exército lhes dera huma batalha,, os ven¬ cera, c inteiramente disbaratàra. Assim dizem: mas he hum boato sem fun¬ damento. Dizem, que là para Suchoan entrarão tropas es — traujeiras, fazendo hostilidade:. Eu lias gazêtas, e não fallão aisso. Boa dúvida, novidades más na8 vão à gazôta. Mas aas gazêtai vera alguma coisa ioteressante i tm g # & $f m $ 7 n it ft- & ■STtnatf a i« ^ A §£ IÚ1 f P - i* tf ft lt&*7A ^dp- I MM-&W 51 St tf új © ,f, át $ ■fàfíXí^/^±ff.Êi&7E feissím-tf tit tfis % iP3,t, fl $ fê7 ífe ÍPÈ ta& ®m7%n±*T$kn-m tfátfisitfAStiMg tf Ai£IS @Ô0*±#8 f sl Ss $ ± tf tf
  • XXIX, Du ia se. 2£í;íRí]#-+A c,r, N N*o: «óméotedix, que «epreiniarío alguns officiaii | ffy ^ militares, e se despacharão muitos magistrados) • Princepe «asou-se, e houyeráo em Pekim grandes festas: scntenciarão-se alguns Christãos: o vicerci de Cantão deo parte ao Imperador, que os Macaistas vendiio opio, e baixou hum decreto prohibindo-lhes vcnde-lo, devendo pren¬ der-se, e sentenciar-se, em caso de contravenção ás ordens Imperiais, do mesmo modo, que os pró¬ prios vassallos (foi facto), s riada mais continha interessante, Pelos modos aquellas noticias todas são ver-* (ladeiras. Porque? Porque o comércio eslà dado em droga quando ha revohiçeês no reino* togo os negeri- antes padecem: todos desejio a paz, e mais que todos, os negociantes. Certo, que a paz he utii ao comércio j fdlemos agora em noticias caseiras? como está aquelle chamado CWn? Está bom. He verdade, o que se diz dille N3o murmures, na5 critiques. Nada, eu so pergunto por coisas públicas. Pois que se diz. Que brincando com outro, ti verão % fH A * n w i/E g -teWM-if 2 Ui® Am%if7~# ^P~a ffl 7 A IiL' ${í
  • EsoRMrnn Cartas. í«? »F4 Era hum coronel. Andarão à pancada ? Sim, c dizem, que eslà para morrer dis ferida»; . ns feridas são mortais. Re penna. Coitado.... « XXX. Dialogo, Escrever cartas. Não he hoje dia de correio ! Porque? Quero escrever para Su chou. A quem? A meu irmão. Ha quanto tempo eslá elle lá? Na I*. Lua detteanno, he que par* la fui, Com effeito podes escrever-lhe hoje. Ja acabei a carta, quero sella-la, e desappgreceo o signêle. Poseste a data ? Pui, mas não me assignee em que mex estamos nós ? Estamos no 5*, A quantos? Ahum; talvez a dez; não, enganei.me, hoje são-unze: dohra-a .* lens capa, e chancella? Tenho; mas falta-me massa. Poê-lhe osobreeserito. Leva esta carta ao enfreio, e não te esqueças de pagar o porle. Vierão cartas agora ? Sim. Tenho cartas? Penso que sim, 4Tii7.#Aiíg74ljg5B fit w ff 7 tt „ % õf f M . fôlíH-f =r íB-f& S-fHo iWíJiiití tttft, Hifólff l H&M0ÍPJ8Í té&ifjEnamr>®£7 3 ttâS* T-IÊflfc SSTgírli#?'JI.T ÍS7 ti?*. 37íh?1^s«^ fe-, t/ + l i§74" 0 í-h-Bêfé* Tf #$stoZo $«#
  • XXXL Du Loi.o. 263 3l # A Cap. r. Porque ma» nio trouxeste? Aiuda se aio dão. XXXI. Dialogo, Trocar. Queres trocar o teu relógio ? Por que? Pela minha espada. De boamente, mas quanto me tornas! Quanto queres ? Dois taés. Quanto vale o teu relógio? Seis taes. NSo vale tanto: hum relógio velho ná vale semelhante preço. He velho i mas governa hem. Eu nada te torno : a minha espada valeanto como o teu relógio. Estás brincando; estás zombando ; que espada he esta Be huma boa espada, aguda, forte, e buita: o cabo lie dourado. Bem vejo; quanto cmtou ? Tres taes. Não ha maisque dizer; vê sequeres tscar huma coisa por outra, (Élha por élha.) Oi dizes me boas coisas: uai sou tão facil de enjnar, como cuidas: busca outro modo de me enpnar. Â ft & ft* íl mn -iJã® ^ ft iKr S li £ ’>o ^ Tag ífé X íp ftt # ii ft &■] 7] ítfj; ft iíl X ÍE#F37'R ® (ft *Pf ÍP it.S -I?M fà, =i|-f liiâ feito.
  • fim Cvc.oa I XXXII. Dialooo. Caçar, e Pescar. Que fazes tu quando estás fora da cidade ? A’s vezes vou á caça, e outras á pesca. Que feras caças ? Veados, e lebres. Tens bons caes. Teilho huma matilha de bons caês de caça, leulio 4 galgos, e 6 caês de busca. Não caças aves f A’s vezes. Não usas de espiugarda? Sim. Nãe tens mêdo dedespará-la ? Não, que então volto a cara para a banda, A que atiras -J A todas as aves, e auimais, v. g, perdizes, rôlas, codornizcs, porcos m suteze», e lôbos. AcérUs-IIics na carreira, e uo ar ? De toda a sorte. Também pe.cas' Também. A’ rêde ? Raras vezes. Porque? Porque o rio Uca muito long,-. Então talvez raras vezes nades. Isto he muito perigôsoí eu gósto miis de vêr, do quede nadar; burn dia estive para me afogar, até agora ainda nnS estou em mim : porem nós temos hum viveiro de peixes, onde sempre vou pescar á cana. Quando não caças, n.em.pesras, que fazes ? (Wtôvdí 0 41®?)&;& *^5lfò0 m0 %% M ® ms. ií nà &,m&mMi fio ikfi^^MMilaWfi ^•tíifTJU fio 5ifi]£pvfSg g&M
  • i‘id Jl % 4*/-* + H Cap. F. XXXIll. Duioc.0. I.olão jngrrmos a bóla: ou o xadrez. Eslá muito bem; devertís vos muito bem. XXXlIl.Di»i.oco Fazer jornada, - i I rv w#=+s m Onde está o líieaio ? A qui estou. Prepara o cavallo,queio sahir: limpa-o bem; t-lle está ferrado ? Faltio-lheduas ferraduras, feva*o aoferidoí; leva-o a beber ao rio; nio o faças correr. Ja bebeo. Da-lbe cevada, da-lhe palha, depois poê-lhe o freio, e a sella ; tra-!o pela rédea. Os seus companheiros ainda uai chega rio. Assim he bom, para partir, logo que elleschrárcm. chama o arrieiro. Vim a ma hora ; Vine*, vai para longe? Sim, vou para Ptkim. Quando parte ? Ja. Vai de cege, ou de ravallo l Acavallo; eu teuho hum bom cavallo, oe em hum dia anda 140 lit (lOlégoas .) quanto vai daqui a Pekim ? Alais de 300 lia, tres dias de jornada, O caminho he perigoso ? Mo 'Pois nio dizem, que nos montes ha ladroês t s® úi&míffo # & I W I # i1? 1 x @ *} -ftà ffi íp fÈ 1a _h fí jjj intaíM.Afl-sii %t&$. 4 3SW tfi $t & f t A $ g ig ff? íféíJit«io ÍÈÍTlffi-Il + s.itS -gír ■S # A lê ç iJj ± ^
  • ft® ij: Fdx.BR Jonf/JbAi «66 Nem dedia, nem de noite ha, que U».r, # 0 ft f id: a cada passo te encontra gente pa çnminho, que ijfí ftf] |Iq ft ^*|$ J® fl A 3j£ jÈ rai,e vein. Que caminho devemos tomar? Chegando ao primeiro lugar, tomem à direita. J|] J ^ ^^ Sííoj mas não temao perder o caminho-. Encontra.se algum rio? Apenas sahirctn do bosque, logo hão de passar huru rio. Vamos, monteiuo-uos? Vmc*. quando ha de voltar ? Tenho na corte hum pequeno negocio, tratado ell logo hei de voltar; a Deo*. A Deos, boa jornada, XXXIV. Dialogo. Alfaiate. “* ítí J|i 'S <3 # sf ^ K> 0§ , -fi; í; 4 ií? m * fff>® j:# a0 Faxes-me hum casacãof Sim Senhor: de que ? De bom panno (da Europa.) Dequecôr? Negro: quero este vestido para o dia de anuo bom Onde ealà o meu casacão ? Aiudi o não th. Não prometteste de mo dâr hoje ? Promelti; porem prometter, e fazer, não dum coisas; F4 # H. + ffl íl ‘ii< $. 'f — fttk f- WttZtS&o 1«,|èí * W =P &IJ&, If -if ff? Í4: di ® ãt T fil&W&PHfcjbfp
  • 267 Cap, r, XXXV, Du r oc*. nío pensei, que ínvia de ter tanta obrt. Para que me promettestc ? Os roais também querem os seus vestidos. Eeu os meus; eu pago lambem como elles. Está feito, daqui a dois dias lho darei. Talvez que seja como hoje; pois olha, que te o tiâo fazes a tempo, encõmendo-o a outro. * ítf § U tó Adr® H — jf fi'J'.o XXXV. Dia loco. C,a/iateirâ. IS#- + 5 ^;e Ja veio o ça pale iro? Ainda nío. Vai de pressa á sua loja, que traga os meus çapatos. Ja ahi está, encontrei-o no caminho. Isso são os ineus çapatos ? Sim Senhor: queira prova.los. São estreitos, são bum pouco apertados. E 7 ^ 0» g ;ér t d4 %$ n m Pa 89 a d o hum dia, ou Hui* logo dão de si. Hão de f.z, r-me bolhas: fcsem-.ne doer oi callos ; os tacoês são baixos.; a sol . he fraca : fsze-me outro par. Ainda aqui tenho outros feitos. Estes são mais folgados; eslà o pe inais à vontade. Quanto queres por este par? ?uma pataca, e meia. São muito caros, ®|K*ÍM1S" AEL te ~* 5? H gj 4'
  • boenití; 268 E $ A Este lie o seu preço certo. Faze-iue outro par : toma a medida: toma lá o dinheiro. XXXVI. DiaEogo, Doenle. Estou doente; vai chamar o médico. Ja voll. Que officio tem aquelle ? klle tem huma pequena botica, e tarabem cura. Elle nSo tem errado nai suas receitas, e perjudi- cado alguém ? Não: porque elle só quando conhece bem a doèrt- ça, he que receita. Elle tem remédios abortivos, e veneno? Não: elle lie hum bom homem, naS tem este» des¬ tructives da vida humana. Está bom. Como està, Senhor ? Bom. Peço, que va a minha casa visitar hum doente: porque Vmce. tem grande fama. He honra, que me quer fazer. Que tem Vmc'.? (a) NSo estou bom. Bem o mostra logo na cara. Sinto hum grande desgosto, estou doenle ha muito tempo. Quando principiou isto ? Hontem á uoite. Tem vontade de coiner ? Nada absolutamente. Vejamos «> pulso : vejatf ós a língua: I3SH + * MA ^ fé f]| ÍK A Wií âr f&ST® A'A tínu ÍATI <1 ®À ÍÊ & 8$ SI B M > A&fS-, % ÍEJ M 9c A â fíí S#s® ifí* íf Mi bt «To Sifj© 84 « s m±o fi^Tííi it« », B* •?-sa (a) Os medicos Chinas raras vexes fazem estas perguntas.
  • <2 lia XXXVII. Dialogo. 2L 3fíl fp] §■ S* ~\ ^ Cap. r. bote a lingua fora. Sinto grande fraqueza era todo o corpo' He preeiso sangrar—se. Ila pouco dias, que me sangrei. Isso não importa: ja receitei, aqui está a receita, mande à botica. Que hei de comer. Ovos, e beba caldo de frango. Como está ? Hum pouco melhor. Agora beba vinho (de uvas) preto, ou branco, como quizer. Senhor Doutor, poderemos levar este doente para o hospital. Podem ; não lhe faz mal. XXXVlI. Diaí.ooo 0 Sotn-corragfior Guarda tuia vem conferenciar com o Ouvidor. (Enviado estrangeiro ) (a) # % sS * n t. n % 11, =f íi*&« i&F-J* íi.fíit Eit't fô&H-f-b |ãHp tft&JJ Tenho dar parte a V. S*, que veio hum Magistrado China. Quero he ? N'aõ o conheço. Que remate (do barrete) tem ? Branco transparente. Vero a cavallo, ou de cadeirinha í De cadeirinha. De quantos mariolas.’ De quatro. Que estado traz? Hum par de bátegas; hum par de bandeiras com o título T)à caminho, outro com hum dragão volante; dois pares de tabolctas com os títulos: Silencio, e Arreda-, hum par de pranchas, outro de cadêas, ffc 7=fg#o ft&IKM. % ôMo MM 89o tt< (a) A suitancia dale dialogo foi real em 1818.
  • O Guarda Coat a vbu cospbresciar. ®79 t cinco, ou «eis criado», (a) Abre a porta principal. Sim Senhor, Faça favor. 0 mesmo lhe peço. Queira assentar.se. A*iente-*e, Donde vem V. Sa.? Da metrópoli; recibí huma comissão de S. Ex*. <> Vice-rei, para examinar o caso do fogo, bulha, e o mais, que aconteceo no dia 3 desle i»ez. Poisja se sabe na metropoli? Soube-se logo aos 5.,.. Oh! tio depressa! Sira, porque chegou a parte do Assessor do JuiZde fora, e alem disto muitos mercadores, que depois do fogo fugirão para a metropoli, e em hum ins¬ tante se espalhou a noticia, de que Macao estava feita hum deserto: que depois do fogo queren¬ do V. Sa, derribar ladas as choupanas, os Chinas andarão às pancadas com os Europeos; e que tinha morrido hum China de pancadas: não sei, se isto he assim, eu n8a. Nio morreo nenhum China de pancadas : someRte hum ficou ferido hum pouco mais gra¬ vemente: mas ja esta curado: estas choupanas verdadeiramente são prejudiciais: se nas ruas as nio houvesse, naS seria este fogo tamanho: na noite do fogo SWãÊíí-t-SSaô? SI iE Fio ê m if.mm »o 'à S áh ÍD it 7 #J£«**PàI7 % íê0t 7 —Pt @ Biêj» ’’I ^,*7^7-7 4-1X7: 1 A.P I 7'8 7fSt-»7 E &Tá&7,SS$^7t (a) Daqui se inferirá qual será o trem de hum ricerei, e de outras personâgens m aiores.
  • Cap, P, XXXPIl, DiALoti. ó Illmo. Assessor Chou lambem se achara la : cile lambera advertiu, que esle fogo procedia das choupanas: por isso no outro jlia logo consultei com el!e, sobre destruir inteir araente as da banda da rua: ainda bem naS tínhamos começado adefribar, acontrceo aquella historia; eotre tanto deixarai-sc; mas depois por força se hão de tirar. V. Ss. ha de advertir, que os que morionas chou¬ panas, todos são pobres : se primeiro no ha cuidado de os fazer ir fiabitar pnra oula parte, te de repente se perteude destruir as sus casas, talvez sempre haverá desordem raior. Pertence aos Senhores Magistrados Chias tratar disto. Mas os Magistrados Europeos não rios dvirtirão: como pedianios tratar disso ? Eu ja tinha consultado com o Illmo. Assssor Chou. A auctoridade do Senhor Chòu he pequna, nní pode tratar negotios desta importance quando o negocio he de consequência, file dec dar parte ao superior, tendo permissão por hum espacho, he que pode obrar. Isso he certo. Pois se V. Sa. o sabia, porque obrou daquelle modo ? No dia, em que fui com o Assessor deribar as casas Vile não deo desculpa alguma; wa.it IH I f I W)$/t£ílr •ft fíMã? iâ íl A V B t.iítf & IP5 íi q P JU gM^h^íiêfgS ^ A vg
  • J\Ie$TRE DB OBIl.fi HE.US. 272 t ie por isso pensei, que ja tinha poler bastante : quem podia adevinlur, que elie não tinha ainda alcaueado licença ? 0 Assessor tratou mal este negocio : voilo a dar parte ao virc rei, e accusa-lo : V. S i. espete, que eu receita despacho do Exiuo. Vice rei, que então he facil concluir este assumpto: de nenhuma sorte obre com tanta pre¬ cipitação cotuo o tez. Eitn Senhor, A. Deos. (criados) P omplo: (de fora) Prompto. Queira tomar mais cb i. Nada. Ja que V. St. vai paru a metròpoii presente os meus cumprimentos ao Exroo. Vice tei. Sim Senhor, a Deos. A Deos XXXVIII. ViM.oao. ileslrede ohras rcaih ‘ Que officio teus í Eu estou empregado nas obras reais: eu he que distribuo os solários aos piocs. Tens muitas occasioês de defraudar. Algumas vezes: a cada hum siso hum, ou dois condrins. Como soffient elles isto ? Soffrera, porque quando elles fazem a obra hum pouco superficial,e não forte, nada digo, incuhro as suas faltas. ,hi£ «ti ’ mH4S fflMM M & lo mio 7ã®7 *£*0# £££*::* A. mnmtíHi 1 > PBo pH ra^=+A£Xg -fí it. X ff £|EA<4*xf-ftfX&±S& £ — -t- x t+Pffe — X a-o tfeflS&j&glfc# g 3 0 ^ -fit ft « ôf| i U iff E se elles não estivérem por isso ?
  • <73 Cap. r. XXXVUl. Dialogo. Nío podem ■, porque ainda que elles claranen te trabalhem bem, eu na presença do inspastor digo, que a obra naõ fica segara. Tu faltas á tua obrigação; tu cuidas das obras em lugar do Imperador, deves ter cuidado ios outros, que na5 estraguem: o Imperador pagi-te hum ordenado, he para que tu cuide s em cunprir o teu oflicio: que mais artes de defrauiar tens tu! Quando vero ofHciais a tomar obra, esiero. que eiles me deem presentes, e então trao do seu negócio, e senaó tem primeiro algumaatteução comigo, naS cúido defies. Nas obras reais acceitar presentes, usar privada¬ mente dos materiais que sobejão, tudo he injustiça: se o Imperador soubesse difikilmente te perdoaria: deves restituir. Como hei de restituir ? íe a coisa be do rei, has de po-la entre as coisas rea¬ is: sc he de particulares, restitue aos particulares: este teu procedimento na8 tem difTerença do dos ladroes, e salteadores. Eu, ainda que reduza toda a minha casa a dinheiro, não posso restituir tudo, só posso resarcir-lhes huns poucos de tcés. Quanto tens recebido injustaraente? X- fÊ 0 í§ i f s » $ -Í& Í?J ff £ IS A * ft x ?i $ t, ff! fô fsIilfttfHÈW ãzmumzit J&1S’f ® ÍIèISA* toífis A^vff ti m
  • L.irrA'tOR, 574 Deitada a conta, hão de ser mais de mil tacs, que nós tres mestres repartimos entre uós: f«ra di.to, cm meu nome ha alguns centenares de taês, que eu desejo satisfazer■, porem quero segurara a minha vida, e da família. 0 perjuizo, e datuno dos pioês todo procede de tij tu tens obrigação de satisfazer tudo. Tu nada sabes do mundo, nSo tens experiência, deves saber, que agora todos os empregados são avarentos, venais, que gastão privadamente as rendas públicas, e opprimem os povos: os juízes são ambiciosos, e venais: que os rendeiros, e juízes das alfândega,, exigem de mais. Não sei disso, o que sei, he que, os que usão da auctoridade para extorquir a torto, c a direito, c todos as astúcias, e enganos, tudo são ladroeiras. SS®f íglSISf)®;' 5e f£ ^ h & 1st ffS ií E sS 1ê ® 9 & tS «I' ^ 69 T> íP íS ítá lil ÍH it ft 1? ff.##! ft SSI? 15®# XXXIX- Diamigo. Lavrador. Que officio lens ? Eu sou lavrador, todos os dias estou tabalhando no campo: algumas vezes trabalhamos todos em cõmum: nvis quande faz muito vento, e chove, estamos ociosos, e jogamos a dinheiro. Eu também sou trabalhador, eu Irabalhandu + MA ífcíf «SI® ff fê-íf.iiÉSi!H,T
  • 275 2l 3§l Fpj "V* iíi Cap, P, XXXIX. Duloo». hum dia inteiro, lego tenho vàgadofde cabeça, a vista se me perturba, e não U!e poss ter em pe. hós nas nossas pót.as temos pouca agoi no tempo da sêca, he difficil reger: eu huma vz tornei a agoa do campo visinbo para o meu no outro dia o visinho, vendo que não havia egoa, chamou 6, ou ? homens para tràr àgoa com roldalna, o que fizerão dois di«. e gastou o salário, e comida de 10, a 20 trahlhadores, NHo tiveste consciência. Ei também quebrei huma mão de uma vacca: porem tinha razão: porque conform o custume & "F ‘íu d’’* fi U ff! li ff tjr W i< i'A# Si m it /)<-. * £ - « su A Ifl 11 li$ ft S HIM m-'t* ai ffl.it f7--+fAlfl tfeíTl / —áft ft —ft'J» das aldea', no tempo, em que as sears estão vêr- des, todas as, famílias devem de boarcnte guar¬ dar os seus gados: se os não guardarcn e fôrem ao campo alheio, se os mat&rem, não te», que dizer. Tens huma alma tão ma ? Não, naquelle tempo ja de cõmum aerdo na mi¬ nha aldea se tinha pôsto s edital proibitivo. Pois no meu bêco ha hum homem, cm quem me não dou: todos o injuríão. Pelos modos também tu o injuriaste. Eu hura dia bebi dois copos de viuhorahi para a rua, e logo o encontrei á porta de hma casa a pe¬ dir huma divida; pedião-lhe alguus ias de espera; ft 18 # rí 1í ft ifi ftEffê m i m tk ft® lit &!£ ftíH-u#-'!*At |õl» fJ'lRAiS't 1 iiffc 0 ««7
  • Lavhâdoh. 57(3 m mas ello não consentia; pulo contrario queria levar par força huma vacca alheia. Bate»te-lhe ? Eu queria acõmodà-io, e elle logo se voltou para mim* dizendo? Que coisa es tu, que vens aqui galrando, e peidorrando tanto ? Terrivel lingua! Eu logo me enfureci, e lhe disser Donde veio este burro roontanhez : eu fallo-ta com bom fim, e tu vens-rae injuriar? F.ntão elle botou-me a mão, querendo-me bater, e eu furtando-lhe o corpo, dei com elle de caDgalh.as. Capaz. Vendo todos que eu dava o principio, vierão, fin¬ gindo, que apartavão a bulha; mas na realidade eia para me ajudarentão demos-lhe huma grande sóva; fizemos os seus vestidos em frangalhos. Terrivel. Espera la, que ainda náo acabei a historias o sujeito naO deo as maõs: logo me foi accusar ao juiz,da terra que me desse huma sóva, e me botasse fora do lugar, para ir morar para outra parte: com effcito o juiz comeo-lhe o dinheiro. Deo-te algumas dezenas de pranchadas.... Sim; e ainda me queria expellir; porem toda a gente do lugar se levantou, e fez huma petição para accusar este juiz ao corregedor da cidade: * fí 7 #, rM tí % & fí, íiií it K ii M 'MIK ttêft&MWftíÊmg * ^ X Ê’lUM, fl] P gí í’} %k «e» m m x fe 7 §s n m *8líÈ'f-»S8«#S$ft fà M .1 $2 * è 7 ii i |G ífi $ A # M> ttj fg, uj $ fg 1 % #, ii i fí Ri] it ff <0 ê m 7 T' n is íi fífofe ft & trass® -níiifèmíísijgijíi •IT í
  • S/7 3£¥ Pp1£ ap, P, XXXIX, Dialogo. o /jue ouvindo elle, prometteo de me nãtançar fo¬ ra, e tamliem condemnou aquelle velbaccm 30 tat8 para concêrto do templo. Depois (pie anteccof E» voltando, naS me passava a paixão.tomara modos de me vingar; eu fiin eu co itli bum crime horrendo. Mataste-lo? Para isso uão tenho eu alma : huma noitnaS podia dormir: quanto mais pensava, ms me enfurecia : fui-me à sua eira, e puz-lhego; quei¬ mei-lhe toda a seara ceifada, e todo ogo debu¬ lhado; tàmbem ardeo a côrte das vaccae morre¬ rão (res vaccas queimadas; também aerão 4, ou 5 quartos da sua casa, e ficarão arruados 7, ou 8. Isso foi de mais. Eu depois entrando em mim, he que coteci, que o diabo me tentara, e comcttera hn grande crime, mas livrei o meu lugar ds hunrande mal. Como o livraste ? Desde que lhe deitei o fogo, não seiostratão audaz valeutâo, nem insultante. Poreru este crime he hum dos dez irreessíveis: elle não suspeitou, que tu he, que lheotara* o fogo? Rão, porque eu fui o primeiro aacur ao foço, subministrei-lhe bons expedientes; toda a sua * Vasa «e mudou para a rainha; mandei auns criados fÉtULtí 7 ra * s % * h ís a * m a it ±7M Sftâ7SP-fEA^f 'a U Msfft X- a ÊiMXtâMk iS 0 M ‘f’itkkik
  • Zjt'BJboit. 2JS guardar a casa pira impedir O-ladroes: e calão t-lle me disso: Se tu uão viesses apagar o fogo, Ioda a minha casa ficaV.i reduzida a cinzas: verda- deiramente tens nobreza de espirito; cu respondi- lhe; Aquillo antes não foi mais,que hum repente de ira,-como agora estavas ueste aperto, era justo soccorrer-te. Tuts inui astuto; mas injusto: lie preciso,ressrcir- Ihe o damuo, que softreo. Deves peusar, que se sem motivo eu lhe dou muito dinheiro, ellc de certo ha de suspeitar mal de mi n, quanto mais, que a minha casa, e terras não che- gío a valer 300 taés: apenas chegio para con«er. vâr a decénca de minha filha, com tudo eu posso entregar-lhe a minha casa, e fazenda. Como ha de ser isso ? Aparento-ue com telle: dou a filha em casamento ao filho deite, e a casa Cm dote â filha. Isso lie muito bom; mas quem sabe se elle que- p rerà? talvez elle não queira. Ha de querer. Outia vez hum sugeito tomou.me dinheiro em¬ prestado a juros de 3 por cento ao mèz: depois não me pagou o capital, nem os juros-, mas veio ter comigo dizendo? Eu não posso , pigar tanto dinheiro; eu dou-te hum pedaço de terra, St il® #&(### dl'í' » it A í& 1 SE 15 7- i± li « tf a # m # # AI® íâ íl É f-í 7 & il 1 ffíft f MpK tf #ÍSf‘Sfflt&&Éíí £ 6'i IS 7 -ft )t f Hi si .Ci % A $5 fà )í! ffi iP £ = WP51'Jf$jfólS:ír#jS ± 7-teo ❖ «SíifòíftfíEScf 3E-ÉíSS)ISS|i1ffilS#íÈ#f ía7-iS®2^í'Jilíi*
  • Cap. V. XXXIX. Du logo. e cstà acabado : eu respondi: Se me queres d ir a terra, eu de nenhum modo quero o teu perjuizo s eile logo chamou hum louvado para nos compor: mas o louvado vendo, que o seu campo niio tinha dez geiras, voltou-sc para mim dizendo: Este campo em consciência nr# sale mais de 25 tiés: como e!le te deve entre capitai, e juros, mais de SO taés, o meu parecer he, que eile passe huma escritura de venda de 20 taés, e que te entregue o cnmpo eacubou-se: eu disse: Quero, que tile o faça de moto próprio; eu de nenhuma sorte quero extorquir-lhe a sua terra: o louvado disse: Poisque V.nu'. quer: isso he grande liberalidade sua: então fica o Senhor obrigado a Vmc'. pelo beneficio dê lhe perdoar 12 taés; difiicilmtnle se encontrão homens de tanta probidade, poucos tem huma alma tão boa, conioVroce: eu ouvindo isto ainda lhe cedi mais dois ta s. Eu não mino assim as fazepdas, e casas alheias; cu só quando lavro a minha temi, algumas vezes a- panho mais meio rego, ou hum rego: mas o que a- ponho he a borda do caminho. Eu não usurpei terra alheia, m&7 m ‘FAsâ-ê-^Af 7 ■jft W li 7í Ti Í
  • I* #» tjriUDoiti NeaocUÀi SgÓ ma» na» casas, que meu pai deixou, quando se lizério as partilhas, eu apanhei iobíi dois quartos. Eu he que tenho hum campo talei * iojustamente; porque os direitos pagiio—se em nome de outro: minha avó também diz, que nntigam nte quamto ■mia meu avô, hum fulano tomara dinheiro em¬ pregado, hypothecando esta terra, e pas«ãra huma escritura para segurança : aquelle homem morrio, i seus filhos pouco sabem a respeito drste campo : elles também até agora nSo tem fallado nisso •• actuslmente tenho em meu poder a escritura de empréstimo de baixo da hypott-'ca do-campo : si frutos, que tenho recebi lo apenas equivalem aos juro» do capital. Certo, que he injustiça; porque existe o seu dono, que he o filho daquelle homem; deves ajustar-te com elle. XL- Dialogo. Negociar. H»je em dia em todos os officios, e profissoês, em todas as negociações ha mà fé. Nào ha duvida, que são raros os, que na» usSo de dólo; os negociantes, à excepção de huns poucos, todos são injustos. Tutambam es deste número. Bum tanto; Sê ®l # — M Í1È S lâ 4- A iíi 0 ± 1$ ÍI jflgi] A W ■ I & lê it B fêtttTi&TiaííEèí# tSIÍi^A5E7mé^52 ®J bfl 4- # ft ■& 51 Hiiífwí; PtÁWSf m # m + # s ti £MMAItlT-^ÊLA- «d
  • SSI Caj, F, XL, Du Loan. eu, às escondidas do meu sócio, gastei ilguns mil rei», e algumas vezes também gasto prvadamente as coisas da loja; porem eu tudo assent) no livro, botando a couta a tudo, somma cem nil taés. Temo não quebres, não te seqnértrem i casa, e o governo teme c< nta das lojas, e casas. Isso he lollice, esse castigo he para os cevedores á fazenda real; a lua fazenda he contrafri i, e falsa eu nlo misturo lazydi falsa, nem disãço a ma fazenda. Eu tenho hurra loja de chjpeos, e outride grãos ; a chupa, e ganta (a) a b dança pequena a roman r maior, emenor na entrada, eseKída tnd. he o mesmo; so nos grãos boto agoa, misturo muirha, ponho o melhor por cima, ponho-lhe hum boa chapeo. Eu na < ntrad i do grão uso de huma ganli maior hfi decimo; na sabida meço por hnma de t (léi imos, e meio: na loja depois de ajustar hnma ioa fazen¬ da, se o preço he ordinal io. logo a trino por on • tra hum pouco inferior: na orcasião ds fazer as borla), metto para a manga hum, ou tois mazes de borlas. Tu nunca dàs huma medida justa; não deves fazer coisas, mie tanto perjudicio aos outros, e te nproveltão a ti. Tu tnmham não deves arruinar tanto a fazenda alheia : nêmmnmtmã i «m s ísas-fn s&ttssíí + gíinm? Dj ffi # f % íõJ fr W jj: # ff) iZlAtz ítt A X&femin a at«: 7c ftmtí&MJi MWk'km-Jift*#!* IM48Afi| ZM&ffi #*?*#«*aw itm (a) Quatro gantnt fazem hum alqueire,
  • Aegocuk. ft cn não son assirn : eu somente ordinário fiço do tabaco F.oropeo; o meu tabaco be da terceira sor¬ te, faço-o fino, dou-lhe côr, e passo-o por primeira sorte. Mas isto lie injustiça; deves re titii r. Bem sei, eu agora h"i de poupar, e ainda rjoe haja de pedir esmola hei de restetoir. F.u fiz sociedade com outro; rllc dfro o capital, e eu negociava com elle, eu tinha o trnb l!i e e!le da¬ va o dinheiro; foi a huma terra compr i faz. nda, e na jornada gastei alguns taes de mais, e também comprei algumas coisa* para mim. Tofio este gasto na 'n capital, mg fizeste assento à çart". Sim, Iode asvnirientre n fazenda, viãtico, e gastos. Tu gastaste este dinheiro com meretrizes, e jego. lie verdada. Essa e«tâ boa : og mais pensSo, one es hum homem recto,e tu não tens concieneia. Qurndo for a repartição dos birros, en hei de tece- ber de menos alguns t és Eu nSo cõmêllo semelhantes injustiças, somente tenho alguma falta de clarêza no negocio; componho-me com os corretores, e pesadore»; elles assim pésío hum pouco melhor: estes pesadores tem arte para tudo: o proveito, e perjuizo está l fóíE it M n- m st n i ~ mk $ & it Ti ítd 4- $ P «£ fíf; ffl ® * ft #í ffclêJAíIfíftãfetffíf?-®! AiifAéSífcHí AMA Hf lí-iflÀflfft & 0±^MT*pK|g 4* «ÉÍ7IIiSoft|@ % 13. *S -TMIU 17*41641 A Win f 7 È 6 ft ft % m ft M fí SB Ti S p TiX- ff-ài 1* ® a C' 64 4 B A ií K fS _h 5B =#*¥# AfcfôlSíEffTr tf. f-a. taiftAf!
  • >1 3£#F4#®+ Cap y. XL. Du toe. o. na nua mão: por isso não ha remédio, se não dis- I 5 !<,s antes: o ugradecer-lhes não be para sacar proveito, cm tudo a justiça he o n)eu alio, e não haver perjuizo de parte a parte, * Eu bunu vez comprando pérola» passarão duas de maia s outra vez veudendo-me ovêlbas coutarão hurua de ineDos: no ontro dia vierão pedi la, e eu voltando-me para hun» poucos, qucalli csiavão, disse: Hc hum velhaco, com as suas mentiras la me leva huma ovelha: ha alguns, que sempre comprão fiado, c depois custa a cobrar, eu então accrescénto-lhes a couta: sendo 3 assento 6, sendo 6 assento 8. •Poucos fazem coisas semelhantes; tudai dinheiro a juros ? Dou-o a 5 por cento aomez. Recolhe o teu dinheiro, e has de recber os juros a razão de 3 porceuto, nem mais hutweiltl. Eu emprestando dinheiro, chegando o razo, logo o vou cobrar, porem os juros são rotorme a lei (China,) S porcento ao mez: somenthnma vez forão hum pouco maiores: porque h dois annos estando hum sugcito era hum apêrt, hum meu amigo veio da parte delle tomar dinhiro empres¬ tado, e disse: Em attecção a teu amço empresta •cem taésa N. 7-iíB'0AÍ*I M/-«íifAt í MJ 18 A, # m M mj- #i) $ # jfe lí) S -ff ^ |íí ;§ tí. j||^ &*AJflII
  • Negociar 284 v 1 tu vend o, m- *0 MTváS-il 5fi & Jí W ã & 4 ‘7 ft it alguma
  • 285 Cup. r. XL. Dialogo Houve; porque naquelle anuo o negocio naõ deo o ca¬ pital, e ainda se perdeo, deves re3tituir os juros, que levaste. Nao posso restituir: de liuma vez ir pagar vinte, ou trinta taes la lie diflicil. Has de tira-lo á boca; naõ temas, que te falte o susten¬ to diário: tendo este cuidado de restituir, lie qne se cliama querer pagar. Tomara eu restituir. Nos ga3tos diários lias de poupar, nos presentes lias de diminuir, naõ lias de gastar i vontade, e então sem o sentir, terás dinheiro para pagar . ® € # « ff) n £$ if*j£Kg H ®5ti a Mmmuti êíea M 7 ± '3t # ® ® r. w íí Sf #7#sii Havia hum soldado, que algumas vezes tomava em ¬ prestado, e naõ pagava: este veio-me pedir vinte mil réis: eu disse-lhe, que naõ lhe emprestava dinheiro; porque naõ se sabia governar: ellc disse: Em cada estaças, quando se da arroz, te darei hum sacco delle, e se desconfias, eu te passo hum papel : eu respondi: Alem disso quero, que o teu commwsario seja teu fiador, c entaõ emprestar-to-hei: ellc conveio, e assim se fez. Isto he injusto: dez gantas dc gra5 so podem dar tres gantas de juro no anno, nao se pode levar mait: tu aprovéitas-te dos apertos dos outros, para lhes tirares seus soldos, e arroz. I Jfct k^ff) fíHSMJS{!);*t$j 07 tef£#f t*ó4 ®ãmè V?-P $7 M teâ4$H+# te te A Sf^#,teteTit#te7 -fe-fSIÍíí#H4íi)gt $#h-a««)7§ ss Áf jSl A St
  • Bimga. 286 -IT M tu levas buns juros ta5 injustos: isto he contra a boa consciência. [Ainda bem que eu nao tenho recebido senaõ dois saccos de arroz; mus o negocio, q»c tu fazes, he hum mo¬ nopólio : isto ainda he prior. NaÕ ha tal; mas quando vejo, que alguém tem alguma coisa boa, vaõ-se.me os olhos nella, cobiço-a, e penso, como me ha de virá inac: tambcm penso, como me liei de enriquecer, como hei de apanhar liuma bolsa de dinheiro: como poderei cavar hurna thesonro de ouro, e descobrir hurna cova de prata. Tu faies torres de vento; bem se vc, que es hum ava¬ rento: estás louco por riquezas, estas aferrado ao dinheiro: deves gostar da pobreza, ter pacicncia na miséria, e imitar os exemplos dos Santos. Dizes bem. XL1. Dialogo. Briga. 0 hoincm deve ser mu aso, em toda » parte ceder aos outros, em todas as coisas he melhor soffrer algum perjuizo, do que ter contendas, isto hc o que se cha¬ ma amar os atais, como a nos mesmos; certo, que hum homem irado ho como huma fera: f>i n ít ny" n n «ff if -6,8 ttém ffi-WíSÍ #S§,® $Lâ±sSftSBtíWNI' WZG a A#«4jí|t ± s 15 ^ a #• m m M i4fAU E A
  • 2i' tA%n+- «*/• so cuida cm seguir a sua natural crueldade, naõ repara no que he razaÕ, naõ adverte nos perigos, m;i attende a sua vida, nem da fami'ia : ainda isto naS lie o mais;U ruina das famílias, a dissipação dos beus tambem procede da ira: hums ira de hum momento atralie calamidades de muitos annos < por isso lie, que eu sempre tenho paciência; so hums vez levando hu ma coisa na mao, veio hum vadio, botou-lhe a maô » c tirou-ma : cu logo assentei de me botar a perder, e jo¬ gamos a pancada, porque quero antes morrer, que ficar envergonhado . Feris-te-lo ' Na5; porque os cicunstantes vieraé apartar nos : irei- me, todo o corpo me tremia, rangiaS-me os dentes de raiva, c disse com a boca : Nem motto lhe perdo- os conservei-lhe raiva ate qnc, passados dois, ou tres dias, me passou a ira : passados tics, OU qnatro nu-zés, encontrando-o, 'compusemos as amigas diffe¬ rentia*. Eu tambem huina vez tive liuina bulha porca com outro, e nos descompusemos hum ao outro, mas então mesmo me arrependi. NTaÕ conservaste o pensamento de vingança ? XLI. Dialogo. -s ífi £ 0 ífc ft ® Â W I S? pB £ — 'N ít íft # 7- $ t ft- 2 m St, 53-#l3Ã't A#.§f 7 ft& # •;? í! fil ^ *)> â fàtò. #.fê <&. K,ft 7 &Í?,5S7 n r « tíffEtotóifeJlfcili
  • asa Negociar e na presença dos Yismhos fiz a minha continência, ASIbíÍ# e reconheci a minha falta. Hum (lia hum ladrao noc- 7 mu w-f* _■ _1^ —A. I* tx V n VTk turno saltou do muro a baixo para o meu patco, e cu fui apôz drllo com hum pao; mas clle abriu a porta Apanhaste-lò' ? N.TS so o npanlici, mas bati-lhe itT lagumas pancadas, dei-lhe dois pontapés, e passados #,áiíasi7H!iwwiir dois, ou tres dias morreo. 2. Este ladrxó ainda ttm algucui em casr. ? K tf! & A ^ sTviuv8’que dercndia d0 filho, £ ^ ^ % M M Wtâ Eataõ tu agora deves sustentar aquella mulher. #,0 m M # w 4 M # »s? Isso naS pode ser: sc ue me oBcreço a sustenta-la, lia -tilA j® grandes consequência?; porque quem mata, se se eã S íí •f&ií ffi ® 0 §1:7 Aj£$S7^® S descobre, deve pagar com n vida: lm esta lei. Sa6 evidentes as conseqnencias das brigas: por causa dei- pj JL íí ^ ^ ^ II ^ ® f T?âS í$ *É fl 'fà 0 ilfc tê pUÍIí Eu naõ mc atrevo a bater cm ninguém, ás vezes estando las, lodo o anno ha demandas, ha prisões, ha gastos, e is veres a mesma vida fica compromeltida por isso eu aaõ hei de tornar a faze-lo. com raiva, so pego n’hnm rapaz para me vingar, com as maos bato no rapaz, com a boca injurio indecentemcntc o rapaz, intentando injuriar a outro.
  • * ç.r.v. Isto mostra, que e» hum iracundo, c cobarde: pala¬ vras hum pouco indecentes na5 devem sahir da tua boca: deves ter huma boca limpa. Estas palavras saõ so da boca para fora, Isto mesmo he mao. XL. Dialogo g I tttaiftiST'gtW# te P ít&ft éiiÊtS^^fiiPlíW XL.!. Dialogo. Pai de JautiUas. Sempre o homem encontra contradicçSes, Uumas vfezes lhe falta homa coisa, outras outra; hum dia nag tem, que comer, e falta-lhe o vestido; outro falta-lhe isto, c naÕ tem aquillo : algumas vezes toda a fa • milia esta doente, tem chagas, ou bexigas; se o ho- mem se põe a considerar por miudo tantas con- tradicÇÕes he capaz de morrer de tristeza : eu sempre estou aíllicto. No mundo por força se ha de soffrer: se ha pacien- 3 ç FU t - ft a f m Jt,^ * i fô ft -#■-** rftl- 0 n&wtMG&ig- fé-^TAWíiâlW Fo e c, # i21 HS.£ n # » U ír Eu tenlio muito mao géaio : algumas 'ezes de rai- va praguejo a outros, e digo : Morralhe alguém, "fpp /Li A JE ,Ak môrraõ-lhe os filhos,'pígue-lhe fogo sêja infeliz; 5Ei * de-lhe a peste : praguejo aos filhos: NaÕ roorrnõ, Kj.õ pelus tipe. ! A É<) /£ SS 0 E r?» ÍH ■?■ SE morte me leve logo. - ^ ^ ^ ^ - - IMS he hum olio Uu coraçaã, bem a ve, que tem 5j3 af’ ft Jla> ,11 ‘Jftj |K Vt fí) 5]u te raiz os mui funda?, e fortes
  • Briga:. 290 Si JR Huma vez estava a beber viaho coin minha mulher , * quando minha mãi veio, e minha mulher disse ; Apenas queremos beber huma pingado vinho, ellavem lo¬ go : c logo escondeo tudo, pondo a pobre ve¬ lha a hum canto: cu deixei-a faltar, e uao abri a boca, nem a embaracei: • porem fiquei bem scnljdo: tendo meu pai ficado doente, mandou-me ir chamar o médico, eu respondi, que aim; mas naÕ fui ate ;A it 7® Ê'i jt, % “4-3 , #, 4' S M % it sàr- ft
  • Cap, y. XLI. Dialogo. como o liei de ensinar? Se agora o naS podes domar, depois de grande ainda lia de ser ir.ais difiicil: tu naõ cuidas em o ensinar, o ser clle bom, ou mao estâ cm grande parte na tua maõ: tu naõ o fazes estudar de manhã, eá noite ? Eu cumpro a obrigar ao de 0 ensinar; porem naõ sei se saliira capaz. Naõ has de ter paixaõ por hum, c maltratar a ou¬ tros: naõ lhes lias de faltar com o comer, nem'com o vestido : tu tens criados ? Tenho hum casal, o macho cuida da dentro, e de fora da casa, acarreta água, c lcnha, corta palha, da de comer aos crvallos, faz todo o serviço ex- terlor, a fémea varre a cosinha, traz as crianças ao collo, faz lodo o serviço interior: pensas que os" u > ociosas ? p.iis que ellcs traballn.õ tanto, certamente liaõ de vestir-se bem. e confer itielho’. Pelo contrario padecem frios, e fomes, vestem-se grossed rain n e, c a sua comida lie indiuaria. Trãta los bem miseravelmente. Quando mirrem compro-lhe hum caixaõ, ou bom, ot: mao para os se-pultrr. Tu es .pai de familia, deves tratar bem os cr'ndos; ■ voce, quo oaS cuidas muito nos teus inferiores: ii 1m f ft Z Jb C>$ft ft fft-*M!&*^ sJUÍMIIiêd- Ã^KÃ ™ fi fàf- V & — M É a m íis ® 4 tysMffifêtt A éíjiSftf: uií m 4 ft fl ra % ia it- ^ lp|í ^ ^ íBSWftiHSULS# SftflMí* a 9 t t w & ± ft # 4 P.3IS^AfÈ 5” fí ft T l A A'A ff 'li1
  • Pai db Famiiia. 2J2 h a'guns, qne quando náó batem, pragnejaS, na6 sejas tu destes: naõ lias de dar-lhes murros, bofe” tadas, pontapés: naõ lhes balas i bruta com cajado, gjo, e pedaços de telha, naõ te escape a maõ, e ^rns: com palmatória, o u azorrajoe, bate-lhes com ea sobre a carne molle : quando alies estiverem uuentes, has de consola-los. He facil de dizer, e diffieil de fazer, so tu naõ farás coisas irracionaveis. Algumas: fui pedir huma divida, e cubriudo-me o sujei¬ to de injurias, eu disse-lhe : A culpa lie rainha, de arruinares os meus negocios: e depois com os meus amigos gracejando lhe disse quatro injurias bera gros¬ seiras. Se te devera, pede a divida: se te furtao alguma coisa, exige-a; isto lie proveitoso; mas que proveito ha em injuriar? Alem disto minha mnlher, tres partos a fio, pariu ra¬ parigas, ao quarto parto, parindo outra rapariga, uaõ pude ja soffrer, e disse • Para que saõ tantas rapariga» ? dito isto sahi para a rua, naõ pensando, que a mulher havia de suífdcar a menina. MMSL +T,-fef1Stó#é T¥íT®7 pit 6
  • 2SÍ Ca/1. r. XI.II. Dialcco Considera que consequências estas: hum» pessoa, •que tem coraí&õ para matar os filhos, naõ hc homem, hc peror, que os animaes, * feras: repara nos porcos, c nos caés; ainda ' Y que parem muitos filhos naõ ferem nenhum: ainda mesmo os tigres, os lobos, e outras feras comem gente, e outros animaes; mas nenhum come os proprios filhos. Eu queria reprebender a mulher; mas, porque ella estava de parto, temi, não ficasse inquieta, « adoeces¬ se- mas tu reprehendes muito hem oí mais; parece, que naõ tens estes vicios. Esics naõ tenho cu; mas tenho atros; quando vem pobres à porta, naõ somente he naõ dou esmola, mas ainda os atemorizo: pedeu-me empres. tado l-Uaia chupa de arr z, c naó lha lou : veio hum homem muito pobre, e com huina grade família pe¬ di r-nie tre entra, ou quatrocentos ris, para fazer linm pequeno negocio; porem a resptto de esmola, eu uaõ posso dar nem hum real. Os mesmos trabalhadorea| devem faer esmola: tu tens com que passar.’ f - & A S gÉÊW u 4 7 %JÈâÍM& fâti# SrWí&fiV A Pg.?2l*7S Í LÍ W ZA -f m w pi s a sm hb t # ' 7 ÍS JÔ ià it> -ti 7 t‘l £ií AiíM ft :ã £is 7 7- #f ik — &iiShí JM 3£ £T ft S) H ± 7 # 7 *T g ftl fl ®i'A P x ZMftW -fe f, 7 ® iÇ—•'í'#? •ft. fê 7 fl £ S Jl t íi (ft A ■& K f ««til®# B 72.
  • Pai ué Família-, Eu tenho cento e oitenta gciras de teria sêcca, e cincoenta de regadio, vinte geirnj de horta, e tenho huuia loja de toucadus. Segundo isto podes passar hem: quando' vem pedir em¬ prestado he preciso dar alguma coisinha: se tens muito da muito, se tens pcucc-, da pouco : nao frustres as suas esperanças, ao meios despede a gente com bons pala vias : aquelle homem padecia fome, catava em aperto de pobreza, e tu naí te e, u.( adeccste delir, he claro, que tena hiiuias entmnhas cruéis : lendo tu supérfluo ha para socorrer os mais, e na? para nutrir a tua t - avareza: isto he liqma verdade evidente: eu nao preci o citar livros para o provar. He eridente; mas tu também o iihõ praticas. Jito mais mostra ainda, que o teu coraçao lie duro; como o ferro, nao tens nenhuma compaixao do pro. limo: tu estimas mais as riquezas, do que o teu co. raçaõ, e sangue, doe-te mais a perda de linm real, do que o córte de hum pedaço da tua carne : de que te servem as riquezas juntas ? de que te serve m ortificar-te, e ainoânar-te toda g vida ? emenda-te depressa. H9* — SA-f-iíSCJfJê §9 #-• -f- % M &h ■< ièiHí%U ti ft# Mg>l *Ê ÉSt ft w A I sé gS JP ÉK/ígSMi' ÍTf HLQttijRtom + A l $ p] M ffi # § — f m ÍR U 6 nwómjíkft-ãt&j; mtffr # íí I B fí M di> sp m — tf SípT $ A fiíi Ãj #^iS§ííâÍl
  • Op. r. XLIII. Dialog®. S92 Eu suspeito mil de hum sugeito. Ha de ser sem fundamento. NaS; he porque eile costuma ir ao ajao bêco a passear a casa de buma mulher, e todos murmura5, que elles tem ma correspondência, eu csperci-o, dei- lhe hums pancada, e gritando die: A’qui delrei, logo fugi. Oue te ernporta a ti as suas coisas: X1.11 í' Dialogo. Hum Htifiucj. guem he este que, aqui vetu? Este quando ela moço, era hom grande velhacoi deo com alguns malvados, que o iuduzireÓa quebrau tpr as leis, e comeíter crimes de morte: tiws, ou qua¬ tro vezes esteve na cade.,, mais .de. des vezes andou com canga, e depois aiada cometteo o crime de rebeldia. NaS ha miior crime, que a rebdliaj contra o pro- pritj ici/iQ, Eorem por beneficio singular do hnpcrador aiada existe-: mette-se com amigos estragados, f,u 0 que “,C cabeça: ellc tem emprego mas al,uga 0u- tro por si, e naõ tem occtipaçaõ aétria: tféM 3— -7*A fm&m ««■ 'iSír.ssffi 4t ;t íi s fisp ita- Hkmi Aicêíf^j# W#0 + 5 Aift SS'fcWSi'tAJt?# ífeíl'i;l’tÍ4'lS#A m%7m ■< ffl± MM W Sc# m ft1$JZ!È}% M p Ao %1 fá #7 £ MMIBíélXfflífgLS
  • 296 Hum Velhaco. nao far. senAS ■ ' passear na rua a namorar, tomar cha na loja de chs, e beber Tinho na taverna, c pu . LAi blicar o» nnniôros alheio», *» »{ 7 O homem na5 deve andar buscando o trantUorio socego, os deleite*, gôzos, e a vontade do corpo; cada hum de nos tem a sua obrigação, devemos fazer com diligencia o proprio officio, c emprego. Elle também be guloso na comida, e bebida, be hum delicado, que tudo lhe féde: enche-se de vinho, fa!- 1* parvoíces, e faz tollices: a sua vida lie ler novellas, e os livros Kin-pim-mti, Si-,iam, C,i-oir-su, folhetos de cantigas, e de galanterias deslioncstas, ver pela camera óptica, e outras coisas, que pet„ verteu» o coraçaÕ humano. Certamente o ouvir representações, e arremedos de vozes de animaes, s^5 coisas de marotos: quem guar¬ da os sentidos he, que pode livrar-se da maldade : se cerras bera a tua porta, niiO entrao os ladroes. El!e deita-se na rua, dorme nos becos: çuja-se no lôdo: fira fora do juizo, e dos sentido». No mundo naõ ha coisa mais vil, mais perigos», ma- is feia, de Pé a**#**-#5" $ S» Ht 'â 53 •& ?f, pg
  • cp. r. XLJII. Dialogo. - e#I8*B*3 rile também he hum envejo.o: qunto « al2ura!v «asa ha fogo, éU. **« Foi bem feito; em cer . , ta occask» o ministro ,.eria da. . hum sugeito hum bom emprego; elle teve iaveja,e occulUmeute ,TÍion o ministro, que aqnelle homem era incapaz» que era hum vadio. • aemVre estava bé- tedo, por esta causa o ministro até quiz depo-lo *> emprego, que tinha. Vensa tu, se isto he coherente cor» a doutrina de a- Mr o proximo como a nós mes.no. ; os auctore. dizem ; o que naó queres para ti, naô o faSaa aos «sai»: verdadeiramente todos os homens so derem amar, como irma’Ss: se outro tem algu¬ ma coisa melhor, do que eu, naS devo te» pena , quando tem algum infortúnio, deve-se consolar, e condoer-se delle. Vai admoesta-lo a diet eu naô preciso de conselhos, eu sò sou hum pouco soberbo: gosto, que me lou¬ vem, e adulem; procuro fama, e louvor: se alguém falia nos meus defeitos, logo me altero: encon¬ trando algum grosseiro, rude, rústico, ou pobre, tra¬ to-o com desprezo : quero, que todosse me sngeitein, e eu cao quero ceder aos raais: no trato com os asais, também, tenho hum ar de soberba;. &S8£iTiÉ@AAfc7 -tA — i swans#» A' A. SfftWMiíE aspe m i§.méZ'£Vi±iÈZPjí fflfit Atft A $ ,1 «lua T> t Jfi S']A umAfif * m n i i'
  • Hum Velhaco. 298 iK» tenlio-me por cavalheiro, por homem de habilidade, e prístirao, exalto-ma para abater os mais: sempre quero mostrar o meu mérito, e habilidades, o ja¬ cto- me do iustruido. Tu ai-ida es peior, que n quella velhaco. Não: elle olha para os roais ac il a-ça, vê os ma¬ is como estranhos: elie pensa que só elle Tm ca¬ pas para tudo: quer remate (h.bito}, e diz, q«c os pais não tem animo para gaitar alguns taes, para obter bum officio honorário; que a.'.o cuidao da honra da sua casa. I,so naõ admira, todos aspiraó áa honras do mun¬ do. Hum mez aadou com roa cara, assentara-se em casa, e ncô ia trabalhar, o que os pais sentiiõ mui¬ to : diziaõ-lhe, que era necessário dar exemplo de humildade, preferir a obrigação a tudo, e elle naS fa- xia caso : sanga-se de naO fazerem caso delle. EU* deve ser modesto, e grave, e entaS far», que o respeitem. Elle tem buma pasta, e hum caderno, que naõ con¬ tem mais, que pinturas indecentes, sao alheios. Deve qucima-lo3 porq-rc sao hum veneno. Elle naõ pode fazer, o que quiz cr: elie, pu hade- restitui-los, o« paga-los. Resarça-os com algum dinheiro, e o sugeito naõ tem, que lhe estranhar. «éi astMÉftmíi Vi ÊM * ê ff $ E ftr m 'úo'í # m 4, a m % & a ft ¥ a || 7 í& &iJ A 7.#li % El&ilft® g K -ft & E ?í A 1 asm /« úh ■* e -ff® X Wit! suit* ti ft ft ft HÍ Eff . ft 'ISA# HtÈí/p4Afmft as —â#ggo ft*ÍÈ#£38 ©ftãit
  • 299 2L# +31 Gay- XLir.' Dialog» XL1V, Dialoco. Religião. ))e que Religião es tu ? Nu5 tenho assentado ainda: ha quem diga, que a religião Christa he o mesmo, que a de Fo, a dos Letrados, Jor. *r, j,, -.ma» ;±t -j- a da Sociedade do eco, e terra, a da Branca Iwí A Jxi J3 M JuL ¥a A A* iZSJSM“s É—# Sendo assim naó ha heresias. %j| « S«13 Certo que ha, na5 podem ser todas verdadeiras* ílífilSSTiíF li + $!, # fí t ft ® Aía$ltc3t + t-Tttfl-4i tnas eu naÕ tenho tempo para examina-las bem. Hontern houve festa no templo: offerecêraõ-se sa- ■crificios, represntaraõ-se comédias, queimaraõ-se intensos, c papeis; havia vellus cheirosas, espíritos ■da porta, papel moeda, dinheiro pendurado, cara», tos de papel, e barras de prata (pintadas); porem o ídolo nao fazia prodígios, por isso eu naõ hei ,le tornar a visitar aqnelle templo. Em que se convertem os bonzos? Dizem, que cm burros. JJiie fazem os Sacerdotes de Tau ? Eiles qostaõ de argumeutar. <2ue fazem as bonzas ? CúidaS em cut iosidades: oj dias pas>ados viera, ao ^ i]í , ^|J |oj| 5j ^ eneu gar doii adevinhos; apenas chegáraõ houve, M À 3íÉ ^ ~T' *— quem is chamasse, a gente, me alli estava dava. **ÈW Af4€WíE#iâ lhes inteiro crédito, e diziaS: E cllcs dizem bem, ftA«I tim tim por tim tim tudo d sséraó, tudo adevinha- pyL it# T ti # # 7 O cantar do côsvo, e da pêga, o calor das orelhas, í+íj C^j1 ejsaltsr dos olhos, dizem, que aaõ niaos agouros. ^[1 1 W ^
  • Reliouõ. àoo Eu nad creio isto, porem quando me dizem algnnia pala¬ vra de infortúnio, logo me desgosto. No dia do anno bom queimar ramos de pinho, e acipreste, espetar 11a porta alguns pés de gergelim, na terceira Lua trazer huina coroa de salgueiro, (pelos defuntos), aos cinco da quinta Lua trazer ar- timisia, tinlo saõ ceremouias vãs. Náó lia duvida ; que quer dizer i Sc ila alma, Sc do espirito, que esta escrito na tabolêta do espiri¬ to dominante ? Quer dizer, que os liomcus sao loucos. Por isso eu vou fazer delia liurna memória dos avós. O venerar a tabolêta dos avós be bum rito essenci¬ al ; todos os mais se podem omittir ; mas este be mui difficil. Dar o anno bmo, c os pêsames saõ também ceve- moaias necessárias. Que lie honm da cidade, c deoses penates ? Saõ coisas sem fundamento. Minha mãi desde pequena «cnipre guardou 0 jejum 1' fJl -Ê SI H P xf'ti §0 ffi $1 ifi. ^ 5IJ MIE
  • 301 Cap. V. XLV. Dialogo. St fô£0-fc£ jtco Ue liuiu gasto de mais quatro, ou chco bocas cm c - e cu naõ posso fazer este gasto no i medo de gastar alguns vinténs, por scr-u ;e tua mãi. Eav.'; naõ ha rewedio, senaS empenha-trastes, e oedir emprestado. , , " colher por hum calendário hum da afortunade, < bservar o bom lugar, e adevinhar pr letras, que andamento tem ? Tudo isto sao modos de apanhar duhei.0. Dialogo XLV. Comprador. m lie este? He hum ladraõ. St * HAMA #1 (fia 7- Que dizes ? He assim. EUe foi comprador do juiz: o juiz dara dinhei¬ ro de coutado, para comprar o necessário, e ellc gastava-o : servia-se da anctoridade do magistrado para forôar a âàrem-lhe : a prata, que dava o juiz, era fina.de dez quilates, c ellc a trocava por outra de nove quilates, e dois, ou tres décimos, e ainda tomava fiado era nome do ministro: foi com o escrivão concertar a margem do rio : e furtando o escrivafi nos salaries, c inateriaes alguns centenares Ue taés, coube-lhe mais de oeuto cincoenta taes : outra vez foi cobrar os tributos, t cm cada casa exigia hum por cento de juros: foi pôr humimposto para o j£UC£jto dos muros, e a cada casa HfifSUf&Wa 7m&7M$.MÊ,fèrM7 t-m fâtfòmT-mAm H£+R«f-iIíí-^fc A S? P41Í @ #-íi
  • Comprador. po2 alguns taes de mais: quando o juiz corapraya milho, arroz, feijões, ou qualquer outra coisa, para os celleiros reaes, porque o preço estava no edita1 na5 se atrevia a diminui-lo; porem a medida, e pe¬ so ernÕ maiores hum decimo. , Como hade elle agera restituir ? Certo, que lie difficil ir restituir de porta em porta. Da-lhe hum meio de o fazer: quando o juiz acabar o lugar, de-lhe o viatico : em quanto ao dinheiro do povo pode usar delle para concertar pontes, caminhos, e o mais, que cede $ <1 Si *3? 34 4»0 WlMA ■f1 A ui $ 'fto em utilidade pública : havendo viuvas, órfaSs, e pobres, soccorra-os ; quando os pobres tem vodas, ou enterros, e naõ podem com os gastos, ajude-os ; dize-lhe, que elle fará tudo isto ; elle Ira de fazer como tu disseres. Elle foi com o amo fazer algumas compras, e tres, ou quatro vezes comeo a volta. Que hc volta? explica-me isto. Por exemplo o amo quer comprar o valor de oiten - ta taes : quando o amo esta ajustando, elle volta- se para o patraõ empisca-lhc o olho, diz huma palavra, levanta alguns dedos, ou ace- fl.SS *&£**«&♦*» tÈ#ví8 «/#.!■US#tSs i, M — # — ft $f ífi 0 íft@l *ít£Â#|n+SS! ^ B? ± ~T IS M ® éí 8í $1 ífiM tiSWtt'Mia
  • 303 XLIV. Dialogo 3l, fpj ^ IS] "h >> cap.y. na com a cabeça, na loja logo entendem, logo no preço fazem conta com hum tanto para elle : indo comprar para outro algumas coizas, sisou-llie trezentos, ou quatrocentos reis : embrulhando dinhei¬ ro a- outro, mctteo para a manga liuma pequena barra de mais de hum tael de peso: outro estava cortando prata, caliiu-lhe hum pedaço, elle caiou-se, e recolheo-o i depois ■pediraõ-lho, e elle disse : Coisa alheia cu nem hum argueiro tirei. SsiínUSi T AH*ffl+TTt.SigW m m mtp a & &. 7 7— A*igT-íi«WíT-^ StSfl # Dialogo XL.VÍ. Porteiro do Tribunal. Eu -sou porteiro do tribunal do vicerei, e sotovicc- JftfBP'MS fp !t wfâ & «•ei : descubrindo os alcaides hum herege, o trou- ateraõ, e eu lhe disse: Passa hum termo de apos¬ tasia, c logo Ticas livre, na8 irrites o juiz, senão poé-te a tormentos; e depois da tortura ainda te ib i de desterrar temporariamente: e senaõ obedeces, d indo a milita, cm que te coudemnou, ha de en¬ forcar-te ; com effeito pasmou o termo, e Idrgaraõ- •_ ' f . *■_ , ’ «o *, porem, passados alguns dias, veio ter com- •go,, qnepenóo, que eu lhe tirasse aqaellc termo, e Th o entregasses. Onauto lhe sacaste por isto ? Powco, 41±) 'í- 4 ÍSl?PSA mW-k flíí:AttWgfí tí- 7 # 1. M »1 f) A 7 # m*7 tí % W * ffi j?|i -& fl ItfÊ W# 4>o W i®
  • Porteiro do Tribunal 304 veio hum, * disse-me N. quer «orrer liuma deman. da para sollicitar huma casa sem herdeiros: se tu podes fazer, que elle ganhe esta demanda, ellc pro- mette dar etu gratificaçaU mil taés: eu disse, que sim, e logo avisei o vicerei, dizendo : N. metteo hum requerimento, por amor de humas terras; a inquiriçjio destas terras deve ser na villa de tal, cujo juiz deve saber o fundamento disto: remetta-se logo csie requerimento ao juiz da tal villa para examinar, e sentenciar este negocio, e reinetter a Vossa Excellen¬ ce a sentença : parece, que assim se obra com pru¬ dência : Sua Excellcncia apenas ouviu isto, logo conveio: o réo era sobrinho paterno do que naõ tinha herdeiros ; elle devia herdar esta casa: o auctor era hum parente muito remoto: ninguém se atre¬ via a disputar com elle : elle apoderou-se daquel, las terras, c o outro perdeo a demanda ; mas naõ se submetteo: elle tinha dois grandes magistrados parentes; hum era seu tio materno, actualmente censor de Xánsi, e o outro era tio paterno da mu. llier, actualmente primeiro censor - elle pertendia pedir a estes dofs grandes ministros, que accusasscm o vicerei, e o juiz da villa; ouvindo eu isto, a toda a pressa o chamei,. t nua $■ - & £ Mn®, IIAÍ ®í|S}fl!í 8 la'll-fólios fór A t sfe í§ § M't-tttM
  • “ cv.y. , 6; yiaãe, que »&da‘ sabia, perguntei em sumis» as circunstancias «leste negocio, c entaõ disse- ilie, que na o carecia ir á corte, que o» iana> qUe o parent* lhe res" > ce a tal casa, que n»5 precisava maia, do que hum papel copiado do li¬ no da reonologi», assiguado pelo chefe da paren¬ te''»; «pie eu faria vera iujusliça, que lhe tora lei- ta aquelJes dois Senhores era? capares de mostrar as faltas até dos gentis homens; para oqiie naõ tinhaS que fazer hum oSicio: for isso embaracei cs- • homem, c avisei disto o vicerci, o qual disse; T- ivcl caso este-' sesenaS embaraçasse este hómero rã corte o causo.- N- era capaz de perder a- ,é ..m, n; este magistrado he ta? demente, que qua- - ,,e lê a çomprometteudo, e arruinando : hum tal ■ se .’.-.-0 consentir; hyo mandou ao . . ,-que < umpo.-esve hum oilio-o. r»»ra oaceu- i isle ainda pw r.lguns «i|iituk», q»e com- e ,>5 a Soa viêae no dia «p» -m in 0 ; u- «i- tal de M foru-.ar a sentença, e julgar . n'gocio: es c juiz sabendo, qae o antecedem (..• cansa «lesta d-UMUrth» >ra accusado, e deposto > i.tre/CJ :*■ crii?a»*, e julgou ,, ; «eatenciou Aqvffiejfttait*Remoto, , /l; 1-0, i.-êcu’ d. sua geondoçia, c A'LU'. Dialogo EW t fft*'Jffra T — É 4 # W t$ % 8 fr to S. m % ® m íE # Mmtuss-at jis ± S H # M M B 7' tf * w. # m &i & ti 3 n ffe£®Ate£AA*fífc fi € m #—A ffl êiS 7$ f #M»7 ft -T fll H is f íi 7 3e *1 fólft ■£ 3T-« ít1! ír A ê & ai 7 í& IA <Í5 # W fí Ã ® — B “j S; jt Ifô ® Sí $ ® «“ S ^ — ff ¥ -4* ® íf. S qíj t Ê iÊ - # f ^ S 7 ifc? 7g;?/iU^B4^|i.H T'fc'Mt******
  • . PoRTEIFG DO TRIEUNAt. SffC usurpation d» fazenda alheia, e o desterrou perpctua- mente a trca mil lis : entaõ o outro deo-rne os agradeci¬ mentos: clle saltava de alegria de ver acabada a deman¬ da: maudoti bar-a.v de presente treze -tos taés, os quaes nab aceitando eu, alie pensando, que rae parecia pouco, out: a vez mention bum chambre de arminho par¬ do, huma tunica tie arminho branco, hum barrote de. marta, c bum par de botas de setim ; dizendo : Eu miserável naõ posso pagar-lhe, peço a Vossa Scnbo- ri:i, que acceite este insignificante presente, que of- fereço, para mostrar huma 'parte do meu affecto: ainda accresccntou se V. S. de. érns iiHtla recebe, fico inconsolável: como elle instava tanto, nao podia di¬ zer, <,:te na3>: qua..i que ia acontecendo bmna grande his¬ torias ma* por felicith.dc evitei esta grande calatuidadc. Tu sérves-tc da auctoridade do magistrado para obri¬ gar o juiz de foi a, a dar huma sentença injnsta) tontas a culpa ao mesmo juiz, e botas-te de fora: tens litima grande astúcia para fazer mal; tii arruinaste hum magistrado, e fizeste asai a duas pessoas : segundo as 'ftis do reino este he hum crime da primeira ordem: tu deves comprar o lugar de sotojuiz de fo¬ ra honorário para o juiz deposto. Eu quero renunciar o oificio, cu naS hei de tornar a defender demandas, ncra servir de empenho» nem descobrir o fio da u-ulat m -t a js m n -t >u> li & % 7 -fefe A ti & È # 01 fetit 'h AM “j fê$>!< ín4£7 mMMH&Êk&sbAffi- t t— m 7 « n- '!> a >6 m â ® 1 Afl5$lNEt- % A fsfi S 7 7 mim® n m uif?A #117^^ A IS®
  • 307 Gap. r. XLV\. Dulogo. cu somente este anno corri hum» demanda pro¬ pria; porem nos requerimentos, e memorises oada houve de calumnia, nem falsidade, tudo era fei¬ to conforme a lei, e verdade, só as palavras eraó hum pouco maia pesadas: eu só dizia, que elle era hum velhaco, hum banana, hum cruel, hum desalmado: dizia, que era cruel como os tigres, lôbos, féras, e selvagens. Ta chamas estes nomes a outros sem razaõ. NaÕ ■■ palavra por palavra, tudo he verdade., fjual foi o successo daqnella demanda í Elle chamou hum arbitro para nos compor, e nc- commodei-me, fez-se hum papel de composicaõ : rasgárao-se os auctos : ojuiz sentenciou o meu ac- cusador como calumniador, e deo-llie vinte pran¬ chadas : eu aiuda defendi outro : hum sugeito usur¬ pou a terreno de hum meu sobriuho (por irmã); porem tendo elle justiça, faltava-lhe dinheiro: naó tinha quem lhe fizesse os requerimeulo3, por isso eu lhos fiz: ojuiz despachou a seu favor, c lhe restituiu a ter. ra usurpada: quando outros fazem escrituras falsas, eu naó tenho servido de árbitro. jp i n a 177 AíHiií&a * $ T, ii %t -1Ã ífclft ifc kííKSSWt—ÃHfcSSiA iíL Ó7 IH ^ 315 -fe7jI7W.ê-í#7 MM- -&Í5+T7 + 4'#'?- K 7 Jêí &■ fê7 4 Mi Ml Aliás @ iU® Í B * $ 7 4
  • 30# Capitulo VI. PROVÉRBIOS. (•) Ainda que o moem, na5 ae desfaz, (solido.) lapa os ouvidos, e furta a campainha, ('l!usa3,) Entradas dc leaS, e sabidas de sendeiro. Toca cravo n burros, (a qu ui naS entende da materia Gihando para as anteitt , estanca-se a sede, (espera ^3 jj- i em vSo.) A maldade ne summa. * tènsx® ãslíÊM ee Hi rna pequena impaciência causa grandes perturba- *J' PK i3 IJ ft* M t>OC s ■Onera pode soffrer os maiores trabalhos, lie que po- ^ Vd* 4“ l¥i -pt* /•* q/// 71 F  de ser superior aos tnais, * r~* * J* S\ Quem cm casa naõ bate, naõ he bati lo fora. «^^íTAíii^ilAU Muito pode, quem lie constante. t f. 2# ♦ Jl W11 '£> A Ainda que occnpado assenta primeiro no livro, e -jir < i, 4. • ,,g S7’. yti >y» n, ig pouparas cuidados. TJ-* Li —1 » RK /L fvT JuJ % Troca allios por bugalhos. 31= Os primeiros levantaõ poeira, e os segundos fira5 Çe- l\ \ttt *■,], /, sk. ^ aÁ 11 c,As RpSL g-S, (por liiins padecem os outros) B'J A W i J ^ A J Por mats esperta, qne seja a nora, naõ faz canja 15»»# n-.-m ztê Bem arroz. (^ueni Confúcio, e Monv- u deve saber n corlezia de Ckou-cum, (ao incivil.) Ao que de presente te da huma pinga de agon, retrh- buirás com buma perenne fonte. . . , „ . . .. . . . Abertos cstaS os tribunacs, mas quem tem justiça, ZgT P1] $/] 13] ;] fv jj áfl£ T r #ll jF- ' e naõ dinheiro, escusado lhe he entrar. IPJ 1 4 m ^ , £ Boa lie a paciência, boa he a liberalidade: porem ê-sue »»?««« melhor he a paciência, qnc a liberalidade. Quem naõ levanta tempestades no mundo, naõ terá affliçoes no peito. Prcsentia-me a minha custa. (0) Pel« lãiura deste capitulo so formará huma idea da moral dos Chinas, -que da Sua X ■Ião pouco, segundo o exemplo, e conselho dc Confúcio.
  • 309 Cap. VI. Provérbios. Na5 corresponder aos benefícios naÕ lie de sabio. Qra iie homem Ue aquelle, ciljas riquezas saõ claras (justas.) Foge de velha airosa, de homem cabisbaixo, de na¬ bo azul, e alho vermelho. Se aos quinze da oitava Lua, a lua estiver encubcrta, no am.o seguiute a neve caliirá nos luminárias, ( rio aos quinze da primeira Lua.) Por muito dinheiro, que hum teulia, naõ poderá comprar sol na quinta Lua. NaS fazeadj sol cm toda a Lua sexta, come á farta. S; a trave de cima naõ esta direita, a de baixo estafa torta, (aos superiores.) Accrcscentar flores sobre ó brocado, (desnecessário.) nt a sopa no mel. . crime, deve ser punido. O pobre aborrecc-o, e _ rico naõ o ama, (ninguém gesta.) Ve-se entre dois fógos. O Çapateiro gaba a sua sola. O que vende ioufu, . arrendou, a borda do rio, (in¬ certa pelas cheias;) a agoa o da, e a agoa o leva. As palavras saí a chave do coraçaÕ. Quando se 11*8 qneimaá as sobrancelhas, be que adverte, o que tem adiante, (impróvido.) A. boca be doce, mas o coragaÕ be amargo. Tem o riso na cara, c a faca ria algibeira. Ve-se a.cara, e nav o coraeaõ. Naõ digas, que a cobra naõ lem cornos, nem eu sei se os tera, qnando for dragao, (r.a5 da esperany.is.) Se juntares o carvaS com o gelo, naõ permanece¬ rão ambos, (incompossivcl.) Não se ajunta a agoa com o fogo. Anúgos amigos, negocios á parte. O ladrs.Õ cúida, que todos q sao. St S' 91 Á õt yí O* ikW Afl+afiiT ■6 il« i £ fMS £ * n m sê p# % íê « tSÃPf-CMftítSi *n a 4# a % »>i> lãJB$
  • Cap. VI. Provérbios. 310 "fíS Todos corneai; mas poucos se fartao. Tratar negocios uaô lie taõ fácil, c©mo beber hum copo. Naõ ve o homem muitas vezes a lua no zenith, (rara fortuna,} O que se vè hr real. Parece, ',"0 o obrigaõ c couier, como Mi-chaa obri¬ gara Ca«-ç a« (a trabalhar.) Se o am,o novo uaô traz festa, melhor era, que uã ( viesse. A bondade do vestido não consiste nas prégas- O viajar he ver hum mappa universal. Cancou rio meio do caminho, (inconstância.) T alao sem proveito. Jíaõ sabe as relaçóes, que a coisa tem. Ao bom entendedor meia paiavra basta. Assopra-the o pelo, e veras os defeitos, (apparentc.) Por muitos, que scjuÕ os barcos, nao entopem o rio Kiam. A primeira vez lie favor, e a segunda obrigaçaS. AMM ■ksmni &i- T =fr M rS ~S # il M i-fl ff 7» ífl í; *!■ bji A. 7 m í! ãl KíjjtíSE Naó correspondem as obras à fama Promette muito, e da pouco. O de barrete branco (aldeaS) gosta de levar cestos de carvaÕ á cabeça, (gosta de lisonjas.) f Tanto se me da assim, como assado. Embaraçou com as orelhas na porta da cidade, (al¬ tivo.) Principia o pôtro a andar, e logo lhe parece a rua estreita, (ja a formiga tem catarro.) Quem vai ao barato, compra vaccas velhas. O velho, qne naõ he magestoso, deita a perder os fi¬ lhos, e netos. A galinha do meu visinho he mais gorda, que a minha. I âHlí;S:3LA7áH!&;<60i- issPJHjrs p .© « p n m ís n IHÍft iiW li ffSPili M
  • 311 Cap. VÍ. Pbovesbio. Qncm lie dia naõ ofieude a conscience, .iada que a alta noite lbe bataO a porta naõ >e assusta. Comparando hum coraqao com outro, naõ j; acha¬ rá differença, Rsse era outro tempo. Cada rei tem os seus ministros. He hotar lenha no fSgo. As circunstancias mudaS. Depois de hums grande sêca, sempre vem grande cliuva. He bom de dizer, e mao de fazer. Quando o mestre he rigoroso, a doutrina he esti¬ mada. ■Coni hum bom amigo serás virtuoso. Se pisares o ninho, quebrarás os órcu, (consequência certa.) O recusar lie falta de respeito. Ninguém conhece milhor o filho, q e o ,i. Até o bem .pode ser vituperado. •O costume lie outra natureza. Nada se pode fazer delle. '11» 'Jft—J9ífc“flí « íp t & ^ t AT nm&n •Mo. e-sc a cege, e toca6 as campainhas, (consequência). •Ouem me ama, ama o men caS. <.)ucm di he tio. Os anjinhos o entendfSo. Promcite muito, e da pouco. Huron £titca levanta bum incêndio. Has de fartar-te, c levar para o caminho. Faz bem ao baço, e mal ao fígado. Se fores a Honra, vive á Roman.', A sua esperteza o perdeo. ( \ * i Hum esperto encontra outro. vsm&ãí iftAfi'fsM'iS -g-H H-IS i nm m% «At fctffSA- C/i«
  • Cap. VI. Provérbios» 312 -cV. A'V J^ {4J !£ >p Chegando a ira, quer ir a Xu, (ambiçag.) 0 que tem hum quarto, quer mais huma estufa. Porque o homem he insaciável, devorou a serpente hum ministro». Serve-lhe o pouco, e naõ o muito. ■k^%Kj*ap Quem tem dinheiro, manda o diabo moer. Hum cego .achou huma agulha. Chorar o gato pelo rato lie fingimento. Poc o ramo n’huma parte, e o vinho n’outra. Quando a noiva vai a subir para a cadeirinha (pa¬ ra se casar,) lie que lhe furaõ as orelhas, (tarde.) O homem ha de ser trigueiro, o boi negro, e o ca- valio cor de ferro. O heróe naS nega, o que fee. Quem tem gente no pago, de pressa lie despachado. O mal de pressa se aprende, e não o bem. O bojo do primeiro ministro, ha de ser hum mar. Chega-te para os bons, e parecerás hum delles. Quem naõ olha ao lonje, tem a calamidade próxima. Antes que te cases, vê, o que faZqs. O que naõ queres para ti, naõ o faças aos mais. ” ' mettas a fouce em seara alheia. Cada hum ha de cuidar, no que lhe importa. Por huma palavra se ganha, ou se perde hum reino. Par pouco naó fique a obra imperfeita. Naõ se pescaõ trutas a barbas enxutas. 0 inestpiioho não fará. coisas grandes.. d? â & m n. ít b m? is í* w a ís- n tr di: Míij ]T jjji féír-ÍJSt ía Sia 3SAÃÃI fàgífr íhmh****
  • 313 Cap. VI. Provérbios. Esconde a cabeça, e naõ euida do rabo. O que tem faces sahidas, mata sem faca. Por huma porta lança o tigre, e por outra lhe en¬ tra o lobo. Quando pega n’liuin, foge-lhe o outro. Palavra, que sahe da boca, lie pedra, que snhe da mao A is pequenos cederei eu, mas naÕ aos grandes, (Va¬ lentão.) v A n»5 ser a lionra, e o proveito, ninguém se levan¬ taria cedo. Quem faz bem, para si o faz. O dinheiro do satellite vai se, como o barco na cor- rente. Quando os obreiros saS muitos, a casa fica torta. Pesca ties dias, e quatro enxuga a rede, (naõ assíduo) Onde naõ ha cxperiencia, naõ ha prudência. Ilr. na inordedela de ladraõ chega aos tutanos inc¬ ensando outro cm juizo.) v As paredes tem ouvidos. Quem naõ deve, naõ teme. Qu-m tem o coraçaõ snõ, digere, ate a conserva fria. O ouro puro naõ teme o fogo, uem o bom vinho ser provado. Peio pequeno tiraras o giaulc; quando velho s‘rá o que era de tres annos. A cintaros rrama o azeite, qua tido apanha o ger¬ gelim, (para o fazer.) O ser buzo ha de ser na corte, e magi.trado nas províncias. O nariz de tres ventas fede por uiais huma boca, (intromctlido.) O Uomera gosta de subir, e a agoa de descer. A cobiça leva os homens, aonde os gansos nao chegaÕ. O que cuida do monte queima-lhe a lenha c o que trata do rio bebe-lhe a age a- Íl#i^SA^flP7 Hif!tbit i “BtUPÍg,l|gii| X S £ $] t ift ig ãAUfà % £ 1, fig iiííE^Tj ftj = Si fj M H 0 $5 íB K 3e - PAfHá' « Í1 fê 15 -fií AH iii íc a jè §} si 44 3?4rAiâAIt&® A 'fêA t íM> SitAHjgug M* 18 2) MM® Ui m #!■ to %■ — A- -f ^ # f|) P Mj iÉ t d< S'l % A Ê$i):g|6 f tl| toJÉ Stf -M épè?l<
  • Cap. VI. Provérbio. 314 O que cede dura, e o paciente tem paz. Quando cate o cavallo, logo arrebente a solla, e quando cabe o muro, todos o empurrão, (o desgra¬ çado lie perseguido.) ° Quem diz bem de alguém, naS falia em'segredo, e qnem falia em segredo, diz. mal de alguení. Corner!8"*1' ^ °° c P°«™ Na longa jornada se conhece o bom cavallo, e com o tempo se ve o coraçaõ alheio «■‘iSS" Se queres, que o naõ saibaÕ, naÕ o faças. Apeia-te, quando chegares 3 ponte, e se tens estrada 11110 te embarques. > Muita colla naõ .pega, e muitas palavras enisling. Se tens dinheiro, com elle sustenta os homens, seuaõ, com o bom modo. Peior he o excesso no fallar, que 110 comer. Batendo _em outro naS lhe batas na cara, e injurian- dc-o nao puxes pelos peccados relhos. telhados" Í,rÍtad0, Salla mur0!> c o caô s<>be ar.s 4 f O siso naõ esta nos annos, c quem delle carece, debalde passa lmma longa vida. O homem morre pelo amigo, e a mulher se asseia pelo amante. Pintando o dragaõ, e o tigre, pinta-se a pelle, e naõ o osso: conhece-se a cara, e naõ o coraçaõ dos homens. Mora 0 pobre na praça, e ninguém o procura, mo¬ ra 0 rico no deserto, e alli o procuraõ os parentes remotos. As boas palavras sao quentes no inverno, e as màs no vera5 saS frias. #51 & ti is # ê g ifêiafiri?*®#]® A fé A # & íf ffi A -P # t£ M KI2P.I# 0 A J§ A ú íS I #A*eSAí.sA EÍ®^|8í±g =-5- íTAgiJfi A iH 7 St 10 © M T -t ÊfrfM&ZmumMiÈA ^=0 Wã£7' SlítiiitH^íiafíiiA » «o itj fími
  • Gap. VI. Provérbios. £ PP DifScil he tr»s punhos resistir a quatro in ao», e o va- lentaó a muita gente. Di Deos nozes a quem naõ tem dentes, e dá Deos dentes a quem naõ tem nozes. As murmurações so nascem do muito fallar, e os odios, das primazias. Elle so chora á vista da tumba, e so dissespera a vista do rio Amarelio. Limando, de huma trave se faz ham* agulha : tudo se vencc com o trabalho. Para o bom cavallo basta huma sella simples, e a b’a mulher nao se casa com dois maridos. O homem hahil naõ vive de heranças, e a boa ma¬ trona naõ veste, o que trouxe da casa paterna. L.mpa-se o poço bem, c a agoa lie boa : ensina-se o homem, e os seus talentos sa<5 uteis. Ceder para evitar desordens naõ he estupidez; as ciladas dos salteadores naj sai» talentos. Refrear o cavallo à horda do pricipicio, he tarde: calafetar o barco no meio do rio, he ma hora. O homem sem siso, he como o ferro sem aço, e a mulher sem siso porá tudo em confusão. Tem casa, e não pode ir para elln, tem reino, e nao o pode gozar, (grande difficuldadc.J O que lisongeia, falia bem, e o que diz a verdade, attrahe os odios alheios. Preso por ter eSo, e preso por não o ter. {O homem em paz não falia, e a agoa plana não corre. Não se conhece o homem pela cara, nem. a an»u do mar se mede. * A fartura causa as brigas, e a fótue ladroeiras. Quem tem o bojo pequeno, naõ he sábio, e naõ ha heroe sem prudência. fi 41'Xfd fi 3 SBfí- SVfójc ASS'Ssi 81 iíi Hlf MtW tyi ÉfíAiS 2 A ¥*@7^** A^“TfíB*7: pT4S
  • JL.^- /ASf-aí ■ a*8 Cap. Ví. Provérbios.^ Se 0 outro nnõ falta, naõ o conhecemos, e se o páo se na5 fura, naõ se penetra. O discreto naõ escarnece de algticm, e quem escarne¬ ce, he indiscreto. Em todas as aldeias ha gallos, que cantem, ecaês, qne ladrem.; e em toda a parte as ameixciríis tem a mesma flor. Em todo o mundo saõ os corvos negros, e em to¬ da a parte ha avisados, e estúpidos. O homem nnõ hc feliz mil dias, nem a flor encar- nada cem. A *£3 a aís»í**í t ssj mm -m# AÍSf HiítcíSW 0 SL Quem quer gozar da doçura IS A' :o * >5T A, A ^ 9 lá*### S-fcíSSfl5 T, S S A-ft W S ® A
  • 317 Cap. ru Provérbio. JU ^ /> & Quem muito falia muito erra, e o muito comer fas mal. Quando hum quer vender, nem trcs lhe compraõ; quando hum quer comprar, nem trcs lhe vendem. O bom homem dura pouco, e o mao mil annos. Quem tem razaõ bóta os outros em terra : nem tres homens podem arrastar a palavra razaõ. Se o superior naõ he recto, o inferior na5 o respeita. Quero estar mil dias em casa, e naShum instante fora- Governa a casa, e saberás, quanto custa a lenha, c ar¬ roz : cria filhos, e saberás quanto deves a teus pais- W*«*A.*ÍIA -taça* íE fi -f BSt*# ■grnmw Na5 chocalha o vinho 11a garrafa cheia, mas choca¬ lha na meia, (o hábil nao se inculca.) Naõ tem sciencia, nem gravidade, para se fazer res¬ peitar. Quem faz arcos, encurva, e quem faz settas, eudh reita: cada hum cuida, no que faz. He melhor pouco, e bom, que muito, e tnao. Sf A sê tails Quem tem fome, ate d« farelos (osta; e para quem esta farto, nem o mel he doce Passado o rio, bota a ponte abaio, e subida a ca¬ sa tira a escada, (ingrato.) Em casa de ferreiro espeto de po. Idem. M jD êi í' íi a*ôiSt±Jst O que o ouvido naP ouve, o cor-“ao nao sente, e o % % S ^ M SR JL $8 que o olho na5 vê a boca naõleseja. ^fg Os pobres naS tem grandes viss : mas o cavallo * ^ Jjjí ÈÈ $jj| ^ M magro tem pelo compndo. ' v ^ - Mil estudantes saÕ mil nobres, cem jogadores sa5 =f* ^ |ft f TT cem pobres. w
  • 318 JU 3ÍC #15 cap. VI. Provérbios. A razaB sojeita o sabio, e a lei o néscio. Os gansos, que passaô, deixaõ som, e os homens fama. Pela riqueza morre o homem, e péla comida a ave. Fora da patria se avilta o homem, e a fazenda en¬ carece. ^ Pela boca entra a doença, e por ella sahe a desgraça. O caõ morde o pobre, c o homem venera o rico. O homem excellente falia do presente, " passado, e as coisas excellentes tem hum preço extraordinário. A lança clara facilmente se evita, mas naõ a occul- ta setta. Conhece-se o baixo pelo alto, c o branco pelo preto. Poesia, a do tempo de T'am, letra, a de A'i», e ora¬ ções, as de Han. Se-queres saber as scccas, e chuvas do Ceo, exa- miua primeiro a face, e interior da terra. SaS os paos carunchosos os empregados, saõ os bru¬ tos, os que comem os ordenados, A gente velha se encurva, c a arvore se mirra. A coisa na3 me toca, uao me batem nas pernas. O interessado se perturba, e o de fora conhece melhor. Depois do grande prémio, o exercito será valente. Do dragaS nasce dragaõ, e da aguia, águia, nasce o rato, e logo sabe fazer buracos, (filbo de peixe sabe nadar.) Quem se naõ levanta, quando amanhece, padera dor¬ mir muito ? Em agudeza ninguém excede o rei. e em esperteza o velhaco. Com a boca diz boas palavras, ao mesmo tempo que lança peias aos pes. Seguro se assenta na pedra da pesca, a espreita as bri¬ gas dos monstros marinhos, (vè os touros de palanque.) Para saberes o caminho por onde vas, has de pergun¬ tar os que de la vem. Alt H 3 J® il M sg A**#«*#* âíítd AjWfê p W A & IS4 is m % fi Hí si iã * H « * S * fel É £i|c ttSM m $ # 1 $ 31 #í T> it itíê
  • 319 Tai^Í {& Pj§ Cap. VI. Provérbio*. f $ H/&H1 émíi* - K^yfAmn 11 4 A kí ÍR <8 2 2Í A ít?')ft*.e.f ia-&& % JL& AtS*?T«#lf ft ig iH rnj P tA5í# p- ig ?)< # 4'x i!i d< 51 IS 7. ÍP ;É sai. a b stbjj*e.s3i£ Quando a figura he estravagante, e horrenda, o co¬ rai,'aõ não lie recto. Da caldeira do anil não se tira panno branco. Quando bum aventura a vida, nem dei mil lhe resistem- O heroe, c o valcnlaõ podem encolher-se, e estender-se, (sahir a campo.) A rectidão demasiada he meio de attrabir desgraças. Ve o homem o proveito, e naô o damno, c o peixe a isca, e naÕ o anzol. *e naS pedires, todos seraõ liberaes: se naô beberes deixa o vinho ser barato. He mais fac'd apanhar tigres nos montes, do que a- cliar, quem faça, o que pedimos. A agoa distante na5 apaga o fogo proximo. .• no rente distante lie preferível o visinho proximo. Por claros que sejaô o sol, ca lua, nafi ihinu.nó ^.aso emborcado, nem a espada afiada degola o >n- mocente, nem as Infelicidades extrahordinar. is eidraõ ipohí porta do circunspecto. O pobre limpo anda alegre, e o rico e„)o vive tr ste. c bem -fica em casa, e o -mal ipubllci.-se n mil tis. O bom remédio amarga, mas faz liem s -doença : a «verdade ?oa mal, mas he util aos costumes. O homem naô vive cem annos, e padece -trhalhos de mil. Quem em casa na5 recebe hospedes, saV.ndo fora, achará poucos, que o hospedem- Os meus amigos devem ser melhores, que cu, se saõ como eu, melhor he naS os ter; conbr.-idos ha em toda a paríe, mas amigos poucos padr barer. zn St í4 =F fr '>±A fSi
  • Cap. VI. Provérbios. 320 Melhor he a experiencia, que a informaÇao; inais vale ver, que ouvir. Ainda que a mou-ta» (flor) he boa, ilepcnde da folha verde, (de coisa pequena.) O rico pensa no anno, que vem, e o pobre no presente. Poderei em tildo andar à vontade dos homens ? na > basta-mc logo evitar remorsos. Hum homem com fortuna puxa por toda a familia. Quem na mocidade naS estuda cedo com diligencia, quando encanecido sentirá estudar tarde. Estuda hum dez annos, e ninguém falia nelle, mas logo que he doutor famoso, he conhecido em toda a parte, O bacharel, sem sahir de casa, sabe, o que ha em todo império- Quem se honra, se ennobrece, e quem se sevandija se avilta. De la da parede ha orelhas, e fora da janella ha gente, (as paredes tem ouvidos.) No xadrez se acha competidor, c o general encontra hum bom antagonista. Depois da grande secca veio a chuva opportuna, e em terra estranha encontrei hum amigo velho. A industria lie huira preciosidade impagavel, e a circunspecÇao hum penhor da propria segurança. O moderado na pobreza anda alegre, e o ambicioso na mesma grandeza anda triste. Atnda o que está á vista talvez seja falso, e darei gran¬ de crédito, ao que se diz na ausência. Anda de vagar o cavallo, estando magro, c nao se desenfreia o homem, sendo pobre. Melhor he a rectidaG na pobreza, que o vicio na abundancia. pgã.dSiPâi ít-iímp B B SA,@,*r£p^A,lKSÍ -AWiaifai + #!3TÍÊÀIí)-^JX£ pf âtaiili z.® mszBiií&ífcpif m jjt ,1 ff $ II ® 0 fé* À# Bi
  • 321 Cap. VI. Provérbios. j- ye. f/jP a.? tf! Ao bom entendedor meia palavra bata, e o bom tam¬ bor naõ precisa pancadas fortes. Hum só fio naõ faz a linha, netnlmma só arvore o bosque. No grande rio humas ondas empuraí as outras, e no mundo os novos empurrão o velhos, (para a sepultura.) He regato, o que ja cresce, ja diiinue, e lie néscio, o "que a cada hora esta mudando. MM MM M & & $ M Jz 'h A c> O imperador, quebrantando a lei, he taõ criminoso, como o povo. A abundancU he annual (em algua lugar,) e a cala¬ midade chega a qualquer parte. X^uetn em casa honra os pais, par; que ha dc ir longe queimar pivetes, (ao pagode.) >Jo aperto lembra*te dos parentes., e no perigo con¬ fia no amigo velho. Aprendo, ou sejas moço, ou velho, o que inpora he formar-se : (hear habil.) A riqueza licita, he a que e pode tomar, (/ dinheiro illicito two o busques à força. St o* irmãos se naõ unem, os estranhos zoiuhnõ. > ■’> Na abundasia terás muitos amigas, s na < , ta: hide nenhum. A virtude maior, que o talento, forma o sahiiq e o ta¬ lento inan.r, que a virtude, o néscio. Nu ineloul naõ pegues nos sóccos, nem delia'xo ouve as tradições dos nis passados, a grandeza da sciencia. ãinm si# i 1 7,í ® A A; Ao JR (3A + i Si-, fí 0Ê##f 0 M ÍHâ -fu M iK) ãí M i® s Hf * ÍP íg Pí) *
  • Cap. VI. Provérbio». 322 j'/i 48*1 m >n Fazcm-se veins por amor da Inz, e e«tuda-se poT a- roor da verdade: aquella allumeia o quarto escuro, e esta o corasaõ humano. A coisa, ainda que pequena, na5 se faz, sem » fazerem, e o menino, ainda qne atilado, naõ sabe, aem ser ensi" nado. Quem ama o filho da-lhe pao, c quem o aborrece, da* lhe paõ. Com o pao sabe o filho obediente, e com o mimo, rebelde. í) passado he claro, como o espelho, mas o futuro escuro, como o verniz. O que he de manha, uaõ sei, se sera de tarde, e o que he de tarde, naS sei, se será de manhã ; ha no Ceo t mpestade* imprevitas, e nos hoaiens revezes da fortn ia. O espelho claro naõ contrahc poeira, nem a pruden. te fi ta # -f tj 9! ítPM te f «S te te $& ^ ^ SiJ 2aSAfI*2iH # * SS 4? M H'J P cia illnstrada brota vícios. Esta o peixe no fundo da agoa, c o ialcaõ a perdtr de vista, pode-se chegar a este com a setta no alto, e áqaelle com o anzol cm baixo, e tiaú se pode sondar o Curasao humano, Podc-se calcular o Ceo, e medir a terra, mas naÕ precaver o coraçaõ humano. Fcilla-se com outro rara a cara, mas o coraçafl está mil léguas distante. Segue-se o bem, como qnem sobe, c o mal, como quem desce. Hnma conversa com hum sabio excede o estudo de dez annos. NaÕ procures á ferça as riquezas, que ves, nem e- vites com violência cs trabalhos, que encentras. Quem da he tio. Quando o superior naõ he rceto, o inferior naío res¬ peita. O sabio corte * amizade, cem dizer ma palavra. S 7> áfe $ 5c ÍÈ iii te íf fé te & f : te K Cl % Pl Pi 5c te Jt «!l te 11# te AfoX tel» f t m 41? >& I® III f f 9 um te
  • *xl_i s'* ^ Cap. VI. PROVCRBlOf. 323 A resolução, par» s®r nobre, do re ser esforçada no principio, e vigorosa no fim. O gelo de tres covado* naS pole vir do frio de hum dia. Quem naõ ouve o* velUos, tera adversidades. Se dois tigres brigão, bum ha d« ficar ferido. Se o homem, naõqnizer ferir o tigre, naS quererá este fazer mal áquelle. Se deres hum murro n’outro, guarda-te dehum pontapé. O velhaco naõ solfre injurias na cara, e dois valen- toes imo estão juntos. Hatn doutor, com pegar na peana, pacifica o império e hum general, com levantar a espali, faz a paz. O artífice, para f.iv.er bem a sua obra, amola primei¬ ro a ferr amenta. NaS vas para o reino perigoso, nem mores no re¬ voltoso. Quando tres vaõ junto», sempre terei que aprender, se imitar, o que tem de bom, e corrigir, o que tem. do mao. A obra vagarosa sahira excellente, c quem persevera conseguirá* Quem se encarrega de negocio alheio, deve dar con¬ ta delle. Examina aá suas palavras, e repara-lhe na cara. Quem sabe tratar cora gente, respeita aluda aos fa¬ miliares. Se a conversa naõ vem a proposito, meia palavra ja he demasiada. Quem he general, e ministro, deve temperar a seve¬ ridade com a brandura. Corta-se a lenha mil dias, e queima-se n’hum. O homem poê, e Deos dispõe, Quem naõ aspira, he de ordem superior. ' n* • O) habilidoso^ teu» muito trabalho. Quando o falcaS entra no bosque, todas as aves se calaõ. z% *9r 8 AZ n !Ê5 A * * “ ® ^ a—tu A «fij® M lit AC> MA-flM-K w mata ^ ^ 2p i H txffliSE.ii'l ê BM AZftZ® & AZ% ‘§ M Ê mmhgABiz jLSW *8 $ =f 0 0 M ampít & lí
  • Cap. VI. Provérbios. 3"4 Quando fallare3; falia ao entendido, e quando ven-' deres, vende ao conhecido. Com dinheiro se corre o mundo, e sem elle naS se da hum passo. Os homem sem che/e nada fazem, como ft ave, que sem azas mio voa. Quem tem vinho, pode hospedar, mas naô quem o naõ tem. nmw,m A«ím« -51Í £#É£í®5c W' ff Se arrancar liuma pennugeni, sera’mais grossa, tua cintura, (es nada é vista dclle.) Vende-se em hum dia tres picos de fazenda e em tres dias nao se vende hum pico de boa fazenda. ■’”* fé-ígfrs&tkiftMtJgiES Furta hum alqueire de arroz, e diz, que o outro fur¬ tou oito lecimss. &7A# Tudo o mais he vil, só o estudar he nobre. Eai tudo esta ja a minha sorte determinada, c os mortaes em vaó se afanaõ. (a) Nada depende dos cálculos humanos, olhando para toda a vida, tudo he disposto pelo fado. (a) Tudo depende do fado, e nada do homem, (a) Quem diz o meu mal, lie men mestre, e quem o meu bem, he humladraõ. Com o moderar as paixSes se augments o vigor, e com o muito pensar, se perdem os espiritos. Bebendo pouco, nao se desordena a natureza, e pou¬ pando a ira, se poupaÔ as riquezas. A nobreza tira-se da industria, c a riqueza vem da economia. um# Htú @ - sii s à Abrandura sempre he proveitosa, e a violência at- XKt _5p, ójtjifa pi pis J3. ilV. 4/7 trahira desgraças. lutL 7j>»jÈL U 7S -Aa 1p A (a) Ve a nota pag. 123
  • 325 Cap. VI. Provérbios. NaS entres cm demaudas, os visinhos devem viver em par.. Sc queres saber, o que elle tem no coraçaS, ouve o que diz a boca. No obrar deve-se seguir a razaô celeste, e uo fallar condescender com o coraçaS humano. Quem niS costuma fazer coisas vergonhosas, naõ de¬ vera ter inimigos no mundo. Supponhamos, que possas fazer mal a outro, mas se o outro to fizer, qtte ha de ser? A herva tenra teme a geada, e esta o sol; e o mao encontra outro, que o ensine. Quanto mais hum lie mao, e velhaco, mais pobre lie : o ceo nunca soffre o mao, e o velhaco. Se a riqneea vier por velhacaria, o estúpido mortal sustentar-se-ha de vento. Se queres remédio pira corlar a bebedice, abre rs olhos, c o!In para o lêbedo. lo tens tempo, pensa, que o naj terns, naõ te acooteça naõ teres huma hora, quando a- des qas. Hoje, que temos xinho, embebedemo-nos, que a pen t àc é manha, á manha a soffreremos, (glotao*) PlSíeft fpmmnm wf?i a* fâWtl*?cT® AMê PjgJAWííí ii1 #p fi! Stâ ff SAêS sí§ Stf a#Fíx#-KFí!*il ®j®g HiSâSSStlA «fit 9Q 0@ AUusões, e equívocos («) Pòr a manta ao sol, quando esto nublado, thd-ado.) (a.) li«stu apontar a primeira parle juua s>c ert/ede.- a segunda.
  • Provekíios OJjL Cap. VI. 32$ O barrete de Lama lie nmarello, (baldadq) A escora do çapateiro, bate no alguidar, (sir quem eu sou.) Balem as palmas no Templo Lum-f", (ficon co; a boca aberta. O corcovado subindo ao monte, tem a dianteira curta, ou falta dinheiro. No alto toca viola, ou vem-lhe a fleuma à boca, (mortal.) Sobe á arvore com a boceta, nos ramos tem o pre¬ sente, ou tem razaõ, no que diz. Poé toufu no rabo do cavallo, naõ se sustenta, ou naõ se pode fallar nisso. iJiMMta s ta nÊum&TWi&T I ate u ~T ZfifS. & ft *6 #*•&*£*
  • Capitulo VII. HISTORIA, E FABULA, A que frequentemente se allude no discurso, 5. I. NOMES DE VAROSS ILLUSTRES, E SEU CHARACTER PRINCIPAL, Reis. Fu-hi riscou os 8 diagraromas. (a) 1 ® I " JCen-nuin inventou o arado- Hoam-ti inventou os barcos, e carros. 2696. A. C. ('>) j Ian, da dynastia T'am, inrcn‘- o Jogo das pedras. Xun de U cantou o vento Sal 2254. Ju dc Ilia reparou o diluvio. 2204 Ki de Hia regalou os nobres dc Kiun.Cai. Xau-c'am foi pastor no reino Jãm. Tam de Xam poz a Ki debaizo de guarda. 1765 Tai-kia morou em T’um. Pan-cam mudou a corte para In. Vu dc Chou castigou o tyranuo Chott. 1121 O rei Chãm cortando huma folha de t'um fez regulo seu irmae. [ O rei /fiite» restabeleceo o tbrono. O rei P'im mudou-se para o Orieute. > a I ?s O d i« #8# Alt*] r f&SJ m t# m m: ^ !iti % j}í'4!ÈÍL PJ&81itk 1E iÈMMB r.) a mm;. cum »*. . r< " (b) o. ..... ...» * Okw. —>"« • J* D)ni1’' *' <” ’ - c'""" ”*5 certeza desta data, e muito menos de outras antecedentes: tie um m «s
  • Reis. 32* 0 Imperador Xe de CA’in edificou a muralha de dez mil lia. 255 A. C. Hiam-iu de Chu quebrou as caldeiras, e submergiu os botes, (para cortar a esperança de voltar. 205 Leu-pam de Han pediu participar bum copo do caldo (feito da carne de seu pai.) 201 Vam-mam botou reneno no vinho de pimenta. 9 A. D. Cuam-vu levantou tropas em Fai-jeoei, (para recobrar o throno. 25 C’au-p'ei de Vei, pela poesia queria perder o irmaS. 221 Ltu-pei de Xu no pomar dos pecegos fe* a conjura¬ ção. Sun-h’iuen de V montando, mostrou ser beros. Su-ma-ím de Chi» divertia-se com carros de cabras. 26s Su-ma-joei cultivou Kiam-tnm. Leu-iu de Sum do Sul sustentava-se de vender çapa- tos. 420 tiau-tau- chãm de Chi do Sul era insigne na letra corrida, e antiga. 479 Siau-ien de Lcam do Sul estabeleceo o hospital dos desamparados. 502 Pa-sien de Chen do Sul dispoticamente opprimia os poros. 557 Chc-po-cuei de Vei do Norte mudou as regras antigas. Che-po-kicn xan de Vei Oriental, passeando na sua. arcada cantava os heroes antigos. Che-po pau-hiu de Vei Occidental na5 tinha poder algum Cau iam de Chi do Norte botava cores, para via¬ jar (desconhecido.) Iu-ven-kiii de Chou do Norte era violento, e foi morto. Iam-kie» de. Suei enfurecido batia cone a cabeça na cama. 581 14-iuen de T’atn atraiçoava os vassallos. 618 As 5 Dynasties. Chu-ven de Learn segunda naô tinha património, (ao parecer) nem talentos, ( sendo particular.) 907 Li-snnsu de l"am segunda livremente passeava, e á vontade caçava. 823 Xc-kim Cam de CM» segunda sendo admoestado, nnr. rco de paixsõ. u m tèâMMãM® m i 2 II Mn Sl'MX-Ttll #5 íf? ® Ê ttm fesmatt® & mm fe.a#$f if MM it M li ismi&mwiB &$■ lí£ »-W 5WI1IM |
  • 329 Cap, TIL Varões 1 ilustres. Ltvche iuen de Han seguud;*, excitado pelo povo, subiu no throno. 918 Co-vei de C/tcti segunda, popernfi-Uie, por vestido, hum pedaço dc bandeira, (fa^endo-o rei.) 961 c/iau.cuam-in de Sum queimou com artimisia, para par¬ ticipar da dor do irmao, (que a sutfria por remedio.) y60 Hu-pi-lie de Iuen (Tártaro) assolou o Norte da China. i-S® Chu-hum-vw de Alim 69 levantou, e fe» guerra. i3b8 Xvn-che dc Ch’itn (actual Dvnastia Tartars) sahindo a caça, desapparcçeo n’umua moui&ria. 1644 m * ipaaíí.ftn j ■ $)&?,'! ft ÂSt É ffêtóllf-fc Fidalgos do Ti mpo ca Dynastia Chou, (a) T'ai po do reino V fugin, fiogimlo > b.scar reiuedio (para seu piá.) JRu-c/toi (do uitsino reino) concedi o a jaz no rexno Jau. .' o(o pai.) JJi-oum unin-sc com oreiuo Chi,a n"<. lit nr o reino ■Ch’u. tíiuen-cum de Chi pacificou Oku, o F.ibilgo Uiuen pacificou Jen. Cam-.ru de Vei foi juiz do crime de C u. Yu turn arrepen den-se da culpa de beber {fez ver. sos contra a bebidice.) Situ-curn dc Chiu por terja alheia foi assolar Cõ Yen-cum em Chien-tu fez bum tratado dc pax. Jain-turn de Sum naS accnimettia cs desprevenido». J-'i-i-fu de CIA» criou muito, cavai los, (com que sc rebeiiou. A Ma-cum tres ver.es supprimiti revoluções em Chin. Choam-cum do reino (Item acertou com hums set a no liombro do imperupor. kmmiM ft Big *4 ãzMumm &&ãfê H3Ef^SS MUSMnM 12- $ )B iê iã &■£- ÍSíâ S @ 5Ç £ ± tf $ it -í> lit ií M W14k!?M,Ê. ft (.) BmU,arm CU,. „ ' Hvcnos reinou, mpMudo,, rujo, chore, eraSJ ida,g„,, ou r(guio, uai, ou menor,ojeito, ao imperai
  • Empre caw*. Chunm-rnm de Chu revistou as suas tronas denti» dhjfc lit "T* 5ÇH Af “f. tSJ ?IS da» raias do império de Cho«. TF ±. ff? àk ] /m) f/â Vtm de 5Io>t governava carroças militares. Sn-hou de Ch'au foi o cbefe da confedcraçaõ (dos seis reinos.) Ven mnim ' í • Ao** dc Vei foi visitar a Tuan-can-mu a sra casa. ^ ”j^r *p:J^ -jp 'Jf Jj^: Hoei-vam de Ltutn tornava a culia ao fcnno de ft.me. y]7í ^0, v i II * Çucuc.i de Ien deo o seo reino a outro. Chau-vam queixou-se do reino C/vi. Empregados de fíoam-ti, cT'am. Jum-cham inventou o reportorio. Ta nau inventou o cyclo dc 60 annos. Çam-hie inventou as letras. Lim-lun inventou a gaita. tli-ho (ministro de Vain ) com respeito entregou a distribuição dos tmij.cs paru t.i . ar, dc. Po-i ovdcnou os ritoÍK Hou t- oei deo «s regras d:i -musica. fítéU-chi semeou os di.TrrenUs g»:5s, fee- 1 C/ti pre mulgou as cinco Íeis • * *'vas ao pai, i vi, n âricio, vcího, c ai> é Cau-iin ordenou os castigos. Po-i presidiu i s q-. eiiundas. C«» foi niar.drdo malar no ironte Ju> (per nitõ sa¬ ber eucamiiibar as correntes. flouji-lou fo. preso no monte Ohtím Particulares. Chau-fu levava as vaccas pelo rio acima, a beber. Cu-tcu queimou os celleiros. A (tente de Cam-hicu cantava, batendo na barrica, (farta.) b Hcn-cho zombou de lu (bom atirador) na caça. Po-mi rrroHico os restos 4e dois reines, cota qu« destruiu Ilan-cho. m =5- tM a m i e&GM i AUtfif»?, ê ín fôsêfl @ MW. fPSHS ARf /p IS to í*SS$. Èí Í& % |I) ***+J:*iBSt f «ííiSfH
  • 331 Cap. FIT VáB5« ItLUSTRIS. Gan andara com barcos (por terra.) I-in larrara no deserto de leu-sin (quando foi des¬ pachado.) Lao-p'om redigiu, naS compoz obras. Pu-iue foi elcrado, quando trabalhara com o» das galés. Kiaú-co foi elerado na pescaria, e salinas. Chai-chum obteve hum reino dé cem Ui. Iu.fdum foi general s-> u’hum reinado, (pouco tempo.) Chou-cum andou pelo reino do Sul [instruindo.] C(rXu tinha a dor de nao ter ordenado. Cuon-x» rebellou o principado //*> (onde estava preso.) iP5 z® s l {$%&=? ' jbsiihf;««2+ & Mnn'BSLzn f Wlêf Particulares. Confuc\o compoz 20 capítulos sobre o Fallar Discípulos de Confudo. Jen-iuen tinha o talento de ministro. Çana-çi* compoz a Grande Sciencia. Jãn po-nieu era o exemplar da virtude. Chum-cum podia ser fidalgo. Caiiu era o exemplar da eloquência. Çu-cum tinha muitas carruagens a quatro, e caval- leiros. Jãn-kieu podia servir para fartar o povo- Çu-lu era mui valeroso. Çjí-jea governava tocando, e cantando, [em paz.) Çu-hia era o maior letrado. Çu-chám era mui magestoso. 71 íSsíp — "f* fsi mmítzt it ? ff ftfàtíãffZig # ^ Wil $ ffi ¥?*mzM ■¥m ISIS® St =PiílS®iWié ■fi**£*
  • 332 in colares. Empregados de Fidalgos.- Discípulos de Con/ució. Çu-hoa era apto para fall ar a hospedes. Fan-che pediu, para aprender a lavrador. Ieu-jó parecia-se com Confucio. Çam-si gostava de carneiro assado. mm mm tin»*-# Ien-lt‘ pediu, que com hutna sege se comprasse hum caixa5 (para enterrar o filho.) Nan-jum repetia sempre a quadra Po-cuti, (sobre o silencio.) Çu-chien respeitàva os bons, e recebia os amigos. (§ 11. 22) Cum-ie.cham servia para marido. (20) Cu-cau naõ escolhia atalhos, nem covas, (para fugir.) Ch’i-tiau c'ai regeUou ser empregado. Çu-kin perguntou huma coisa, e aprendeo tres. i Su ma-nicn perguntou a difiniçaó de sabio- Po-iu aprendia poesia, e cortesia. TriSSff i-i /«en-rw calçando os soccos, via-se-lhe o calcanhar, (pobre.) Cu-tu compoz o Afeio: (livro.) Empregados de Fidalgos. Ki-cha do reino U observou a musica de Chou : (dyn.) Xtn-siu mettido em hum sacco, passou a a lfándega " Chau. [‘-1] Churn ministro (do fidalgo) de fite oífereceo a as¬ túcia de fazer a paz (com 17.) Fan-li procurou a formosa Si-*« P»ra U : (astúcia.) Mom-hi--,*1 de Lu sentia naõ poder fazer as cortezias do paiz. Ki-ven <;u pensava tres vezes, antes de obrar. Mom-i-çu imitava, e servia a Confucio. Çam-veu-chum criava boina tartaruga (para sortilé¬ gios : (mao homem.) SSIMHSífc o n •â $*l pfi 'S si® m 53 13 •f ml $ £ ? H & 1 fê ír
  • 33* Cap. Vlt VARÕES Illustres. Çam-vu-chum exigia de seu amo (empregos para us seus.) hi-c'ãm soffreo dos salteadores. Leuhia-hoci deposto tres vezes, naõ emigrou. lam-ho deo a Confucio hum porco co/.ido. Cuon-chum do reino Chi reformou de repente o império. P’J Pau-xu-ia recommendou /» (Cuon-chum) Nim-chi cantava ao compasso de corno. Kim-chum retirou-se para Chi com hum instrumen¬ to de musica. Chen-ven-çu largou os seus cavallos, e emigrou. len-p'im-chum tinha habilidade para tratar com gente. (25) RJom-cham-kiun faria, que os estranhos cobrassem as suas dividas. ' ' Fom-iutn comprou a justisa (para o amo, a quem faltava.) Sunp’in diminuindo os fogoês no exercito, (par parecer pequeno) destroçou Vei. Vam-hoan ia visitar de mauha, e de tarde a {Mom-çu ) Siitn-iu-Cun aerviu-se da palavra Ep.chea para zombar de Mom-OU. Y,.iu de rei com o seu cadaver admoestou seu amo (mi- dando! O naõ enterrassem, por uaó ter s.do attend.do.) Kiu pr.-iu possuía »3 virtudes de hum sabio. fum-Cn-kim tinha o talento de governar a casa. Aitn-vv-çUy o rude naõ lhe chegava. Chum-.ru.itt cuidava dos hospedes. Chu-t’o cuidava do pagode dos maiores (do amo.) Vam sun-hia cuidava da tropa. Siun-si de Chin com a joia na ma5 levava o cavallo para diante. Uu na instruía, explicando as relações sociaes. to ÉS T íi -f'Jg ,1 íTíi #2Pít#HAÍe isti- kMMfíM ■ & ft S- ii $ SSÍST-êJR IS1WI
  • Emfrecaboj de Fidalgo*. 334 Chau xooi era como o sol do inverno, (benigno ) Chuu-tun era como o sol do veraó, [severo.] Kie~che-t'oci cortou a coxa para o amo comer. [35] Su-jen-p'i pediu audiência a Vcn-cum, Liu-xam queimou o palacio do fidalgo. Ki-joei foi morto ao pe do rio Ai-Ai recommendando os externos (naõ parentes,) na5 omitlia os inimigos. Xu-hiam congratulava os pobres. Fan-hiuen-çu despresava as riquezas. Ç«-i« de Sun propoz, se batessem os inimigos, que naó tiuaao ainda passado o rio. Hoa-iucn subia ao oiteiro artificial, a ver se via o Çu-fan- Fu-kia avô de Confucio, por ordem (do fidalgo em testamento) fez fidalgo a lu-i. Hoan-t’oei fez para si hum caixaS de pedra. Kicn A u de C'hin chorou pelo exercito. Ieu-iu bateo á porta da alfandega, pedindo audiência. Po-li-hi foi chamado ministro das cinco pelles (da¬ das para o remir.) Mom-mim perdeo o exercito em Ifiin. [Xam-iam mandou mudar buma estaca, para mostrar, que era fiei á palavra (dando o prémio promettido.) Po-k'i com huma astúcia fez tirar o commando a Lien-po, (a quem temia.) ^3 H It £ 8L it & â W *i ffl » $ ínêUÃ mtmk sl nawtéiirfiír-fê à&Rmumm Fam-chien levantou tropas, e destruiu os Seis Reinos Cham-i por hum ataque successivo (aos Seis Reinos,) veio a ser ministro de distincqaS. Fan chia fez, que o fidalgo Ch'm conseguisse o império. Li-su se oppoz à ordem de expellir os estrangeiros. Mum-Vien inventou o pincel.
  • 335 Cap. TV. Varões Ulustres. Liu-pu-v&i occultamente extinguiu a descendencia de Ch’in. Chau.cau dizia, que buns veados eraS cavallos, (au- dacia diaute do rei.) [18] C'ai-chum de Cham propoz, que a muita heryadiffi- cilmeute se ordenara, [sentido figurado.) Çu-fom conduzio carroças militares, a pacificar a capital. Çu-p'i encarregou a Cu chãn dos negocios. Çu.t’ai-xu seguia a'maxima t’e misturar a brandura com a severidade. ' Pei xen fazia o borrnô das ordens : Xe-xu examinava o discurso : Çu-iu corregia-as: e Çu-chan ornava o estilo. g?.#i fftfãIrjKSSíSH 7ik^W(7M $$$'&■& Z%L$] 1& í? fitàZ 7% é M Z T-ãm&z Xu-sun-gau de Chu foi elevado no mar, (pescador.) Iam-ieu /ci de bum tiro de setta passava sete saias de malha. Cu cen foi tres vezes empregado sem satisfaçaõ. Cu-si oppoz-se ao despacho de sete centos lis (para Confucio.) Cum-f,u-vei, a titulo de receber huma mulher, abriu a cummunicaçaõ com o reino Chain. U-kiu pediu, que virassem as caixas dos arcos an¬ tes de entrar: (para mostrar, que naÕ havia guerra.) Kiuc-iuen entrou nos arraiaes de Chi a jurar uHiança. Vei-cham foi pedir paz a Soei. Tou-po-pi pediu, que com as tropas fracas se ani¬ massem os inimigos. Vum-sun-iu descreveo as preciosidades de Chu. Cpon-xeS-fu compoz boas maximas doutrinaes. I-siam er» babil em repetir as maximas doutrinara. Çu-lan exliortou o regulo ffwi a invadir Ch'in. K'iu-iuen atirou-se ao mr.r * abraçado com hums pedra. [50] 7r £ =. ■& m & T-MfítiíZH m mi a ê mm fm n âtiM a 7- S#'i3EA^ MMrBZ
  • 336 Empregados de Fidalgos. Sum-iu explanou a sentença: Poucos podem acom¬ panhar a cantiga alta. Lao-tan era homem, que sabia corte ?.ia. Cum che-lci ausentou-se com os pnrentr». [40] Hanfei imitava, e servia Siun-k'im. P’am-cum explanou n sentença : Ouve os murmuradi- ers, e creras, que ha tigres, [sem os haver: historia ] P’im-iuen-kiun foi a Chu conluir a pa*. Maií-sui rccomtnendava o proprio talento. [58] IAen p'0 commaudava o exercito diviilamente. i.uo] Li-mu conquistou Chan-lan. Su-ch’in concluindo a paz, recebeo a patente de mi¬ nistro [dos seis reinos.] [59] Pin Siam ju voltou para (hau com todas as pedras preciosas. [íy] Siun k’im íllusirou com notas as seis Escrituras. Sin lim-kiun li\;ou Han-tan. Vam-chiu puxou pelo espadim, e levantou-se. U-k’i esercveo seis livros da Arte militar. Vei-leau eompoz vinte e quatro capítulos da Arte militar P'am-kiuea foi illudido por Sun-p’in. [41] Çu-che acceitou a renúncia, e seguiu-se huma re¬ volução. Kim-go traspassou o regulo de Ch'in. IS-i reudeo mais de setenta cidades de Chi. Choam cu fez obras para instrucçaS dos homens. [1583 Mom-Cu foi instruído pelo quebrar do tear, [e deixar de tecer ] Discípulos de J/om-çu. lo-chõm-qu ero fiel, e bom. Chum-iu lu perguntou o sentido de ieu, e iuen. p»-, 3* n %.mmi z± f MftwBâC íllpi & -liíÉs â j§ dei ft fêBfèânmfê fUtUíçUr^-igif í1! f í |'J gj i =?= W. T -fc -f- ^ m =?##<: a ammxmz~
  • 337 Cap. Vil. VARUM iLLUJTRE». Qum.tun-ch’ou louvou o mérito de Cuon-ien. Vai-cham nrrezoou, que o fazer fidalgo a Siam, «ra deahumanidade. Ch'en-tai reputava por coisa insignificante o naõ ver o fidalgo. ffi?n-!c'ieu-mom perguntou, porque Xu fez n lau mi¬ nistro. Fan-çãm pressntou lura plauo, para por a desce a- deacia de Chu no throno. Iliam-choam brandia o espadim. Hiam-pa revelou os planos da guerra. Ki-pu raspou a cabeça, [para nm ser conhecido, Tim-eam doo escapula a Leu-pam. nwmi «ttlRSÊi mmziê® jf $ MU ^ dii# I -T&uJtigm Ckum.li homiziou-se e:n casa [do fidalgo] de Hoci-in Siau-ho inventou as leis. Hin-sírt occnltarnente passou as tropas pelo monte Chen-çim. [66] Ch'cn-p'im lembrou estrata gemas sei a vezes. Fan-c'oai livrou Kia (mu1 her) em Hum-men. Çau-Çan observava sem falta a lei. Li-cuam atirou a hutna pedra, (que tomou por tigre.) Su-ma-Jclen, a Chronica de.. .. A Chronica de fían Occidental por Pui* cw Kia-i estabeleceo os meios da pa*. Regras de sabedoria por Tum-chum xu- Tum-fam-xotí cortou hura pedaço de carne, [da ucharía,] e a mandou à sua mulher. Cham-ch'am pintava [com o pincel de escrever] a» sobrancelhas 3 mulher. [86] lam-hium tinha bella frase- Icn-Cu lim por. os pes na barriga do imperador, [dormindo-] [75] ' ! If #56# !¥*aiíf f?"t iii mm t k í£ ©ffiitt llisl# £ M iít fr ííâ M B=f IgiPJE «fll
  • EMFRKGADOa. Fom-i estava solitário debaixo de huma arvore, [sem ambiçaõ.] Ma-iuen fez. hum monte de arroz. Ç’ai-lun inventou o papel. Ma-ium poz huma escola. Çai-ium, cnhlrnS- lh« os 5 spat os com a press» de re¬ ceber hum hospede. Turn ch’o, fueraõ candea do seu emblgo. Liu-pu atirou com huma setta a huma lança [empe.] Ç’au-Ç’an cortou a barba, e despiu o casacao [para 11a i ser conhecido. C’au die cm sete passos fez huma quadra [sob pena de morte. [98] Siun-icu deo hum estratagema, para destruir Iuen. Siun iu persuadia Ç ’au a livrar Kia. Cham-iu pessuadia Ç'au a exceder a tua auctoridade. Cã-fria discorre», que a fidelidade, e justiça eraj a esseucia [da sociedade.] Leu-ie, o seu discurso sobre opprimir o cahido. J/an-ch'um persuadiu ffoam a unir-se a Ç'au. C’um-ium punha muito cuidado na decencia, e libe¬ ralidade. Iu-kin nos repentes podia ordenar o exercito. Ticn-vei resistiu com hum homem na maõ (porescudo.) Chcm-leau era outro Chau-hu da antiguidade. Hiu chu era hum tigre estúpido. Hiahou-chun arrancou a setta, e comeo a menii.a do olho, [ferida, em attcnçaS a ser gerada poi seus pais.] Tam-gai embrulhado em huma alcatifa passou pa¬ ra A'«. Chu co-leam tres vezes irritou Chju-iu, [com os seus estratagemas.] (95) Siu-xu voltou à sua patiia. 2. D lifíSgui # mmiM mmmm UI. MM®* g * ttw Wiâ-trJsápf :S? 'A « II % f K: m&mmm ip m tí« * 1 z# ri ffll 16 íè 41 W ?L li Ipi iil ii ft tf
  • Cap. FIT VaRÕIS Ilx'utTREI. Cuon-iit pegou em lmma vela até pela manhã [à porta] para evitar suspeitas. {96] Çliamfei fez grande estrépito na ponte de pao. Chau-iun era todo fo), [valeroso.] Ma-ch'au apertava com -'au [para trabalhar.] O plano de Hoam-chum era tomar o monte T'ien-tam. P’am-t’um offerecco o plano das argolas, para en¬ cadear os botes. Fa-chSm achou o meio de evitar a inconstância. Icn,-ien rendeo-se á discrição a Cham-fei. Fei-icn cortou a estrada de Ç’
  • Parti iulahe*- 340 Leu-lfn com cinco gantas de vinho abaixava a chaçaS da barriga. Tu-iu tinha grande paixaõ pelas obras de Co- Iuen-ritu na ponta do bordão levava dinheiro (para beber) Fan-ií, «ncheraC-lbe o carro de 4tuta as mulheres’ (bonito 106.) Ch'en-xou, a sua Historia dos Tres Reinos. teu-po-lum foi escarnecido pelo diabo, (por pobre.) S9&5Ê4WIÍ *±s *ft* a* íhí Sie-lim-iurt tinha duas preciosidades : (boa eloquen cia, e letra.) Fam-po-nien morava no meio da bclla agoa de Li- en.jam- Fan ie a sua Historia de Ban Oriental. fam kim-Ço devia ser tornbôr, e musico. Fam-bãm estudava com cuidado, e emulaçao. Wi 15 zi ff ra jÈsimi» ISlii • C’um-cuei, o seu tambor eraõ as rãs. Cham-ium moravs no bote, foi a da agoa. Historia de Sum por Xen-ili lam.c’an fez arcliotes com rabo de galinha (par.i in¬ cendiar em distancia.) Ch'en-hiuen pendurado peles pes fazia versos. Cu-pi he o Senhor Pincel, (assim chamado por ter cabeça aguda.) lam-la-ien com hnma corda comprida atou o cabello, (e foi batalhar : habilidade.) P’om ii) cortou a tripa sabida, e foi decidir a ba¬ talha. M0- s m it ii ft m Chronica de Fci por Veixoú. íu-kin expoz as regras de governar. Fei-se-c'am para evitar postos grandes, retirou-se. lam-su commandsva a tropa com disciplina, e ordem. F n-'tiim-'n oflfereceo hum plvno de paz. I»ft# ft m it
  • Cap. VII Varões Ilustres. 3i I lií-ven-hoa.lã juntou (os irtnaÕs) era hum banquete. Li-chim naõ queria ser letrado (presava so as armas ) A Chronica de Soei por Vei-chãm. Ch’in-hi'um tinha talento, e valor. Gou-iam-siun tinha ma figura, mas era bom estu¬ dante. Si-jen-cuei de hum tiro enfiava cinco saias de malha. Çliam-ltieu lim inventou o sacco d« venera manna). / Tu-fu, a sua liberalidade era mui extensa. li-Vai-po tinha o cornçaõ de brocado, e a boca bordada, (eloquente.) Li-lin-fu tinlia na boca mel, e espodim na barri¬ ga (fingido.) Haniu, as suas preces de sacrificar ao crocodilo. Lt-po-iS, a sua Chronica de Chi do Norte. lau-su-lien, a sua Chronica de Leant, e Clt'cti. Lim-hu-lo-fnen, a sua Chronica de Chou. Li-ien-xou, a sua Chronica das dyuastias do Norte e Sul. Vam-ien-cham andtva descalço por espinhos- Siau-Çu-hien, asna Chronica de Q/ii do Sul. U-Çun-hiau tinha braços de macaco, atirava bem. Cham-nn impugno» a opinião de perdoar a (certos) criminosos. V' * l.cu-chu dava as bordoadas segundo os ann0s fie idade. Vam p'o-hien deo bum plano de pacificar a.s raiar. Fan-chum ien levando os cavallos a beber, botava dinheiro (na agoa, desapego.) Gou-iam cscreveo a Chronica de T nni, e das cinco Pynastias. Chu-r,u cscreveo a Chronica de Chou em Pekim Fam-hicnt-ju pensava, e discorria profundamente. IS ÍM If to ^ â * nÉ P iílif P SKiíl §g iftjaffSiJt *##»**# $ í M-tí li
  • Heroinas 34: Os ornatos rhetoricos de Kin-xam er.tj vários. Leu-xe-kiu, a sua Historia de Sum. Leam-in Chronista de lucn. Heroinas. Tan-ki foi encantada pela raposa, (transformou-Be w 7 'ai-kiam foi o exemplai ilas mulheres. M T Vai jen (mSi de l'en-vum) ensinava o filho no veil- ~h“ 1 Uí tre (com a sua regularidade.) x*x /.U. /A 'JC* ■ÍJX T'ai-su tinha a virtude do recolhimento, e rectidsÕ ymnmmMmzm A Rainha Alum tiron o alfinete do cabello, a espe¬ rar o castigo. (15) Pau-su com hum sorriso dirribava cidades. (Ri) Su*hoei teceo nopamio hum verso em laberintho. 'Pi-ium metteo huma petiçaS, e livrou cr pai. Mom cuam, o seu alfinete de cabello era hum es¬ pinho, e a saia, de pauno. (93) Ç'ai-ven-ki sabia tocar cravo. Li-kiuen cheirara, como o epidendro. Pan-ch&u completou a Historia de IIan, Uia-hoii.lim jurou cortando o nariz. (ham.U-hoa, o seu cabello reflectia como hum es¬ pelho. U-kiam-sien, a sua boa presença fartava a gente.; Turn xe diante do marido, (que se ausentava) mutrou o» cabellos, (nafi casaria com outro.) A TYinceza P’im-iam, ainda que mulher, vcnceo hum grande general. T'ai-chen, as suas lagrimas se tornara!) em gelo vermelho [na despedida dos pais.] Pam -im-ch'i levada pela braço cortou-o [cm odio do homem, ainda que elle naô tinha mao fim. A Rainha Cau-Vai foi entre ns mulheres hnma c- muta de Iau, c A'««, [na arte de governar.] 7; zg. m is m g i M.MM& t* f » mmixm m t
  • 343 f'- 5. 11. EXTRACTOS DA HISTORIA, E FABULA, A que frequentemente se allude nas Composições Chinas. Historia, (a) j ^ O primeiro Imperador com cabeça de gente, e corpo de serpente; elle instituiu a matrimonio, e as jerarquias do reino t elle via hum cavallo de cabeça de dragafi n’hum rio, com a pintura dos oito diagrammas no lombo, c dahi principiou a arte de adevinhar. P 1 2 ® Gen'10 lavrador, sendo sua mãi donzela, e indo por bum caminho, ajustou 0 sen pe a huma pégáda, que encontrou, c sentindo commoçaõ no corpo, concebeo: parindo pois a seu tem¬ po, enjeitou 0 filho, como monstro, e o poz n’hum monte; mas as feras lhe davaS de mamar, e o co- briaõ; o que observado pela m5i, o tornon outra vez, o quando adulto, ensinou os homens a cultivar as terras, semeando as cinco qualidades de gracs : elle provando as differntcs hervas, conheceo quaes e- raõ as medicinaes: be honrado com o titulo de imperador , 0 imperador lhe offercce sacrifício, como a Ceres, com o nome de itg Xoti’c7íí; e o sceptro do império be designado pelo mesmo nome. E O Rei Yau da casa de Tam inventou os vestidos, o cyclo de 60, a medida dos an- nos, luas, c lua intercalar : no conhecimento destas foi dirigido pela lierva luLar ^ min kia, a qual no primeiro dia da lua lançava hurna folha, no segundo outra, &c., no dik 16 largava huma folha, no 17 outra &c., se a lua era pequena dc 29 dias, ficava com huma foitra velha, e quando estas folhas velhas chegavaõ ao uumero dc huma Ina, indicava huma inteicnlar, que se seguia. Inven¬ tou alem disto o jogo dos cantinhos de 350 pedras, cada hum dos d.i.s, para exercitar o tardo eugenho de seu filho. O Ímpio da columna: perseguindo Xun os quatro ímpios da terra, este descendeu. te de reis chegando, na sua fuga ao monte % M tfl ao Noroeste embarrou em huma column» do ceo, c aquelle canto dellc cahiu ron ella, assim como o canto da terra do Sueste, à vista do que, consternada a antiga rainha ^(jpj I1”rificou cinco pedras, das cinco cores, e concertou (a) Ainda que huma parte he fabula, (como o Estudante poderá observar], naS he tida por tal nos livròs Chinas. Desde o A°. 3 por diante se nota a Dynastia, em cujo tempo succederaS os factos e quando faltar, se c , 'hum dos numeros arlcredtnlcs.
  • Extractos da Historia. 344 o Ceo; e temendo, que pela falta da columna, o crocodilo, sobre que està a terra, a movesse, lbe foi cortar os quatro pe3. iSÍ K O dos filho) inimigos : naõ podendo soffrer as suas desavenças, mondou hum para o Oriente, e outro para o Occidents, e se converterão nas duar esfrellna, que agora vemos . / sempre oppostas, que saõ Venus, e Rigel. O Intendente do diluvio : tinha tres buncos no onrido : viajou sessenta c cinco mil lis, em que vio mil maravilhas; sendo ministro de Yau quand, acconteceo o diluvio, este o envi¬ ou a dar as providencias- para a salvaçaõ dos povos, e cvacuaçaõ das agoas, chegando pois aos mon¬ tes, achando os homens juntos com os animaes ferozes, c venenosos, que todos fugiaõ das agoas, mandava a gente corner para hnm lado, e punha fogo ao monte, para queimar os animaes nocivos; mas os ampliihios, cobras, e dragoès facilmente fugiaõ para a agoa, e naõ querendo elle perjudicar a gente maritime, on das ilha», poz huma porta maritima, para que estes animaes naõ passassem pata o mar, naõ sendo porem alta, o peixe Li a salvou : querendo pois matar estes venenosos fechados, poz httma pedra, trazida do monte lb#' em Hu-cuam, ao alto, sobre huma tartaruga k borda da agOB, per¬ to da porta maritima, com huma inscripçaõ em caracteres, que agora se naõ conhecem, cm qne os venen o animaes se foraS sumir. Tendo andado por toda a China, e observado, que nove estrellas corres¬ pond ... ás nove partes della, a dividiu em nove regiíes, ou Chou t c reparando nas differentes produc- ç8e3 notáveis de cada huma, as gravou no circuito de nove tripeças, que representando as nove re¬ giões, representavas também o sccptro; por isso craS possuídas pelo reinante. Subindo ao throno, compoz huma obra intitulada : Verdadeira doutrina dos montes, e mares, onde txpõe, onde ha mi¬ nas de ouro, prata, jaspe, &c., e qne peixes produzem os differeutes rios. Diz, que do Ceo a terra va5 quinze mil lis. Foi o nuctor da astronomia, que Vei-Cu herdou. 7 Jí(U Rede de Tam '• deixar cscapúla : indo este rei passeando, viu huma rede arma¬ da aos passaros, tal que elles deveriaõ cahir por todos os quatro lados, o que julgando elle demasiada crueldade, ordenou ao dono, que a armasse so de hum lado, o que sabendo os povos, o acclamaraS imperador pela sua benignidade. a ** Vei çií : O Astrónomo t irmaõ de Pi can, vendo as tyrannias de Chou, assustado de¬ terminou fugir, elevando comsigo os livros astronomiccs, em que era mõi versado, foi para o Occiden- te, a cujos habitantes communicou as suas luzes : donde vem, que os Eoropeos vieraõ a ter thesouros dO sciencia, que a China perdeo.
  • 34 jj Cap. VIU Extbactos. Pi can O Vivente sem corsçaõ, irmaõ maior do tyranno Chou, por concubina : foi hum santo, e por tal era tido por seu irmaS, mas sendo odiado pela cunhada Tan-ki pelas suas admoes¬ tações, esta disse a Chou, que era facil saber, se era realmente santo; pois se o fosse, teria sete bura¬ cos no coraÇaõ : a curiosidade tentou a Chou, e lhe mandou tirar o coraçaÕ, em que achou os se¬ te buracos; como porem o santo se tinha prevenido contra a morte, na5 morreo, e foi-se a outra terra, onde encontrando hum, que rendia cebolas, lhe perguntou, que hortaliça era aquella, c respondendo aquel- le, que e*a hortaliça sem coraçai, advertiu, que elle mesmo o naõ tiuha, e desmaiado morreo. 10 S Tan ki A Formosa brincalhona: huma das quatro formosas, mulher do tyranno Chou gostava de accender o farol do rebate, para ver o sobrcsalto dos soldados, vindo depois o inimigo, * accendendo-sc o farol, naõ acudiraS os soldados, o Tyranno foi degolado, e ella queimada se conver- teo em viola, de que se tinha transformado: outros dizem, se transformara em raposa. „ O Rei ssbio : sendo encarcerado tres annos pelo imperador Chou, desenvolveo uo Cárcere os oito diagrammas em sessenta e quatso sortes, e a arte de advinhar : logo sonhando, que via hum urso, sorteando soube, que era hum cxcellcnte ministro, que o havia de ajudar nos seus trabalhos, e que no dia seguinte seria livre: com effeito sahindo livre, e chegando a hum rio en. eontyou o Pescador da agulha, (n. 14) e com elle ordenou o seu reino taõ bem, que as duas terças partes da China vieraõ para a sua jurisdiçaS- Tendo dois estrangeiros huma questaS sobre hum cam¬ po, e naõ sabendo o seu rei decidi-la, se encaminharsfl para o Sabio ; mas entrando no seu reino, e vendo a gente a porlia a ceuer mutuamente o caminho, e as tnargens dos campos, que lavravao, vol- saraõ, e depois de mutuamente ceder o campo, o cultivaraÕ em commum. Elle lie, que ensinou a distinguir as famílias pelos sobrenomes. Tendo morrido, quatrocentos annos depois appareceo a Coufu- cio, quando tocando cravo, lamentava as revoluções da China, para o consolar. O Tocador guisado; gostando Tan■ ki (n. 10) de o ouvir tocar, namorou-se delle, e «orno elle naõ correspondeo ao seu desejo, o matou, guisou, t deo ao pai, que depois foi o rei Ven- vam, para comer : tendo-o elle ignorantemente comido, lhe dmlarou, que comera seu filho, e vomitando logo, o vómito se converteo em terra : por isso o vomitar se chamou depois lena. PFt 0 O Ministro accessivel : foi tio patcr.o do rei Fu, tres vezes aconteceo, virem Sábios I"* procura-lo, e elle lançou o bocado da boca, para lhesfallar promptamente : tres vezes apanhou com a maõ os cabellos, que estava penteando, para os naõ fazer esperar. Elle foi o auctor das leis, e cortezias da sociedade humana, particniarmentc do relativo ao matrimonio, e parentesco; etuõ sabendo hum
  • da Historia. 341 embaixador do sul o caminho para voltar à sua terra, inventou a Agulha de marear, que lhe dco. 14 Kiãm-tni-cum : O Pescador da agulha : julgando falta de rectidaõ, pescar com anzol, pescava com agulha, e tendo pescado huma pedra fina, entendeo, que seria empregado com efleito, levantando-se logo o lieroe Vu, o ajudou a desthronizar o tyranno Chou, vindo assim a ser homem publico depois de oitenta c dois annos de idade, sendo naõ tanto ministro do imperador Vu, como pai : teve, em vida, o poder de elevar almas á dignidade de génios, que adqueriaõ direito á adoravaÕ em templos ; e na morte he antídoto contra os espíritos malignos, escrevendo o seu nome divino ÇSÍS. o que principalmcnte se faz nas casas, onde desemboca huma ma. ^ jp A Imperatriz penitente ; hum dia tirando o pente do cahello, se pflz de joelhos, e mandou dizer ao imperador, que estava naquella situaçaS pedindo castigo, e mandando este dizer, que naõ tinha crime, cila replicou, que sim, qne ella eia a causa de elle se levantar tarde, e naõ dar au- ijicncia ás partes, que por isso ficavaõ lesadas; e assim o imperador se emendou, g Pau-stu A Filha da tartaruga: tendo hum imperador matado dois drag 5 :s, em que se converteo hum santo, metteo os em huma gaveta, c indo huma criada abrir a gaveta, viu du¬ as tartarugas, e sentindo commoçaõ, concebeo, e a seu tempo deu à luz Puu.su, que, ainda que triguei¬ ra, foi hi an a das quatro formosas : sendo esta depois concubina dc liutp imperador da casa dc Chou, nunca se tia j mas acccndcndo-se o fogo de rebate, pela entrada dos de Noroeste na China, cila lhe a- chou graça, e se riu ; expellido pois o inimigo, assentou o imperador dar gosto á concubina, e man¬ dou accender a rebate, o que repetido, c tornado em costume, foi causa das tropas ntõ acudirem em hum verdadeiro rebate por causa dos mesmos barbaros, e o imperador perdeo o throno, que passou a outro ramo da mesma dynastia. 17 fHtofôH Po-i, c Xu-chi Príncipes eremitas : estando o rei seu pai doente, intentou deixar o reino ao mais novo, mas elle quiz antes ceder esta honra ao morgado; e morrendo o pai em quanto elle foi longe buscar hum remedio, paranaÕ ser aclamado r«i, fugiu; á vista do que se aclamou o terceiro príncipe, que restava- Levantando-se depois o heroe Vu, os dois príncipes lhe sahiraÕ ao encontro, rcprehcndendo-o de se levantar contra a aucthoridade legitima do imperador Chou, e querendo a guarda mata-lcs, Vu a embaraçou, c os mandou embora bem escoltados •• elles porem na6 querendo participar da lo ,« r.U,™ «. m..l. ^ fjj |[) , «"!• Confucio foi empregado em quanto o rei, e o povo de Lu erao bons : neste tempo perdia-se huma coisa no caniuho, c ninguém a levantava: querendo porem o rei de Ott perder o rei
  • 347 Cp a. FU Extra dos de Lu, lhe enviou iuinia dançarina, com a qual ficou taõ eicantado, que trcs dias naõ dco audencia ; Confucio cntaS renunciou aos empregos, e se encaminhou pari o reino Chu, mas em |S|| , arraias fot dois reinos, foi cercado, e sete dias esteve sem comer, atê qui de Chu o viernõ livrar : chegando alli, naõ foi em pregado, porque o mini: Iro representou ao rei, que a sna politics era mui vagarosa nos seus efeitOs, pois perteftdia submetier os povos pela brandura, e iberalUnde. Depois voltando a Lu, abriu hnma aula de varias classes de discípulos, sendo a principal ada moral, e virtude: o sabendo, que os chronologos imperlaee era5 aduladores, para supprir as suas faltas escreveo o seif livro Primavera, c Outo- mno, isto lie, Annaes do seu tempo, e o livro Respeito filial logo apparecco o Ki lin, veado unicor- nio dc escamas, . juem quebraraõ huma perna ao apanha-lo, c que trazia na boca lmm livro de jas¬ pe, onde estava predito, que Confucio seria hum rei simples, ra sem reino terreno; elle conheceo com tudo, que a sua doutrina naõ vogaria na presente èpochn, e se dedicou a expurgar as Cinco Escriptu- ras antigas. Depois foi viajar com Ç« eum (rico), e mais dscipulos, e chegando ao oiteiro Kiu-fou, (em Xantum), declarou, que alli seria sepultado, e notando Cu-cum, que alli haveria perigo, pas¬ sados quinhentos annos, disse, que plantassem dois pinheiros incorruptíveis (cuci , para o prevenir, sabendo bem, que elle havia de dar outra providencia : moirendo depois Confucio, o scpultaraõ no tal oiteiro, e ahi estiveraõ os discípulos tics annos, c Cu eun seis, em cujo tempo cobriu o caixaõ com pedra iman; c isto be que preveniu o impeiador i'fc’tn de destruir a sepultura; porque mandando elle cava-la, ficaraS as enclmdas presas ao primeiro golpe pela attracçaõ, e ate os soldados cahirao por terra pela attraccaõ sobre as suas saias de malha, c a sepultura ficou intseta. Os pinheiros sobreditos reverde¬ cem, ou seccaó, conforme o estado do império, c na mudança de djrnastia, lança cada hum hum novo ramo. Mivcu-k'ien; O rilho liberal: tendo seu pai casado segunda vez, a ma¬ drasta dco a dois filhos seus vestido de algodaõ quente, c a si o deo de algodaÕ frir, o que oh. erv 4o . o pai, a lançou fora de rasa com os dois filhos, o filho oorem disse : Ate agora era so hum padecendo frio, e agora set: S tree, peço que os torne a chamar para casa : isto dizia, principalmente por amor do pai privado de mulher, c filhos, nor sua causa. Scudo depois chamado aos empregos, recusou o uoverno de j^< Fi Çai protestando, que passaria a reino estrangeiro, se fosse muito apertado. f \ \ty Eí çrm ci,am - 0 J’assari’iheiro : entendendo a lingua das aves, huma llic disse, que no montf ;j.mc^.m tinha .a ovelha nas garras, que fosse, e lha tirasse, que so queria para d, as -ripas, e lhe cedia a carne : tendo chegado ao monte,.*; tigre fugiu, e Om, dadas as tripas , ave se retirou cet* o resto da ovelha : o qne sabido po.o dono, o accuse,, por ladcao, c ainda que se defende ,
  • da Historia! 348 com o aviso da ave, foi encarcerado, onde, ainda que entendeo as aves, que lhe trouxeraõ, ninguém o acreditou, senaõ Confucio, que por isso lhe deo huma filha em casamento, por cujo testemunho ficou a sua fama recobrada. , && O Excellente general: recusando o rei de Lu encarrega-lo da guerra contra o reino de Chi, por sua mulher ser daquelle reino, voltou a casa, matou-a, e foi encarregado da guerra, que, segun¬ do o seu costume, concluiu felizmente. 01 ^ O Juiz de fora de Tan, tocador: tocando só cravo, tinha a villa em pn*, coisa que o successor com muito trabalho conseguia; indo para o tribunal, e voltando com o ceo estrellado (de noite,) pelo que lhe disse hum dia: Como tu podias, tocando governar a villa, quando cu tenho tanto trabalho? respondeo: Tinha quem por mim trabalhasse, e tu trabalhas por ti, sem querer empregar gente. Os Bons socios: ncgociavao ambos, ainda que o primeiro gastava mais, por ser pobre : havendo revolução no reino, o primeiro fugiu com o infante, e o segundo com o príncipe; sendo estes procurados por morte de seu pai, voltaraõ ao reino, e encontrando-se, contenderão sobre a coroa: atirando o infante hutna setta, que deo na pedra do cinto do principe, e encolbendo-se este, entendeo ter cabido morto; dormiu por tanto descançado aquella noite; mas sabendo pela manhi, que seu iriudo estava rei, se retirou ahum reino visinho com Cuon Chum, seu guarda: sabido porem isto pelo novo rei, mandou ao visinlio, matasse o infante, c lhe entregasse o guarda, como para logo o executar, mas re¬ almente para empregar os seus talentos no seu serviço: voltado este, foi feito ao mesmo tempo ministro, e general, c a elíe se deve uatf invadirem a China os barbaros de Noroeste, de cabello cortado, e aba do vestido para a esquerda : (o China abotoa da esquerda para a direita.) * ** O Coziulieiro de bom gosto : dizendo-lhe o rei, que tinha provado t ido, e só lhe faltava a carne humana, voltou a casa, matou hum filho, e o apresentou ao rei guisado, o que foi mui bem aceito: andando depois a porfia com o formoso ^ sobre a graça do rei, este o-matou com huma setta. 25 O Bom amigo : foi hum ministro mui fiel nas suas amisades; tendo hum criado, que o levava em hum carriuho de ma5, e tendo a mulher deste observado, que o criado ia mais bem ves¬ tido, que o senhor, como quem o queria abater, lhe declarou, que o naõ teria mais por seu consorte; pelo que assentou de naõ levar mais o senhor, o qual sabida a causa, o promoveo a hum emprego, para naó dar occasiaô de desgosto a sua mulher, cujos sentimentos approvou. 26 HF®* Forçar a lei: passando Confucio, e vendo huma mulher a chorar sobre buna
  • 349 Cf,a. FII Extractos sepultura, lhe mandou dizer, que bem sabia, que chorava por muitas causas : ao que ella respondeo, que era verdade; pois hum tigre lhe tinha morto hum irmaõ, outro o marido, e outro hum filho : e pergun¬ tando-lhe, porque naô in para casa (tornar-se a casar,) respondeo, que era forçar a lei, e Confucio spprovou. Agora sediados empregados, que fazem violências. « Chie lai xe, Também Vmce. à esmola? (desprcso) : vindo hum faminto de qua¬ lidade ao caldeiraõ publico n’hum anno de fome, lhe disse o dispenseiro: Tan.bem &c., o faminto res¬ pondeo: NaÕ venho comer, o que lie teu, e ainda tu estás aqui, para me servir: ao que replicou o dis¬ penseiro.' He bem verdade; conheço o meu erro: isto naô obstante, o laminto se ausentou sem querer comer. . Q Grande de Chi: sustentava ties mil ociosos de çapntos vermelhos, que 28 JÈS» VÍE ia dividia em tres ordens de talentos, que de nada lhe servir.8, excepto hum Mendigo AE, a quem a primeira vez, que viu, perguntou, que habilidade tinha, e elle respondeo, que nenhuma, disseraõ depois ao Grande, que elle, vibrando a espada, cantava: Naõ tenho peixe, com que coma o arroz, vou outra vez para minha casa; pelo que lhe mandou dar peixe; logo, que cantava ; Que¬ ro sahir, e na» tenho cege; e lhe deo cego; logo, que cantava; Fome na» tenho eu, mas tem-na os meus em casa, c lhe deo, que mandar para casa. Sabendo o Grande depois, que hum rei visinbo, seu amigo, esta¬ va em aperto, obteve da rainha a bandeira de general, c moveo as tropas em seu soccorro : na vol¬ ta, sendo degradado, c proscripto pelo rei, se retirou com o Mendigo a l.umas terras suas, no rei¬ no de Si onde foi bem recebido; ainda que estes povos tinhaõ declarado anles ao Mendigo, man¬ dado por elle a cobrar os tributos, que dies nao podiaS pagar ao proprio rei, e a hum estranho ; c,„ cuja occasiaõ o Mendigo, tendo queimado as escrituras, voltando disse ao Grande: Vendo, <,ue tudo tens em abnnduncia, naõ trouxe os tributos, mas com elles te comprei a justiça, que he a .jue te faltava. Estando pois em .Si, dizia o Mendigo : O homem deve imitar o coelho, que na sua cova tem tres sahidas para as differentes occasiões : entretanto maquinou liun.a guerra de hum rei contra o rei de íM e quando ate agora esteattentava contra Uom-cha,n-hmn, agora o mandou chamar en. seu soccorro, o rc tituiu a todas as hours, e ficou respeitado por todos os reinos visinhos. ^ -p| „ Particular feliz, de Chi: sendo visto por hum rei, foi clamado, e elle o chamo» também, entaS disse o rei : Naõ vens, porque naí sabes, que tc quero empregar, e dar-te buma carrua¬ gem; respondeo : Sendo particular, o meu comer be vulgar, mas o meu covaçaõ esta pacifico, e andando, sinda que de vagar, chego, onde a car,.,agem clega: então replicou o rei: Hei de mandar prender-te;
  • da Historia. 350 30 Wc respondeo : Também eu te posso fazer o mesmo, di.ndo dinheiro a quem o far a, qne he, o que tu fazes : à vista de tal resolução o rei o deixou. O Independente: recusou os empregos, que lhe offereceraõ ; e sen» do seu irmaÕ maior empregado, o persudia em vnS, que na' aceitasse presentes, para se naõ ver obri¬ gado a retribui-los ; e dando-lhe bum dia pato real a comer, quando soube, qne fora liutn presente a seu irimiõ, o vomitou, se separou com sua mulher, principiou a cultivar huma terra, e em quanto esta na5 produziu, nn6 comia, senab o que a mulher llie dava, e nada, que viesse da mãi, ou irmão : naõ tendo comido por tres dias, e tendo ja a vista, e ouvido enfraquecidos, divisou hum grande abru¬ nho n’hum abrunheiro, se foi arrastando para elle, e tendo comido Ires bocados, os seus sentidos to¬ il araõ vigor, para continuar o seu trabalho. 31 O Mendigo de Chi, em Xan-tUm : ■ diariamente voltava á noite bebedo, e sua mulher, e concubina naõ entendiaS, que fosse convidado para banquetes, quando elle r.nõ dava nenhum; hum dia pois foi a concubina seguindo-o, e acliou, que ia fora de cidade, e pedia es¬ mola aos saerifieantes, e assim se embebedava 5 o que referido á mulher, deterinisarõ ambas re¬ pudia-lo, como fizerao. Os mendigos sc chamaõ cm consequência: Gente de Chi. A Esperta noiva : tendo dois pertendenies visinhos hum ao Oriente, e outro ao Occidente, lhe mandou o pai, que arregaçasse a manga do lado do escolhido ; inas ella arrgaçou ambas, e perguntada, se queria ambos, respoudeo : Sim, hum para jantar com elle, porque be rico, e o outro para morar com elle, porque l»e bonito. 33 %K O Homem da pedra, do reino Sim, em Xan twn : achando huma pedra, que pensou ser preciosa, chamou hum carpinteiro, para fazer hum armario, para a guardar; constando de¬ pois, que o homem tinha huma pedra preciosa, vieraS muitos a ve-la, e hum de Pe.chc-li desenganava 0 homem, que era huma pedra ordinaria; porem desconfiando deli», mais se persuadia, scr verdade, o que pensava, e mais a guardava. (Ignorância.) ^ _ i&j>o o Orgulhoso rebatido: indo viajar a hum reino do Occidente, e rendo em hum caminho huma barra de ouro, disse para hum velho pastor, qfle alli andava, que a apanhasse, mas o pastor lhe replicou: Taõ alto te reputas, que te naõ abaixa* por ouro, e a mim ta8 vil que 0 faça ? e ac foi sem a apanhar. 0 Ministro mal pago do reino Chin-, por occasiai de huma revolução flN gindo com o príncipe, chegará a mendigar, e damlo-lh« hum homem hum pedaço de barrOj O príncipe quiz h*.'
  • 351 Cap. rn. Ext.actos. ter-lhe; mas foi embarasado pelo ministro, que entendco, que isto era preságio do império dado ao prín¬ cipe; veio com tudo a crescer tanto a fome, que o ministro cortou a carne das s .as nádegas, para man¬ ter o príncipe; vindo este a obter o reino, esquecido do seu benfeitor, uaó o empregou, o que ad¬ vertindo depois, o mandou buscar a bum monte, onde se tiaha retirado; e como teimou em naõ sahir do monto, lhe mandou por fogo, e K>«-Ç«-tut( raorreo queimado de baixo de hum salgueiro, na véspera da commemoraÇaõ dos defuntos; por isso es seu, d-voto, va: . sua sepultura com tamancos, que «o prlu- Cipio eraõ feitos de salgueiro, e se diz Dsbai*o dos seus p:s, em lugar de Um*., peia mesma allusaõ. ífj ° FaV0r‘t0 d° P*CCS°' SCniI° b0nÍt° rR1 aZ’ abUSaVa dellE ° 'mpCra‘ dor ; dando-lhe elle metade de hum pecego, que comia, gostou muitíssimo, como signal de amor; porem ficando depois maior, e mais feio, naõ gostando ja delle, lhe fez a mesma fineza, mas foi bem mal pago; pois o tomou como injuria, e o mandou matar. sÊl 'MÁ Slun-pien. O General dos ovos, do reino Vei: sendo recommendado ao sobe¬ rano pão ministro para general em chefe, o rei naõ convinha nisso, porque quando era rapaz, tinha furtado dois ovos; mas replicando o ministro, que ninguém era perfeito, e que por reparar em hum pequeno defeito, se perderiaõ grandes obras, annuiu, e Si«n foi hum grande genera-. „ O General discípulo . tendo acommcttido o inimigo hum dia, o perseguiu na retirada, e a pouca distancia reconheceo, que o general inimigo era o mestre do seu mestre, e lhe disse: Duro he usar da arte, que ensinaste para tua ruiua, porem l.e p.eciso cumprir as ordena do supe¬ rior; e lhe atirou hnma setta sem ponta, que o na5 matou, e parou a guerra. ■ato Js-g dg- l,„-c'au-x«: O Empregado ('a agudeza t irado o rei contra sua 39 ]&l'c $Jl O /JA • , , m5i, porque favorecia o infante contra si, por te-lo parido ma.s faelmente, que as., a desterrou, protes¬ tando, que a naá veria mais, senaõ na Fonte Amarella (estrada do inferno,) mas depois se arre- pendeo sem remedio; pois tinha dado palavr.de rei: sabido pois isto por Empregado na pro¬ víncia, veio â c.rte com presentes para o rei; jantando com elle, foi pondo de parte var.as coisas, o que sendo notado, respondeo, que aquillo era para sua mil, a quai tendo comido o seu pnõ ainda ua6 tinha comido o do rei; Feliz es tu, replicou elle, Eu he que ja naõ tenho mSi, a qaeia faga o mesmo; ao que replicou o Empregado: Pois ja morreo a rainha mãi ? respoudeo •. Na5) mas he o mesmo, e lhe contou o acontecido: eutaõ lhe disse o da agudeza: Bom remedio, mande cavar até achar agoa, e teremos a Fonte Amarella, (tao.bem a pôSa se chama assim,) logo mande virsua mãi, e posta de fronte, a varina Fonte Amarella, se cumprirá a sua palavra, e a chamara
  • DA ASTORIA. 352 outra vez para a sua companhia: e assim se fez. 40 Ho® 4^'fjjf ® Ministro politico; estando o seu rei em ailiança com outro con¬ tra Lura poderoso, este mandou grandes presentes, pedindo passagem peio seu reino, para ir atacar o alliado: oppoz-se o Po'itico ministro, dizendo, que os dois reinos eraõ taS connexos, como os bei¬ ços, e os dentes; que itacado r.quelle reino, se voluria contra o seu, que ficaria sem anteparo •• naõ ou¬ viu o rei o ministro, c af Vis os reinos fora8 tomados. 41 IÉq M ÍH Os dois Condiscípulos inimigos: Pa:, kiuen, c Sun ff,r, sendo di¬ scípulos do Invencível Adevinho, crao mui amigos, c deraõ mutua promessa, de que o primeiro em¬ pregado puxaria peio outro. Tendo o primeiro conseguido em Lu a patente de general,' obrou grandes feitos por conselhos do segundo, que era mais habil; mas temendo, que reconhecido o seu talento, lhe fosse preferido, lhe fez cortar os dedos dos pes, e elle fingíndo-se doudo, pôde cscapar-sc para o reino visinho, onde sendo perseguido por seu antagonista, se pôz á testa de hum exercito, e veio contra elle: dada huma batalha, se fingiu vencido, e se retirou : chegada a noite, mandou diminuir o numero dos fogões do costume, e nas seguintes o mesmo em proporção, para o inimigo se persnadir, que o exercito diariamente se dirainuia, e avançar; chegados ao lugar de huma cilada, cscreveo cm hum pao na estrada: Aqui morreo Fam-kiwn, cujo letreiro visto o cons¬ ternou,a cilada se dcscnvolveo, c foi morto. 42 Jflp Jvv. Atar herva, favorecer: estando doente hum pai disse ao filho, que casasse huma concubina depois da sua morte, e proximo á morte lhe disse, que a concubina lhe faria companhia na sepultura (onde vivia por algum tempo, subministrando-lhe a comida por hum buraco até morrer: morto o pai, naõ sabia o filho que fazer; mas dando mais credito a primeira disposição, a casou: in¬ do logo para a guerra, e sendo perseguido, appareceo hum velho atando a herva de hum lado do cami¬ nho à do outro por traz do fugitivo, para embaraçar os perseguidores, e quaudo salvo, lhe disse o ve¬ lho: Saberas, que cu sou o pai da concubina, que casaste; e se foi. 43 -!&=ÍE ft U-iurn, O General fugido, filho de hum ministro : entretido o rei no sei- ralho, naS cuidando do seu dever, foi rcprehendido pelo ministro, o que lhe custon a vida, e que¬ rendo o rei matar também o General, este fugiu; e vindo a ter muita fome, encontrou huma moça, que levava o jantar a sua mSi ao campo, e tendo comido parcamente, rogou-o a menina, que co¬ messe mais, pois na5 so indicava fome, mas inquietaçaS, pelo qne suppondo-a sabedora dqs suas coisas, a matou, e partiu; chegado a hum rio, e tendo sido passado por hum pescador, lhe disse o Ge-
  • 353 Cap. nr. Extractos neral: Se vier algucm apoz de mim, na6 lhe digas, que eu tassei. Sim, rcspondeo o pescador, e para maior segurança, me afogo; c atirou comsigo a agoa, o o íeneral continuou o seu caminho. Tendo U-iuen juntado hum' exercito estrangeiro, voltou a combatr o impio rei, o qual estando ja morto, o fez desenterrar, e lhe deo 300 azorragadas; estando o reino tt fnaior consternação, prometteo-se o lugar de ministro, a quem repellisse o inimigo; o que sabido pto filho do pescador, veio com o remo do bote, em que passára o General, e mostrando-lho, lhe disse : bramor de meu pai, por ti afogado, que te livrou com este remo dos teus inimigos, cessa de fazer a gurra; com cujas palavras movido o General se retirou ao reino donde tinha vindo: onde sentenciado por aver obrado por motivos particulares con¬ tra o interesse publico, foi executado, c o filho do pescadoiconsegniu o prémio prometido. ^ ^ O homem da seara, de Sum: indignadoda sua seara naS crescer, se foi a ella, e puxou pelas astes hate ficarem mais altas, e voltando a cat disse à famiiia: Venho muito cançado, mas fiz o que ninguém hc capaz de fazer; fiz crescer a seat, puxando-lhe pelas hastes: ouvinlo isto o filho, logo percebeu, que a seara estaria secca no dia segutte, cauto succedeo. §!=» Hiam-to. O Arguente de Contcio, de CantaS : sabendo, que Confucio nas <5 suas excursões vinha também á sua província, quiz provar seu talento; formou por tanto hum muro cm hum passo estreito, por onde elle devia passar: chegado ell no seu carro, lhe mandou derribar o muro, para o seu carro passar; mas Iliam-tó rcspondeo: Estragnõ-s carros para fazer muros, c naõ muros para passar carros; logo convidaudo-o Confucio para ser seu disciplo, respondeo, que ti.iha pais,e irmãos, que amparar, e logo accrescentou: Como tu es santo, has de saber uantas estrcllas lia no ceo; respondeo: Per¬ gunta coisas da terra, c naí> do'ceo; perguntou: Quantas casa ha no mundo? respondeo: Peigunta coisas, que sejaõ óbvias; perguntou : Quantos oabellcs tens nas pastans? ao que na8 respondeo, e voltou. O M intuo ministro: mui eloquent, e por isso foi aos doze annos feito mi- 46 #># nistro pelo imperador th i <, mu a tma fortuna sendo mui iemorS, também foi curta; porqne aos 15 ân¬ uos morreo .7 fill Piai t hiu O Barriga transparente, teno-se ja descubcrto quaes era i as hervas niediciuaes, naõ se sabia a sua applicaçaõ ; elle pois como tiba a barriga como de vidro, foi comendo as ditfercntes drogas, e observando para' que parte cllcs iaõ conheceo as suas virtudes. « O Poderoso cruel : era general da casa e Ch in, aspirando ao reino, e indo a caç» com o iihpcrndor para tentar os espíritos, diste ao imperador, jue a icra, que estava á vista, era hnm ca-
  • BA HlST^SIA. 3S4 vallo, quando era bum veado, e o imperador de medo asssentiu; mas dos circunstantes, buns concodaraõ, e outros dissentirão, e a estes mandou depois matar, como desaffectos ao seu partido. 4g O Sonhador do veado : sonhou, que encontrando em certo caminho hum veado morto, o cobria com folhas de banana, para o tirar, qnando ninenem visse; acordando, e snppondo ter sido facto: foi ao tal lugar, onde achou, realmente o veado morto, e dispoz-se a leva-lo, qnando acudiu hum hoinem disputando o direito ao veado, como quem o tinha achado primeiro, e ruberto ; travada pois J a contenda, reccorrcraS ao magistrado, o qual por falta de testemunhas, estava para partir o veado entre elles, quando sobreveio hum terceiro, que reclamou o veado, como propricadade sua à vista do que naõ teve remedio, senaõ devidir o veado em tres partes : o que foi pronostico da ruina, c destruição do império de Chi.'n • ,0 , O Ministro martyr; reprehcndia continuamente o seu rei, porque se nae emendara das suas desordens, pelo que enfadado o rei, o desterrou empregado para Hu-cuam, o que com tudo naõ o embaraçou de fazer o seu antigo dever; mas vendo, que nada aproveitava, pelos maos conselhos das concubinas, que lhe diziac, que o ministro fazia aquillo por despreso, e que tendo os empregados concubinas, com que se divertiaó, porque naõ havia de te-las o rei j por fim lhe escreveo bum officio, que visto se naõ emendava, estava resolvido a acabar seus dias, ante» de ver a ruina do seu reino ; o que com effeito executou, lançando-se no yp| Mi-to, sem que ninguém o soubesse; sentindo -se porem a sua falta, se indagou o dia, em que se tinha a fib' gado, e no dia annivcrsario, sahiraÕ os barqueiros nos seus botes, a buscar a sua alma, pelo rio abai¬ xo, para a salvar ; e esta ceremonia se faz ainda hoje, cm qualquer rio, com botes, ou canoas, chamados Dragões, aos cinco da quinta Lua. 5, 1tfP O Àuctor do Sello : subindo flo monte am viu huma aguia sobre hundT^ pedra, e entendendo, que elia Continha pedra preciosa, a levou ao imperador, o qual tomtado-o por hum in¬ sulto, lhe mandou cortar os dedos dos pes; voltando Pitn-ho ao monte, e restituindo a pedra ao sen lugar, a aguia tornou a pousar sobre cila, e elle tornou a leva la ao imperador, o qual lhe mandou cortar os dedos das maos; voltando elle, e acontecendo-lhe o mesmo, voltou ao paço com a pedra'; impaciente o impera¬ dor, quebrou a pedra, e achou dentro huma preciosa, a qual quebrada também, se achara» dentro letras gravadas, que servirão de modelo, para de huma metade se fazer o sello imperial, emblema do império, em lugar da tripeça, que o era antes ; e da outra metade o sello do Astrologo mof, qu* ainda se conserva; mas o imperial, naõ querendo o ceo confia-lo a estrangeiros, foi ao fundo d»
  • 355 Cap. VII. ZiNiAr-’-'v mar, com o imperador Chian, na entrada do Tartaro luen, *. „<,* de sello de ouro. 52 O Filho velho : sendo de 70 annos tíe made, como estivessem seus pais vi¬ vos, naõ criava barba, vestin.se de vermelho, e como menino, brincava diante de seus pais, para os diver¬ tir ; e sendo notado de bobo, respondeo, que por seus pais tudo isto devia fazer: e he contado entre os 24 filhos obedientes, que tem havido. 53 ° Entcndedor íltí m,,sica: indo cortar lenba ao monte, c ouvindo hum bar¬ queiro tocar cravo, deseco a ouvi-lo; chegado lhe disse: Tu tocas, e o teu coraçaõ passes pelos montes: c tocando elle outra modinha, lhe disse: Til toc«s, e o teu coraçaõ passes pelos ma¬ res (indica desembaraço '■) vendo o barqueiro o sen talento, llie deo dinheiro, para ir estudar ; mas in¬ do depois visita-lo, c sabendo, que era morto, voltou a quebrar o seu cravo, por naõ haver no mun¬ do alguém mais, que entendesse os seus toques. , O Homem do coelho ; vendo-se hum coelho perseguido, e indo fugindo, cego deo huma cabeçada em huma arvore, e ficando atordoado foi facilmente apanhado por í/an-Ctt, que estava perto ; e sabendo-lhe bem, se pôz dias, e dias a esperar, que viesse o segundo; mas em vaS. 55 /té ^ O Esttipido Esgrimidor, homem de Chu (em Ilucuam) jogando a espada em hum bote, esta lhe cahiu na agoa, e reparando no lugar do bote, por onde cahiu, cscreveo : Por aqui cahiu a espada : ancorando depois no porto, mandou os seus criados procurar a espada no lugar indicado pelo letreiro : teimoso estúpido. 56 ÉÉÍoJÉ?$lÍ 0General PeB,tente? te‘'do inveja do ministro, que sem o seu mérito, ti¬ nha maia honra, pertendeo varias vezes tirar-lhc a vida; queixando-se os amigos do ministro da sua insen¬ sibilidade a este respeito, respondeo: RespeitaÕ-nos os visinhos por causa delle, e minha, se eu o per¬ desse, perdido ficaria também o reino: constando ao general esta sentença, ficou ta o tocado, que a- tando as maos atraz das costas sobre espinhos, veio confessar a sua culpa ao ministro, e fizeraõ as pazes. * M m Un-siam ju O Famoso general, do reino Chart: foi enviado ao reino Ch’in, a levar huma venera de pedra preciosa, em troco de quinze províncias, que aquelle rei havia de ceder ; chegado ao rei, e entregada a venera, este mostrou querer faltar ao ajuste ; mas admirava a a formosura da pedra, a isto respondeo o General : Admiras a formosura, porque lhe naõ ves o def- feito ; e pegando na pedra, como para lhe mostrar o deffeito, se chegou a huma columna, e ta5 enfureci¬ do, que lhe saltou a barretina para o ar, disse : Sc naõ entregas as províncias, faço a pedra em peda-
  • da Historia. Cf* Ços; nós naõ temos só pedras preciosas, também temos homens preciosos, cuja ira expclle barreti- nas, o que os teus naõ fazem : a estas palavras o rei lhe disse, que fossa para a hospedaria, que lhe mandaria entregar as províncias; mas elle disconfiando disso, remetteo logo a venera para o reino, o qne sabido pelo rei, o deixon ir livre. 58 ^ Ajudante despresado; querendo o general dc Chieu Sr com dezenove cara- Iheiros a persuadir ao rei de Chu h guerra contra Ch’in, em Xaa-st &c., faltando hum, veio o seu Aju¬ dante A/ao surf offercrer-se, pua completar o numero; mas o general lhe disse: Ha tres annos, qnc es¬ tás comigo, e ainda naõ sei o teu nome: es como a sovela no saceo, que nunca ficará em pe, (nun ¬ ca serás alguém:) a isto respondeo elle: Leva-me comtigo, que naõ hei de botar o negocio a perder. Chegados pois, e proposto o assumpto «o rei, este recusou: entaÕ disse o Ajudante empunhando a es¬ pada : Pensas, que por ter cedido huma hraça de terreno a CA»i», estás seguro? nafl tardará a exigir- te, que lhe cedas duas, e tres, e o reino, com.o qual somente a sua cobiça será farta: he possível, que te naõ envergonhes da vileza, por que tens passado, e passarás ? tu, c naõ nos, he que devias per¬ suadir a guerra: movido o rei com este discurso, annuiu, a liga se fez, e CAis íoi batido: entaS se voltou elle para os maia dizendo: Agora vejo, que sois gente ordinaria, sem recursos extraordinários. 59 jf| S'<-CA’in. O Estudante, que se picava, intrigante; offerecco-sc ao rei dc Ch’„h de cuja família subiu o famoso imperador CA\n-«, para o ajudar a conquistar os reinos visinhos; mas o rei naõ o acceitou, dizendo, que uaõ era preciso; porque todos o respeitava® como superior; voltando para casa, e vau lo-se despresado pela mulher, míi, c cunhada, por causa da sua pobreza, principiou a dar-sc ao estudo, c quando cabeceava com somno, se punia, picando as nádegas com a sovela de coser os livros; tendo estudado tres annos, foi para o reino Chieu, donde passando a fama dos seus talentos a mais cinco reinos, obteve a honra de ministro em todos elles, e os reuniu contra o reino Ch'in, que foi conquistado', passando nas suas jornadas huma vez pela sua casa, naõ entrou; mas as mulheres mencionadas o vieraÕ a cumprimentar, e elle lhes disse: Como me respeitais agora, despresando-me antes ? Porque estás grande, e rico, replicaraõ ellas; c elle suspirando disse t Quanto he difficil viver no mundo sem poder, dignidade, riqueza, e nobreza ! e se foi. Tendo morrido, todos os Seis reinos pertenderaS a posse do seu cadaver; pelo que naõ houve remedio, senão dividi-lo em seis partes. »MoZqm O Zeloso filho Cott chien, rei de lue em Che-kiam : tendo aeu pai si¬ do levado prisioneiro, e feito servente da mesa (o qua, he vileza>) elle se deitava fcobfe a ie&L&j
  • 357 Cap. )'ll. Extractos comia fel de animscs, e nas audiências tinha ordenado «‘S pertendentes, que antes do «aliirem, lhe dissessem : Lembra-te de teu pai prisioneiro i tendo pois prepirndo hum exercito por dez annos, o resgatou. 61 T8M A Bonita t chegou a ser rainha, em qnnto as collaÇns feias ftcnrao na obscurida¬ de, mas tranquillas; querendo cila dar liuma variedade 8 sua fomosurn, acostumou-se a enrugar a testa, co¬ mo quem tinha huma d8r, e maia bonita parecia, altrahlndo n rtrpnixrb : a» suas collaças potem querendo imita-la, mais feias ficavaõ : coniiecondo o ntiuistro esperto ^ que por ella perderia o rei o reino, e pertendendo-a, renunciou ao seu cargo, e se metteo com bom successo a mercador; e logo que a prevista rel.elliaõ arrebentou, foi buscar a Si-ue, e com ela vireo, passeando, embarcado, pelos Cinco Lagos. Outros dizem, que morreo queimada na'rebollia1). 62 Jj^íi ^ An®n"n0 barqueiros ncorando sempre de baixo da janella de huma moça, se namorou delia; mas passados dias, morreo lia, e abrindo-a, acharaõ-ihe hum coraoaô de ferro, com a janella, botes, e os dois pintados: sendo pis este fenomeno mostrado ao barqueiro, e chorando sobre elle, se desfez em cinza. Succedeo isto durane os Reinos belligerantes, dyn, CAou. 63 Quebrar o cilindro de jase, cortar a companhia: estando dois reis, fazendo hum tratado de alliance, o general de hum fez him cerco com tropa, do que desconfiando o outro disse : Neste assumpto devemos tratar com lisura, < sem ceremon a ; por isso vou entretan¬ to fazer huma necessidade: e trocando os vestidos, pôde passar pelas vigias, c togo mandou hum cilindro de jaspe ao general, como em agradecimento de o er deixado escapar; tomando o qual; foi á presença do rei indignado, e quebrando alli o jaspe, se retirou m3 querendo servir mais ao rei, por enja culpa o outro se escapara. 64 KM In Ai: A Formosa suicida; huma das matro formosas, que tem havido, foi rainha do reino em IJu.cuam. Vendo ella, que seu marido por seu amor naõ sahia a campo, antes era cercado pelo inimigo com perigo seu, se degollou : tinha o rei grande força, e talento, e para examinar a forçados seus ofiiciaes, fez hum galio de ferro, que pesava 800 libras, e tinha 8000 officiaes, que o levantavaõ: indo pois para a guerra, levou no arÇao da sella a cabeça da mulher, que tanto amara; mas devendo em huma retirada passar o rio , o cavallo vendo na agoa a figu¬ ra de cabeça humana, que tomou por hum inimigo, recusou avançar, c Hiam-iu se viu obrigado a degol- lar-se também, para naõ cahir vivo nas maSs do inimigo. Tcudo-se erigido á sua memória hum pa¬ gode, os barqueiros se julgaõ obrigados a visita-lo, para evitar a perda dos seus barcos. - 65 7Í í=? j£an.$in Estudante aviltado: era pobre, mas de talentos, viu-se obrigado a
  • da Historia, 358 receber por algum tempo o sustento de hurna tecedeirn yíg JíJ* e querendo ausentar-se a tentar for¬ tuna, ella llie deo licença, com a condição de lhe passar por entre as pernas; e passando die por esta baixeza, foi ter com o rei Hiam-iu ( no. 64 ) para ser por elle empregado; mas na8 podendo levan- tar o gallo de ferro, foi excluído.- passando pois a ser empregado por y|| (com grande regozijo do primeiro ministro em o conhecer,) veneno a Itinm, 66 O Astrologo patriarchs; sendo mancebo se encontrou com hum velho, por no- me Í€ ^5" ’ 11116 estan
  • 359 Cap. T77. Extr a evos. ao ministro, que seria bom fazer, ao que respondeo este: Promova logo o peior delles; e como este era fíivm-che, o promoveo, c a rebclliao parou. 69 O Marido repudiado : era lenheiro, taõ estudioso, que buscando lenha, estudava; mas impaciente sua mulher de tanta pobreza, o deixou, e se casou com ontro; entretanto, sabendo o soberano das virtudes de C/iu-mai-chen, o elevou a altas dignidades, e vindo sua mulher mendiga corn o nova marido pedir-lhe huma esmola, elle os metteo na sua cege de estado, para voltarem; sus¬ tentou a mulher no resto da vida; mas naõ a reccbeo, como ella pedia. 70 O Camalcnõ: o imperador Vu da casa de Una, foi o primeiro adorador de Fo na Chi¬ na, e naõ havendo quem quteesse ser bonzo dos pagodes, que lhe tinha erigido, deo liberdade a vários cri- miuosos de morte, para o serem. Mandou fazer hum miiante de 20 braças de altura, e sobre elle jpôz huma estatua de bronze, com huma baern na ma5, para receber o orvalho, que à meia noite a ursa maior infundia, para elle beber : subia ao mirante a esperar o nascer do sol, c lua, sorver os seus iufiuxos, e prolongar a vida; mas pertendendo por fim viver só com estes meios, c tendo estado *cte dias sem comer no mirante, nelle morreo : quando a dynastia seguinte usurpou o throno, man- ■dou derribar o mirante, e a estatua chorou, -ill Sr O Magistrado limpo, cm Xan-si; querendo hum reo corrompe-io, veto 'tendo PerseS"ido 0 inimiS0 ate mui ,onSe> Para 0 Noroeste, 6e achou com'o exercito perdido, sem saber para onde ir, i vista do que o exercito se dispersou, e o General se vin obrigado a ser pastor: entretanto matou o imperador hum ganso, que no pe trazia burn* carta presa, n* qual expunha o General, em que reino se achava, sem saber voltar; pe’o que
  • da Historia} mandou o imperador dizer ao rei daquella terra, que permittisse ao seu vassailo voltar á China; ou¬ vindo o rei tal proposição, admirado disse: Como he, que o rei da China sabe mais, do que cu sei, do meu reino? nem eu sabia, que tinha hum China; e respondendo o embaixador, como se tinha sabido, disse : Sim, va-se de pressa, para que nao escreva tudo, o que se passa no meu reino. 74 ]^ O Ainipo sublimado• sendo Cttnm ru de Hnn ainda particular, . r infiim a- migo de /cm, e elevado die a imperador, o íez vir para o paço, e como dormissem humn noi:e jur i a , veio len a ficar por somno com os pes sobre o peito do imperador; por isso viu hum Grande, e a estrella viajante aversa a elle, e de manhã lhe significou, que parecia estar em perigo, segundo o fenó¬ meno observado; entaõ o imperador disse, qual era a causa disto: elle elevou len aos maiores postos, eo reino por elle floreceo : o que reconhecendo o imperador lhe disse : Deve-se a felicidade da reino aos talentos de len-, e elle respondeo; E o desenvolvimento do seu préstimo se deve o Cuam-vn. 75 O Fiel marido : ficando huma prineeza viuva, sabendo seu pai, que ella queria tornar-se a casar, lhe perguntou, qual dos homens públicos escolhia para seu marido, e respondendo ulla, qne queria o desembargador Sum, lhe significou o seu desejo, mas elle recusou, dizendo : Tendo mi¬ nha mulher soffrido comigo a pobreza, em que estive, naõ he justo, que na minha elevaça-5 a degrade ao estado de concubina, assim como naõ he decente, que huma prineeza fique inferior a ella. 76 O Filho respeitoso : batendo-lhe frequentemente a mãi com o bordaõ, a que se encostava, recebia a pancada com huma cara de riso; huma vez porem batendo-lhe ella, principiou a chorar, e sendo reprehendido como desobediente, respondeo ; Naõ choro pela pancada ser pesada, mas por cila ser mais leve do costumado, o que mostra, que faltaS as forças a minha mãi. 77 Pau-hiutn O Marido feliz : sendo estudante pobre, o mestre rico lhe offereceo huma filha, que acceitou com bastante receio, que se naS sujeitasse á sua pobreza, o que sabido por ella, sem esperar cadeirinha, foi com elle á pé para casa, onde despidos os os vestidos ricos, e usando de espinhos por alfinete de cabello, principiou a fazer os officios mais humildes, para servir aos Sogros.. 73 ffíE ^ ^õmissario desenganado : tendo sido premiado pelo transporte dos viveres em tempo de guerra, andava mui diligente no transporte delles para a corte em tempo dc paz, esperando igual prémio; sendo isto percebido por hum seu amigo, lhe contou esta historia : Geralmente na Corea os porcos saô pretos, mas por huma exccpçaõ nasceo huma vez hum branco, e sabido pelo rei, assentou ser huma raridade, capaz dc apresentar ao imperador da China; mandou por tanto embaixa¬ dores para offereccr este, e outros presentes: chegados porem os embaixadores a Pekim, viraÕ tantos
  • 261 Cpa. vn Extractos porcos brancos, que assentarao ridículo apparecer com o seu, e o esconderaõ : poea carapuça, se te serve. 79 áÉ fH ° Ro,,bado fiel: scndo apanhado pelos s-'.leadores, o sentenciarão a morte, mas elle pediu licença, para ir primeiro dar de comer á mãi, que morava alli perto : sendo largado, e chegado a casa, contou ao irmaõ maior o acontecido, e cate sahiu a encontrar os salteadores, e lhes disse, qne seu irmaõ era necessário para servir à tnãi; logo chegou o outro, e disse que tendo a sorte cahido sobre elle, devia morrer, e naS o irmaõ: movidos os salteadores de tanta bondade os largaraõ ambos. ». $1 fô ° Corrector das escrituras: sendo presidente da academia imperial, e encarregado de corrigir as copias das escrituras, veio à noite hum velho, e querendo ver o sen trabalho, como naS ha¬ via aiuda luz accesa, soprou o seu bordaõ, e se accendeoj do que admirado o académico, lhe perguntou, quem era, e elle lhe disse, se chamara ^ ^ (fal 0 enna, que tinha na maõ, lhas compoz «upprindo com tinta os defeitos. t ft? ch
  • BA Historia. c« 2 tornou moço; admirada a gente, lhe perguntou porque, e respondendo clle, que naõ sabia, exar.iinou-se, o que comia, e se achou, que comia gergelim, qne foi n causa daquella transformaçaÕ- 87 Os Condisc'pnlos dessemelhantes: eraõ dois estudantes companheiros de cama, e mesa: trabalhando hum dia na horta, Cuim-nlm cavou hums batra de ouro, de que n; Õ fcx ca¬ so, porem Iloa-in logo a apanhou, c foi reprehcndido de ambiçaõ : passando depois pela sua poria hum Grande com grande apparato, quando estavaS estudando, Hoa-in por curiosidade foi ver, pelo que o sen companheiro foi cortar a esteira, em que dormiaõ, cm duas, naõ querendo ser intimo amigo, de quem tinha taõ differentes costumes. 88 #pe O CiruginB da cabeça: foi hum famoso cirnrgiaõ: cortava as feridas venenosas; abria ventres, para curar tripas &c.; sendo chainado por hum ministro, que tinha dores de cabeça, respondeo, que o curaria, oias que era nessessario abrir-lhe a cabeça, para lhe lavar os miolos; horrorisando esta pro¬ posing o ministro, o mandou encarcerar; mas sendo bem tratado pelo carcereiro, e sabea io estar con- demnado à morte, lhe entregou os livros, e segrelos da arte: executado o cirnrgiaõ, renunciou o car¬ cereiro ao oflicio, pertendendo ir para casa estodar os livros, que ja para ia tinha mandado; ao chegar com tudo a casa, ficou sorpreso, vendo a mulher estar queimando a sua herança, de que salvou poucas folhas, qne eontinhaõ os medi dos de capar os differentes animaes: e perguntando a causa desta queima, respondeo ã mulher: Para qué naõ fosses succeder ao cirurgião no patíbulo, assim como lhe querias succederna arte> j&í O Homem teso : querendo hum ministro valido emprega-(o, respondeo: Sc me qui- 89 zeres promover, he para serviço do rei, e naõ teu; uaó gostando da resposta, o mandou tocar o tambor da audiência, pois era serviço do rei, e ellc foi promptamente, mas estava tocando todo nu; o que observado pelo ministro, o reprehendeo, como grosseiro; mas elle respondeo: Tenho o corpo puro, e perfeito, qual minha mãi o paria, por isso naõ pode causar asco, nem eu me envergonho; mas tu, naõ sei, como te atreves a apparecer com hum coraçaõ taõ corrompido; a estas palavras sendo persuadido, que o ma1- tasse, naB o fez pela opiniaõ de recto, cm que era tido, mas o mandou a hum general, onde chegando, e naõ se levantando aquelle a recebe-lo, chorou, e sendo perguntado, porque chorava, respondeo : Enganei- me, e vim dar com hum cadaver; perguntou : Porqne? respondeo: Porque cadaver, he o que se naS levanta; a estas palavras irado o general, o mandon matar. » SPf Hien-hoan. Trazer na boca braceletes, retribuir : indo hum homem por hum campo, encontrou huma ave matando outra, e acudindo elle, levou a padecente para casa, e em cem dias a curou; em reconhecimento do que, ia a ave voar, e voltava, ate que hum dia trouxe fia
  • 363 Cap. vil. Extractor boca quatro braceletes, deixou-os, e se ausentou. 91 Jjjj Jl* A Concubina música : entrando os Barbaras Tan-iu do Occidente, a combater a China, tendo poucas esperanças,, fi era ô a paz, com a condição, de se lhes dar huma princcza em casamento, e para illudlr esta condiçaó. mandou o imperador a ^{A que tirasse o rc- trato âe todas aa concubinas, para entregar a maia feia, a qual pjr isso lire devia pagar; chegando o retratista a pintar, a bonita Chau-hiun, o fez negligcntemente, nag esperando nada dellaj apresentados pois os retratos, foi Chau-ii.m reputada pela mais feia, e entregue aos Barbaros: ella pois foi, tocando a sua viola, em que era destra; chegada as raias, desceraõ os gansos bravos a admirar a sua for¬ mosura, e ella sabendo, que ToltavaS para a corte, lbes entregou huma carta. Depois de alguns an- nos passados com o rei Barbara, este morreo, c segundo as leis, p.ssavaB as concubinas para o filho; horrorisada ella desta barbaridade, morreo de paixaí, e as hervas, que crescerão na sua sepul¬ tura, era5 verdes, quando as do resto do monte erab vermelhas. As novellas varía5, alem do mais, dizendo, que o pintor fora mostrar o fiel retrato delia ao estrangeiro, e este viera conquisla-la. 92 ãt st A do Copo c,cvado era huma moça feia, e taS pobre, que no cabello usava de hum espinho em lugar de alfinete, mas taõ forçosa, que podia com o gral, e pilava o arroz; per- tendia ella hnm marido bonito, e attento: offcrecend -lhe alguas algumas coisas sem particular respei to, ella os despresou; porem vindo hum bom moço por nome |j* oferecer-lhe hum copo de vi¬ nho, clevando-o primeiro com atubas as maos a altura das «brancelll, o aceeitou, e se casou com elle, e forafí felizes consortes por 80 annos. 93 |íp IÀ$- Tw" chan' A Cai,tora política: huma nenina das cantoras de hum ministro do ultimo imperador da casa de IIan , veado o ministro sem comer, lhe perguntou pela causa, este depois de lhe replicar, que a mulheres naft se conimumcavaS grandes negocios, vencido em fim, lhe contou, como estava armada huma rebel!iao, a cuja testa e9tara o general 8 l|[JíL aoquerespon-
  • DA HiSTOBUj 964 de embaraço a desenvolver os seus talentos, que eraõ temíveis : eercadõ em fim o novo general, em vaõ intentou romper o cerco com a menina, que queria levar as costas, e foi apanliado; da meni¬ na nada mais sc soube. ' 94 ffj jfzHlj 0 Temível depois de morto : foi hum general de Su-choan, impe- rando 'M que veio cm soccorro de Xankim contra os povos do Norte : querendo o general em che¬ fe em huma batalha naval incendiar a frota inimiga, como unico meio de vencer a sua immensidadc, e naõ o podendo fazer, porque o vento, que era noroeste, lhe era contrario, cahiu doente; mas sa¬ bendo Chu-co-ltam a sua causa, disse ao general: Eu posso curar-te da tua doença : eu sei, que ella pro¬ cede do* vento ser contrario aos teus planos; mas eu vou faze lo mudar para sueste, e a tua afflic- eaó se acabará: sahiu pois, fez virar o vento, e a batalha se ganhou; e como isto foi aos 21 da 11a. Lua, por isso acontece agora o mesmo fenómeno de haver vento sueste neste dia: ganhada a batalha, foi o general de Xankim perseguindo o inimigo, e entre tanto Chu se fortificou com os seus em ^|| , e sendo-lhe isto estranhado pelo de Nankim, que agora o temia, lhe pediu a terra emprestada, em quanto naõ ganhasse outra; mas faltou á palavra, e nunca a restituiu : depois de muitas empresas, von- do huma noite a qualidade dos raios da sua estrella, conhcceo, que era chegada a morte, e para a prevenir, prevenindo a queda da estrella, acccndeo 49 candeas, (que agora se assentao cm cima de arroz,) que deviaõ estar accesas sete dias, mas vindo a pressa o seu general |jt| a dar-lhe parte da vinda do inimigo, sem reparar deo hum pontapé na bacia das luzes, que se apagarnõ, e C/tu aiorreo, man- daudo antes, lhe posessem na boca sete graõs de arroz, para se naõ corromper o cadaver, e mettidas as macs nas mangas, posessem dois pombos dentro delias, as cosessem, e o deixassem no campo da batalha: chegado pois o general inimigo, vendo moverem-se as mangas por causa dos pombos; assentou, que lhe fazia cortezia, e temendo-o, se retirou assustado, duvidando, se ainda tinha a cabeqa sobre o* hombros; sabendo depois, que realmente estava morto, ainda temeo avançar, mas mandou hum general, qne o fizesse; chegado este a hum passo estreito, despararaó os arcos alli enterrados, cada hum dez set- tas, e ficou elle morto com todos os seus. Observando Chu em vida, que o seu general Vei tinha os queixos sabidos previu, que havia de ser infiel à patria, chamou pois o ajudante delle Stt. e lhe man¬ dou, que quando o general se rebellasse, o matasse : e perguntado, porque 0 nad matava ja, respondeo : Porque ainda naS he rebelde. Foi Chu o inventor da artelharia, ainda que se naS serviu das peças, se« nn8 para dar signaes. Voltando da conquista do Pcgú, e chegando ao rio nas raias da Chi¬ na, viu-se rodeado de hum nevoeiro mui fechado, e ouviu muitos gemidos; perguntando aos natu- racs a causa, responderas, que isto era effeito dos muitos defuntos pela pestífera egoa do rio, que
  • 365 Cap. VIL Extractos. go se podia passar salvo a meia noite, e que para desvanecer o ncvorciro, era preciso sacrificar 49 homens neste rio; horrorisr.do Chu desta barbaridade, inventou o pa<5 com a figura de homem, com cabeça, e huma maõ, c espalhou 49 paês pelo rio, e o nevoeiro se dissipou: e desde entaõ se usou na China de paõ, só para o mesmo fim. Estando de posse dc huma cidade, avançando o inimigo em grande numero, elle mandou, que os poucos soldados, que tinhn, se vestissem de paizanos, e varres¬ sem a rua da porta d» cidade, em quanto elle se poz na torre da porta, tocando cravo; chegado o general inimigo, e conhecendo pelo toque o bom animo do tocador, se retirou, temendo cilada certa. Inventou Chu vaceas, e cavailos de pao, autómatos, que andavaõ com huma torcedura de lingua, que sc cbamaraõ ^ c que serviaõ para carreto de víveres, que levavaô na barriga. Marte : chamou-se Cuon, era memória da espada comprida, de que usa¬ va : mudou o nome, que antes era Fom, por ter matado hum homem ; viveo por algum tempo com ^ ^^5 e‘" casa do seS"m'0’ 1ue era ric0> n0 seu P°"'ar óe pecegueiros, como irmaõ a- doptivo delles: acontecendo huma rcbelliaõ, os tres armarao hum pequeno exercito, e se apossaraõ de huma cidade; mas o ministro, que aspirava ao império, os mandou atacar, gua rdando com tudo a Cuon pa¬ ra servir aos seus intentos; tendo os dois fugido, este se encarregou da mulher de Leu-pei-, sendo pois convidado pelo ministro para sua casa, lhe disse : Eu servirei na5 a ti, mas ao imperador, mas se eu souber, onde estaó meus irmaõs, hei de ir fazer-lhes companhia; e desgostandu-se o ministro, lhe dis- seraõ, qne o tratasse, como os dois o tratavaõ, e seria amado, como dies; pelo que o trouxe para seu palacio, cm que lhe deo hum pequeno aposento, onde devia estar com a Senhora Leu. Por esta causa naõ dormia, mas estava a estudar toda a noite; o que observado pelo ministro, lhe deo algumas meninas, mas elle as man¬ dou servir a Senhora Leu, o que maia admirou, c conciliou a vencraçao do ministro. Sabendo neste tem¬ po dos amigos, naõ quiz ir-se, sem retribuir ao ministro. Levantando-se huma guerra, c tendo sido venci¬ das as tropas imperiacs, Cuon foi rogado a ir a cila, c logo vencco, matando dois generaes inimigos: voltan¬ do procurou o ministro, para se despedir, e ir para os amigos; mas elle sabendo do seu intento, naõ quiz fallar-lhe; o general pois entregando tudo, o que dclle tinha recebido, se foi aos amigos, que estavaõ de posse de Kim-chmrcm Hu-cuaml passados tempos, tendo o ministro perdido huma batalha, e dirigindo-se na sua retirada por Kim-Chou, os amigos se prepararaõ para o bater, querendo pois Cuon ir a recebe-lo, os dois se opposeraS, pois que tendo tido conhecimento com elle, naõ lhe faria mal; mas protestando elle, que naõ, apostaraõ mutuamente as cabeças: avistando pois o ministro a Cuon, lhe perguntou, como se atre¬ via a fazer-lhe mal, tendo-o tratado taõ bem? e em quanto estavaõ com estas razoes, os imperiaes iaS
  • da Historia. passando, e Cuon naõ teve remedio, sena5 offereeer a cabeça promettida, qne naõ foi acceita : mas indo os dois para outra terra, foi degolado á traiçaõ na cidade, que governava, e appareceo degolado no ar pedindo a sua cabeça, levada por triumpho: o que ouvindo hum bonzo, que, o tinha conhecido em pequeno, lhe disse: Pedes a tua cabeça, e quantos milhares, que degolaste, a estaõ também pedin¬ do ? nnS tendo elle, qne responder, o abençoou com hum pennacho, e lhe nasceo a cabeça, aceres- tentando o bonzo: Conserva a paz do espirito, e serás bum príncipe na cova de Fo; por este motivo, he venerado como Santo, e Marte, com o nome de imperador Cuon ti. 96 /\ Pjí [1} A FiK«ra dos oito plutoís, arte de batalhar: hum rei perseguindo outjo em batalha, chegando a certo lugar, viu huma columns de fumo, e temeo traiçaS; parando pois, man. dou descobrir campo, e pela segunda vez lhe disserag, que só se viaõ perto nove pedras em ordem; foi pois ve-las, e entrando por entre ellas, na8 atinava a sahir para fora, entaõ lhe aPPa cceo hum ve¬ lho, que lhe disse: Vendo-te entrar pela Porta da morte, ja sabia, que te havias de perder, se entras¬ ses pela Porta da vida, (differentes entradas,) facilmente sahirias, por aqui conhecerás a arte de meu genro, ministro do reino, que accomettes; conduzindo.o pois para fora, ellc disistio da empresa, c se re- tirou. 97 fyHÍO ,|3f ^3 0 Infnnte sabio : suppondo, que a scicncia humana faz dez alqueires, el¬ le possuia os oito : tencionando o rei nomea-lo seu successor, naõ o foi, porque na sua morte, estando go¬ vernador de província, o principe empunhou o sceptro; pertendendo depois depÔr seu irmão, veio com hum exercito, a quem o irmaS oppoz outro m.fior: reprehendendo-o o irmaõ por naõ ter vindo á ceremonia do enterro- respondeo, que a isso mesmo he, que vinha; mas o principe replicou: Assim falias â vista do meu exercito: sabe, que cs digno de morte: mas ja que tens fama de talento, exporás o facto de hoje em lnmia quadra, cm quanto eu dou sete passos : isto verificou o infante, fazendo a quadra : Cozem-se os feijoês &c. (vê no Diccion./, letra g ) sendo a cunhada por nome jg| (captivada em guerra,) mui bonita, e tendo mutua inclinaçaS, naõ lhe era possível obte la; por isso disse: Minha cunhada he outra Beata do rio Lo, que se ve, mas naS se toca. 98 ^ ?yé 0 Menino transformado : andando passeando com a ama, pediu-lhe que o levasse a huma horta vtsinha, onde chegando, foi esgravatar em certo lugar, onde achou hum bracele. te (argola de braço,) admirada a ama, o participou ao dono da horta, o qual lhe disse: Ja sei, quem he o menino, porque ha annos me morreo hum filho, que veio brincar para esta horta com o bracelete, e aqui o deixou enterrado.
  • 3C7 Cpa. Fit Extra ctos 99 jg O Secretário dos aromas: sendo secrftario de 1mm ministro, a filha deste se namorou delle, e recebendo o ministro bellos aromas de emlaixadores estrangeiros, a menina deo hum pedaço ao secretario, cuja fragançia bem de pressa descobriu) furto, e o ministro de* a filha em ca¬ samento ao secretario. J()0 O Menino prudente: sendo de sete amos, subira õ os companheiros a hum a- brunheiro a comer abrunhos, e elle ficou em baixo; e sendo estranhado, respondeo : Abrunheiro ao * pc
  • da Historia. 3fi* baixo, c morreo tambem, para nao cabir nas mars do vicerei. 105 ^ ° Form°30 da fruta: indo hum dia em bum carro, aa moças lhe ati¬ rara» tauta fruta, em signal de estima, que carregou o carro; aendo depois feito juiz de fora, e tendo os moradores da villa mnitas dividas à fazenda real, os chamou, e mandou plantar anafeguciras dentro da villa, e crm o sen prnducto aastisfez por elles as dividas : a villa se chamou drpois Villa d..s fio- res> e 08 bons juízes de fora em elogio íq cliamaõ Despachados para as flores. 106 fâ àlí Tâm-po.tau O Homem do Sobrioho : tendo sen irmão deixado por morte hnm filho unico ao seu cuidado, c naõ podendo em huma sublevaçaõ fugir com seu filho, e com o sobrinho; pois sua mulher, como fraca, naõ podia levar nenhum, desamparou o filho, e levou o sobri¬ nho, lembrado de que seu irtnaõ naõ podia ter mais filhos, e elle sim; porem desgraçadamente naõ teve mais, e o sobrinho foi o unico herdeiro, que deixou. J07 ~t* ^ ^ Vam-hi-che O Velho com os netos : tinha mtii boa letra, que naõ trocava senad por patos reaes : sendo velho, e falto de sociedade, deixava metade do seu jantar, e logo chama¬ va os netos, para que comendo, o divertissem; e queixando-se os que lhe mandavaõ presentes, como de fazer pouco caso delles; respondeo: Vós me dais, com que deleitar a boca, e naÕ os olhos, por isso eu emprego parte em procurar o divertimento dos olhos nos meninos. i«8 O do Rio : chegado com outros a hum rio, naõ passou com elles na bare», dizendo : yuem tem huma concubina, como eu, naõ precisa de barça, para passar o rio, mas basta hum empiscar de olho delia (valentia de amantes.) ... O Solitário: foi despachado juiz de fora da villa onde gostava de criar fiares, particularmeute a artemísia, que por isso chamavao a formosura da villa P'om-çoi. Vendo-sc depois obrigado a fazer muitas inclinações a empregados superiores, assentou de naõ procurar o seu sustento por meios ta8 pouco nobres; renunciou pois ao emprego, e se retirou a sua casa, onde se sustentava do producto de hum jardim, que fez, e onde innocentementc passou seus dias. 110 xfn jg- O do Barrete: vivendo das sopas de hum valido, foi com elle aos montes, aos S da 9a. Lua, e fingindo-se bêbedo, deixou cahir o barrete, e andava descoberto : mandando o valido por-lho, para naõ ser descortez, disse NaS preciso, eu sou como o pinheiro, e acipreste, que naõ se murcha com o frio, nem calor; logo reparando na artemísia, que se bebia no vinho aquelle dia, disse, alludindo ao valido: Naõ he esta flor envejosa, por isso nasce, quando ja ha frio, e dura mais, que as outras.
  • Z6) Cpa. F1I Extracto» Mon-kla sahin depois d* sua casa, e o valido se rebellou. j j j O Medroso da sombra : sendo convidado por bnm militar a beber vinho, viu na taça bntna cobra, (que era a sombra do arco, que o militar tinha pendurado de fronte,) e sus¬ peitando tr içi õ, se retirou immediatamente s entiaudo o militar em averiguações da causa d sto, veio na suspeito, do que era, e o convidou segunda vez : mas querendo elle ausentar-se pelo mesmo motivo, tirou o arco, e o mandou olhar para a taça, com o que se dissipou’ o seu medo, e suspeita. y o Formoso do barrete : tendo as moças observado hum dia, que levava bum bar- 112 rete roto, cada huma fez hum uovo, e lho deo, desejando, que o trouxesse sempre, e elle para satisfazer a todas, trazia hum dia hum, outro dia outro. 113 Mfc O da Cama do Oriente, genro: indo hum pai a hum collegio, a procurar hum genro, e entendido isto pelos rapazes, cada hum se queria fa er raais interessante, só hura estava mui soccgado, deitado, e comendo perguntando o mestre, qual escolhia, respondeo, que o da cama. do Oriente, que era, o que estava deitado : o quarto, onde se hospéda o genro em casa do sogro, também se Vr- ehama Tum-c/ioam. O da Fortuna reversa: tinha hum filho official, e perdendo-se o seu cavallo, dis- 114 2 __ seraÕ os risinhos, que elle era des .fortunado, e Se-vitm disse, que era fortuna; passados dias, voltando o cavallo de parelha com ou.ro, disseraõ, que era fortuna, c elle diss-, que era desgraça; montan¬ do-se o official para provar o novo cavallo, cabin, e quebrou hum braço; disseraõ os visinhos, ser drs- craça, c o velho disse, ser fortuna; com effeito sabindo os raais officiaes, a dar huma batalha, ficarad la quando este, que naõ foi por doente, ficou salvo. 11' iítj ^jl ^ O Pescador dos peeegueiros: tendo ido mui longe a pescar, chegou á em¬ bocadura de hum rio, em cujas bordas baviaõ muitos peeegueiros de flor,.que por isso chamou ^ entrando íuais, encontrou huma ilheta, onde estavaõ pescadores, e lhes perguntou, como se chamava aquel- la bahia, responderão, que iguoravaó, e perguntando-lhes, donde era5, responderão, que eraS emigrados do tyranno Chin-xe, e dizendo.lhes elle, que era impossível, pois elle era morto, havia seis centos annos; responderão, que naõ s.ibiaõ nada disso, e elle voltou : tontando isto aos conhecidos, lhe seguraraõ, que o |*i(j do ceo, e tornando elle a ir ve-lo, uao o achou inais. ... |:?}i 0 Ministro da mosca : estando o imperador consultando com elle sobre huma a.,,n. cerni, e teudo escrito o assumpto sobre a mesa, huma grande mosca varejeira se rei-
  • DA UlSTOniA, o por sobre a penna, e enxotando-a segunda, e terceira vez, foi vista pclos do paço : attrahidos de curiosidade, »e chegaraõ á mesa, onde tinba pousado; reparando entaS o imperador, que se tinha sabi¬ do o assumpto, de que se tratrava, pois que o tinhaS visto sobre a mesa, passou contra a sua inclina- narsÕ o derreto, para ser tido por illiberal 117 A Concubina das niodas : advertindo, que nas mull.eves se estima' aó < • pes pequenos, uo tempo de 7'am, com ligaduras, reduziu os seus a mniof^pe ifeiçaS, com o que delei¬ tado o imperador, fez estradar os lugares, por onde passava, deflores de trate de ouro, e cila refinando mais, mandou gravar flores na sola ilos çnpatos, para que os seus vestigios fossem flores. pfe li* Tendo sabido, que o corpo de Fo havia mais de cem annos, estava inteiro, lis fpcnS 7K .. j mandou busca-lo á Índia; tendo chegado, o seu ministro f ( (!lie era tnui desabusado, representou, que a inteireza do corpo naô era argumento de santidade; pois podia proceder da neve, ege- ada, em qne tinha sido amortalhado, c senaõ que lho desse, para o queimar, a ver, se Fo tinhapoderde o embaraçar: otfendeo-se o imperador deste argumento, c o desterrou para Corregedor de ^jtj : havia naqnella costa hum terrível crocodilo, a quem Han intimou, que se retirasse em tres dias daquella costa, c se nn5 o podesse fnz-r Cnt tres, o fizesse em cinco dias, e se tiaõ podesseem uineo, o fizesse em sete, se¬ naõ, que prepararia espada, e settas, para o punir : com etfeito o animal se retirou em sete dias; e estes pra¬ zos 10rail admittidos na pratica dos juries. Foi Han, que ensinou os de Chau-chou, a comer o bicho daí léliras. 119 t O General traidor: estando de guarda â capital, abriu as portas ao tyran- no da casa de M
  • 371 Cap. ril. Extractor. a princeza vUit&r hum pagode, e viu la o rapaz a dormir, e sem o acordar, lbc poz o bracelete sobre o peito, e se retirou; acordando o rapaz, e reconhecendo o bracelete, excitou-se-lhe no peito tal fogo, que pegou fogo ao pagode. 122 g&oíSê#? Lo-iam-$u O Estudanle saudoso : enterrompco os seus estudos coin sau¬ dades da mulher : chegado a casa, e informada ella da causa da sun vinda, com huma tesoura cor¬ tou a teia, que tinha principiado, a vista do marido, e protestou, que quebraria o tear,senaó voltasse V ao seu estudo prornptamente, ao que elle annuiu. 123 1^1 ^ ÍX O Bonito Conselheiro: suspeitando o imperador, que elle usava de cores, pois era taõ branco, lhe .mandou hum dia beber hum caldo quente; suando el'e, ( como se esperava,) e lim¬ pando se ficou mais branco, o que provou, que naõ havia core-; vendo a princeza, que estava presente, o suor do conselheiro, lhe a >anou com o leque; e o imperador os casou. ma na 124 rBoWJW ** Effcminado imperador, parricida Iam cuam, da casa de S’‘ei: tendo fei¬ to huma estrada de salgueiros, por cila passeava cm hum bote puxado, como á sirga, por algumas concubinas, em quanto se divertia com outras no bote; dizia, que vendo meninas, naõ tinha fome; as v.ezes porem largava a hum tempo as cordas, para as pobres mulheres cahirem todas de narizes. m fP % O Imperador da cobra: o imperador Haia casa dc Sueii vendo na estrada ha- serpente ferida, a recolheo, enrou, e largou; passado algum tempo, ella voltou com hum carbúnculo boca, que allumiava o espaço de doze carroças, e em retribuiçaS a deo ao imperador. ,2. $4^ Cuo-tsu-i, O General, mao sogro: leve cem filhos, e mil netos, por is¬ so naõ os podia saudar a todos com. palavras, mas so com a cabeça : tendo hum daquelles casado com huma princeza, nas s ias questões disse o marido « Se meu pai uaÕ he imperador, he por que naõ quer : a estas palavras correo a princeza a dar parte a seu pai, que naõ fez caso disso, mas constando o succcsso ao general, atemorizado, amanietou o filho, eo mandou ao imperador, para que o punisse; mas elle respondeo: Os sogros naõ o podem ser, sem se fazerem surdos, quando ouvem, e parvos, quando avisados. q Noivo do retroz: foi hum governador mui formoso, c tendo hum mi¬ nistro cinco filhas, que todas o queriaó, as pôz atraz de huma cortina, pegando cada huma em hum fio de retroz vermelho, que passava a outra banda : logo convidou o governador a escolher hnm dos fios, e cahiu a sorte sobre a terceira.
  • da Historia. 372 128 Síâ fnm-kinm-pn O Semeadot de pcrolas : encontro» iium desconhecido en» hum caminho, o qual lhe deo human sementes, qtie na5 conhecia, dizendo-lhe ao mesmo tempo, que as fo»se semear na sua terrra, por que lhe haviaõ de scr úteis; voltando die, as semeou no seu campo Azul ^ [4j e pertendendo depois casar com hutna bella menina, cuja mãi exigia por ella duas pedras pre¬ ciosas, que elle nao tinha, depois de pensar muito, foi cavar no campo Azul, e em lugar de duas achou dez, que deo pela menina; por isso hoje o passar as arras se chama semear pedras no campo Azul. j.,() O Marido temoroso : era accusado de temer a mulher, o que elle confessou, ter-lhe succedido no principio, por lhe parecer huma deosa viva, e depois de ter muitos filhos, c ver-se desfigurado com os trabalhos, e annos, temia, porem naó as pancadas delia, mas que ella fu¬ gisse, e desamparasse os filhos ; e neste sentido saõ temíveis as amas de leite. 130 íjijpi ^flj jJ|'J O Grande ministro : teve tanta reputaçaS, que a honra de ser seu conhe¬ cido excedia á de marquez; a de visita-lo decuplicava a da propria dignidade; huma palavra de appro- vaça3 a alguém, o fazia passar por excelleute homem, e capaz dos empregos . m ÃVfií Tou-i. A Noiva do pavaó: observando nella seu pai siguaes de futura nobreza, querendo casa-la, pintou hum pavaÕ, e o poz em publico com hum aviso ao lado, que dizia: Quem acertar com huma setta no olhu do pavaõ, levará minha filha: vindo em consequência vários atiradores, nenhum satisfez a condição, ate que veio o futuro conquistador da casa de Vam, que de hum tiro acertou em ambos os olhos, e levou a menina. 1 .p jâít A Victim \ da sua invenção ; constando ao imperador a crueldade das torturas do juiz Chou, enviou hum syndico a julga-lo, e achando-o desprevenido, convidado a beber, lhe per¬ guntou: Qual he o melhor meio de fazer os reos confessar o crime? respondeo: He mette-los era hu- ma jarra de agoa, e pôr-lhe fogo, para por degraos os obrigar a confessar; Bem está, disse o syndico, mette-te naquclla jarra; e o fez experimentar a sua invenção. 133 li| ° Bacharel ultimo : sendo perguntado por hum companheiro; em que numero da lista dos approvndos estava o seu proprio nome, respondeo: T» ficas bum numero abaixo de mim; que era dizer, que naõ estava neila. <50 O Académico esperto: sendo de 15 aimos, perguntando-lhe o imperador CA», o primeiro da dynastia Afim, qne devia fazer hum empregado, para ser bom? respondeo, qne devia ser fiel; e perguntando-lhe, como seria fiel, responded, que morrendo, quando o imperador mandasse : bem, disse o imperador: Vejamos se es fiel, lança-tt naqtttUe tanque: Prompto, respondeo, e o fez. A’noite porem
  • 373 C ip. viu Rxtractoí. apparccco o Académico diante do imperador, que lhe perguntou, corno riaõ tinha mostrado a sua fidelidade morrendo? respondeo: Chegando ao fundo do tanque encontrei a Kiue-iuen [ve N. 50] que medisse: O fiel ministro morre, quando o soberano he mao, como eu fiz, mas tn, que tens hum bom Soberano ser.\s i- fiel, se morreres: eis, Senhor, porque voltei, e para testemunho da verdade aqui apresento hum r::ruço de lechia, que trouxe do fundo do tanqne. o Ministro Pronosticado: sendo menino no tempo de Mim, e indo visitar o pagode de Marte, l ie perguntou, a que grao de emprego chegaria na sua vida? adormecendo depois, sonhou lho dizia o deos, que perguntasse a sua cunhada, que cila lho diria : tendo voltado, c pergun¬ tado, respondemesta por equivocaçaÕ: Sendo tu taS pequeno naõ podes ser do oitavo, ou nono grao: mas serás do primeiro, ou segundo; com effeito ellc veio a ser ministro da Guerra, que he do primeiro grao de distincçaõ. 136 Itltn O Marido ingrato: sendo mui pobre, sua mulher fez os nltimos esfor¬ ços, dando-lhe o necessário, para ir á corte a exames; com efTeito chegou ao maior grao, que hc Acadc- ' miro iurperial, e cahindo-na graça do imperador, lhe deo humafilba, tendo-0 elle segurado, que era sol¬ teiro : ouvindo a mulher as suas prosperidades, mas ua5 o vendo voltar, mendigando foi para a corte, c tendo procurada o marido, naS foi por elle reconhecida, por isso se queixou ao imperador, que o fez morrer entalado, e a mulher foi protegida por hum ministro. 137 IpÍ -E Él O Cirurgião da nodoa vermelha: vendo hum pobre morrendo 'na rúa a mi¬ séria, de enfermidade, desamparado dos sens pelo fedor, o levou para casa, e sendo'habil em picar com a agulha, picon-o, e principiou a melhorar: principiando a convalescer, c precisando de bons bocados, o medico lhos dava : porque os seus só lhe davaS arroz : tendo convalescido, em reconhecimento convi¬ dou o medico-a jantar com elle, e objectando este a pobreza daquelle, replicou, que sem despesa ■o iaiítar seria apresentado no jardim do mesmo medico: chegada a hora, se virão mui bem servidos por aves, c borboletas; à vista do que vindo no conhecimento, que o mendigo era hum beato, lhe pediu o medico, que o levasse às regioês celestes, a passear: ao que annuindo elle parti- raS ■ chegados ao rio do ceo, encontraraS huma moça, que com hum pao lavava huma purpura, e rhopnndo-se Can- In-Cham mais perto por curiosidade, ella lhe bateo com o pao, e entaõ o beato o advertiu, que na5 pensasse, que estava no mundo, e que naõ se desmandasse: voltando depois á terra, se viu o medico com htima nodoa vermelha nás costas do vestido, e pertendendo lava-la, ficou mais viva, e cheirosa.
  • da Historian 371 138 j^C A Noiva da folha : era huma das meninas de huma imperatirz, que queria ca¬ sar, e na5 tinha casamenteira: estando ao pé de hum canno, em que corria agoa, escreveo em huma folha de arvore, que era vermelha, por estar para cahir, estas palavras: Corre ligeira a agoa, e eu estou ocioaa, (sem marido,) vai folha, dize-lo fora; reparando ^ nesta folha, a levantou, leo, e tomou outra folha, em que escreveo huma quadra em resposta à della : e a lançou no canno, quan¬ do corria a agoa para traz : percebido isto depois por hum ministro, lhes arranjou o casamento; e exigindo o ministro agradecimentos, responderaS, que estes eraÓ para a folha vermelha, 139 A <"r'ÍKÍa lince: estaiido abanando as moscas a seu amo ministro em audiência, veio ^ homem particular , e ella conheceo a sua capacidade e se namorou delle : averiguando depois, onde morava, vestida de homem foi de noite bater a huma porta, ejjidando ser a de Li- Chinif e sabia hum Barbado a Tecebe-la: vendo ella, que na6 era Li, lbe perguntou pelo sobrenome, c respondendo elle, que era Cham, temeo, nao abusasse delia, porqUe também tinha o mesmo sobrenome, e logo lhe perguntou, onde morava Li, o Barbado querendo ter conmunicaçao com elle, se offcreceo para a levar a sua casa, e ser o seu casamenteiro; indo pois, o cas amento se concluiu, c Os dois se poseru5 a jogar o Xadrez, onde patenteado o talento de Li, disse o Barbado •' Saberás que eu sou príncipe de Leu-kieu, e passei á China a tentar os vossos talentos, para a conquistar na falta dellcs, agora porem tendo-os conhecido, volto a minha patria. Li-Chim foi depois o principal auctor do cs*- tabclecimento da casa de T}am, de quem foi ministro. 140 O Seguidor do sol: caminhando para o Occidentc, a ver Onde o sol sc punha, chegou a hum immenso deserto, onde morreo de sede; mas estercada a terra com o scu cadaver, fez reverdecer o bambu, qne levava ao hombro, e logo o deserto se enclieo de bambus. 111 Dinheiro convertido era borboleta : guardado ha muito, rico; viu hum ho¬ mem muitas borboletas sobre as pionias, humas amarellas, outras brancas, e abafando-as, achou barrinhas de ouro, e prata; mas indo ver o seu dinheiro, ha muito guardado, o achou convertido em borboletas: por isso agora se queima o papel moeda (supersticioso,) e as cinzas voando representai! as barboletas, e dinheiro dos genios. a 142 ífegfvjE O Estudante do pagode: foi hum grande ministro; sendo pobre quando era estudante, acudia a hum pagode, quando ouvia tocar a coiner, do que enfastiados os bonzos, tocavsõ sá depois da comida; vindo o estudante, e a:hando-se enganado, perguntou, porque muòaiaõ a regra, ao que responde: o, que n:,5 tinlraõ feito mats, do que pôr a regra de Fó i:a sua primitiva observância
  • 275 Çpa. m Extractos 0„,-c*S» tendo depois passado por todos os graos da magistratura, chegou a primeiro ministro, e mandou derribar todos os pagodes, excepto quatro templos consagrados a homens beneméritos da patna, isto fez na5 tanto por odio, do que lhe tinhaô feito os bonzos, como pelos Julgar impostores. 1 n ífj: fyl 0 Mo'lesto: qn ando apparecia alguma mulher fechava, os olhos, o que sen¬ do observado por outro, lhe disse : Conheço, que es hum sabio,mas naõ hum santo : para o ser, deves ser como eu, que tenho a idea de mulher nos olhos (quo tenho abertos,) sem a ter no coraçaõ : ouvindo isto Cham, principiou a exercitar esta pratica, mas naõ a poce conseguir até a morte. Io-vu.mo O Inimigo dos Tartara : naõ podendo estes vencer este general, peitaraõ o ministro ç«»-c«« para o matar, e seus filhos, o qu, conseguido, e occupado o throno, foi o im¬ perador /-«» sacrificar a sua sepultura, e acharaÓ-se os dois pinheiros della com os ramos para Oeste, seccos, e elle naõ pode chegar ao pé, para offereccr o porco e libaçaõ, pelo que se despiu, para figu¬ rar o porco do sacrificio, e mandou esculpir Çun-cuei, que era morto, de Joelhos, com hum caõ so¬ bre elle, de modo que botando-lhe vinho pela boca, mijasse m boca delle : o que preparado, a ceremonia se pôde concluir, e depois se continuou em certo dia do amo, apesar de que, sendo presidente Acadé¬ mico hum descendente de Çun-cuei, se esforçou a faze-la a>olir. Os pinheiros reverdecerão na posse do throno por Slim, e lançaraõ novos ramos, o que também acoiteceo na posse de Chim, e acontecerá na das seguintes dynastias, (diz o China.) ® til '’ Tm-icn'xan ° Casado sem filhos : tendo ja 10 annos, indo visitar hum pagode, achou no^caminho' hum pedaço de ouro, e indo no dia seguinte outra vez, viu hum menino procu- rando no caminho, e perguntando-lhe, que procurava, respondeo, que procurava o ouro, que perdera, e que era para resgatar seu pai preso: compadecido o devoto, lhe restituiu o ouro, e em recompensa disto, teve cinco filhos, que todos fora5 empregados. dç o Compassivo filho Fan-iau.fu: sendo mandado a outra terra, a cobrar rendas Ide terras, tinha hum barco prompto com 500 alqueires grandes de trigo, para voltar, quando’ veio hum amigo de seu pai, represencando-lhe a impossibilidade, em que se achava de voltar a sua terra com os cadáveres de tres defuntos seus; pois tinha estado alli empregado; Fan eompadeerdo, lhe entregou o seu bote, para do seu producto se remediar, e voltou com as maõs vazias para casa, onde perguntado pela sua comissão expoz o acontecido, e foi approvado. Chi„.im a Princeza varonil » sendo casada com hum prin.ipc estrangeiro, este qucren^volt^oTu reino, pertendeo deixa-la, promettcndclhe, que a viria buscar dalli a 25 annos,
  • “DA Historia. 376 cse na , que poderia casar cota outro: mas respondendo ella, que passados 25 annos, estaria relha, par- tiraS juntos; passando depois o príncipe por baixo de buma amoreira, onde hums mulher estava apa¬ nhando folha para o bicho da seda, a princeza indignada, do marido ter passado pela injuria de passar I or baixo das pernas de huma mulher, a foi matar; c lcrantando-se a gente contra dies, a princeza » defendeo a si, e ao marido, ate entrar no seu reino. 148 ^ Cham-t'uon O Doutor independente pertendendo hum ministro valido promove-lo, mandou dizer por hum favorito, que se queria despacho, o cortejasse; mas o doutor respondeo ao fatorito .Tu pensas, que estás fincado no Monte Grande; porem sabe, que estás fiado n'hum monte de gelo, que nao só ha de cahir, mas opprimir, os que nelle estaõ: com effeito o valido dccabiu logo, e o doutor foi posto em seu lugar. 149 ^ 'Ite 0 d‘ab° ri do pobre. Houve hum magistrado, que servinJo dez annos, sempre estava pobre: se tinha arroz, naõ tinha cha, se tinha estes, naõ tinha lenha ; hum dia pois Lvado o arroz para por ao lume, ficou com a boca aberta, lembrando-se, que naõ tinha hortaliça, para comer com elle, e viu hum diabo, a rir-se muito disto» 150 O Auctor da matança : foi ajudante general do general patriota Hurnvu, que ,. • * p depois foi o primeiro imperador da casa de AUm. Tendo o Tartaro reinante posto bum Tartaro em cada dez casas de sete metropolis do Norte, devendo dormir cada noite em sua casa, com intençaÕ também de confundir as gcraçoSs, Len-po-ven escreveo cartas circulares, para que aos 1 5 da 8a. Lua cada dezena matasse o seu Tartaro, lançando hum foguete, o que feito ficaraõ os Cliiuas de posse das sete metropo¬ lis; restando ainda hoje a duvida entre os homens do Norte, qual dclles serà mestiço Tartaro, e qual naõ. 151 m-A O Homem marítimo, ou p>ixe: vindo a terra comprar técido de bjunbú, e hospedan¬ do-se na loja, para pagar ao patraõ, pediu huma tigela, que com lagrimas cncheo de pérolas, c lha dco. Çgj, Cuei-io Almas das almas defuntas; mui infesto : entre as muitas exquisitas artes 152 de fazer mal, fingem-se moças formosas, dando cha, ou outro liquor; c quando apparCcc na chicara a figura do sugeito, que se chega, ferem a figura, c fica elle ferido. ,.3 mt O Timorato raposo: tendo hum lavrador comido o seu jantar de huma panela, pondo-a de parte, foi cavar : entretanto vindo hum raposo, c mettendo a cabeça na panela, foi co¬ mendo, mas ouvindo huma enxadada, foi a levantar «cabeça, e levanto, também a panela; naã sabendo, para onde fugir: foi pois observado, e perseguido pelo lavrador; dando em huma pedra, e quebran- io-sc a panela, fugiu lijeiro, naõ deixando de observar a c-xada, , v vinha o lavrador : passados
  • Cap. rti. Extractos. 317 Minos, convertido em génio, foP tentar hum» moça, (o raposo he luxurioso, ) c dizendo-lhe esta, que estivesse seguro da sua protecçnS, pois que nada temi*, respondeo, que era verdade, mas que lembrado da enxada do lavrador, ainda estava com medo delle: por isso avisou a moça a hum homem da casa, que estivesse com ella, com huma enxada na uia6, ate vir o raposo; o que feito, vindo elle, c vendo a enxada, fugiu, e nunca mais voltou, aiadaque no estado de transformaçaõ naS podia ser o (fendido. FABULA. 154 Mo fâfc ÉL jfc 3$ G°-honm> e Niu-im. As Infelizes: foraõ dadas por Iau. a Xnn, junto com o reino, pela inhabilidade de hum irmaõ, que tiuhaó : e na morte de Aan o im¬ pério foi deixado a hum estranho, porque os filhos das duas irmans eraô inhabeis : por isso ellas derramaraô lagrimas, que cabin do sobre os. bambhs de ^ ^0 ficaraij com malhas, que ainda hoje conservaõ. 155 Mo Hou-i Arquista : havendo naquelle tempo nove soes, com os seus tiros derribou os oito, que agora faltaõ, e querendo ser immortal, foi buscar o remédio a hum monte, donde voltando com elle, sua mulher |g por fraude lho tirou, tomou, e logo foi transportada para a lua, donde com retroz encarnado, liga os futuros consortes pelos pes : e elle foi morto cc m hu¬ ma setta, em cujos tiros era taõ destro. 156 Os dois Pertendente3 amigos : indo para a corte a per- tenções, veio n’hum deserto huma taõ fria neve, que estavaõ em perigo de morrer de frio ambos, por falta de vestidos quentes: á vista disto o segundo se despiu, e deo os seus vestidos ao primeiro, a fim de naõ morrer, c se deixou morrer : sendo lam-kio-gai promovido depois, sustentou a mãi de C0) e lhe obedeçeo como a sua. 157 O Fingido morto: passeando por hum iuonte, viu huma mulher abannando a huma sepultura, e chegando-se-lhe, perguntou o motivo, ao que ella respondeo : Mandou-me meu ma¬ rido, aqui sepultado, que naõ me ausentasse da sua sepultura, em quanto a cal delia naõ estivesse secca, e querendo eu voltar a casa mais cedo, abano-lhe, para que se seque mais de presssa: voltando Choum-r.u para casa, contou o caso a sua mulher, a qual desapprovou muito o comportamento da viuva, mostrando pouco
  • DA FABOLA. affecto ao defunto: passado pouco tempo, C/ioom-çu morreo, tendo sua mulher promettido de naõse ca¬ sar mais; tendo-se porem namorado de hum discipulo do marido, e vendo-o-afflicto com dores de l>ar~ riga, lhe perguntou, se naó havia remedio para aquella moléstia, e respondendo clle.que miolos de coute era o unico remedio, ella abrin o caixaõ do marido, ja pregado, para lhe tirar os miolos; mas com gran¬ de sorpresa sua, o marido se levantou, e ella fugindo, se foi iuforcar envergonhada-: e Cfio im-ç i fazendo de huma tina tambor, cantou ao seu som esta historia: passando depois pelo rio oriental, hnns peixinhos, que estavas quasi no secco, lhe disseraõ : Se tu podéras fazer, que o rio Occidental communicasse com este as suas agoas, nos livrarias da morte, qne nos ameaça: e annuindo Choam-çu a esta sup- phca, soccorreo os desgraçados peixinhos, do modo que dcsejavaõ; em fim sonhando, se transformou em borboleta, e declarou, qne entaó existia a verdade, c qne antes naõ era mais, que huma borbo¬ leta, sonhando, que era homem. 158 H0 -'0' Qê. O Adevinho invencível: vivia á borda do mar, no tempo de Tam, e vinliaS os pescadores perguntar, onde deviaõ pescar, e faziaõ por isso grandes pescas, o que observado pelo Draga5 Neptuno daquellc mar, pertendeo impedir, naó ficasse o mar sem peixes; veio pois ler com o Adevinho, e lhe disse : Se es ta 5 habil, dize-me, quando ha de chover ? respondeo : Abuanbã choverá muito : Neptuno fiado cm ser o administrador da chuva, disse : Apostemos: respon¬ deo : Sim. Voltando ao mar, reccheo ordem' do Rei do Ceo Jl para dar chura no dia sr- guinte; naõ tendo o Dragaõ remedio, deo chuva, mas pouca, c logo se veio gloriar ao Adevinho; mas este lhe disse: Estás enganado, ja o ministro do imperador tem ordem para te matar, por di¬ minuíres as chuvas; entaô que remedio haverá? perguntou. Vai, respondeo, ter com o imperador, que embaraçará o seu ministro : indo pois ao imperador, e pedindo-lhe a graça, este annuiu, e na noite seguinte, prazo da ordem, chamou o imperador o ministro, e com eile sc poz a .jogar o xa¬ drez, estando elle muito satisfeito, cabin ao ministro huma pedra, c abaixando-se como para a le¬ vantar, ficou immorel por algum tempo, pensando o imperador, que estava dormindo; dahi a pouco se levantou mui suado, e o imperador lhe limpou o suor : tendo-sc este retirado, veio a alma do Neptuno, e lhe disse: Tendo promettido de me salvares, ainda em cima ajudaste o ministro, limpando- lhe o suor, depois de me matar; soffrcrás a mesma pcnna; e foi-sc. Assustado o imperador, mandou, que o primeiro, e segundo ministro estivessem todas as noites de guarda a porta do paço; ate qua /fi"=-' VOltOU d° 0ccidunte com » Escritura de Fo, quando a perseguição da alma cessou; eis o principio dos erpiritos da porta.
  • 37 J Cap. VII. Extbactos. 159 Lao-Çu, e seus génios, patriarca da seita de Tau : nasceo no tempo da dynastia Chou, de baixo de bum abrunheiro; nasceo pelo sovaco, com a barba branca, porque esteve no ventre £0 annos, c viveo 808; sete dos seus discípulos, e algumas disciptilas [ assaraÕ no estado de Beatos, ou genros : passando estes a divertir-se no mar Oriental, o Dragaõ Neptuno sabendo, que cada hum devia possuir a sua preciosidade, os acommetteo, e saccou o compasso mtisico de hum, com que paraõ os terremotos, e o bordai* de outro, que tinba sido coxo, com que se abre o inferno, para livrar as almas : a vista disto, os Beatos vieraõ para terra, e atiraraó com os montes para o mar, e bum tocando a agoa com hum precioso lenço, se scccou, e se recobraraõ as preciosidades extorquidas: e para qne o Neptumo na5 morresse no secco, hnma Beata de Fo aspergiu aquelle lugar com o seu byssopo de salgueiro, e o mar Oriental foi restabelecido; chegado o termo da vida mundana de partiu para o Intendente do resisto de IS) ^ Híi . Observando este dois raezes antes hum ar vermelho da parte do Oriente, logo percebeo, se aproximava algum Santo; sahindo pois a recebe-lo, e encontrando-o, lhe perguntou Z»o«-çt/, como soubera, que elle vinha, e respondeo, que pelo ar vermelho, que observara; logo lhe entregou os seus livros, para se instruir na-sua religião, e passou para o Occidente, onde foi visto muitas vezes a cavallo em liuma vacca azul. âi O Ambicioso dcsenganndo: indo |iur hum caminho, encontrou hum velho c com elle se lamentou da sua pobreza, a pesar de ser estudante, e o velho lhe deo hum travesseiro, que deveria ser o seu allivio; voltando pois a casa, quando punbaõ o arroz ao lume, se encostou no travesseiro, c' adormecendo, sonhou ser elevado a tniaistro, e gozar desta grandeza por quarenta annos; acordando logo, c sabendo, que o arroz naõ estava ainda cozido, disse eomsigo : Taes sag as grande zas do mundo, que passaõ mais de p: essa, do que se coze o arroz; c na5 pensou mais em grandezas, nem riquezas. IH O Famoso imperador: querendo averiguar, qual era o real ponto do nascimen¬ to do sol, caminhou para o Oriente, onde encontrando mar, c naiS podendo proceder, veio hum homem batendo nos rochedos, os fez saltar m r elles eotu hum vara” dc ferro passou o imperador, ate ver o ponto Oriental; e voltando depois para o Occidente, >! qual era o monte do verdadeiro nccaso. Tendo o imperador C'/iin conserratlo o adinir facilmente a muralha da 'Furtaria, o que feito, o liotnem do Oriente vei l , 5 sei bordão.
  • 380 DA FaBI'LA. 5§5; ;!Tê A Friuce/.a flaulista, que era capaz de attrahir a aguia com ,o sen toque.- of- 16* “Vg » /r-V f ^ ferecco-se hum flautist.- para casar com ella; mas sabido isto'por ^ , se vein oircrecer, dizen-- do: i'i .53 pr is ;»v Vir a aguh, eu posso attrahir os geuios, c espíritos: e por este inerito, te- * ' n preferencia; foraô ambos transportados vivos. O Gciferal resgatado ■ tondo sido aprisionado, voltou <> cava]lo a ca¬ sa, 8 « rnulber proraettso sua filba ao liomcm, que fosse resgatar o marido : voltou enta5 o cavallo, e cm pouco tempo trouxe o General livre; naõ se julgando com tudo a mulher obrigada á promessa, naõ entregou a filha; mas o cavallo nunca mais quis comer, e chorava: ent iõ lhe disse a mulher : Em vaõ pertendes ter direito a minha promessa, pois na» es homem; mas continuando elle na mesma teima, o General o matou, esfolou, e poz a pelle a enxugar, a qual logo indo embrulhar a meni¬ na, com ella voou, e se transformaraõ cm borboletas anãs. 164 O Feiticeiro do pichei : divertindo-se hum na praça, observou, que hum ten- deiro de drogas as recolhia, c a si também em hum pichei, e conheceo logo, que era hum Beato ; chegou-se pois a cile pedindo, o admittisse por seu discípulo, e o admittisse no seu pichei; conseguido • isto, vin no pichei outro ceo, e outra terra; depois lhe pediu, lhe ensinasse a encolher as distancias das terras, que desejava ver, fazendo as chegar ao lugar, ondo estivesse : o que feito, visitou, facilmente toda a terra. 3LH O Eremita do pato: sabendo o rei da. virtude dc Vam-k'iau, o mandou chamar, e aparecendo elle de repente, sem saber como veio, o mandou chamar outra vez, e poz geute a es¬ preita : viraS os espias, que vinha voando, montado em hum pafeCe o dissera» ao rei: e este mandando-o chamar, depois pela terceira vez, e armando-lhe hama rede, cabm com effeito nella; mas desappareceo, e o pato, em que vinha, se converteo era çapato, com quem tem semelhança. 166 E, ° Borrifador: era him eu pregado de província, que vindo a corte, o impera¬ dor lhe deo hum copo de vinho, que elle borrifou, e sendo estranhado, disse ; Foi para apagar o fogo, que pegou n’hutna cidade de St-chonn: com effeito passados dois dias, chegou a noticia do incêndio, que fôra apagado por huma chuva, que veio a proposito. 167 -fis ■{§■ Hoan-M»' O Homem do papagaio: hum dia encontrou hum genio, que lhe disse : Aos “ da nona Lua, soffreris huma calamidade grande : perguntou : Como poderei evita-la ? respondeo : Naquellc dia sobe a hum alto, bebe vinho com artemísia, e latga papagaios. Chegado o dia, e ob¬ servado o mandado, voltando à noite a casa, achou as. galinhas, caês, v porcos todos mortos; suptê- - se, que sc estivesse em casa com a fumilia,' morreriao todos.
  • 5 81 cps. rn Extracts IS8 $*k Ki-litn O Eremita dos Foguetes : estando no deserto, vivendo junto a outro, «ste se queixou, de ser inquietado das almas, para cujo remedio, o nosso erimita botou polvora eiu canudos, que tapou, e botando-lhes fogo, com o estouro, escamugio as almas : e isto se pratica ainda. 169 O Magico das laranjas: indo para a capital, encontroivso com os que levara o presentes de laranjas para o primeiro ministro, e compadecendo-se delles, os ajudou, levando-lhes por algum tempo os cestos: repararaÕ os carregadores, que as laranjas ficava)! por isso mais leves, com todo apresentaraõ-nas; mas sendo descascadas pelo ministro, se acliaraS ôcas, e os carregadpre» attribui- raó a culpa a Co-çu, o qual buscado, replicou, que as laranjas estavaS ocas, porque o ministro o estava também, e pegando n’huma, mostrou, que estava sólida, o ministro enfurecido, lhe mandou dar pancadas, « elle dormia; o mandou degollar, e a espada naõ cortou; o mandou queimar, e elle fugiu da fogueira, e se foi esconder entre hum rebanho de cabras; e naõ sendo achado, se mandaraõ de* gollar as cabras. lamentando-se depois o dono, Ço-çu uniu as cabeças aos corpos, trocando muitas vezes as dos bodes pelas das cabras; por isso agora também as cabras tem ás vezes barbas. 170 Cuon-lu, Adevinho pelos diagramas: vindo o mancebo ^ a elle, para saber da sua morte, aquelle lha pronostieou para dalli a tres dias; o que sabido pelo pai, foi repre¬ sentar logo ao Adevinho, qne sendo o seu filho npico, lhe ca indispensável, e que lhe ensinasse o meio de revogar este destino; ao que elle respondeo : Vai a> monte Sul, levando comtigo vinho, e aili encontrarás dois homens, jogando o xadrez, hum vestido de vermelho, qne lie o rei (eslrella) do Sul, que preside a vida, e o outro “de verde, e he o rei (estrclla) do Norte, qne decreta a morte ; chegado a elles, pde-Ihes o vinho ao lado, e logo que bebaõ, far. a tua petiçaftt tendo tudo isto sido observado pelo pai, e tendo elles bebido, sem o advertir, disse : Peço, me soccorraõ neste aper¬ to, e mudem o fatio de meu filho, que sendo único, he desgraça morrer de 19 annos : o rei do Norte então abrindo o sen livro dos destinos, achou ser verdade; mas o rei do Sul, tendo bebido o vinho do pai, se viu obrigado a favorecer o filho, conhecendo bem, qne este foi artificio de CuotP-lu, eacreveo pois no livro hum 9 antes do 19, que vem a di/.cr 9 vezes 19, e 9, que s»5 99, qua foi a idade do moSO Gtw. m í# A Deosa dos peeegos, a impearatiz mii (celeste) : nos tempo d’hum imperador da oasa de Han, apparecco, offerecendo-lhe peeegos; a querendo elle deixar os caroços, para semear, lhe dis¬ se : Inutil he, pois que naõ lauçaráS flor, se naí díiqui a tres mil annos; fruto dahi a tres mil, e se ama¬ durecerão dahi a outros tr
  • da Fabula. 382 ''2 ^ A aadoriahs do pente, «iume : Undo bum imperador bin» ham rico aento de cabello, a Imperatriz indignada, foi para o quebrar, do em hum* Boceta, e íe sonverteo em andorinha, quo voou. dado a hunift eoncn* quando estava grania- 173 ^ ° Duende queimado : foi hum duende, qu« app#r8ceo no paço do em Nankim: «atando o rei em conaelho, defrontada janella, passou pelo ar bum homem, e f„i p0's„ perto; os miulatroí o tiverafl logo púr hum genio, e o foraS leceber, e adorar; do que indigna.o o rei, que o tinha por duende, o mandou apanhar, e queimar fora do paço, onde foi pessoalmente : aeccn- dida a fogueira, o duende foi subindo, assentado no fumo, e voltando o rei, o achou á porta do paço, vi¬ sível só a si : isto o assustou tanto, que foi levado em braços, para o paço: dahi por diante comendo, e bebendo, dormindo, e acordado, o estava vendo; com o que ficando mui magro, os ministros querendo-o desenganar do seu perigo, lhe presentaraS hum espelho, para que visse a sua magreza; mas nelle nar» viu, senaõ o duende; persuadiaó-no, a que lhe pedisse perdaõ, para melhorar; mas elle quiz antes mor¬ rer, do que faze-lo. 174 7^0ÍS 0 Noivo da Prim»-' seodo encarregado por sua tia paterna.de procurar hum gcn- ro, perguntou, se hum como elle bastaria, e respondendo a tia, que naÕ o esperava taõ bom; se foi, e. logo voltando, disse : Ja achei hum, que he tal, qual eu sou : E he rico ? perguntou; respondeo: 0 mesmo, que eu; « tendo pedido arras, lhe trouxe hum espelho : em fim no dia do casamento, appareceo elle mesmo para ser o genro, e chegados a casa, disse a noiva : Antes cie me tirares o veo, (naõ transparente anti¬ gamente,) ja sabia, que eras tu. «. fi® Chim.tu O Bonzo da tigela : encontrado por hum juiz de fora, lhe perguntou, que habilidades fazia, e elle 'pedindo agoa na sua tigela da esmola, e fogo, fez nascer huma flor de trate 176 00 Si-chau Allumiar com ó rabo da vacca de tree cornos, indagar vidas alhens aabeodo hmn homem, que no rio em Nankim, havia muitas maravilhas, accqndeti hum rabo de vacca tricornea, e foi yer; mas os gepios, ou bruxaa lhe disseraõ ; Para que no» vens incommodar, nós ca temos as nossas coisas, e a ti que te importa ? 177 ffip Vei-to O Provedor de Po, general do rei da índia; foi mandado ir buscar o princepe Po, ou Iiudha, que tinha fugido para o ermo ; chegado nlli, ac’uancio.o coberto de neve, e lem comer, correo a buscar-lhe de comer; ma« Fo na5 aceitou, e passou aos ea .. . Trf-to he reputado agora o provedor dos pagodes de Fo, 178 ^ ° Ban o do çapato: sendo muito estimado do imperador, dois génios transform-
  • 383 Cap. VII. Extsactos. dc caracoes lhe armaraS huma ***5 , finglndo-a. hum bonzo,o outro a imperafi-., sc poscra* co¬ de haviaS de ser vistos pelo imperador : este observado isto, dep ordem de apanhar o bonzo, mas este apercebido, fugiu, deixando hum Sapato.,na estrada, por eujg motivo os sapateiros saS seus devotos : che¬ gado porem a hum rio, e naõ tendo bote, deitando na agoa huma folha de capa, nella passou o rio para a índia, sua patria, e encontrando o principe China, que vinha de volta, lhe entregou o seu leque, que pendurado no paço fez cessar o encanto. O imperador reprcheudendo a imperatriz fmginda, rcspondco, que tinha sido forçada, e cessou a ira contra a verdadeira. -jYfc o bonzo pregador : naÕ sendo attendido pelos povos, foi pregar Í15 pedras, e *- cenando estas com inclinaçaõ, os povos o accrediiaraô. o Bacharel Leu : nai podendo examinar-sc de dontor, foi hum dia divertir-se 180 e,n Nankim’c vei0 a clle lmn,a dras°a’ convidando'°a ficar com clla de ZJZ "IS *-«* ♦ «** .»*• ■**•.«■* »?***• ,e ...o»,!, » g-'». . <-«* '* • “ "" ’ . .... «I <« * *“■ • .«eta' » vt» V •*>» ~ “ seus ancoradouros; os holes de bacharéis saS exçeptuados desta brincadeira. No-cha O Homem fantasma : foi no ceo filho de Li-c/Um (ve fab. 139) : fazendo muitas 'desordens, e querendo o pai ma.a-lo, separou a propria carne dos ossos, e entregou aquclla â mb, e estes a, pai, e foi ter com fu; que compadecido deile, lhe. deo folhas de trate por carne, c hastes por ossos, e voltando ab pai, pertendeo mata-lo, naõ se tendo por filbo ja; por isso aquellc recorrco a Fo.que lhe deo huma torrinha, com a qual se livrou do. perigo. Teudo Vendam perdido seu filho, pela crueldade de Tan-ki, e tendo-se esta convertido em'génio man, enviou Fa a á terra, na figura de menino, o qual tendo sido achado no monte por Ven-vam, o criou como seu terceiro filho, quando SC levantou pois o segundo filho Vuaam contra Cho», Tan-ki se converteo em genio, e No-cha foi ca¬ pes de apanha-la, e extinguida, e entaó voltou ao ceo; hoje sc chama AWfi», quem obra dout.va; parecendo na» ter coraçaõ, como elle, que nao tinha corpo. M Icn-lo hum O 1.U das almas:Ten,lo morrido hum vicerei cujo filho era ,92 l BcR ia a ser julgado, por ter movido huma guaruiga» sem aoto-vieerci, appaveceo ao «h
  • da Historia. ntste; porem prepara huma sala para juízo, e tu assistirás; principiado o juízo, disse o juiz ao vicerei : Estas Imas elatnaS contra ti : vicerei : Sem razaó, pois que naS fui eu, que as matei, mas os piratas : «|. Pias : Mas se naõ nos movesses injustamente, naõ caliiriamos nas suas maõs : cntafi o juiz sentenciou o vi- erei, a ser mettido n’liuma caldeira de azeite fervendo; o que vendo o filho, deo hum grande suspiro, e tudo dcsappareceo, c só ficou o pequeno magistrado morto, que era buma transformaçaõ do Juiz das almas : soccedido no império de Kien-lum : mas a doutrina de dez juizes das almas lie do tempo de Soei. 183 3E? O Extasiado : indo buscar lenha ao monte com huma fouce, encontrou dois ho¬ mens jogando o xadrez, e quando ainda naõ tlnhaõ jogado meio jogo, perguntaraõ ao homem, que queria, elle respondeo, que queria lenha, c de caminho ve los jogar, mas elles disseraõ: Vai-te, que he tem¬ po; voltando elle, reparou, que o cabo da fouce estava ja podre, e chegando ao lugar da sua jiasa, naõ a achou, nem ninguém conhecido, pelos muitos annos, que tiuha gastado fclizmcnte no monte com os dois, que eraõ Beatos. ,, IJ: 184 Tam-mim-hoam, O Lunar comediante : subindo á lua, foi passear ao’pahi- , cio, onde viu estudantes lendo, e comedias representadas, em que-entravaõ mulheres, e voltando ensinou c« homens, a representar semelhantes comedias: e porque se atreveo no palacio a beliscar a face da rainha Suga, esta naõ permettiu a mais nenhum mortal hum igual passeio.: se faz disto. memória aos 15 da oitava Lua. 185 M- © °Noiv9 dcsti,,ado: viu hun> dia 8 Velha da lua % M , que lhe deixou cahir hum livro, em que estavaõ alguns fios de rctroz vermelho, e perguntando-lhe, que retroz era aquelle, : espoudeo, qne era, o com que ligava os pes dos futuros consortes; pelo que hoje a casamenteira se hama Velha da lua; e perguntando-lhe, com quem o tinha ligado, respoudeo, que com humH menina de ires aunos, filha de hama vendedeira de borialiça, á porta septentrional da cidades e indo la ver a uenina, a achou feia, e de vil nascimento; por isso a mandou matar : c com e(leito hum assassino, a . ,içou na testa, e deixou por morta. Sendo Pei-cw despachado juiz de fora, o Corregedor da cidade lhe deo por mulher huma moça de 17 annos, que elle tratava por filha : observando porem,-que a menina tr»:ia na testa huma flor artificial de papel, de varias cores, lhe perguntou,a-causa deste novo adorno; e respondendo ella, que era para encobrir a cicatriz, que lhe tinhaõ fe'to em pequena : cahiu na conta, e reconheceo o poder da Velha da lua. Hoje as mulheres usaõ de hum adorno semelhante. 186 [M] ’ ^ O Bonzo transmigrado : indo o bonzo luen-ço passeando com lÀ- iuen-xan, e encontrando hums mulher pej*da, a tirar agoa, disse o bonzo : Alli teus aquella mulher
  • 385 Cap. til. Extractor. , \ ;>t 111 Ires annos, a esperar por mim, vai-te tu, e passado trts dias volta, que eu hei de rir-me pi.r. ti : e passados 13 annos, irâs a índia, onde me encontrarãs.Passados pois tres dias, veio Li a casa da mulher, que tinha hum menino, que estava chorando; mas ao vê-lo, se riu; donde cntendeo, ser elle o l.on*> transformado, e *c foi; passados 13 annos, foi Li a Indh, c ao pi de huma rocha encontrou hum bomo, que lhe disse : Em tres differences vidas me tens mcontrado aqui, vindo a visitar o Pa¬ gode de Fo, na primeira vida eras sotovicerei, e na segunda eras escrivaõ, e a terceira he a presente; c sempre temos sido muito amigos. 1S7 0 Me
  • ba Fabula. 3^6 vez, assenton poupar por dia doze reis, pertendcndo fazer os dez taes no fim de tres annos; mas na5 foi necessário, porque ella se namorou delle, naõ obstante a sua pobreza, e se casaraõ, ficando o azeiteiro tido por feliz pertendente. 191 Tudo a vontade : estando tres homens conversando, disse hum : Eu quizcra ser cor¬ regedor da cidade de //iam (em Kiam-nam;) o outro disse : Pois eu desejara ter cem contos de reis, (dez myriades de enfiadas de mil sapecas;) o terceiro disse : Eu quizera montar cm hum cisne: entaõ repli¬ cou o primeiro : Eu quizera montado no cisne, com cem contos de reis, ir ser Corregedor de //iam. 192 A Nympha do çapato: andando brincando bêbeda nas regiões celestes, cabin, lhe hum çapato, que cahiu na cidade de Po-iam, em Kiam-si, e formou o monte, que alli existe. 193 "j"* flík A Meretria dc estímulos: sendo mui formosa, se casou com hum pobre homem, que pensando ficar rico, a vendeo por mil taes : querendo pois entrcga-la, fingiu ir passear cm hum bote com ella, e chegando a certa bahia, a mandou passar a outro bote, que alli estava; per¬ guntou cila o motivo, e respondendo-lhe, que a sua pobreza o tinha obrigado a vende-la, replicou ella, que se era por dinheiro, ella tinha no seu bahú oito bocetas de ouro, c pérolas; c pegando ncllas, as botou ao mar, e a si mesma; e vendo o marido, que ficava sem dinheiro, e mulher, se enforcou. 194 “h® Salgueiro do altar da luxuria, adultera: havendo hum marido ido fa¬ zer jornada, c voltando, achou que sua mulher fora infiel, c voltando se para hum salgueiro proximo ao lugar dos adultérios, lhe disse, alludindo á mulher : Estando tu como sempre ta8 viçosa, (femenino,) qucin sabe, quantos teraõ apanhado dos tens ramos ? 191 m yjpj A Ourangoutanga de T’um, gritando: tendo pedido a hum bonzo hum bracelete, para se casar com hum magistrado ■ passando hum por Turn, pensando ser huma moça, a tomou, e com ella viveo, em quanto esteve naquelle lugar; mas voltando ao estreito T’um, a mu¬ lher desappareceo, para visitar as companheiras, o que nao entendendo o magistrado, consultou ò bonzo, que pelo bracelete conheceo, c lhe declarou, quem era a mulher; do que desgostado, se foi, sem esperar por ella : depois de embarcado, vindo ella, c na8 o vendo, se poz a gritar por clle atè agora. w mm Casa donde se apanha» a$ estrellas, (altn) i houve hum menino, que naô podia fali ar; mas levando-o para o andar de cima da alta casa, deo com a cabeça no Sobrado, e faliou logo, dUendo *• He este andar de cem covados, tao alto, que se podem apanhar as estrellas; na quero chorar alto, naõ me ouçao os génios.
  • 36? Cpa. PU Extracts» .97 W&M Bordar com fio de ouro, preparar o vestido nupcial, ajudar, c uaõ aer ajudado : tendo liuma moça pobre ajudado muitas a preparar os seus vestidos, para casar, enfadada disse a m3i: Estou ja cangada de rj’dar outras, sem qua nunca me ajudem a mim. o Si, ie.ro tinge o vestido, serás doutor : indo hum moço por baixo de lu.m salgueiro, ficou-lhe o vestido azulado, e z-nga.-Jo-se elle, hum genio lhe disso : Na5 te enfades, que isto he presagio de gráo de doutor; e com effúto o foi. ífcEtS O Genio do mente Medio #Ul em Xan-si ■■ indo alli passear hum nobre, que depois foi o primeiro imperador da dynastia Sum, o achou jogando xadrez com outro, e mostrando o nobre, que entendia de jogo, Chen-hium o convidou a jogar a dinheiro, e tendo perdi¬ do muitíssimo, lhe disse : Impossível he, pagares o que me deves; porem faz huma escritura de cessai deste monte, que cu tomo a divida por paga; o nobre facilmente deo, o que naõ era seu, e ausentando-se, se ria de ter enganado Chcn-hiucn : passado porem algum tempo, vendo-se senhor do império, cahiu na conta, e os moradores do monte Medio, mõ pagaõ tributo ate agora. jrt? ^ A Noiva poeta : na primeira ndte fechou a porta por dentro, e quando veio o noivo fUsse : Neõ te abro a porta, senaõ depois de »e glosares hum mote : perguntou : Qual he elle ? raspondeo : Cerro a porta, para expellir o luar : pensmdo, e repetindo o verso por muito tem- po, uaõ o podia glosar : ate que o cunhado auspeitando, que a irmã faria alguma das suas, sc cbe- gol, e ouvindo o verso, atirou huma pedra a hnm tanque proximo, e o noivo glosou logo: Com a pedra atirada se abre o ceo do tanque. ^ /JN A Meretriz esperta t sendo persudida pelos parentes, que se casasse, que o podiTkeTl hum nobre, respondeo, que se o marido era actua.mente nobre, naõ sabia, se o seria sempre; que sc o marido gostasse delia, naõ gostariaõas concubinas; que era melhor ser co¬ mo huma rosa, que .esta na praga, q«e he comprada, por .cm gosta delia, e que se nao vende senão aquelles, de quem gosta. Estando para morrer de vine e quatro annos, e sen o as .ma a „ „„u„, H* - *r— — 9* - ” —• *** e morrendo naquella idade, nenhum se esqueceria. lk a victima do ciume : sendo menina, iuma bonza a pediu para a sua profis- f>02 “J* pl ........... d. ««■.*■*»d.. —•* ^ *«,... i—c ■ >“• d..d. ... M «a*. ■ —» «— • ““ h“ . . ....... 9* dum. cooeulnua di... ..... K» 9- — S““'
  • DA FaBITA- a? 8. thhn, cujo sobrenome occultoii, por ser o se» mesmo : vendo a mulher a sua formosura, e lemlif Klim gramle poder na easa, a poz cm bum repartimento de diffieil communicaçaÕ, passniidolbe ordnu tk naõ fallar ao marido, nem aceeitar carta, presente , &c., sem ser por seu meio : em semelhante conster- navaS a acouselbaraõ, se casasse com outro, mas cila disse: Sonhei huma noite, que tinha hum* flor oa mad, e que logo se desfolhou sobre a agoa, que corria; , o que significa a velocidade da minha vida; indo para outro, prior será, e ainda sc riraõ de mim : com effeito passados ties nonos, mor- rco com prazer da mulher; mas o marido attribuhindo-lhe esta morte, lhe bate», e ella disse, que naõ era culpada; que vendo, quanto ella era insociável, hem mostrava, que havia de viver pouco. >3 'ffêi jÈt1; Chi-tiin O Vomit- ior, U azo de reputaÇaõ : sendo rogado por huma rainha, que foi ao pagode à solemnidade, que fize. se oraçao por ella, este duo huma rclta, e appareceo nu : o que querendo os circunstantes vingar, a rainha os impediu, dizendo, que aquillo figurava, que el¬ la ser homem na seguinte geraçaõ; c em acçaõ de graças determinou edificar hum novo pago¬ de, e fez juntar o necessário: e querendo fazer vir pedreiros, e carpinteiros, o boi.au recusou, e tUe por si completou a obra, içando os materiaes com a corda do poço, faltando porem a estatua de Fo,- tendo comido à farta, vomitou huma estatua de ouro, mas imperfeita em huma perua, por falta de vomito; por isso annualinente se faz a ceremonia de concertar a estatua do pagode do Lado Occidental cm Nankim. 204 MMt, O do Vestido de pérolas: gostando de huma tnoca, lhe deo hum ' de pérolas, c tendo ido para outra terra, appareceo-lhe depois hum patricio, que lhe contou, como huma moça lhe tinha dado hum vestido de pérolas, pedindo-lhe, que, quando voltasse para a patria, lho dis¬ sesse, pois queria escrever á menina; annuiu elle, mas pediu-lhe á sua vez lhe deixasse ver o vestido, que rcconheceo ser, o que tinha dado á moça; voltando pois se queixou amargamente da ingratidau, ao que ella respondeo : Se tiveste razaõ em tr.o dares, por gostares de mim, tamhetn eu a tive, porque gosto dclle. Algumas vezes tornamos a ver as nossas coisas com desgosto. 10Í ||[) cke-iitn-ho O Doutor namorado : sendo doutor, e querendo ser promovido a académico, partiu para a corte; mas encontrando huma meretriz 2|v /j’jl] , dc que go ton, na jor¬ nada, com ella gastou o que tinha, de sorte que nem podia proceder ao sau destino, nem mesmo tinha de que viver; sendo porem Itabil em cantar, inventou huma nova modinha amorosa, e- cantando-a, ga-- nhnva com que viver; passados tempos, a amiga o persuadiu a proseguir na sua carreira liter.ii ia; mas elle respondeo, que namorado dos seus olhos, naõ a podia largar; pelo que ella vasou os-
  • Cap. VII. Exthactos. 3F9 sens ollios, e ellc foi para a corte; tendo pois conseguido o lagar pertendido, voltou á amiga, e se casou com ella. 206 As Encantadoras do monte Vu, ao Oeste d» China : sendo os doze pico» deste monte doze irmans, levantaõ nuvens de manhã, e fazem chover de tarde, fazendo parar oa passageiros, para que passem a noite na sua visinhanÇa : o qne tendo acontecido a hum rei, man¬ dou alii levantar huma torre, chamada /am-l’ai «, JkrnM A mulher do, meloal : passando com hum filho ao collo pelo meloal a- Jhojo; chorando elTe, apanhou huma pequenina melancia, para acommodar o menino; o que observa¬ do pelo dono, apanhou mais melancias, e levou a mnlher a juiao, accusando-a de ter furtado a- quellas melancias: o juiz vendo a impossibilidade de levar tantas melancias com o menino nos braços, mandou ao accusador carregar com tudo, e andar; o que naõ podendo elle verificar, ficou a mulher absolvida; mas precavida, para se anS abaixar mais em meloal alheio, para naõ dar oc- casiaS de suspeita ‘51 iff A Encontrou hum defunto, na segunda transformaçaB se paga, o que se faz 208 3j 1- (yt/ V _ nesta : tendo hum sugeito ido para a taverna na feira, einbebcdon-se, c adormeceo; dalii a pouco vi¬ era'1 dois meirinhos com ordem de prisaS, e o levaraõ a hum tribunal desconhecido, (era o do juiz das almas;) chegado la, encontrou hum antigo amigo, que se admirou de c rcr alii, ao que elle respondeo, que nao sabia o motivo daquella prisão, e o amigo foi dentro indagar o assumpto, depois de o mandar esperar; os meirinho* porem vieraõ logo pedir-lhe perdão do engano, < que se podia retirar, do que elle gostou, pois queria seguir humas meninas, que saliiaõ; seguindo as ireninas, entraraõ todos em huma cova na taverna, em qne estava huma porca parindo, e logo as meninas se converterão em bácoras, e elle tam¬ bém se viu convertido cm bácoro; então ouviu o amigo a chanar por elle. e conheceo o seu erro; e dando com a cabeça na parede, morreo, e foi ter com o amigo,o qual o veio conduzir a estalagem, e restitui-lo a seu corpo, de que andou separado: acordando pois soul?, que a estaiajadeira convertida cm porca, tinha parido huma ninhada de bacoras, da qual morreo bum bacon, que era elle; e como ella tinha ganhado dinheiro, sendo meretriz, agora se havia de dar a si, para ter hun varraô emprestado, para cobrir as bacoras. O Medico das amendoeras : curando doenças graves, exigia ,’os convalescidos, fossem plantar no seu poma, cinco amendoeras, e curando leves, ex.gia so huma : assim fe« hum grande pomar de amendoeiras: a este pomar vio hum tigre, a quem fea nascer hura dente, que lire faltava, e hum draga5, a quem restituiu hum dho. que perderá, «roçava as amendoas
  • da Fabula. 39* por arroz em casca peso por peso; e se algum levava de mais, ara «tacado por lum tigre. 210 ^JJ o Pastor Beato : andando no monte, enoontrou hum genío, que o persuadiu a aprender com elle a ser beato, pois tinha ossos de genio : ficou pois alguns dias, até que seu irmaõ mais velho o veio achar sem cabras, e o reprehendeo como louco, que pertendendo ser beato, tinha perdido o rebanho; mas elle mandou as pedras, que se tornassem cabras, e o irmaõ a» conduziu para casa. 211 ® Pintor do dagraS ; tendo pintado dois dragoês ua parede, na» pintou no olho o azul da menina, e perguntado porque, disse, se o pintasse, o dagraõ viviria, e a pa¬ rede se desfaria, e naõ sendo acreditado acrescentou o azul, e o dagraõ voou. 2|0 fg#0f| O Hospedado pela ameixeira : indo s feira ann iaí do monte Lo- fou, cheio de ameixeiras, em Cantaó, encontrou i tarde huma moça. que o convidou a descançar era sua casa; entrando, vieraS dnas meninas apresentar cha, e vinho, c os dóis beberão eom satisfaçaó ; tendo adoroiecido ate pela manhi, acordando, se achou ao pe de huma ameixeira, e duas pequenas. 213 Os Génios d» laranja, retiro: vendo hum homem huma laranja disforme, a abriu, e achou dentro dois génios mui socegados, jogando os cantinhos. 3ÍÍ7 -TT*- 2Ç Et O Diabo das travessuras : tendo hum velho ido a huma bodêga, fi- 214 "o PI cou meio bebedo, e ia voltando com difficuldade fincado no seu bordaõ; enlaõ veio o filho ao encon¬ tro, como para o ajudar; mas mais difficuldade sentia em mover o bordaõ; entaS disse o velho : Em lu¬ gar de me ajudares, mais me estorvas: e negando elle, conhecco, que era o diabo travesso; sahin- do no outro dia, metteo huma faca no bolso, para picar o diabo, se tornasse; mas sobendn o filho « acontecido antes, foi às horas encontrar o pai, e prevenir o diabo, se viesse; roas eis a maior desor. dem, o pai tomou-o por diabo, deixou-o morto, e so chegando a casa conhecco o equívoco. 2,3 O Genio benifico : O Senhor lio monte da pedra branca, em cose as pedras em arroz, para dar de esmola &s almas desamparadas, e aos 15 da sétima Lua pre¬ side ao conselho de todos os beatos, e génios, sobre os pcccados, e virtudes dos homens, sobre as calamidades futuras a cada terra, e meios de as prevenir : se faz disto mençaõ aos 15 da sétima Lua. « II TLtt As cinco pe Iras transformadas de ovelhas, na cidade de Cantaõ ; antes de haver esta cidade, vieraõ ao sitio cinco génios, cujos vestigios se conservaS em huma rocha piara, procurados porem se acharat» cinco ovelhas, a-, quaes outra vez se converteraÕ em cinco pedras, que hoje se :cha5 perto dos vestígio••, e a cidade se edificou, e se chama ainda hoje cidade das o-
  • 391 Cap. Vil. ExtRactos. velhal, ou dos genius. 217 a sIdea da flor de amen(locirH> casa da noiva s naõ havendo nesta aldea, ee- ua6 duas grandes famílias, os casamentos se fsziaõ somente entre ellas, e como o sobrenome de huma era Chn, e o da outra C/ien, o casamento Se chama hoje SÉ&I® 218 ^pf ° Palacio da abelha, agradecido : estando liam homem dormindo, veio huma moça ter com ellc, e ausentando-se disse : Agora tenho medo de algum perigo, pois soa huma prin- ceza, peço me acompanhes; porem como elle naõ ia, se foi; passado pouco tempo, ouviu hum zunido, e acordando, viu huma abelha embaraçada cm huma tea dc aranha, cm perigo de ser devorada, e elle a tirou, e posta sobre o tinteiro, com tinta formou a palavra Agradecido, e voou outra vez, e se¬ guindo-a com os olhos, a viu entrar n'hurn favo, que estava no alto; donde eutendeo, que a inoça era huma abelha. 219 ígifí Feira marítima de coisas preciosas» muitos navegantes tem ouvido gente no mar comprando, e vendendo, e alguns tem mesmo ido a feira, em que, por huma bagatella, lhes deraõ coisas raras. 2 ’0 ^ Casas da rã de mil annos, coisa fautastica a rã de mil annos de idade, vai para a agoa funda, e soprando para o ar, forma casas altas, e mesmo huma cidade, que he signal dc próxima feira marítima, mas chegando ao pe, nada se ví; isto acontece com o horizonte obscuro. 22. ?cf
  • ja Fabula. 223 7do 1 M + Estamos encontrados: aconimettenlo hum rei a outro, este disse : Porque me acommettcs ? lie inútil : nos estamos como o cavallo, e o boi, dos quaes bum vai con¬ tra o vento, e o segundo o segue; nesta distancia, se nos conquistares, perderás o teu reino, e se eu, perderei o ineu, pois que eu fico no cauto do Sul, e tu no do Norte. Arguindo aquelle, porque na6 ren¬ dia vassal|agem ao imperador? respondeo, que era negocio do imperador, e nnõ seu; perguntando.lhe, porque na1) apparecia o imperador, depois que veio ao seu reino : respondeo, que se tinlia afogado no mar, (tinha-o feito embarcar em hum barco grudado, que desgrudando-se com a agoa, se desfez;) per- guDtando, corno se tinha afogado: respondeo, qne perguntasse â agoa, qne o afogou. Em fim o estran¬ geiro se desenganou, e se foi. 324 'gljÉ Atirando ao rato, tem cuidado, com que atiras, na5 o quebres : bum, qne estava deitado, vendo hum rato, lhe atirou com o travesseiro, feito de barro, e quebran¬ do-se, viu dentro gravadas as letras sobreditas; e indo atirar outro por curiosidade, achou escrito : Jsto confirma o dito do outro travesseiro. 225 M, fH]« í* Abrir a barriga para occultar a pérola, padecer para enrique¬ cer ; vindo à China hum occidental, e querendo passar pela alfandega, onde havia de ser apalpado, abriu a barriga, para occultar huma pérola, que levava; e ainda que o juiz da alfandega foi avisado desta circunstancia, o deixou ir livre, pois que amava mais a pérola, que a vida. •i ’ffli^’ Kim-tu'n, A Balca devoradora: seus olhos parecem dois soes: quando move as escamas, f, z trovoês; quando sopra, faz chover; se abre a boca, tudo entra por ella, peixes, navios, nada escapa : he figura dos harpias. _ Híl \O RRto das 5 habilidades : voa, mas naõ ao telhado; sobe, mas naõ ao cunie da arvore; esconde-se, mas so a cabeça; náda, mas naS passa do meio do rio; entra pelos buracos, roas sempre se vê ; assim lie muita gente. 22. &Jt$! Liu-ki, Trama de burro, no monte A”«ei« vendo o tigre o burro, naõ se atreve a chegar-se, principalmente zurrando ellc taÕ forte ao vè-lo; pàra pois a ver, se cllc vem acommette-lo, c vendo, que naS se atreve, se chíga mais; e ainda que elle zurra outra vez, ja se nag assusta, e se chega ate o tragar : entradas de cavallo. 22. msiEm O Choupo aimrello decresce na lua intercalar : estudante, que des¬ aprende : este choupo, que he duro, cresce huma pollcgada por anno, mas no bisseisto decresce ''uma.
  • 330 Cip. VIL Extractor. 230 C/iun-hhten, A arvore de 16 mH annos, e a hem da alegria pai, e mSi r a arvore Chun aos 8 mil anoos está na primavera : a licrva hiuen comida, espalha tristezas, e trazida pe- las pejadas, parem machos. 231 A Vl'5P* qualquer bicho, leva-o para o seu negra, adoptnr filhos .* nnõ tendo hábil para propagar a especie, mata buraco, c principia a dizer : Como eu, como eu : e passados 7 dias o bicho fica transformado em vespa negra. 232 ^ m Querendo Su lai persuadir o seu regulo, a naõ se embsraqar com ou» tro reino, lhe contou a seguinte fabula do Pescador da ostra: caminhando pela praia ao luar, viu Puma ostra, que aberta ao luar, estava concebendo, quando o milhafre marítimo veio, c a pi u; mas cila aportando as conchas, o prendeo, e entaõ disse o milhafre: Deixa-me, semlS bei fazer vir tres dias sem noites, c has de morrer de seccura; respondeu a ostia : Eu he, que dc fa¬ zer tres noites sem dias, e tu has de morrer presa; nisto veio bum pescador, e levou os dois contcndentes. * mm A R?po.'a á sombra do tigre : tendo hum rei dc Chu mandado hum general guardar as raias do Norte, e sabendo, que era mui respeitado pelos estrangeiros, admirado perguntou ao seu ministro %a! seria a razaÕ, respondeo : Encontrando antigamente hum tigre homa raposa, estava para a comer, quando esta cavilosamente lhe disse r Na3 me comas : porque o ceo me tem feito superiora dos aniraaes; e se duvãh», vem comigo : persuadido o tigre, a foi se¬ guindo, e tendo encontrado vários animaes, todos fugiaõ dc temor: á vista disto, o tigre naÕ se atre- veo a offender a raposa, naõ sabendo, que os animaes fugiaõ por sua causa, e naõ por causa delia.
  • índice dos extractos da Historia, e Fabuu*. 391 ftgg . íí ít 2 -^5: 0 M 3 ¥ 81 *31 ft 4 fM Bfft 5 ê%- * g 6 ft T # Hil r ft=f 8 j|*ft 5 Sf^ SâS io SíSS ^T3E n l^'it ^ íâ ê # i2 m A 13 H £ 14 ££ À Sl/p 15 íH #3 16 ^ tt íó t H =* H#jg « Uft 88=?* «9 §(%« 39 1ê 'Zfr io so MS 41 ^7® 60 íjfrp 3j£ 12 W Ufa 61 féjl 43 ft 63 ^ A 44 31 -4* 63 8“ |1S 69 Í^?P 51 *• *** 5fi UM n 53 ^ »SÍ0 72 ^ 54 H 7s SS A 56 SI "? PÍ 74 ®J§ 56 M ffi ÍP 57 <Ô ffc 76 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 S 7 38
  • Índice dos Extractos. jl 77 97 117 íl5 3i jfò |j| yg ^ 98 ^ 118 à ^ £g jjjg 79 II 99 ^ It 119 #* ® ^ g|) 80 EÊ ^ 100 *f| g & T20 ££ =£ >^ 81 K IS V 101 ^ ^ 1 121 í£ Jg| |S pf g 82 I" 122 ^ pm 83 ms io3 ír2? ^ 123 í£$sí 3Rg 84 101 M » «RS ?gjgí 85 »S?^ 105 ÍH® 125 *^lil jgH gfi f|Hft 9t los 126 fàMft íg $ 97 3í il £ 107 IE TC íít is? ^ % |p§ [Tg 88 £ Ift £ 108 S ^ ^ 128 §1 89 B W l°9 >29 ^ jg 90 jèlH no H í1! ffi 130 S ft ’M flfl 91 ui S S 131 fj£ À ^ ^ 92 ~E 'M 112 jp| Jl 132 J^| 93 113 8 W 133 «& 91 *# 1H '31 II §8$ 95 ãSt^À 115 Tt 135 jam z\ p| m js íí s "5j i$ is M M ¥ ^ ^ 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 m 148 149 ISO 151 152 153 154 155 156
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  • 397 §. 111. ALLUSOES A> HISTORIA, E FABULA. Se tio seio recolher a fama pura, o seu elogio se publicará na bahia, onde voltaõ as perolas: , (magistrado limpo.) 81. (*) Ouvindo de rcpeote o som da espada brandida, (28) assentei incommodar a Vmce., (para vir,) a completar o gosto (do pobre,) que apara a e- clialota, (para hospedar.) Quanio mais que tendo sorvido o rio Occidental, parece, naõ poder dizer, que soffro a seccura da rodeira. 1-57. Se eu levantar a cabeça, e respirar livre, na5 me esquecerei de agradecer a Po/o : (conhecia de cavallos : recommendaçaS.) Senhora menina, deve passar para mim, para que o Astronomo Nun cum avise o imperador, que na Lira lia hum vapor extraordinário: (como a- conteceo, quando desceo huma beata a casar com .zK.) EsforÇo-me ao projecto da ave princesa, (afogada, e transformada no mar Leste) de entulhar o mar [com pedrinhas, que nelle larga,] cangando-se a voar; [para se vingar.] Estando taõ próxima a despedida, naõ temos nos a pena do ramo, colhido do salgueiro, [que se entrega etn tal occasiaõ ?] Ora se o vento naõ prosperasse Chou lam, (gene¬ ral de Nan-kim,) o general estrangeiro levaria as duas K'iau para a sua torre T’um-chio, (para abusar delias) 94. Ainda que o leaõ de leste do rio (a consorte) naõ desenvolva a sua magestade, as concubinas, que a a- companlmõ, sempre tem ciúmes: [inferior descon¬ tente.] Como quem se poõ no monta do gelo, e neve a •ouvir os mystcrios de Fõ. Ora tendo a tua eloquência soccorrido o mundo, ao mesmo tempo que te recolhes no pichei, sinto naS seguir os patos (eapatos,) para subir a casa da 1Ê ®srM-S:if£W44?í- I if t íií 1 St * ® W 7D fi #) M.~ wtmmziiiÊ htl4 IS# (•) Os numeros mostrao u ymt dos Ex true tos allude u sente f t.
  • Allusões a’ Histoma, e Fabula. 393 port» drago», [desejo ver-tc.] 164. Que fortuna, conesponder o poro baixo aos teus exemplos, e gostar desde ja (da sombra futura) do viçoso abrunheiro, (onde estiveste agora re- cordar-se-ha de ti.) Antigamente quando em Cantaõ se tocava a au¬ diência do vicerci, te seguia para la, (nomeados para vacancias,) e agora olho para a tua villa, suspirando por ir ver-te. 216 Tendo tu abaixado a cadeira na tua morada, (84) ainda recebi as pérolas da tua eloquência, bem como o solitário cisne entre o rebanho de galinhas, me apresentas mais hum exemplo de sahir de pó da terra. Chegado o prazo da» abobaras, (opportuno) logo voltarei ao campo (à vida particular: allude a huma alma, que deo o prazo do tempo delias.) Estando para entrar no exame de doutor, doê-me as meninas [dos olhos,] prevejo, naõ subirá o meu nome na torre dos gansos (lista.) Quando quebrada a parede, vas voar aos empregos, naõ te apegues á alegre sldea da terra do vinho, (meretrizes.) 211 Deve-se saber, que Leu-cuei naõ saliiu doutor, e R líHf: ■*** 0 £ jff %>1 M HIJ&rêepltBm os letrados lhe davaõ mais gloria, e Chau-chie sa- hindo approvado, mais baixamente a gente fallava delle; a fama da eloquência naõ está na miudeza de succeder, como se deseja: (na approvaçaõ de outro.) Parece isto os ministros adevinhados, nomeados de baixo da cliavana de aza : por quem foi isto con¬ sultado para por fim concordarmos ? Logo imitando o talento de Su-ma na campaixaõ, a tunica de doutor fica com lagrimas repetidas, mas em vaO se me vai o coraçaó nisto. 72 Dizem a toa, que hum magistrado cantava a for¬ mosura da concubina T’au-ie, como se ella podesse competir com a consorte encostada as flores. Tendo ouvido, que tiveras hum filho, muito gostei, e pensaria eu, que elle logo havia de ser morador do mirante da noite ? (outro mundo.) ^ dP >C jqf ^ ****■! jlíU! pHm $8 $ isn Ê M íj Ui ^ w # 'i yg t 38 ÍÀ @r i® ff1 iig- *1(1®
  • Cpa. FU Alf.usofs m Quando cstndnva ao reflexo da neve na mesa, ou na janella a luz do pirilampo, naosabia a dífficuldade das cortesias nos empregos, [ 109] para imitar a ('hnu ien [lavando a orelha depois de lhe fallarejn em ser imperador. Se Vnue. liberalizar a medida de Cy alqueires, e 4 fantras, como Jan^t (fazia a tnãi do condiscU pulo,) eu iihô sentirei, como o magistrado fazer cortezias* 109 Depois de revolver os livros, desejando ir dormir no jardim das borboletas, imitando a sua alegria; sinto, que os mosquitos, e moscas invejem o seu hospede, e naõ possa conseguir bem a perspcctiva de fíoamleam (soDhando ser ministro.) 160 Se for digno da tua benigna vista, e conseguir a a- gulha de marear, (13) espero que no resto da minha indigna vida, nao passarei em vao os annos, e mezes» Nao ite isto vir o vapor vermelho (de santo) in* sensivelmente, c fazer, que se naõ veja o pó da carruagem ? (sem apparato.) 159 Sendo a doença incurável, naõ posso continuar o fio da vida, e onde acharei a area previlegiada, para manter a vida? [acabados 120 mil annus des¬ truído o mundo, ficara o areal de to, e quem to¬ mar desta area, vivira.) Celebrando os teus annos, devo offerecer-te hum copo, c desejar-te as tres bénçaos, ou felicidades, (que dava a /um,o povo dv Hoa-íom : riqueza, ida¬ de, e filhos.) Bem como se a feia Vu-icn conseguisse a tempe¬ rada banha de Si-xe, para se corar : talvez po. deria occultar a sua fealdade : [assim sou eu a tua sombra] 61 • Quanto á florecencia do ramo, teu neto, e a no¬ ticia de semear morriaó no pagode de Confucio [bacharel,] a longa primavera do tronco se con¬ tará taô durável, como a da admiravcl arvore de mil an,ios- 2ISd- O que quero [mulher,) lie que te naõ descontentes dos farelos, [75] que firme mantenhas as proprie¬ dades do pinheiro, e «cipreste, que eu naõ du- \ vidatei olferecer o copo no alto, para que Mom- ruain se naõ apodere so da fa.na da antiguidade. 92 A sua liberalidade, e gentileza excede o mais ta¬ ful de qualquer bêco de moradores. l*ois que tens na manga a flor cuai, he pronostico de pegares na vermelha cuai da lua : [seras presi¬ dente da academia.] *«**•*31 *H*-- rj ííi 4' í? -ft S S íí ít M4-ZM? #£****& n **«*»*« Aign* Tk ^ >t « d *®=f as j«J§if¥£H m £ ^ é m a %
  • A’ fllSTMlA, E Fab»1.A. 4»» O talento aperfeiçoado ao tratar os uegoeios, qne sc offerecem, he como a sovela, que esti na sacco, cuja ponta deve sahir para fora delle, para se pôr em pe. 58 Para amparar a tsicrtn fiilin, poniit caponsars, e vendo- o de barriga para oar, comendo gergelim, logo o apanhou para genro. Ii | Tenho pena de estar s , e naS seguir os teus a- paniguados, c se for djgno de me admittires, naõ direi, que me falta cege. 28 Ainda que ha, quem me pague o jaatar, e possa, «orno o outro, passar o rio cm huma folha de eanna, com tudo o meu vestido de marta esta roto, e falta-me dinheiro. Ki--u [ca] está sem co¬ res, naõ sei quando poderei satisfaeer o meu de¬ sejo [de voltar a case.] 178 O que temo he, qne eu, como os gafanhotos {pi¬ sados peia ccge,) naõ tenha hombros, que poaaao com a grave cege, [deveres;] mas esforço o meu coraçao, esperando obter o soccoro celeste. Ferguntando-se, se ha maia, sempre imito Cum-srn nm&z *ni a •ÊfMVútii fi! 13* £WSíf-Instil 4tt'S5IÍTSM*f^^Tl ffl •WH#»»1» JfMMIâftsÉgSi no nutrir seu pai Çam-chan (nada te negarei] fendo .» reciproridade dos amigos taõ essencial, faltarh a espada, com qne U icn lim cortou a barra de ouro (para dar metade ao amigo pobre?) entia, que o vermelho s >1 ferisse os olhos, latnen- va. que a constei laçaõ da seccura ( 5 estrellas da virgem) estivesse para dominar, quando a tristera ue Ai, (temia, qne o ceo cahissc,) de repente se dcsvanecco com a opportuna chuva, t) A lei ha muito está determinada, mas depen¬ demos da escrita, ({) preparem-se Cuon-chanv-çu, e o mestre Tu: (penas, c papel.) ieste século florecente, em que ha muitos sábios, -veados tinicorneos passeando, e aguias pousando, se :!e continuo vnu receber os cavalheiros, como imi¬ tarei o outro, que sabia pegando nos tnbcilos, e lançava o bocado? 13 ■' homem inhabit, que recebido a toa, so comprou a jnsti'.H, se se com para com o dos largos discur¬ sos a onvallo, estara menos distante, que o ceo da terra ? 28 )& Z íâtE S® ií it & I T'± n & & rl ifn õ[ et I|i &KMÈZ A •)#I pf pfr $£ £ijsssttí n i?f m [tj Sieu-ho /èi o /tgit/otfor t/n China. [í] 0 ia ntcl/mr Ictrn costumai tt tscreirr a tor tia t/r hum tanque.
  • 401 Cpa. HI AilusS.es Tendo acajip.do os trabalhos literários, fica como o ouro cem vezes purificado, e mais brilhante, que a pedra de Pieii. 01 T - ido cortado o covil dos ladroes, tens^ d mérito de aocegaivs os travesseiros da povoagao. A co o .Í imcaçaá dos amigos exce le a alegria de co¬ nhecer Uan. 13» O undo antes estava deitado, ai ada *qn« n*> tmha "o ra/.er de companheiro do mesmo gosto, entran¬ do' depois no mirante lam, sentiu mais satista- ga >, e gra^a. 103 Quando queria g,.arda-lo, para quando tbesse ns- cessidade, deixei-o, temendo o pensamento de que ha quatro, que o sabem, 51 Por isso imitamos a regra d > Senhor Pm. (na soa sociedade do mutuo soccoro,] e vamos partic^ pando do dinheiro de Paa-a = [houdade doc so cios.] 23 Estou cm huma pobreza, qnc me penetra os ossos, e ainda que procuro todos os meios, sabes tu, que estou, [como Confucio] cm Chen. 18 O correio volta sem nada, nem huuia flor tenho, que remetter, [eomo o outro,] o nisto frustro, » quem conhece pela musica, que o tocador pensa nos montes, ou torrentes : (amigo intimo.) 53 O sol se apressa para o occaso [velho,] ua5 acho gosto, no que encontro, e ainda esperarei ser outro Leam-hce ? [doutorado de 80 annos ] ti}£«í9W!i *£***» f|í ^ ~]~ Jí; 84 «mífi st sustou* AlflfttSílZ _ > Va» -fftt ífeffi 117-^â IS ® $ lã ~‘ fê áí. vf fj fí ffl e ^ M íi À ^ K'» 111 if eo : puout iBu ™ >» j A riqueza da bolsa para inetter na boca, toda está gasta por Fitu-chio e Xcn-nun» 47, e 2 B.ZW irma.is iia.i se daôj e as cunhadas usaõ dc „t J. «*&»»»#«*» '■.... *#IÉÍiÍ*T4tt t _ [f] Alorrco afogado, atracado com huma pnie, yw a rnchtul cobria, ,aca «ei /altar i palavra, fieanchis, assegurarei, que a flor çapateira se naõ murche defronte da casa ? [como aconteceo aos que fizeraS partilhas.] Ai ! atravéSso a manga de seda, para encobrir as lagrimas; aceno, que os tres vezes cinco he o pra¬ zo; ai 1 sustentarei a fidelidade de Vei-xan ? [f] mas temo, naõ me illtida, como outra Tiao-xan. 53
  • A’ Hisiwiia. e Fabula. 4 »2 F.ti tenho cahido em grande pobrera; mas nem por isso me resolvo » ir atraz das liolinhas í a * & n $ íu *± i a at ri sj % n-t, Httitíinmtvz *Píl [t] Encantrandose Coufudo com hum bom amigo fecharuÓ os sombreiros, Para conversar inais fie esprt o assentados, [♦] T t “d) o lob-, as m-tõs curtas, e a taba ceupridas, na des ida a
  • 4»i Cip. VII. Au.vt*on» ® si tê fê s z @ ír&n»® $ ffl 2 ff r$ ft a % 6 tfi >2 '0 3$ S2 A’ presença delia me sinto attrahir, julgo offeiecer* llte a quadra feita á deosa de /© : [Amo-te, sem tc poder gozar.] 97 Sinto a distancia da via trar ao mirante do ceo, prazercs do Venus. 221 Retirado no lugar da expnlsnõ do rroccdilo [Chati- o meu coraçaõ está na liorta de plantar malmequeres, fácil me hé descançar, onde caiba5 os joelhos : em fim em qualquer lugar he para mim o monte dos beatos rom lai. 118 e 109 Com vestidos de cores imitava as representações dos comediantes, [diante dos • pais velhos,] buina tamanha virtude havia de chegar a idade da so¬ brancelha [que he a figura de /^,ow 80 annuos] !)2 Chegada a occasiaõ de sétima Lua,] no dia dos devem todos levantar os copos* a pedir fortuna, e festejar o grande concurso de todos os deos-s no pagode, [a que este he semelhante.] Naõ he génio meu guardar, o que tapa a boca, ^ jtf' ^ Jfyj p rjjj A&4 [dinheiro,] mas gosto de comer bem, interiormente desejo cliegar-me ao lado dos liberaes ; [naõ qnero paga, mas comer.] Hontem vendo as flores de ameixa como neve, e M M M & Z. j§. ® fg j& fg * MM pedir prendas, [aos 7 da $$ £ tf Z ^ W Jll jfcfr Z alegres annos de Vince., vj,. , _ ' o/\ ■*— nrh^mizniâJzír H M íf 1i Sn f pg m & B # ti 4 vendo tudo branco em roda, quiz imitar o pros- peclo do sonho de Xe~hiumt (212) e la á imita¬ ção de Fv-i, fazendo o men epitnphio. [t] Naõ podendo a cada hora dar-nos as maõa, para _t_ *fc,’tClJ /> Ira expoi mos os sntiuiunlos, experimentados ao cantar ÍJo Jjlfj 'j4 /jW pp| F?» do gallo, e ao vunido do vento, e chuva, naõ rr -V jtg £.L J— J-m , tínhamos nos huma conummicaçaS espiritual, (p or wx:4pI -M nu cartas ?) e como agora estamos com tanta indiffe- gj.* -40- .J t, rença, [sem dar as mãos ? ] Jlfl- ^ W- Oueria imitar a tripeça das tres pessoas do jardim, 5U fyk \M -f,V m [Pj p p. ..a, — (de Chan-fei,) para recordaçab dos ties sábios; po- ■“* At /ÍA ÒS. rem desde que conheci a pedra do moute Kim, (Vmce.,) cessaraõ os peixes, e aves, (cartas,) e »„ . . y.=> c iso V# nao sei para onde tia egfie na ca (t) Tendo este advert,dn ,,ne tinha »,n, id, bei.Hice, feo ,/nlop.,,, fae set.iu de medeie.
  • AM Av Historia, e Fabula. Movidos dos sens discursos, qnc crao graves, [+] dcrr&marad lagrimas, e parou a contenda; partici¬ parão [os povos] da musica do sabio, tocando cravo, e representarão a primavera dos pecegueiros^, semeados pelo homem de talento, e desde então as bulhas dosgallos se concluirão, e pararad- 22 /-*« sendo particular, gostava da doutrina dq Ia*, PPiÈ I'l ^ ífj e Xun; sendo pulilico, tomava o império por sua carga, e sendo a pobreza vulgar, e natural mesma ao letrado, lie escusado fallar na delle. ff Ui®» A %&£HnZMfôJL± * nn±z Os negocios públicos estaó ao. meio dia da desordem : . _ ■ . ^ . tiaõ ha, descanço, mas perturbações; por isso prin- fj ^ ÍS »H> *1 lí>l "f pia-se huma coisa, [J] e naõ se «cuba. Nós ainda, que temos as poesias do tempo de 7"ei», c oraçoés do tempo de Sum (materia dos exames nos differentes tempos,) e possuímos a admirarei arte de Mom-tien, (penna ) sempre pedimos a tua instrueçaõ, (||) pois naõ podemos so pur nos compor. Ja que me deste o pichei, (presente de huma rai- m £ 7> fifêlãlfijJiikJÒtiL feZmtè Ifafâ** **, 1“' “IV u ic n t >ir ~t~ _ —» i-w vp nha nunca se esgotava,) e te incommode! pelo gj[ jg.„ tu X ti tlí ri2 t© /<-- jantar; (•) estando farto ja da tua virtude, quan- do me esquecerei ? Desde que cultivei o. tinteiro, uao apanhei mais coelhos; porque na5 «pplicarei o trabalho de exami¬ nar os antigos, (a) á lavoura ? 2 Ha pouco sendo embaraçado por Çam-taj*, (b) me ru~ j. „ achava perturbado no espirito, e me esqueci de % metade dc meus negocios; mas tendo bulido na pérola, como Càarm-i«c, logo me lembrei do que con¬ tava os graos de arropara os cozer (e suce- &««*•) T-frB $£ êéius fsííís#t n Ztt IttZJltínJiWlSk •ta s n #ss oitruy e pet % untou, [t] O magistrado propoz a dois irma5» contendestes dar a terra a Aã, e matar ,«flf teria maier, a alegria, ou a tr isteza do restante. [;] Inventar hu homem de pao em lugar de t>‘m eivo, que acompanhava » cadaver- reputas iilusaõ. [||] Çam-ki foi 9 auctur das letras. [•J Mama de homo, em que Fo juntou 0( perfumes tidos, r nutre a todo o mundo. OJ Também significa a paga do mestre. [b] Ura fv oruo de hum rei, tolheo Mora-çu * Kr empregado.
  • 405 Cp a m Allusoes O que eu queria, era tecer, e formar-lhe a sentença, para naõ arrastar outros; mas inesperadamente ficou por fim hum bollo pintado (frustrado.) Naõ tendo a arte de converter em ouro, nem de cozer pedras, [215] imõ havendo verdadeiro arroz, nao se cozinha, e nad fazemos, senaô de balde estar chorando ao fogaõ. Queres vir montada no dragaõ, [noiva visitando os pais],e voltar convertida em tigre? (levando as coisas da casa.] Em sonhos conseguiste o grande talento, e desco¬ briste a luzente pérola do fundo mar; [+] a tua fama, e eiencia se tem espalhado, e no teu tribu- nft^ (+) penduras azorrafjues de espadana : [benig- nidade.] Ainda que nao exprima o desejo de dar o cozi¬ mento da pane 11 a, (como outros a hum ceneral) irei imitar os montados em cavallos de bamb ’, para que eu de poucas luzes, e estupido va primeiro para a torre do mar, e tenha o gosto de primeiro ver a lua (a ti na tua vinda). Olhando alegre para o pico do monte Grande, (tu,) percebi, que uno podia errar muito o cami¬ nho, (me serves de guia,) tu es o jardim am¬ bulante, m.ô me esqueço dos teus benefícios gran¬ des, eu sou outra herva, e arvore insensível, ainda que entregue em paga este pequeno corpo, naõ te retribuo. lijtt Hif'Sriff Si m ZM.fi fâfilSãZfrrtim l^àt Ainda naõ viste os livros guardados em canos
  • A’ Historia.Ve Fabula. 406 ceo, o que ao papagaio, cnja corda quebra, que se riaõ sabe onde vai cahir. (t) Respectuoso espero, que Vmce. com o raio corte o vento, que corre, (conclua este negocio : ) posso es¬ perar, sacudindo o barrete; (]) pois a amizade de Vmce. be alta, bem como os montes, e extensa como o mar. Antes desvanecido mais, que aquelle, que foi ao en¬ contro de Confucio na sua cege, naõ me falias nos bons costumes arruinados; mas deixas-me ficar na minha antiga vereda. Queria imitar a gallinha, e milho de hien-po (||) nos doze palacios de Venus; porem como a primavera fpatraõ] estava presente, naõ convinha descobrir o nosso brilhantismo, [o nosso divertimento.] da transformado, como o peixe Li da porta de /", pousas, como a aguia na espinhosa arvore, cozendo refresco [§] na villa das Flores, [empregado longe,] para experimentar a habilidosa maõ, que tempera o caldo, [ministro.] Lembra-te, que quan .o as hervas na i rebentão ao sol da primavera, (frio,) e quando esta borrifa a sua neve, o lavrador adeviuha o vigor delia, e se da os parabéns da abundante colheita futu¬ ra. Naõ sei, quando me livrarei destes espinhos, (em¬ prego,) para ir para a borda da artemísia da se¬ be, e beber a vista das baixas coloridas nuvens, a agoa clara do outomuo O ajuutarem-se os ladroes, andando alegres com espa¬ das, foi effeito da publica,aõ da ordem de Cum- sutij [de ua5 os prender, mas persuadi-los;] o dei¬ xarem os rapazes as aves, que estaõ para ter filhos, foi effeito da edificaçaõ grande da humanidade de Lu-citm, agora igualmente florece por ti a paz de noVe annos, e o animo (do primeiro) em Po-hai, «Hltifír £2fS:iitUl 75 êSf ■et z-tt&nzMt mm±z & ifiif transi, m mm ft & êZt-gttjLíç.yi-B 'MêZfè ?.'! í? f OU iM, íj [f] Porque a mulher de Çam, discípulo de Confucio, naõ cozeo bem as t as t an has p ira a sogra y foi repudiada. [t] Hum, que tinha hú amigo ministro, sacudia o lartete esperando logo fromoqaõ* (||) Este piefardn o jantar n hum amigo, que tinha fromettid > vir em certo dia, havia tres annos. (§^ Allude no *i>arrtíf; tie hum fuiz, dt i tio de Cunfuc o} a q>'.m este il.sie : F.u ce, que matas galUnha* com fa: a de mafar bois.
  • «7 Cap. vn. At. lu soes e se rettovao as tres maravilhas do district», [t'J e a fan»» [do segundo] cm Ckum-mo*. A benevolencia da gente dc hoje be lire, com 0 a nuvem, delgada como o papel; quem teia a since¬ ridade de CJíi» 绫, que atirava a roda da cege do hospede [ao poço, paru o hospedar ?] Usando do talento de passar o mar, para pegar era hum pequeno bote, has de poder a remos chegar ao throno ira pera!, («este tempo de paz seras mi¬ nistro.) Depois de alguns copos, sente-se hum calor de pri¬ mavera; entaó se conhece o vinho suave (eloquência) de Choa-Jna, (feito general em chefe de 16 aunos,) e se pode dizer, estarmos ao tempo do sol dos CAa", ministros, [pag. 334.] _ Pela segunda vez. na porta dragoa fazes iaclinaçao, [voltas sem o doutoramento,] a aperfeiçoar-te mais tarde, devendo em claro dia vir a ser doutor, (por merit».) Ka hum mestre cobrindo a cabeça [sem promoçaS,] eiu longa norte sem manhã, e corno poderás fazer compasso no corno do boi, [como o outro can¬ tando,] e receber logo a honra de ministro? Quando te retribuirei, como a cobra com s pérola, e * ave com o bracelete? itnmensa he a minha peaa, e desvanecimento. 125. e 39. Ora tendo voatade de salvar, uaõ tendo a arte de converter em ouro, sempre fica mera arte de her- ra molar, [que naõ falta.] A regra da doutrina do mestre de boa memória aiada me faz no caldo, e na parede lembrar dellc, [como /n« de Xsit, As doutrinas de faot-cA*, e A/»-ri-saõ as mais famo¬ sa, no mundo; (J) sinto ser pequeno, a falto de auctoridade,, de mais na5 posso contender com clles sobre a verdade delias, e ficaõ as minhas sobrancelhas encrespadas de desgosto, porque el- las ficaõ por deslindar. A cada passo quero lactar esta maçi dc escravelbo, (remate, emnrego,) para naõ ter o crime de ser hum espantalho de empregado, pois como posso eu espe¬ rar, que o povo invente * cantiga : Vtaas Taboe? (Os povos de Oeste desejando, que hum general os conquistasse primeiro, cantaraS esta cantiga.) as Aftjmf nmn&zm n%mz->r 461)1 Si Hflil* *síst tit i #è & ta A S s $í *fê ® £ ?■ #r ãmfâM-ftê-tiL §$k’»&&juuftriaz ít] Na *** sear* na> dav* o Hicho. 2. As bestas, e xr<»s naõ fuçiaõ da £r»ut<* 3. Os rapa¬ zes naõ apanhavao os passaros. ft] O jrwirc /W Ann fwe k*í tirVi* Ài embelo &t c*Vç?s pum bnvjicim àc (ndms vr
  • A’ HisTonu.fE Fabula. <08 Parece, que poderemos interinamente tomar hum so ramo, imitando o systems do pardal cochinchina, (pouco me basta.) Cedo desde o tanque imperial, (corte,) remette hu¬ ms carta, (+) para consolar a qoeor fica olhando, como a ave gigante. Tantos trabalhos literários de tres annos, até me picar as coxas, [50] esperava em troco o • barrete de doutor : nunca pensei, qne vinha a ficar abaixo de Sun-xan (reprovado.) 133 O meu perigo era, como hum monte de gelo, ape¬ nas consegui a salvaçaS, ainda com o nevoeiro cobriste o espaço de cinco lis: (bem como o outro o fez, aos que o seguiao em agradecimento.) Aindaque tenho amjgps, que me daõ o seu vestido, e ar ror, para poder ser empregado; com tudo na5 me posso esquecer da fartura, boca cheia do lavrador, e dos cinco salgueiros, (da cassi, do que fugiu dos empregos) Aindaque vase os meus olhos [1C5] nesta cala¬ midade, poderei excitar, a quem tem a paixaô ra¬ dicada? O que te emprestei, ainda que naó valha tanto, como muitas cidades, com tudo naõ lhe aconteça, o que i him-c/toi [94]; peÇo, restitua a pedra inteira ao rei¬ no Chau, [a mim.]'57. Pensa bem donde vem a riqueza, e nobreza : ambas procedem da ajuda de hum dedo [dc quem ajuda, como o que convertia as pedras em ouro.] Queres levar isto a juízo ? a mesma ninharia das abo¬ baras, [207] e abrunhos [$] te causará deshonra. Aindaque pego no rabello, c lanço o bocado, para ajndar o meu amigo, como he inútil a espada de chumbo, sempre venho a ser o caõ no verab, que lança a lingua fora de cançado. 13. «I dtfttttítirf 4 B ® £ & VÊ IfeSf&SAU íttóP, Kl I vtr I If fi j§3?. & «li m fft(ta * ít a« m jh§fjyátítii e m&w.» a #«****#*■* homens, e o segundo hum liberal, que se entregaria da cabeqa ate os pes, para deneficiar os homens. [tj Houve hum, qne atirou m agoa hunta carta embrulhada em pelle de peixe, paru ir ao seu destino, [+] Porque levou a mao eo barrete debaixo de abrunheiro, accusuroò-no de furtar ar ranhos.
  • 409 Cpa. rn ALLOSÔa» Suspiro por meu rntigo amigo, a quem Poh-mu libe¬ ral na'> iguala; mas como está distante como o gan* *o, (23) fundo como o peixe, e tao insensível, que ij.,5 remeUc nem huina folha de cana ? Mas sendo nós, como o cavai lo, e o boi, qne nao *e juntai, seguindo este o vento, e aquellenaõ: como vós passais à minha terra, porque Ue isto? 223 Nnò irei com espinhos ás costas, a pedir peniten¬ cia, para nos uniruios coino os beiços, e dentes, para qne as carroças, e guarda* se amparem mutuamen- te ? 66. e 40. Aud i ir.trigan’e polo meio, que faz, que Xe-th’* m jade.a a injustiça de morrer no cárcere, e 2>«- c/m, conruhina, o desastre de se lançar da janella abaixo. 104. Í330 naô be taõ bom, como desfazer*se da famosa flor do jardim de ouro, e po-la na feira do sol a pino, [quando principia© as vendas, • compras ] Que remedio ! olho, e na > vejo ns tres estrellas do boi úro (no inverno, tempo de casar,) quando no in¬ terior do repar’itnento feminino ha menina sem sobrenome: (solteira.) A hervs lunar do fundo da escada de Iau tem as folhas completas, e n lua no ceo j* está sem duvida cheia, e como na terra hc só meia lua ? [solteiro.] 3. A rique a, e nobreza sao huina leve nuvem, e se nao saft inteiramente vans na mao, nao sai niais, qua hum sonho do ramo do sul. [+] O temer o hospede a talha, ao ouvir que havia de ser mettido nella, foi castigo procurado por si : poderia dizer, qne as trez estrellas do lead menor, [o instruído magistrado,] se mudou em estúpido, ou .diria, que era lei sem sello ? 132. Dar de comer em tres hospedarias, he como a falsa ceremonia de ajoelhar dos soberanos (aos sabiôs;) tuas o empunhar a espado, e avançar, naõ era rerda* deiramente ser hnm criado, qne só fazia numero. 58. W&íJEÍi- I 7>ís-S m £ ® ff Hl 4 fô (i tf] +tii࣮Z4S ti£Z H Ml£l úX&fòfâft í? A-tf-SSít JEHU?-* ■dg, Vtí.ftWZ Êx-ff « [f] Dormindo hnm sonhiva ter casado no piçv, e ser grande$ e acordando, entendeo, qne ir to se re¬ feria a hum viveiro de ferm\gas, que estava n*hnm ramo da arvore, debaixo da qsal i>r .tin. P
  • A’ Historia, e Fabula. 4! 9 Quem pode estnr sem ÍrUm, aindu que sejn sento? e porque dcsgostar-se dos dois ovos furtados? he pena : nnó somente he lançar a trave mestra, por ter hums pollcgada podre, mas hc fazer, que o reino risinho o empregue, e eeri realmente htun for¬ te inimizo. 37. Diz, que atirando a sua cavalleria os seus chicotes, pode cortar o rio, [certo general,] e porque no som dr vento, e ao grasnar do cisne se assusta a sua aima, e foge para (o NorJc ? outro general.) E n quanto me durar o alento, o pensamento de me deitar na lenlia, e ccmer fel, naõ consentirei, que aCTroxe hunt instante. 60. Ko mundo naÕ se pode perfeitamente procurar a sua intelligencia, deve-se imitar o sojro, e sogra, que se f.zem tolos, «surdos; naò ouças, o que se dia no rcpartimcnto feminino. 126 Ao mesmo tempo, que a congratula dos muitos gafa¬ nhotos, (fecunda,) com qne espirito se alegra da sua esterilidade, semelhante a da respa negra. 231 Ditem, que os vapores da azoa eans.iõ obscurida¬ de, e (pie a berra fliirinante naõ tein vestígio» ceriosj mas o lugar das letr s gravadas he o ^mes¬ mo, e está a espada taó escondida, qne se uaO po¬ da achar? 55, De repente foi mordida pelas mas linguas, e ananhou huma doença incurável, c por isso quando nas PÍ7VU z.éí y -it r t- m b "í" fí íii % ft m H. # 9 4 Jfl Z stÇ $ f M lit vs ‘í1 aí aj |tjr \vI ti El v> fh ^ $ 11 X P ÍB? Jg K ** t # !Cf£ «P Ip W® £## 'k ic tt i casas nao havia pegas, [por terem ido faaer a poute] 'a agulha, que havia de etifiar na séti¬ ma noite, esta pendurada : [morrco a menina aos 7 da sétima Lua. 221 O que far. huma quadra em sete passos «piando me¬ de as palavras, precisará que lhe atirem pedra [ao tanque ? para lhe* inspirar» 97. c 20d. Ora sendo h »je os meus an nos, e recebendo as tre tenções do pico do monte Medio, estou naÕ so muito obrigado a Vince, uns envergonhado, na5 tendo com que pagar. ^ Aindaqu# se pode tomar olho de peixe por pérola, a pedra de Iucn naõ he diffiòil de conhecer, po¬ rem talvez eu a julgue realmente preciosa, e infal- lirelmente serei sscartiecido paios intelligences. 33. . SiiubfiíSjf ft íK * Ti ,1 $ ta 5 < ?< # a z «n a a i n f?r a s n ,ít B St ®T {S IS iJ5 í? m Kd #1 fllSâUSSI* «
  • All Cap. 111. Allusoes N’aS querendo tu casar, por sties pobre, e porque teus pais uh5 achariaõ gosto, no que eu lhe apre¬ sentasse, conrem vestir-me de palmo, e baixar-me a tomar o cântaro, e ir buscar agoa, para reformar a lei da mulher. 77. Estudando tn agora, e parando no meio, he como se eu quebrasse o meu tear, [122.] como poderás varrer o coral com h rede ferrea ? (ser grande es¬ tudante.) Aindaque naÕ ternos todo o monte dc guisados (do imperador Chouy) nem o seu már de vinho, entre ns bebidas, e comidas, na5 posso dizer, que naõ ba peixe. Quer dizer, que- o com eber pela pegada, foi desgra¬ ça, e porque depois de tantos annos, e séculos pas¬ sados, (o assim concebido,) ainda he digno de ser o ceies de mil gerações. 2. Nos, ainda que parcccnxfs Corn ç«, coin padecendo-se de len-fioei (morto, ambos pobre®,) com tudo as formigas, que levaô o monte, concorre cada bu¬ tim com todas as forças ; mesmo com bum molho de herva verde, (combustível, que certo accfndeo ao defumo, em lugar de vela,) n.:5 ha d.iíu o idade cm se fazer (o funeral.) Mas ainda que a \irtode, e git em olhar para os peixes no secu>, >occoro o neressitadoJ 157. Na rua falla-se contusamente, hnns contradizem 03 outros, e a final naó sei, quem matou o veado, -ii# iU 1$ tê «£> mmww £ *k. Sfe tí $s 8 $ IIH » ffi ? M T> r»j ti ■ff $ ?§ jèsiií ií a # ^K.sffí s t S f f& 0 *0 ,s ã fè T> '& B'l íta 1 ffl 1 y.#6¥S «tf;? a ?if.
  • A.’ Historia, e Fasuia. 412 Aindaque se pessa conhecer, qual lie a herra me- mcdicmal, sempre he preciso o soccoro de Pie»- chio, para se saber, qual regia5 do ccrpo pode cu- rar. 47. Cahir-lhe as fachas de medo de outro, e descul¬ par- te coin o trovag, he sumrna estupidez de hum beroc. [f] *e ra5 fosse por amor daa provincial, como aem •ansa trouxe a pedra preciosa? tendo-a pois remet- tida inteira para Chau, de repente eriçou de raiva os cabello8, e lançou a barretina. 57. Os amigos de agora sad pela maior parte, como a cunhada de Ch'in, que vendo, que o cunhado era rico, naó se atrevia a levantar os olhos para elle : [respeito] 5y. Nos que hoje de repente se elevaõ aos empregos talvez se verifique, o que no despacho de líium- rhe, que he, naó serem dignos desta honra. 58. Aindaqne perdido como Iutn-ehie, imitalo-hei em íK> « jê ti a s X õf £ & £ ã&ê ÉVÍtftjLêf- y&B sis,?! íS/í^ HWt; H íl )I a í£ Sl iÉ á chorar a falta de caminho ? 101. Outro dia hei de ir atravessar a sala, e imitar de longe a Li, respondendo [a seu pai Confucio,) por isso hoje venho ser levantado pela manga (da proatrafaS,) e ter o gosto de me recolher no teu pa- lacio. Idt'. Fugir do mundo, separar se de companbi.a, nem Ia», nem Xun violentara i a Chu, e iiu ao contrario, por isso a a> e (perdiz) canta: Vai-te; par* des¬ pe rae os afanados sonhadores da poeirado mundo’- e a pedra se converteo em beato, qne voando veio : o que saó feno menos sobreriaturaes das conversões 4o ceo : (eshorta á vida eremitica.) A -anhado anuos, e mezes; assentado perde a occa- íi.õ, hem semelhante ao qne deixa o seu campo, is a mondar o alheio, (por se naõ poder resolver por si.) Hu n período feito por ti, pode, (como a oraça» do outro,) encaiecer opapèl de Lu-iam (pelas copias.) Tendo varias vezes levado a palma, tem-se desva¬ necido hum pouco, e isto naó para al que seja esptsinhado por outros. % BílJg9Jfê@Í'í UJt nSPI pf íítlltâf ffi «iã mZtMf) i t ?]; ik -k Ai £ tH SBZS - m fp a si íit»i á t í) W 1 $ 8t-? C. D # Ji £- ^Btt ih tíi (*f*) ,\nstnv't fitr 4ft/f t rio Ike t nh'Tfii, tritvfjou.
  • 413 Cp», vn Allosoes Hum contende
  • A* Histohia e Fabula* 414 com tudo talve* o mi- ! * da bolsa levíimninente se converta em borboletas, que se esvoace o na ou:ta das flores, i 41. Porem, como a tintura do sueco do salgueiro be hoje prooosti^o «lo doutorado, (lií8) h sorte da li- gela de ouro certamente se lia de seguir depois [para ministro] De nenhuma sorte quero, que trasborde a ale¬ gria a hum genro; e que quer duer o entrar á força a cobra no meu sonho? [conceber raparigi.] A fadigado por hum ceitil, se rira 4 de mim, como avarento : e como me atreverei a comparar-me com o rico T’au-chu, ou tomar conhecimento com o [fiel] len.çu ; [sou pobre mercador ] 25» A tua miséria lie a da arraa Chett> e a minha ca¬ lamidade he de Ç*ím, e nad ha outro general do rei de C'A«, que puna os nossos oppressores, [como o» de Coufucio, 18 j e taremos, que as mãis, e mu¬ lheres estejao t ssentadas com hutna cara triste, como o cisne. Eu naí me entrego a vans imaginações, estou mui¬ to afflicto, incomraodo-te, para continuares a arte de Sic-po-çitm, e remetias esta minha chaga, se possí¬ vel [para huma arvore, a qual padecia em pro¬ porção delia]. Se com effèito naõ vieres passados 25 anoos, a se¬ pultura, c caixao fara5 corte/ias mutu&s, e pode¬ rei ^ depois disto casar ? 147. Na6 distinguindo a verdade do ftuglmenfo, cahi na tramado diabo travesso; [214] mas por isto deve¬ rei ainda perder a vista [.omo o d s< ipulo de Confucio ?] Tendo dó do braço do gafanhoto [trabalhos] nao tens o affecto do martinho, [que succorie os ir¬ mãos;] mas o que gostas lie, que ns signaes dis sentinellas da aguia, [da noite,] seja> dilatados, talaiuo : ] se te comparas com CfvtH-Aia <, mm ren¬ do j elo irmaõ, naó es quasi insensível a huma vul» vergonhosa, e a morte honrosa ? <) cantar huma sentença do seuhor do* 5 salguei* ros [eremita] m d sa iafactoria, li* ti»u a nobre, qi e 9ZMM I feftU/tZif HtÁ ^4- H I'J A %% 'C |. & A ^ assist & rH*ícm%T íkil tt SÊí Hi®tÉ3E M S3 ffl í Sttifí if taãZtiitt Hê * KS * - + 5£ rfj Z * N'j ® * *0 iS -ÍPT fé Í3 4 refs® =9 * fll % vt ?i si H b Z fé M. *rn @ ít i 1$ Si tasattsisM&azt& % & t ik an& =? * m f i* ^£$5fc£í£ i Zim
  • flip. VII. Ai i r*'r. 4ij andnr fazendo eortezias, f ouriucle o respirar de escarneo doa outros, para passar a vida. 10#. ir/tf A*SA#,S#£@ ■& Pensei, quo estavas em bum a alta tcrre, e que a tun (am a tiiiliM assi stado o cco, [a corte,] quando o coi anilar-te scbre sciciiéias lie o mesmo, que perguntai h lium cego. H pena e*«H pedra sem mancha ! porque e»te Se¬ ll,.or, cm Senhora unõ tem perspicácia, o cue fa/, que e» seja qual outro Pien-ko, estando na flor de • minha idade conserve a pena dos me/cs, e anno* ta a, (seUI casar) 61. A Haque por esta pedra se pode conhecer o segredo (do lugar onde < slou,) na" saberei, seaquelle,a cjuetn 1 e guntar, me f.tlla, ou na5 verdade, (sabem-no, uirs talv*4 me engnnaô-) 101. Deixei me ferir da lança da sua vista, e espada da *ua lingua : logo me ambentarao as csírannat, e o coraçaó se euUrneceo, eo gallo da manhã foi a galliuhn, (governa a nnilber,) e ainda que Md’kie- fu muscite, nao ha de poder restabelecer-me. 187 Deixo ir o bole paia onde quer, e deixa-io passar nttiiUMffi tZik ÍS ftj# ê t n 8jÊ lit ~B Ê # & tt W Ti líJ síTIfsê ®~ntz8imniizft m a exieiisa em q.»e se perde a ri«*a ,r'iir"íir1“i£ ê IS #• & If II tt «jut # MgMWft&l&M Hfít Sf 1H - C.inbeicedo, que imfi í\ iro, de b.a vontade as n'liins, que lie men deter; (65) Í>orelu tu, cu- j„ lmb:Ptíi.de | ui e dembar Hues, (155, que dei*«» mulber (.■seunder na lua,)' «s bem como a v*s- c, q..c s pia i l..«, (cu.thWdo, que lie Ctrl.) -Se par» o fuinr» n oslrares gi-snde tal. eo, "indo obedecido ;>» íuoiio. na te e.-q .ec us velbo, tu e p-t iicebeo «,»-«.uj ;it\i:niadi a ; . tf reconbe- TJj. ,\V,/g * J(£ Aindaqae u,e imloti» (u.o«»s) «» carro de pedra» M vC jíg íÉ lflf fi}} Ó (por leio,) nao u*e twquecerei, donde piccedo, (de ^ *** H ii+i ^ *** | iLa syt Ff mulher.) —k Ksfoiço me, como a formiga da mo, a acabar de corre-la; partço o peixe do fundo do tacho, (no emprego;) mas farei soar a catana, para ir succeder no prazer, ao que dizia : A meu Tien sigo. (+) —*■ jcol H-‘Zmw%íè&z MêtàZ-m (D rulcttat th (Lift ciu, ujo discif ulo ira Tien, e gaitara da vida privada-
  • A' Historia, e Fabula. 416 Nunca posso seguir os passos (de meu pai) para a academia, nem continuar a herança da casa; pelo qne me envergonho do outro, que cortava a lenha, e o filho a acarretava. A musica toca no banquete (doa noivos sós,) pro- mulgaudo á porfia o exemplo do copo de Hum. 92 Mas estando ja cantadas as cantigas Macha primave¬ ra, e Branca neve de Cham-f hum (em Xánsi,) se nós, vis homens de Pa (em Xán si,) nos esforça¬ mos a mostrar os nossos sentimentos, so faremos vo¬ mitar a gente : e como continuaremos as suas can¬ tigas ? [naô te posso igualar em eloquência &c ] A ave, aindaqnc-bonita, ja seg iiu o desejo das ar¬ vores enlaçadas das sepulturas, em vao se lhe estende a rede no monte do Norte, [consorte perten • dida por hum grande.] Mas o campo do meu tinteiro deo-lhe o diabo see- co, e os peixinhos da rodeira sccca logo irao para a feira do peixe secco. Espero, qne cedo accendas o archote magico, [176] e com huma palavra decidas a minha causa, paraque os pais nao estejao á porta, a csperar-mc, e eu a olhar para as nuvens. Tendo-nos associado no pomar dos pccegueiros, [95] muito me envergonho de se atar o rabo de cí o á marta, e fa er, que o vosso illustre nome seja deslustiado, (f) Os uteis sol, e lua [tempo da mocidade,] devem alumiar o Norte, [o trono,] e porque se levantaõ ao pé da margem do rio Vei ? 14. As ondas como catanas cortaraS o meu vinculo ma. trimonial, inuito estranho a crueldade da dragoa, que me manda perguntar à praia (por meu marido.) 223. Dado que o toque do cravo na5 tenha por fim re- pellir o inimigo, (91 > de coto tem intença5 de procurar a again, será elle ocioso ? Vendo-me apanhar as abas, descobrindo assim os cotovelos, logo sacudiu os vestidos [foi-se) a pro* WfêgSCtJrff jíij í-íf í?f aol !»£?•#!!! Sá: «a bÍ>T M £ A & &1 >11'# ««-fra «§2 mmBzMêmzmfè «iMfc iij tí fj íl ffl -fi if If ® ® M íg SiAiPIWffíêfttt» i Hl èp ® ís # *. mk 2 n ifi * (•]•) JSettda hum doutor caturra Tremiado com huuia tunica, segundo o costume, foi escarnecido : porque €lla varria o eh aà. com
  • 417 Cpa. Hl Aimjsões "•’r*r. a aide» do prazer, c ouvir a musica das torres de C/iin ; [meretrício.] Ifi2 Se V. Mde. sojeitar os nobres com a virtude, quem naõ cederá; mas se com a violência, nem se pode contar com os triunfos de V-hi, (21) nem com os snccessos de Cku-co. H4. Se só com hervas agrestes se acompanha o copo, a virtude fica mtu farta, mas se incommodas, por pouco que seja, a faca, e ç afra [para picar oco- mer,] logo terei espinhos és costas na mesa, (sen¬ timento,] e ainda será necessaria a mudança de gos¬ to de /• ia, ou o suor do cozinheiro cahindo ? [24] Anda o povo extraviado, naõ ha lugar para os ni¬ nhos das rolas (revolução,) quando de repente o sol dos Chau (pag. 334) chega debaixo das beiras, passando com força por toda a parte, bem como o jardim mo vcl [de certo principe, que espalhava a sua fn.grancia. Actual mente as correntes dos montes, na5 bastaõ para dar de beber aos novilhos, e a agoa do poço fervida forma sal [salobra] muito roe lembra a- gora do Cha de Lu-tum [sccca : bebia Lu cba, e lhe levautavab os sqvacos.] [+] O valentaô do mundo sem direito consegue méri¬ to, e eu antes quero ser a pedra preciosa, que Pien-Cu chorava, fpor desconhecida, 51] e naõ quero ser a casa, que o dono naõ derriba por amor das aves, que nella pousaõ. [JJ Mui diffiri! be deslindar isto, vendo-o pelo canudo do homem de Sum, (estúpido,) o melhor lie pen¬ durar no alto o espelho do homem de t'hf/t, que penetra ate ás entranhas : [difficil de saber ] Ja que meu pai, ou marido defunto mo mandou, lavarei eu os ouvidos, para naõ ouvir, c oppor- me ao conselho de hum bom amigo, ao mudar da cama : [a hora da morte ?] [*] A fertilidade da primavera chuvosa de -Yuui [||] e o ca\or do inverno do sol de Chau, servir-me- # sá# na-' ifTf |jjj ^ %£4Êfám-Mãfàiêi!L JRS&MáB.Zã&BM (f) Porque a agaa era boa» (£|. Quero o verdadeiro mento. (•). Muda-se o moiibundo de catre, para morrer em bum mao, que depois se lauta. (II) Off'treceo-se uo Ceo na figura de bum forco, para oiler chuva.
  • A’-Historia, e Fabula. 41SK hei, e continuarei os versos da pedra bem guarda- da (lustrosa,) em quanto os vapores beneticos il • lustraõ o tribunal (do nosso magistrado.) JLembrando-me, que no catalogo imperial dos vicervs, e sotovicerris a escrita do teu nome está fresca, hum lugar principal vago te est e-a entre os mi¬ nistros, ou svndicos da primeira ordem : oor isso venho apresentar os talentos, que tenho, e pedir huma vista de Po-lo. Este lie hum homem extraordinário, nao me atre¬ vo a naó me retirar, cedendo-lhe tres vezes. Ha muito, que a minha penna, c tinteiro estaõin- cultos, c ainda sou liuma feia velhn, que imita o encrespado da outra, [61] bem como o perilamr o, que depende do sol, e lua, o meu inteutu lie offe- recer-te [esta obra,] para conseguir o teu macha¬ do, (que a desbaste ) Porem a lembrança da pequena produeçaõ da minha terra exponho em pane na tua partida, pertendendo só unir-me à tua gloria dos çapatos de beato, [165] tirar hum ramo de salgueiro, e sinceramente e,- primlr os meus sentimentos, [na tua despedida] O que quero [mulher] he, que te sujeites ao duro tralmllio do poço, e gral, que gostes da iôr desbotada do vestido d; panno, e de espinhos por alfinetes; que offereças berras, e agoa aos sogros; que comas .farelos, e observes isto com gosto. Nao somente os rapa7.es dos cavallos de hainbil alegres sabem a receber [o magistradgrande ap- plauso;] mas 0 estrangeiro desamparado obtem hum prospero arrimo. Aindaque nao podes mats imitar s Chu-mrihau [em soecorrer-nos] com o longo rio, [|ó7] o ijbrunheiro sempre servirá, para nos record irmos de Chnu p.,, e desde ja o povo, que ama o sol benefico [tu] passea inquieto, e vendo o ganso oa retira¬ da, se angustia sem reuiedm; [despedida do em¬ pregado.] Trabalho, e corno ■ pnrqie consegui a tradiçaõ de Cam jru (carpinteiro.) Equivoc ando o testemunho [velhaco] de Hit chia [134] com as palavras [verda leiras] de Kr por, vim a sofrer o trabalho do enviado Mi.ham g'J -zMznmmmzm tó IfiF !«1 È 4 lii ik fili it th « W SI 1 ll ® - M lít iíjSUlSifí tf ^MXI M ÍVSt ‘Mk IS ft B fl i£ífèlà ik^- rfn ci f)i & # ã Z 9. fj dfi if £ ^ mmtts is eu Mê-MAMêytfíc m & a * t ■& tt ja w ft m tmw^íâA.sííiifc ® 0 KTS4S ÍE M iS # m 3f #■ W p í? ft W: % ft £ ff fêsjf tiZ #?iiiS f * z
  • 419 Cap. VlJ. Aux ÔF.S Ouerendo imitar as quadras do jardineiro Vau, [109] 'naõ tenho podido concluir bum periodo, o que mostra a minha rusticidade, e atrever me hei a fallar no defeito do pleonasmo In-cnm de Vam-po, (+) e a rombar dos talentos de Atain.ient por nao acabar (hmna ora* a' antiga ?) Sinto tanto sepultai-sc esta pedra preciosa (irmão ou amigo,) que se me naii dá, que Po ia quebras¬ se o seu cravo; (eu faria o mesmo.) Cedo ndevinho, que o teu busto estará na Sala dos benemer.ios, e o teu mérito colocado entre os cin¬ co graos da nobreza. Com covndo de pedra medes os talentos 05 d» is al |ueires dc talento, que restaó dos c i o, que poss >es, completai os dez; vem o officio aberto da victoria, e no resisto da arraia ainda lia bolas de barro res¬ tantes (H) : sabiste general para a campanha, e vol¬ tas com a honra de ministro, es homem unico na historia. He só trazer embarcada a família, para de caminho cuidar da casa, e de nenhuma s >rte rae glorio de ser outro ministro Fan passeando pelos lagos. Cl Tendo-vos incomtnodado para a minha agreste mo¬ rada, respectuoso vos espero em huma pedra var¬ rida (pobre:) mas muito desdigi do Chen-fan. 83 Ouem naõ enten le, como fur.ar che r s, poderá esgalhar a Cum do pala.i»
  • A’ Historia ' k Fabula. 4 CO Quanto mais, que a ponta do cajado ja nao tem nada, [pay. 340] mui difficil he ccmprar hum riso; [16] mas ifvarei na rsqueira o arco, e a set'a na direita, como o empregado A'itf, a convidar ao rso. if) Tenho metade da nmisade do Senhor Mom- chum\ (28) mas nao tenho conseguido sermos como Lei, e Chert, (J) segundo o meu desejo : e como, em hum anno de ensino, logo consegui o elogio no tanque imperial, como o outro ? (||) Inimigos como o gelo, e earvatf, a virtude de hum move o outro, a trazer espinhos, (56) e 6e unem •te darem os pescoços, para que Çu-fo-/’a» uaò te¬ nha, de que se rir. Ió6 Havendo de acompanhar-te mil lis, nnõ me enfas¬ tio de esperar com o sombrefro ao horabro : naõ ’Tftbendo cu na Sala a ouvir te, fora estou á neve, ouvindo os teus nrrezoados, sem rançar. A doença de paixnõ nem cs melhores remédios cu- rao: poderás tu tocares-me a flauta de tru modi¬ nhas, e dares-me hum péscoçaõ ? (§) Cozo pérolas com lenho, de Cuat [tudo c,rro : ] es¬ tou em hnma g^andisshna urgência, e os diabos me batem as palmas; (14’í) em fim nafl sei, para quem me volte a pedir arroz. Devo calcar tamancos [de salgueiro, seutimento,] para procurar-te, t* acabar humas bagatellas, para evitar, que o meu cornçaõ anile no moutaó, aci¬ ma, e abaixo, d.indo voltas sempre intricado. Muito espero, seguudo a antiga lei da amisade do bote de trigo, [146] os bendicios do meu anti¬ go amigo. ■fists' f Tpfl m ti tè B'l £ $ mã&tskú tp-jE-xwMmihítK}- % ê 5t ^ M.% ® ■iJ‘ sp jí fi' a & 'll> W MH — ± — T Sa Jlllíí II íf ma%&-£ts.w.wãmk A [t] Senda Kia mni feio, nunca em Ires annos a bonita mnther se riu para elle, senaõ quando no ca¬ ça matou huma çnllmha monteza. [♦] O primeiro renunciou ao cargo, que o segundo naõ alcançou, e pissnnlo a outro reino, farah ambes ministros. [il] Ficando o discípulo impera lor, foi por elle chamado ConfUcio. ]§] dssim ficou curado hum, que avisado em sonhos, com esnohs, que tirou, foi ter com hum Heat d, qUc, por elle sentir o d.n beiro la içado no Ho, lhe disse, que poderia ser santa, mas naõ bento.
  • Cpa. nr ÍL1.0S0F.S 42Í Do anterior estúpido sonlioja acordei, e ainda con¬ tinuarei a porfiar sobre o veado, (49) [ja sei, que errei, na5 teimo.] Tem palavras doces, como o bom vinho entraõ in¬ sensivelmente, e penetraõ fundo : he bem semelhate a Ven-Uatt, insinuando-se a simesmo. 114 Para com esta isca tentar o inimigo, fazendo, pro¬ cure esconder a pérola na pelle, [225] e a final ficar como o amante de huma pintada, [baldado.] Se nas regiões infemaes houvesse conhecimento, se sentiria isto naquella terra de soledade. He comparar o cascalho com a pedra de P'ien, [51] e o carro de lenha ao dourado coche. Nafi me atrevo a ir receber a sua carruagem a cinco. Como a final naó adevinho quando poderei expor a injustiça, que soffro ? [a] Sendo eu o medianeiro do casamento, peço a Velha da lua, faça atar os fios dos esponsaes. 185 &. mm JSiSitf* tu fflW- 1>!M& WflSiêií! («) Tendo hum ladraõ /eito dos ossot'de h’tm ronlado hum ouo. este denunciou v assassino ao magistrado.
  • Capitulo VIII. COitpoSKlOES CHIXAS. S- I Regras de Rhetorics, e Partes da Ori;aõ. Devendo comprèbender tantas matérias em bum so volume, naõ me possa estender em todas *U“: "e8te a'tig0 pois vou aPresentar em resumo as leis, e ornatos Rheloricos na ordem costu »ada dos Chinas; cujo conhecimento scrà rnais claro, mediante a analyse, que os numeros no meio da oraçaõ mostraráõ; pois se verá ao mesmo tempo a regra, e o exemplo. A noticia, que nestes quatro p.rtigos dou, sera ao menos hum degrao para o seu perfeito co. iihecimeuto. Divide-te a oraeaà China em Antiga, ou Solta, e Moderna, ou Periodica : as leis da primeira ta couunfii a segunda; mas esta tem algumas próprias, que em seu lugar se notaõ. REGRAS, E PARTES DA ORAÇÃO CHINA. I C3* O numera serve, para n. meto da oraÇoò, citar a Regra, ou parle, jue te vtrifiea najuelle lugar. 1 ^ 2 $ 3 1$ Ax 4 P Exordio : proposiçaS. Explicação da proposição. Usar de meio termo : Procurai hum argumento. Ligar com o antecedente. 5 R 6 t 7 ± 8 Ê. Digressão. Proposição secundaria. — principal. Hypóthese.
  • 433 Cap. rin. Regra» b» Rhetoric. » Y-T >• jS a 12 13 14 *15 16 17 .18 39 Hi I These. Aranimentn indirecto. — directo. Ordem natural, — inversa. /fl GradaoaS. BWl Fallar de cora» semelhante. Comprehender todo o assumpto. Fazer lembrar. Trazer á lembrança. Pergunta: exclamaçftÕ: consulta. lê Fundamento do cpipbonema: a vista dt..«. n 2» & I' Comprehende o icutido da se- (7tT guiule sentença. 0?.T Da luz ao consequente. { 22 2i "J* Transiç»5. 24 ma. Concluir o antecedente. 25 26 Corresponder ao antecedente. Epiphonema. Concluir. 27 28 29 30 31 IpSI A Wc iR ê 1SB3 iR-ê- 32 11 S3 34 35 36 37 38 39 'j0 40 41 42 43 44 45 \ & tÉtit !'i] % Atingir o pAhr*. Entrar no assumpto. Epílogo : conclnsaft. Digrtssa6 por hum exempl#. Applicaçaô ao ponto. Concessão. Tomar o sentido original do te¬ xto : rigor do termo. Cingir-se ao assumpto. Retorquir o argumento : fallar indirecto. Preteriçaò. Tocar de passagem butna circuns¬ tancia : imitar o discurso alheio. DigressaS para idea ligada. í .xclanmçhÕ por comparaÇaõ. Consulta com epiphontma. •Períodos impetuosos. Períodos froxc8. Idea associada. Ferir o ponto. E>i li ar hirà artigo pc* outro,
  • Rieius Dr RhetokTca. 424 46 47 48 48 90 51 52 53 54 55 56 57 58 59 (0 «1 62 65 64 65 »v Deacripç&5. #nt ^ Circiiii8tanci.ii verosimni*. \‘r~ Exclamaçaõ. Parece acabar, mas na5. Unir dois artigos. {f* Correcci.8. IS Ligar os períodos. ^ Antitbcse continua. Arorumento indirccto. Fazer firmeza na palavra. JJJ Exordio para outra parte do texto. Pas*a a outra parle do texto. ií « s K Diijuncçaõ. Referir-se a outro : apontar a causa. NarraçaS. Failar por outro. ■ 1* Mandar : aconselhar» Pit it Explicar o texto. ExplicaçaÕ directs. C«>mparaça5. ft; i§£ 6? piH iè 68 "È 69 5| àáS 70 9 ^ 71 72 73 $ 74 % f@ 75 ^ 76 fíH 77 í/r 78 Hf sáÈ 79 «» M M 81 gf 82 $1 pjè 83 0‘ 84 It ftf 85 fil# Idea ligada. Provar com auctoridade. Exemplo dos auctores. Trazer o — Argumento que prova. Decahir para o artigo seguinte antes de tempo. Passagem para differeute artigo. Voltar ao artigo antecedente. Materia arida. Explicar cada palavra. Perplexidade : suspen?aõ. Prolepsis. Argnmento art hominfm. Repeti'jaó da expressão. Alternadamente expor dois arti- tigos, que mutuameute se a- claraÕ. Sentença decisiva. Failar do direito. — do facto. — dos sentimento*. — das circunstancias.
  • 425 Cap. rni. CoMFOUSii* China». 16 87 88 89 90 91 ms JSt IE® R ffi «*6 Metaphors. Ironia Assr.inj.to iliurto Opr®*10 <1° — Semelhança com o — Dar conselhos. 92 94 P> pj 98 fC* 97 p 98 99 ioo jii pj 10, K % 102 ft Fallar iudirerto. — directo. — hypotbetieo. — aliegorico. Fallar de liuma coisa, intent:n tando outra. Hyperbole. Prosopopea. Elogio. Expressa# directs. — indirecta. — rorrespM.dei.te. [a] 103 104 10.5 106 107 108 109 110 111 112 113 1(4 115 116 117 118 119 120 iMj — amplificatlra. 5É — svnonirv a, —nr? Perlodo de meMbroi op- mMnvi posto,. JÍ .ff] Período de membro» iguae» ®C eric. 1 v com i|Um desigual. Membro, dciguse,. <6 f} A melhor passagem do discur»*. ^ argumento inai» tocante. us *9 Emphaae. SO % CiDgir-sc ao a,,unipto. * w Sentido profundo. BÍP Amplificar. Larga digre„»6. E§] fitu] t'omPrel)CD(*er tollu ° “*umpto. # Et Insinuar de longe. ^'al'!'r Por t^**0*' D elicada express»? Energia, Descnvolrer todo o assumpto» tWí ja) Saõ duas palavras ou rfois períodos correspondentes t/Uando lonstoõ das mesmas partes da oravaó, como substantivo, adject.ro, re,bo, adldrbio SjC. t na mesma ordem, e juasi stn.prt oppostu».
  • m 122 123 124 126 126 127 128 129 ISO 13l 132 133 134 135 AkGRAS BE RhSTORICA. 426 Graça tocante. ^ Gradaçaô. Palavra fundamental do argu¬ mento. Fundamento, ou antecedente do argumento- Repetição da palavra, para a cx- plicar. Exposição do aisumpto. Tocar o ponto indirectamente. Expor as circunstancia*. Repetir o aasumpto. Afiectca tristes. Buscar outro argumento. Jpj Remontar mais alto. Rrflexdes finacs. & $ M & 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 'Vti |iji N.n.ç.ó Continuar o sobredito. Primeiros periodos «orrtspon- dentes. Repetiçaô do texto. Médios correspondentes. jI ^1" Posteriores correspondente*. if Correspondentes da conclusaF. Ligar com o que *e segue ao tex¬ to • [nem sempre *e fata] SI DirriRENTEs Textos. Todo! tirados dos quatro livros de Con- fucioj oh das cinco Escrituras. Texto simples. — de duas parte*. — comprido., PARTFS DA 0RAÇAO MoDRRNA. 147 Dito citado pelas e»criturae. ®ÍI Exposição do texto, [be clara, ou por insinuaçaõ.j ExposiçaÔ livre do texto. 148 149 EM Texto narrativo. —» contrario ao assnmpto.
  • Composições Chinas. 42? Cp a. Pill ft X Jftl JB t @ ® uai as SRIIH íii® 1; ## it a Regras de Formar os Períodos Da OraçaS. ^ít« 18 1 tif # S ?K it M ^ —• B §?"■ Ha periodos, que vcm com brandura, outros com fore?. Huus parte claros, parte disfarçados, outros dip s partes retiectem uiutuaniente. Hiins directos ao assumpto, outros que con- tem meio termo, e applicaçaô. Huns teui iigaçaõ, outros principio, e fim. Huns repetindo, outros objectando. Huns naturaes, outros discorrendo. Huns concluindo, outros fazendo transiçaB. Huns mudando de sentido, outros com vigor, e logo brand ira- Outros em fim subindo por grada ,a5. âft. ii® Regras de Compor CONHECER O ASSUMPTO. Examinar, qual be o ponto p: i< I ai; e destinguir o aceessorio do prin. cipai, p ra saber, como ha de compor. DETERMINAR O PONTO. Calcule, e comprehenda, o que pertend;, e obterá o ponto. DlSPOSlCjAO. Fazer o plano da composição toda, e po-lo em pratien r|b AS 'pj a vmxwMtw -fr lESaRRSftiE tíílíBJ FAZER HUM TODO. Tome-se hum plano bem geral, e extenso, para que na6 esbarre o discurso. FORMAR AS OR.J C,ÕES. As palavras sejaÓ ener- gicas,brilhantes, sonoras, c bonitas. ARGUMENTO , E APPLICAC.ÃO. Querendo abater, exalta-se primeiro, e as avessas. A’ demostraçaS directs preceda a indirect.,, e as avessas. VARIEDADE Entersachar periodos comprido* cora curtos : fazer nascer senteqças h ira correspondentes, hora soltas. PUREZA, E NOVIDADE. Lançar o velho, e impuro, e tomar o puro, e novo. MUTUO REFLEXO DAS PARTES DA OR AC, AO. Lígarjos antecedentes, e consequentes: e as sen- tenças incidentes reflictao h imas nas outras.
  • Regras de Rhetoríca. 428 AS DUAS FIGURAS SE REPRESENTEM. Aquiilo ' represente isto, para que haja graça. ORNATO. Formosurar e abundacia de termos, que façao a oraçao brilhante. DESCR1FC,aO. Contar as circunstancias, representar o caso coino em pintura. lá Mmmmtir fífêèa íà- NATURALIDADE. Sentenças bem assentes, sem violência. REGULARIDADE. Segundo todas as regras. VIGOR. Como quando vem vento, que as onda» se levantaõ em camadas. ORDEM. Boa ordem, que cada parte tenha o seu lugar. COMJ’OR ORAC.ÕES SOLTAS. Fazer periodoa soltos; variar íul;ando ja directs, ja indirectamente 3c X' iS S H g 7 xZ €íSsi ffiíb íj rj j| % % & $ if 'US M» h ijj x T> SS i® é ® M, &Z0& iMM m y: ■$ ?jgg H f) SI + @ íâ Siting prfiíi ffi is i£ x. w j$ |i M^er-S-fs Estilo. A composição nao precisa ser mui profunda, para se entender o sentido bem. A composição naõ precisa ser mui alta, para se percebe:tm os factos, ou doutrina. A composição nao esteja suspensa por muito tempo, para se perceber o fio. A‘ com, osiçaS naõ seja alta antiga, para que a har¬ monia seja abundante. O Estilo naõ xeja profundo, para se observarem as graeas, e ornatos. Notem-se ns circiiat-anna» antecedentes, concomi- tentes, e consequentes a > ass impto. No assumpto delicado naj se componha grossei- ramente. No assumpto baixo naõ se use de pensamentos pro- fundos. r O assumpto exqnlsito naõ se faça vulgar pelo estilo. O assumpto natural na" se faça violento pela cx- pre»sac.
  • 429 Cop. riTI. CcmeosiÇóes Chinas. ( §. II. OraçSf.s Soltas» ou Antigas. Primeira Oraca8 Solta [a] Por ÇOO-CHOAN [de LU.] O Fidalgo Choom do reino Chi m instrue [bem] os empregados das conquistas. Na sétima Lua no Oulomno, tendo-se o nosso Fidalgo confederado com o de Chi, e Chain, para pacificar o reino Hi'm, no dia Cam Ch'eit, [b] sabiu a expedição para Hi*> e no dia Jen-K, tres dias depois, entrou naquelie reino : e tendo o seu regulo Choom fugido para Vci, o fidalgo de Chi cedeo Hiu ao nosso; mas este disse : Como V. Altera disse, que Hiu naõ rendia vassal- lagem, ajudei a V. Alteza a exigir-lha, agora que ellc está punido, aindaque V. Alteza o determina, naõ me posso metter nisso; cm consequência deo o reino aos de Cham: então o regulo de Chain enviando Po-li, ministro de i u, com o infante de Hiu a residir na parte oriental do reino, fallon desta maneira •• O ceo castigou o reino Hiw, os espiritos naó gostaraõ de castigar o rei de Hiu, mas serviraO-se de mim, para o fazer : hora eu tenho alguns maiores, que naõ posso prover, e terei a gloria de conquistar Hiu ? eu tenho irmaôs, com quem me naõ posso dar, e que fiz viajar, para se sustentarem, e poderei conservar Him por muito tempo ? Indo vos com o infante de Hiu amparar este povo, eu mandarei IJõ a ajudar-vos: se eu conseguir huma boa morte, e o ceo justamente suspendei o castigo sobre Hm, melhor sera, que o actual regulo do Hiu recobre o seu sceplro, para se commuoicar com Chain, bem como dois cunhados velhos : sc clle entrar em si, e se unir a nós, naõ venha outra raça, que inunde esta terra, e contenda com o nosso reino sobre a sua posse; os meus filhos, e netos talvez sem interrupção serão arruimi«jjifc**íiinda poderaõ sacrificar [governar] em Him ? eu mandando-vos residir alli naõ o faço só por amor de Hiu; mas para em parte segurar (a) O Chinu se le cm linhas verticaos, da direita para a tst/iterda, e no fim da pagina, por causa do Português, se volta a folha pai a a esquerda, t,l>) Nomeavao neste tempo os dias da Lua pelas letras do et/clo de < 0.
  • 430 B 75 & & tk o O o 0 Co to mm & £ -& % f. % f* # fí A A 55 » ff $ Jh m . 32 o 3 o o xl £±*«39»*** $§£#<& ffi4fiast*í7»-PM9 m% |#||IA|I-Í® #: ?? $ $ -7-1 $ ã m & ís s @f ® £ * * m & ui & ít * é 4 =r- & w % % * & Pt $ ^§M*iiftii m a íí ÍtÍI^'íÍIltf|fíJ^ 92 ft«#*#«#** & g B * » £ W ífc e $ £ £ BI 51 # ft g ^ » H5 « * » ^ @s5ftS»i#4âraK
  • <31 Cap. rill. ComfosiçScs Chinas. is minhas fronteiras. Logo mandando Cum-s-m-hn residir na parte occidental de H/« lhe fallon desta maneira: Os teus trastes, e riquezas, naS os ponhas em Hi«, e morrendo ea, retira.te depressa: os mem aateprssid03 estaheleceraó-se alii, e caliindo era despreso a casa imperial de Chou, nós, seas descendentes, decahimos diariamente : hora sendo o regulo de Him descendente de hum dos [quatro} Grandes do império, estando o ceo irado contra o comportamento de Choa, poderei contender com o fi> dalgo de Híu ? O rei tinha politics, no que dizia a Choam■ de Chim: a política dispõe o reino, firma o sceptro, poe em ordem o povo, e he util aos descendentes ; Hm sem ordem pa< ifica-se, sujeita, se, deixa-sc ; ordenar as coisa3 segundo a virtude, obrar conforme as forÇts, aadar com o tempo, naó comprometter os vindouros, isto pode chauiar-se saber política. Segunda Okacaõ Solta, ou Antiga. Por VEl-CHAH -. Exposiçaõ de dez reflexões admoestando o imperador U"ai-Çum. Eu, empregado, sempre ouvi dizer,que quem quer, que a arvore dure, fortifica-lhe a raiz, quem quer, que a corrente va loage, procura-lhe a nascença, e quem pensa na paz do reino, junta virtudes : sem profun¬ deza de nascença esperar longa corrente, sem fortaleza de raiz querer arvore durável, e sem virtude perten- derpaz no reino, por ignorante, que eu seja, sei, que he impossivel : quanto mais o saberaõ os instruidos ? Hum soberano, qne carrega com o peso do sceptro, que habita agrandizi da China [imperador}, e nao se lembra, que na socego deve pensar no perigo, nein modera o luxo com a frugalidade, este corta a raiz, pertendendo huma arvore viçosa, entope a nascente querendo huma longa corrente. Entre os chefes da antiguidade, qne receberão huma missaS celeste, muitssimos foraS, os que principiarão bem; mas poucos, os que chegar.:õ ao fim : sera mais facil receber a inissaS que conserva-la ? naõ, he porqnc uas contsadicçáes
  • I 432 m * m t 2 # i 5 S + S I I E % s’ z ú is m % m t £ A: £ T> fi t A É? i® * ^ 111 IS * & £ flfi & tt l £ á: + if gif if M M 40 ^ iic ^ ^ f; it ^ ijfc && &MZ.& d M ■& M rn ft a HI tjisf a° » jt 69 102 m t g m tf ? s a a ff I * - f # i ns i á ss if ^ if ® ,i, m * 96 ,. ? % 0$ s z z %t s Js fi ^ is 5j9 6 IMS 2 £ Wi # I f Í1 f E 1 « 10.S o 1 # # # If ft :ik O US JJ f ®$i w #ii a^-T-ii #° -ffe H íS JSÍ if -ft I^iiíí 2t Ji o 10b o 19 i£ HE & f ¥ % f A 15 Sj # U. Ti & *f ■é s? m b $ a ft Z'%. 5 * £ ÃS *p £ it ft # 2 â a ^ !i f- if f ft *.1»^** í§ A *> ^ ^ M £U*SB ft íí =f # g ,& # fit ?! 2 ¥ ri iffi sí ip !• m, n £ 3t i a j i
  • 433 Cpa. Pill Composições Chinas, tralaõ-se os inferiores, com toda a lisura, e na prosperidade se despresa a gente, com desafogo : havendo toda a lisura, o Norte, e Sul formaõ huma familia ; despresando osmais, os irmaSs seraõ estranhes: aindaque se governo com severidade, e se ameace com magestosa ira, por fim o povo fará vioiencia, para esca¬ par dos castigos, mas naõ abraçará a humanidade; respeitará no exterior, mas naõ se sojeitarà no in¬ terior : naõ precisa grandes queixas, para temer hum povo: na agoa se sustem o barco, e nella se vi¬ ra; deve o rei ter nisto grande cautela : se acontece ver coisa apetecivel, saiba contentar-se pela modera- çaõ; se fizer obras, saiba limitar-se, para dar descanço aos trabalhadores; quando se lembra da sua altura, pense em conduzir-se com humildade; quando teme a medida cheia [de crimes], lembre-se, que * o leiam, e o mar vasaõ para os rios, [alliviaõ-se]; no divertimento da caça, lembre-se da regra das s escapulas [n. 7] : no desgosto, e preguiça, pense, que deve cuidar bem no principio, e temer „3 chegar ao fim : temendo fazer-se innaccessivel, pense em despir-se de prejnizos, para ouvir os inferiores, receando as adulações, c injustiças, rectifique-se, abatendo os maos ; querendo fazer graças, pense em naõ premiar sem regra, por paixaÕ; quando se trata de castigos, pense em na8 castigar irregularmente, por ira: e destes dez documentos conseguirá praticar nove : escolha os talentos, e empregue-os; busque os bons, e siga-os; e os sábios verificaraõ os seus planos, os valerosos trabalhara 5 com toda a força, os benclicos espalharaõ os sens benefícios, os fieis exercitara» a sua fidelidade, e os letrados, e militares serão igualmente uteis; na sua seriedade governará sem cuidados, nem afílicções em fazeres deveres de todos os empregados : [elles o fara»]. Terceira Oraçaó Soita. DescripçaS do Banquete da primavera, no Pomar dos peccgeiros, e abrunheiros. Por LI-PO. Sar> o Ceo, e a terra as estalagens de todas as coisas, o tempo o hospede das ge- laeSes, e a vida transitória lie como hum sonho : quanto durará o nosso gôzo ? passeavaõ de noite os antigos com velas na mao, e com muita razaõ; quanto mais, que a florecente
  • 434 W A * » 3£ ® HS m *f JE. Ã M 'M & £ >! 3í líAíiagiMiSst W%# % i| íl ® T JÍ «; 7S * # tfc W 0 ° 0 O o o O É|í f * I * * | If » # « # # « Í * * é liiltl M'J -p i # $ # £ na % p ,t a # # * f ú fit® SÍ H'i JW BÍ «IM -£ 5£ jf £ *f 2. fli ,t fi .1- £ Jè~ 69 , , o o o A *E ,S £ # B IE « '/I » n ta fí RJ ft ^ ^ j§ # íe ê fé i# it jê S 5£ 1$ « k w it is « ffi >■ & á is si tt . 36 $ ft |I$ 2 8 2 W S # ;il A # * 2 « & ^ st it « £ ,1 ft é é Ms SK tí ® W 2 é íê I'J f!) f ISI PJ $. 1 ig o 24 o ° o o o O o •& £ fft; % jlt ffl 01 I>| 01 11 4 fê BI a i i± âi + .1 ,S. I. 0 0 ^ 2 !3 123 ° § jg /§ A S II Hl* ® ^ M
  • 435 Cap. VIII. CcmposKÕf.s Chinas. primavera nos convida com os seus vapores, e o universo nos imprests a sua belleza: juntamo-nos pois no viçoso pomar dos pecegueiros, e abrunbeiros, dispomos os divertimentos da parentela, ajun¬ tamos o, talento, do, irmãos menores, que saõ, qual outro Hoe,lien, e os meus cantoa envergonho, inc de cederem a. s de seu irrnaõ C'am-lo : ainda bem nuõ estaõ acabadas as bellas acclamaçoes, [á estaçi S,] quando os altos discursos apresentaS a sua pureza: estendidas as esteiras sobre o jaspe, nos assentamos no meio das flores, c com copos de aves gravadas nos embebedamos ao luar; mas se naõ soar a lira, como desabafaremos os bellos sentimentos? se se naÕ fazem versos, voto a con- demnaçaí do numero de copos [quatro] do jardim Kin-cu [onde se inventou.J Quarta Craçaõ Soita. Epitaphio de Ki-ç«. Por LEU-CUM-IUEX. Os grandes homens tem tres virtudes: primeira ICC tida * nas adversidades, segunda exemplo dado aos Santos : terceira civilisaçaô dos povos: hora em In houve hum varaS humano, chamado Ki-Çw, que reuniu em si todas estas virtudes para exemplo do mundo : por esta causa, resumi, ndo Confucio as Seis, escrituras, teve particular cuidado neste artigo. Tendo-sc confundido tanto a lei natural, reinando Chou, qne nem os prodigios celestes poderaõ ordena-la, nem se attendia á doutrina dos Santos i expor-se enta j á morte, despresando a vida, era pura humanidade: na5 faze- lo, como inútil ao sacrificio dos meus maiores, [mui essencial], retirar-se, para o continuar, era pura humanidade: mas a perder-sc o men reino, na5 tinha coraçal para o fazer: saõ sim duas virtudes, e houve, quem as praticou; mas elle escolheo guardar a sua prudência, hora retirando-se delle [imperador] hora apparecendo : occultou os seus planos, sojeitando-se ao cárcere, e servidão ; na obscuridade sem vicio, e na desgraça sem desesperaeaõ : por isso se diz no livro I: Kt-j« era mui illnstrado, era recto na adversidsde, quando se mudou o destino [dynastia] : quando os mortaes tornaraõ á rectidaS, saliiu com o seu grande plano, que serviu de modelo aos Santos; a dynastia Chou com elle ordenou a ordem social, e estabeleceo o grande direito civil : por esta cansa dizem os auctores ; Levou Ki-ç« para o paço a fazer o grande plano; o que foi dar exemplo aos fantoa t sendo feito fidalgo do reino Chau-sie» [conquista], promoveo a virtude, ensinou os bons
  • 43C fr 7í M 1$ M £ tâ ?L B Jt 36 o f ffi B # T> m Z 7- % ,í 0 * s i s i # a a * m á & t * * ® s a * 67 o o SfflíiliÇ «iâ2ff Í8 8J íÊ - íi 3S 2 # & o 36 o II fi 31 # st 7 n ff M IE° M £ % A it A B o 25 51 o 0 o * $ t 0 íf ® 2 JS B ® lit tHI M 7- B 25 o 68 o S ÍJ I ffi 4 # Jjf @ I IF. 57 ° o 0 O 5S yi o il W & Tfij ^ #1 iU A jd 0 te i s áí )i @ ff i s a- MA A ,8. íf t ff S IS A & íi »" W- St fL ■» P o 59 o o MttiE&ZntF-tkz. o o lU6 M S? $ % # " ^ ffl fà 5 Ânzm 90 # jfe lg H íà E 9 fí f£ -fr g M. $ :£ # 8 fâ Í » íf H IS 1Í .ff" W $ 2° li S £1 *> m s * # * « * 7 « s° # 28 Jí ii A Ws H 8 ^ $ fâ á m z 106 o £ 7! » ^ «;» # a iffl ® s #
  • 437 Cap. rill. CcMPosiÇõrs Chinas. Oraçaõ Perigdica. costume*, naõ despresando virtude alguma, nem desamparando alguém, conservando o saerificio dos ma¬ ior*, fez dos estrangeiros, Chinas : o que foi civilizar os povos. EsUbeleceo pois estas grandes virtudes, e as reuniu em si : se eu conseguir a reotldaõ no meio das mudanças do universo, na5 serei hum grande homem ? Ai! naõ sendo chegada a hora da [extineçaó] da casa de C7»o«, naó se tendo extm- guido o sacrifício [familia] de In; mas tendo morrido Pi-con, tendo fugido Vei-çu, se Chau morresse antes da sua maldade chegar ao summo, Vu-cam [príncipe] vendo a revolução em fermentação, e que¬ rendo conservar o império, naõ havendo tal homem, quem o ajudaria no restabelecimento da ordem ? este facto he tal sem duvida: hora este Senhor occultando-se paciente, e obrando desta maneira, naõ intentou isto ? [ser util a seu tempo.] Em tal dia de tal mez do imperador Ta'm se levantou este pagode, para lembrar a esta ci¬ dade de sacrificar annualmeute. f. III. Oraçaõ Periódica, ou Moderna. A Oraçaõ Periodica, segundo a verdadeira regra, deve constar de quatro pares periodo» correspon¬ dentes, que fazem o total de oito períodos; (alem do exordio, e conclusão) : se bem que as vezes saõ menos, outras rnais, c outras alguns períodos naõ tem correspondente, o que, aindaque naõ he conforme a legitima regra, se permitte: quanto a oracao total, ella constara de / 00 letras, ou de menos; mas naõ de rnais. Nota. A Oraçaõ Periodica, ou Moderna, cujas leis se mostraõ em quatro exemplos, me¬ diante os numeros, e notas anteceadntes, foi inventada no tempo de T’am, e he a materia dos exames dos doutores, mostrando nella a sua literatura, alem do conhecimento da mechauica das palavras: esta composição sendo artificiosa, e exquisita, tem o inconveniente, reconhecido pelos naturaes, de embaraçar o vôa do pensamento, e comprimir a extensaõ do assumpto Primeira Oraçaõ Periouca. Por TAI-TEN. Estando os pais vinos, naõ viajes longe. Confucio. O que se ansenta para longe, esqueee-se dos pais, por isso o Santo reprehende os filhos, que viajaã : com effeito viajar longo, estando os pais vivos, lie ainda mesmo reconhecer, que tem pais? por isso o Mestre reprehende o filho viajante, [ e diz, ] na verdade eu naõ posso explicar,
  • 431 fii M J 35 145 'M X £ # íí # m % tV A s§ ^ Ui f ãl ig ?S ? M O í * 136 Z X o 35 rt i Tf 137 .0. tE # ?n x » s A * 4> 4£ I'J & oC A JfL ^1 í u fr TU íiLJ ffl * A ^ pT«J& * íí S rr 3* IE *. * a o — s ff s y « -t t W 4? •t- S Ã' IS $ % S 3 i E A fi fi| ^ jfn A áí -% -ê, -fe; w ã tó iíj íi $ m 91 4S '*^ i* Jth ^ # ;í J£ |g ã& f « » 8 A * •fq 1 1 I 3 1 ° o „ "fr ^ ^ Ík '/fê ¥ ® n R T A $í A | J i n f í il I S5 S fí 2 at ti n M * S 5b” ®E Jfe % Jt $ & ^ ft it * ÍL tfc $ # * á pá =f n % B JM 0 C. £ ® <• ff; # 5E je $ 4 B f?5 * ft 81 25 tllHS
  • 433 Cpn. f III Composições Cii.nas. como hum filho taõ facilmente se ausente de seus pais, recorria-se elle, se no tempo, em que estava nas f»xas, podia, ou naõ, separar-se por hum instante dos pais ? recorda-se sc no tempo, que era levado pela ma5, podia, ou na&, largar por hum instante os pais ? supponha-se, que hum filho fica sempre, como quan¬ do estava nas faxas, e era levado pela maS, como se chegará ao desgosto da separaçaõ, e apar¬ tamento ? A pessoa he viajante, e os seus pensamentos viajantes saõ, que tal he o seu estado : eu (o auctor em nome de Confucio) agora reprehendo o ausentar-se, estando os pais vivos; e man rcprehendo auseotar-se para longe. Felicidade naõ ha a maior, do que estar aos seus pes, partici¬ pando da sua alegria ; e quando participa da s.a alegria, he que se volta, e vai viajar; isto também naõ pode hum filho fazer com indiflerença ;rsobe ao monte calvo, e ao verde, para ver o alto palacio, (Pais,) e onde está elle ? Alegria naõ ha a maior [para os puis,] do que estar no meio de sua casa, e ser obedecidos; e quando saõ obedecidos, he que elle se volta, e se ausenta : disto muito menos os pais se atreviaS a lembrar-se; encosta5-sc a porta do seu beco, c olbaó para as hordas do ceo, e estas ja estaÕ mui distantes. Por esla causa os pais pensai no filho ausente no meio dos trabalhos dos ventos e do pó : as noites frias, que passo, todas saõ contadas por meus pais, e so peregrino nas solidões; os resistos, e montes, qne eu passo, naõ vinhaÕ á cabeça de meus pais; a vos, e figura está a mil lis de ditancia, c como que vem do meio da casa; a figura, c idea se confundem, c cnidaõ alcança-lo: mas porque o farnel vai no caminho, o cuidado dos pais sc augments : entaõ o abraçar o filho em casa, he so em sonhos; a sua aims, e o fantasma se equivocaô, e parece encontra-lo : mas porque a bandeira da jornada vai no caminho, a di r dos pais entaõ cresce. Se falíamos da successa5 do tempo, parecc-lhes vagarosa por huma parte, e por outra parece-lhes rnpida; vagarosa, assim hum dia parece lhes tres outomnos, (annos), e o viajante sem voltar ;
  • 410 ssjiis + M n * & j$ ã ?s? S £ 2 ft «!• 2 T- tò 2 .£ T 52 # T' » ft MII2I ti n I ff í f ÍH f£ 52 a s£ ffi \ 'é m » £ Pfl # *ê # yi- # a # e ® ft tf 2 iii •& Ha o o 35 o St # f£ 52 A g il M Jf íffi * 3S it ft ^ ft íSÍ! £ 31 H T # Mi ?2 -fe, M Ht 2 sg ip iji ® „f° tfi JM ** 't1 * Z % Z 3Í M Ê t$ s§ * & ,t ./ 122 o * * —tSSÍíK :0 £ & & & Fsi =f i'] »\ t a $ n $ iit -t «P !I *8 M fi T lí a s* 0'J ff Z & £ & £ s w s® ft tí &t m % »t ft jft m m e fê u m j. ® # - íé 2. ^ a % & íã z ri z & *S*2i2l -J? # A é/p iif ÍSIS * 52 ° o * "ííFn -tlí ^ ^f3 íili ií 52 ^ 22 òí ft ^ flí tí? ®E ^ j§ £ © Ul, ff 52 # 3Í =? 4 * ® ff 2 A si 2 * $ ff 52 M í/r !ff 2 H “• # & + 2T> *[ & $ ffl Í2 # 2 M T fJr # 5 2 52 2*. m sé n % % ■& m ,s # g % n & m ® m * «
  • 441 Co p. Pill. CcmposKoj'.s Chinas. Oraçaõ Periodica. lftpidfl, assim Ires notom nos sao hum din, e o viajante tamliem sem voltar! acaba o salgueiro de estar mui viçoso, e l-go vem a chuva, e neve em abundacia • na8 ha circunstancia, que naõ lhes fira o corar a” • s- imos da jornada feita, e por fazer, esta lhes serve de consol.iÇa'; mas por fim lhes serve de tristeza : de consolaeaS, assim approval a resolução do filho, de viajar varonil- mente, c naó tem tempo de pensar em si : de tristeza, assim pensão nos trabalhos do filho na jornada, e igualmente naõ tem tempo de pensar em si : lamentaft os salavancos do ligneo carro, sentem o espanto dos quatros machos, naõ ba affectos, que naõ sejnõ inexplicáveis. Exaqui o que se chama viajar longe : aindaque o coraÇaõ o prende as dnas pessoas, o corpo ja tem corrido 10 mil lis: procura commnnicar com elles de longe ; mas as agoas sendo extensas, e os montes altos, nunca tem meio de communicaçaõ : por isso os antigos naõ trocavaõ o gosto de os ver, e faUar-Ihes em casa, pela jornada de mil lis ; quanto niais dias corre, tanto menos os alimenta : ellc intenta compensar em outro anno, amontoar vestidos, c dispor mesas, e iguarias, e por fim nunca compensa: exiqui porque os antigos naõ se privavaõ do prazer de dar feijões, e agoa cm cem annos, pelo proveito, e honra de ti m instante; por tanto como estando os pais vivos, se viajará longe.? Secunda Oraçaí Periódica. Por 1U-CHAM-CH'AM. Aoô resistas ao marido, [a] Mom çu. Á virtude da mulher he naõ resistir, grande preceito ; mas huma mulher poderi resistir ? quan¬ to rnais ao marido ? tal lie o preceito, que a mui da a filha; o ponto consiste nisto, e em mais nada. Haverá quem diga, que nesta vida he infelicidade ser mulher ; neste mundo o que custa mais a dizer, he o que pertence aos casados ; o que he nesceasario, he esforçar-te a conservar a 00134, [aj He pieceito dado por huma fiixlga a sua filha, que ia casar, referido jor Mom-ju.
  • 442 % n * 135 # ^ 147 á: flS Ae £ 5$ SI ^ ^ * 3S jfc # íp £ -T tí ft it Jt ft * 7 o o fí 4 ^ 136 ^ 5- -fc tft Sf -f- II ft iff i £ *r 'Ê* 'frj* / * a s fè ,$ ■?■» t «• >i 51 H =f '» A £ R t ? « fl .1 f! ^ t t a ^ t ft i m » n is éí s se t © & íl ih 0 ° 63 34 o M m % y a| * s ja pg s ftJ»-í##JÍE*#«lt ii 0^: "f I à & g ^ #* * a .a x n m $ * ts, n — «#»qp202:*ii#0 * ff & h if $ If ftl Jit g * 2 ^ ^ f £ & W ,®. ^ jç 1 #A j|-.ji4S>i*« •& £ H i§ * ?f ® fr é i§ A |;J K I13|«: Sff fj ic. * Jí * ,» lU tf 2 £ * £ *• •fpf tS" ft JB <0 if’ il ¥ il >â $ítft~|Ç|íj(S4È#:* ® * A. %■ ® ® “ g li & 15 # * T> P9 I A g # 2 1 t# 1 W ÍH il si Si # á: @ ft il - ti £ 2 e, II © * ♦ £
  • 443 Cpa. Pill Composições Chinas. para naõ ficares para sempre mal comigo : agora que vas principiar a atar o cinto, (ornato da noiva,) usarei de reserva, e naõ te fallarei ? Apartando-te de teus pais, e indo para tua casa, nenhum dos senhores paren¬ tes, te torna a ver ; quem te importa, he so o marido, e mais ninguém-• separando-W de teus irmãos, e bebendo i despedida, todas as tias paternas, e irmís maiores em va5 choraó por ti; porque o que te consolará, lie só teu marido, e mais ninguém: porem detendo olhar vos como hospedes, convém procurar as virtudes do respeito, e uniaO : e quanto mais deverá o concurso das vodas augme- ntar a boa harmonia, e affecto ; por isso digo : Porder-se-ha resistir ao marido ? A habilidade, e pru¬ dência do marido, he por si bastante, para por em ordem a família, sem desordens; mas supponha- mos ainda, que o marido tinha defeitos, se o poderes corrigir, corrige-o; se he incorrigível, naõ re¬ sistas á sua vontade. Cuida em respeita-lo; e para isto com hum coraçaõ humilde condescende com elle ; e será licito por ventura levantar-se contra elle ? A moderaçaõ, e dignidade do mari¬ do pode por si conservar a tranquilidade, sem disuniSea; mas suppoahamos ainda, que se irava, se o podes apaziguar, apazigúa-o, se o naõ o poderes accõmodar, nao vas de encontro a ponta da espa¬ da. Tem muito cuidado ; e para isto com boas palavras conduze-o ; e sera licito zangar-se, e in- aulta-lo ? Naõ ostentes a tua formosura; colhendo a fom-fei, [que he gostosa,] convém ter cuidado em naõ deixar a parte inferior, [que lie amarga] : naõ louves os teus talentos, preparando a pin-g’ao [herva aquatics, para o sacrifício,] lemlira-te que o que se diz em casa, naõ saia fora delia; naõ digas, que as obrigações de hum saõ leves, e as do outro pesadas; ha differente graduaçaõ de pessoas, cada hum se contente com a sna : naõ digas, que a mulher hombrea com o homem; mas para a boa ordem da familia, tu has de ser a primeira em fazer, o que podes ,- naõ tenhas grande soberba; sendo grande a soberba, levantaõ-se contendas : talvez que o maridii solfra ; soffre no exterior, e ira-se no interior;; o homem naturalmente he altivo, e deixar-se-ha elle abater por muito tempo ? naõ te fies no seu amor,; fiando-te no amor, [tomarás liberdades,] perderas a graSa; postoqne o marido talvez releve,
  • 414 st se ftíiTiffz^ o Èl * & & fi st é a t 0 & >k =?• w ú & i a ^ ffi * tf ÍÍtlil'111 S’ o o ?|í í® * *1 Jt ;fc 85 7. H% If -7- íl tP HL _^ r,4 à pj I S * I í) i f I 62 ° # # * íl * g I í H ffl ft J1 7 # ft g ft 85 ip jW ^ pi % n fj pé ír «r ^ ^ ^ "pj* ^2 ^ ^ á £ ft 18 2f f S? 7 st 94 í# ^ * a $? a #8,|##| si ,.rs s?sí & a * n ^ ns a í& o ,3y pT 7 # 7 E 5? S H *
  • 445 Cap. rm. Composições Chinas. OraçaS Periodic*. no principio releva por affecto, . depois se ira contra ti : o favor do homem he mui delicado, e nau terás cuidado ? este he o emprego de toda a tua vida: assim dando-te a maõ ao caminhar, (i despedida) na5 temo ser-te infadonha : tudo isto digo por propria experience, por isso ao puxar-te pela manga, e vestido, (para partir), fallo-te com miudeza: saS chegados os coches, cautaõ os patos man¬ darins, vai, contenta o teu noivo, vivei como irmaõs, e naô sejas a desgraça de teus pais. Terceiba Oraçaõ Periodiga. ✓ . A Lei neõ se observa, subo para hum hate, vou para o mar. Confucio* Sente o Santo, que o mundo o naõ receba : e representa ter pensamento de se ausentar : porem teri 9 Santo vontade de ir para o mar? naõ, porque a Lei se nau observa, suspirando diz, que se ha de ausentar, porque o sente. Quando os atfcctos do homem chegaõ ao sumrno, algumas vezes parece dizer coisas deshumanas : quando se tem perdido as esperanças, de repente esforça-se a fazer ac- ções inesperadas : eu Confucio hoje por haver coisas, que naõ posso realmente remediar, mudo de pensamento, e vario de meios ; porque tenho inquietações, que na > podem passar n’hum instante : se¬ gundo a regra celeste quando se chega ao intimo, sobe-se : segundo isto este era o tempo proprio de se fazer ; mas como nunca se sobe ? segundo a natureza humana, quando ha desgoto, pensa-se em reform a; segundo isto a presente geraÇaS era a materia propria para se verificar ; mas como nunca se reforma ? ah! he por que ha muito, que a Lei se naõ observa ; suspiro por noticias do occidente, e o bóm homem nau apparece; tenho os intentos de Ckou de Leste, e nao chega o tempo de me receberem ; assim naõ me resta, senaõ''subir a hum bote, e ir para o mar. No meio dos qnatro mares [China] quem me be dessemelhante »a natureza ? e como taõ determinado
  • % # 'è .« B'J U if ft * fg ig W 4 I f i I 2 Sè 1E T 30 & » » I !5 8 ^ t I S 0 2 ft s: n f # s ?t i ® « * * ft 2 i IÍ ® / 4 £ Tv ffi # fft ife ig -7s -k # z % íí i¥. ft i! I ^ 2 t ? « I 1 I* K 113! A Ê it 1 Tfn lá S $ £ ijjj f? Jfc 2 — jt 5® $6 it — U X * f* tl È ifi tt si m & # tit in 4“ ft z z % f) if M US & ? ^ 3t ® tt B T 1»! ft * f5 S S fj # t jin’ Tv É # 2 tit » it rS iff $$ ® 'P £ ' ã ft í£ H Ji-1 tit ifi $ $5 ti. % O Í9 S T T 9 II S & ft m et i'j 49 89 £ a w ft is * m sr $ â m fa «MBA ,» t ft 2 I'J if Í # & *i * « pJ a % si íp sp z S ^ « fi ti $ M & T T 5i W T ,@. 134 # S iiHt it $> « g 8113
  • 4)7 Cay. rnr CoMP03ig5es Chinas. 0ha«a8 Peiuobica. me retiro ? se os sons dos tristes suspiros, e ss circunstancias perigosas naõ fossem vistas pelas ineus olhos, e ouvidos pelas minhas orelhas, poderia disfarçar por hum pouco a minha pena ; entre os quatro mares, quem sc nao ‘doe, còmo eu ? e coao indilTereiile me vou ? Mas suppondo, que a 'minha cege nao passasse pelas praças dos reinos dos fidalgos, e eu naô entrasse na sociedade dos ho¬ mens existentes, poderia por hum pouco deixar de Cumprir o meu dever. Posto que dizem, que tio monte Ki, c no rio /»*, se pode estar1 bem, com tudo morar la, e nao me compadecer da tristeza dos mais, como poderei soffre-lo ? naõ ha melhor plano, que fugir da gente, e estar so. Se bem que l,uma terra obscura, e estéril tãmbera he capaz de reforma ; se pois habitar nestes sítios, e tiver civilizado os habitantes, parecer-me-hao inhabitaveis ? para que pois pdr o alvo em metter-me no ■ mundo com as sobrancelhas levantadas ? [gosto] . Indo à revelia de hum bote, subindo, p descendo - sobre as ondas, fico fora da patria, e naõ me intrometto n:s negocios delia : este he o meu fim, ■ este o meu refugio; por-me-hei no meio das vagas immeusus, e voltar-mc-hei, para vei a minha patria, c reino ; pois que a inundaçaã do mundo he quasi uuiverssal, assentado poderei neste iuter- vi 11o descançar hum pouco: lie este o meu prazer, lie o meu fim. Mas ai! he porque a Lei, st mé observa, que eu taô depressa formei esta tençaõ : a vontade de soccorrer o mundo de repente se mu¬ dou em projecto de fugir do mundo: o homem, que naõ lie recebido, se deve collocar em hmna ter- ra, que naõ serve de nada; porem voltando todos os que me acompanharem da praia /«< [Ç i tu, valcntaS J me acompanhará na minha viagem,
  • 448 í*4*TBTÍ*Iílfi2f9I "T@Ii;|ÍItSÉê@2Jè * # S«:il Aíí«ii*i2i t*;gi 0 IBÍSS*«f SSílA * 7 & z * h ipj ta *f- ft * # jg * z £ m
  • 419 ComposiçSis Chinas. Cup. Fill. Quarta Oraçaô Teriodica. (a) Por XE-X.4M-CHO. P-li-hi nai admoestou, conhecto, que o fidulgo de lu era incorrigível, « rctircu-se para CÁ’ ir, Mora-çu Hum ministro de Ju chamou-se Nao admoestante: conheceo, que era impossível faze-lo, e re¬ tirou-se. Mas Hi porque naS admoestou ? foi so por saber, que era incorrigivel ; e isto basta para enten¬ der a antiga retirada de Hi de Iu para CÁ'in. Se acaso hum ministro, quando o seu reino está em pe¬ rigo, fica em silencio, c sem pena se ausenta, isto com effcito lie bem vergonhoso para hum ma¬ gistrado sisudo ;e com tudo os homens de maior talento, no tempo das calamidades, algumas vezes por desgraça o fazem ; e porque esta acçaõ he mui sentida pelo povo, sempre a sua intenção dificil¬ mente he conhecida pelo mundo; basta pois, que entendamos a causa da sua retirada, e chegada [a Cá’in,] e naS precisamos disputar rnais nada. Querendo os Chin passar por Iu, Cum.che k’i oppoz-se j mas que pena 1 de manhã sahiu a representação de K’i, e a noite entraraõ os presentes dos Chin ; e es planos de K’i ficaraõ sem cffeito : neste tempo lu estava quasi sem homens : que desgraça Iu estava sem homens ! Iu ainda tinha o ministro Pa-li-hi, que se naõ tinha ainda retirado; mas Cum-che- h’i representou, naõ por saber que, podia representar; mas representou sabendo, que naõ podia repre¬ sentar. Dirá hum sabio : Hi sendo ministro de I" devia por oficio representar, Hi, e K’i eraõ igualmente ministros, ira justo representar; e quem diria, que Hi por fim naS havia de representar ? com tudo i-so H> naõ foi omisso em representar: supponha-se que Hi faltava, qnem como K’i: ou supponha-se que Hi fallava tudo o possível, do mesmo modo, quem como K'i ? Se Hi podia oppor-se, e naõ » fez, qua grande cobardia de Hi ? mas ah 1 isto he naõ comprehender a razao, por que Hi se naõ op- poz : supponhamos, que o soberai o de Iu era corrigível, pela comparaçaõ dos beiços, e dentes [feita / por K’i] (b) ja se lhe tinba opposto com força; supponhamos, que o senhor de Iu era [a] He singular, por naõ ter os periodos correspondentes, segundo a regra de compor [b] Dizendo , que u reino, que ia ser gcommeltido, e o propi lo eraõ dependentes como os dentes, e teiqos.
  • 4'>0 m & ,ã ± Sl t. m & g H iffi fé » EI i !| Í t I fí A t T S â S A ít tí a pj ff t, I ^ f S I St Sffíi £#l M lí * iH fi i£ 5? a ^ ÍJ H ffli” Sr £ A Ú £ -f & » *t >í SP * lU 7 % til ft W Í/r í« * g * £ * itig pf * s t ii’ t- «®£ ft ^r ^ ite # ;;’ -a ft bí ft n fa & ft *1 it H r® 7 f U$ i!í g iffi sf IS Sr #. i'j ft T* g d; pT tíiflí pj ^ # Si A I3Í * K â 1 f H C> @ S A 4 i ft 2 íi ffi m % z * m « # íí $ « % * •ffi íi * % Bri é Sr j® W i$ ® # íS 2 % %- 123 0 £ ft f* ft í* ?- * li- E Ut 7 ft ft í"! ft £ * li f, 0 $ a 2 «u z ft â «a a k 1 l\ t iP % f * ft n w iff ft & ft. * ft ■PT JS ffi íí 4 s íI Hrj * A If lit ft ?I° li fâ O
  • 451 Cop. nu: Composições Chinas. Oraçaõ Periodica. corrigível feio exemplo de Ham, e Chonm (dois senhores destruídos) ja se tinha instruído maduritmente ; supponbamos, que o senhor de lu era corrigível, a bondade do sacrifício (outro exemplo) ja se lhe tinha exposto bem, e que aconteceo ? nao haverá sacrifício de inverno (disse K’í), e com éffeito naô o houve (por causa dos estrangeiros) ; retiro-uie com a minha familia, e com effeito retirou-se com a família: logo o senhor de tu era incorrigível. Mas se corrigisse o incorrigivel, Ht naõ manchava o caracter de hum vassallo fiel; se corrigisse o incorrigivel, Hi naõ deixava de ser hum ministro do reino < se corrigis¬ se o incorrigivel, Hi em que perjudicava o antigo reino, e soberano ? como he, que perdido o reino, e a propria casa, sem custo passou ao Occidente, e foi para CA’in ? voltava-se para a antiga patria, onde ja florecera o trigo passeava em /-«ei, e a naçaó estiva perdida; que sentimentos de Po-U-h, ’ falta de velo ate aqui ! mas ai este suecesso nem em parte se pode explicar a «diotas : lie que Po- li-hi sabendo, que o soberano de /« era incorrigivel, foi para Ch'in. Isto naõ obstante Po /.-Ai era re- almeute ministro de /«, e o entrar em C'hin verdadeiramente naõ era o seu intento: snpponha-se, que naquelle tempo die sabia, que /« era corrigível, entaS elle com o «niuistro K'i entrariaõ a par, compri- riaõ o seu dever no paiz de tu, e na praga de lau-kan haveria vestigio do ministro das cinco ovelhas? (em CA’.nlhe deraS cinco peites de ovelha) e entaÕ va8 dizer, que depois d, perd» dc la. elle fora com hum memorial debaixo do bratjo supplicar a CA’i«;na> ha tal, nao ha la!.
  • 452 ® j* # iff Pí Pj ^ 5K tS * £ tt ffi ^ s fé =t t- jt * m &. M & £ % À i I * ft Jf £ Sj tf * £ - K ir t$ # -j± # £ # 2t tf 3S # * # & ft M # 2S fí # •& $ W ^ * # sl a a 'S & H Í 51 #S * & S I 4 * £ # |f ffl S Ê fe. ® # II íJ & £ « ia £ ft ^ 4 í I i g 'T ífc ej * £p f! * £ f* * X í & ^ # -m 2 ít -_• 73 o o íl izn 48 $ ^ ^ pf ^ * £ — pT $ O t ft $.mm m m a % ií % % w T pj $ g z li» S ?l J 7P7 lí EI H ifii &• r % M * It T- M f íí í|’ W & IS » f ifttfc M & E £ # 4 X rfií M 4c T' ® rí 35 o # g? ± ® ífj fS í0 ®? * if ír # O o
  • Ca,-, rnr CoMrosiçSe» Chi.n'a». ÍjS §. IV. Poesia Antiga. ,4s prinrípars rspreies de versos antigos, e suas regias saí as srtninles, A Persia antiga, (como a moderna) consta de cantigas de quatro qualidades, Soneto», sonttos fúnebre*. Ac. ruja lei geral he so constar de toantes geral mente no segundo, e quarto verso: podeid» » verso ser de 3, 4, 5, 6, e 7, letras, e ainda na mesma peça buns compridos, outros curtos. Cantiga [acompanhada] Ao Venta forte. Hum grande Vento se levanta, as nuvens vem voando, o mar „e torna magestoso, voltemos á ar.t ga r- a mas teremos nos heroes Videntes, que as raias todas guardem ? Cantiga ile 7 lefras â Primavera, e Pu a. A noite passada e pecegueiro do poço com a viraçaô botou flor, na sala da frente do Paço Vei.iam o luar esta alto : P'im-iam canta, dança a nova graça : ha frio de primavera fora do repos¬ teiro, e da-se-lhe hum chambre de brocado. [Os que cm desgraça se alfligem pela graça dos raais.] Versos de 5 let ch. O Sulitniis. Ú nobre, e plebeo, se bem distinctos, todos sahem a seus ucgocios, eu so sem embai aços me re¬ tiro ú solidai : a branda chuva de noite passa, naõ advirto nas hervas da primavera, no verde monte raia o sol, em torno da choça as aves chilrai : entaã ora vou com o passageiro, ora me junto mateiro : convém contentar-me com a minha esfera, sem desprezar do mundo a gloria.
  • 414 ft ft # 4; 35 HI 38 & K % # * *h m H3 -fc BS VJ A|S i ffl * « # $ w Hi # i ® n i§ Hi w ® ^ # 3 * fl £ * * s? if £ It «5 iH a w m « » lii if 55 * * £ * âf sg ¥ ft â 3i II ii'jlfc s» a m & o ¥ PH iktU 0 o ff * w j* "3* -« * # fé- ± * f * Eg'm. fin & % t p7 o ^ ^ íií n li ^ii M W; ft ra li 2 St ilS 'p) ?* jg *7 IS ft ^ * ®r 0 pt 5£ tfi * w ■fc E m & o - ta t w f? #
  • Cap, VIII. CoMcosisit* Chinas. Poesia. -15 Qu Uras tallui de cine» letras com o segundo, e quarto verso em to»nt*i i humas vetes «mbos os pares saS correspondentes, outru so bui», outras nenbum. Vai a huina casa de hehcdts. Hoje se bebe a torto, e a direito; nao nos limitamos a sustentar a natureza racional, estou vendo a todos bebedos, e poderei eu ficar so em meu juizo ? [Reprehends as desordens do seu tempo.] Inflares da primavera. Verde he a cor da berra, quando a do salgueiro he amarella; o pecegueiro tem a flor «pinho¬ ada, e a do abrunheiro esta cheirando : o leste sopra sem tirar-me a tristeza, e a primavera ainda augments a minha afflicçaC [Desgostado.] Poesia Recular, ou Moderna. A poesia Regular, ou Moderna [oitava] consta de duas quadras, e quatro toantes, que saõ oi¬ to versos: dois na exordio, dois na Iigaçaõ, dois na digressão, e dois na conclusão : cada par deve ser correspondente também no tom plano, ou na5 plano : se a segunda letra do primeiro verso for plana, a segunda do terceiro será na5 plana, e as avessas : o tom da primeira, terceira, e quinta letra lie livre ; o da segunda, quarta, e sexta he obrigado a eorresponder. Os pares do exordio, e conclusão naõ precisão ser correspondentes nos termos .- tal he a regra dos versos de cinco, e sete letras A Sesqui- oitava depois do parda Iigaçaõ mette mais huina, ou mais quadras, e logo faz a digressão, e conclusaS. Versos de 5 letras. Banquete ■nocturno na cida/e de leu. O vento fresco traz a chuva da noite, c o agoaceiro oçouta os bosques en¬ regelados ; tnas o jantar n’hum grande palacio pode fazer-me esquecer da velhice t
  • m R i+. f M W SS it # $ £ # *t £ Jf & i ftl m m d - ú # # *' a ^ ff JÍk 0 ÍB ffl # 5| ff ff # f ¥ A I'J ág fê íj =f tô K -" ?: Ê 5? |e S lif n # s¥ ÍS # ra jk> ¥ - 13 g II <3 ff - - SíH^ Aflf ft _ tT>ià 0 o # IÉI 3E ffl ff« si lí: S 5C 5è # í? tffc # fi H 01 ^ ffi ff # # l@ # # S $ fS t Ê * $ tu ig Bi d % 0« s a sr $ *■ % A gv ffr S « a pA ^ 3Ê m *) % — # ta §t 0 0 o ff *B « & « a m o
  • '57 J Cap. Till. C*MM>sis*f« China*. Poisia. o» soldados jogaS a «sp&da, • ot barbaroa asaobiao com hervas; ma* st naB (bat* general da» raiat, n*5 aaberia, (juanto he bom estar na graça. Acompunhand» • Académica Chani-aG-ma, fur la para • mar da Sal, par Aunt epitaph*. Grinaldas va5 ao polo do Sul : de baixo do cruzeiro se grava huma elegante composição it Chau (reino) : trea magistradoa taõ mandados : nos reinos de Mam se abre hum epitaphio, na tenda muitas flores rebantaÓ : nabarca da primavera miúda chuva cahc : subindo ao alto mar, enviado pelo ceo (rei,) na8 sei quando voltarás. Poesia Recuiar. Tersas de 7 letra*, feitas na cidade de leu [terras das raias] «» principio do anno. O anno passado em Kin> do Sul as ameixas pareciaõ neve (no numero), este ann* em Ki do Norte a neve parece ameixas : daqui [destes dois annos] se ve, qual he a constância da vida huma¬ na; ainda porem gostamos, de quo o anno va, e volte : nas raias as guarnições cantaõ dias continuos; mas o* corte ha iliuminaçóes, ate o romper do dia : do distante Oeste aspiro ao sol (rei) de Cham. gan (corte) : tomara offerecer hum copo a duraçaõ do monte Sul. Poesia regular PAl (sesquioitava) de 5 letras. lie cor d anão as antiguidades de Po-ti. Poê-se 9 sot no grande Kiam, he noite ; paraõ os remos, ftlla-se dos costumes da terra; a metropoli (Po-(i) esta próxima ao reino Pa çu, a sua torre encobre o patacio de flan (alta) ; os barba- ros sojeitos vem a ser conquistas do CA™ ; os vastos bosques vem a ser mérito de la ; as verdes al¬ ta, paredes (serras) se corta5 ; os perigosos lugares ficab accessiveis ; velhas arvores nascem do me¬ io das nuvens; os barcos, que vem, sabem de entre a névoa, e neste canal .. perde a vi.ta; .. refla- xSes, que o viaiante assentado faz, na5 tem termo.
  • 4Ã3 ir IE a if í Sr S •¥ ■M Wi M $ it it a íÉ 'Pi i# n if * 5f'J -fc| ii ft |0iIig^jSttil A) g * i K i f # ?jf ÍS $ S 8§ '/M f*r ^ |p] è $ ^ >C ii ^ W III ^ à * tt ^ ifi -t w is F^j -s? * * ® n a H i§ ± £ B 4 í B iB -t S S + Ji) ft ® SI 4fi 15 ffl jfe è # JH «E ffi ± & it $r T' IS Si 7 it S§ US i IS ® S ® *P ÍÊ ti if £ W E ^r i& 4 ® Pi m ft life 31 1 ® 111 Si! ÍP # # H fí ÍÉ IBS if ® it - # * t £ ÍÍ i? w ® if ffli " i A ' It ?j *P W. # « W .i A ^ Bí Si 1 If 0 13 85
  • 459 Car■ f'tu CoMPOsiçÕes Chinas. § V* Formulários de Ordens, Escrituras, &c. Decreto. (Pode servir de modelo de oraçao deliberativa solta.) Estimar a agricultura, t am',r iras, para ter, que vestir, e earner. Eu (Imperador) seuipre ouvi dizer, que o povo se mantém esseocialmente com vestido, e co¬ mida, e este vem da agricultura, e amoreiras (para a seda): se o liomcm na* lavra, soffrerà a fome, se a mulher naõ tece, soffrerà o frio. Antigamente o Imperador lavrava por sua maõ, e a Impreratriz seme¬ ava amoreiras por sua maõ : sendo pessoas taõ nobres, naõ se esquivavaõ do trabalho, para exemplo do império : todo o povo busca, o que lhe he essencial ; mas o meio de obter o vestido, e , comida, prin¬ cipia na terra, cresce com o tempo, e junta-'e com o trabalho : se hum no proprio officio tem al¬ guma falta de esforço, soffrerà faltas; assim com a industria o homem te ri graôs de sobejo, e a mulher pannos de mais; c com a laxidaõ na5 havera, que offerecer aos pais, nem com que susten¬ tar os inferiores, mulher, c filhos; isto he coisa certa. Aindaqne as terras do Norte, e Sul tem diffe- renças, sendo humas altas, outras baixas, hutnas Seccas, outras húmidas; parã as altas, e seceas, he pro¬ prio o milho, e para as baixas, e húmidas lie proprio o arroz : e se bem sa5 dois recursos do sustento, ambos pertencem à agricultura. A plantacaS de amoreiras, e criaçaS do bicho da seda, exceptuando Kiam (aan), Che (kiam,) Su-chaan, e H«-pei, em poucas províncias tem bom sue- cesso; porem someia-se o linho, c planta-se o algnda», que se torcem, ou fiaõ, o que saõ different recursos de vestido; mas saõ o mesmo, que plantar amoreiras: esforce-se pois o meu povo à agricultura, e cultura das amoreiras; nao se entregue ao descanço, e fuja do trabalho; naõ seja diligente no principio, e preguiçoso no fim : porque acontece haver hum anno de fome, na» largue logo o campo, e pomar; na5 aspire a grandes ganhos, e a multiplicar lucros no negocio, mudando de repente de officio ; ma3 se se resolver a estimar o seu estado, aindaque do que se colhe n-hum anuo, reste hem pouco dos direitos públicos, c gastos particulares, juntará diaria, e
  • 4 60 5 fí ifc Si ff íf5 £ m @ n — $ 1 & lai «í m ^ s a * # 2 £ |E i§ íí Í4 ® ÍB ® m % ^ M fê % !3 li fi) Se *t a ** v ^ 8, Sí M fâ Ei íff ÍS & & * ft # Ifl — ffi íí Ji til 0 flê UI à m m -ta is T <8 is a ps pi at yX ® ± *f ft * a in ss )il •& A" $j ^ ,15 It iff T 7|- |is ifc sé $ % ipj Z. s £ % ■* n» * ® á ta a is s itSi ® - * íf til íc )lí íil -í? 6 & Á » * íf5 /A ^ è £ 4 * IS I# Wi é ui ^ & M'i z- á é -% í)i tii K t. T, 1> -k M fí £ £ £ s? - ^ st sa * * X * & w ^ # |B ff & ti tíf ii tffi f # 7 s a” ® t 4 H'J Hi K Z 5 11 Hf F « f B iff -Í3 £ =? II ?á JL * Jt 11 if S 3? Ifi * J] â. T $ rr * st a - K titi a ± iti tfc 2 £ & s #1 a & & & BI O 1 tf *
  • 461 Cay. ÍW CosiPostçSes Chinas. Formulários. niensalmente, ate ter abnndancia para si, e família, e passar o património de filhos a netos, o que se¬ rá hum proveito eterno ; mas so ao contrario deixar o essencial (agricultura), e pegar no acres- sorio poderá haver huma tal duraçnS ? E via soldados, qne estais de baixo da disciplina milita- vos occupais na agricultura, nem nas amoreiras, reparai, que o soldo, que se vos repa.tr aieniui- mente, e o arroz, que dos celleiros se vos da, saõ direitos, qtieopovo paga, para se vos distri ir, e sustentar-vos, e a vossa casa, sem haver hum fio, ou grai, que nafl renhi da agriculte • amo¬ reiras: e ja que vos gozais o proveito do povo, deveis ter mutua ;mz, c por os > de defesa, para que os lavradores possaõ trabalhar com toda força : naõ vos .faltando nunca o vestido, e cotnida, bem podeis estar descançados. E vós empregados magistrados, c militares todos tendes obrigaçaô de exbortar, e vigiar; na5 tireis o tempo ao povo (em obras publicas ;) naÕ embaraceis os negocios do povo: os preguiçosos, reprebendei os; os industriosos, animai-os ; pro¬ curai, que nos desertos naS hajaõ baldios, que o povo nnó largue o arado, que as mulheres naõ deixem o tear : o mesmo producto dos pomares, hortas regadas pelos montes (fontes), a galinha, o norco, o caõ, eo bíeoro tem regras de se criarem, e tempo de servir, para supprir a deficiência da agri¬ cultura, c amoreiras : esforce-se cada hum no seu otficio, e haverá huma grande resurça de vestido, e / comida. O que Eu temo, he, que nos annos de abundsnria naõ façais provira1', que na afila n - it panno, caiais no vicio de gastar muito, sem poupar, qne he o mesmo, qne a falta de industria: a'.em disto estimar o ouro, c pedras, e despresar a hortaliça, e graõs, esmerar-se nos bordados, c deixar o bicho da seda ; o introduzir o uso do Inxo, e adornos, he o que ainda mais convém, que vos soldados, e povo particularmente eviteis ; nos amigos scculos dos reinos florecentes os velhos vestiai- se de panno, e comias carne, e os moços nau padeci 6 fome, nem frio : o meio de Ç /ar de huma tai abundaneia, e de introduzir os bons costumes consiste todo nisto (que tenho exposto) Respeite se.
  • 462 & ® 7 * É 2 ® »l * ® £ Sfr í? íg f t f s 4t * IS A n 2 jg #3 ^ # fH » * U |Í3 ® f * JÈ tS Jít. •4-,-H Í4 ^ O _»LÍ. 5f a a >?; & -s it ^ O # o -¥ e. 'ri* FU -V 2 ^ íj' !£ 2 lH y^rSi $ St .f P £ lx á S II #r X j* S >c s * o li & -& 2 'n ►—* » ^ I jh $c ifn # JSf í# %%Z i # _ £ *g W JÕfr y»l»í- db r t * f a * ® á í Jg í# $ 58 a g
  • Cap. VIII. Comvosiçíis Chinas. Formulários. Representação A pedir a prohibiçaã de direitos adiantados. Vou expor ot Direitos adiantados, a demasiada oppressaS do povo, e snpplicar se prohibaf, para aliviar o poro fraco, e augmentar o património publico. Desde que Vossa Magestade estabeleceo o seu novo throno, (nora dynastia,) a felicidade tem transbordado ate os reinos estranhos : as ilhas mais remotas tem mostrado bum coraçaã amante, res- pectuoso, e o povo por toda a parte be prompto em pagar os tributos, gostando todo elle de pagar os direitos com sinseridade, e entrando com todo o coraçaS na reforma, e cirilisaÇaó ; porque no reino festão os tributos annuals estabelecidos, e cobra-se annualmente numero certo de direitos, naó se exi¬ gi do mais do estabelecido tributo, nem perseguindo por direitos ex .raordinarios : ficando assim o -rno sem incómodo, e o povo sem oppressa® : grandes leis ! Mas eu tcnbo ouvido ha annos, que ha empregados avarentos, que naS tendo acabado de cobrar os tributos do presente anno, logo exigem, e perseguem pelos do anno seguinte, que he em bum anno cubiar os tributos de dois, e chamaõ a isto Direitos adiantados; ora sendo Uó grande o império, e tantas as cidades, e villas poderá deixar de haver, quem, governando mal, continue o abuso sem emenda ? hum abuso, que molesta tan- to o povo, he que eu peço, se me permitta expor miudamente. Anda o povo miudo a labu¬ tar o anno todo, e o que recolhe, saô algumas dezenas de alqueires de graõs ; daqui sahem os. tri- bntos para o publico, e o sustento de oito bocas ; *vai a feira vender paÕ para os arredamentos, sem nunca juutar mil reis; tirados os tributos pouco resta para metier na boca, e ainda ha, a quem naô chega o sustento, e se vai endividar, pedindo emprestado : naõ tendo o povo miudo mais lesurças, labutando, e esforqando-se a promptamente pngar os direitos, obriga-lo a pagar os do anno seguinte, naõ hc querer tirar-lhe logo os tutanos todos ? Suppouhamos, que estes tributos adiantados entrava o logo a- dian'. dos para a fazenda, e que actualmente se levantassem tropas de reforgo ; poderiaS servir para acudir ás urgências ; mas ha annos, que os rendeiros das cidades, e villas so entrega õ hum anno, emnda ha queta
  • m « m # * » * ss z 75 # w tt * * 7J ft £ .a ± * * f ft *!• * « « « » ut ® fr w ii a sp íi íp« # ® ft & if fl # fll 18 ^ 2 & s M tS ft ft s ^ Si g. ÍE ;t. f' 2 & ^ 4i * e # - « ± * á: k * * $£ ta rB £ ft ^ iff ft a t * ® ® Sir # f£ ÉP jjí rt H S« # ÍS Iff íí íS Í Í ^ ® ft M t l^íiilll f) T ft m 41 i Jfjt a jÊ tf Ji ít tá ^ * ftj $ il ^ # $ "f -g -f Q tí It gist $S + ^ p] gf # ^ ft /V :> d S 2R§ K5 fl; ^ ih tft 5â g. £ u $ it £ ÍE ÍP1 tt SS f Ç ^ jí £ 2 >> X 0 # fl fl AI> [ffi J{ - ft ^ jtt Z # S & H sfe & # fô if W **«»#* & * a * £ £ ft * íif i 4 Çf ^ é It ft ■■'!’„ 4-” $ li 5)é jm° ft H ■ ,‘i 2 a $1 p i* I t 1 S 4, i ft 2 W J* * " 0 •
  • 465 Cay. till ComposiçÕcs Chinas. Form ularios. nail entrega hum anno Inteiro, e ainda ha, quoin no anno fica devendo algum annos : coitado do pobre povo ! quando vem hum anno de oaristia, ate o Imperador com huma bondade celeste procura mo- 1. r . dos de aliviar, e perdoar o» tributo», no que mostra o bom intento de olhar para o povo, corno paru filhos, e beneficia-los; quando os rendeiros avarentos vem a flagela lo continuamente, a tyra- nizalo arbitrariamente: como lie isto? parece-me, que a sua intenção naõ lie, senaõ que arreca¬ dando os tributos de mais da hum auno, conseguiraS unis avarias, (excesso de direitos!; naõ al- tendendo, senaõ a engordar-se sem compaixão das misérias do povo : ainda isto na6 he tudo; o povo tem pouco para si, e para a família; com dois tributos no «nno, fica exbausto, fira esfolado; o- brigando-o assim n fugir, enchendo os caminhos; e sem saber, psra onde se ha de voltar, se escon¬ de nos canaes, e canos, acha-se logo a populaçaõ diminuta, e perde multo a fazenda. Snpplico pois, que vigorosomente ordene aos vicereis, e sotovicereis de cada provincia, que promulguem promptamente ordem, para que se houver, quem sc atreva a continuar o abuso passado, e fatigar os povos, logo seja iadi- viduahnente accusado, para com fundamento o sentenciar; e as famílias tendo socego, recobraraõ o an¬ tigo espirito, poderão respirar, e a porfia pagaraõ os tributos; he neste fundamento, que se podem segurar os tempos paeificos, e felizes. A representação dolorosa, que fica a cima, nasce toda da idea da política do reino, e salvaçió do povo : e se o que este vassallo diz, for acertado, supplico a Vossa M gestade a acolha, expurgue, e remetta cm consulta aos tribunaes, e sauccione a s ia resposta. Edital. Exhort ando a vir â escola pia. N. Juiz. de fora da villa de Llm faz saber ao exercito, e povo, que elle tem posto huma «scola pia, para educar os meninos de gente desamparada : o motivo he por sentir a falta de cultura dos costumes de Cim, e compadecer-se da pobreza do povo
  • 4fc6 ip m * m t n ií m % a « M. i T M ^ Ò lê ffr lit í/r" ^ Jlt S {§ A íp m 2 $ áS 9R 9t # jtf * tip IM M B8 -y •ír/u ✓C pX ÉS Sê € J: ,â # ®> * í*. k B iP Bfl — o o it $ El! # iS - ÍÊ SI ? S # â 81 tin ts a B'í ÍS ± fc Si E J-2i« '£ II ff 4l> 4 S £ l*t s £ m ,« # is í5e m ® % " * ata #li» Epii I* t ft JW 3° % £• li' * í. 1 f # lil ff 55 # Éfi ?; frii g o ò E if ifi* A ffr M S » I I f1 f S * f 5f - II ê. FU M'í Si M i. 7» tt M & A~- m. m t & w is i #-K 1> .1 £ -1Í TI SK O
  • Cap. VJJ1. ComtoriçIi a Chinas. Formularirs. del'e; tendo estabelecido cata escola ja ba bum anno, os meninos postes Bella ainda aai bam peseei: o moliro he por ae snppor, que o estudar na eacola pia he diaairose (por cenfmar pobraia); mat isto be ignorar a lei das escolas das villas, que rem da antigaidade : na > bftuverao por ventura bo- nuns celebres, que sahiraõ delias? naõ he isto ter vergonha, do que naS he vergonhoso? Se v*s mesmos oa podeis insinar, ou podeis chamar mestres, muito gostarei; roas se vos naõ podeis pagar a hum mestre, ao mesmó tempo que vos edvergonhais do nome de escola pia, e os deixais ficar rudes, e grosseiros, sem ensino, tenho muita pena: eu tenho bem pequeno ordenado, e naõ Si i*te para vos constranger; roas desejando ardenteroeute a vossa inatrueçaS, naõ posso deixar de usar de vários meios para vos persuadir. Ora aos tautos do corrente se abrira a escol», e os filhos de gra¬ te pobre poderaõ ser trazidos, a aprender as artes. NaS queirais, que os filhos dos lavradores fi¬ quem lavradores (ingnorantes), e estimarei muito. De proposito vos communico o sobredito. Editai. A prtih lnr ai mdtheres de ir aus pagadas, a oferecer incensas. Por Hnam-leu-h mi. (PuW.ca-se este) para probibir a proiagsçaS da luxuria, e mina da boa moral, e reformsr «costumes. Consta, que be da recta raZuB, cuid .rem hs niulbe es em estar recolhidas no seu repsrti- nienlo, (as mulheres moraõ à parte): os costumes modernos different dos antigos; gostaõ as mulhí- tcs (agora) de passear, de grandes ornatos, e bonitos veslidos, de divertir-se por mar, e por terra, de botes pintados, e ceges cheirosas, de adorar os dcoses, e visitar Fo; de sahir, e mostrar-se, esten¬ dendo se esta pratica, e toruando-se em costume ; misturando-se nos magotes dos moços, e gracejando nas casas dos bonzos de Po, e Ta» : ja naõ direi, c,ne isto s. o borboletas, suspirando por flores, coraçges embebidos em pra.eres, deshonestos deuion'os, e liixurioso» diabos, que tudo convertem em casas de prazer; mas havendo espectadores, que dizem graças, he difficil fugir das leves, e das línguas; nem se podem embaraçar os vadios de de crever o luxo, das que | a sararaõ : e naõ he isto
  • & m s jk n i tfl S3 §£ 5111 li? d m 7jí z it ® M g{ -7 iE g ix mSr\ £ ■»;* ■U & pi til f# A O 0 ^ â ÍS ft li 2 ® 1S Ú ái # -í i ír SI I f 2 S aí S? JiL * ® H @ ft .-& 2 tg ft rói & * Ú & 11 Sb s á V* . 5K ff fe iff 2 |il @ £E ÊP S M &' A i® E? PI íS ® ft » # if Ifi ;p ft * ft Id t-0 A é ft m ft v * ft & S * » 8 ft* it ft fâ s # * X 8 I * 4 ' A ft ft it g ft '-if qfc s n: i s a i e si ft @ « m ft ffi m m m m ft g ft ® ft W & 1$ £ St ft — R ❖ if — g£ ffi 3P gj 0 il H ft iftf $ Ú & * ft? i* 51 7i H « ft & Í1 pip -W £ fit Z % J£i S @ * *1 .ft ft El St H 8r J& ft jr # li! tfl ti 8 fc ft §5 S il’p SÉ ini tt il S _t Jl J-L -fâ ft ffô 4^ iiSf ^ 4 it 'll' Z & & £ ns s- S -W t£ 3C ft if y 4 7- {{i gi| fft Si!- ff $| 5 ifi # if 2 ft $ It * • o 0
  • 469 Car- vtu- ComposiçSes Chinas. Formulários. procurar por si estes vilipcndios ? Ainda ha coieas mais abominareis: ha maridos sem vergo¬ nha, que v»5 veuder as mulheres, e estas luxurícsas serrem-sc daquelie pretexte; mas o que querem he ver os tnfo-s : ainda roais, os maridos indo ao seu lado, e rendo outroa corteja-las, lem grno- ile prazer: as mulheres arrastadas da afifeiçaS, e presenteadas com alfinetes de cabello, gosta? de huia encontro, e entaó augmentaó a formosura, e ornaõ a belleza : e que diflerença vai disto as casas de devassidão da3 praças ? assim hc que grandes families, e casas distinetns se tornaõ em coutos de me¬ retrizes 5 se se raí cortaõ estes abusos, a mina dos costumes terá termo? eis aqui porque e», como juiz de fora de*ta villi, ponho este grande Edital, para primeiro mandar, e logo prerder : se houver pois mulher, que como ate agora, saia a passear, e entrar no.- pagodes a offcrecer incensos, sendo de casa dc cavalheiro, se lhe prcn.ieráS os criados, e sendo de gente ordinaria se prenderá o cabeçada casa: e ns bonxos dc Fo, c Tau, que a hospedarem, seráS bem castigados com canga publica^ Quanto as tres ordens de rezadeiras, e seis serventes; cllai saõ, as que ensinaô a deshonetidode, vaõ buscar as ideas de vento, e luar para livremente faltarem deshonestidades, fazer alvorotar a» mesmas nn- lheres honestas, e apanha-las na sua rede infame; pervertendo assim ate as senhoras nobres : quanto SOS maridos; dar-lhes livre entrada, lie querer receber aluguel das mulheres: por tanto daqui por diante as cantoras, bonzas, casamenteiras, corretoras, e ontias serventes, a exepçaS das parteiras, aso se lhes permitte entrar em casa alheia, a pedir esmola, nem hospedar gente da terra ; mando pois ao» cabeças das mas, que indaguem bem, e naS nttendendo ao passado, se hoover, qurm contra, venha a esta ordem, logo deem parte, para por elia se prenderem, e examinarem s se assim se executar, o. rostumes melhorara?; no repaitimento femenino se obsevará a exacts sepnraçaõ dc for»; os homens, t mulheres teraÕ todas as virtudes do capitulo C«..»rA<« (matrimonae*). Para intelligencia de lodo».
  • % »S Z it U lê ín m fé tt m =? $ ft * Jg # -f£ -t- = 4 Ifií IS 2 |p # P£ # íit A 4J1 JJt fsí "fi 4 HF * X f * * « 75 # $j M & & fê ti pj J;y. f ■; dt S1 7# 3 jsC !S i& *P # * Z ± t ® ÍS % W « ÍSST>2: BI £ ií Ff” ft it ft E S3 Jlt E jf li * J1 E# li í£ A '4 # Z Z M Z' A 4 PI ¥ ÍS t ft % * §5 t ffi .4 v 4 íi íâ ;1 #” IE tt ft « W- * X tt f? fr * M íâ 4^ Si sft £ * JR ft * íi S£ íS 4 ie rè% % z iê d in # * fs ft íit $ « ¥ Z & 0 ítf S« # * M ® lá ft” $ E IX # *t ® 1à la A S) 5? -g /<£ U 1 4 FH l'Á*S jg w 4 m tt, •e U JÉ A A/ tf SlMit #f S tf f; X ft íí 2 ft ta w 470 ft a ti © #5 ᣠs st ft # jtb ^ t m ê w /Jr m g ti- O o » * -£■ A êP & a ®j # 9 »P S Ji n A ff =B -ff* pM S* 35* o
  • 471 Cay. fill CoKi-osiçÕes Chinas. Formulário» . Avis.», (a) A prohibir andar de nolle. N. o N. &c. tem acordado cm prohiblr severamente andar da noite, para socegar a terra. Nas repetida» portas do reino se toeao as vigilias com matraca, para previnir oj maos foi-sstei- ÍO», e os povo» das aide»» tocaS campainha, ou. hum ferro, para embaraçar os ladroe»; o q.ia s»« clara» pr hiMçõrs; e quem a» transgredir. ? rendo nós actualmente as perturbações d» terra, tndo inf.-stadp.de sa'tealore», in noite) teso mo iro. porqne ellcs, aproveitando a occasia", fortaB á, escondidas, e ate roubaó no claro d a, naS podendo no» dormjr descançado», e perigando as nosans vidaa ; o que he hum mal incaico - lavei, e hums desgraça rxtrnordirinri* : eis o irqtiro, porque preparamos hum coorite, e convocamos a todo , rara, acordarmos na seguinte prohibiçaÕ s Logo que seja lusco fusco sc probibe andar por forn its a q-iiuta vigilia, e tre» quartos, quando »e poderá andar lirremente : diariamente haveraõ roa- 4 .» por t'.rno», e harendo algum transgressor, se daríi signal com a bátega, e cada h im pegara em lança, espada, arco, oa espingarda, e quem o matar ficará impune :« se tocada a batega, se desco¬ brir, que algnem cm particular naC acudiu, no outro dia pela manlii será castigado na presença de todos, c naõ se lhe perdoara facilmente : para isto escrevem>s vario» exemplares, para afixar em toda .1 parte, para que nos viajantes conste esta prohibijió, e >»• salteadores, que fingem gálios a cau- liir (para se abrirem r.s portas) naõ possaõ faier, o que querem. Hespcetuossraente se acordou. pETIÇAor Para mandar tirar ol Choupanas. O Civ.lbcrio N.; representa sobre as continuadas Choupanas, que hs nas p,raças, e supplies, sejaê mandad as li .-ar, para previnir qualquer desgraça de incêndio. He constante, que a calamidade dos io- ecudio', ainda que sc clianie fado, he coisa humana ; se naó ha cuidado nas candeiss, c velas, de (a) Os Af.mx tomaõ dijferert e\ nones, conforme o teu fim, assim o ds coisa perdida se
  • !K m s # - 7t? * ^ f! \t * ^ * tf K? a ¥ 0 tt 8a O ff i» B « 5? jfi # fl S $ * ® Á & « tt O ft A 7I> # £ E* $■ pT ft # ír ^ PI * # m m '* « te* * * 88 n $ m » é * % n ** m n m m m & à s && m d m té h a & ® # & $? »II V é ~ » ft ® ¥ & ” it ♦ ^ 0 i!4 g ffi £ ^ >8 ^ I ft k *É M íí ^ ® £ # a -ft # £ {iiil A fi SE nsss. é|i ®|] f J| g Í ® ?a to a ti áf & a ^ £ PA ^ IS $jí A jfi Jf #*• % m te # % ft f 1$ w is i a íe á a &• r f5 ** fiSliSi ií tf* iá, § Dí ^ 2 2á IJj Í5 Jjf A * ÍE íl° I 14 A ffi i( ¥ ® M i i s g a a a b £ u - ê g s i a s i A sr ^ st a •& ^ $ a i pê, »»»*/
  • Ca**. PlU CoMPOstÇÕes Chiva*. Fosmulauios. repente lovanta-se a de3grnça no gnardavento («m cim) ; se naõ lia cautela no» fogareiros, e fogões arrisca!!-se o» mesmos peixes do tanque : se poi» «c naó previne fo fogo), os seu» effeitos saô inev 1 licaveis; ora as continuadas palhoças de ambos os lado» da praça cobrem-na inteiramente * e * houver veia accesa alli, mui facilmente pega fogo, quanto mais que sendo as palhoças coisas, que servm de nccendu has, se lhe chega por descuido o fogo dos que r.assaó fumando, logo se acceudem. Qunno ma's agora no coraçaS do inverno, em que tudo esta desseceado, se a herva dos montes se inceudea, que faraÕ as palhoças, que em todo o tempo tem esta propriedade? por tanto se se naõ tiríj, he mui improprio: ra/aõ lie pois, que dê part* a Voss» Seuhoria, rogando, que mande offiiiies fa:e-las derribar, para evitar calamitosos incêndios ; mas será utilidade particular de N., e irais pessoas ? naõ, realmente he para a tranquiliidade publica eis o motivo da supplica, e peço, se digie attende-h, no qne receberemos hum grande beneficio i á pressa apresento esta a Vossa Senhoria (a), para a sua approvaçaõ, e execuçaõ. Despacho. Sobre hums Beatificação de provinda, (de Vtcerei.) Constando, que o defunto Cau-ven-tim foi o exemplar das leis sociaes; hum poço de sciencia; tsS respectuosa aos pais, que movia os Espiritos; de tal innocencia, que se naõ envergonhava da luz do* dia; qne governando villas era o vento da primavera, comunicando a toda a parte a fertilidade; que sendo particular, era o luar do outomno, que com o seu esplendor enebe a casa; que qnsnto mats cre¬ scia em idade, tanto crescia em virtude; quanto mais se occulta»», mail sc ennobrecia a sua virtude; que cedia o património, e dava o inais gostoso; que abraçava os irmaõs com todo o sffecto; que esgotava a boita em soccorer ot miseráveis; e er* moi compassivo para proveito do proximo : devendo pois tanta bondade ser eternizada pelas bocas, cimo por inscripções; e tanta pureza illustrar as memó¬ rias da sua casa, justo be dispor-lhe vasos de sacrifício no templo, para que seja hum exemplar pro¬ posto cteruamente á província, e reino. Remettido ao Corregedor da cidade para escolher hum bom dia, para preparar a sua taboleta (com os seus títulos), e leva-la ao pagode do» Beatos da provia- cia, para lhe sacrificar. Para sua iutclligcncia. (a) O tratamento da pessoa naõ so se pie no alto da columna (rl na par na China,) mat ainda sobresahe as antros columnas; alenmat vexes com tudo to se deixa em branco o espaço de huma tetra.
  • ^ n 1ê m w n % f 7Í59 sX ■=kz tJ rú? Ui tfc> V— o ± d & A #) 3íFI5 g ff £ te I*; tf ;í ?L 1 ■1 Jg li in •W ?J< O n- ti ilff £ ísí í'i H m sn a H a « C S fí rrí) ° ?<° m t 3$ tS tí tl ÍÊ If -T ÍÊ * '!> 1â A 4® ‘ê $ ffi & H 3t * íft O 2£ O o A íl à * Ê o —A-» m if .i *fe M * m° # # # * ílí ií m m m a ^ g * » i ® tf £ ,i i? í? a w tf tf "tf j|[' fia -o-< íi "p Ali Rltf - J)t m í # /^7 7*1 fi A £ A 71 0) «J A ff fi ffi â SI s si >Í tf A ^ jl ^ if If tf 4 f. & 2 ?| 7/ H? A * m z n m m >r> -*»' o it * » Et * tí r* o >{J. W 4- & ss tf tf à ÍÊ 7 ft ?T « n m * "jj ví ° o 1' ■fr tV >'J' A n m í w iE & 1- & ® Y& $ A 4 S’ 5 Z- m m $ % â w
  • Cap. VIU. Cc.MvosiçSts China*. Formulário». 475 Termo be ArribaçaÕ »k Navio Mercante N. faz Imma derleragaõ capontanea i decimo pois eo N. em obediência a« ordens, que est» embarcaçag mercante, que cm tal di* levantou amora, tal dia sahiu do porto, c agora arribou, e cata ancorada em tal lugar, na verdade foi maltratada por huma tempestade, e arribou para ie concertar; e naõ ha nisto o dolo de receber contrabandos, nem de defraudar 6» direito» : o qne de • • claro, lie a pura verdade. Escritura de Empréstimo. Eu N. passo esta escritura de empréstimo : naõ tendo actualmente capital para o cõmetcio, importunei N. para medianeiro (testemunha,) e tomei emprestado de N. tanta dinheiro, e confmme o costume da terra correm os juros a razaõ de tanto por taci ao mez : obrigando-me a pagar todo e capital, c juros em tul tempo: isto lie, o que nos tres temos ajuVtâdO, e o que queremos os dois contratantes; na8 havendo aqui o dolo de falsa entrega, e real escrita: e para que haja documento para o futuro, fizemos a presente Escritura de empréstimo. Testemunha N. Em tal dia de tal mea de tal anno de tal Imperador p'assei esta Escritura dc omprostimo. N. de tal. Nota. Oí homens assignaS-se, e põem o seu sinete, e as mulheres, outro escreve o seu ssbrenome com a letra Jp~ ; e ellas em baixo poem a marca do dedo com tinta. Escritura de Venda de Casas Eu N. *de tal passo esta Escritura dc venda naõ tendo actualmente recurso para a fome, « frio espontaneamente vendo as milhas tantas casas de tal parte, com tentes quarto; cujo terreao paga tanto de direitos; que do oriente confinaS com tal casa ; do Sul com
  • <7« ± b s & yC M M -,v f'í A +2 n) o AU jt AÍ? 4* át- 0 â H tf * l£ # t iff T tf ® iS m m •H* © i * * £ -'k'V n s 11 A JÊlí s * » T A f * ÍS *(J * *4 » A & tf - T g $ 1 PÍ < í& if íà 4-* & ® iiP gj á!E iS iíí g ff & $ 4 O -4n! -utU rj« £ ~ < ^ iH: M # ;$; ^ ® ^ ^ $ ^ # ^ A A i2J 4-’-. g< m *-*rf Oli. F? T ?
  • 477 Cap. VJlh ComposiçSis China*. Formulário*. tal 5 do Oeste com tnl; do Norte com tal, com os quatro lados desembaraçados j de cim* cnnftna coos •* * ■»* o ar, e d* baixo com o saibro (terreno proprio)s todas as portas, ejanellas estaõ completas; term), ma¬ deira, e ppdra, nada está arruinado : tendo pois citado os parentes para a comprar, e naj se resol¬ vendo algum a compra-la, passei a encarregar N. de servir de medianeiro, para ajustar a venda com N : naquelle dia pois nós tres conviemos, que, segundo o pre',o corrente, valiaS tanto, e nós os dois contratante arnuimos, e logo se lavrou a Escritura de venda, e se venõcou todo o pagamento, en¬ tregando hum o diuheiro todo, e o outro esta Escritura, sem restar a mener divida : naõ ha aqui repetição de venda temporária, ou perpetua, nem algum dolo, ou assignatura falsa :e se houver algum» ebscuridade nas nntecedencias, será aclarada pelo vendedor, sem importar ao comprador: depois des¬ ta venda será livre «o comprador dispor das casas, morar, ou aluga-las, naõ podendo ea em tem¬ po algum revogar este ajuste . Querendo pois, que haja disto documento, ft* esta Escritura, que en¬ trego para clareza. Escritura de Arrendamento de Casas. Eu N. de tal psaso rsta Escritura de arrendamento de casas : na5 tende actualmente casas psrs morar, vali-me dc N. como medianeiro, e fui alugar tanta» casas,com tanto» quartos de N., cujas portas, e janellas estaS completas i presente pois o Medianeiro, ajustamos tanto de aluguel por mez, para aer pago mensalmente, sem a demora de hum ceitil. Se depois deste arrendamento cahir algnma casa, pertence ao dono repara-la, sem importar ao inquilino ; mas se se arruinar porta, ou janella, pertencerá ao inquilino repara-la: e para barer documento, fiz a presente Escritura de arrendamento para clareza.
  • 473 o s? « a Ft £ o A & o 4* fã «i • * >*K. o jfc lit 8 £ « fé # ií J? ^ M # ?a S H ti -tf m =p ft FÍ fá Ji M x 3F. -3? ffr V íf # í& =f A * £ 4 -l£ A 1L * * M x fi « 4* 1 fi áte È2 p*c & A if £ H 3t- ini 4- ri ra s a ■rJí 3tè >C Ã' fí fi? ® PAi é? iCii * fi O - ÍÈ J8 iS ffl 'i1 £ ií O O « 9 '!- fj Ê $ t ’ê I A íí? ’4 *ju |3 o ❖ & * i»4 Jfc «8 H O o * ® T- H 1 2 £ & O z - tf & ís ^ i£ 0 fi = R B K W 4“ íâ I? BT if /J sa» o A — ^ « o íX •*» 1-* tg Mtt O r^u Pi 7 £ * t S ÍH H ± % ?fc tí /p ^ âfi w St % X -yt X "p2 iii # ír íe” * ís « * m -1 - A áAr JuL £ «* A L * II £ w JU 5i ea P SP ft- « A* l li 1 O.t > JA * i t t a $ vi A S fi 1%. S*. st ê. ú * & a ± s | fi í A It FÍ # ír 1 I? t £ s» >H êí HH KB- S HM S.K HH HM H
  • car. nu Cavronsfia* China*. Fosmulasios. fxtcitirCAÕ dk E»t*ad* Pjrw, H«« antigamente hsrlaj leU, t WfHI it concertar, « reparar Caminbos, • Estradar, como meioi da eommunlcKSaõ doa negociantes, • mer- radorci, e proveito do publico : ora estando asta estrada pelas agoss, rue vein de tempos cm empot, e peTas tempestade* impetuosas esetrada, e desigual, ficou a eommuniençsõ mui iacommoda, * «is a raza3, porque o publico se reuniu s coocer- ta-la: princlpiou-ie j;' cm tal dia de tal mea de tal anno do Imperador Tnv-Cunm, e se con¬ cluiu em tal dia de Ui mea de tal anuo : acaba¬ da pois, os que eaô, e Mm, naJ tendo o lnrommo- do de tioprçar, cantaraS todos o rerao (da Poesia antiga) A real estrada be buma pedra de amo¬ lar, e aa direitura be hums aetta. 1st* uca parecro gravar em pedra, para ronatar tes vindouros a du 7l*;aô desta Estrada. * * * & m b w- m si r- fi x Ú r * tfc i. * ®r ffi. £ IP -e» m # m a a vs é ffi t s ^ s m it % m & m té w H m fr & * 0 B ifc. F* F II» m ft iâ d z n # «U — £ íè O Pli — & Z iÈ # jf. # a sí « ss m a •"f a, jpr ia il W .jji ‘3 aC, ® ÍS I« # m i # SÍ un n tk f{
  • FORMULÁRIOS DE CáRTáS. 4i» NOTA. A traduceí.6 dís cartas seguintes se achará á pag. 458, pelo numero se conhecerá qual a qual correspcnde. Estas cartas correm da direita para a esquerda, principiS-se poi a !er pelo N°. pag. 456 : a pagina direita contem as mesuias letras em letra corrida : cada linha corresponde nas duas pag.nas : querendo pois rcr liuma letra de huma pagina na outra, note em qual linha, e em que nu¬ mero dc letras da linha está, e a achará no lugar correspondente da outra pagina. A letra d s car¬ tas pode ser redonda ; mas vulgnrmente he corrida ; naõ he com tudo taó embaraçada, como a que aqui pomos; com tudo para o mais facil de pressa se nassa i,„ „„ • pr -sa se passa, e lie preciso aprender a corrida emba¬ raçada, de que frequentemente se usa. Advirta-se, que o sobrenome, e mesmo qualquer letra relati¬ va á pessoa, a quem se escreve, ou a huma terceira respeitável, ,e escreve no alto da pagina, ele¬ vado o espaço de „nln. Ietra, e a!nda de (quando „„ pcssoa3 ^ ^ das outras linha, : de ordinário porem bastará por a letra (quando oeeorre no meio da linha) depois do claro de huma letra : ao contrario a letra relativa a si sera mais pequena, c ao lado direito da lmba. A forma dos sobrescritos se acha a pagina 497.
  • 481 M Sft 1*' O # s o ®: if li t ft tf» S If $ =f ft ilfc O O m n ft # * 3? n » < «t* ® ê # * â $ íl $ J» * ?S T> iã # * íS
  • 4S2 $ f& ?> -r yj jq, ^ f 1? % 3 í % ^ ?> §. $ 4 & & É jn % è i% $? ^-3%t§|!f ái & % i % 4 * ** &-è X & *. t ^ -«2- è. ^ ^ i £ áâ t 4 - ■? Ia J| ^ Jè ^ 4^> t(§ "í? & I4> f ^ ik % n ^ f& % & |? fêi? f % hZ fc «tk $k *£ jt H fà & M> ié
  • 4f3 sí m »s Sí FE "• rT ® £c Si * * #? C' ff m * ■© & o 0 te o B n « & ít ti * 5 1 $ •# pj lib? o t> » ® í1J fé ^ a * & * *■ 3^- -t « A ^ Sfc JX -T ter m 2 « * > & % n ¥ & ft í| © % a& áJ PP £ J§ ^ il m n o fê JL if ^ fJl t >|fl i)l % s ■fe n o % » i* # A o a $ ja *5 «9 © Ã4 F$ & á Ti tt 4& n o *J * * A 2 H ft í$ & X ~T #■ A H ã
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  • m o. VUl. D Ira*. Compos!jSri CaiSAS. FoHMULam»». Siirtseril». II, t* traã- 9^rncrit» /. Sobrtscrip>Ímriro* A Carta inclusa rom tal coisa, pego a Vmce. lee* par* a Muropoli, c n» rua Nora a entrffu, sa loja 7i>«-A», * quem pe~o, a entregue ao S.uhor N. para a abrir: no que me obrigará muito. Dr trai. OiT raqo o porta do carta (para aao ir la pedi-lo). Fechada. E n tal lugar, tal augeito « comette cum cumprimento». S•’‘Tricrito uruudo. Com respeito remctto (esta) ao Exrelleniisuuio Smiior N para a abrir opportonsmeate. Dí (rat G lardi la. Fechada NOTA, A carta escrita e n hums, on duss folha» de papel regrado, que ha feito de proposto, tt m ute cm liuma capa, i maneira de bolsa, que fazem de papel, que «timamente te fecha cotp go¬ sta; mas j» es.A e.n usa eeurare-Ia o.n papel ordioario, e fecha-la a maneira da Europa.
  • TRADUCc,Xi) P\S cartas antecedentes l. Curta ft Saudar (hum desconhecido.) .miiltn, T1* fortemente i upiro por //«« ; Ft it X SO) sem poder rors-gulr o rren d ase! o; trrs tendo ultimaim-a f ouvido, qne mudar*» a tua b.videira par» a direita do AVa u (.VanAõa), a que a e- difi "sv* ■ da» tu i» v'rtudej cresce de dia em dia, a minha alegria, e «ondu le creacem noite, e dia; •into naS pod r |S ».:as, e voar a tua presença, para oreíenciar a toa grande edificação, e ou¬ vir ; s tn»e ri tu -vi.» o.atrtr ■ Se» Offer-rendo-ae oppnrtuno* grms s, aproveito-me deate bondo delles, pa¬ ra exprimir a minha occulta sinceri’ade, c ao mesmo tpmjip, faeer.-te reepcctuosot cumprimentos» II. • Resposta. Nuõ he -.coisa de Imm die, qne a tua grande fama penetrava o mm ouvido, tendo saudade* dmjvtll» kmrm sem o | o.l ,r ver, • logo te «e is ©.•Vto(«omo ao outro) no eannavtal, quando cbe, gou a tua eloqneucia, o ©tie fçi.ver a «a la.«, e de rece ite estancou a minha costumada fome, e sede, (saudade), qne fortuna ! m u os el gi ts, com que m • preveni-tvs sendo rufratrente nascidos da bcnevolrc- eia de hum homem, uai pods este reativo aldei.Õ deixar d* sentir huma grande confusão; porem s» se offerecer lmma bta opportunidade, rogo o favor de olha• p.tra rajm (visitando-me) e n»5 permittiiemos, qne os antigos r aerrassem para O aeu tempo a satisfa u.õ das saudeft, e eloquência = he isto, o que espero, e rogo- Eis o que c m rtspc to se me.offerrcí ice-onder. m. « Carta a Mandar piocetftr criadte. , Os differente* train’ll >* sent, re se encarregai a diffvrentea netsoas : ke -difileil abranger muito* tmpregos ; tal he a maxima inlT.illive!, dos que governai o império, e a, dos. qne governai huma casa aaõ he d-fferentv, respevtiioso ,pois vou a seus per 1. dirijo-.ua p-isao sei paiacio, I, reverente vou pois á sua presenÇ», como a housens dg luxes, e prudência, qne tem averiguado com clareza, quais sa- os iioti.e .*b, ns, e quais na ; pelas ril iç?cs longínquas, e tracto proximo sabe pvrfeitameitr, quem ha bom, e liabil; querendo pois aju Ur criados, qnêtn o podern faxer aenaõ Vm :e.? orn nesta no!sa igreja 1. nesta humilda casa falta gente para tal emprego, < faltando, os negocios se peidem : amda que temos actoalmcota vários criados encarregado* d» terviço da casa, Ue preciso, que liais, quem cuide de cada c isa, naÕ sendo puiaireh qua hum abranja duas: quanto mats que, o qua lie habil em bums coisa, ogÇir sera euiour
  • 499 Cay. PUÍ CoMrosiçSes Chinas. Formulário». tr», e poderá forçar «e n f. a e ias ambas ? peço por tsnta a sua bengnidade, me ajuste alguns criados; no dia pois, que ciicgnr esta, peço, que logo me busque tantra sugeitof, que pcaiaõ satisfazer a tal oBcio, em s mandet quanto ao salario, quando tfcegarem, ajustaremos, quanto ha de ser; mna se naõhou¬ ver pess as «lesta qualidade, espero, que logo mc responda, paia procurar por ontra parte. He o que se me offerece a lespectuoaamente conimnuioar a Vmce. IV. Resposta- Sendo o seu palacio grande, e tendo muita gente, certamonte naB poderá bum so criado fa- rer tudo : chegando pois a sua ordem, mandando-iue alugar trabalhadores, Ousarei naõ obedecer a» primeiro aceno? porem eu, sendo inhabil, e da clasie dos de olbos rarnaes envergonho-me dc naõ ter esperteza para conhecer gente, e sendo as minhas relates poucas, naÓ tenho grande, conheci¬ mentos ; com raza* pois temo na5, va inculcar pessnna iurapares, que vetihao a arruinar os seus ne¬ gócios ; mas r 'cebendo a sua ordem, poderei negar-me? Achei pois hum homem de tal parte, pnr so¬ brenome N, e por nome N. que costuma fazer tal trabalho, cija idade, e rebus es eata na sus flor, qne provavelmente ha de ser capaz de. satisfaZ’r a tal emprego do aeu palacio : devo portanto escrever es¬ ta minha carts, para elle a apresentar a Vmce., para por cila proceder a indagaçffa : e se poder servir, queira dccla-ar-lhe, quanto hade ser o seu salario, pxra depois na» haver altercações: e se naó servir, péço lhe de o viatico, para voltar a sua terra. Sendo eu estúpido, espero, qne Vmce. de a sua diciaaõ. Eis o que com respeito respondo á sua ordem 1. he o que se me offerece dizer, cm respeito, em resposta a sua, ao mesmo tempo, qu. lhe deaejo grande ps. I. gramie for¬ tuna aem termo 1. idem. V. Carta a Mandar presentes. Estando os bons amigos ba muito separados, tem a menor notieia, embaraçando o A'iam,e o tnar demasiadauwnte a gente, poder-se ha dizer, que estamos n’hutn lugar? mas creio, qne nos de¬ vemos esquecer do sensível, naõ devendo ser (como o outro) que conservava tanta pena de naõ saber, onde buscar (o amigo) contt a a corrente, que se esquecia de si: quanto mats que temos esperança de not tornar- nios a ver, naõ neste mundo, mas seja no Ceo ; espero pois que ambos nos esforcemos a isso : a- gora piois pela cpportuuidade d. s gansas (portador) offereço hum lenço,«dois canivetes; coisas pequenas, e fraças, que naõ sendo capazes de se darem de presente, saj baeatellas exóticas, qne
  • de Carta». 50» ,endo pequena», (mo.traõ) hum grande affecto ; as.im pen.o, que olhando paia ella», mai» se com¬ padecerá deste rude peregrino. Proximo & majestade do Senhor, nas suas orações espero, se lembre hum instante (de raltn). I'la _o que desta distancia ae me offerecc respectuoeaincnte comrnunicar a \ mee , desejando-lhe ao mesmo tempo muitas felicidades, 1. juntamente lhe appeteço actual fortuna, 1. jun¬ tamente lhe appeteço perfeita paz. Apresento estn na mesa de N. N. meu Excelientiaaimo Irmaõ, ea rude irmaõ menor N. N. escrevo, e venero. Vi. Resposta. Quando nas extensas nuvens, e montes ha muito tinhaõ cessado de voar os gansos, quandò menos o pensava, repentinamente recebi a sua florida carta : e poderia esta deixar de excitar em mim sentimentos de alegria ? he verdade, que neste mundo nada sendo perpetuo, o qne desejo he, como diz a sua ordem, que nosvejamos depois no ceo; e naí teremos pesares futuros. Venerei, c recolhi o seu precioso presente ; guardo-o no coraçaõ sem cessar; ponho-o sempre à direita da cadeira, para m» entreter com elle de dia, e de noite, como se visse com meus olhos a brilhante magestade das suas grandes virtudes : sendo ao mesmo tempo bem capaz de dissipar a minim rudeza, e imperfeição. Apresento a Vmce. tal coisa, naõ como retribuição, mas eó para hutr.a pequena lembrança la nessas terras distantes; e be o que respectuosamente se me offerecc responder : 1. eis a mi- nba grosseira resposta, e ao mesmo tempo lhe desejo toda a paz 1. actual paz sem fim 1. todaa as felici¬ dades 1. grande paz, e felicidades: 1. com respeito espero olhe sempre por mim : 1 espero sempre a sua protecçaõ. Apresento esta aos pes de N. N, piedoso Irmaõ, e Senhor, seu rude Irmaõ (amigo) N. a escreveo, e offerecc. vi'i. Carta a Mandar presente. TsndO vivido juntos tres annnos, nos separamos ja ha annnos : o grande affecto de hum ami¬ go, acordado, e dormindo de continuo me inquieta : que he o que se chama Esquecimento do visível ? dn-me o riso (de ver que) ainda se naõ convcrtco este coraçaõ mundano : aproveitando a occasiaS, offereço tantas coisas, a que naõ posso chamar presente ; mas he so para acompanhar a grosseira carta : -eço, que para rir as receba, i. supplico, qne por riso as deixe ficar, e ao mesmo tempo lhe desejo •licidades : 1. por esta accasiaO lhe desejo ja-, c vigor.
  • tin Cay. PU! Composições China». Fosmulasioj. VIII. Resposta. Peregrino por estai solid Ôjs tudo me iotristece ; recorda-me de quando na janelta OcciJea- Ul espivitavamos avela (para estudar;) porem esse tempo naõ volta : mas eia liurna eloquente rarta de repente chega, que alegra grandemeate as entranhas da gente; e eomo ainda ha, quem tenha taS forte lembrança de mim? Recebi a preciosidade, que me deu, que recolherei, como hum thesouro; na5 que eu aeja avarento para uaõ usar delle ; mas paraque quando me entretiver com elle, esteja como vendo hum bom amigo, e me lembre dos documentos, que ha sonos recebi : eis, Senhor, a minha resposta ao mesmo tempo, que lhe desejo perfeita paz, IX. Carta a Saudar drpois da partida. No cannavial, e geada cnnçar-se cm vaÕ, a procurar (o amigo) era affecto sandoao daquelle an¬ de saaTe, e eis o que augments a minha pena; dc proposito pois faço esta cartiuha, e remetto, . perguntar re.pecuosam.nte pela tua saúde : e se houver opportunidade, pego na5 sejas avarento d„ tuas preciosidades (carte) ; eis o que desejo, I. eis o que supplico, 1. eis o que espero. Tendo por hum pouco parado a eua bandeira pude ver, a sna brilhante presença, fortuna igual i dos antigos, quando abaixavaÕ os sombreiros (conrersa familiar), mas instando o serviço publico, naã ousei demorar a Vmce. contra as ordens; mas Isto quanta saudade me naÕ causou no co- raças dias, e meses ? eis quando recebi huma carta sua, em cujas graves palavras, como que rie a sue virtuosa face; mas o seu amor pera os inferiores he taS grande, que, os que sabem desse de lon¬ ge o gravas, e con.erraó uo coraçaô: mas naõ sei, quando voltará o seu coche para desabafar as saudades amontoados no peito; iato espero, a isto anhelo.
  • cr. Cast's. 502 XI. Carta n Rcccmmendar fcitr.a pessoa. Íntimo Amigo, mezc3 sa!i passados desde a sua partida, e eu estou pensando, que Vmce. crea- ce em virtude, e méritos, fa/.cndo, que os estranhos, c remotos movidos da sua fama, ardentemente suspi¬ rem por Vmce.. Tenho hums coisa, que lhe pedir. N. he hum bom cavalheiro; mas acaba delhe turccder huina desgraça imprevista • bem queria eu soccorre-loj mas, para minha confusão, naõ tenho talentos (para isso), desejara, que (Vmce.) que tem grande prudencis, lhe subministrasse hum bom ex¬ pediente,' para se levantar da sua ruina, e o agradecido nao seria so este seu Irinaõ; e lie, o que 3C me offereec commitnicar com respeito a Vmce., ao mesmo tempo, que lhe desejo todo o bem. XII. Resposta. Desembaraçar o confuso, aplanar as desgraças he proprio de heroes, e quem sou eu, para me atrerar a uso ? porem tendo recebido n sua ordem fce preciso, que o fraco cavallo faça, o que pode . quanto ao bom, ou mao successo está no poder do ceo, sem a podermos prever; c»m tudo ainda peço," que enterceda por mim, para ver se se converte a desgraça em fortuna, a ruina em perfeiçal; e be, o que se m* offerees diner grosseiramoate em resposta, e desejo lhe a par.
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  • 1 APPRNDIC E. ARTE CHINA SEM LETRAS CHINAS. COM A PRONUNCIA MANDARINS, E OH CANTA?, Tornando-se a Lingua China mui difficil por causada sua escrita, ramos aplanar esta diflieul- dade, exprimindo com letras Europeas (com o valor, que abaixo se nota,) as palavras mais necessárias. Ou¬ tra dificuldade ha ainda nos differentes tons, em que huma mesma voa lie pronunciada, para signifi¬ car differentes coisas ; mas esta se aplanará, observando, que na nossa lingua temos lambem estes tons, que chamamos acceuto, ou ar de fallar, de qne, sem o advertir, usamos nas dilferentes occasiõcs; nnS exprimindo talvez differentes objectos, como os Chinas, mas sim differentes.affectos. Assim a inter¬ jeição Hui ! a profeiimos no tom Plano Alto, como também o Ai \ 11a dor repentina. Alem disto quando nos perguntaõ com espanto : Pois queres isto assim ? respondemos com firmeza : Quero, no Plano Baixo : no mesmo tom he o applauso Bruvo ! Igualmente quando me dizem : Ellc naí quer obe decer; como firmando-me pergunto: Ano, no tom Ascendente. Assim também quando me dizem: Isso naõ lias tu de conseguir; com firmeza pergunto: Por que naõ ? 0 ?iaõ he proferido em tom Des¬ cendente. Emfim o que conta 0 te.npo por hum relogio, chegado 0 momento diz: Tape, em tom Entranle. Repare-se, que na inflexaâ, que damos ao naõ nos dois exemplos acima, como que du¬ plicamos o aõ; pois o mesmo succede nos tons Chinas, particularmene no ascendente, 0 descendente, Para notar os tons, usaremos de • , 1, 2, 3, ou 4, adiante de cada som, para designar o u Plana alta, Plana baixo, Anendense, Descendente, e Entranle; a palavra proximamente repetida, Na pronuncia de Canta» so notaremos 0 tom, quando for inteiramente diifereute da Mandarma, o qne quasi nunca acontece, senaS quando «saõ differente letra, para significar a mesma cousa. Valor das Letras Europeas na Pronuncia do China. Ca, ee, Ac. se pronunciai como. tsa, tse sem com tudo ouvir dislinctamente o t, como quando açula- mos os ca“s, exepto se o s'a &c. for aspirado, qne entaS se deixa ouvir o t.
  • 2 Arte China li lie sempre aspirado ; mas o Ai lie proximo a»i, mas mais assobiado, com a lingua maia ercolhida. j se pronuncia com a lingua mais encolhida. k junto coin i se pronuncia semelhante ao chi j mas este com a lingua mais chegada aos dentes, e menos for;a, que o nosso; e aquelle com a lingua mais encolhida, e com mais força, que o nosso, e assim pronunciará o tchi no dialecto dc Cantaõ : em algumas províncias se pronuncia, como os Ingleses em king, rei. m soa sempre como em Portuguese n final soa como em Latim. i se pronuncia como em Lisboa : os C, Ch, K, P, T admittem aspiraçaõ ás vezes, pronunciando a letra, e aspirando-a ao mesmo tempo : assi m í’«, terra, se pronunciará, como thn (aspirando o h,) assim a virgula indica aspiraçaõ. v be mais leve, que em Portnguez- As vogaes filmes saõ agudas, quando nal tem aceento; porem o e será circunflexo, excepto depeis dc í. Sm se pronuncia comn, quem tem os queixos presos, hum pouco semelhante a im, como ihkm brigar, da se pronuncia mais aberto como xàn bodum. é he mais agudo ; alguns o pronnnciaô cotno ci, ou ni como k c rua õ soa como ôõ, c* mo çz fazer. on se pronuncia encolhendo os beiços de modo, que se veem os dentes, como Coo inclinado, « soa como o nosso. 5 sc pronuncia encolhendo os beiço», k remelhaça de i como sõ qnatro. « depois de i he semelhante ao France?, como iu peixe ; como lambem depois de /, como hm con¬ versar, excepto antes de m, como lum draga*. x he mais assobiado, com a 1 ngna mais encolhida, que em Portuguez. O circunflexo sobre a vogal indica também, que a palavra se ha de pronunciar com i lingna mais encolhida, como chtlm recto, th;u ilheta. A vogal final breve se deve ouvir melhor, que. entre nos como hao bom. As palavras acabadas em iau, e ien tem sempre ao menos aspiraqaí leve : muitos também aspiraõ levemente as palavras, que principiai» por i. As addiçOes, ísfi, 0’1 saõ so para encher, e nada significaó : ellas se pronuncia» brees, e o ob fica fazendo liuma syllaba com a antecedente' assim t'on olr, cli.f-, soara i'uulr. \o Dialecto dc CantaS o h sempre lie forte, e o h, sempre denota nspiraçoí: os ons ara-
  • Sem Letra» Chinas. 3 lados em c, ]>, t, ou com accento breve saó entretante». No principio procure*»e sempre bum Cltinn do Norte para a lingua Mandarin», ou bum da cidade de Cantafi para a desta província, para ensinar a pronuuciar bem. Cuidado nas asplraSoea, A Formaeaõ dos Ajectivos, Casos, e Tempos se vc nos exemplos seguintes. PoRTUGUEZ. Eu sou bom homem. Tu es meu irmaõ menor. Elle he teu amigo. Nos somos seus companheiros. Vos sois nossos visinhos. Elies saõ vossos inimigos. _ naquelle tempo estavaô jun¬ tos Elles ainda queriaõ inais. ])e quem era esta coisa ? Deraõ-lbe estas coisas. Quem o tinha matado ? Quando cheguei, ja tinha mor¬ rido. O* Leu, quando voltaras de casa? O que ha de vir, hc grande. Elle ha de gostar. Vai dizer-lhe, que venha. Entrega-lhe isto. Na5 lhe digas, o que eu quero. Talvez diria, o que tu naõ gos¬ tarias. Se naó qnizesse, naõ viria. — ninguém tivesse vindo de Macao. Mandarim. Uo2 xe3 ba82 jenl Ni2 xe uo ti4 hiom* ti3 T’a" xe ni ti p’om! ieu2 Uo menl xe t'a ti hõ2 ki3 Ni men xe uo men ti linl xoõl T’a men xe ni men ti ch’oul jenl Ta men na2 xel hou3 Çai2 il c*uai3 olr Ta men hoanl iau3 Choõ3 co3 turn" si' xc xoeil ti deni kei4 leau2 t’a choo sie" co3 tum si Xoeil stem xa4 leau2 t’a nil Tõ" sanl uo tau3 i2 kiur sú2 leau. LaS2 Leu\ ki2 xel iau2 ç’um" kia" li2 hocil lail ? Chiam" lail ti4 cbieu3 xe3 ta3 Ta i4 tim3 hi2 hoan" Ni k’iu3 cau3 su3 t’a lai. Pa2 choo co3 kiau" kei4 ta Pul iau2 cau3 sum3 ta uo iau xe l mo2 Ta3 cai3 iau2 xõl ni sõ'2 pul hi hoan ti4 Jõ4 ta pu iau chieu3 ptt lail — mo4 ieu jeu tj’uui" Gau3 menl lai Cantaõ. Go hai3 hou ien Nei hai go ke3 sai2 lo3 C’oil hai nei p’om iau Go tei3 hai c’õi co3 fõ ki Nei tei hai go tei ka lei2 Coi tei hai nei ke ch’au ien Coi tei co3 co3 xi heu t’um hai co3 xiu2 Cai tei chum3 goi3 Nei co hen3 ie2 hai mã xoi ke Ien tei pei cuo3 coi co tei ie2 Mat ien xat leu coi Go tou3 co xiu2 su la Lou Lau nei kei xi çum ca !i fan lõi ni Hau3 loi loi co ti" hai lai co3 Coi iat tini fon hei Nei hõi keu coi lai — chcom" nei co pei coi — mo4 hou va coi chi go ieu mat ie Tai coi nei mc ftm hei coi va nei I coi mo imt3 çai mo loi — uiou2 ieu tj’um Uu num loi.
  • PORTVOUKZ. guando vier, reprebeude-o. He injuriado por todos. O Senhor CAanr he alto de estatura. O Senhor (mancebo) A'in he ma- is alto. Qual he o melhor ? Este he o melhor. — he bom. Eu sou melhor, que to. Ella he mui bonita. Esta he mat feia. Isto he carneiro ou ovelha 1 He carneiro. Foi para Leu-tieu, reino visinho á China. Que ? — homem. — dizes ? Como se chama aquillo ? Vi-Ò primeiro, que tu. Senti primeiro na cabe ;a, que nos pes. Qual dos dois he m&is enten¬ dido ? Aiubo3 saõ baixos. Nenhum quer vir. Alguém lhe bateo. Qualquer o pode fazer. Vcuha quem quizer. Servirei por qualquer paga. A cada hum cabem quatro. Tudo lie o mesmo. Todos o querem. Sa5 os mesmo» dantes. Arte China Mandarim. a Tô- sanl t’a lai x> t’e Pci3 chutn3 jenl llml jui ÇAam- sien- xãm- xên' leam3 Oaèl- Aim- slam- cum- cSm cao Na2 i co. i ha a 2 Choo i co — — co hao I. xc bao ti Uo pi2 ni bao T’a hãu2 hao c'«n" 1. tà hao c’an ti leau2 pu toôl Choo çoeil ch'oul c’an _ co iatnl xe cum- ti4 xe mu2 ti Xe co cnm iam K’iu2 leau limt kin3 Cb’utn- cuol f.eul kiew cuo Xe4 mo2 1. xe mo xe* ch'i.nl -jenl Ni xõ4 xe mo. Na3 co kiau3 xe mo miml tzu Uo çai2 ni2 sien- kienll cuo3 ta Sien kiuè4 to 4 çai2 nau2 tai3 xam3 hou.3 lail çai ki04 xam Leain2 co li t’oul na3 i4 co miml po4 Leam co tou- gai- Ta men tou pu iau lai 1 tim ieu2 jen ta2 lean ta. Pu4 luuI xoei3 nãml cou çõ3 choo co. Ch’itn2 i co pu lun xoei lai Pu lun xe mocnmcb’ien uo Çõ3 Mei2 i co fucn- sii3 co Tuu xc.3 i co iam3 Co4 co4 jen iueu3 i3 ta. Hoaul xe toul Ii2 na2 sic co3 Canta'). Tim c’õi loi va I. nau2 coi len ien toa Hm ioc cSi CAcaot sin xâm hai cou tti3 Came siom cum cam cou lai 1. cou cuo coi Pin co hou Nei ti hou 1. chi3 hou — ti hou 1. hai hou ke Go pci nei hou Coi xat xau2 iiotr iuin Nei ti chi mo hou iuiul — co eom hai cum hai mou Hai eom cum Coi hui Luu cau cuo lei can Chum cuo Mat ie 1. mat su con — — ien Nei va mat ie Co co keu mat ie Go sin pei nei t’ai2 ken coi — — sim3 cí çoi t’au xeom hau loi qai kioc xeom Nei leom co pin co mim pac. Leom co tou ai •’ i ' 0 . ; .. * , Mou co ieu loi lat tim iau ien ta leu coi Co co ien tou çou ti Tsoi pin ti iat co loi (çou Pot4 lon tõ xieu ien cum, go tou Moi ien fán s5 co Tou hai iat iora Co co ien tou oi3 coi Tsum chinl iat iom 1. cbieu3 sin- iat iom
  • S&n I.eTRAs CflittM. PoMtTCtSBT. i. a. 3. 4. S. S. ?• #. ». 10. IF. 13. 20. 25.3o. 40. 60. ICO. 104. Hl)! 1000. 1020. Dez mi!, quarenta mi!. Cem mi), bum tnilhaS. Tres e meio. quatro pataca»,, e meia. O primeiro excede o segundo. Hum terso naõ presta. Hum quarto esta perdido. £st a bom ? Bom, e tu como estás f Donde vens ? Para onde vas ? Venho de casa Vou fallar (ver) a huma pes.o» Eu vou com tigo Naõ quero, vai-te Logo irei Como qnizeres Faze-me favor de vir ca Na5 pode scr Da-me cha para beber Naõ ba. Aqui estr Agradeço Naõ ha de qne Queira fumar Eu naõ forua MaKOAHM. 14, oir3, saiv aúâ US, !cu4, eb’i4» p»4, Kieu3 xe4, xe F, *e olr 3 Olr xe, olr xe u, san xe S5 xe, leu xe, i paid 1 pai liiul su co3 - i xe co I ch'ietr, i cliien lim olr xe co I vau3, su van Xe van, i pai ran San co pan3 — c'oai3 pan ch'ienl (co T‘oul i co ch‘au- cuo ti3 olr San fuen3 che’ i pu hao‘2 Su fueu ieu i hoail lean FRASES FAMILIARES. Ni2 hao 2 Hao ni ie2 hao Ni Ç"um" na2 1Í2 lai! — vam2 na li k’iu.1 Uo çnm kia" li lai Uo k‘iu kien3 i co jeo Uo t’uml ni k‘in3 Pu iau2, k‘iu ni ti pa3 Uo hieu3 k‘iu Soeil p*ienl T"õ fanl ni iai choo li Pu nãml cr,u3 Kei4 uo ck’al ho4 Mo4 ieu2, ieu !eau2 Tõ" sie 1. can2 sie ni CliS co pn soan3 xe mo C‘him2 ch'êl ien" Uo pu hoei.l p Su xap, loc xap, iat pac Iat pac lim su co lat pac lim xap co 1. iat pac iat Iat cb’in, iat chin lim i xap co lat man, su mau Xap man, iat pac man Same co pnn -— gan c‘in Tai iat co hou cuo tai co Same fan iat mo hou Su fau iat vai lã Nei hou S Hou, nei toul hou Nei ç‘um pinl xiu3 lõi — bõi pin ti2 Go s‘um ca lei loi !. oc k'i2 loi — bõi kia iat co ien — t‘um uei bõi Go mo oi, çau hój- p» Go sau bõi Ç‘oi pin2 l*o fan net loi nei ti3 M3 ç'3 t$4 Pei ch*a go Ume2 Mou cb‘a, iau lã Tõ íé3 1. carriS se nei Mou2 mat hou to as Ch‘im xcc in Go uio y; i xcc
  • PoRTUGUEZ Como te chamas ? O meu sobrenome Ue CÁ Eu chamo-me A t’ai Que queres ? o« que lie isso ? Nada : eu queria fallal com tigo Eu agora naõ tenho vagai NaS importa Da-rneo chapeo Busca huma faca Naõ falles alto Guarda segredo Naõ tenhas medo Busca-me hum tancar Onde ? Na Praia do Manduco Melhor lie na Praia Pequena Eu quero ir em hum tancar Eu quero embarcar na Praia Grande Como se chama aquelle monte ? Chama-se Caquiaõ E aquelle ? Monte da Lapa O Senhor esta em casa ? Sahiu, logo ha de vir Onde foi elle i Naõ sei Viste o meu moço ? -- preto ! Naõ Peço-te huraa coisa Empresta-me algum dinheiro. Nos somos amigos Eu gosto de ti Naõ o posso soffrer Ordena alguma coisa ? Arte China Mandarim Ni sim3 xe mo Uo simLi2 >» >» »» Xe mo xe3 ch’iml M} ieu xe mo no siam2 fuml ni xo4 ki2 kiu3 hoa3 Uo jul kin' mS4 ieu c’um olr Pu siam can3 Kei uo ti ma a 3 çu Chau2 i pa2 tau* t2u Pu iau ta xãm x õ — iau cau3 sum3 jcu — p‘a3 Ni kei uo cbau2 i co t‘im2 K‘iu na li Kiu a ven kié* Cam haõ kiu ta3 ma2 t‘oul Uo siain2 tal i co teim2 Uo iau cai nsnl van*' xam2 ch’oanl Na co xan kiau3 xe mo Kiau ki* kim* Na co nil Kiau Toei mien van Ni ti 1 aoi iel çai kia* li mo Ch’u4 leau menl, chieu3 hocil lai T’a k’iu3 na li Pu chê tau3 Ni kien3 cuol uo ti xe3 hoan3 — — leau uo ti hei4 çu Mo ieu Uo k’ieul ni i kien3 xe3 cliiml Chie3 kei4 uo to* xau3 ch’ienl Uo men siam3 haõ2 — hi2 hoan ni, 1. chum3 i3 ni Vo pu fu4 t’a Ieu2 xe mo fuen* fu3 Cinta* Nei keu3 mat miml ,t n i» Go keu A t’ai3 Mat sã con3 Mou mat ie, go siom t’um nei coiu'2 xiut4 va Go iu carne mõ tá bani Mo siom con Pei inou Nei van2 co tou çai2 go MS hou tai xem com — hou vajenchil fim p’a Nei hõi van t‘an ca t‘im Hoi pin xiu3 vau H oi a van cai Cam hou hoi tai ma 1. pou3t'au G;o siom tap tan ca* t‘iui Go ieu çói name van loc xiun Co co xan keu mat ’ê'2 Keu cai kiim Co ti ni Keu Tõi min xan Nei chiu2 ien hai3 ca ni hai Chot cai*, çau fanl lõ C‘oi hõi pin ti Mõ chi Nei kin go a tai Nei-hac cuai2 Mo çãml Go c‘au nei iat can si con Nei chié à tit c‘in pei go Go tei siom liou Go fun hei nei I. chun i nei Go mo foc c‘oi Iau mat fan fu
  • 5 PoRrUGUF-5! Eu inc5m6do-te Dou te trabalhos Naõ os tenho em obedecer te Sem cumprimento He obséquio, que me faz s Fio-me em ti He muito favor Recõmenda-me ao Senhor Chain Naõ faltes, 1. naõ te esqueças Passa diante Obedeço. Sou incivil He verdade ? Eu digo a verdade Eu digo, que naõ, esta bom. Todos assim dizem Creio, que naõ Eu digo, que sim Em consciência uaS pode- Estãs brincando ? Fallo sério Naõ ha nada disso He mentira Porque ? Porque naS pode ser Eu consinto Eu digo o mesmo Eu opponho-me a isso Que faremos ? Que te parece ?' Que remedio ? Espera hum pouco Eu faço assim Retira-te Estou bem aqui Chega-te para mim Naí vas taõ de pressa Sem Lf.tras Chinas Mandarina Uo nanl veil ni Sin- c’u2 T’iui ni limiml e’um.’i pu sin cru Pu pit tõ 1Í2 Totr coei‘ iul ni ti ch’iml fuen Uo sin3 fu-l ni Pu can‘2 tam3 Ven3 Chim• sien" xãnr hao2 Pu iau vaml leau, 1. xí 1 sin3 Ni siení çon2 Ts’um3 miml, Xè4 li2 Xe3 chên- ti mo Uo xõ xè4 hoa Kiu3 no xõ pu hao Jen jen ton cho í iam xõ Uo siam2 pu xe Uo xõ xe çõ 3 choj co mo4 ieu ieaml sin' Ni xõ siau3 hoa3 Uo xõ jen3 chèn4 ti Hoa Mo ieu choõ iam3 ti xe ch im Xe kia3 ti Vei xe mo' ín vei xe pu n ni ieu ti xe ch’im Uo sueil chau-1 ni — ie2 xe cho* iam xõ Uo pu fn4 qo xe mo haõ Ni cen2 mo iam x > Xe mo fa4 tsu Tam2 i hoeil olr Uo siam choo iam pan3 Çou2 pa3 1. Iil ç‘ai pa Uo cai choo li2 hao Kin2 uo lai l Pu iau choo mo c‘uai3 qou2 Can tao Go nan vai nei San fu nei TMm nei mim chum mo san fu Md xai come t lei mou Hai nei co ch‘im fuan Go sôn nei Mo come Ni man Cheoin sin xam hou Mo hou mo ki ti I. mo xat soo- Ck‘im sin ham çum mim, mo coi Hai chên ke Go com xat va çõi3 go va mo hou Co co hai come va Go siorn mo hai3 Go va hai Come çou mou leom same Nei fan2 Go com tit hai xat va Mou come ke sú con Hai ca kd Vai mó sfi.3 In vai mo nãm iau come kd su3 con Go çoi nei li l.go ieu2 nei Go tou hai come va Go mo foc çou mat ie hou Nei ti mo iom i sú3 Mat foml fat Tjjm iat chati3 Go siom come iom pan Nei ham hói tít 1, hõi pit ti Go nei xiu3 hou Can go loi Mo hou come fai ham 1
  • 3 PfUTVCVEI Arte China Mandarim CancííS Eu vou de vagar Naõ toques nisso Deixa isíi Vem por aqui Passa por ia gue bnsras? Que perdeste í Nada Naõ percas o lenço Falia baixo Falias comigo ? Fallas a lingua da terra ? Fallo pouco, fallo mal Entedes mé ? Que quer dizer isto ?' Que dizes ? Cal a-te Na> Be quer calar Fa-lo calar Ouvi-o dizer gie dizem t Que tu es hum velhaco Q lem to disse ? Naõ digas mais huma palavn» Responde Kstà quieto Ouve, o que te digo Dize Naõ faças bulha Que bulha lie essa la ? Quebrais-me a cabeça Para que lie isto ? Naõ aei Soube-o antes, que tu Conhc ces aquelle sugeito ? Somos conhecidos Conheço-o de vista Lembra-te, do que te dis,e Uo çou ti man3 Pu jau2 tum3 ua co Leul Ma3 na ca Ts*um3 chnfl i pien3 lai Tsum na i pien cuo pa Ni ckau2 xe mo Ni tieu' leatr xe mo Mí ieu tieu xe mo Pu iau tieu xou2 kin’ Siau xãtu xõ Ni tuei uo xõ hoa mo Ni xo pen ti ! oa Xj ti pu tõ, xo ti pu hao Ni tum’ toõ uo ti boa Ckcõ co cen mo iam kie S3 Ni xõ xe mo Pu iau ch‘ u4 xãni T"a i tim iau xõ ho* Kiau t‘a pu vo xam T‘im kieu jea xõ Jen xo xe mo Jeu xo ni xe co coam' cun> Xucil xo Pu iau tõ xõ i kiu3 hoa Ni ti4 im3 Pu iau tum3 Ni t‘im uo xõ — xo uo t‘i.n Pie choS mo nau Tsai na li jam nau xe mo Ni meu o uo olr2 Iau t‘a ço xe mo Pu cha- tau3 Uo Çai ni sien che tau Ni jen3 too na co jen Uo men xe siam jeu xêl ti Kienj cuo t‘a Ni ki3 toõ uo ti hoa Go bata ti man M5 pei aei tou3 co ti Fou>3 I
  • Cantao Por recur.* _gue idade tens ? Vinte, e quatro annos. Esiits moço, e cu estou relho 'J'eu irmaõ maior he rivo ? He ; mas o menor morreo I. CASA. Mandarim Ni ien ki soei Olr xc sú soei Ni xe ieu nien ti, uo tnnS Ia8 lean Ni ti c« cõ çai pu çal çai, tan uo hium ti3 sú leau VOCABULÁRIO COM ERAS I. Casa. Hama — — grande — de dois repartimentoí — de sobrado — de dois andares Reparti mento feminino — pequena, — nova — velhs — bonita _alta, — baixa — larga, e funda — de telhado, — de palha _ qne tem borta ' — qne olha para o Sul — de empregado — do povo Edificar — A. Fa*er —, Concertar a — Alicerce, Palacio Paço, Portaõ Porta — principal — lateral, — travessa — da cabeceira da sala — de duas porta* Letreiro da — ( armas ) Cerrar a —, Fechar a — O vento ( soprando) abre a FamI Tzõ u4 I kien 1. çõ3 fam Ts3 fam tzu Leam2 çãm* •- -- Ieu2 lonl — Leam çam lou — Nei3 fam Siau2 — —, Sin* cai3 ti — — Kieo3 lan3 ti — — Ha02c‘an ti 1. t‘i2 mien3 ti — - Cao* ti — Gai2 ti — — C’oan2 xên2 ti- Va fam, ç’au2 -- — leu2 iuenl Mn ti — — Châu nan ti — -- lal men Mini fam çau3 1. cai3 fam tzu Cb‘ãml kia, Sieu* fam tzu Cãn* ki, Fu2 Vam fu* 1. châu*, Ta3 men3 Men Cham* men OIr2 —, Hou3 — Pim2 — Leam2 xán3 — P‘ail fam Cuon 1. pi3 men, Sõ2 xami — Fom* ch’oei3 c’ai — 0 Net ian ki tõ soei 1 xap ssi soei, 1. ie *u soei Nei liai hott xnm, go hni lou tsl Nel a eo çol çoi, vai xc go ke sai lo Bule» E S. Oc lat can oc Tai oc Leom çam ■—• Ian lau — Leom çam lau — Noi fom Sieu oc, San chem ke — Cau lan ke — Hon t’ai kc — 1. com cau ke — Con —, Ai — Fot xame — Ga —, ç‘ou — lau iun ke — Chicu name ke — Ga mun Min oc Ch’ern — çõ ca, Sau oc Can ki 1. kio, Fu Vom fu, Tai mun Mun Chem mun I — Hau — Pim — Leom xin — P’ai fom Im mai mun, S5 mun Fom ih’õi boi —• 3
  • 10 PCRTUOUEZ Ei tar & —, Abrir a — Bater a —, Gaardar a — Porteiro, Entrada Guarda vento, Sala Arco, Arqueado, Repoiteiio Pateo, Rua larga CAOElRlNHA — descoberta, —■ coberta Assentar-ae na —, le de Levar a -, - de dois moço. Levantar a —, Abaixar a Deacer 1. «abir da —, Véo d* — Veatido da —, Remate da — Ceo da —, Vara» da — Porta da — Visitar, Pagar a visita, Vollar para rasa Tranca, Taramella Cadeado, Mola do '— — de ferro, Chave Columns, Torre Xorre de Minerva, — da porta Trave, Fasquia (taboa) Barrote, Ripa Tecto interior, — exterior Beiras, Forro Telha, Telhar Destelhar, Chover na cas i Parede, — de taipa — de tabíque — de tijolo Chaõ da casa, Taboado Sobrado, Subir para o .. Descer do —, Escada Escada de maõ, Degrao da — Sala interior, Refeitório Livraria:, Gabinete Escritório, Quarto Q uarto de dormir, Entrar no — Varanda (grades), Eirado Aete China V Mandarim yai men c’ou olr, Cat metv Ta2 1. kiau 3 —, C’an' — C’an men ti, leu Iam Pim2 fom , Cuoul 1 c'o4 t'im' Cuihl 1. kiuec3, Fa4 .., Men lien Then- chim' 1. iuen çn, Ta kiè Kiau3 tzu Miml kiau, Gan3 — çõ3 —, ÇÕ — k’iu,J T'ail —, Lea in 2 jenl 1. fu- — T’ai k’il — lail, Faro3 hiafj — Hia —, — lienl — i-, — tim2 tzu — tim, — can; çu, 1- — cam — meu 1 Pai 3 c’o 1. vam3, Hoeil pai Hoei Hia- Men xoan, Men hoaul 1. Sj2, So hoaml T’ic4 so, iau4 xel Cbu3 tzu, T’a4 Ven co4, Men loul Lcainl, Mú4 p’icn3 Ch’oanl tzu, — pan2 tzu Faml tiin2, — — xam2 Fom ienl orl, P’om pau2 Va, Coi3 va Kie4 va, Fam çu lou Ch’iaml, T’u2 chiam Pi4, Choan- chiam Ti3, Ti pau2 Loul, Xau>2 lou flia2 lou, Pai kiê Ti, Tãui kiê 1. i cam t’ai kie Nei t‘Un, Fan3 t‘im Xu fam, Nei3 Xu fam !. pien xc Cham fom olr, U4 tzõ Vo3 fam, Chin3 u çu Lani can-, P’iml t’ail Can ta5 Ã Hai man hau, Hoi- Ta2 1. pa —, T‘ai* — Tai mun kí .. Pint 1. chum mun, Hac t'iua. Cum !• c,um, iunke, mun lime Tin cbim 1. lei t’otn, Tai3 cai Kftu Miin keu, Keu ÇÔ —, çõ — hot T’oi —, Leom ien — Hi keu, Chai lie 1. çõ tai — Loc 1. ha —, — lime — i, — tim — tim, — com 1. xem, — mun Pai hac, Voi pai Fan hoi oc k’i 1. hoi cuai Mun xan, — van Só, — sou, Tit sõ, — xi Chiu t‘um, Fa- t’ap Man cS, Mun iau, Leom 1. tai leom, Moc p’in, .. T'in fa pan Oc tim, — — xeom iame hau 1. pin, T’iu fa pan Ga, Coi ga Hoi ga, Oc lau Ch’eom, Nai — Ch’eom pei, Tchiun cheom Oc tci, Tei t‘oi pan Lau, Xcom lau Loc lau, Xeec t‘ai Tai, Tai c‘Xp Noi t‘lm, Fan t‘!m Xiu fom, Noi xiu foin Cheom fom Fom km Fom can, iap fom can Lan con, P‘im t‘oi
  • ). Casa. ir.. PoBTUSUEt Secret», Poço la.iellaj Gretas da — lanelia com vidraÇ»*, Alfaie.». Bacia (de cobre), Estante Cadeira, Tra/.e hmna cadrira Banco, — dos pes Mesa, — quadrada — redonda, — aebaroada — com gaveta Fecjtar a — Abrir a — Trazer hum a mesa Almario, — de cosinha _ de diubeiro, Caixa 1. bahú Caoastra de bambu, Carta Cravo, Viola, Rabeca Corda de cobre, Pennacho, espanar Huma carta, Hum maço ds — Fechar —, Dobrar a — Abrir —, Escrever — Gomina, Massa ColIa, Sinete S-llo. Tinta (naõ preta Por o sinete,-direito Correto, Pots, .. particular Vieraõ carta», Resposta Dar resposta, Levar cartas Enviar —, Catre, — de bamhú — de rota, R:> upa da cama, Travesseiro, — de sala, Esteira .., da cama, Alcatifa Colcha, cobertor singelo forrado — forrado de aigodaft Cobrir-se com o —, colchão Lactçol, cabeceira da cama Pe* da cama, pes do catre Mandarim Maõl fam, Chim2 Ch’onnr ho3, Choatn hu ienl olr P’o- lil chiam hu, Kta' hJo2 T’uml p’eul, Kia3 ten i2 t/n, Toou' i pa2 i Çu iaif i’au2 tnm3, KÍÍÍ4 tim çu Cli 1 t/u, Fam" chõ lueal —, Xam2 cb’il ti chõ eu leu cb'flti t‘i3 ti cb t/,u Citai !. cuon' xatn ch'3u t‘i C’tti- chou t*i Tail i chauf chí çu cito3 lail Cuei3, CU’ul cuei lul —, Siam' Cu Chui c’ttam çu, Xu tttt K‘inl, SicnS, Hui k‘in, T‘uml si, Tanl tzu, tan i tan 1 four xu çu, f pau xn Çu Fom' xu Çu, T’ie - - Ch‘ai c‘ai-, Sie2 xu çu Hiaitf, Chiam' çu 1. mien hiatn Kiatt, T‘n xu ln3, leni xoSl T«2 l‘u xu, Ta tu xu ta ti chim T’il l‘anil, i ma, coai3 tua, leu2 xu sin3 lai, Hoeil xu çu Ste'2 hoeixtiçti, Suiu3 xu, çu T.,3 fal Xu ta tt Clt’oiiml, Cbil — Tãuil —, P‘u3 cai3 Chêu'2 foul, C‘au3 chên Si4, T‘an2 tan Cb‘an t‘iaul Pei' tan, Tanl pei vo3 Kta4 pet vo, M enl pei vo Cail pei vo, Ju4 çu Pai tan t'u, Ch’oami th ul Clioatn kio, Cboam kio CintaH Sã bam, Chim Ch’eotn man, — li P‘o lei cheora, Ca fõo P'ttn, Xiu ca 1, NSc cheoin i loi Pan I. tou tam, Kioc tara > T‘oi3, Pat sin t‘oi lun —, Came chit foi • Cuai t‘mn2 t’oiS Xan cuai Com Hói- Nim iat cheom t’oi lai Cuai' —^~~Vnn — Gnn —, Seom I. lutn Choc serm, Xiu sua C’ame, Sin, Guê4 T‘um sin*, Cai tnou sou Cou ■ latfoinxiu son, Iat pau xiu — Fom soe, Tip son Hoi ton, sé son çutn ticom, Min can 1. fttan Gaul p‘ci2 can3, T’ou xiu Inn, ie xcc , Cap iat co t’ou xin, Cap ti chetn Sun t’uin 1. fom, i ma, fai mi la it son loi, V5; son ti5i Sé võt son, Sum son Ki xiu son Xootu, Choc — Tam —, P'ou coi , Cbatne t’au, ' T‘im .. ç‘ou çe, Xoont çe Chin 1. t’au P’ei, T.n p’e't Cap —, Min p’et C’ame 1. coi —, io Pac t‘an p’ei, Xoom t'au — tnei, — kioc
  • 12 Arte China. P0RTV6UE7. Cortina, Mosquiteiro Abrir o — largar o — Pa7cr a rama, Csndiero Atiçar o —, Arcendcr o — Apagar o Botar azeite Por torcida, •- torcida de j unco Limpar o lâdicro, Cortar o morrão Espivitador 1 pinça Tesoura. Canivete Amolar o Facca Esta — esta rouiba, A - afiada, A - crcou farrugem Cortar papel com .. com tesoura, Pinturas Chinas Paisagens, Forrar pinturas í\ ratos de vivos, — de mortos pintar, Bispote Jurinol, Hums vassoura Véo, Leque Abanar com o —, Sombreiro Abrir o —, Foínilia _ nobre, Património Cabeça da família Governar a casa, Administrar a .. Pessoa de casa, Regra da cas» Criado, Procurador, Comprador Pagode, Visitar o — Bonzo, Bonza Decses, Ídolos Santo, Beato Armaçaõ, Armar Incenso, Incensar Pivete, Altar, Apotbeose Festa, Fazer -- Comedia, Trocissa' Igreja (de Deo») ClirisUÕ Mandarim. Ckam3 tzn, VenI cham C‘ai ven cham, Hia2 .. X<>u'Xe4 pti.v cvi3, Tam Xou xe tam, Tien2 — Ch'oei 1. mie4 l.si-1 tam,T'ien icnl Clioam nienZ tzn,— tam Ç au2, ça ieul tãm, Cbien2 tag? boa' KÍC112 tzn 1. niel UU Chien2 tau. Siau2 tau Mo3 sian tau, Tau tzu ClyrC i pa tau tzn tnn3 lean (s!en3 Tau tzu e‘uai3, Tail çu xaroi leau C‘o4 cbe2 Chien2 che, Clmml cuo2 hr a olr Xan x>ei2, Piau boa olr Junil, loi2 Hoa3 boa' olr, Ma2 t‘um2 Niau3 hui, 1 pa saa2 Wu ChamS tzu, Xàn tzn Tui xán 1. xan lcaml, San2 Ta2 san, Ki.v T’i2 mien3 jen k’a, K‘.a ch‘an Kia chu2. Tau»' kia. Cnonl — Kia li2 ti4 jen, Kia li ti coei' hiu H a jen 1' xe2 hr.an3 ti jen Cuon xei- ti4, Mai2 pan3 Miau3, Pai3 .. Hol xain3. Nil cu' X?n', I P‘ul sa4, Xen sian»2 Xãm3 jenl, Xen sien eai2 çu, Cua3çai tzu ju'2 hiainl, Fon»3 I. xaul hiam Cln» biam, Cl»i3 ta‘il Ju c‘un tzu mian Cuo3Ide', ÇOi boei3 Cham3 hi3, Ch’u4 siam T’ien- cho3 t.amI Ticn chu kiai>3 jen I. kian ieu2 CANTAÕ. Cbeoro, Man — Hoi man —, Loc — — Chem hon pou coi, Tãm Téu —, TimS tãm Cl, Fom 1. t‘ime inu Fom same, Fom tãm samé Chat con chim tãm, Kiptãm fay Kip Chin ton 1. can chin, Tou Çgi Mo tou çai, Tai3 ton Nei iat pa tou tun, Tou lei, Tou xam sail, Cot 1. cai cbi Chin chi, Tom ien va ke f® Xan xõi va, Peu va Ham Id, Chen ium, Va fa 1. se seom, Ma than, Nieu vu, iat pa sou còu Cheom, Chi xin Pot xin, In che- Hói —, len ca Com cau c i, Ca chan I. chan ip Ca chin — Tom ca, Cun ca Ca lei ien, Ca lei coai coi Xai fun ien Cnn su, Mai pan Meu, Pai .. Vfio xeom, Ncicul. si c'u Xan, 1. P‘u sã, Xan scorn Xem ien, Xan sin çoi hum, Cua çoi 1. hum Tan hfOin, Fom 1. xieu heora loc lieoin, rjai I. xan t‘oi lap lieom hin çou voi, lap meu Cheom hi, Chot iaul Tin chio t‘om Tin chiu cau ien, 1. fom cau he
  • PoRTUGUEÍ Fazer-se ChristaB Apóstata, Gentio Catecúmeno Baptizar, Ser baptizado Rezar, — cm c imum Hums oraçaõ, Fervor Distracçaã Reiaxaçaõ Reza da manhã Festa, Fazer — Folhinha, Almanaque I)ia de guarda Fscritura, Contrição Penitencias Inferno, Paraiso Salvar-se Condemnnr-sc, Ser escandolóso Canonizar, Graça de Deos Diácono, Padre Bispo, Papa II. Vestído. Vestido singelo, — forrado Anda de — comprido O — esta çnjo O — esta estreito — de \ern5, — de inverno — roto, — esfrangalhado O — descoseo-se — bordado — brocado, Forro Direito, avesso do vestido Borda do —, Renda Vestir-se, Despir-se Mudar-se, Lavar o vestido Lava-lo bem Lavandeiro Remendar, Talhar If. Vestido. Mandarim Fom.3 kiau, I. Chin3 kiau Pei) 1. fan kiau, Vai3 kiau Paui xou2 ti Fu3 si2, Lim2 si2 Nien3 kiml, T’um' cuml — — Chi',4 ven 1, Jo84 sin‘ Fnerr 1. san3 sin I.ãm2 t‘an3, Pu xou2 fucn3 çau2 co2 Chánl H2, ço- Chán li tanl, Hoaml li 1 Pa3 cum'ti je4 tzn Xam3 kiml, T'um hoei C‘n2 cuml, Fu2 xn4 Ti3 ioc, T‘ien t‘aml (hunl Xam2 t‘ien t‘am, Kicti3 liml Hia2tiiic, Hoai3 piau2 iam3 Liei xãu. p’in2, Xãm ch’um2 Lcu4 p’in ti, Xen fu3 Chu2 kiau', Kiau hoaml I Fu d Tanl i fu, Kiai -- Ch’oan' cham2- I fu çam' leau -chai4 Leaml i', Noan2 — P‘o3 ti --, hi' p'o lan3 ti- 1 fu tnon3 leau sien3 Sieu3 lioa ti i fu Kin2 i fu, Li2 tzu I fu ti micn3, i fu ti pei3 1 pien3, Hoal pien C’hoan i fu, T‘Õ4 — — Hoan3 ---, Si2- . Si tã.4 cau' chim3 Si i fu ti jen Pu2 1. cai2 i fu, s’»il 13 C tNTA* Fom can, 1. çon cau Pui cau ké, Goi cau ien Seom pai t‘in chiu kg Cum k‘õi Hm sai, Lim sai NimS kim, Ta3 ca nime kim Choc man, ltsamg Fran same Lao - tame, m3 xau pun fan3 çou cuo, Chime lai, çou .. Chime lai tan, T‘um xiu T‘imlchi2 pa4 cum ig Xem kim, T‘um3 f i3 Fu2 cuml Tei 13, T,in t‘om Xeom t‘in t om , Ha tei iS, Vrai pleu iom i ^ Lit iap xem p‘en, Xem cVum Loc p‘en, Xãn fu3 Chiu cau, Cau fa3 voora I Xeom Tan xame, Cap nap Choc chcom i foc I xeom vei çou -chac Leom — —, Nun — — Lan — —, Lan çai — — I xeom lit sin pou Sau fa ke i xeom Carne i foc, Lei .Min, Tai2 1 pin, Va pin . Cheocl i xeoral, T'ot4 — — Van — —, Sai — — Sai tã con chim ■ Sai i xermi ,kí ien Pou i foc, <-‘oi
  • 14 Pf RTUGUEZ Coser, Alfainte Aba de baixo, — de cima M angas, — de canhaS Tunica forrada, Vestido de corte Mangas da tunica Vestia sobreposta Vestia comprida, Cabaia Cabala comprida, — forrada — de luto, Capua da cliuva Barrete ou chapeo, Solideo Por, tirar o chapeo Barrete fresco, — quente de pino. Priscgs do —, Borlas Remate do — — vermelho (a), — azul — branco, — d.e ou.ro, Cabeçaõ çapatos, Alparcas. Botas y Calçar Socces, descalçar os. —. Meias, Descalço. Nu. Camiza, Calças Calções de inverno, Cõs dos Lenço, — de embrulhar Cinto, atar o — O cinto esta apertado — — largo Desata-o,.-desatou-se Botão, pregar — Cahiu-lhe o botaô Casa presilha. Abotoar Desabotoar, Saia Coifa, Pente Pente do cabello Peutcar-se, Alfinete — do cabello, Agulha Bolso, — movei Bolsa, — de dinheiro Arte China Mandarim Fom’, Ç‘ai font Siau2 kin', Ta3 kin Sieu3 tzu, Ma2 t‘il sieu P’aul tzu, Mom2 p‘au P’au sieu, Cua3 tzu Ta cua tzu, Xan' tzu 1. ho4 Xan Cham2 xan, MienI 1. kia4 gau2 Hiau3 xan, Iu2 tou’ Mto3 tzu, Siau mail, Tai3 xam mao tzu, Chai4 .. Leam2 maô, Noan 1. chán mao Mao pan3 olr, Soei tzu Tim2 tzu 1. orl Huni 1 tim orl, Lanl — — Pail-, Kin- — — Lim2 tzu 1. i H.él, çau2 hie C‘hoan hiue4 tzu T‘Õ4 mui ki4 Va4 tzu, Cuam' kií Cuam xên' tzu Han3 ta4 tzu, C‘u3 tzu T‘au3 c‘u, C’u iau Xou2 kinl, Paul fui. Xu4 1. hi3 tai tzu Tai3 tzu kin'2 _ — sum lean Kie2 c’ai t'a, San3 leau 'fim' nieu2 tzu Tieu- 1. 1Õ4 leau nieu tzu C’ou3 pan3, Xam2 1. c‘ou3 c‘ou çu Kie2 nieu tzu, K‘iunl tzu Paul t’ou- vam, Xu2 tzu Pien2 fanr olr, pien çán Xul t’ou, Chi;u' Chai', 1. hoa' çair, Chên C’ou2 tai3, Pei2 naml 1. ta4 lienl Ho4 paul, Ch‘ien ta4 tzu CanTaB Lln3, çoi fom Sieu came, Tai carne Xamê' çau, Ma t’ai çau P’ou, Mom p’ou P’ou Çau, sieu2 c’ua Tai cua, Xame- Cbeom Min 1. oãp nip4 Hau xainê, Siut4 mou Mou, Sôu3 mon Tai mou, Chiul mou Leom mou Nun 1 chia mou Mau pan, Mou aoi Tim Hum tim, Lame tim Pac xcêc —, Carne — Lim i foe I. lim xame Hai, ç'ou hai Choc 4 — T‘ut mo kiã Mat4, Ta tai cbêc kioc Ta tai chêc li Hón xame, Fu T’ou fu, Fu t’au Xau can, Pau foc Pom tai choc ieu Tai can sum C’ai tai, San li Tim nau, Tit nau Nau i2, C‘au — Cai nau, C‘uan Pau t'au, Xô T’au pal Xõ t‘au, Chame Fa cun,- chamS Chap 1. hau toi, Tai t‘ou Hop pau, leu p‘im 1. choc chiai (a) Ue insignia da maior dignidade, as que se seguem, vao diminuindo.
  • Português Acear-se a mulher — o homem, Cabide O vestido tem bolor. Por ao sol o Guardar Dura muito, .. pouco Assenta bem III Cozinha. Cozinhar Cozinheiro, Ser — Forno, Fogaõ Fumo, Chaminé Ferir fogo, Accender —•- Pederneira, Isca Fuzil, Chamiços. Lenha, O fogo pegou Pegou-se-lhe o fogo Abanar ao fogo, Assoprar Canudo de —, Metter lenha Tirar —, Carvaõ — de pedra O fogo apagou-se O fogo naõ se aceende í.avare a, Fogareiro Tacho de cobre, — - ferro Panella de barro, sertã Testo, — do tacho Cesto de cozer arroz Tirar agoa, Balde tarar tigellas, Cozer arroz Prato, Guisado, hum ..,, Manteiga de porco Adubo, tempero Bem temperado Alho, Cebolla Vinagre, Sutite Pimenta, Mostarda Gengibre, Canja MI. Cosinha. Mandarim Ta2 pan3 C’hoan* i fu, I kia3 I fu xãm meil 1. chamf mao Xai3 i fu, A'ou* k‘i2 lai N ai3 ti kieu2, Pu chain kieu Ch’oan ti hao2 c’an3 Ch’uI fam! dm2 fan3 Ch’ul tzu, çõ3- Hõo2 iaul, Cõ Çau3 len', — funil Ta2 hõo, Tien2 l.xaul hflo Hõo xê4, — meil olr I. mom olr — tau* 1, lienl, In2 hõo Ch'ail hõo, H5o chim I lean Chau leau hão Xén3 hoo, Ch’oei* .. h;o fuml, Tien1 ch’ai hõo K’iu-, T’an3 Meil — Hõo mie4 leau* — xaul pul chaul Lend, Hoo loul T’uml cõ*, T’icl — Va2 cuon3, p'im ti2 cõ Cai3 tzu, Cõ cai Fan Çãm3 tzu Ta2 xoei2, Xoei fum2 Si2 van2, Chn2 fan Tied, l tic t,’ai3 jou4 Chu ieul Miami Ieau3 Tiaul ti hao Soani t’oul, ç‘uin* t’ou ç’u3, Xe3 ieul Hul chiau', Kiel <,‘ai3 1. mol Kjaml, Chou 4 Caneao Ta pan Clieoc i xeoin, I ca I xeom fat mou Xai i xeom, Xan hi Noi tã, 1. came, Mo came Cbeoc ti hou t‘ai Ch'iu Fom Chiu fan 1. çai3 sum Cuu2 ch’iu fom, Fõo ieu, çou In, — fum Ta foo, Time — Fco xeec3, — iuml Foo lime, Tau3 fõo Ch’ai, F3o cheo la Che õ leu fõo Pot4 fõo, Ch'oi fõo • • foo t’um, çamél I. t ime cliai Chiul chai, foo fan Moi t'au Moil foo la jFoo mo clieo — mei2, Fom Ion T’um võ, T‘it — Ga chain.!, „ „ „ . Coi, V5 — Fan çã ui Ta xoi, Xoi t‘um Sai vun, Chiu fen Tip, lat tip goi 1. sum* Chiu iau Gheoin3 leu (jai tã hou Sinn t’au, çum t‘au 5‘ou, Cheom3 1. xi iau Vu chieu, Cai Soi Kiom, Choc
  • Arte China. • 16 PoRTUCt)E7. Caldo, 1. molho, Açúcar Ovos de gallinha — de, marreco Frigir ovos, Ovos escalfados — salgados, Malar cnllinlia Depenaar, Abrir a .... Repartir IV Mesa. O jantar rsta prompto He tempo de comer ' Poe a mesa 1. esteira Assentar-se a — — no primeiro lugar Toca a comer Traze o comer Par a bençaõ da mesa Par graças Pegar nas fach-s Comer com fachas . Apanhar com — • Comer com colher Hum copo de vinho (vazio) Hum — de — (cheio) Enche meio copo * Bota mais Esta muito cheio r He rpui pouco O vinho esta muito quente ...... esta frio Kaõ tem bom gosto r He doce, — azedo He forte — fraco Na5 presta 7s’aÕ faz mal JÇaõ se pode beber Quanto vinho conpraste? Mandarim. T'am' T’aml Ki' t‘an3 la4 t‘an Chien' —, CU‘um' — Hienl — Ab>4 ki' T‘oei3 ina3l, ç‘a> 1. t‘amí ki Fuen c‘ai 1. fuen fuen t/u CbiEl Fan3 Fan pien3 leau 1. fan ieu2 lean Tali* ch’e fan ti xel hou3 P‘ail ch54 tzu 1. p‘ai sil ç53 si Xam2 Ç1 Ta2 pane ch'e fan Stun3 fan lail Nien3 fan chien I ti kina* — — hoti3 ti kim Na 1. x’2 c‘oai3 tzu Ium3 c'oai tzu ch‘e fan Kicu2 turn' si' lum t’iau ca n' ch‘e 1 co chieu2 peiI I pei chien Chen- pan3 pci — to' id sie' T‘ai3 ina>2 leau2 T‘ai xau2 Chien hãn3 jo84 .. Iâm2 leau Mot ieu ha52 vei3 tau3 Xc3 t'ienl ti, .. soan' ti Li3 hai3 1. ieu taS lii leam3 Mo ieu li leam Mo ieul iiim2 Pn siamlean* Hn4 pu4 to54 Ni2mai2 leau tõ *an chien OanTaS. T‘om, Pac t'oro Cai t‘an, Ap t‘an Chin t'&n, ,, ,, i> Hame —, T‘om cai Mam I. t‘ i mou, Hói cai Fuan fan Iac4 Fan Ian fan la 1. chem2 hol)2fãn Is Haii iac fan ke xe hou Pou cêè4 çõ cee Xeom Ç5 Ta pom iac fan Sum fan loi ji^imc fan sin kim — fan hou kim — I. nec fai zu Xai fai zu iac fan " Cap4 ÇÓÍ3 Xai thil cam ia'c4 lat co eau poi — poi can * ' Chame pon poi eau — tõ ã ti4 Mun tá Çai3 Xieu ti Çai çau it ti Çai — tura2 lã Mou'2 mci tail Hai time ke, Siun ke lau lee Mou lee Mo chum ittm — siom con Má iame2 ti Nei ib&ileu kt to £su
  • ur PORTUGUEÍ Nnõ o ha para -emier Quanto v1 ' cva este pichei ? Vinho figoítj -.goa ardente Eu naõ bebo vinho Basta uc beber Beben uito vinho, fallo muito Hortaliça Comer de carne — de peixe (abstinência) Jejuar Qmbrar o jejum Iluma tieella de conducto Almôndegas de carne — — de peixe J resunto, Carne de porco — de vacca, — gorda — ma,:.: a, — fresca — salgada, — de fumo — velha, — fedorenta — assada, — crua — estufada, A— estíi crua (dura) -mal cozida (madura) .— meia crua — esta mui salgada l’aô Letria de trigo, — de feijões Naõ posso comer — -rnais — — mastigar Quero comer Tenho vontade de — fome Estou farto — enfastiado Comer bem i— limpamente 1. tudo — grosseiramente •- sem asseio Traze arroz IV. Mesa. Mandarim Mo ieu tã mai3 (chieu Chorj co hui choaml toÕ4 tõ xau Xoeiõ chiou, Xâul — Uo pu hoei2 ho4 chieu Ho4 chieu cou3 leau Ho t leau chieu, chieu3 gai3 xõ4 hoa3 ç‘ai3, ch‘im ç‘ai Ch‘ê huip y‘ai — su3 ç‘ai Xou chai, Fan chai 1 von2 ç‘ai Jou4 van tvu Iu!- Hóo2 t‘oei, Cliu- jou4 Nieul —, fei — Xou3 —, Sinlsicnl — Hienl —, La4 — Chenl —, Cii’ou3 — Xâul —, Xãm- — Chãml—, Jou chu2 li im2 Jou chu ti pu lan2 1. xu4 — pau xãm pu xu Jou hienl ti li t hai3 Mio.'- 1. man t*ou Mai4 fuen. To i — Ch* iu3 — — trá leau ChiauS i. ia&2 pu tc 3 Iau2 ch‘c turn si Uo siam'J ch’e — tu2 li2 go3 Ch’e pau2 leau ien' fau leau 'Cb’c ti Imo — — cair chiui3 i. sú ven - çu lu2 — — a ça4 SutnS fan lsti CintaS Mou ti mai3 Nei co çau vu choom ti ki tõ çau Xoi çau, Xieu’ .. 1, fan .Çau Go mo foi lame çau lame Çau cau la — — tõ oi com xiut va ç‘oi Xec van ç‘oi — chail — Xau chai, Mou Xau chai lat vuu ç’oi loc iun Iu — Fõo foi, Chiu ioc Gau —, Fei — Xau —, San sio — liame —, Lap — Ci ie —, Ch’au 1. in — Xieu —, Xam — Chem ., Ioc chiu ti gaai loc chiu tl sam Ioc pou xam pon xoc] loc !'.una tã ç‘ai Min ;..au ur.ii, Tau — i? , c tj fan M ic ti la MÓ cl ã lan Go ieu iac fan — seom — ■ - T‘ou go 1. hum Xec pau ia Xec fan mou mei3 tOnS Xcc ti bou la. f.i . con chim Iac tã ç‘*,u çoua — — ul çou Sum fan lot
  • IS PoRTtTGUEZ. Enche hums tigella O arroz está esturrado — — secco — tern areas Na posso coiner tanto Diminue hnm pouco Bota mais armz — caldo no arroz Naõ tenho horn cooducto para comer o arroz Acabar de comer Gtra'da os sobejos Livanta a tnesa Faze ch’a Bulle de cha, Challeira O cba aioda nan esta feito (nao tern cor O clia n»6 tem gosto Bota o outra ve* (no bullej Espera, que se faça Botaste muito cha (folha) O cba esta carregado -.-leve ,_— tem fumo _esta bem feito, Tomar cba Tome —, Bandeja Veio hum hospede Prepara merenda (ou almoço Ha varias qualidades de fruta Ha hurna faca para aparar. Busca outra para partir Traze doce (de fruta) V. JoRNADA. Andar Caminho largo (grande) t— estreito (pequeno) — plano, — tecco Arte China. Mandarim. Chên- i von fan Fan pa2 lean c5 1. u- lean — can- leau — ieu xa- tzu (co Ho ch’e pu leau ehoo mo sie Kien2 xau2 sie- Tõ chên fan Tau2 t‘am p‘au- fan Mo ieu hao çai3 hia fan Ch‘e vonl leau fan Xou- k’i2 x5m3 fan 1. çal Xou k‘i lai Fanl ch‘a1 Ch’a till, Xa tiau tzu — hoanl mei ieu3 ienl xoi54 — mei ieu tzu vei3 Tau2 i tau choà co ch’a Tãm2 pau eb’ul vei tau3 lai Fam3 té ch’a ie4 leau Ch’a ie.ul ’eau — tan2 — — ieu ien- k‘i2 — xaul tã hm, Ho4 cha Ch‘im2 cha, T‘õ pan Ieu c’r>4 jen lai Iu3 pei3 ticn2 sin- Ieu ki2 iam3 cuo tzu — i pa2 tau t/u sian4 p’il Çai3 chan2 i pa ch'ic4 cuo tzu Na lai t’aml cuo HiMl han2 lo3 Çou2 Ta3 lu3 Cliai4 lu P’iml lu Can — CantaS. Time' 1. ehooml iat vun fan Fan noml la Fan ccn la Fan iau xa Go mo xec tS come tã Cume xieu a tit Choom muni ã tit fan Pci2 t’ora t‘ou fan Mou hou ç‘oi iac fan Xec iun fan Xau hi xem ç‘oi Xau vun tip Fou ch‘a Ch’a vu, Pou Ch’a mo Çãml iau iame Mou mei tou Tou fanl loi c!fa vu Tam chot mei Nei fom ch’a ip4 tõ Ch’a iurnl la — tame — — iau f.o in — coc tã hou, lame ch’a Ch‘im ch’a, Ch‘a pun lau hac ien loi Chem2 tim3 1. lu pei time same Iau ki iom cuo la — iat cheoml tou p’ail p‘ei Chumo van3 iat cheom çitl Sum loi t*õm cuo Ham hon lou Ham lou Tai — Chac — P’im —, Ccn —
  • PoRTOGUE* V. Jornada. Mandarim C.intaõ 19 — molhado, — arcento — larr _ento, —fusil — -Jiffi.il, — de montes — de carapo, — torto — direito, — irregular — longo (distante) — breve (preto) Estrana real, — do rei Carreiro, Subida (íngreme) Descida, Andar a pe — a cavallo, — descalço — depressa, — d evagar — ui ;is de vagar, — e passo largo — a roda, —de veatido comprido — de diarrhea, Nad anda mda — para o matar Caminhar so, — com companheiro Conductor, Correr Fugir, — òelle Naõ o apanha, Alcançou-o C ancou de andar Descanesr hum pouco Pousar, Encontrar, acontecer Preparar se para partir Partir cedo .. tarde Convém partir cedo Comitiva Estado Viatico Fato da jornada Alugar mariolas A dois mases cada hum Saõ caros Ta leva estes dois fardo» Vos dois levai este balm Tu leva esta antena Eu levarei o relogio Xê4 — XV — Nil —, HsS çou ti— Nan çou ti —, Xanl — TMenI —, Jau2 van- tzu ti — Chê4 —, Caôl ti- ti — ltien2 lu Kind — Cuon- —, in 1 — Siau2 —, Xsm2 p’o- H u p‘o, P i3 him K’il ma2, Criam- ki 4 çou Ciai çou, Mm — Man sie' çou, C on 1. ta pu3 Çou Cli »an2 cno lai, C‘hoan' cbam i 3ie3 tu, çou pu tum3 Xa4 tim3 1,-au t’a, 1. n.oul xa ta I co jen Çou, t’uml pau’ Çou 1n2 tauí ti, P*aul T’a'.i 1 p‘an, T‘52 pi3 t‘a Can2 pu xam2 t‘a, — xam leau t‘a çou2 fa4 leau Hie i liie — tan3 1. fam3 hia2, Iu3 kien3 — pei t turn'd 1. k’i xên" Ta çau2 k’i leau xen .. van2. Cail taml çau k’iu3 Can- pan" olr, 1 cau soei ti jen Cbê4 fuenl 1. xe3 P'anl ch i n3 I. fe. Himl li2 Cu3 fu tzu 1. cu t‘iau fu 1 co olr ch‘ieul in tzu T'ai3 coci3 Ni2 t‘iau choõ leanr pau Ni men leam co jen t’ail choo co siam- tzu Ni cam choõ i t‘iaul xán mu4 L'o tai3 piau k‘iu3 Xap —, Xa — Nai —, Hon bain kg loti Oc ham kg 1 ori, Xan — i’iii —, Van c’oc loir Cbec —, Jau cou iau tai ke lo I un lou Can — Cun lou, in — Sleu —, Ham xeom cou lou Ham ha tai lou, Pott ham K‘d ma, Ta ch’ec 1* ckiii kioc haru Fai ham, Maa — Man à tit ham, Tar pou ham Tchiun van haul, Cheoc cheom i T’on 6, Ham m”j turn 1. ioe Van c’oi xat, Jat co ien ham T’uiii fio2 1-3 ham, Ien2 lou ke, çati2 T’ou
  • 20 PfRTUGUEZ Alpendres na estrada Estalarem, Ir para — Paga na —, Gasta-se muito na „ Estalajadeiro Estamos perto Naõ dista muito Ja se vê o lugar Falta pouco, Quasi Chegamos a casa Fui boa jornada Trabalhosa — Detnoratno-nos no caminho Gragas n Deos, que chegamos Na5 vos roubaraõ os ladrões ? Com a ajuda de Deos escapa¬ mos delles Também naõ tinbaõ, que furtar VI Viagem Mar largo, Rio — Rio gramlc, - Amarello — Riam, Passar o rio T,ago, Bote, — de recreie Arrais, ' ■>' r Cai. " 'te ligeiro Bote da carreira, Navio Navio de gu-rra, — mercante _ de Europa, — cruzeiro Brigue Hum mastro Vela de proa, grande de re, Amarra Ancora, Fazer viagem Boa — Longa —, Nadar Passar a váo Abtb China Mandarim T’imi !. bia2 dm3 Hie4 ticn3 Hia tien2 Fan3 cli’icnl Tien li fei3 ium3 tô' Tien dm2 Uo men linl kind leau LU ti pn-1 iiui.d Vaml t'á 1 eo li3 fr.m Pu chal xe mo, Clia pu tõ Tau3 kin li lean L-i3 xam2 p‘i: gan 14 lu sinl c‘ i2 (lean Luxam taint , 11. cii1'1 Hoan C.in2 sicl T i ho leau Mei ieu 'm3 TSen chu pau2 ieu3 mien2 le.iu T‘a men ie mei ieu xe mo t‘ou! ti HimI Xoei2 Lu Ta2 iiai2, C‘ucn hol Ta lio, lloaml — Kiaml —, Cuo3 — Hui, Siau ch‘oau, Lou ch‘oan4 Laõ pau T‘im2, 1. sair pan2 Lum* ch‘oan, C‘uai3 t,im2 Tu3 ch‘oan, Ta — Pinv 1. xel —, HÕ3 — iaml ch‘oan, Siuu — í cani'2 veil can- — I can vei can •f‘ou' p‘oml, Ta .. Vei2 —, L:m Miiõl, Him xoei ln Xun3 taml lu 1. i lu p‘iinl gani 4nen2 ln, Fui xoei
  • T“OU TTfcl-7.fi Csihir «x hip* Morrer aíbealoi Andar era cima cb agoía A flmda r-se Agoa baixa, — s*t* — turva, clara Chegar ao funda Enchente, Ue — Vnsante, lie vasant* Preamar Agoas viras, mortas Navegar para baixo — para. cima Corrente favorável, — Contraria A — he forte I)ar em hum baixo — em rocha, naufragar Passar hnm banco para baixo Virou-se o bote Fazer agoada t) navio faz agoa A fietar navio, Tomar passagem Vai-me procurar bote Ajustar a passagem, Pagar a —, Kmbarcar-se Carregar o navio Descarregar Embarrar o fato CapitaS Quadrante Piloto, Mappa Agulha, Comi asso Circulo, Centro Linha perpendicular, paralela Regra, Esquadria, Lapis Atigúlo, Calcular Marinheiro VL MsSfraKiTw T’-auS U>»S gari 15 f2 chan2 5 co 1. ehè 1 sian chnan Kiam2 ch'oan ch’ien Kei-, Xain2 ch’oan Choai»' hÕ31. Çai3 ch’oan Sie3 ch’oan Choam himl li2 Ch'oan chn P'inii it 1. fam t‘ien ta Na t‘o2 ti, Tiâ li t‘ut Che2 nanl ek‘èn', Cueil kiu2 Kiuenl, Sin‘ Che4 1. tiaul siend, P!im sien Ch‘è4 tzu, kiõ ch‘e, Chienl pH Ki J', Soau3 t'ien ven Xoei xcud íl CivnT*5 Tit tót Voí fb*me3 »it Poul t4au' Chame tai2 Xoi chin, — xame Choc 1 —, China — Ton tai Xoi Iai3, lu carne xoi tai Xoi cón* Xoi »ron2 1. çoil Xam 1. su xoi Xun xoi ham Nec — — -Yun xoi, Neo — — Xoi t‘au‘ mam2 Xiun homo Xa 1, taa A — chem3 xeec 1. Iaa3 Ha t'an Po c l xiun la Xiun choom Xoi — Ian I, iap xoi Ca 1. cb‘im2 xinn, Tap xinn Nei t‘um go van2 iat cho sien xiun A Com xiun ch‘inl Pei2 —, Loc xiun Choom fõ Hi fõ Choom ham lei zlTiun chiu2 P!im i -Vai 1. cha trai kS, Tei lei t'ouli Lo! p‘unl, T'oml nip lunl hiun, Same Ch. c siu, P‘im sin Ch‘ct-, C*oc .., íunl J)àt C‘oc, Snu xcu3 Xoi xin
  • 22 Ff STUGOEX Dtr a vela, Enjoar Levantar ancora, Largar — Laigar reta, Ferrar (abaixar) — Apanhar —, Adriga Largar a escota Cagar a — O Navio anda — desanda Levar á cirga Nada anda, Vento favorável O vento He contraria — Leste, Oeste — Snl, Norte _ Nordeste, Sudjeste — Forte, fraco Andar ã bolina (lado) Levanta- t* " nto O vento sopra duro — -- parou O mar levanta ondas O -- esta plano O — esta cbeio de piratas Levantar mastro Abaixar —, Leme Governar o —, Virar o Orgar, Arribar Remo, Remar Remo de popa, Remai com — Proa, Popa Convex, Dar á bomba Batedor, Tirar agua com — Toldo, Cabos (cordas) Quilha, Fundo Ancorar, Ancoradouro Caldeira, Caes Desembarcar no — Amarrar o bote Desamarrou-se Official da alfandega . Passar na —, Pagar direitos, A«ts China Mandarim C*»i' eli‘oan, Naul tai fa >unl K’»2 maM, Hia mao — p‘»ml, Hta pon» Xou p‘om, CU‘oS2 p‘om Sum cli‘o5 Xou i sum fom leau Lai kin2 —— Ch'oan gou 1. him I. chin — t‘ ei3 Uou3 La4 k‘ien3 cou2 pu tum3, Xun3 foml Xe tim2 Vou fom Turn- —, Si- — Nan* —, Pei4 — Turn- pei —, Si nan — Ta —, Siau 1. k‘itn — Pam- fom gonl I. c’ou fom çou Cua4 k‘i fom lai leau Fom ta3 cb‘oei I Ço — si4 leau Hai k‘i2 lam3 — p
  • YU. Tempo. 23 PoMUGUEZ II. Tempo Ceo, Paraiso — da Lua, — das estrcllas Ar, No .. Os cinco elementos Ceo claro, nublado Està nublado, Ha nuvens Levantaõ-se .. Dissipaõ-se as .. Esta escuro, Tempo embrulhado Faz sol 1’oí.se o Nasce o — O — esta imito quente Faz muito calor Disco da Lua, Luar Ha estrellas, Cometa Os sete planetas I strclla da manha Estrella do Norte Scintillar, Ursa V ia lactes, Equador Horizonte, Eclitica Zenith, Clima NaS se d,.r com o —, Ares Olhar os — (superstição) Chove muito Chover dias contínuos A chuva naõ para Relampaguea, Troveja Hum raio matou gente Neva, Saraiva Orvalho, Geia Agoaceiro, Tufa Furacaô Hora Huma — (pancada do sino) Hum quarto, Meia hora Duas horas, e meia Mzsdaeim T ies- KM, XeI Hou3 Then, Tien t‘*ml loe t‘ien, Sina — K‘il, çai2 c‘uml chuml U2 iuenl himl Chiml t‘ien, Inl — T’icn inl —, leu iunl çai3 leu iun cai k'i lai Inn çai san3 lean T‘ieu Iiei4, T‘ien mnml leau leu iel t‘ou 1. jc tou xai.3 Je t‘ou joS4, — — ch‘u4 lai Xai ti li h d Joõ4 — — — lue4 lunl, — leamS leu sim' sim, çau3 sim Ch‘i chãm3 Hian3 sim Fei4 kil sim Xoi>4 cuaml, Pei tou2 Vieu ho’, Ch êi tau3 Then pieal, Moam tau T’ien tim2, Xoei t’u Pu fu i — —, Fom xoei C‘an3 fom xuei Hia ta3 iu2 Lienl t‘ien hia iu Ilia iu |iu t’iml che Ta2 xán2, Ta leil I co lei ta.’ s i jen Hia«iu:4, —pau4 tzu — Iu4 xoeí2, — xoaml Fom pau.i, Ta foin Sinen3 fon. Xel hou3 1. ch’cnl I hia rhum- I c’<>4, Olr c’o Leam hia olr c’o Cims Tis xi, Xi liou Tin, T'ia t‘o:n Int t’in, Sim — Hi, çoi hum chim U iun ham Chim t’in, lame t‘in Tin iame, Iau van Ian van hi Van san la T’ien hac la, T’in mam lau ig t’au, 1. xai le t'au 15c com, cliot ie t‘an Xai tS çai Itl- Iut Ion, — leom Iau sim, Çou — 1. lac cha — çat cliem IIieu3 sim Pac ki sim Xime cuom, Pac tau Till ho, Ch’ec tou T'iu pin, Vnom tou — tira, Xoi t‘ou M
  • 24 Arte China .Peirr> Hum dia, Meio dia Huma semana Domingo, Segunda, Terça Hum ir.ez, Primeiro do — 10 do —, 11 do — I,oa nova, — cheia Primeiia —, Segunda — — Intercalar — de 29 dias, de SO — No principio da — No fim da — Hum anno, Bom — No anno decimo do Imperador Tau Citam (1830) Estaçaõ, Primaver* Eqninoccio da — Veraõ, Solstic'o do — Ontomno, Equinorcio do — Inverno, Solstício do — Este anno Irei no anno, que vern A nno passado Ha dois annos Daqui a hum anno Tim do anno, Dia de — bom Hoje, Honrem Antehontem, Tf i tres dias A manhã, Depois d'anrumhi Daqni a 3 dias. Ha algnns dias Daqui a dias Anrors De manhí Ao amanhecer De tarde He dia He noite .De —, Mela — Mandarim. 1 fnen.t, i miauS .Te ti» eh.1i»,, de tr» toon.2 I t"en 1 je, P n t ie» 1 co chu je Ctu je, Ch'n 112 nlr, .1. sa» 1 co iued, Ch’ul i Chu se, Xe i — i, Xe n Chim- iue, Olr — Jo5n3 ine Siau2 iue, ta.3 — çai iue chu ki2 — — ti* 1 nien', Haô nien ch’í m Tau Cua;u xe nien Xe hon, Ch’unl tcien Chun fuen H:a3 t‘ien, — che3 "Ch’ienl t‘ien, — fuen Tnml t‘ien, — che Kinl nien* Hia2 — chien k‘iu K'iu3 1. kieu2 nien leu olr nien C no i nien 1. hon — Nien ti*, Cno nien Kin nien, Ç 3je (Trim je, Icn ssn t‘ien Miml tienl.je, Hon 3 tien Ta3 bon t'iet>, leu ki2 t‘ien Cuo leso ki tien Chim Çan 1- ii mim, tien cuarts çan sam I. xatn n TMen citam ti Xe lmn Van xam, 1. hia n Tien cnam loan — hei lean iè li, Fan ie Canta?» ?«t f‘>*S I. í»e;i lê rheoro, íe tm» M i?, Pon — lat co ch'm ií Chin i?, chim* lai i2 1. sara: lat co iue, Chi» iat Cho Xap, Xao int (iukr Cho iat 1. int t‘au, Xtp 31, iat Chcm iut, i iut lon int Sir ii —, ta — Çoi iut t‘xn — — me» lat nin, tion xi nro Ton ci. mu xap nin T*in xi, c!i‘un t‘in Ch'un fuan Ha t‘in, — chi i an t'in, — fuan Turn tSn, — chi Came nin Mim — çau hõi Cau — Jau i nin Cuo iat — Nin mei, sau — Carne iê, çõ ie i. max tk'in ie, lao san — Tim i«5, Hau — Tai hou — , Iau ki ií! Cno ki ie Tún cacm ço» xeom Tin cnodi Man xeom T‘in cuom la Tm hac la Man t‘an 1. man xeom, on le
  • 25 PORTBC UB?. De dia, Antes Antes de elle vir Depois, — de elle vir Agora, Ate — Daqni por diante Ha pouco tempo — muito Foi agora, — vai Ja veio, Acaba de chegar Sempre Nunca ha de vir Dia virá Vlll. Homem. Homem Mulher, Virgem Donzella — que naõ casai Viuva, — que naõ cas» Meretriz Cidada5, Aldeaõ Homem nobre — plebeo — vil — empregado — particular — sabio, — ignorante — eloquente, — de poucas palavras — qre naõ sabe ler Polido, Rústico — grave — leviano — serviçal — civil, _ dcscortez — rico, Polnc Os bons, Os nr os — intrigante — intromettido, —inquieto desavergonhado Vil, Hoatanf, Mandarim. Paije li, T‘ou li, ç‘um ch‘ien) T‘a lai ti t’ou li Hou lai 1. t‘on T‘a lai ti hou t’ou Jul kin-, Tau ]u kin çnm kin i hou, hou lai leu pu tõ ti xe hou — bin2 — — ... je tzu tõ Ç‘ail k‘iu leau, CliieuS k‘iu Lai leau, ç‘ail tau3 leau Chatnl cham ti, ium2 iuen'2 lum inen pu lai Cail taiul ieu i je Jen Nani jen, ie men Niu2 —, T‘uml ch‘enl Coei- niu, Aon2 eh‘en ti Cua2 fu2, Xou cua ti (fa Pu hao fu jen, p‘iau3 tzu, eh’anr- Ch’Iml li ti jen, Hiaml lua ti jen T'i2 mien3 jen, xe.3 kia' jen P’iin chanil po4 sim3 Peil chien3 jen çõ3 cuon' ti, ieu cum‘ mim ti Pu çõ cuon ti, mei com mim t» Po4 hio' jen, lul ch‘un2 ti leu c’ou2 ç‘ail ti Pu gai xõ hoa, Mõ ieu tõ ti hoa Pu xê4 tsu3 Sõ- venl ti, q‘ul lu2 ti Chãm3 kim' ti, vcn2 chum3 ti Xa2 pu lam' tãm2 ti C‘uon tai3 jen ti, Haõxe- gãnl ti Ieu Ii2 ma»3 ti, Mei- ç‘ai3 chn, fu3 cuei3 P‘inl k‘iuml ti Xàn3 jen, Go4 — T‘iau sõ' icn3 ti, xõ4 jen ti x«3 fej. To' xe3 ti, Nau3 xc — Pu cu3 lienl ti Cantaõ. Pac i^, Sin 1. chin xi, sin ie Cõi lai sin Hau loi Cõi loi hau lu carne, Tou- Hau loi Mou ki noi3 Hou noi çau chcrn 1. chi hõi, Çau hõi Loi la, çau chem tou Xeom xeom, Vem iuu çum pá lai Chi chum iau iat ie Ien Name ieu, Nõi —, T‘um cliem Coai noi Xau chem ke Cua fu, Xau cua Mo hou noi ien, lou cõi 1 -Vem lei ien, Heom ha ien lau mim xec, A’ai ca ien Xiu men Pei chin ien, tai ha eou lau ien Çou cun ke, lau cum mim Mõ Çou cun ke, cuail t‘in cun Fei xeom ke, in ch‘un ke lau hau ç‘oi, Mõ oi com xi mau ke, çame çira Mo xec tzuke Sti man ti, ç‘ou lou Chem kim ke 1. van xat Hiu faul ke Hou Çou sã ke lau lai mau ke, La tat Fu cum P'en c’um ke Xinien, Oc — çon xi fei Tõ sê ke, Chieul leul ke Mo cu min3 ke
  • *6 POKTUCOM — acanhado — desembaraçada N.vi segara das ma5*, — d» boca Homem casado Mulher casada Homem ardilosa — sincero Criado Criada Escravo, Escrava Bonzo de Fo, — d# Ta•* Ecclesiatico, Frade IX. Alma. A — he espirito _na5 tem figura __he immortal As tres potências da — Memória Homem de grande — Lembrar-se, Esquecer-se Esquecidiço Han me pode esquecer Espera, que me lembre Dizer de cor (dar costas) Nat> posso dizer de cor Decorar Entendimento Homem enten lido — esperto, — rude __ prudente, - imprudent* _ agudo Entender ■Considerar Ter pensamento Nunca pensei Discorrer, — falland» Doutrina •TradiÇaS Aan China Mandarim T*anl tzu «Ian2 ti, môl s3* ti Xoaml e‘ual3 ti, c‘uai *ou2 Xou2 pn venl ti, Ç'ci2- CUTiml kia- ti, U-u fu2 jen ti Ch'u4 leau kia3 ti, leu cliatn3 fu ti leu cuei2 pi3 ti 1. tau3 ti L«o2 x "4 ti Xe2 hoan3 ti, kia' jen -oiu2, ial t‘ou Nul çail, Nu pi2 Hol xam3, Tau3 xe3 Sieul tau3 ti, Çai3 boei3 ti Limí hunI. Lim tun xe3 xcnl _—. mei ieu himl siamS _ _ pu su 1* mig 4 *San sã" Ki3 lianl 1. sim3 leu ta3 ki hau ti Ki ti, Vaml ki ■Hao vam ki ti Vam pu leau Tam2 uo siam i siam Pei3 Xo* Fei pu xani lai, Pei pu hia k‘iu 1.3 pei3 pei xu Miml u3 Mim po4 jen, ien kienU xe4 U Lim 1 M ti —, lul cb‘un2 leu chê3 too4 ti, Maõl sè4 ti ç‘um' miml ti —, iau ki3 mo4 ti Tum2 tS, mim po Su’ siatn2 K'i2 i co nien3 pau. Siam pu tau Ch‘oei' siam, T‘aní luní Tau2 li2 .Ch'eanl hia2 lai 1 ti-boa Cauta! Sil t'ame ke, xan man, moo maj Xeom fai kc 1. fai xau Xau mo van, iau tõ, Hau x3 iau loa p‘o ke Iau lou cum ke Cnai vat ke, Cuai cuat Lou xat Hau3 x.itn- Mõil ça;2 Tai2 cai, Nu pei Vo x.om, Tou sS -S..U tou ke, çoi v.i ke Lim van Lim ran bai xãu Mon im inou seom Lim van má tõ 1. mit Same sõ Kei sim iau ta3 — — Kei ta, Mom kei Mou kei sim ka Mõ tã n.5 kei ti T in go seom Nime xiu Mó nime ti eno, —-ju» Chem tim xiu nime Mim u Mim pac ien, iau kin xe« Lim lei, Iu cli’un Iau kin xec, Name same c’am mim ke Hieu tS, mim pac Sõ seom Hi nime Pan Mõ aiom tã tou çõí seom, T'ame lua Tou lei ChiuD ra
  • X. Alma. Cosro. Português Ter raza5 Conformar-se cota a — Contra a raza5 Chegar ao uso da — Vontade, Querer Amor, — mutuo Amável, Amar do coraçaõ Amigo intimo, Travar amiande Romper com outro Inimigo Aborrecer Ter odio, Vingar-se De bom génio Tiel Iracundo Cruel Impertinente Soberba, Humildade Diligente, fervoroso Ceder. Virtude Luxuria, Castidade Obediente, Cobiça Largar as riquezas Esmola, Dor — Compadecer-se, Abençoar Amaldiçoar MortificaÇat, Emendar-se Arrepender se. Converter Converter-se, Ptejuixo Propensão X CoRfe Homem gordo Animal —, Magro Forte 27 Mandarim Ien2 1Í2 Uo4 li I biml Pu — —, pu kiam2 Ii2 C’ai‘ miml u3, fuen' had tai2 Gai3 iul, lau2 Gii3, Sam g»i C'o2 gai li, Sin- 1Í2 gai X i4 p’oml iei>2, Kiau-— — Tuon2 lai vam2, k’i3 cbiuí4 Cb’oul jen lead vti}, n;ui2 han3, hien3 Kei3 cli'ou, Pai 3 chou leu bud sim3 tzu, lea u- xan3 ti, hao pM k’i3 Chum sin' ti Hao fuen; nti3 ti, hÔ2 sin.3 tzu ti Hium* got ti i. pan3 ti Lãl aõl ti, Ici3 choei3 ti Kiaul gati3, K enl siund leu chim’ >enl, k’inl kin2 ti ■fimíjen, fo4 jen, Tool biml Siel iul, Kiel too T'im3 mim3 ti, T’an- sin Xo3 J ç‘ail po Him gai kinl, C’ui3 chum3 C’o2 lienl, Kiami fu, Kiam bõ3, ma3 jen C’o4 ki2, Cai2 cuoi Hou3 hoe', K‘iueii3 hoaí, H*oi t’on, P’letr kieti3 Pen sim tzu, p‘ien h.ain3 Jou4 Xen P‘am3 jen Feil x im' c’ou2, XouJ ti K’iaml kien3 I. choam3 ti, leu 1)4 leam3 ti, kitt4 xèf ti Cantaí lan lai I I. bop lai ham MS i lai, mo com lai H ;i mim u, fuan hon cb’au2 Oi iS, leu, oi3 Oi, Seom oi H > oi ke, Same lei oi Xoc p’om iau, Cau-- Ton lot vom Cb’au ieo line hi, non Ke cli’au, Pou — Hou kem ke, xun xin Chum ban ke Fõ sim 1. kem Tai toe, oc ien L5 s3 kS Kien gott, Him? xnn Iau same ki lent iotn, Tie ham çí iame, kit çim T’iin mi in ke, T’aiae same Xee çoi Hain oi kim, Xi xec ien Ho lia, Com foe Com v >, ma ien Hi kei, Coi cuo FoiJian, Hiun ien Voi t’an, P‘in sim P‘in beum Xan ■Fei ke ien — sum hatt, Xon ke K'iom xat 1. cboom, ian leç, cboom kin
  • 28 PoKICCt’F* Fraco Escorreito Aleijado Força, Com — Estender* se Encolber-se Inclinar-se Inclinar para ca Voltar-se Deitar-se, Estar deitado Agachar-se Cahir — de bruços, — costas Estar era pe. Asseutar-se Assente-se, Levantar-se Prostrar se, — (cercmonia) Dormir, Naõ posso — Adormeci Cabeça, O — Vertice da —, Tonturas de — Doc-me a — Cabello, hum — Criar —, Cahir o — Cortar o —, Pente Pentear-se, Tecer a tranca Testa, Cara Olho, Menina do — Capella do —, Olhos cm alvo Alvo do olho Abrir os olhes, Cerrar os — Doente dos —, Cego Vista curta, Trazer oculos Olhar, ver Naõ vejo. Olhar para baixo Olhar para o cha -, — para cima — para dentro, — para fora — para traz, — para diante — de esguelha —. coin maos oihos Avtr Cu n*. Mandahis» Jiim>2 j õ4 ti Ch’iuenl xên tzu ti ç’anl chi 1 ti Li learn, Xe2 kim3 Xên- c'ai' K’iu4 yen tzu 1. k’iu lien2 Fu4 xên tzu, ha2 I. van-iau3 Pan3 choo i pien" Choan- x5n tzu, T’am3 hia2, - - 1. xueii kiau3 VÕ3 Ilia Tiair —, t»2 cãnl t’ou, cai' tau2 Pal tau2, larnl tan2 lean ChanS chut, ç53 hia Ch‘im2 ç , k’i2 lai Pa hia, C’o3 t’ou-, Xoei3 kiaud, — pu chau4 — cliau lean Nau2 tai3, T‘ou- olr 1. mu T“cu tin,2, Nan tni fa4 iuul Nau2 tai3 i’iira3 1 can- t‘ou fa Leul-, Tiau3- Kiau3-, Xu- tan Xu t‘ou, Ta2 pien taa Go4, Lienl iiiien3 Icu'2 chim- Ien chu* leu p‘il, Fan2 pai ien Pai ien chu C‘ai ien chira, Pi3 ien cliim Hail — pim3, Hia4 tzu Kin3 xe3 ieu, Tai3 ien kim2 C‘an3, Kien3 C‘an pu kien, Vara2 hia c‘an Ti3 hia c'an, Iam I — Li2 t’on —, Vai3 t‘ou — Hoeil t‘ou —, Vam2 ch'ien — Siel c’an Sle 1. fan2 ieu c‘an CaNTAQ fun id ke Hon ien 1. ch'iun xãn ke Pai- xan ke, Xan put ch'iivn Lee, Chut I. xai — Aan hoi Xoc lun xan Vn tai- t’au Pom cliec la Tchiun xan Fuan3 can, Fuan Mou 1. vu tai Tit tou2 1. loc Pa tai, Tit ti goin ha K‘ei ton, ço Cli’iin ço, Hi xan Pa tai, C’au t’au Xoi3 can, M 6 fuan ta cbjoe Fuan la T’au, — ien 1. moc — tim2, Teu van T’au t‘om 1. ç‘ee lat t‘eu- t‘au fat Cheom t‘au fat, TitVaufat Chin2-, Xo Xo t‘au, Pan 1. ta2 pin3 Gact'au, Mil Gan", — chiu — p‘ei 1. coi, T‘in pac gan Pac gan chiu Hoi gan, Hip I. meil mail gan Gm pim, Mam I gau Can xi gan, Tai gan kim T‘ai, Km !. t‘ai kin Mo t‘ai ti kin, T‘ai ha T‘ai tei, — t'in _ lei t‘au, — goi — Voi t‘au t‘ai, Ch«c — çeê t‘ai Teu3 gan coc
  • PORTVGOM Sobrancelhas, Torto Lagrimas, Chorar Nariz, Ventas Ranho, Limpar o — Tabacco, Caixa (boceta) Cheirar tabacco, Cheira, Fede Orelha, Escutar Ouvir Som forte Surdo, Muito — Naõ onço, Cera do ouvido Limpar o ouvido, Tinir o — Desagradarei ao ouvido Face, Boca NaS abri — fçnõ Hnma coisa na — outra na cora* Calla-te Boqnciraõ Dentes, Os — apodreeeraS — qneixaes, — dianteiros Queixo Morder, Lingua Estender a — Recolher a — Gago, Mudo Fallador Fali ar baixo, — na presença _ na ausência, Perguntar Responder, Dizer parvoíces Segredo, Fatiar em — Revelar o segredo Murmurar Queixar-se Gritar, invocar Rcprehender Exhortar Divulgar Contar, Tentar X. Corpo. Mandarim Meil maõl, Sie ien ti Lei3, Hia lei, c‘u4 Fi3 tzn, — c'um2 Pi t‘im, ça4 — Pi ien-,-ko4 tzu Ven pi ien, Hianv, Ch‘ou3 01r2 to2, T‘ou- t‘im3 T'im, — k ien3 Ta xãm' in' Luml tzn, Chuml t’im T’im pu kien, Olr sé4 K‘in2 olr se, Olr to hiam2 Pn chum3 t‘im3 ti Sai-, C‘oo2 Meiieu c’ai c’oti C’on xe3 sin fei' Pi3 c'011 C’on tzu la, la lan3 lean Pien- ia, Menl — Hia2 pal,hia pa co4 tz* lau2, Xôõt t‘oa Xêa' ch‘u4 — — lai Xonl chin.3-k‘it> Ch’e pa-, Ia pa Gai xõ4 hoa ti, çoei2 cliam tl Siau xãm xõ, Tam mien3 XÕ4 Pei3 ti3 li2 xõ, Vcn3 Ta4 im3, Hu xõ Mil xe3, Mi mi ti xõ Siel lou3 *e chim Xõ jen ti xe fei 1. cham" toan Pau3 inen3 Jam k’i lai, Hu- haol çoo4 pei3, xõ jen Ch’iueu3 Cboan* c’a'r ‘Kiam2 lun3, Ieu2 can2 Canta?» Gr.n mei mon, Tou gan k* Gan loi, Hame Pei oo, — - lum Pei xoi, Mat — —* Pei in,-hop Alan 1. xoc- Heom, Ch’an !2, Chiml chim t'im T‘im kin Tai3 xem i2 lum, Chum lum MS t‘im tt kin, i2ianl.xi2 ç‘ói2 i, I ç'oul Mõ hon t‘im ke Min3 tchin-, Han Mo çam chut cno xem Han com same m3 toi Hòmel mail han Cul lum) Ga, — Irh Ia Ian- I. tal ga, Mun — Ha pa Gau, Lel3 -Yãn — rhnt loi Xan lei iap hõi Lau3 han2, A2 ien 1. gai Hou com va ke, tõ hau Sai xem com, Tom min — Chim chim —, Man3 Tap im, Vu xint MSt sê, Md pei ien chi Lou ien mat si Com ien ti cheom tua Chie inn 1. t‘an Ai nat>, Fa hon Nau ien, chac fat Hiun ien Tchinn In pi ieh Coto lun, len2 iauè
  • í» PORTOOVS* Experimenter, Cbette Engollir, Devorar Barba, Barbear Pescoço, HomBro Levar ao —, Braço Hutna maõ, Lançar a — Bollir com as — ! Abaixar as — Levantar as — Bater com as — Fechar a — Abrir as —, Ajuntar as — Atar as — para traz Por as — na cabeça Dar com as — Ceremonia com as — Habilidade de — Ligeireza de — Chegar com a — Maõ esquerda, — direita Para a direita A esquerda,-e .direita Aquentar as ruais ao fogo Metter — nas mangas Palma da —, Costas da — Bater as palmas, Dedos — polegar, index Dar bofetadas, murros — coques, — palmatoadas Pegar, Largar Atirar, — pedras Maneta, Unha, Limpar as -• Esgaravatar, Arrankac Coçar-se, Garras Agarrar, Peito Ubrc, Tet* Mongir, Mamar Estomago, Boca do — Arts Chin*. ' Manoaris* Xe i t’an, S;im tzu Ien3 hia k‘in, T‘un — — Ha tzu, T’i3 — — Po4 tzu, Kien- pam tzu Cam', pei3, C‘o4 po I ehê4 kôu, Hia2 xia Tum3 — Fani3 hia — Na k'i xou lai, kiu2 xon Ium3 xon ta2 Pin3 xon, kiuen k‘i lai San c’ai xou, Ho — Fan2 pom2 xou Pau2 nau2 tai3, pau t’ott Pai2 xon CnmJ —, çõ i1 Pien» hi3 fal oil .Xuu c'uaii Cou3 1. moí tâ chan Çõ? xou, leu2 — Vum2 ieu pien çai çõ ie« C’an2 xou, hum* — Ch’au' — Xon sin, — pei3 P’ai4 —, Che t’ou Ta3 che, Xe4 — Ta2 Çoei2 pal, —kinen'i t’ou Ta -nao2 çau4, — pan 3 tzu Na chu, u», Sum, fain Jam, Chêi 1. 1eau3 xè4 t’ou Kioel i che xou ti, Che kia, Va- P’n 1. qdaul t*u, Choa Cboa iam iam, Choa — cliau, na chu, Hium c‘o« N ii2 tn3 lol, ju tai, Nai to‘u Chi nai Mu, Ch‘e — — P*il vei.3, Vei c‘oe Can?aõ Xi iat xi, Hau lata* Dan leu, — ha Vu soul, T‘ai sou Kem, P*oc t‘au T‘6, xau poi Iat chec xau, Loc xau Turn 1. ioc xau •çail tai —, xoil — Ium3 hi —, kiu — Nec xau ta2 Gamei mai xau T’anl hid —, Hop xau Lai2 1. teu tchiun3 — Ame2 chiu3 l’au* pai xau Cum —, çõ4 iap Ch’eci fi»t4 Xau fai Ou tã ton Çõ xau, lau —. C‘anl iau pin Çoi çõ iau Poi fóo 1. xau Lum mai — Xau pan nom, Xau poi Pâc xau pan, Xau chi Chi cum t’au, Time 1. i2 chi Ta çoci pa, Chum iiun Ham t’au ho, Ta xau paa Cha olii u, choc, Fom, sura Ham hòi, Pei xeêc m*5 Iat chec xau, Chi cap, Vat — — Cu at tei, Va2 Gau han, Chau Chau tten, lai chiu, Hum d Gau iu, lat chec nini Cha iu, iame ninl í*ei, Vai bau I. bum
  • Português Digerir, Na5 pode — Barriga, — revolta CoraÇaõ, Fígado Bofe, Fel Baço, Rins As cinco vísceras, Tripas Embigo, Costas Cadeiras, Genitaes Genitaes da mulher Ourina, Ouriuar Cagar Fa er necessdade Cu Soltura de ventre. Dar peido Joelho, Aji elhar Almofada de ajoelhar Coxa, Perna Perna de barro (injuria) Barriga da —, Pe, peito do — Sola do pe Passear Coxo, Coxear Carne, Pelle Osso, Nervo, Juntas Suar, Fedor do suor XI. Viver e Morrer. Casamento, Tratar do _ Ajustar o —, Arras Casamenteiro, 'Ser o — Dote, Presente a noivn Casar c homem, — a mulher Noivo, Noiva Vodas, Passar .para o noivo Acto matrimonial. Conceber Andar pejada, Parir Chamar a parteira ’Parir rapar, — rapariga XI. Viver, e Morrer. Mandarim Siaul hoa3, Sian pu lan Tu2 trait, Tu li t‘nm3 1. cuml Sin-, Cair, sin can Fei3, Tan2 tzu Lienl, lair ten U Çain3, Ch‘aml tzu Tu2 ch‘il, Pei3 hou3 lau*, Siau2 pien3 Hia Sen Niau?, Sal —, Sian çou2 tnm3 La xe- Ch’u cum, ta çou turn Pi c»2j cam- men), ta pien Sic3 tu2, Fam3 p‘i3 Po4 laol cai3, Coei3 hia Tien3 tzu Ta t‘oei3, Siau — Ni toei Toei tu tsn, Kio mien, Kio sin 1. ti çon i çou, Cuam Kiuel tzu, Lcul 1. cuai him. Jou-!, P‘il Cu t‘ou, Kin-, — chiei Ch’u han, Han k’i Xam-, S52- Hunt pVl3, Xõ ch’ipp Tim3 ch‘in, — |í> Meil jeu, X'õ met Kia chuaml, g‘ai li Chiu3 rh'in, (ili’u ki&3 Sin" lam I, Sin fu 1. mei Hunt ien3, hi2 xe3, Cu >3 recn Hoi fa ml, Xou3 iun3 Huiil iuu, xiim olrl tzu Ch’insS xou3 Siam p‘0l Xiim elr tzu, _ niu hai t u 31 CantaS Sica fa, M3 tcliiun com, Tou, C‘an cheom Xa Same, Con Fai, Tame Lime, leu U pom, Ch’eoin T’ou tsã, Poi sc<5 leu, Sieu pin Nieu, O’ — O’ xi Chut cum Tai pin, xi fat Tou ó, O’ p’ei Sat t‘au, Coai Coai chin Tai pei, Kioc etia. Nai tun Kioc nom, .. pop — pan Ham, Ian >a Pai kioc. Cat kioc loc, P‘ei Cuat, —chit Chut hon, Hon hi Xam S3 Van p’oi, Xíut I. com çaa Tun çau, Tim lai Moi ien, sou tnoi C* chooui, Lai mat Soi San, Chut ca3 ■San loin, San p’ou Van in, Cno mun T’um fom, Xau is Vai in, Xu n tzu Ch’im chap xa:n p'a Xam sai, — not
  • 32 Arte China PoKTtrf t'E7. Nasc. r, Orereer Dia (l>s annas, Oar 's lions .. Celebrar os an nos Trazer menino a r col lo Menino de bum anno Ja fez seis inezes Viver, — bem Vida, Levar boa — Mancebo, Vnraó Velho Velha Estar incomodado Adoecer Estar doente A doença he grande Doença leve Moribundo Hoia da morte Tisica, Ter cesogs Diarrhea, — de sangue Botar a •('mas Ter frio, — febre Febre maligna Vomitar, Espirrar ConstipaÇaó Ter tosse, Botar sangue Peste, A .... apega se Apoplexia, Lepra Louco, Doudo Fora de si, Tnrrmr a si Medico, — de lama Chamar o — Curar, Naõ se pode — Tomar o pulso Receitar, Receita Remedio para huma vez Cozer o —, Tomar o — O — naõ fez c(feito Mandarim. Xãm hia lai, Cli’.i n 1 ta3 Xam je, Pa 3 xoni Cuo xam je P.ili2 liai tzo l soei ti bai tau Mau2 lean lead co ineâ X ou bõd, Cuo ti je tzu.hao him veil Si in 3 mi m3, hõ, Haocuojet.u, mei xc mo xe Jen nieivl ti, Clioam* nien ti Lao jcu, hut t’ou olr Kia cham2 mui, l Õ t‘ai t*ai Pu tzu2 çaiò Chã u3 I. xoui leau pirn leu l. hai pirn Fim lã chimin, Pim ta3 leu siaud pirn- pim sUu Chiam l 8Ú, linl ch mi* Sii hou3 La >l pim ', Fid i til t u L 3 chid, Hum — — Tot I’anl Fa lam'd, Fa Xaui Han* pim T’u3, Tu2 t‘ l fuen3 Xou3 l.chnu in ml C od sou3, T’u bine Veul p m jin3 l cuo j.*n FI -i t'anl, Tail heo pim Xa2 tan, Foml tienl, hill t’ul Pn slm2 ten xc, hu t’u, Sim eui lai Tail? fui, i* xãm', leu mint ti - - Ch’im2 tai fu Chê3 pim, Chèpu lã lean C**n mod Hia2 iand 1 ■ In-2 1. f = t iall CTtien 1. gu .I Ian, Cli'e im Inn pu kien Uian3 ienl Casta'. Xan. chut loi, Cheom tai Xam if, Pai xau gol! xam iê Pou mm3 tanl lat Çai I. foe i3 Pou io, xec iS 16 ui) im3 ime 1, kin a ti
  • XII. Parentesco. 33 PoRTUGUSi — morno, Pilules Eeinedio etu po, Emplasta Cirurgia', Paga (lo medico Botica, Boticário Drogas, Assistir aos enfermos O doente ett; meliior — rccahiu Está na agonia Morreo, Espiroa O cadaver eat fria Deve se amortalhar Mettej-se no caixaS Acompanhar o enterro Sepultura, Por o epitaplúo Sepultar, Trazer luto Morreo com todo* os eacrarn ato* XH. Parentesco P»i, Míi Sem pai nem mSi Sogro do marido, .. da n.ulher Sogra do —, ..da _ Tio paterno, .. materno . Tia _ Avô —, .. — Avó —, .. — Bisavô —i .. — Trisavô Naõ quero, que mexas com tile Porque ? lie teu parente ? IrmaS maior, .. menor , Irmã —, .. — Mulher do irmão maior — — — menor E les sao irmaSs Marido, Mulher Cunhado do marido — da mulher 'Cunhada do marido Mandarim Venl iau, lati vanl Ian san?, CaiT iau Vai3 c’oi M .2 ch‘ienl lau p'u tzu I. cucin, C‘ai iau cuon Iau çail, (’au'3 piai •Fim hao i sie r' íau* lean piai Lini] chui**' lc:;u Cu ■ Tuon2 leau U'i Xe' soo- 1.1 2 I..UI >Cail tanl . t‘a xoul lieu2 J ,i4 leau .cu, Çail -Suni.3 piai tFue i c. i , Caul p‘cil venl Mail çim.i, Cii'iMul hiau3 .Zoii leau xúnio (h.im3 çum sul, ch’it.' c:u4 i?u3 ch’in, Mu2 — Mei ieu fu mu ■0.(1103 jen, 154 fu, Kia cura Chain, mu nisrn, Kia p‘o Xu4 1. po4 fu, K‘ieu2 kieu Cul cu, il i d5u4 fu, lei ie Su mu, Thii tai çitml su2 fu, Sara su ma Caol su fu Pu iau2 tiim3 t‘a Xe mo ? xe ni'ti su çum' Col co, Hiuml ti3 Cliie'2 chie, Mei ean2 tr.u S.au xen2, Ti3 f.i2 T‘a mm xe t’3 hiuml Cli.r f il, Fui.Jen, ch'V tzu Chi kieu, ti Ilium Tal po4 1. siau xu I, hium ti Siau il CINTA5 Vau iS, ia inn 13 san, Cou ia Goi fo, Lai3 xi3 13 cnn, Io cun ke — çoi, Man3 piin Pim hon a tit Fan pim Lame chum Sã Ia, tun hi Xi xaul tu m3 la Iml coi chioml c3i xau lime lap lime Sum qom3 Fuan uiou, Chiu3 p‘ci Mai Som, Clicoc hau I. fu Ta nem chum T‘uM çum, ÇAN SEC Lou tan, a tél, Aaia2 Moa fu mou Goi fu, Ca cura Goi mou, Ca p‘o X :c 1. p c fu, C‘au2 fu Cu mou, 1 uiou A 1. goi cum A cum, A p.‘o T‘:ú cum. Tsi p‘o çou — Mó pci2 t:im3 c*Õi V ai mat sê h.ii uei ke Ç‘a« icc, A co, Sai lo Ckc, Moi Tai sou Xaaie xi C’oi tei liai him tai Cheom fu, Lou p’o, oai tzm A c’ao Tai pi, A xoc A il. i ncom
  • ÀSTB CHa'U. Mandarim Cakta3 31 rORTUGlT.* Cunh-ida da mulher Fi! »o, F iht Genro, Nora Sobrinho por irmaS» .. por irmã Kc to (por filho)» •• por filha Neta — —> •• — — Bisneto por neto, .. — neta Bisneta — —, .. — •— Trineto, Des.eu dente Frimo p r lio pau? no Frimo por tia p «terna Frima por tio paterno — por tia paterna Frimo ‘J . por tio paterno Trato-o por primo Frimo pela parte da mii I'm ente, — da rnãi — remoto, — nfiitn — dentro dos 5 grftot XIII. Estudo Aula, — rcg*a Abrir —, lr-wnrit n — 1. harfr — Mostre, I <"i do mestre Esn ’ i.«te, D".sci:iuÍo O.r.dmdwulo C I ‘ f x «ir T. ' ■ C 1 . I .;•»* fl — O-d» he a II’»m pen v: .’1 Tintei r>, — dia Him pcdnÇo dc tinta Moer a — Papel gr sso» — grosseiro — fino, .. delicado Huma folha de p»pel liuma maõ de — Ta cn' O rl tsnC, Nin2 1ir.iI tzn Kin s’.n3, <)’r m f.i Chel olr, V:d3 *rm Sm! t/w2, Vai .3 non — r.’u, V *i son n*n çur.l son, V/i ç;,m son — — niw, — — — nii Uiucnl son, Hou3 tai3, t”u sMn Xu4 .ml li hiutu, t*aml ti bium ('n piati2 Xu po chie mei Cu pi«’i chie mei çmn3 t*a*n! ti hium Uo kiau3 t’a ti hinm PianC lrum 1. ti T*uml sim3 ti, Vai ch*in Iicn2 tSmi çn ti, Chin chi U fu . ne;i* hiuin ti KtrN3 Xu Hot famT, Ií o ruoi»2 CVr Xan 2 hiã Sicn* xam , xel fu.3, Xu4 sieul H o í «m, T'ul t>3 T\iml hio 1. ch'oam ti Thim p*in2 ti K au3 I. kiam2 xu A' m3 1. ti m3 xn, ! 3 rci.3 xu Kin* jt*4 ti xu Xe J na li ni I cuon2 f»i4 MoJ t’un‘2, Ien3 t’ail I c*naÍ3 mo4 Mol ir o 4 Hou2 che2, ç*ti! ch* Po4 —, Si3 — I chain I — I Paul — T «i 1. A cn çr, .’.r :i, Mol N* «nu f" . i. O' ' » Siun vai, C i aiua — i*d, G?i — Q')i Slc, GjÍ 8.-1 — uo*, — — noi Sr.c, Kan i »i3 X«r po hint lai, t*om him tfd Cu pen Xortp‘f taõ mor, Cn pen t í* n;oi
  • PORTUCBE* Aprender a esrrcver Escrever boa Ictra Escrerco errado, Copiou — Fazer the na, Compor Compor orapaõ periodic* Texto, oti assumpto Feria, haver feria Ir a exame, Exame na villa EXiV.sc r.a . idade, Estudante exa- mli.a.lo O primeiro apnnvade, Bacharel E a e de bacharel Depor dc bacharel Eitamc de licenciado, Entrar no Licenciado, Doutor Académico imperial lr a exame de bacharel militar Exa ne annual Filosofo Am; tor Hum volume, Hums obra Hum livro. Hum capitulo Hurna folha, Huma patins XIV. Lavrau„». Lavrador Campo, Medir —* — fértil, — esteril — inculto, Baldio Colheita He fraca a — rste ann» He anno de fome — — dc abundancia Pagar os tributos Recolher os — Arado, Lavrar Cultirar, — baldia XIV, LavraBoR. Mandarim Hio4 s‘4 sie tzu Sie2 hao tzu3 — t’ó3 lrau, Chair — — Lien.3 venl, T.im3 pi çõ3 ven chaml Til mu4 Fnm3 1. san3 hi$ Xam2 c'au2 xe3 Fu3 c‘au, T’u-nl xjm’ P’i- xonê, Sieu çVil Can sieu 1 n’ail Co4 — — Co- kiu2 1. cli’aml, ChinJ ch*am Km Jen, Chin’d xe3 H«ud linl iueuH Can vod sieu Ç’ui Soeib r*au K*iuml ii2 ti fiõ su ti jen I prn2 xu, í pu3 In I liiueud, [ chaml I p*ieti, Pati3 — Cõm- ri3, cttuMl Ti Nnml *>\ t*;en3 hu2, eboanv k:a jen T’unl ti3, Chsn3 leaml ti3 Fe*l ti, XouS ti Hoaml —, Ii2 — Xoul c’o4 Kia- nienl pni tiigd nien ch 5m3 Xe co hoaml uien — — hao nien ch*ãm Vanl ch’ienl leaml Xon 1. nai — — Lil pa 1. l ou, Cara' 1. chim ti3 Chnml ti, C*ai boam ti 85 Canta! Hoc rè tz«, lin tzu Sé bou tzu, — to tzu, Cliau — çõ man,.. Ç‘õ mim cheom T‘ai raoc Fora hoc Ilõi hau xi Fu —, Turn xam Gon xau, Sau çoi Hau soa çoi Ci- Fo c;li Sen, Jap ch'com Cõi ien, çon sé lion lame Hau mou eau çoi Sói hau Cõ n at c’uni lei Ç5xiu te ien lit pou xiu, fat t’on xia Iat kiun, l;.t cheutn — p‘io, — chi, pou p‘in Cam tei. Cam chum ca, num fn Tin tei, Leom t’in Tei fei, Tei xau Foum tei, le — / Cot fo, Xau cot Carne ni» mô lioa xil nía liai co foon» nin Uai co fuuil xoc —i Nap leom Xau — Lai p*a, Lai t*in Clium tei, Hói footfl
  • 36 PORTBCUBZ. Cmto, Aeimtar Enxada, Ca.-er Raspar, Estercar Semear, Natcer Plantas, Plantar Laaçar raízes (pegar), Secear Sachar, Mondar Acarretar agoa, Regar Levada de agoa, Fu o te Agoa eorridia, — encharcada O arroz cresce Nesta terra tudo sa d» Haste, Espiga, Hum grai Colher o arms Pa'lia do milho Malhar o arroz, Pilar o .. PilaB, Eira Assoalha o milho Planice, Moate Rochedo, Valle Encosta, Falda Gruta, Mina Mina de prata, Thssourc XV Quint*. greitor, Casa da quinta Trabalhador, Jornaleiro Ar core, Hutr.a — Arvore groasa, .. delgada — de fruta. Pomar, Arbusto Bosque, Sombra Arvores espessas, .. ralla* Arraleni ir, Transplantar Enxertar, Aparar Cortar, Arrancar g. i'. da arvore. Tronco Basso, Fil» «tz Chin* Mandarim. Ta3 eh*o8[, Lai tons' «• Chiuíi t’ou, Vai t’ul Coa4, Kiau- fuen3 Sa4 chum2 olr, Xãm' cVol lai! Iam' tzu, çar Ch*a4 cãnl tzu, S52 Ch’ul, Pa4 l. bail- ç’aii2 T*iau- xoei2, Kiau- xo ei Xoei cou- — ch'ioenl Leu3 ti xoei, Chi'4 xoei T.iu3 chain2 k’i2 lai Che i c‘i;ai ti3 xãm chnm co inm Hol kie3 1. kiml, Soei3 tzu, 1 lil Xou c‘o tau3 ten Xu4 mi2 Q’au Ta2 tau3 tzn, Toeil mi Nien2 tzu, kieu, Ch'aurl Lcam l. xai3 xu mi P'irat iuen 1. ti3, Xanl Ta3 xí4 Vou, Xan c«4 Xan p‘o- tzn Xm ki> — tum.3, Ti3 tau3 Sul cum2, Pau2 çaml Choam- Tzu Choam Vou,- — fans (cum qõ bo4 ti, li m3 cimT, Tuon3 Xuo raul, I co. h cãn xn q‘ul xu, Si3 xu Kie4 cuo3 tzu ti*u, Cuo mu incul Xu co- tzn Xn Tal, fu' leaml M:4 ti x i, x«- hi- ti — P'sil liml, Viau, il xo Chiei —, Sienl — C‘o4, c‘an2, Pai xu3 cãal tto, xu cau3 Cha' tzu, leí tzn Canta'. Ch'ee, Lai ch‘ee h5« Chdt 1. chõ t’an, Cu*t tá Pa, L8 fan Sat chnm, Xam chut toi lom, Ka2 iotu Ceei k’iom i. cãn, SI Chan2 ç’on, H iu ç’ou Tamel xoi, Lai3 xoi Xoic&u, Xoi yiun Xam xoi, Sú — Vo cou’ tni3 _ (chim» Nei ia: tat tei iom íom ton hon Vo meul, Vo mei2, lit zap Cot vo Soc mai con. Ta vo, Mo3 o5c Mo, Tei t’ornl Xai soc mai P‘im tei, Xan Tai xeec, Xan c8 Xan icu, Xaa kioe Xan tum, Tei tou Gan c‘uom, Pou Som Cuoom". Choom Vau, — oc Cum ieis, Tun cuia Xiu moc, lat pfo xia Taii p‘o kíii, Sai — — K t cuo xiu, Cuo xiu iue xiu Çai Xiu lame, [ame leo a Xiu mat, — xõ Mam xô, l xiu hõi pit ti P c xiu, Sau xiu Chame, Mam Xiu k‘íom, Xiu xiai Xiu chi, lf
  • PoMíis»sa Cahin a folha n arvore Arvore srcca A — pegou -arrebentou -botou flor Fmta madura, — verde — srcca, — doce — amarga, — azeda _qne trava, — dura _ molle, — Apanhar — Fivide, Caroço Tirar o — Ura, Parreira Vinha, Passas Figos, Bananas Bananeira, Castanha Abrunho, Abrunhciro Pera, Pecrgo Cereja, Longã Laranja, — da China — eõmum, — mandarina — anã Cidra Carambola Nozes, Voropites Lichias, Ameixas Mas», — de anafega Figo caqtie, Biba Marmcllo, Papsia Romã, Areca Guiara, Jambo Pinheiro, Pinhões Cipreste, Coco Manga, Ananaz Melaõ, Melancia Abobara, Pi pino Doce de fruta Hortelão, Hortaliça Alimpar a —, Grello XV. fJviMva, Mandarim Xo 154 1. tiao3 ie tzu Can- 1. c'u I. sã xn X» hã4 lean l.ckal lean cãnl tzu — fal leau ia — c‘ai lean hoa Xu4 cuo2 tzu, XSm- Can- TTenI- C’u2-, SoanI — — La4 ti-, 1íu3- Mienl joan2 —. Chai4 — Jenl tzu, IIu4o!r, t*u2 olr K‘in2 hu olr P‘ul t‘anl,-kia3 -iucnl, — - can- Vnl hoa- cno2, Chiaul tzu Pai cliiau, Li4 tzu Li2 tzu, Li >:ti Lil, xa li, T‘anl olr Iwt'au, Lum* ien2, iuen inea Kiul tzu, Can tzu Chain 1 tzu, Chu- xa- kia4 T’icni kiu Foi che2, liiam* iucnl laml t‘au Ho4 t‘au, Hoaml p‘il Li3 chc-, Meil Uu P‘iul cno2, çau2 olr A'c3 tzu, P!i p‘a Mu4 cual, Mu cua Xè4 leni, Pinl laml Fan- nicnl, P‘u t‘aa Sum xu3, Sum tzu2 Po4 xu, Ie2 tzu Moral cuo, Po’ lo T‘ien rua. Si cua Turn’ cua, Hoam cua T‘om cuo Chnui3 iuen tzu ti, Ch'im’ c'ail P‘i Çai, Çai sin Cinta» .Viu 15 ip — con — xam k‘iom Fat iun Hoi fa Xoc cuo, Xam — Con —, Time — Fu —, Sun — Lat —, Gam — Jun —, Chap — Gan, vat Hoi — P‘ou t‘an, — — ca — — iun,-con Mou fa cuo, Chieu Pa chieu, Fom lut Lei, Lei xiu Xa lei, Tou lm t‘ou, Lum pan Coinecbam, Come Cham, Come cuat Cat Heom iun lom t’ou, same nin Hat t‘ou, Voom p*ei Lai chi, Sinn moi P‘im cuo, çou tzu Sê, Loul cuat Ch’on moc cua, Moc cua Aee lau, Pan lom Fan nime, P‘ou t‘ou
  • 33 Posrvoeiu Semente da —, — gostosa Couve, Mostarda branca Alface, Chicória Espinafres, BringcUn* Feij 5 cs, Fuvas MuSin da feijões, Err.lua. Acelga, Nabo Ccnouio3, Brcdos Beldroegas, Cameora. Cincomaz Arruda, Hortcli. Jnrditn Humo fl»r,. Vaso de- Hum vaso com flores Criar flores, Amanhar — As flores lariçao cheiro. Flor cheirosa,j — bonita A — murchou Hesfo’.Uou-sc, Cabin Bosa, — de Alexandria, — das 4 esiasScs, fcirio, Mou taa. Artemísia jfVI. Amma.ii» Ave, Cantar a —»- Pais, Filhos Ninho, fazer — —- de passaio (comestível) Voar, Pousar Criar Felina, Bico. A a, Cabo. Fie m, 0 rear ave» Qs'tols, Dar de comer, Qjillo, Goliinha. Ac TE Cwsrll. Mandarim ç'ai t'n2 ol r, Hao cYetishd K‘ie hm sai,. Fill çai Xãm* Sai» Fu2 inai2 Çai Po* —, Kie t/.u Tou3 till t». ro4, efiirl- tou Toil fell, Van toil Kton: t‘on Ç i-, L:.I p*ol H>1 lop1», Ilicn3 Sni Miche2 çii, llu.nl — Fan’ li F‘o tVuull f'auS. Folio Huu* iuenl 1. to2 lion,. Ilo.a p'e.I I iden liea lulled him, g'ai p‘cil lion. Ilou p‘c:i3. hiainS Hoi ve il olr t. In»,, II aõ c'uiili ti — Ilua li i Icao, Ful nicnl lean. — sled lea i, — iiau3 — Meilcn.iJ, Titi2 me 13 hoc luc4 kilt boa Iu4 chin* lion, Miiu2 taut. Kiu4 hoa KtuI soli Chiatii 1. niaudolr, Niau kia»3‘ Xet‘a ti sail ten, çiLttu, Xa3 ti, Siau.1 ti T»2 I. sau3 voL Ieno vo Foil, L3, sit leu *;a‘2 t/.u Mail, toeid Chat p‘aml, Ve'2, 12 pat Ch"4, Iam chia i o'r Bun, l tzn, Vei:t Cum ki',, M»2 ki, CaktaS 9iii chum, Hon tree —. Cai Ian —, Pac — Xam —, Fn — Po —, Kei, ai cua> Tu i, tan cá, e.i nc tail, Tau fn,. Ho lan taa Cun tat coi, Lo p‘a Hum lo p‘5, I.a Sol M i xi in, Hina — Cut Ch'au s‘on, Pa ho, Fa iua Lit tj fa, Fa p'ja. — p’un fu Cham Sou lei.fa Fa beam Ai t nii3 beam fu Ilou t‘ai2 kc, Che.u2 tchij Fu cli’aul la - se5, — I., 4. la Mai cuai, Txã moi fa lut cuai fa Lie saiul —, Man taa. Cue fa. C'iSlE XAU, Cheo nien, Cisco ken 1. t'a; H.ii cU xãiu kc, çai Tame tau3, ij3 tan, In v o Fii, Fei 13, k’cL Ia i o.il2 Mou, <-3i Chcí ic, Mei 'from 1, Join chca, Chco lum, Vai C’Ai cam,. Cai motii
  • PORTUOOT.8 Hum Gallf, Frango- Cantar o — Cnpac> Ovo* ilo grdliaba. Por oro», Chocar Esparrela Cros frescos, — velho». Ovo povo, Eudes — seu) pall;Jura SabiraS os ovos Gailinhu brava, Pato- Pato real, Ovos de — Marreco silvestre, Gansa,. Pomba, Roll a Corvo, Gralha Pega, Pardal Martiuho, Andorinha Rouxinol China Pmtasilgo, P.-rdls Abelha, Zangirg Vespa Mosca, Mosquito. Morcego Animal — domestico, — Silvestre- Cova, Berrar Esfollar, Matar Andar prenhe Huma Vacca,. Corte Hum Carallo, Estrebaria, ■ Seila, Freio Estribos, Silha Búfalo, IIuma ovelha. Cabra, Corães, Cordeiro, Caõ Lcn", T.gre Vivado, I.obo Javali, Elefante Camello, Macha. xvi. As-met. Maníiab.m Pchelkl*, Slan Ui Ki kl.'l'l i X m3 Ui, Ki tr.n3 IP.»2 t.ip, Fui —, pau3 vo T‘m.2 tzu S!n Ma ti tin, Ch‘enl — Pau r u eVu ti tan, In vo — CrmiT tr,;i Ki tin ch air lean- Ic‘J k:, In4 tzu Gol, Ia tan Is ia, Ítm3' Ctrl tz.ri,, Paul Uienl Laíl2 cm3, lnul icn3 Hi2 chiait, Ma — IV.t eo olr, xea' Hos3 mell Hum tin-..', c’éi:l olr, Cbc3 cul M 1 fo:u!, Hui fora Hca-nl — Çaml im, Venl tzu Fei 1. in* laj x»2 X :m- cV)i)2, Cii’ri xúnv Ch*.:l xãm, Ie2 xon3 Xor vo, Kianl h aa3 Paul p*tl, çai2 T'u li ica. çai 2 tzn I t‘ian nni2 nica, hc-am niea. Nieti Itiiion I p'i ina2, Ma Ultienl Gan fru, Chiaul tzu Ma tãin3„ Ma t'u2 tai,3 Xoei2 nieiil, I clief mieui iuvnl Xanl iam, Jíieu ki”4 Iiim ran , Cum cou2 Xe- txu, I.v> !i«2 EM, rail hunt k-2 ch:i3, SiamS L -l.tlõj.Lãl. tin. CahtíS I’t ebre far, Cai Çai C.ii t‘iiíl Xln ear. Cai tan- Hà tan, Pon çai Tini t‘nr.t cal Sas si.a* tni, Ch’dn —- Fi —, Mói Cna — Pa.i3 chrrt — le cai, Ap 6) A;r tan Ic nn, Gan Pi coe, Pan cru V‘ 1. jou ri, Gari go - Hi 1. a eheoc, Fõl tlieoo Leu ca, lu ua Va mei Hum t’ãa* che3, Chr* cu Mat fom, Mae cheoinJ Voom fom Vn im, Maa Fei xin Xam ban Ch õc xam, le xaa- Tarr, Keu Cblnl pVt, Tom. Ton iau ç«i Lt cbe gm reon, vooa gau„ Gan kul lat jr‘at ma, Ma laa. Mu on, Ma kioiu*- — tarn, — tai Xoi gau, kt chec min iomi X.m iom, Gan coc Cou low, Can cuw S-32, Lo i fu hoc, Chui lonj L‘ cbiu, Ceonii Loc i‘o, Lo>
  • 40 " ATS Cu is* Port xrwrr. Bnrro, Colira Vibora, Lagartixa Cato, Rato Rato do cheiro Foliada, — branca Piolho, Pulga Percevejo, Aranha Caçar, — veados Cai do caça, — de busca XVII. Orneio mecânico Official, bom — Mestre, Aprendiz Pedreiro, Cal Pisar cal, Servente Terra, Poeira Peneira, Peneirar Fazer parede Rebocar Telha da beira _ dc cobrir Canteiro, Siuzcl Maceta, Marraó Lasca Cunha, Lavrar pedra Assentar —, A — nab assenta Ladrilhar, Tijolo Lagca, Tapar gretas Materiaes Carpinteiro, Serra Machado, Plaina Serrar, Aplainar Madeira, Medir — Tomar de empreitada Jornal, Pagar .. Trabalhar Mandarim. Lin, Chaml ch’nml Tu4 xôõl, Pi4 hu2 Maol, Lai Jtu2, Uao3 tzu HiamS lai su Ma2 11, Pai- A'e4 tzu, T‘i»ul çan2 Ch‘ou3 c‘huml, Che' eh»' Ta2 lie4, Ta lu4 Lie cou2, In2 cou Xou2 i3. Chiam* -jen, Ha3 xoo cum- Xe- fu3, T’ul ti i Nei soei cbiam, Xe4 hocil T’au- i t’au lioei, Siau cum t:u T’u2, Chcnl licei Xail tzu, Xai i xai Ta2 1. cbri3 ch’iaml Xam2 boei ph 1, mo4 hoci Ti) va2 Pn2 t’oir vi Xe chiam, ÇÕ4 tz» Sian ch’oeil tzu, Tu3-— Sie4 tiU Sie4 tzu Ta2 xè Cb’i3 1. gan- *<*, Xe pn ven P’u- 1. man! ti3 ChoanI tzu Xe nari2, Mo4 ienl olr ç’ail leanS Mui chiam, Kin3 Fu2 tan 1. t’on, l”aul Ki», F’oul Mu4 t’on, LeamI- Paul cum’, lun3 kicn3 ÇÕ3 Cum- ch’ienl, Kei4 1. ch u4 cnm cViicu çõ ho4, 10 cum- fu‘ Cant*5, Loi, Xee Toc xee, Ime xee Man, Lou xio Sou- xiu Gai, Pae gai Xr.t r.u2, Ccu sat Mcc x.it, Chi chia Ta2 lip, Ta loc Lip can, Ien can Xau gai. Cuia ço, Chiom ien, Hon Sau cem Xe fu, T“ou tai Nai xoi chiom, Foi Chum foi, San2 cum T‘oit, Xa- chan Xai ki-, Xai nai Ui ia foc chcom Tom 3 foi Ga iatnvj Vai t'an gn Xcc cheom, çõ Ch‘oi, Tai3 — Sip4 Cimcl, Tai3 xeec Lame3 xeec, MS van I. game I,;mc2 tei, Tchiun 1‘bu Xeec pan, Man2 lit bani ç‘oi leu Moc chcom, Cõi Fu t‘au, P‘au Cõi, F‘au Moc, Leom — cou lnroo sau, Tun3 kin çou len ctim, Pei 1. ebot — — goo eum fu
  • 41 PORTEGOEI Principiar a trabalhar •Dekar de — Continuar a — Grande obra Ourives de prata Lavrar prata, Tecer Tecer seda Seda crua, Uetroz A'godap, Ganga Kuno branco, — amarreilo Fiai-, Tesoura Tanno eníertrcido de seda Damasco, Touquinba Fauno grosso, — fino Calaito, estanho, Calaiueirò Chumbo, Ferro Fintor, Envernizar Carniceiro, Mariola XVI. Kroocio. Negociar Negociante, Mercador Fs'/enda., Contrabando Comi tar, Vender Trocar Levantar o | rego Abaixar — — Comprar caro, — barato Regatear, Ajustar 'Quanto vale esta fazenda ■ "Dava-lhe dois taca c naÔ quiz Ganhar, Perder Capital, Lucro 1 juros Socio, Repartir por iguál Feitoria, Manifesto XVÍ. Necoeio. Mandarim K‘Í2 cusn- 1. xou2 XonI cum 1- t’inil cnn» Kiê3 cum- Ta3 cum ch‘ãml Inl chiam! Ta2 in teu, Chê^ pnS Chê ch’out tu and tzu Hui su-, S3 sien3 Muni lioa-, — — pu Hia3 pu, Co4 pu Nien2 1. fam3 sien, Cbien2 tzn 1. tan Sú pn Ta3 boa- toan3 ten, Chou3 xa* ç’u- pu, S13 pu Si4 la4, Si chiam K’ienI tzn, T’ie4 Hoa3 chiam, Xnm2 ch’i4 T’u hu' 1. fui, T’iau' fui Mai2 mai3, Xam i3 SÚ-, SÚ- C’o4 xnml, Xam i jen Bõ3 vu4, Sõ- hõ Mai2, M.-33, fan.’ rani T’i3 hoan3, boau bõ Ch’aml hia3 cb’icn Lõi- Mai2 ti coci3, Mai ti cbics3 1. pien3 i4 Kiam2 kia3, Tim3 kia Che co bõ3 chê3 ti ti xau Hoanl leau olr leam‘2 iu tzií, t’a pu c’án2 mai Choan3 in tzu, C’uei- pení Pen in tzn, Li3 cb‘icnl HÕ2 ki3, Pirn- fuen- Haml, Pau2 bõ íanl Cintar Hi cum Xau 1. t‘im — Chip gou — Tai cum eb’em Gan ccom Ta2 gan, Chec pou Cbcc ch‘au tun Vu su, Su sin Min fa, Min pou Ha pou, Cot pou Sol sin, Cau3 eis Can3 lol Fn- tun, sau3 xa S‘ou pou, Iau3 sai — Sefi, Scê ccom lunl, T‘it Va fa, lan çat T‘oml gaul ke, Tamel tamcl kc Xam i, ço- HS xeoro, Xam i i,ai Fõ mat, Sú fõ Mai2, Mai3, fan mai Fõ run fõ Hi2 ca Tit ca Mai c oai, Mai p’em' Com ca, Tim ca Co co fo clu-c4 tí ki tõ Pci2 i leom gan c’ ji mi Lain mai Cban- cb’in, fi çoi, XitS pun Pun chin, Lei cbin Fõ kei, P’im fuan Hòm, Pou fõ 1, tan
  • 42 Português Fiar, Depositar Boa fazenda; — falsificada Vender por junto — em retalhos — por picos, — a peso — aos arrateis — aos feixes, — aos cestos Dever Divida, Pagar a — Dar dinheiro a juros A trez por cento ao mez Loja de penhor, Abrir — — Dar em penhor Remir o — Taverna Tenda, Loja de cha Huma barra de prata (de 15 taes) — — de 50 taes Prata baixa, — fina Quilate De quantos — he ?. He de 80 -99 Medir os — Refinar, Fundir Kum ta.l tem dez mazes Hum maz tem dez condrins. Dei taes, e seis condrins Balança — romana, pesar com — Livro de contas .ssonUr no — Far.es a - conta Riscar do livro rabon de- cont-r. ?itraõ da luja Lixeiro. nntratar com outro ustat:.8-se Arte Ch:r5.; Mandarim Xo84 mai3, Ki 1 fam3 Hao 1. chen- ho, Kia — Tun2 ma>3 Liml mai Lun3 tan3 —, Lun ch‘âm3mai Lun kinl — Lun c’un2 —, — c’uanr tzu — K’ien3 1. cai jen kia ti Hoanl chai3 1. cham3 Fam3 in çu, fam3 cham3 1 leam2 in chinl 1. kia- san fuen C’ai' tam2 p’o3 Tam tnin si Xul 1. chiul tam Chien3 p'u, Sal hõ p’u, Ch‘al cuon2 orl 1 tiii;3 in tzu 1 co iuenl pau2 Ti’ iu tzu, çu4 in tzu canil xo34, In xod2 len xe mo çam xoi Fa4 çam xoõ in Kieu2 kieu in tzu C’an3 ia xoei Lien’1, Jam h a3 I leam in tzu ieu xc ch’ien* in t; u ch’icn fuen’ xe fue:i3 Xe leam Urn leu ch’ien Tãtn2 tzu, li tãm, t’ien p’irn Ch‘^m'>, Ta2 i. cuo chãm Clian.3 pu t Ki3 1. xam2 cham Soano cham Con- kiu3 Soan pan2 Cham c* uei3 ti Chan — — Ti m3 1. Ii4 io Hei t£uml, ch‘oau3 t‘um, ki£ 15 Cantaõ Xcg 1. son fõ, Ki f5 Chan —, Ca — Xeml hi2 mai Lcm sõi mai Lun tame —, Lun chfem — — can — Xem kinn —, — lamel — Mime chai Van chai, kit cheom Fom gaa 1. cheom, mni3 gar Mai Ieom same fuan sCc Hui tom p’ou Tom ca fjo A'oc tom çau time! S3 fõ p’ou, Ch’a cõi* lat tim gan lat co iun pou Tai gaa, çôc xec gan, liotigan Gan xoi lau ki ch’em gan xoi PSt rh‘eni Cau cau gan T’ni2 gan xoi K’itnl gan, Ium lat leom gan iau xat cli’m lat ch’in fuan xap fuan A'ap leom lem loc ch’in Lcil tam, t‘in p‘im Ch‘em, Cuo chem Cheom 1. xou pou Xeom xou Sun cheom iun xou Sun pan Cheom c’uai K’ei2 cuai Lap i j Fesui io, ta2 h$ t'uir
  • PoRTUGOE» XVII. Dignidades. Imperador, Vossa Magestade Soberano, Paço Rei, Regulo Vossa Alteza Príncipe, Príncipes Imperatriz, Concubina Rainha Ministro Os seis conselhos,. .. de Estado Conselho da Fazenda — dos Ritos, — da Guerra — c.j J- tips, — das Artes Preside', te •'•> conselho I; r ; or 2». V, tr::, Soiovlcerei Os dois V". Ex* (a todos os sobreditos) Tbesoureiro, Juiz geral Coo iuaario, — dos viveres Corregedor da comarca, Assistente: Juiz de fora, 1J. assistente Junta Magistrado, Officio lr para o tribunal Dar audiência S hir da tribunal Fechar os tiibunr.es Tomar pos3e, D.ir — Suspender do officio Escrivão, Alcaide Pngem, Estafeta Enibaixad :c Enviado Cabeça da aidda, XVII. Dignidades. Mandarim ChiS4 vei3. Hoaml iam 2 1. ti3, X5m3 xam2, van3 soei3 Châul t‘iml Cuo4 vaml, Vam tzu Vain iel, elfienl soei Iioam t‘ai3 tzu2, Vam ie, hoara tai3 tzu Iioam hou.3, Feil tzu, hoam fei Vam 1. cuo hou Chum- t‘amt, çai2 siam3, ta3 hiol xe3, colai Leu4 pn3, Li3 pu Bu3 pu I,i2 —, Pirnl — Iliml —, Cuo»*— Xrm3 xu «.3 ieu Xe3 latnl çuui2 to4, pu iuen3, Fu2 iuen Le»m2 iucn, Ta3 jen Fu3 chãm3 sú , Gan3 cha4 sã S3 tan3, LeamI tau Che- tu2, Olr fu Che hica3, ço t*am, olr ia Li2 1. i2 xe3 t‘iml Cuon- fi2, Cb.iil Xc3 Xam2 ial meul Ç33 Parai Cli'u 1. Poei3 ia men Fom- ia men, fom in3 Chie4 in, Iviau* in Cbail in Xir pan1, la 14, c'huil jen Cãnl pai olr, Cbaa3 pan K’int cb’ai Chai itieol I cuon Pau2 I. liJ ! hiaí cham 2 43 CantaS Cm3 vai. Voom xeom 1. tai, Man soi Chien fim Cuõ vom, Vom % Vom ie, Ch’in soi Voom Pai tzu, Vom ie Voom ban, Voom fei Cuo 1. voml Uau3, çii seom Loc pou, Lei — Fu — Lai —, Pim — lm pou, Cum — Xeom3 xiu çõ iau xií loml çum2 tQ4, Fu3 iun Leom iun Tai ien Pou ebem sil, Oa chi sui çun ton, Leom tou Chi fu, 13 fu Chi iun, çõ t‘om Pou3 fim Cun fu, Chai ss Xeom ga çõ fom T’oi ga Fom ien Chip ien, Cau ien Chi — Xiu pan, Ga ic, iun cifál Cr.n pan, Chai pan lame ci.’ai Chai eon Pau .som
  • 44 Ants China PoRTtrt VK7. XV11I- Demanpa Qvere'a Calumnia, A actor Eeo Requerimento Metter requerimento Defensa Padecer injustiça Julgar com justiça Sentenciar Condennou-o a degredo Desterro perpetuo Ganhar a demanda Perder a — Apcllar, Ordem escrita Decreto, Edital Aviso popufár Despacho — contra Hum ccrtificaiíb Fiador, InformaÇaó Cadeias, Lançar — ■Cárcere, Er.carcírar Pranchada, dar — Dar hordoadas Tortura, por em .. _ das iiu.es — dos pes Degolar, Matar ás pancadas Algoz, Advogado Testemunha Con fissaõ O,Tender, Pedir perdaõ Insultar gravemente Estar sentido As leis prohibem jogar Mandakim. T,i2 cuoN sã" Cau3 cliontn2 V,im3 can 1. chim, luenl can Pei can ti Choam2 t u, cliãml tzu, pin3 Fie tzu Til choam tzn Su3 choam 1. iuenl Ádn3 iuen ram Gan3 cunv tau3 xcn2 Tira3 tuon3 •Tuan 1. fat t’a leni t’ul Ch‘nm' kiunl 1. fa4 Iml leau cuon si Xul leau Xatn2 cau3, P‘iau3 Xam iu, che i, Cau xo filam 15 P‘i', chun2 choaml Pn4 —, p'i po4 1 co tzn3 olr, p'inl kiu3 Pan2 jen, Xnm slaml S 2 lien3 tzu, ,Yam2 sõ Kicul !ao-, Uia2 k.en Ta2 pau2 tzu Ta2 cnn' tsu Kia' himl çatr tzu Kiat kio cnn Xa!, xa t‘ou, Ta2 Sã2 Coei3 tzu x0u3, Pau' cuon si Vai3 xêir, cliã m3 kicn3 C’ou2 cum' Tool ç‘oei:, Fell pn4 xc3, k'icul c’uon' m:en2 K‘i' fu3 ti U! hai! Sin' li2 nanl cuò3 Fa4 tu! pu hiu2 tu2 c’u‘ieh Canta3, Ta cin ru. Cr.u choom Vom con 1. clFem, lun coh Pei con, Pan Fip, iat clteom pa»2 Tal c!i!2 Sou ç‘0 1. inn Xau iun vat Chieu cum xame Tim tun Man lau t’on Ch'um cuon Im cnn fu Xiu — — Xeom cou, ch’ai p'e'u Xeoni iu, Cou xi Heom ío I ‘ci man 1. ckun — pá ♦ lat chcom t/u3 Pou ien, Ceyra xcoih ■S3 lin, So chiu! cíi Came, Xau cante Ta pan Ta coan Cap c’õi — xau — ki?« Xat t’au, Ta sã ç’o i pau, xat xau, Pau ta2 cnn fa Cun 1. kin chcm Hau cum Ti çõi, Cai çoi, ien c’5, c au xeí cuo Ha cõi caul cuanl I. c an liai C‘õi niS cuo ta i Fat lut came tou p5
  • PORTUCCEZ XIX M'ttciA. ! avallo, — fUgO Ordenanças, —' do vicerei Eticrcito — da vanguarda — de reserva Guarnicao Lugar ameno General, — era chefe Governador das armas Tenente general Ajndante — Marechal, Brigadeiro Coronel Tenente coronel Major, Capitaõ Tenente, Sargento Baliza, Ordenado Soldo Pagar —, Receber — Sentinella Quartel — general Bandeira Entrar de guarda Sahir da — Rondar Tocar a vigília Signal da — Na terceira vigilia (meia noite) Espada, cingir a — Puxar pela — D»r duas cutiladas Bainha, Embaiuhar XVI, Negocio. Mandarim Kipn* vy3 Fim’, cuon' pim, Tarai pim Ma pim, Pn3 — CVe4 leam ti F‘iau', Tu4 piau Pim ran2, pim iml Chienl im 1. kinn' ' Kieu pim Pa2 xou2 pim Ven' hol ti l. icu lai t*ou ti li3 fam Chiam' kiuul, luenl xoai3 TNi tu4, xãml chiam Jnm2 pim' lai chiam, ta3 t’im' Fui chiam, Ç’an' chiam, Tu' sO', ieul Ui» Xou2 pei3 Cl.’ien- Çum, Pa2 çum Po4 çum, Vai3 vei2 Cuon toeil ti, Fom2 lu Chien' lean) 1, pim hiam2 Fam3 l. fa4-, Ouon 1. Iim3 •• . Can3 kiél ti Pim farnl Ta3 t’im', chuml kiunl Pisa', k’i Çu Xam2 pan' Hia2 — Siunl ie Ta2 câml 1. kin' 1- jpaml Cãm cu2 San cãm Iarf taul, Cual tau Nal I. pai tau C’an -> leam tau Siaa', Xoul tau Cantar CoanI MOD Pim, cnn pim, Tom pim Ma pim, Pon pim Xec lcnm Tõc p‘en Pim ma 1. im Chin im Cau pim Pa xati pim Ga2 chi3 ke tei fom, tei fom tã Ceom cuon, lun xoi T‘ai toe, ceom cuon çum pim Ga ceom, tai t‘Un Fu ceom, ç’ame ceom Tou sã, iau l,ct .Vau pei Ch‘in rum, Pa çum Pac çum, Goi vai Cun toi, Fom loe
  • 4S PourvcvGS Arco, Setta Atirar, Lança Espinrarda, Murra» Carregar, Desparar Pega, Fortaleza Chumbo, Polvora Nada ha Exercício, Campo ilo — Apear se Cavallo bravo, — manso — castrado Cahir do cavallo Manjado ora Forragem, cnidar da .. O povo da — de graça apuccte, Escudo x de malha •r guerra l n ivar a guerra 'ira ar 1 Iba Naõ se aticve a- Rendcr-sc, Resistir Naò lhe pode resistir Vencer, Perder a 'atulha Premiar, Retribuir Desertar, Ser traidor RebeliaS, Subuiclter Farer a paz, Mérito Tregoa Espia, Advertir Dar parte FIM. Arte Cn na. Mandarim Cum , Cbiet>3 Xo&4 cbien, Chia NiaoS chiam, Hoo xiiul t/ii Clmaiul, Fam.i P’au3, P’au t'ail K’ien! xa, Hõo iaul, 1 tien olr ie mei ieu ç’aul ien2, Kiau3 chhttaí Bia2 n>ti2 Leèl Xán3.. Xir.t ma T au hia ma lai Mn iaul T.eaiit li2 ma leaul Pa i im paid pai ti sum ma lean Coei maS3, Tgoil p’eil Kia, chainí k'iunl Tad cham3 gum I sin- ta2 chain Kiau- — Pu cao2- T’uu biauil, Ti2, toe»' Ti2 pu cuo t’a Tool xim-, Pài3 Xam2, Par 3 ta4 Toni t’au2, J’ei3 pea cuo Fan‘2 pan3, P’un i I Kiatn2 p’ira hoi, Cum* lni»I T’iml ebam, mien2 chan3 T..2 t'an3 tin, Li2 hoei3 Pau sin, cau su Canta3 Cum, Chin Xeí cin, Ceom Neu ceom, Fõo xero Choom neu ceom, Fom P’»n, P'au t’oi hm xa, tan3, T?o io A tit ton Etou -■ ou in 1. Iin3, Tchin tch’eom Has ma2 Xam- ma, Xoc 1. xin — line 1. xin ms Tit lo ma Ua Ma j’oir Cnn ma len Pa sim pac pac sum leu loi T’au c’oai, Tam p'ai Cap, Tcheom c'uan Ta cheom Hi cuo t*au, Ta tcheom Cau tcb*in Mb come .. T’au horn, Ton>3 chin, um chin Mn tom tã ehiu Ta xem, Ta2 pai Xeorn, Pon tap T’on can, Poi cun, can gar Fan pun, P'im foe Cóm vi>, Cntn Ion Pa3 1. t‘iiu tchin Ta t’ame, Coc i Pon son CHUM CHUM
  • t .v T) 1 c ít. ftlphabeto Chins Catalogo dos generos Índice das letras de frase Frases vulgares, e sublimes Grammatica. , Syntaxe Tratamentos Partículas sublimes Syntaxe figurada Exercícios de Syntaxe Diálogos . . Pedir Affirmar . . Consultar Andar Fallar Escutar . , Entender Conhecer. Idade Passear . Tempo , Hora EstaySes Aula Saudar , Dormir . l*evantar-se . Vestir-se . Vai ta de manhã Almoçar Jantar Tomar Cha Paliar China . Visita a hum China Comprar litros Alugar rasas Informar-se Pag. 1 76 88 90 128 j 1-1S 160 j 161 j I"» 184 I 215 ib. j 217 212 j 219 220 221 ib. 222 223 224 226 227 228 229 * 2.i7 ' 239 249 2-11 244 2tã 246 248 249 252 254 257 258 Novidades . Escrever Cartas . , Trocar Caça» , Jornada j Alt-'ate . , Sapateiro | Doente . . , Con fe-ncia de empregados Mes tre de obras (uvrador . . 4 Negociar . Briga Pai de familia Hum velhaco . KeligiaS . Comprador Porteiro do tribunal Provérbios! Historia, e Fabula Nomes da Varões illugtres . Heroinas . , Extractoe da Historia, e Fabula . Índice dos Extracts . Allusões a Historia, e Febula Composições Chinas Regras, e Partes ds Ora^aõ Partes da Oraçaó Moderna Regras de Compor Orações soltas 9 " periódicas . Poesia amiga moderna Formulários de Otdcns, e Escrituras - de Cartss . -- de Sobrescritos . Traduçaõ das Cartas Scguc-se At te China sem letras Chna 260 2C2 2*3 261 265 218 267 268 2(9 272 274 2sa 268 289 295 299 301 303 308 327 ib* 312 343 394 397 422 ib; 426 427 429 437 453 455 459 48» 4y7 493 e
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