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  • LIVRARIA CASTRO E SILVA LISBOA CCt~Y X (5^, ^ ^ rr« A* 1.0041*01 £
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  • NOVO MÉTODO I 4 \ para aprender a lêr, escrever e falar a LÍNGUA CHINESA em Dialecto Cantonense Obra inteiramente nova para uso de todos os estabelecimentos de instrução. PELO Cónego JACOB LAU membro da Missão do Padroado Português no Oriente UO/V4 * tf s o Li. V". o /■ o f/a * v MACAU — 1922 Tip. do Orfanato da Imaculada Conceição.
  • COMPRA 288497 7)K O direito de reimpressão é reservado.
  • Novo Método do Lingvo Chinesa -z=*SJL2e Regras para a pronunciação. Regra 1 — As vogais pronunciam-se como em português, mas sao mais abertas em chinês, (]uando estão marca¬ das com acentos agudos ou graves, a saber: a / a e ê i o / o o tf w y o soa como 55 55 55 55 1 • 55 55 55 55 55 5 5 55 *5 55 55 55 5 5 55 55 55 a (ia e i / ee • i o / / oo yi O tf a . i em sabio prolongado ,, s#co prolongado em sino ,, socio prolongado em cor fomo qualquer por ex 55 55 55 iate 55 55 55 55 55 55 55 55 55 55 sa areia) fá (flôrj * se/c (saber) sé/c (chumbo) si 'verso) so (pente) kôk (sentir) kôk (grão fu (marido) ,, kwa (abóbora) „ yat (um) 55 55 55 55 55 55 55 55 HSxcepçòes: sôa como oen em cceur (em francês) por ex : yat tõ fá (uma flôr). u sôa como u em swr (em francês) por ex: sn (livro.) Regra II — As consoantes pronunciam-se como em portu¬ guês, mas k, p, t, finais, pronunciam-se quase imperce- ptivelmente, por ex: fôk (feliz) sap (molhado) sat (perder) etc. Excepçues: U tem um som muito mais brando do que em português, sempre que é seguido duma vogai, e é por isso que se
  • IV NOVO MÉTODO põe um n antes dêle, por ex: ngo (eu) nga (deute), ngak (testa) ngan (prata). h inicial ou uma apostrofe medial (!) indicam que a pronúncia é aspirada, por ex: ha (camarão), hot (ter sêde) hut (sangue), Va (êle) Voa (vomitar.) m isolado ou final pronuncia-se como se fosse seguido dum e mudo, quase imperceptivel, por ex: m (não), sam (fundo), Vim (acrescentar) /com (delicioso). u final pronuncia-se como se fosse seguido dum e mu¬ do quase imperceptivel, por ex: san (novo) kon (se¬ co) Vin (céu) sim (azedo). ã isolado ou ng precedido de qualquer vogal indicam um . som nazal, por ex: taug (candieiro) tung (leste) song (amoreira), n (eu). Ich nestes tres caracteres o t pron uncia-se com brevi¬ dade, por ex: tcha (pegai ) tche (sombreiro) tchii (porco). tch' sôa como tch mas com aspiração, por ex: /ch'a (gar¬ fo) tch'é (carro) tc/ii (pegar com goma) tch,'o (prin¬ cipio), tch’ii (mancha). Os tons Tom na lingua chinesa é uma inflexão da voz que se dá á uma silaba para exprimir um sentido determinado, visto que essa lingua é monosilábica. Há no dialecto cantonense nove tons, sendo quatro superiores, quatro in¬ feriores e mais um que se chama o quarto medio. Es¬ tes tons, porém, pódem reduzir-se a seis, porque os quar¬ tos superior, inferior e medio confundem-se com os ou¬ tros como veremos mas adiante. Destes seis tons, os
  • DA LÍNGUA CHINÊS A V portugueses já teem dois, quando pronunciam umn pala¬ vra de duas sílabas com acento na primeira como papa, A sílaba acentuada corresponde ao primeiro tom superior e a outra sem acento corresponde ao primeiro inferior no dialecto cantonense. Resta-nos por conseguinte aprender o segundo e o terceiro tons. O segundo tom chama-se ascendente porque a voz sóbe quando se pronuncia esse tom; e o terceiro tom chama-se prolongado porque a sí¬ laba é longa. Para quem tem um pouco de ouvido não é difícil acerta-los, contudo é necessário aprende-los viva voce. Para quem entende uma escala musical, ponho aqui um pentagiama com notas que formam os tons can- tonenses. Mas deve-se notar que esses tons são relativos, isto é, pódem-se tomar altos ou baixos, contanto que haja os intervalos precisos entre as notas. Tons superiores Tons inferiores l.e o 2. 3.° 1. 2.® •> o 3. pax siu[ fôk4 yat4 sap4 pa2 — pa* pai siu 2 sm 3 .v ln. —sin» sm. fók — fók d yul s«j> j/atv *a/>v fÔkA yut4- s"Pa iu2-fók yal -sap -pa, 3 -fók -y - sap Vê-se clara mente que se pode pronunciar qualquer sílaba com as notas acima indicadas. Os algarismos jun¬ tos ás sílabas indicam os respectivos tons e mostram se são superiores ou inferiores conforme estão no canto su¬ perior ou inferior. Ainda que qualquer sílaba pode pro-
  • VI NOVO MÉTODO nunciar-se conforme. os: tons acima indicados, os canto- neuses, porém, classificam as sílabas acabadas em k, p e t como pertencentes respectivameute aos quartos tons das sílabas terminadas em ng, m e n, por causa de serem usa¬ das como rimas nos versos. Por isso, as sílabas acabadas em í\ p e l marcam-se com o algarismo 4 conforme são superiores ou inferiores e com o algarismo 9 para indicar o quarto tom medio que corresponde ao terceiro superior. Ainda que se pode formar seis tons com as sílabas termina¬ das em /■ p e t, só os tres acima explicados são usados na língua escrita; contudo, na lingua falada encontra-se o uso das sílabas acabadas em k, p e t no seu 2.* tom su¬ perior, por ex: kwó* ngak2 (passar do limite); tch,ati hop2 (boceta de charão); tch’õt4 wa(* (sair um bubão) etc. Esse 2o tom, porém, póde converter-se devidamente cm 4." tom inferior. Regras para escrever os caractéres chineses. Os caractéres usados na de rasgos feitos com pincéis cima para baixo, em colunas, a esquerda. lingua chinesa compõem-se proprios, e escrevem-se de proseguindo da direita para Se nas lições os caractéres se leem da esquerda para u direita, é por causa da tradução em português que es¬ tá ao lado, e da conveniência para a leitura das pronún¬ cias romanizadas. Os caractéres drado e de igual que contenham. devem ser sempre em forma dum qua- tamauho, por maior numero de rasgos
  • I)A LÍNGUA CHINÊSA VII As regras que se devem observar para escrever os Cdiacteres com correcçao, são as seguintes: l.1 Os rasgos horizontais escrevem-se da esquerda para a direita, e os verticais de cima para baixo. í- Os rasgos superiores escrevem-se antes que os infe- íioies, mas, no caso de haver encruzamento, escre- ve-se primeiro o horizontal, por ex: _ i/at* (um) —„ yit (dois) -f- sap4 (dez). 3'“ ^uando ha vasg°s semelhantes colocados a par, ou separados por um rasgo vertical, cscreve-se a parte da esquerda ames que a da direita, por ex: ff tchôk4 (bambú) song* (fresco). i: o: 6: 7. a Os rasgos oblíquos, quer curtos quer compridos, es¬ crevem-se de cima para baixo, e terminam em ponta aguda; exceptuando-se um rasgo obliquo que do ân¬ gulo esquerdo inferior tende para o direito superior formando uma ponta aguda, por ex: \ yanl (homem{ % sat1 (perder), ta* (bater), /] tiu1 (travêsso). I m gancho no fim dum rasgo, quer horizontal quer vertical, deve-se fazer sem levantar o pincel, por ex- /H P at* (peça) gf téng1 (prégo). Quando um carácter é composto de duas ou tres par¬ es atcrais, escrevem-se as partes componentes, eo- meçando pelas da esquerda, por ex: yi* (cadeira) $■[ (arvore). Um ponto que pousa ao centro dum rasgo horizontal U, Ca. ^a0% Prl*nciP10 dele, leva sempre a pro- ce encia, óia disso, o ponto deve-se guardar parai o m, exceptuando-se apenas os pontos centrais que
  • VIII NOVO MÉTODO se escrevem em seguida aos outros rasgos, por ex: ^ lók4 (seis) ^ sau2 (guardar) hiln2 (cão). Utn rasgo horizontal, cuja extremidade está ligada a outro vertical, ou vice-versa, escreve-se sem levan¬ tar o pincel, por ex: ff] sii' (dominar), |Xj hungx (fu¬ nesto). ií.‘ Um rasgo vertical ligado com outro horizontal, abran¬ gendo qualquer parte componente, escreve-se no fim de tudo, por ex: pg aux ou k'õi' (apelido ou logar). 10.a Um quadrado que envolve qualquer parte componen¬ te, deve-se começar pelo rasgo vertical do lado es¬ querdo, guardando-se para o fim o rasgo horizontal do fundo, por ex: gj yavx (por causa de). Duas palavras aos professores. Sendo o tim deste método ensinar os alunos portu¬ gueses a ler, escrever e falar o chinês, é absolutamente necessário que eles apreudam, nas primeiras semanas, os seis tons acima explicados e que os repitam todos os dias 'durante o primeiro trimestre, porque, falhando os tons, todo o trabalho tornar-se-ha inútil por causa da confusão de ideas qne resultam da má pronunciação. Quanto á parte escrita, o professor deve escrever diante dos seus alunos os caracteres novos de cada lição na ardózia, pro- uunciando-os com os respectivos tons para que eles pos¬ sam acostumar-se aos tons, e saber com certeza como os caracteres se escrevem segundo as regras. Os alunos chamados á lição devem também escrever por si os caracteres na ardózia, conforme são preguntados, pronunciado-os com os respectivos tons.
  • Todas as lições são acompanhadas de dois temas, que teem de ser traduzidos oralmente perante o professor, e apresentados por escrito no dia seguinte. O exercício principal que se deve fazer diariamente é o de tradução de português para chinês por meio de caracteres proprios. Quando se encontrarem no meio das lições frazes traduzidas á letra—o que sucede muitas vezes com o fim de mostrar aos estudantes o sentido literal de cada um dos caracteres—o professor deverá po-las em melhor por¬ tuguês, indicando aos seus alunos o modo diferente de exprimir-se nestas duas linguas. Enfim, sendo este opuseulo a minha primeira tenta¬ tiva, estou certo de que se encontram incorrecções, e es¬ pero portanto que os meus caros professores mas apon¬ tem para serem eliminadas, caso se publique uma se¬ gunda edição. Macau, ò de julho de 1922 O AUTOR
  • X NOVO MÉTODO Pag. 1 Í) 10 11 15 111 19 23 27 43 44 51 61 63 70 102 120 130 135 137 142 146 148 149 161 163 176 185 ERRATAS PRIN( TPA IS. Linha Lese Deve-se ler 16 12 3 16 7 16 17 14 8 O O 19 15 30 1,2,3 18 10,13 9 4 5 4 7 3 20 5 8 3,23 9 23 direita paoí tckW garfo mão irmãos irmãs seoiuf poda asessentar 60 ngan2 etc. empurrei stni sani cordas come ngans obscuro suspeder lani ÍE fin< baganges ~ o em frete pretiro ver turpe em 25 francos nesta vez directa páu1 tcVat colher mau irmãs irmãos seong pode assentar )a]a tcho% para um lugar elevado ou fortificado. Ui*t //f/í4 íc//o;i srf//1 /*«>/, uma se¬ pultura, empurrou 8(lTl’i corda como ngángz escuro suspender laui HSffiS JE /“»■ bagagens em frente pretiro antes ver torpe por 25 francos desta vez
  • DA LÍNGUA CHINÊSA XI 210 212 212 2 23 220 22 6 230 239 241 242 250 254 258 259 261 265 265 267 267 270 270 271 272 273 283 284 285 288 292 293 296 297 299 300 10 4 24 5 2 2 12 7 14 17 23 11 8 2 e 14 12 6 29 9 mm 3 2 9 24 O ô 20 13 23 15 S 20 27 4 10 11 29 4 III oco divididas tres a lodo saca-rolha th’õt* mostar Caxilha insistiu que Síút-M descobri até para passagem me a emprestar até ao dezembro serão acabados mordiram em favorecer-lhe iufauteria agradeveis à visto traduzi-la entrega-la até ultimo suicidar-se-á ficam de electrico a informação para ir de reembolsar-me como se fosse castigo de Oceano Indiano pelos outros impressa com cjue se remendam moço divididas em tres a rodo saca-rolhas tcKot4 mostrar Cacilhas insistiu dizendo que decobri nada até para a passagem emnrestar-ma até dezembro acabarão morderam em favorece-lo infantaria agradaveis à vista traduzi-lo entrega-lo até ao ultimo suicidar-se ha Stic ficaram do electico informação ir do me reembolsar como castigo do Oceano Indico por outros impresso com que remendar
  • Novo método do língua Chinesa. A > . l.a LIÇÃO \ ngo2 ^ yii*) Eu fj; nei2 (|j| yi2 yi^)tu, Você y(p /cò'i2( K‘ei^, ^ tW) ele, ela ^ yao2 ter, haver tlff mat4 yé2 (\#\ho{) que? o que? su livro pal4 makA ^ sói2 pincel, pena tinta agoa * : : i i , : tchi2 papel % h“h «ijl ser, sim .s/n1 sáng1 Senhor, pro¬ fessor. nei2 yao2 mé1? | Tem V. ? Obs. l.R—O sujeito vai sempre antes do verbo. Obs. 2.a—Acrescenta-se a partícula mé wu^j ao fim duma frase para fazer uma interrogação, mas caso que haja na frase palavras interrogativas, tais como mat4 yé2 (pie? Icei2 to1 quanto? kei2 si{. quando? etc., a partícula méx deve substituir-se por ^ né1. nei2 yao2 mat4 yé2 nélt O que tem V.? Obs. 3.a—Guarda-se sempre a ordem direita da cons- trucção nas frases interrogativas, indo o complemento depois do verbo. 1 ncJ°z y(í02 ichi2 Tenho papel. hah, s-in1 sang{, Sim, Senhor, tenho. ngo2 yao2 * Os Caractéres dentro de parêntesis são usados na lingua escrita.
  • NOVO MÉTODO nei* ya°2 siii mé'f hai*> sm sang1, ngo2 yao2 sil1 nei2 yao2 soi2 met1 hni*’ sini sang1 ngo2 yao2 sõi2 lc’oi2 yao2 mak4 mé11 haii> k’°h ya°2 íic É&# #íí02 Pat* m<‘'f ífè, i'\i hah’ieh y°°2- K’õi* yao2 mat4 ye2 nel1 >ei2 ya02 m«ki xoi2 k>iii2 hai2 *•»* sang1 m# ? fl>05 ft-oí, sin1 sang1 íefci2 k’iSi2 yao2 »«a hai3 sin1 •WM01 »^J? «áfo2 A«í:! sitt1 sang1 4Ef#>5fcW 7mí8 sin1 MHfir1 mé1/ kfoi2 haiz sin1 .vna# I Tem V. livro! ^iio, senhor, tenho livro. Tem V. agoa? Sim, senhor, tenho agoa. Tem ele tinta! Sim, êle tem. Tenho eu pena! Sim, V. tem. Que tem ele? Ele tem papel. Que tem v.f Tenho livro. >n. . / finta (europea) Que tenho eu? V. tem tinta. E’ ele professor! Elé é. Tem o professor papel ? Ele tem. E’ v. professor? Sim, eu sou professor. E’ êle professor? Ele é professor.
  • DA LÍNGUA CHINÊSA 8 ngo2 hai3 sin1 sang* mé'? nei2 hah sin' san>2 ffiwa* k’oi2 yao2 mak4 sõi2 Sou eu professor? V. é. O que tem o professor? Ele tem livro. Tem êle ago« t Ele tem tinta. TÊMA ‘P Teiu v. papel? Sim, senhor, tenho papel. Tem v. agoa? lenlio agoa. Tem v. tinta? Tenho tinta. Tem v. pincel? Tenho pincel. Tem ele livro? Ele tem livro. Tenho en tinta? ^' ^eiu Tenho eu agoa? V. tem agoa. Tem êle pincel? Ele tem pincel. Tenho eu papel? V. tem papel. Tem v. pena? Eu tenho pena. Que tem V.? Eu tenho tinta. Que tem êle? Ele tem agoa. Tem êle professor? Ele tem profes¬ sor. Tem o professor livro? Ele tem. O que tenho eu? Eu tenho papel. E’ ele professor? Ele é professor. Tenho eu tinta? V. tem tinta. Sou eu? Sim, Senhor. » * 2 E’ V. professor? Eu sou. E’ êle? Sim, Senhor. Ele é. t) que sou eu? V. é professor. Que papel tem V? V. tem tinta. O que tem V.? tenho livro. Tem êle livro? Ele tem liv 10. Tenho eu pena? \. tem pena. O que tem o profes¬ sor? Ele tem agoa. O que tem o livro? O livro tem papel. Tem v. livro? Tenho livro. Tem êle pincel? Sim, senhor, êle tem pincel. Tem v. tinta? Sim, Senhor, tenho tinta. Tem o professor tinta? Ele tem tinta. Tem ele agoa? Ele tem. Tem v. papel? Sim, Senhor, V. tem papel. Que tinta tem v.? Tenho tinta (europeia).
  • 4 NOVO MÉTODO 2.a LIÇÃO > r u, íf SI e *c hou2 bom, boa tch’au2 máo, má imk4 branco hungi vermelho tch’engl ^ lôk4 verde wongA amarelo NJtr^ J »> hak4 preto £ Zá/.o, azul miiig ^tía1 pão 12, yeôk{ carne yim{ sal fongí assucar tUJL neÍ2 tjao*t>oní,i mé' É3Í$f nv°*a» va°iPak4 t’ongt Tem v. assucar? Temos assucar branco. Obs. 4.a—Junta-se a partícula ntfi Zt8 tang2) aos pro¬ nomes pessoais para formar o plural. Obs. 5.a—Os adjectivos são invariáveis em relação ac genero e numero, e antepoem-se aos substantivos. neh va°i Imnífi sil1 mé1 f3cW31#l ?/^°2 *,fil ffitffrfí-liiWÊ ft'ot2 ti.A yao2 mat4 j/4 ao1? fe’ÒÍ2 U3 í/rt02 ♦ /toa2 fougq fí:,9éWSF03# »«s fh ,v«»2 hou2 yeókA mé1? ngo2 tu ?/ao2 /toa2 y/ed/^ Tem v. livro vermelho? Tenho livro azul. O que teem eles? Eles teem bom assucar. Teem v. boa carne? Temos boa carne.
  • DA LÍNGUA CHINÊSA E’ a sua meza bôaf Tem v. o seu livro! Obs. 6.a—Junta-se a partícula ke3 aos pronomes pes. soais e substantivos proprios para formar o possessivo, e aos substantivos comuns para formar o complemento restrictivo, que, equiparando-se a um adjectivo qualificativo, deve-se pôr antes do seu substantivo, e neste caso a partícula p^ Ke3 po¬ de subentender-se. £ QO l j ; Q j P ® Hív - - ■ t,QS liai, liou2 mé1? nei*yno* k’òi* l:é3 s ii1 me1? níl°2 Va0 2 7t’o/2 kéÀ min, pao1 k>ói2 ti, yao2 ngo2 ti, kés lámi sii1 mé1? *9°* u3 yao2 í'l'Wí nei2 ti3 yao2 mat4 yé2 né1? iigro2 tó3 yao2 / pákA yimx nei2 lh y«o2 yeôkA me1? ' "f'°2 *s ■fcow2 yeôk4 oi2 y(io2 láml.tchi2 mé1t k’õi2 ti, yao2 hungi tchi2 mé1? {iMlíttH&R ]c<>h U3 >Ja02 lôk4 tchi2 Tenho o seu pão. Teera eles o nosso livro azul? Nós temos. () que tendes vós? Temos sal branco. Tendes vós carne? Temos boa carne. Teeui eles papel azul? Teem eles papel vermelho? Eles tem papel verde.
  • 6 NOVO MÉTODO TÊMA 3 Sou eu máo? V. é máo. B’êle bom? Ele é bom. O que é bom? O livro é bom? São eles pretos? Eles são pretos. E’ o seu livro vermelho? Sim, senhor, ele é. Temos nos máos livros? Nós temos bons livros. A carne é boa? Ela é boa. A agoa é azul. A tinta é preta. O pão é bom? Sim, senhor, é bom. O que é preto? Tinta ó preta. Tem v. lapis verde? Tenho, sim, senhor. E’ bom sal? E’, sim, senhor. Teem eles máo assucar. Eles teem. E’ sua pena boa? E’ boa. O que é máo? O teu livro é máo. O meu livro azul é máo? Sim, Senhor, ele é máo. O meu é bom. O que é branco? O nosso pa¬ pel é branco. 4 Temos assucar? Temos bom assucar. O assucar é dêle? S.m, é dele. O que é nosso? O pão branco é nosso. Tem v. a nossa carne boa? Não tenho a vossa boa carne. O que é bom? O nosso professor é bom. Ele é máo profes¬ sor. Temos bom professor. Vossa tinta é má? A nossa tinta é boa. A tinta azul é má? Sim, senhor, ó má. leem eles assucar branco? Eles teem assucar preto. As¬ sucar preto é bom? E’ máo. O que é vermelho? O meu pincel e vermelho.
  • 7 I)A LÍNGUA CHINÊSA 3.a LIÇÃO ^glfl yiinl (chumbo) pat4 lapis m ioux tchai2 (filho) cani¬ vete. |Ç|- (yf pai1) não. on t sé2 escrever. seli4 comer. Jâ kin* ver. Bb wawfiTi poder. u 2)uil copo. . 1||- tip4 prato. ^ tchau2 vinlio. X mai2 arroz descascado. WL fán3 arroz cozido. i Obs. 7.a — Todos os verbos empregados negativamente le¬ vam a palavra pgl mA não antes de si, com excepção dos verbos ter e haver que se exprimem negativamente por meio duma palavra simples mou2) ou movr ««i2 iiioiia sil* ii 109 , NSo tem v. livro! Si* nyo2 mou2. j Não tenho. Obs. 8.a — Como os verbos em chinês não variam na sua forma para exprimir as pessoas tanto do singular como do plural, devem trazer sempre o seu sujeito claro. »ffo2 ti3 yao2 mat4 ye2 né1 f $ Épl@: ngo2 ti3 yao2 yiini pa I4. nei2 sé2 méit Si»5*5 H(/o2 ml sé2. flií: USM k'ói2 sek4 mat4 ye2 néi f Que temos? Temos lapis. Escreve v.f Não escrevo. O que come ele?
  • H NOVO MÉTODO k’õi2 sek4 mins páoi nei2 nangi sek4 yeôk4 mé{ ? Ele come pão. Pode v. comer carne? 'rTHb^lXJ ngo2 m{ nangi sek4 yeôk4. WJEUgM nei2 kin3 mat4 f yé2 nél 1 ngo2 kin3 ngo2 ke3 tchau*. írÍRb^tS# k’òi2 nangl sekt fán3 mél t íli^uVfibítíiíC Koi2 m, nangt sekt fdn . fi —* \ lPõi2 tis yao2 tchau2 pui1 mél1 Não posso comer carne. O que vê v.f Vejo o meu vinho. Pode ele comer arroz? Ele não pode comer arroz. Teem eles copo de vinho? Obs. í).a — Quando um substantivo seguido dum comple¬ mento restrictivo regido de preposição de, exprime o con¬ teúdo ou pezo, faz-se a traducção conforme a ordem das pa¬ lavras, suprimindo-se a preposição de. PU({ tchau2 liai3 ngo2 ke3. ngo2 kin1 pui1 tchau2 í7i' nei2 kin4 tchau2 pui1 me} t h(J02 kin4 tchau2 pui1, ngo2 mt kin3t pui1 tchau2. O copo de vinho (o con¬ teúdo) é meu. \ ejo o copo (o conteúdo) de vinho. Vê V. o copo de vinho? (co¬ po para vinho mas vazio). Vejo o copo de vinho (va¬ zio), não vejo o vinho no copo (o conteúdo).
  • 9 DA LÍNGUA CHINP.SA TÊMA 5 O que come v.? Ku como pão Não como. Não pode v. comer? Posso comer carne. . Co¬ me v. carne boa? Como carne má. Temos pratos? Sim senhor, temos pratos. Tem o professor vinho? Ele não tem vinho, ele tem arroz. Tem ele arroz cozido? Ele não tem arroz cozido, ele tem arroz descascado. Não tenho pratos? V. tem pratos. São os pratos bons? Não são bons. Po¬ de ele escrever? Ele não pode escrever. () (pie v. escre¬ ve? Eu escrevo livro. Tem v. canivete? Sim, senhor, te¬ nho. Seu professor tem lapis? Ele não tem. Que tem ele * Ele tem canivete. O seu canivete é bom? Não é bom Pode v. ver o meu prato? Posso. Não pode v. comer pão ? Não posso. Não come v. arroz? 6 Ele e máo professor? O meu professor é bom. Tem v. boa tinta? Não tenho boa tinta. Come v. sal? Não co¬ mo sal, eu como pão. Pôde ele comer assuear? Ele não pode comer assuear. O que posso comer? X. iw'>de comer carne bfta. Comem eles papel? Eles não comem papel. 0 seu lapis é bom? O meu não e bom. A sua tinta c boa? Não 6 boa. E’ boa agoa? Ela não e boa. Tem v. 0 meu lapis azul? Eu não tenho. Tem v. vinho branco? * . I * r Sim, Senhor, tenho. Que tem o livro amarelo? Tem papel amarelo. O vermelho não é azul. Póde v. vAr verde? Não posso vêr verde, eu posso ver vermelho.
  • 10 NOVO MÉTODO 4.a LIÇÃO mV hwun2 escola ^ tchii2 letra hok^ aprendei* ^ káu:t ensinar OJ tôk4 ler nim.A decorar, recitar yam2 beber Vanx engulir ^ foAV garfo chá tchfii kang1 colher Avro2 £c/w2 frutas WCÍ2 ,(>K OU'1/ ’ íic,wí:v «00* A-o/.', /OA-, X j & k«Pi | I Aprende V. a ler? # Siii», aprendo a lêr. e (con.j.) ^ conjumjção yau3 não substantivos, porque neste caso usa-se a com (prep.) serve para palavra (3 ligar <’ »»gi Ele ensina e aprende. ^ ,,;i //oa:j Ele ensina e aprende? AoA4 mH ?«* M«3 Ao/r4 il^2 *s^4 ! Come v. arroz e pão? ./ua;* mtnt f faft-kmíLWMi- *»'»• »>j/02 .se/í4 fum3 pd«‘ /’««
  • 1>A LINGIJA chinésa 11 k>iih //««:) y(im* yau.A stk4 //ek 4 Ele não só bebe mas tam¬ bém come. Também. N. B. As conjuncções postpositivas não devem ficar no fim duma fraze, mas colocam-se entre o sujeito e o verbo. A conjnncção fji yinx (porém) não é postpositiva. "#°* 7,oh'i tchnz hapx hok4 nima tvhoi.j trhoi.4 sn 1 Iwun* (&&#!& trhoi, si,' Jacini2 Aprendo letras e aprendo a decorar. Em, estar. 7 ■ •• Xa escola. Ele está na escola. neh !)«>» ' »"<1' yéj n(io2 ijam' toh’aA *’o*2 mou2 fcãV O que bebe v.T Bebo chá. Ele não tem garfo? mtA t féWfMftÉj&H /f,,ií2 ?/<**> vioU’2 tch*i{ kany1 *ro8 fcM* kdpx niin;i páa1 mé' t *®*s *f?À;4 kwo* tchu- ktípt min3 pau1 Rle tem garfo mas não tem gurfu . Co-tkéL Cómo eu frutas e pão? Sim, v. pode comer frutas e pão.
  • 12 NOVO MÉTODO nci> ><«n
  • 1>A UNUnA ( HINÉSA 13 5." LIÇÃO * Kong2 talar. »5 Palavrib <1 izer. fS$[ tóhm3 fazer. ^ í/i2 cadeira. banco. 4> tá1, Ac a2 tá1 muito. ('l^S^Uíff ,m«*2 M*a3 mmí4 //iá tekou.j mai4 yé., ué' t PI /r MIC1 ? K9OÍj tchoH.. * •> MiaÁ j .sdi2 >i2 Uhon.Á gi2 A7;,‘a tvhou3 futv yv Háí tóli í'1'^ ^^^njg, nn.zyar: !HíX1Í f/t wflwa mOÍÍ2 táa//1 táa3 Mgro2 ?/m>2 tang*. O que fala v.f Falo boas palavras. O que faz ele? * *:«• * • * Ele faz tinta vermelha. Faz ele cadeiras? V Ele faz cadeiras. Quanto? . J V Quantos candieiros tem v.f Não tenho eandieiro, mas tenho bancos.
  • 14 NOVO MÉTODO k hai8 tchakg tang* méA I "h haiv hm:i futg tanf. nei, Ke:í ««« hai iaime1? «* o ml haiv hai„ sai3 Ké3. São bancos estreitos? Não, são bancos largos. O Seu livro é grande? Não, é pequeno. Ob. 11 .* — Emprega-se a partícula AV ^ depois dos adjectivos quando concordam com substantivos ocultos. ff - IJ í acia u 1 V •SM1 Wf -^"fl n(/o, y«<>., Um t Ac3 I Tenho azuis. fÊH^I# A’bfa Kong2 to1 mél í • Kong2 tóx tánH tchou3 sia2 Fala ele uiuito? Kle fala muito mas faz pouco. íÍABfcjiL> AV7i2 nangi I Quantas palavras pode ele J5>í2 tí)x wa.Á né? -$C'f>HbãS ngo2 «w decorar ? Não posso dizer. TfiMA 9 3> <> seu livro é largo? Sim, é largo mas é preto. E’ a SUa esco,a estreita? Não senhor, ela ê larga. Lê v. o meu ti\ro? Sim, leio. Quanto vinho bebe \\? Eu bebo bem pouco. Quantas mezas faz ele? Ele faz poucas mezas mas
  • DA LÍNGUA CHINÊS A 15 faz muitos bancos. Paz elo mezas grandes e pequenas! Sim, ele faz. Vê v. os papeis largos e estreitos ? Vejo os papeis largos, mas não vejo os estreitos. Quantos caudieiros tem v. na escola? Não posso, dizer. Não pode v. falar? Posso falar mas não posso dizer quantos são. V. come e bebe? Sim, eu como arroz o bebo vinho. 10 f * Que diz o professor? Ele diz que v, é mão. Diz ele? -Sim, ele diz que v. e ele são maos. Ele não aprendei Não aprende e bebe muito vinho. Tem v. colheres grandes? Não senhor, tenho pequenos. Os garfos são estreitos? Sim, são estreitos e pequenos. Não faz v. cadeiras largas. Faço largas e grandes. Pode v. ler e decorar? Posso ler, mas não posso decorar. Quantas cadeiras são? Não digo quan¬ ta® são. V. fala e escreve? Sim, eu falo, escrevo e decóro muitas letras. O que aprende v.f Aprendo a falar. a.(X n' _ / / lo
  • NOVO MÉTODO LIÇÃO Jfi JjjJ manv ouvir ^ Kái? explicar h™2 (saf(2 cabeça) co¬ meçar liai* ir , /■[ ! ^ loiif laii vir £jj Jj ICan[ (Zck4 força) dili¬ gente l(Ui2 preguiçoso. azeite, pintar. ^ tch’oi* hortaliça. & Vong* sopa, caldo. |B tch’ou* vinagre. & fim2 pafi í>iz. (4 ).>; ,miy "Í/®* ”«”//. *’iWf *’«■», Mc} nu?t ff!® ■!», l'«h> Viilján, ÍÍÍDÍÈ^H‘f: k’dii U :s ^í'i Wí?1? Zoij areJr4 fAnt m< Íi9 »»; k’oi2 y sek4 tchUri* »<‘i, hei2 sua2 Mi2 nmt4 ye0 nélt )i(/o2 hei2 san2 kái2 y'a x 5ÍC W(th (péj »
  • DA LÍNGUA CHINESA 17 sil1 klnH mon2 fan2 pat4 «Mtf* §£A 8»'i í""vfl maf* sol, h2 ><«i' tcWu* WSCMÉ hai2 lxo* tch’iis n,ii ha*z i,iu' tch’u* hei2 nau2? **f®t lMÍ* mi' tch’ii3 hei2 sau2 Estar, cm. Aqui. Lá, acolá. Onde começa- v.f Eu começo aqui.
  • 18 NOVO MÉTODO mafi S°K Quem <*oiihm;;i explicar? sau2 Jcai2 ml\ Voi2 fh hei* Eles comccam expliear mu2 Mi2 ! iiffo., hei2 ôktí Eu levanto casas. TÊMA 11 6 «“«'"«o»» Ninguém. *p ..gente? Sim, sou
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 19 £ 7.* LIÇA O fn.t tch’anl pai motl2 ^<,kfani mãe 5tJ& lwng1 tai9 irmão maior e menor tttt trhé2 mui.Á irmã. maior e meiior ff tchai2 (if tchii2) filho l£r nõi2 filha \ sun1 neto, neta tchat4 sobrinho, sobrinha p,angi yau2 amigo ^ sôk[ tio sou2 cunhada 7X , M tcheong:i fu') marido lou2 fóx (||? tch’aV) esposa ^ loui 1;nn,f ( mi* /»* tch’anl hui2 gin1 te/t’#8 fíé1? WltH *’«
  • 20 NOVO MÉTODO ft* »»»« iMiMg «ia2 kwos hengi taiz neii k(? **"' hok4 tvhiis núAí j/g mui4 s o /j Ma3 »ei2 ke? tchat4 n^f m/o2 hé* moti2 tch’an[ káu* k’oi2 Tenho menos irmãs <2 k««3 k'oi2 yan1 lioí yanx wai{ hot nei2 lou2 kungi hiii3 koa tchJuH S y»n' H wa h 0 fffí í'|C A mulher dele ensina o.-, teus filhos? Sim, éla ensina-os. Porque f Porque (couj. causal.) Porque o teu marido vai para láf Por oiause de. Para, a tim de. .. Obs. 1 (> - As preposições a e prtru não se traduzem quando exprimem o logar para onde. ffafcfMfMÉ mi2 Mi* ktvun2 m
  • DA LÍNGUA CH1NÊSA 21 tíí ny°2 mi hln‘ò Não vou á escola. sii1 kwtcn* JWH* A8i8 pi»t Para onde vai ele? tch’ii3 a*?1? % A^díg /tbt3 : Ele vai á casa do meu pai, >tyo2 fu:i tch’an[ tch’iis X. B. Em prega-se a palavra tchii3 (logar) depois do no¬ me dum indivíduo para indicar a casa ou logar onde ele estJL TÈMA 13 \ em os seus amigos? Não, eles vão á casa da minha mãe. Quantas irmãs tem a sua mãe? Ela têm irmãos, mas não tem irmãs. As suas irmãs são preguiçosas? Não, elas são dili¬ gentes, porque aprendem muitas letras. Quem tem filhos? A sua (d’ele) esposa tem filhos e filhas. E’ V. o seu tio ou sobrinho? Eu sou seu sobrinho. O seu amigo já tem netos? Sim, ele tem muitos netos. Comem tuas filhas frutas? elas não comem frutas, mas comem sopa. E’ seu marido teu irmão? Não, o marido d’ela ê irmão do meu amigo. 14 c O que ouve V.? Ouço meu pai falar. O que diz o seu tilho? Ele diz que o seu sobrinho é preguiçoso. V. é maia preguiçoso do que ele? Não, porque aprendo mais do que eie. Começa ele a ser diligente? Sim, ele vai aprender ler e e&crever. Pode ele explicar. Ele pode explicar e ensinar. Porque o teu banco é estreito? Porque ele não pode fazel-o maior. E’ a tua cadeira mais larga do que a minha? Sim, e mais larga do que a tua. A sua cunhada tem mais mezas (l° que a filha da minha sobrinha? Sim, ela tem mais me¬ zas, e colheres. a te WÊÊk [h -X'(
  • 22 NOVO MÉTODO 8.a LIÇÃO % teiH terra, clião t’eng[ sala fóngí quarto £ l((u[ andar xemf t,ongí igreja mn tch’eong1 (munl porta) janela /r* pH /K * iwi2 mái2 ôk{) m&t h"h> nU°2 mái2 ó/.'H í/««g mái2 p’ous Ê ?/««, kfoi2 yau, J»»1 tc,h’iíò loii néxf /oHífj /o/j jp] Vungx wm*4 .vó/j hoi* p’ou3 t’aux ? »yo2 t’unyi nei2 fu3 tch’an' hói3 »íom2> (fffi mo«, ) p3T. m, I>'o«3 (Crtut cabeça) loja rrrj / • am/2 comprar mái?t vender l‘(iò tch’in{ preço fo‘ò m at{ me rea d o ri a s ÍÈ nim' (iíX. te!>’">%) tomar Compra V. casa? ! s*m, compro casas e lojas. De(log*ar donde ou por onde) Donde vem ele? 'Ele vem do quarto Corri. Com quem vai Y. á loja? Vou com seu Sem. pai ^ Bp* m\ só serve para verbos. f;i; ■mxí mou2 net2 ngo2 I Não yoi: sem V. Wj hoi.3 tehoiz loi2 t’au{\ tchoi.s noi3 I Dentro de.... ' •
  • IJA LÍNGUA CHINÊSA 23 tehoiz seong3 tchoiz hd.A ;g;....]|íj tchoi.ò tch’in{ Sobre, em d ma de.... Em baixo de.... Em frente de.. Antes de.. j Por traz de.. ^....^ tchois hau.ò j j)ep0js de.. 4-tlSi tclioi.á tehung1 lmnx No meio de.. «-.«a tchoiá tahak4 pinx Ao lado de.. Obs. 1 7—Os substantivos regidos de locuções prepositivas poem-se no meio delas, por exemplo: por traz da casa. soi[ Quem está dentro do meu (.!/«»i hoiueiii) tehoi3 iiffo, ke3 quarto? fõnglvófa né1? mou2 yani tchoi^ Ninguém está dentro. Un2 t’nmA Obs. 18 — Os advérbios de logar, J- Seong1 ~fT há.ò ^ ngoíy (fora) costumam levar a palavra pin1 (lado), por exemplo: seong., pin1, em cima, ho:i pin1 em baixo, etc.. '3 -v 'M n9°*1:é foÁ mat4 tchoi.ò seongs pin' ha» pin» ym-t tch’ eongí mun, méf As minhas mercadorias es¬ tão em cima. Ha janelas em baixo? Obs. lh — Geralmente os advérbios e frazes adverbiais vão imediatamente antes dos verbos, principalmente quando são de tempo e de logar. 11 * mmmmm nei* ***. pin1 tch’ii3 málò fo‘s mat4f ngo2 tchoià p’ouH t'aul mái.ò C^cii £ LUi, /h^L _ Onde vende V. as merca¬ dorias? Vendo-as na loja.
  • 24 NOVO MÉTODO X. B. Xa linguagem falada, os pronomes o, a, os e as como complementos objectivos, geralmente se suprimem. TÊM A lõ Quantas casas ha? Ha muitas. Quantas cadeiras tem V.? Te¬ nho muitas. Onde esta a sala? Está em frente do meu quarto. A tua casa tem andares? Xão tem andares. Vai V. á igreja? Sim, vou lá, Ha janelas na igreja. Sim, ha muitas. Quem esta na loja? Meu pai está lá. Vende ele mercadarias? Xão, ele compra-as. O que toma V.? Eu tomo vinagre para co¬ mer hortaliças. De quem V. toma? Eu tomo do meu irmão. Com quem vai V.? Eu vou com a minha mãe. Está ela em cima? Xão, éla está em baixo. Quem está em frente de si? Minhas cunhadas estão em frente de mim. tM 10 V. e teu irmão vendem as vossas casas? Eu vendo a mi¬ nha casa, mas ele compra-a. Vende alguém casas? Xinguem vende casas. E’ êle preguiçoso em ir á escola. Sim, mas êle é diligente em escrever. Tem V. tinta vermelha? Xão, te¬ nho preta. Diz êle que sou preguiçoso? Xão, ele diz que V. é bom e diligente. Bebe V. muita agoa? Xão, bebo pouca agoa, mas engulo muito vinho, Porqpe diz V. engulir e não diz beber? Porque ninguém póde beber sem engulir. E’ a nossa igreja estreita? Sim, ela é estreita e pequena. O que está por traz do seu candieiro? Está o seu bauço largo por traz dêle.
  • r 11 \ DA LI N (HJ A CHINÉ8A 25 í>* LIÇÃO $ A hyímIj yun{ homem niii, yan1 mulher kung1 (trabalho) yand creado /0,,9i cozinha tVí/1 escada k9api d ogra os t* e tjj tch’iitf sair A yap4 entrar ^ , lê! fcow1 alto ipj 2 ti r. j- seong2 subir vtcujy ** /o j descer ai2 baixo _ #X Cníh ngo2 Vai1 me lok4 k nR yao2 kei2 to nõi2 yan{ néxt yn m2 y«ix p(U.\t iiiw2 yan, Ha cem mulheres.
  • 26 NOVO MÉTODO yatA. yt v ■X fâ íí — sám1.... {jg sei* .. & %. «k,. tvh’at*.. A 1*^9. X + S^4.& W ^9.fô ff- tch’in\. ff rnánr...jj 1 Um 2 Dois 3 Tres 4 *+ o tí 7 9 10 100 1000 Quatro Cinco Seis Sete Oito Nove Dez Cem Mil 10000 j ])ez ,njj Obs. 2-1.* — A numeração faz-se com a combinação dos numeros acima indicados sem a conjuneção c, por exem- plo: saPi yat4, onze; sap, yi3, doze; yi3 sap4> vinte; yL 11(11 ’ vinte e "m; srfm1 sapp trinta; som1 sap4 m1 trinta e tres etc.; depois de cem, se houver um zero entre dois nume¬ ros, o zero traduz-se por lengu como: 106, yat pá\ Umjx ,ÔK\ 509, ã2 pák3 lmgl kau2. N. B. O numero 2 yi3 usa-se sempre na numeração, mas quando é seguido dum substantivo quantitativo, deve tradu¬ zir-se por leong3, por exemplo: dois pares de sapatos temg, tui3 Miduas gotas de agoa leong, tekx sõí*; 'Unis fatias de pão Uongt fai3 mint páu\ etc.
  • I>A UNIíliA OHINÊSA 27 TÊM A •. * 17 Onde vai V.f Vou á cozinha. Quantos creados tem ele? Ele teryi cem creados. W. ele seu creado? Não é. E’ ele i homem ou mulher? Ela é mulher do meu creado. Quem está na cozinha? Minha irmã e meu pai estão lã. Yai v. á escola? Sim, vou com meu amigo. Ouve v. o creado subir á escada? Não ouço subir. A tua casa é alta? Sim, e mais alta que a tua. Vejo que éla é mais baixa. Y. não poda dizer que éla é baixa. Quem é o mais alto entre nég? Minha mãe é mais alta que nós. 18 Bebe v. muita agoa? Bebo duas gotas. Quanto pão tem v.? Tenho quatro fatias. Come v. muita carne? Como duas fatias. Quantos grãos de arroz ha num prato? Ha mais de dez mil. Os homens são mais altos que as mulheres? Sim, as mulheres são mais baixas do que eles. Desce v. para a cozinha? Não, eu vou para o meu quarto. Quem entra na sala? Meu creado entra lá. Sobe v. a es¬ cada? Não, eu desço os degraos. Quantos degraos desce v.? Desço cinco degraos.
  • 28 NOVO MÉTODO 1 0.‘ LIÇÃO po[ leV vidro U ^ tchóit1 garrafa % nga% telha /ai1 cal m tchiin1 tijolo tchuny1 sino, relogio de pa¬ rede j>ia‘ relojio de algibeira íi»2 cadeia, corrente £ conhecer £*{} te/ii1 saber tchii2 cozinhar p «íu1 queimar v,e<2 tchirfán8 me1/ m. haiv ngot) tchin1 -miit3 jwím1. »«'« «»' ftei2 to1 /<íi3 n^f fumrai a//0o tchin1 leong2 .fái* Cozinha v. arroz? Não, eu frito o pão. Quantas fatias frita v.í Frito duas fatias Obs. 22.' Na linguagem falada é obrigatorio usar um substantivo quantitativo antes dum substantivo comum para indicar a unidade, principal mente quando é precedido dum adjectivo numeral; sd é dispensado usal-o quando o substantivo comum é tomado no sentido generico. Os principais substantivos quantitativos que se usam na língua chinesa e que as vezes não teem palavras correspon¬ dentes em portuguez, são os seguintes: 1. íjj^ tckeongl, para objectos que se podem extender Íaíritfè yat' tcheong[ tchin1, um tapete. 2- /ff£J para objectos redondos, homens e frutas.. ya* hQÍ tGh’ángi uma laranja. •*>-'fyfa Mi3} para objectos largos e delgados. yaf4 fái* Ván?, uma tabôa.
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 29 4# i^fung1 para envelopes fechados. _jyat* fung1 sou3, uma carta 5. ^£1 7»;«3, para carros e maquinas. _ya& Tfca3 tch’é\ um *carro. 6. f{J] /com1, para casas e quartos. _.JUjJH yat4 kdn* ok9, uma casa. 7. kou3, para objectos em pedaços. _yot4 kau.ò sélcv um pedaço de pedra. 8. # 7dw3, para vestidos e assuntos. kia3 S(tm\ u,na cabaia. 9. g*||] /a3 para um .jogo de objectos e maquinas. —‘%Uti£i5í fú3 kd1 ^Aj urna ma(lllina* 10. >£jj kôi3 para palavras e trazes. _í/tf*4 koi3 ,m:i? uma Palavra. (Continua) Tem v. duas garrafas? Tenho quatro relojios. flfàipPMIM# nei2 yau,2 leony2 ko3 tchôn1 mo11 *0°* yau2 *ei3 ko3 tchung1 £+íj|íiMi# yan2 sap4 fái* j Ha dez pedaços de vidro? p/í1 Zd1 m&f poti2 po3 j/i3 /*íí8 1 Ha vinte e dois pedaços. N. B. ^ i/i3 sap4 (vinte) por contracção diz-se -y- yáA e H+ sam1 sap4 (trinta) diz-se nt sáa1, quando é segui¬ do dum numero. ngo2 yau2 ma' kau1 ko3 tchôn1 Tenho trinta e nove tijolos.
  • 30 NOVO MÉTODO TÊM A 19 i. Vê v. a cadeia do meu relogio? Vejo-a. Sabe v. cozer arroz? Sim, eu sei. V. conhece-me. Eu te conheço. Que queima v.? Queimo papeis. A tua casa uão tem cal? Tem cal e tijolos. Onde está o meu relogio de algibeira? Está na meza. Sabe v. quantas cabaias tenho eu? Sei que v. tem oito. Sao aziies? Não, são amarelas. Compra v. uma maquina? Compro tres. Conhece v. duzentas palavras? Conheço cento e quarenta. Vende v. o seu carro? Vendo o meu relogio mas uão vendo o meu carro. E’ o seu relogio pequeno? E’ mais pequeno que o seu. Quantas tabôas pode v. fazer? Posso fazer sete. 20 Tem v. cal? Sim, tenho cal e tijolos. Vai v. comprar tijolos? Vou comprar vidros. Quantas garrafas de vinho tem v.? Tenho onze garrafas. O que ha na sua escola? Ha um relogio de parêde. V. sóbe e desce? Eu des¬ ço mas uão subo. E’ v. alto? V. é mais alto do que eu. Quem é baixo? Minha mãe é baixa. V. sái ou entra? Eu «aio. Quantos degraos ha. Ha dez degraos. Entra v. na cozinha? Não, o meu creado entra lá. Tem v. um tapete? Tenho tres. Cóme v. laranjas. Cómo quatro laranjas. Es¬ creve v. cinco cartas. Escrevo seis. Quantos degraus tem & tua escada. Tem treze degraos.
  • DA LÍNGUA cu in és a 31 ll.a LIÇÃO j|| tchak4 colher kwoò pas$ar ^ hoi1 abrir ^ sán1 fechar ^ pou2 remendar ta2 bater ^|Jj koty cortar ^ yeonff2 nutrir, sustentar tiu*2/«, (peixe) pescar PP yan? imprimir tchókj compor, fazer ÍS tchôk3 agarrar, prender Obs. 23.» — Não liá generos para os substantivos ina¬ nimados, e os animados são do gênero comum de dois, com excepção de certas palavras que trazem já em si o genero deter¬ minado, comofu3 pái, ^ í»oh2 mãe, ^ tchai2 (qf* tehii2) íi- ,ho> ~k ni'h fl|ha, sô/l‘4 l>áK tios» Míl som2 tias e cunhadas etc. n) ^ara distinguir o genero dos indivíduos emprega-se a palavra ^ iuímt para o masculino e -fir noi2 para o femi. mn°, indo essas palavras antes do substantivo do genero comum. b) Para distinguir o genero dos pássaros e os outros amniaes usam-se as palavras 1 <«»//' macbo, e na* (-^ movi) femea, para o genero masculino e feminino respecti- vaniente, devendo essas palavras ir depois dos substantivos. B. Na linguagem escrita empregam-se também as palavras fc/Pii1 fêmea, lnnu,t macho, f|fc fân2 femea, macho, para distinguir os generos dos animais, deven- ”° esses Palavras ir antes dos substantivos. Entre os no- nies
  • . 32 NOVO MÉTODO especie de marreco. Estas duas palavras podem significa figuradamente consorcio. ( iMianiiaçã» «lo* *iil»sf3IHtivos qiiaiililsiffvo*. 11. ^ tchariy para vento e chuva. yat* tchan3 funy\ uma rajada de vento. 12. mânly para moédas. yat4 mdn1 tch’inn uma sapeca. 13. p haw2 (boca), para pregos, agulhas, o canhões oir yat4 hau2 téng\ um prégo. 14. jjfjjT nap4, para grãos, pílulas, e missangas. nm. yat* nap4 k*5k0, um grão fie arroz (yom casca). 15. |}j| ngan2 (olho) para póços, agulhas c tanques *=£ Vati n(Jant tchéng*, um pôço. 1 6. ^jf ieaiv para pessoas. K^Ç V"1* ,mí3 y(,i um soinbreiro. 18. mei3 (gosto) para medicamentos e comidas. yat* mel3 sung3, uma comida. Í0. p’at* para panos e cavalos. yat* yat* pou\ uma peça de pano. 20. p’in* para pedaços delgados. yat* p’in:i keony*, uma talhada de gengibre. námA .sii/í1 mn2 aiiw1 kaP kung] k ai1 mr tr= -dbf Neto Galo Galinha i
  • DA LÍNGUA CHTNÉSA 33 TÊMA 21 Abre v. um poço? Fecha ele o seu sombreiro? Sim, ele fecha o seu sombreiro e abre o meu. Levanta v. casas? Levanto dez casas. Corta v. o pano. Sim, taco cabaias. Quantas cabaias faz v.f Faço duas. Vai v. pescar? Não, vou remendar a minha cabaia. V. sustenta galinhas? Sim, sustento setenta galinhas. Imprime v. o seu livro? Sim, im¬ primo-o. Vem uma rajada de vento? Não, não vem. Tem v. duzentas sapecas? Tenho cento e oitenta. Quantos pre¬ gos tem v.? Tenho treze pregos. 22 Tem v. uma peça de pano? Tenho duas peças. Pode v. comer gengibre? Posso comer uma talhada. Coze v. duas comidas? Cozo uma comida. Quantos hospedes ha? Ha oito. Comem os hospedes peixe? Não, eles comem éarne. E’ melhor carne do que peixe? Sim, a carne de galinha é ótima. Onde pode v. pescar? Posso pescar no meu grande poço. Ha peixes no seu poço? Sim, eu sustento muitos peixes no poço. Fecha v. o seu quarto? Sim, fe¬ cho-o. Corta v. o pão? Não, eu corto a carne. Agarra v. o galo? Não, agarro a galinha.
  • :u NOVO MÉTODO 12.* LIÇÃO yeng1 koi1 dever, merecer s'òi] yiu3 precisar ^ tap'9 responder $ pedir. oP amar, querer it tchang1 aborrecer hang2 consentir, querer P{J mán3 preguntar pei2 dar ZJT frj tché3 emprestar Wáni devolver, pagar sé1 vender ou comprar a crédito yeng' O que deve êle fazer? koi1 tchou3 mat4 yé2 n&l Aroi* pei2 yaux ngor Ele deve dar-me azeite. Obs. 24.» - O complemento directo deve preceder sem pre ao terminativo, e a, preposição a que rege o termina tivo, traduz-se por ^ W ou m. pei2 ytV ou mas em muitos casos é suprimida. ^ H9°» V™2 tch’inx kwo3 nei2 fôV&liíi-tLMHg /«3 t(h’nn' tché3 mat4 yé2 kwo3 k’oi2t ®f-*s#íHe A;'di2 í>oh, «iíl />ei2 Foi* eiK, hang2 tché* pei2 kõi2 mêt hang 2 tán3 kõi2 yeng' koi' loi{ nim1. l>ou-lhe sapecas. O que lhe empresta o seu pai? Ele empresta-lhe um livro. Quer êle em prestar-lhe? Ele quer, mas êle deve vir tom a l-o.
  • — DA LÍNGUA CHINÉSA :ir» Conlinn;i
  • 36 NOVO MÉTODO ^ ^ partícula ti1 tambcm serve para singular dos substantivos, cuja quantidade não se conta i nd i vi dual ra ente, como ti1 sói2 a ágoa. pou, sul- hai3 mat4 sóit Icé3 n São os livros dêle? lc’ói2 ke3 mé'f t=4 L/|n tch-i1 pat4 hais lc’m2 keò, tdn3 ti{ sii1 hai3 ngo2 Icé3 O pincel é dele mas os li¬ vros são meus. 28 Ama v. o seu pai? Amo o meu pai ea minha mãe. ()
  • I)A LÍNGUA CHINÊSA 37 13a LIÇÃO ; hcoiuj1 cheiroso tch’avp cheirar mal. i)yani li'angi pobre tfimí doce sun* azedo ^ fu2 amargo támx acarretar tá Voii duas pessoas a levar saui ic^ieny2 concertar tru tá2 iáns (ui quebrar tcliap4 apanhar ^ cair Obs. 2(>.a O vebo .ser pode subentender-se quando é se¬ guido dum adjectivo. Eu sou pobre É v. melhor do que eu? im ngo* neii 1,0,12 kw°3 a//o2 mé*/ m/o2 íi3 íc/ti1 tchung1 a -j . ““'Jxlkt y(l^ *0Xls k’iui uma ponte. 33. tch’ot4 para scenas e representações, ítjjfcfe yat4 tch’õt4 hei3 uma scena de comedia.
  • 38 NOVO MÉTODO 34. I oij para exequias, auto» e mis>as. *l'>- Vaf{ f’°h neh \una missa. 35* Sfl] tchail para íuedicanientos. Vung3 para paredes, e cheiros. js.’ÍÍÉ?1§ yafl Punff3 tch>eongl uma parede. ^ tchat9 Para objectos amarrados .juntamente. yat* tehah kón* um molho de palha. ^ _ 'í8-|g/«k4 para paizagens e campos. jRlpBjff; ya 1' wa* nma pintura. 39- tyí hóm2 Para peças e canhões. WtfU y(,t4 Mmi p’»"* nma peça. 10. *||. táp4 (tip4) para objectos arrumados. [iflIÈ yut* tap4san1 mânx tnhi* um arromo d,» jor¬ nais. (Continua) í&fêlHW ,ii2 f(i} sh heoitf/* mét *nf^i mt hai3, xi3 tch’au3 kP ,lei2 llah k’ungl ku-o:i ngo., mélf í'i'ãS -iJ neh w'«3 »"it4 yé2 (Cf A flor é elieirosa ? ^Níio, o de má o cheiro * K v. mais pobre do que euí O que diz v.?! Obs. 17.“ — Usa-se a partícula P (jjg r'() no fim duma traze para exprimir uma interjecção interrogativa. Uff02 mâns Pregunto-lhe se v. e pobre neh hai.ò k,ungí mí hai3 ou não?
  • DA LÍNGUA CHINÊS A 39 Obs. 28.* — A conjnncção se t’óng2 yeók4 que in¬ troduz unia oração integrante, não se traduz e a conjnncção ou na oração seguinte também se suprime mas o verbo de¬ ve estar claro depois da palavra vão tnl; na linguagem es¬ crita a traze ou não traduz-se simplesmente por :g fmv*f sem o verbo no fim da traze. ngo2 mi Não sei /c/t?1 kyoi tdm1 sõi2mi tám1 TÈMA 25 Concerta v. a parede da tua casa? Não posso dizer se concerto ou não. O pão é azedo? Não, é doce. Bebe v. medicamento amargo? Sim, os medicamentos são amargos. Quebra ele os copos/ Sim, ele quebra copos e pratos. Apa¬ nha v. o giz? Apanho-o. E’ o vinagre azedo? Sim, é mais azedo do que as frutas. Vê v. as pontes? Vejo duas pontes. Quantas scenas há? Ha tres scenas. Ouve v. quatro missasf Ouço duas. Quantas flores apanha v.? Apanho cinco. O que cáe? Oáe uma pintura. Queima v. um mólho de pa¬ lha? Queimo jornais. 2t> O que é cheiroso? As flores são cheirosas. A carne chei¬ ra mal? Não, o azeite cheira mal. Quem é o mais pobrel kle e o mais pobre entre os meus amigos. Compra v. pão doce? Não ha pão doce na loja. Conhece v. o preço de arroz. Não conheço, mas posso preguntal-o. Toma v. trutas doces. Tomo as azedas. Ha vinhos amargos. Ha, lílíis não sei o seu preço. Que cáe? A parede cáe. O teu irmão quebra o meu lapis? Não, êle concerta-o. V. acar- let'a bancos? Eu acarreto mezas. se êle acarreta agua ou uão.
  • 40 NOVO MÉTODO 14 a LIÇÃO & tcli^áu1 copiar ^ tale4 conseguir lilj. kiw3 chamar Bi fãn3 fflg soi3) dormir g§j séngi (sêng2) acordar m min{ dei I ií//4 /,Y4 síi1 ktrtni2. Pode v. correr? Posso correr e saltar. Varre ele o quarto? Ele varre o quarto e a escol; €oiiiiiiuai<*âo dos substantivos quantitativos. 41. Jtô lch’angi para andares e camadas, j yat4 tch’angx laul um andar. 42. iM tch’eong{ para batalhas, chuvas e tufões. JH. yafi ^h9eongi tchvong2 uma batalha.
  • DA UNGI TA CHINÊS A . 41 43. |j|j lôk1 para objectos grossos e redondos, mas curtos. yat4 í(^uni pe(^aç°m 50 «HF v/a/4 ira/j /^oij uma meza de jantar para 8 pessoas. (Continua) Chamo-os para cá. WIA# íicí2 /íiie8 kííííf/1 Chama v. os creados? yani mé1? «í/«2 kíV k’bi, /i3 /oí4 Chs. 30.a — Os verbos ^ 7íõt3 (ir) e ;*j* /«i4 (vir) jun tam-se aos verbos para indicar o movimento para lá e para / ca> « vão depois do complemento objectivo do verbo activo. Trazer Levar para lá. nini loi{ íii wim1 ftoi:
  • 42 NOVO MÉTODO ii(inffl !’hr l’oii mél f ÍIÍ Jx k’oi2 1111 hang2 Viu3 hõi3 í'i' 4à ál£u sj^ rJx lt£ »et2 jiíhi1 ^w»/7, ?yii n, i>«<4 áõi3 me1? ©aítia#;iÊ>s*-ij nm1 7/ii)f| d kr^4 Zrím, i»fflk4 siii2 ftõt3 l1ode êle saltar para cá? Ele não quer saltar para lá Leva v. lapis vermelho pa ra lá? Levo lapis vermelho e tin ta azul para lá. TÍCMA 27 Cojiía v. o discurso? Não, mas posso copia-lo. Ele nãoacór da? Eu chamo-o mas êle não acorda. Dorme êle na sala! Não, êle dorme no seu quarto. Deita-se êle em cima da meza? Sim, êle deita-se em cima da meza do meu irmão. Salta o seu neto? Ele não salta mas corre para lá. Onde v. mora? Eu moro com a minha irmã. Quem te morde. Ninguém me morde. Varrem eles os nossos quartos. Eles nao podem varrei-os, porque precisam de ir á casa do meu pai. 28 lem v. um pudim? Não, meu tio ordena-me fazer um. Recita v. orações na igreja? Sim, vou recital-as. Compõe v. um discurso? Não, leio um trecho da Sagrada Escritura. Lê v. a tua lição? Sim, leio-a e copeio-a. Traz v. um mos¬ quiteiro? Não, levo-o para o meu quarto. De quem é o pe¬ daço de cana de assucar? E’ do meu tio. Não é do seu sobrinho? Não, êle não pôde comer. Faz v. vinho? SimJ laço vinho e vinagre. Quantos andares tem a tua casa? Tem tres andares.
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 43 15a LIÇÃO jjj hángí (hângx) andar k’ei2 estar de pé tch’o2 (tcho.A) asesentar-se ^ tcliam1 deitar um liquido mut9 (h,H' tchéníl3 limpo) alimpar sa^ íavar ^ siir rir-se hôk4 cliorar tcha3 fingir, pretender t’aul furtar tcli’eongz roubar a força ^ kou* processar, informar. m'*2 SUI* ilfl°2 Ri-se v. de mim? íllÀ^scfí* m°i(2 Vani sn(3 nelz Ninguém ri-se de ti. Obs. 31.a — As preposições que os verbos pedem para os seus complementos, não se traduzem e por isso qualquer verbo intransitivo pode ter um substantivo depois de si, em forma dum complemento. nei2 háu(ji Icai1 mê ny°i tch’°2 ,,e,2 lc’eí2 rjí, me1? hai,, ngo2 tcha m1 tcli’air. Anda v. (passear) pelas ruas? Assento-me no banco. Está v. de pé á rneza ? (ser¬ vir á meza) Sim, eu deito vinho.
  • 41 NOVO MÉTODO Continuação «âo* substantivo* 4|iini:£iiu3Êvos. 51 j/aa, para partida de jogos e vaso de flores. ya*X p'uni ^eí\ um jogo de xadrez, o2 //ou1 pura uma vasa de cartas ou de jogos. yat* p’ou] fán1 í^aa1 um jogo de 1‘antan. 53 li fiai2 (ponto) para lioras. \SLrtá$Êi V0*'4 ^nui!fl l,ma hora. 54 ^ >ad1 para objectos iigados dois a dois. -fc* i» //"^4 m^1 l(ljU tuh’eonyx um par de chouriços. 55 ’aíf, (kbnn/1) para ramalhete e cachos kVaí, /ií1 um ramalliete de flores. 5(5 ^ kiài2 para tomos e rolos. í/^4 sá’1 um tomo (duma obra —yftt4 t’ou*). 57 ^ /í(i4 (picante) para uma fileira de objectos ^Él^^ÍÍÍ yaí1 lat4 p‘ou:J uma fileira de lojas. 58 tôk4 para excremento. '"SUílít yat4 tôk! niu.ò urina deitada duma vez. 59 pou-i (passo) para pontos de agulha. yut4 7>oa3 tcham1 um ponto de agulha. <>0 m/aa2 (olho) para tanques e poços. f/aí4 n(jan2 tchéng2 um poço. N. H. Além destes substantivos quantatitativos princi- pais, ainda ha outros que se consideram como substantivos colectivos como —?/«í4 k'wAnx yeoncp um rebanho de ovelhas, —f/aí4 íoia j/a, um cardume de peixes, —.^ iy! 2/rt/’ /ubn/j íc/m3 uma coluna de letras, —yaí4 ícm*
  • 1)A LINSrUA CHINESA 45 tchi* uma mão do papel, !!"** teha1 maiz um pu- nluido de arroz, yat4 ycngl yeng1 um regimento de soldados, etc. Deve-se notar que a partícula /«C3, sinal do possessivo, suprime-se antes de qualquer substantivo quan¬ titativo ou colectivo. TÊM A 29 l)e (pie se ri v.f Rio-me de ti. Porque se ri de mim? Porque v. não sabe a tua lição. Ande para cá. Senlior, eu choro. Tu finges a chorar. Furtam v. os lapis de meu sobrinho? Ninguém furta. Tres homens roubam o meu re¬ lógio. Fu vou processal-os. Vai v. limpar a sua cadeira. Não, eu vou alimpar a porta do meu quarto. Porque não me deita vinho? Porque não vejo o seu copo. Quantos copos de vinho pode v. beber? Posso beber onze copos. Quebra êle os copos de agua? Não, êle lava-os. Não quer êl- alimpar o meu candieiro? Ele não sabe onde está o seu can- dieiro. HO Rouba êle o teu relqjio? Não, êle rouba os meus vasos de flores. O jogo de, fantan é bom? E’ muito máu. Vai êla alimpar o sapato do seu filho pequeno? Sim, o seu filho chora e assenta-se na cozinha. Onde há choriços para ven¬ der? Ha muitos na loja de meu tio. Pode v. fazer um rama¬ lhete? Posso fazer-llie dois. Quantos tomos tem a tua obra? Tem oito. Tem v. uma fileira de lojas? Não, por¬ que sou pobre. Quantos cachos comem êles? Eles comem "ove cachos. Quantos pontos de agulha tem uma cabaiaf Tem dez mil. O teu poço é bom? E’ ótimo.
  • NOVO MÉTODO 16.* LIÇÃO f((iò ligeiro mán3 vagaroso sanx novo I lait3 antigo, vellio jjBg héng1 (hêncf1) leve i|j tóh’ung2 (tchiings) pezadc '^jktchó2pin1 lado esquerdc FD*1 lado direito ? iig velho ein idade jjJ tchékA directo, direito itt i(í$]yftuò) tenro, novo li’ôlà torto em idade. T.lln ** nei2 lio3 i' fcj Aaig sán] ktò méí hai3 kau.A lcé3 O teu relogio e novo? E’ velho. X. B. O sujeito duma oração pode estar oculto quan¬ do já está mencionado na oração antecedente, ou nas res¬ postas às perguntas. n€^2 °^3 j Qaer V. comprar um novo? sau* ké* me1? fé» h(ll*> t<í>l‘- j Sim> 1,15,8 u;1io st5Í ° Preço. n(fo2 m j trhi1 ha? tcK>inl j )Uii~ l<>"2 kw°3 ' • ^ mais velho
  • DA LÍNGUA CHINÊSA 47 &ÍÍ;ÍÉMÍ: X()02 hai, niin, lavo* nei2 t('(ni tâk4 Vòi2 _ i/i'* hai3 lou2 ' I- V- Ao/n moífn /u tclVaiV samz lou2 mé1 fc'6/0 7iííi.{ Zom2 7o?e2 Sou mais novo do que v. Só. ela é velha. A mãe dele ê muito velha? Ela é muito velha Obs. 32.a Todos os adjectivos qu alifieativos podem re¬ peti r-se para exprimir o o 2.° tom superior 11a prio do adjectivo. grau superlativo, devendo-se empregar primeira vez, seja qual fôr o tom pro- k(ílh ,s^4 teWung* toh9ung2. mé1? «S-9R. ui. hai.ò9 hai, 3 h(hig[ Icé*. Zo/í^a1 pai4 to[ hei1 iru{ n«0* lcei' mti t it{) lékA tchéng2 A pedra e muito pezada? » Não, é leve. Aproximadamente Por pouco não, qunsi. Por pouco não caí no poço. Obs. 32.a — Os verbos J- seong2 (subir) ^ lólc4 (descei) juntam-se a outros verbos para indicar a direcção para cV aia e para baixo respectivamente, mas devem ficar depor» do complemento objectivo, se houver. li’oi2 ti3 hánt7, seong2 laux Vai*. ívahA tché2 Sc*Eríl"ltó7);J;í5.em walA tché2 k’õi.} ti.ò m, Voii soi2 scoag2 ng°2 kc3 fongr Eles andam pela escada aci¬ ma. Talvez Talvez não levam agoa pa¬ ra cima, ao meu quarto.
  • 48 NOVO MÉTODO f'1'ÍÍL neh tchék4 liois mé] ? [ Vai v. directameate. nei2 t’iu\ E’ tua vara direita ou kw'anH haL tchek torta? 3 wak4 k\>k* ac1 ffil ^oig 9,íi hai$ kok4 Ela não ê torta. TEMA 31 O navio dele é ligeiro? Não, é vagaroso. Compram eles um canhão novo? Eles não compram um canhão novo, mas vendem um velho. ( m filho e mais novo do que um pai? Sim, quem diz que nao é? Pode v. emprestar-me uma ca¬ baia nova? Não tenho novas, tenho velhas. O banco c mais pesado do que a meza? Não, é mais leve. Quem fi¬ ca á esquerda (tcho2 pin')t Os homens ficam á direita e as mulheres ficam a esquerda. Vê v. que a escada está torta? Não vejo, mas pode ser, porque ê muito velha. 32 A esposa dele ê mais baixa do que a minha creada? Não ê mais alta. Ha cem laranjas? Ha quasi cem. O teu gar¬ fo está torto? Sim, é preciso fázel-o direito. Vem ele á escola? Talvez não. De quem v. toma livros novos? Tomo-os de meu irmão. Quer v. lavar os pratos largos? Lavo os estreitos. O chá velho ê melhor do que o novo? Dizem que é melhor porque ê mais cheiroso. A tua <>ar- rala de azeite cheira mal? Não, a garrafa do vinho cheira mal. lia doze cadeiras? Ha talvez quinze. Os seus ami- íos assentam-se na sala? Eles vão para fora. t n
  • I)A LÍNGUA CHINÊSA 49 17.a LIÇÃO ^ náu.j tchákg) repreender ^ káu2 tch(ik4) escolher Jji£ kdm? atrever-se kwat4 cavar ^ V6X (mang1) puxar ^ kwdò pendurar t’uil (ung2) empurrar Jj| foi' vôar wan2 (^T tch^arn^) buscar IlÍÍ'! ' kunbrar-se nS ))U)n(1\ kci3 esquecer-se lj5t±Jg *aul máix tch’o)igj guardar, esconder. Obs. 34.a — Não hã. conjugações dos verbos em chi noz, nem terminações para pessoas e tempos, mas usam-se cer¬ tas partículas juntas aos verbos para indicar os tempos precisos em quanto não forem já indicados por outros ad¬ vérbios de tempo. L.° — Para indicar o tempo presente não é precisa ne¬ nhuma partícula, a não ser que se queira exprimir uma acção começada mas não acabada; e nesta caso junta-se ao ver¬ bo a partícula ^ kân2, ou ^ lio\\ por exemplo: fli iÊ n9°2 k/m/4 kân2 lei:t, estou cavando a terra. 2.° — Para indicar o tempo preterito usa-se a parti, cuia y (/ia2) héit^ou tchó2 depois do verbo, por exemplo: kT>/2 hoi:i heu[ heong1 kong2, ele foi a llong- koug. dos Na linguagem escrita costuma-se empregar verbos para exprimir uma acção passada. B yi., antes o.° — Para baze máns-mán2 ou pio: irei a Cantão indicar o tempo futuro emprega-se a 'Jfji tcheong' antes dos verbos, por exem- 73c ÍÍSác IUJ°* fi‘h(>0)UJ h()i'] sinifl 2
  • NOVO MÉTODO 50 4.° conjunções Vóng2 yeôk4 — O modo conjuntivo conhece-se apenas pelas subjuntivas, por exemplo: k’õi2 lai\ ou9 - mun„ se êle viér a Macau. neh mi Mm2 lók4 mél f ny°z ]'óm2 lo\ t/ni.ó kôm2 seong2 »«*g Mn9 heu] seiÁ koA tch’áng2 m&t ^C-j^T ÍLf>] ngoa kán2 héu1 íi2 ko6 mia W •vi, tcheong1 hõiò heong1 kong2 né1? ÍB^ yiii kam\\ Í&T !/*", H fca-m1 BJ3H H1CH.9, í/rtí4 OU TO BtH tchók4 yat4 0 teh’ini ynt4 Í'1'R^ R tmíW- nei2 ^hoh4 yat4 wan2 n
  • 1)A LÍNGUA CHINÉSA 51 5K •u ha iihj ri' k’vh m\ ltônv náu3 nei2 Ele dão se atreve a repre¬ ender-te. N. B. Os tempos dos verbos compreendem-se muitas vezes pelo contexto TEMA * 33 Escolhe v. uma casa alta? Sim, escolho uma casa mais alta que a tua. Porque v. cavou ontem a minha ter¬ ra! Porque quiz esconder as minhas sapecas. Lembra-se v. de buscar azeite? Sim, não me esqueço. Devo empurrar a cadeira para o lado esquerdo? Não deves empurrai-a, mas puxal-a para o lado direito. Onde pendurou v. a sua ca¬ baia? Pendurei-a na parede. Vai v. hoje a Hong-Koug? Vou a Cantão agora, mas amanhã irei a tua casa. Porque me empurrei v.? Preciso de buscar o meu lapis vermelho. 34 O que faz v. agora? Eu decoro a minha lição. Porque está v. chorando? O meu professor bateu-me. Estás fulgindo a chorar? Eu choro porque roubaram-me o relojio. V. deve limpar a tua mêza. Eu lavo-a e limpo-a. Quem está de pé? Ninguém, nós estamos assentados. Comeremos ama¬ nhã chouriços? Comeremos pudim. Pode v. collier-me um ramalhete de fiores? Sim, posso dar-lhe um. Acarreta v. um banco pezado? Nós dois levamos dois bancos pezados. A carne é tenra? Sim, é muito tenra.
  • NOVO MÉTODO 52 LIÇÃO 18a sau2 mão Util kròk9 pé tjQj »ííh8 cara, superfície nariz Jf i/ij, ouvido, orelhas t,aui (cabeça) fatQ cabelo tcM' (Sp,«J pegar jÉJj íVkfl dar pontapés PJ] mengi claro, entender >fri seonç/2 pensar, desejar tchin2 cortar com tesoura ■& fómf largar, soltar Obs. 35.d — Para exprimir o imperativo acrescenta-se a partícula |jijí|j lá1 ou lá* no fim da oração, e quando ela é negativa, a palavra não traduz-se por |J^ mai2 (£jj mat4) ou imperativo o sujeito pode ficar oculto. hoi* sai2 m inZ«i 4 £ ti riu» iók4 hm* iá• ^ kam1 ya/4 mai2 tchin2 t’aux fat4 “«*( *«»»' ■flMIíBI k";i k«'1’ tch’alfongl •weigtcftékg *«a2 y«w2 fán2 pai4 meM »í/o2 :*/««* Zok4 Zcftí1 OTJWUjit^sST »<. meiíf/j md1 (tch’ii2) kõu* Vá lavar a cara. Salte para baixo. Não corte cabelo boje. Este (jj^ tcWm) quarto Aquéla (ffipei2) cozinha Ha giz na tua mão? Sim, tenho seis. Entende v. esta palavra? wa3 vu,
  • I)A LÍNGUA CHINÈSA 53 n9°* I Batendo, mas mio posso lein- maif/if Uni:i ngo2 pat4 umi^ bral-a. kei3 £c7u‘ Obs. 3<>.a Quando um verbo é seguido da partícula ^ tchà3 indica-se uma accão continuada, por exemplo: tchd tchi\z pegar continuamente; e no sentido negativo acrescenta-se a palavra fl3i* (não) antes da partícula■ tchi\ ,3 Corta v. pano. Corto pano para remendar cabaias. nci*tcMn2 pou me[ ? 1igo* tchin21>on3 pou* Sfl Hl1 N. i'j. A preposição para jS; ivai3 (fim para que) quan- ilo ivgc* um verbo, geralmente subentende-se. ÍM«)È^>ÍÉí3cíÍÍW kòí2 U* I Desejam eles furtar a mi- seong2 Vaux ngo2 7c7ick0 j nha galinha? kai1 mélf j ^ nei2 sói1 Sim, v. precisa de processal-o yiu* lcou? k'õi2 I ^líÉiEtfciíi mat4 Í6*/íák9 Qne,n está agarrando-o.? ícM3 7^oí2? jjb yat4 ko:{ aõi2 fl/aa, íc7iák9 íc7tM;i k'bi2 k*bi2 k’«tq Uma mulher está agarran¬ do-o mas ele pede-lho que o largue. k’bi2 fong 3 n*mí ic^(l\ l°\ Vá v. trazer chá para cé. #lií| v«h mànx •ílÉ Vh soi2 sau2 I'.BÍ kung1 t'auA O nariz cheira. () ouvido ouve. Marinheiro Capataz
  • 54 NOVO MÉTODO « TEMA 35 Quantas mãos tem v.? Tenho duas. Teem duas pessoas (yanj quatro pés? Sim, não podem ter mais. Lavou v. a casa hoje? Lavei-a A minha cara não está limpa? Sim, está muito limpa. O teu nariz é mais pequeno que o de¬ le? O meu é maior. O seu ouvido é bom? Não, é mau. Pegue neste sombreiro. Sim, vou pegar nele. Entende-me? Não posso entendel-o. Deseja v. comeyar amanhã ? Sim, porque meu pai me repreende. Cortem as suas irmãs o seu cabelo? Não, elas cortam o cabelo *los seus filhos. 30 Porque não me largas? Porque me furtou tres cabaias. O marido dela rouba? Não ouvi dizer que ele rouba. Saltou ele para cima da meza? Sim, ele saltou e assentou-se em cima da sua meza. V. é capataz? Sim, tenho 208 homens de trabalho de baixo de mim. Vi ontem 500 marinheiros. Onde os viu v.? Vi-os numa igreja. Esta janela é verde? Esta janela é verde mas aquela é branca. Devo pegar nesta garrafa? Sim, desejo beber um copo de vinho tinto. (hun
  • DA LÍNGUA CH1NÉSA 55 19.a LIÇÃO & te UB M E teh’eoiuii comprido íiiii2 curto ^' M gordo saw3 magro tchan* verdadeiro ka2 falso n & m hámx salgado Vám.y (tdm3) ensôsso koa1 seco sap* molhado sâm* profundo, fundo tchrin2 chato, sem fun¬ dura Obs. 37,a. A palavra kei2 (quanto! quão?) serve pa ra modificar os adjectivos nas perguntas, e nas orações afir¬ mativas significa algum tanto, um pouco. *’***! muj' ^al"8 Qllfio comprida é a corda? kei2 tchyeongx nc[t (que comprimento?). hais kei2 E’ algum tanto comprida. tchyeongx sí3 tGhani wak4 sis kdz né1 SÍ3 tch(l)lí nei* tcMk* yutt n k4 hámx yu{ mê1? ngo*sek* hdmi yeôk4 pat{ sek4 Tiám !f«i k’oi2 n9án* tchéng2 sâm[ me1? 7Hl ^a,3 hei2 sâm1 *H'.”*!.kda E’ verdadeiro ou falso? E’ verdadeiro. Comeu v. ontem peixe sal¬ gado? Comi carne salgada; não comi peixe salgado. O poço dele é fundo? Não e muito lundo Não. . .muito.
  • 56 NOVO MÉTODO mi*nói* tchi1 tcheou(/s fu1 feii mélf k’w2 »'i *«*» kei2 feil kam* tchiu1 kr/m1 w/ín2 krtí»1 í/4 r^3 tchau3 kam* nini tch’ot4 nin4 O marido da tua filha gordo ? / e Não é muito gordo. V/. 'T.-, nei2 kam1 tclii n* tám* sõi2 me1? "T^íff w/7«2 ftttwi1 »mn2 tám* Esta manhã. Esta tarde. Esta noite. Ao meio dia Este ano. Ano proximo. Acarretou v. agoa esta manhã? Acarretarei esta tarde. Obs. 38a () tempo imperfeito exprime-se por meio da palavra t’oMf* si, (então) colocada antes do verbo; e o tempo mais que perfeito 6 indicado pela palavra ^ sin1 (antes) co¬ locada entre o sujeito e o verbo. tchous maf4 ye.J O que fazias? ,»if tona' sii nyo2 , Eu colhia as flores. tchak4 fá :=i kau:] .s/j kff,,3. •s/1 k’i]i2 yan3 .sii1 Antigamente. Ele imprimia livros antiga- mente. X. B. Havendo qualquer adverbio que indica o tempo imperfeito, é escusado usar a traze tong' si2.
  • DA LÍNGUA CHINÊSA 57 Estava a tua cabaia seca ou molhada? sil nei2 kiu3 .srfm1 kon1 wak4 sap4 next N. B. O verbo estar, tomado no sentido de ser, não se tra- (luz, como k’bi2 tong' êle estava pobre. ¥ kau3 niní k'fi»g kí7«3 nin^ mi tôk4 «sii1 nic1? Ano passado Não estudou ele no ano passado? TÉMA 37 O marido dela vende peixe salgado? Não, ele vende carne gorda e magra. E’ verdade? E’ íalso. A sopa esta eusôssa? Sim, precisa de sal. Porque o sal esta molhado. Porque cairam duas gotas de ágoa nele. Pode \. eugulir pão seco. Não, não posso comer pão seco sem beber ágoa. A ágoa está chata? Não, está muito funda. As tuas corren¬ tes de relogio são compridas? Não, são ma is curtas do que as suas. Porque está ele magro? Porque êle não come car¬ ne gorda. Quão grande é o sino da sua igreja? E’ maior que este quarto. 38 H M & £ A ¥ •£ ft X 2. pf. A m. Th. t ê * z Jl:* fc 3? fé # fé A £ Í3c T> £ tt ,tt £ « X § ft * n m itt si» fé ^ % a § is a n fé A «tfi X* £ JÊ flt Jfc 1$ A I £ # JÉ £ X = £ ufcfi ^ ^ $ 13c ii 7K & £ A A ^ S _ Wfc # ;H: ãfé X A &
  • NOVO MÉTODO 58 20.a LIÇÃO P# hau2 (boca) s'ón{ beiços * ngax dente leiò (^ liugua ngak4 t,aui testa 5o ie* barba JÚL m # /uií9 sangue í6'/íeo7í8 (g? tch>iini') vestir, calçar. t’iit9 despir, tirar roupas tchát9 escovar, t’ui3 rapar, fazer barba sân1 estender sôlâ encolher Obs. 39» — Em prega-se em cbinez o verbo ter ^ yau2 para formar um tempo composto que indica uma acção pas¬ sada. ou frequentemente repetida. nei2 kó3 tchai2 tchók4 yat4 yau2 fedi3 seng3 Pongl méll \lcói2 yau2 hoi3 mui2 tch’ii3 yí2 tch’us >;lj fíAI Pit4 ko3 5'1À pit4 yan{ "y°* 50Í3 tch’ii3 {] fpp ?/a«2 SÍ1 U 2/«Ç H srfi*4 1 IW O teu filho foi á igreja on¬ tem? Ele foi. Cada vez. Cinco vezes. Outro. Outrem. Bati-o quatro vezes. as vezes. Dia, sol. mês, lua.
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 59 yat' ]í0* yut4 yau2 kei2 to1 yat4 nél f yau4 s(íml sap4 yat4 HÈAJiJfÉ sòi‘ <,ítí3 *ottl ir&éijfi ** *’«** s°wl nzMwm* y**tchii *iln' tch’átQ sám wuj vsi* u* f0\ hei2 tcheongi t’oil mélf Quantos dia ha num mês? Ha trinta dias. Quem faz barba? Meu pai faz barba. O teu neto escova a cabaia. Eles levantam a meza? Obs. 40.a — Junta-se a palavra ^e\2 aos verbos para exprimir uma accão de levantamento; e, quando essa palavra é precedida de u^- m, (não), a negação indjca » impossibi¬ lidade de levantar. A mesma palavra significa ás vezes por completo. $;i£íU{,0i s7'2 hei* sám1 fung1 «o»3 nei* W}<3 .sJm 1 mélf ny°* tc^eoKs(im h'3 niih sanx kéng2 mêf k’bi2 sók4 kéng2 mn-T.kmtzBMi nei2 ko3 knng] yani sou3 kei2 toí fóngi n&l ÍE-jif Aflí] k’tíÍ2 •S0":' Wk4 k(ín' Escrevi tres cartas por com¬ pleto. Vai v. tirar a cabaia? Vou vestir cabaias. A flllia dêle estende o pes¬ coço. Ela encolhe o pescoço. Quantos quartos varre o seu creadoí Ele varre seis.
  • 60 NOVO MÉTODO ffflM:ff1ff_:JÍ;íFn^ Ice/ tchat4 yau2 sáa1 yi:i tchék9 nga± mé1? 'ÍFífftfvVH k'ò'»2 í?««a yé3 pdt9 tche\ O ten sobrinho tem trinta e dois dentes? Ele tem vinte e oito 39 • Porque os teus beiços estão vermelhos? Porque bebi vinho tinto. Quem tem lingua comprida? A tua é comprida porque V. fala muito. Cuja testa é larga? A testa do meu tio é larga. Pez V. a barba? Não, farei amanhã. A tua mna escovou o seu sombreiro? Não, éla escovou o pano. Cortou V. o cabelo. Sim, cortei-o esta manhã. Veiu um hospede? \ ieraro sete. Quem sabe fazer comidas? Minha cu¬ nhada sabe faze-la. Vai o seu sobrinho ou sobrinha á esco¬ la deste professor? Vai o meu sobrinho com o filho do meu creado. 40 .. j « tt ® \ tt. a r s s * * a, a 12« -?• x M IM íiii nfêE ff t m #• pt ff * ffiIZ I m í $ - ® g f a * £ ffl * x I £»>!,***>***§ N r* ?j i ff ííu ff V» * se fl’
  • DA LINSUA CHINÉSA 61 21 .a LIÇÃO 4»k\ ^ láng., ^ tông* frio % yit4 quente tcheng1 leng{ esperto yiií tch’ón2 estúpido ^ou2 (barriga) ngo3 ter fome kéng2 (pescoço) hotg ter sede kin3 kokg sentir a ícfto2 impedir (Si) tim2 acender jfc| «cft4 apagar ^ engx parar yin] mexer, abalar Obs. 41a — Acrescenta-se a partícula jj| kan2 aos verbos para formar o participio presente; e a partícula ké3 para formar o participio passivo, usado como adjectivo. yiux I Mexendo a meza, êle fez kan2 tcheong1 t’óix k’ò'i cair o piucel. tcheng2 titg tchi1 pat4 N. B. A palavra tcheng2 significa fazer ou causar na linguagem falada. íaKSHfHIWt sau* máii tchok4 yat4 mái2 ke3 hái] tm^mm haí*kei2 toi tini2 tch ungi nél Guardo os sapatos compra¬ dos ontem. Que horas sãof «H-Z-Iífi r5? São doze horas. São nove e meia. São duas horas e vinte mi¬ nutos. Obs. 42.a — Os cliinezes contam geralmente as partes duma hora por meio dos numeros por onde passa o pon¬ teiro de minutos. Sendo o intervalo de 5 minutos de um numero a outro, basta dizer em que numero está o pon¬ teiro de minutos em vez de contal-os. 1 8ani tehung1 | lielogio que dá horas.
  • 62 NOVO MÉTODO N. B. Para evitar ambiguidade, acrescenta-se á palavra tchung1 (relogio, sino), a fraze si{ san{ que significa uma duodécima parte dum dia inteiro. —Va^ fani tchung1 yatA ko3 kwat4 J (—yatv Jiak4 tchung1 ) f pun3 ti»*2 tchungi y(lt> tim2 tchung1 yau2 Icei2 to1 /an1 nélf yau2 lôk4 /ba1 k'oi TTii^IE r’/Li 2 kci2 to1 tiw2 tchungi yam2 tuli’ai m'i f k'tí<* fh tim* tchungi yam2 tctia{ neii k°8 Pi,(i m, hánqx mêf ««-«««»* k’«, háiií/^ tán3 vit háng tok4 tvhiin2 Jái3 tft Um minuto. Um quarto. Meia bora. Quantos minutos bá numa bora? Ha bO minutos. A que bora ele bebe chá? mau,. Ele bebe chá ás 5 lioras. O teu relogio não anda? Ele anda, mas não anda justo. De pressa. De vagar. Este relogio anda de pressa. ne^ Jco* tchungi hángT fáiò k°3 k0* tvhun9i I Aquele relogio anda atra- han9i md», zado. O relogio de minha lilha rC-W^-rw}W J n9°2 nóh tchi1 piu1 kfl»?1 tchiu' t,engi héu1 _t£t seong, linz (Un2) Dar cordas. Ainda nâo. parou esta manbã. mei:f tch’ang[ m yi, keng1 Já.
  • DA LÍNGUA CHINÉSA (53 fcng0* seoug* n
  • 64 DA LÍNGUA CHINÊSA 92.a LIÇÃO porco ngo. ganso kair hiin2') cão mia, yeongl ovelha jfL^- tch’on2 (herva) yeougi cabra •£[- apau, vaca II «p9 adem, pato /fg mia1 gato tcheoky niu.J pássaro j»»j maz oavalo ân| i,ak4 koi>9 pumba lou2 sil2 rato "tig|£ ^ -IJ/j? wí «£4 «0i j yeong2 ngati^ ncA A*Fô^ y^'9* ngaUi kap4 tchil1 Quem sustenta vacas! A-Fôk sustenta vacas e porcos. Obs. 4;!“ — E’ costume usar na linguagem falada a particula ^ as antes dos substantivos proprios de pessoas o também antes dos sustantivos comuns que exprimem um gião ascendente ou colateral de parentesco, com tanto que sejam monosilabicos, por exemplo: a3 suk, tio; Igí jgt «' p'ou avó materna. Esse costume observa-se com uiais ri¬ gor quando se chama alguém. B nei2 (t3 sou* tdiok4 yat{ hbp pin tch’ii3 lc’i) i2 hlVP h eong1 koug* tchok )uáif2 j tchok yé^ I tchók4 mán2 lcõi2 tchôky keV sám1 tchékg pak4 lou2 Aonde foi a tua cunhada ontem? Ela foi a HongKong Ontem á anoite Ele agarrou tres ratos bran¬ cos ontem ã noite. ..tj #ir
  • ti 5 I)A LÍNGUA CH1NÉSA Obs. 44a — Os preceder aos adjectivos susbtantivos quantitativos devem que qualificam os substantivos. JR# ít7i«ky iowg «ii* 111^ ífl ^ fei' MM 1-1 fè íi1 dp9 iiaiic/i fei1, t/m3 j>ak4 ko^y nang[ fei1 koit1. «;*:feíS]Je*4# k’w> tcheong, fu1 teflil* ./éi, ».7"i ta#? lííicl®HE k’r,G Ifff»2 sei3 £c/í6'ky 0«2 s/r WífrtMj háii mél1 {idilÍ^Tli.ÍílÉ.kíi^ ^ ugáu2 heu{ íi2 tui* háii Wk< toAákg wm2 tchau2 heitl h'òi3 sengA t’ongi mé{ t n«°* kin3 km2 ti3 tchau2 kííi1 yeolA hai.A pák4 tn#? ®»K*aíss^ a*. tchif yeok4 pák4 kti?o3 Jfeai1 ?/eoA*4 ^ T. A. í^*1 ^*°3 kung1 yan{ íSíí^ J?^1 íw»flfa tch,eongí wflrawi ^l(2 O gato agarra os ratos? Podem os patos voar? Os patos não podem voar, mas as pombas podem voar para alto. O marido dela busca o gan¬ so gordo? Ele busca quatro Os ratos mordem os sapatos? Morderam cinco pares de sapatos Correram seis cavalos para a igreja? Vi-os correr A carne de galinha éjbranca A carne gorda de porco é mais branca que a de galinha Qual creado? Qual parede? Boi
  • 66 NOVO MÉTODO N. B. A palavra jçí kwu2 cho dos animais quadrúpedes. sua3 kiro:t ymng{ nd? serve para distinguir o 111a- O bode é mais magro d© que a eobra TEMA 13 Pode um ganso voar? Pode ás vezes. Os porcos an¬ dam de vagar? Andam de pressa. Escolhe V. ovelhas ou cabras? Eu devo escolher ovelhas. E’ cão ou cadela? E’ cão. Passou um gato? Não, passaram quatro ratos. 0 que me chama V. a fazer. Chamo-te para cortar os vidros. Quer V. comprar a carne de porco, hoje. Não, quero fazer sopa de galinha. Come alguém carne de bode? Ninguém a come. O teu cão entrou na tua sala para buscar os ratos? Sim, meu cão agarra ratos, mas a cadela não se atreve a íã- Kel-o. 44 K qi ff. ® 16 ff ff ® • Tf - - - - 4 »K • « * * m #■ ffi 3? * # ® a ff « a w é- lfè ff $ ffi ® ® H # é(, h iâ it ft íí ía ^ jc _ e ffi ff r a m a ff ff fut as, nn 8 *» li intr® ±- m m À « mi m 7 Ê8
  • DA LÍNGUA CHINÊS A 67 23.a licAo >0 mm* vontade, coração ^ p’eix pele, casca kwat4 osso san,i corpo pui* tchék9 costas JJ* liunf peito fdn1 repartir, dividir liôp4 unir, conform * seong2 premiar fat4 castigar â| /c*Adn6(\mei2 belo) 1 ouvar :S kon2 afugentar, enxotar As n n fl«l m nei2 ywuf Ao/1 /Vim1 Ao/1 /m/2 A o o1 V. deve dividir o pudim Obs. 45n— A palavra Ao/1 (abrir) junta aos verbos, denota o movimento para fora ou a separação das partes, e no sentido oposto, isto e, quando se exprime o movi¬ mento para perto ou junção das partes, usa-se a palavra jQmáiu por exemplo: hdngi Ao/1 andar para tora; ^ tchu2 mdix morar juntamente. )ujo> yentf ko/1 /mm1 Ao/1 k’õi2 kc/2 /o1 /Vím.j mc 1 ? j/m m j ko/u hoi] ngo2 tV k wo2 téhil2 mc1/ Ao/u Aoi1 Ao/2 //.j Ao/q mimí, /M2 nei2 mm?1? Em (piantas partes devo eu dividil-o! ♦ Quatro partes Quem cortou as minhas fru¬ tas (abrindo-as)? () seu tio cortou-as Eles uniram-se para bater-te?
  • f>8 NOVO MÉTODO U «*tV3 J rtli kóm2 ta2 nyo2 sín{ sang1 /etá4 k'oi2 íi3 mé1 f 3t 4 fu 7 »«»
  • DA LÍNGUA CHINÊSA 69 •Alt mou2 yrfíg tch’inx tchrin{ luro* kòi2 tis Nigueiu a come, mas algueiu frita a pele de porco para comer Como? de que maneira? Como o prefessor premeia os estudantes? Ele reparte-lhes vinte e oito mil sapecas TÊM A 45 O teu cito morde os ossos do meu cavalo? Ele não só morde mas também engule-os. Porque o teu corpo é pe¬ cado? Porque como muita carne gorda. O peito do teu filho é largo? E’ mais largo do que as tuas costas. Pode me dar cascas de laranja? Não as tenho, mas tenho as de outras frutas. E’ a ovelha mais magra que a cabra? Digo que é mais magra porque tem as costas mais altas. Cor¬ reram os ratos para dentro do meu quarto. Não, o gato apanhou-os. A carne de ovelha é tenra? Não é mais tenra que a de pombas. 46 O meu ganso preto é mais leve que o teu pato branco? Sim, mas os nossos galos são mais pezados. Dividiu V. o pão grande? Dividi-o em quatro partes. Viu V. o meu gato afungentar as pombas do meu neto? Vi-o agarrar uma. Podemos cozinhar a carne de cavalo para comer? Não, ninguém a come. O corpo deste homem é mais pe- zado do que um boi? Não pode ser. Quem louva a si mesmo? Os marinheiros louvam-se. De que pele precisa V. para fazer sapatos? Preciso de couro (ngaui p’eij.
  • TO NOVO MÉTODO 24/ LIÇÃO BKfl) tov2 (pokQ) jogar ^ tongs empenhar yéngi vencer, ganhar sii1 perder JjJ» tchán3 ganhar, lucrar Vong{ matar abrindo ha rriga a 3c kei3, mandar ])elo correio Jcd-u1, ^ tai3 entregar tchipg receber sau3 aceitar, sofrer tu2 fatQ enviar satd matar cortando a cabeça 7Í&/Í& Yeók4-hon3satg heu1 (liu2) Pou2-lôk4 ?Éfc7 pei.j Yeók4-hon3 satg heu1 João matou Paulo Paulo foi morto por João Obs. 47a — Para formar a voz passiva põe-se o com¬ plemento objectivo do verbo activo no principio da oração, e em seguida a causa eficiente regida de preposição pei3 ou sau3, antes do verbo, ficando o verbo ser, oculto ou claro, entre o sujeito e a causa eficiente. Na linguagem a* escrita é preferível usar nau.,. O pronome se usado come partícula apassivante, não «e traduz, e quando a causa eficiente não está expressa, pode-se dizer pei3 yan, (por alguém) antes do verbo. N. B. A palavra |f£ pei3 vulgarmente pronuncia-se peiz. TcW ÍX 7 n9°i u> sii' mãiA Venderam-se os meus livros henA \ÍÉ7 nf/°2 1:ê* ° rclogio foi furtado. tchnng1 pei2 yan, Vau' heu' \
  • DA LINGrUA CHINESA 71 % fêMH# /c'òi2 101(2 teVitii méif / Ele joga sapecas? N. B. A palavra tch’in{ (sapecas) póde tomar-se no sentido de dinheiro. im yau2 tchHnx 35IS <***> Af fôlà haiò yau2 tchyinl me1? hah> kôi2 . hai2 krungi ....yii í (como)....kôm3 (ião) nei2 hah yiii ngo2 kôm3 krungi mé1? Ter dinheiro, rico A-íok é rico? Não, êle é pobre Tão—.como E’ v. tão pobre como eu ? Obs. 48a.—Quando se faz a comparação de igualdade, diz -se primeiro a parte comparativa como tu yii\ antes de tão lcôm3. A conjunção yii, pode ficar oculto e na lin¬ guagem escrita usa-se tchi1 em logar de kôm3. sÔix yani yiix ngo2 tchi1 koult |=J tchilj tclirungí fltffiMT $1 tcMs tch’ungl k’ôi2 ycng[ heu1 tchHnT «ia2 fto2 hon2 siii2) *1, Mi> “* pr(A*(J seonfh Sl\ s^\ tchHnx Quem é tão alto como eu? Desde, desde que Desde que ele ganhou di¬ nheiro Raras vezes Sempre Seu tio (irmão maior do pái> sempre perde dinheiro?
  • 4 72 NOVO MÉTODO »*1 haiv m{ tou2 tck’in{ heu1 sõn3 pei2 matA soiL RfTMi* «f,** heu* pei2 ngo2 aò sók4 Não, ele Del o joga A quem mandou V. cartas! Mandei-as ao meu tio (ir¬ mão menor do pai) TÉ MA Enviou \ . o seu tillio a Cantão! Enviei-o a Hong- Kong*. Mora ele em Macau! Sim; ele mora com meu irmão. Xao quer V. aceitar o meu dinheiro! Não posso aceital-o. Cuja carta receberam eles? Receberam cartas dos marinhei¬ ros. A quem entregou V. os meus lápis! Entreguei-as as irmãs da minha cunhada. Matam V. cabra esta tarde? Sim, precisamos de boa comida esta tarde. Vieram hospe¬ des? \ ieram cinco hospedas. Teem elas fome? Elas não so teem fome, mas teem sede. 48 Empenhou V. o seu relogio? Não, quebrei-o. Onde o quebrou V. Quebrei-o na janela. Quando? Esta manhã ás sete horas. Que horas são agora? São duas. Não são duas e meia? Não, são apenas duas e vinte e cinco minutos. Quanto ganhou V. no ano passado? Ganhei vinte e tres mil sapecas. Porque o teu pano é tão estreito? Porque cortei-o com tesoura. Foi tão largo como o meu? Foi mais largo que aquela taboa. Foi V. enviado pelo seu pai? Não fui, mas ele foi enviado pelo seu tio. Venderam-se os bois? Não, foram mortos pelos homens mãos.
  • I)A LÍNGUA CHINÊSA 73 25.* LIÇÃO ^ fó2 logo, lume j|gj yin1 fumo, tabaco ^ Ván* carvão tcli,áii lenhíi tchou? fogão Uinái* (?L?/»•) Ieite Jfc^rft3 £cM3 cobrir sak4 ícfeUg tapar Vai2 olhar, ver com at- teução, hon9) k'ik9 descobrir I kwan2 ferver % tanf (ggfí£ t’e'u-’i hauJ esperar Obs. 49.a— Usa-se a partícula oração para exprimir uma resolução ou Zok9 no certeza. fim duma 'uil®i!*:'i*w n9°* U3 1,11 Veny* han;i k,oi2 /ok9 kwcm2 *oí2 me1! a At »e»2 «m*1 tch’aií walc4 siiV Ván* nél\ ífeUffASM *«*» liou2 fo2 Awo3 ZVía3 k’õi2 ké* p1angi yau2 kê3 /a3 tcWan1 setng2 yam2 ngau] nai2 mêít k,oi3 seong2 yam2 yeong, mííí2 *«■ kwH//1 i/on tchou* tchií2 fán3 ma3 Nós decididamente não es¬ peramos por ele. V. ferve a ágoa? Eu fervo o caldo Queima V. lenlia ou carvão! Lenha é de melhor fogo (ar¬ de melliorj que carvão O pai do seu amigo deseja beber leite de vaca? Ele deseja beber leite de cabra O ereado tem fogão para cozer arroz ou não!
  • 74 NOVO MÉTODO N. B. Vulgarmente se diz tcliii2 fán3 (arroz co¬ zido) e não tofcfi2 maU (arroz crú), a não ser que se fale da quantidade para ser cozida; por ex. tchii2 yat4 tair mai2 cozer uma ganta de arroz. Obs. 50a.—A partícula Hjg ma3 no fim duma fraze é a eon tracoão de mi e a3 e servo para fazer perguntas com a fraze ou não no fim. Na língua escrita usa-se fau2. ti1 soi2 kwan2 ma3 meh tch’angi k wan2 fó2 tch’ai { Mik yi,li /®* nff°2 Mi» t’ai2 3/i»1 fóz mÍ2 ?/««2 fó2 tch’aii tim2 fó2 masf HA jfct 7 # ^2 *c/í fó2 sek4 héu1 méx t hah> fun91 tch’òií1 sek4 k’òi2 IféAJ&flflíSLll*! !/«», k’t<9 /(ot1 íc/k7c9 fip9 te/li1 Íc7mí4 k’ií9 ,sck4 j/in1 /oí2 soa//3 j/iw- ÍHff* 2/d^1 tchai2 A ágoa ferve ou não? Ainda não ferve Fósforo Fogo preso (de artificio) Vou ver fogo preso Tem v. fósforo para acen¬ der o lume ou não? O seu lume apagou-se? Sim, o vento (soprando) apa¬ gou-o Quem descobriu o meu prato? O sobrinho da mulher dele descobriu-o Fumar (tabaco) Charuto de Luzon (Manila) Cigarro, cigarrilha Obs. 51a.—A palavra ^ tchai2 (tilho) depois dum subs¬ tantivo é sinal de diminui ti vo.
  • DA LIXGUA CHINÊS-A 75 sek4 Zõi2 sóm/3 yin1 yinx tcliai2 nél t k’õi2 wak 4 yekA p&t4 ••••yek4 pat4 ••••jJOÍja yall3 dii....ydu:i m 1 yauò m, *efc4 2/iti1 yífw3 ■m1 y#m2 tchau2 Fuma êle charutos ou ci¬ garrilhas! Nem....nem Ele nem fuma tabaco nem bebe vinho TÊMA 49 Queui descobriu o meu prato de comida? A fillia de minha cunhada descobriu-o. Tapou Y. a minha garrafa de vinagrei Sim, porque o fumo pode entrar lá. Bebe V. leite de vaca ou de cabra? O leite de ovelha é melhor. Ha fogo 110 fogão? Não, já está apagado. V. queima lenha ou carvão?. Queimo lenha porque o meu fogão é largo. A ágoa ferve? Começou a ferver ás nove horas e um quarto. Espera V. por meu irmão? Sim, êle virá esta tarde ás seis horas e meia. Olhe para cá, V. deve ouvir as minhas palavras. 5Ò Viu V. o meu livrinho? Sim, está na sala. Vem o marido déla a Macau ou não? Sim, ele virá depois de amanhã. Tem V. fome ou não? Não, tenho sede. Senhor, êle tapou-me a boca. Vou castigal-o. Vá V. para fora da porta. V. Chora? Vou castigar-te mais. Senhor, não me castigue, não me atrevo a fazer mais. Pode V. emprestar-me fósforo? Quer V. acender a lampada da igrejá? Sim, porque está apagada. Deve ir aceudel-a de pressa. Senhor, preciso de ir comprar azeite.
  • 76 NOVO MÉTODO 2G.a LIÇÃO ff Kwai3 caro, nobre. OU I V’énen(/i kwo3 kau3 niit, toM1 Mí9 si3 «’«* waí3 w-Mj & sap4 farp Í'\'$ÍÈíM »ei2 í/m3 tchéok4 fais sou1 Z2° Uaa.se a paIavM jg totls na liu da r8 ™ C„H„„ q,,e traba,h„ o qualquer «.rriçe in,I„s|rial „„ artistio- » 11, urita porém, emprega-se a nalavr, m h " b paia\ ra g tcheong3 para artífices hàil tcheong3 | Mttfê “o», Mi, l
  • DA LINGrUA CHINÉSA 77 mong3k’õi2 nangl sang1 2/ í7 3 tcheok4 matA yé.z néM a^
  • 78 NOVO MÉTODO toham' hai, tchim' ké3 mé'1 hai.j tchim1 hiro3 tchi1 yiin1 pai3 i As agulhas são agudas? 'i/L O — ^íl° acudas que o Ja¬ pis. TÊMA 51 Pn™?rm Morrs,u ° sobrinho da minha cm)],a,la Bncontrei-o ontem . de já não vive agora. Ti*, » e pevaoça. de viver! Sim, ê„ m,„„» pen,„„ lnÓ™ Tem v- med" d'"» Horaen, morto! Não tenho me!!o do encontrar „m homem morto. Porque a carne de porco „ão stácomda hoje! Porque o fogão não teu, muito fo„„ A tna taca e aliada! Está muitíssimo ..a. A sala es ta suja, porque não a varreu v. esta manhã, Não tive tempo para varre,-a. Disem que arror, está caro, é verZ ovell,a.a°Ne,!'e , ’ * ^ ““ é 1)0,6 “» «"•»• »» d. a‘ Nem e de nem é de ovelha; ó de boi. 52 ® ftíT ffi» fp * * tk # T' n £
  • DA LÍNGUA CHINÊSA 79 27a. LIÇÃO gr tán2 (tán3) ôvo mm ho^lán1 (Holanda) $ii, batuta tchiu1 pimenta Káis lát4 mostarda sau2 dedo sau2 7tapQ unha ^ cortar em fatias ijílf tchdm2 cortar levantando a faca #j sék9 (to4) espetar, picar j)unl m yi)l remover arrastar, puxar flf; íc7íAc* puxar, içar. 7^0*2 sek4 tchin1 táfi2 me hai?> k’oi2 sek4 ta/i2 tfungx hoí lan] .sii, 7^7/i/í1 7«í4 me1? ko3 kdi3 latx $íífc Pei* tch’ii2 wu.ò seony1 7eor///2 (kr/1 casa própria) fôR®5t3MBSW nei2 a1 /w/i-flf1 tai3 seong1 oís mei1 lai1 tch’c* trMi tfíhói yaus Come ele ovos fritos! Sim, êle come ovos com batatas. A pimenta é picante? Não pode ser piais picante do que mostarda. Entre si, um e outro. Mutuamente. Ambos, ambas partes. Os teus irmãos amam-se (mutuamente)? Termo médio cerca, ácerca de.. .. N. B. Esta fraze coloca-se no íim da oração. ftHíiVVLA** o«* munt yau2 pát9 tvh’inl yanx tchó2 Idfe !/fi»3 kai1 sáng1 tan2 Em Macau ha cerca oito mil pessoas A galinha põe ovos.
  • 80 NOVO MÉTODO íí. B. A palavra £|r sáng1 (j||* tchãn2) como verbo significa produzir, |>arir e nascer. O nascimento porém duma pessoa diz-se rj-i-Jg- tchot4 s«i3. j/o1 .sii3 .va/i/Z1 Avoo- íc/iii2 «c/i/kg yeongx sáng'héux sei3 tehék9 tckai' jp,Tjr^ tchOit' sáng1 tchoi3 A arvore não produz frutas. A cabra pariu quatro filhos. As liervas nascem na terra. Obs. 54a.—Pode-se usar um adjectivo depois dum ver¬ bo para exprimir o estado do objecto, ao qual é reduzido pela acção do verbo. n9°* yin3 sai2 pák4 ngo2 kiw-3 «rfw1 tchin~ t\ur tch’u~ sengi la{ tchi3 íoa3 it yu», 3ÍÍL kana . **** *att3 I /aí4 Jc/íi3 íou3 kc/ íi*/ mmwB tchr tou3 mengl yat 4 fWIMÊ&t# »ei2 k«u> ok9 /wí3 yÍÍH2 MC1? /m/3 s&m3 koa3 ícÁ»^2*». (tK^ iceng2 l>at4) Preciso de lavar a minha cabaia até ficar branca Corte (com tesoura) esta corda para ficar curta Até longe, distante perto, proximo Até quando é v. castigado? Até amanhã A tua casa está longe.? Está muitíssimo perto nunca
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 81 TEMA 53 Corta v. a carne de vaca em fatias? Sim, porque meu pai quer duas fatias. Cortam eles os ossos? Não, porque a faca não está afiada; é romba. Removem eles os candieiros? Não se podem remover; são pezados. Não deveis arrastar o tapete. Sim, senhor, nós dois levamo-lo para a igreja. Vão V. cortar as unlias? Sim, já são compridas. Os dedos da tua filha são curtos? São curtos mas gordos. Vai V. puxar a agoa do poço? Não, vou cavar batatas. Pode o criado cozinhar sem mostarda e pimenta? Ele pode cozinhar sem mostarda, mas ninguém pode comer sem sal e pimenta. 54 TC > K % % fó T ff T ‘ti.aatEífitEÀiJJÊ m if tR * líá m m # Mm ® I ff * n is 4* n n jgs «r m ff £ ír i# #§• p m & 11 ff % «t ff tfe # à ®s p k z ff k 1a ^ A Ú $|J nJíl ® fe tt m m 31 a ff * a it ^ a ¥ t * i# t*
  • 82 NOVO MÉTODO 28a. LIÇÃO ^ lcam1 ouro nganx. prata, dinheiro tck,óngi cama ^ j/ii/í, acabar n tcháu2 cambiar ^ wun3 trocar £ tchht1 p’ci2 cobertor de * lâ /a3 calças mat4 meias sung? oferecer, acompa- nhar tch ek4 tecer Ziia i (||| fungx ) coser, unir //«í4 ko3 ngani tch’i)i{ (~~j£ yat4 y«n,) ^ Uong2 ko3 kam1 tchHn^ (lcam1 tchai2) tcháu2 sam1 ko3 Aow, ícM2 (ngran, wuns sei3 fco3 sin1 “i. *«* hò’í2 tchek4 k«w2 *maí4 m^1/ mi hui^y k’õi2 íc/uas libras esterlinas Cambiar tres moedas de 10 avos Trocar quatro avos A tua filha está tecendo meias Não, éla acabou de tecer Obs. 55a.—O verbo yiin doutro verbo para exprimir -UÍÉWMÍ* mat* soiT sek /iin, fu3 néxt i yc (aca^ar) (leve ficar depois uma acção acabada. Q uem sabe coser calças? N. B. I sa-se a palavra sek4 (conhecer) quando o verbo saber é tomado no sentido de entender ou ser capaz de.
  • DA LÍNGUA CHINESA 83 ®s kw,t‘spk4 l<)i' tch’en92 teh'ongx lá1 ?£S^?JcWÍlféf5í n«°‘ yiuò sung* ngo2 k#3 mou2 tch’dn[ Zok4 siinx J:fâ seong2 siinl $]# *a»1 (|Bjg| tch^engj ^M© hí«*i *'««i />OÍÍ3 íVíM, /O* sii», fgjjfò íft^9 *«»• ««, í«i>9 «ftííj seong2 (subir) seong.ò hoi' mé1! Minha ti a sabe. Venha fazer a cama. Preciso de acompanhar a minha mãe ao embar¬ que. Desemba rca r. Partir, começar a viagem Atracar, chegar ao cais. Oáis para desembarcar. Vapor. Tomar passagem no vapor. Toma v. passagem para Shanghuil Obs. 56a. — Na passagem de um logar a outro diz-se seong2 ^ (subir), quando o logar de destino está mais ao norte, e no caso de estar mais ao sul, diz-se Zok4 ^ (descer); estando porém ambos logares na mesma latitude, diz-se kwo3 jgj (passar); comtudo pode-se usar ^ hdi* em todos os casos. yaux ou 3 munx kwos heongi-kongi vau> i,ak4 keng1 lok4 ha$~munx fefilj©±H^ yau>sán3 t’aux seong2 yat,-pun2 Passar de Macau a Hong- Kong. De Pekin a Amoy. De Swatow a Japão.
  • 84 NOVO MÉTODO soiz (lou3 caiiiiolio) fPtWH* 0 nei2 tcháu2 nganx hõi3 yatA pun2®bK w«*í3 sõi* 1<,wis siii* Arti3 pyéngx wak4 ktrai3 né1? Mc ngarii sõi* Viagem. Cambia v. dinheiro para ir a Japão. Cambio O cambio á barato, (baixo) ou caro (alto)? ágio. TÉMA 55 Quando o vapor atraca? A’s tres e meia. Onde está o cáisf Está neste lado. Quem desembarcou hoje? Meu ir¬ mão desembarcou com a minha cunhada. Toma v. passagem para ir a Shanghai? Não, vou para Japão. O vapor parte amanhã? Não, parte depois de amanhã. A que hora em¬ barcará v.? A’s oito e um quarto. E’ longe daqui a Swa- tow ? E \ iagem de uma noite. \ ai v. acompanhar a sua mãe? Acompanhal-a-ei. 66 Próca v. ouro ou prata? Tróco prata para comprar um cobertor de lã. E’ caro? E’ muitíssimo barato. As tuas meias estão limpas? Estão sujas. Leva v. cama para lá? Não, minha cama é pezada. V. precisa de trocar as calças ou não? Sim, quero calças novas. Sabe a tua filha tecer? Ela sabe tecer e coser cabaias compridas. Não são as meias pretas curtas? São mais curtas do que as brancas. Acabou v. de ler a tua lição? Sim, já a sei. Pegue no meu lapis e escreva dôze letras.
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 85 29.a LIÇÃO moUo chapéu £ yungl yi3 facil kán* náni ilificil fim1 hei2 alegre yau* sauA triste fan2 iioiiy (náu1) zangado m n w hau3 (hau2) grosso, es¬ pesso pok4 delgado, fino sei3 fóng1 quadrado yiini redondo pin2 achatado, chato tái3 levar, fita, cinto Obs. 57\— Os adjectivos qualificativos transformam-se em substantivos abstractos, quando não concordam com substantivos claros nem ocultos. Ík*»S3EKs**** liou2 kwo3 yau4 saui .Alegria é melhor que tris¬ teza Obs. 58/—Há na linguagem falada certos termos po¬ pulares que não teem caractéres proprios para os represen¬ tar, e por isso recorre-se muitas vezes a outros caractéres que tenham o mesmo som e tom para exprimir a ideia j por ex. UH pak9 (cem) ai3 (sufocante) tristeza; hám, (todos) p’áng, (barraca) láni (grade) todos, tudo. M hou2 tch’ú3 tch’au2 tch’ii3 Bondade, utilidade Maldade Obs. 59.1—Convém acrescentar-se a palavra jgr tch’ii* (logar) aos adjectivos monosilabicos, quando são usados co¬ mo substantivos abstractos.
  • 86 NOVO MÉTODO ngo2 ti3 tchV Atch’ai(l tch’uò fâ®l i*’®3 tch’au2 &tchi1 tch’an2 «au1) M /PoL M, íc/ii1 tch’au2 m m3 hungi min3 tch’eng[ (tcWéng*) yflwl /(oi tch9 ii2 yanx min3 teWeng1 ^ myí/3 *'oi2 fPfl8 fôíMM neÁ2 tái* mou3 maò ngoa mt tái3 lolcQ; yan1 «?ai8 ?/i74 PM®* ^^4 S<í‘ Hf# »//«2 tchoi3 xám1 jurf1 tchai2 tôk4 sii1 _ K K*_ •• *i) -SOÍ ^ ,leí'a ?/««2 *r(2
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 87 Obs. 60.*—A fraze quer que seja traduz-se por T'lè pat4 /õm3 que deve colocar-se antes de/qualquer palavra in¬ terrogativa. 2>at4 lõn.J hoi tch’ii3 jtxeZ4 Zõn3 fto, wmí4 si3 tón3 y«Z4 7co3 Onde quer que seja Qualquer objéto Qualquer uru TÊMA 57 E’ o teu livro grosso? E’ delgado. Quer v. uma raeza quadrada ou redonda? Preciso duma quadrada. Leva v. um chapéu achatado? Não, levo um alto. Porque v. está tão zangado? Porque ele impediu-me de passar. E' facil coser um mosquiteiro? Sim, não é dificil. Devemos estar alegres hoje, porque a nossa lição é fácil. Quem esta triste? Aquéla mulher, porque morreu-lhe o marido. Quando? On¬ tem pela manhã ás 9 horas e meia. 58 Dê-me um pouco de azeite. Para que? Para acender o meu candieiro. Todo o corpo dêle está sujo? Sim, porque ele caiu num poço. Chorou ele? Ele riu-se, porque agarrou dois gansos gordos. Que utilidade tem esta sala redonda? Não tem utilidade alguma. Que dificuldade teem êles? Eles teem mais dificuldades que vós. Qual cadeira escolhe v.? Qualquer, porque são todas boas. Quem pode entrar na nossa igreja? Nós todos. /
  • 88 % NOVO MÉTODO 30.a LIÇÃO môk4 madeira naii barro tch’iil hei* loiça tchék4 esteira wanx sa2 (fán2) brincar fátç mung3 sonhar ^ meng3 mandar, vida ^)}l\ fan} pit4 diferença, tcliam2 £'«0, travesseiro ^ y/an, bacía separar-se, diferençar wmw2 2/ca//,) cheio huny[ vazio, tirniamento A bacía de madeira que- brou-se? Caiu no clião; ficou que¬ brada Globo terrestre Ave aquatiea Obs. 61 \—Os adjectivos derivados de substantivos quer proprios quer comuns formam-se com a partícula ké* (M «**) como sufixo, mas perdem-na quando concordam com substantivos claros. N. B. Na linguagem escrita usa-se telà depois dos adjectivos que concordam com substantivos ocultos. tá2 lán3 hen1 mé[f 8% ut> hé“l lók4 tei3; láv3 heu1 lol\ tei3 (k*aul bola) sdi2 nia2 «ofcMi* /o3 si3 //ca/y1 kwokQ tek3 tchiZ 1,0u* tchau2 /t«i3 .sai1 yeongí kéd Estas mercadorias são In¬ glesas O melhor vinho é Português o
  • DA LÍNGUA CHINÊS A 89 N. B. Quando os adjectivos derivados se referem a pessoas, convim substituir o sufixo por ^ yanx (homem). 3 fcí&vM A# neh hai* yi kwokç yãn± mé11 ny°* si» fdt* ktvokg yan, icham2 t’a'ui hais mat4 yé2 kPf hai3 môk4 kfr M# Vony> y«», tchou3 máfc4 tcliam2 Ta a, méi? ff**KfôS8S8c® «*. p«/4 j/eiijf4 A*oí1 t9nngl tch'tii hei* wánT sa2 *»* tchéng' haL num o sói2 meí? ftaí3> 7,ÍM'3 hung1 kc3 ^ hokg Àfòi2 íi3 fto7t9 yani /,0k9 1>’0U3 S<ínÍ mun E’ v. Italiano? Sou Francês De que é o seu travesseiro! E’ de madeira (lignea) Fazem os chineses traves¬ seiros de madeira? Não deves loiça brincar com a O poço está cheio de agoa? * Não, está vazio Cada um, cada qual Cada um dêles Cada uma das lojas fecha as portas Obs. 62a.— Podem repetir-se os substantivos quantita¬ tivos para exprimir a ideia de cada um, por ex. pouz pous sii1 cada um dos livros. Entra também nesta re- í>ra a palavra yani (pessoas), por ex. ^ yan[ yan{ tchá1 tclii1 pat*, cada uma das pessoas pega num pincél.
  • 90 NOVO MÉTODO nai Que diferença bá entre bar¬ ro e loiça? tftmyL tch’iil hei jf(U(2 mat{ fau] pit4 nél nei[ hah trli' muj, ti1 niíi*- tnuiiffa méH ^>13^llul» Va"1 \ Siub l>°rqHf não tinha es wak ngo2 mou2 tchélcv fâu3 neio tch’(íit1 sii1 mél Barro é ma is pezado h Sonbou v. ontem ã noite? te ira para dormir Mandou-te copiar a lição? TEMA 59 Quetn brinca na cozinha! A irmã dela brinca lá. O que me mandou o nosso professor? Ele mandou-o com¬ por quatro cartas. Que diferença há? Há grande diferença. A bacia do nosso quarto está cheia de ágoa? Está vazia. E’ éla de loiça ou de barro. Talvez seja de loiça, porque ó leve. O que sonhou v. ontem? Sonhei que dormia em cima duma esteira. Dizem que em Japão levantam-se casas de madeira. Sim, porque os Japonezes são baixos. jé m § 4' k 'TS _k 1S ffi ff» M Í4 3 í& JIIa*-% m m # ÍLi “Sc Ái ft' 4< /i> 7 3? íl M f mt Hfc J?’ # m co $] & nk K if 4i À 1M % Jt ^ & :lí. fc & ifâ ¥ £ t- ![• {g M $£ T x ík 1 fé T & a *h í] 8 fí; ■) ) .30* fc * w ué m m m. & M Z Jl- n Hk ® m H tj] ^r- $r
  • 91 DA LÍNGUA CHINESA 31.ft LIÇÃO ^ t’in{ Céu éí? iram. nuvem —r-J* .* /oii, I rovoada, tro vão si\tQ neve, gelo senfi1 estrela ?/ii., clmva 7j< mou.Á nevoeiro tin.ò relampago, electri cidade peuff] gelo loa., orvalho hei* ar, respiração ^|S[f C/a1 hitngx (kung*) areo-iris Obs. (>3.a Com o verbo ^ lók4 (descer) anteposto aos substantivos t//i2? sut9, mou3, etc. coinj)ôein-se os respecti- vos verbos chover, nevar, nevoar etc., com excepção dos seguintes: (trovejar), sim2 tin3 (re¬ lampejar), ÍTJE £a2 fungi (fazer tufão); quando porém se usa o verbo ^ j/au2, esses substantivos podem preceder aos verbos componentes, por ex. yau2 yil, lók4 (haverá chuva). tchók4 yat, lok4 siit{) t’iW si{ tim2 yeony:i né1 1 l’inl sii sai>* **i haua yau, fung1 /a2 até1 388811 li1® nfíi2kam' tchiiix t’éngx km3 /biii ma3/ Nevou ontem Como está o tempo? (temperatura) O tempo está húmido Tempo, intervalo Haverá tufão? % Ouviu V. esta manhã tro- voada? N. B. Pode-se meter um adjeetivo entre o verbo com¬ ponente e o substantivo.
  • 92 NOVO MÉTODO lók4 tái% siity |:U ^ Zok4 j/ii2 meii fWi1) [$J íok4 .mi* i/m2 __ 3 tcWiin. mán9 _*« kl 4 * ic«Há k^oi3 tchiiz seng1 woií3 Zo1 sídíj waí4 naíi sóii Íísif/Killf fa'lo"* •’fòi'2 ha:* Jieong1 Vttffi <*»> *«"»' rc/t’íi3 j/a»2 /rei2 to3 trhún2 ííh3 jí£/‘ Fd ?/«»2 y«*pàk0 lengi tchan? {íifé£EB(íí# kõi* hai* Si'l~ ,i(? mé1 f ,Hou2heèlol■ Não saio para fóra, estando o tempo mau Imediatamente Instantaneamente Vendo relampejar, corri ime¬ diatamente Assucar cândi Perfume O perfume é cheiroso Lampada electrica Quantas lampadas electri- cas há aqui! Há 107. Está ele morto? Sim, já não tem respiração
  • DA LÍNGUA C1IINÉSA 93 rí,,i hun9i *h k’ôk4 /«»* JI-JI-M si^ s'a 2>,,,iS y«»i # A9ffl$j|# ?/«». mái3 .siiíy kou1 mt{? 1,11,1 *** /«”ír2 moh2 wmi3 () arco-iris é curvo? Sim, e meio circulo. Vcude alguém sorvete? Estando o tempo frio, nin¬ guém o vende TÊM A 61 Chove? Não, choveu ante-outem. Ha orvalho sobre as flores? Sim, ha também neve. Ha nuvens no ceu? Sim, as nuvens negras voam e cobrem o sol. Trovejou esta manhã? Não trovejou mas relampejou muito. Sai V. estando o tem¬ po bom? Saio parâ fora duas vezes por dia. Faz nevoeiro? Sim, faz tanto como ontem. Sento V. frio? Sinto frio mas o ar está quente. Não brinque com o gelo; podes cair a- baixo. Tens medo? Sim tenho medo de morrer. xinsfi íèam «nm *r * ISítlíifi fHli H ff.» ã % a & tt «3 # w n#ít m » U- ffi T- # H « T «í íu # eí «¥• BI II BI fé íf n £ * W m m. ® m. se « -i t m ífi * m ¥ «,a tt S» fé ffi ít « ffi #,« tf * ja St tt St fi ã * W #íc íft n# aitt ÍTiffi S T »#J Mi tt tt «.St m M & f 1 ?c + ffl tt tt fê ií SE » * ti ffi JEt >’; T jtfc ff. M Sf % K m ?! M ff. fí
  • 94- NOVO MÉTODO 32a. LIÇÃO tchim1 primavera há., verão •) tch’au[ outono tuiuf inverno tch’i, tarde tchou2 cedo, manhã .sei'4 cor kirai3 estacões do ano JrVíj data, prazo tchiín* girar, virar, tornar-se •n f|P Avn" contar iM[5] f1(n' ingressar, voltar ^r<* Nh primavera liã muita ////., .só'/2 chuva N. B. Na linguagem talada costuma-se acrescentar a palavra ^ t’inx aos nomes das quatro estações do ano. h «’»>»«. 7cti?o:* tch’aul tfin1 tun9l l'u'a*A ^‘*4 lán(f2 í'i'I3ísMil^s mi* y(,nl hoi kôm3 íc7#’i4 /oíj «a seong.à tcli’êz seoiufo mei.ò VtàH&AM g* seong.j mei3 /wei3 fim* tchung1 /i7íi2 s';‘ <0":i né' 1 U£lJS9 teh’ot' nini sám1 yiitz tou3 E’ mais quente no verão do
  • 95 DA LÍNGUA CHINÊS A Obs. 05a.—Não há nomes especiais para os mezes do ano, visto que são contados por meio de numeros, com excepçáo de janeiro que se chama iEH tcheng1 (principal) l/iitv O signal tai:i de numeros ordinais snprime-se antes •los nomes dos mezes. +n yiit* hai3 láng2 mélf yek(>'. —Os católicos chamam os dias de semana conforme a ordem dos numeros que indicam as feiras, mas Lsses numeros devem ser cardinais e postos depois de BJjf iehhn1 lai., (festa católica); os gentios porém seguem a con- Ugeni dos protestantes, chamando o domingo, lai2 pái i; 2a. feira lai2 pái* yat4 jjjftpp—; feira iai2 pai3 yi3 ^ etc. até sábado, que se diz l>«ts lôkr 3 yat4 ninl yau2 sei2 lurai4 ^ B k(ni>' v
  • NOVO MÉTODO 9G 4H mi- kam1 j/aí4 /rai3 Hoje é o primeiro dia do fo/Po1 yat4 mez Obs. 67a. Os dias da primeira década dos mezes luna¬ res contam-se com a palavra íc/tV (principio) anteposta aos numeros correspondentes; os que adoptam porém o ca¬ lendário solar, juntam a palavra liouz (marca, sinal) aos numeros dos dias desde o principio até ao fim do mez. 93 n men9i y
  • DA LÍNGUA CHINESA i»7 *> •> a I/ICÃO $L 4b £ tung1 leste sai{ oéste námí sul palâ norte wong{ rei M(#) dor wong[ (tai:l) impera- Jf. Til k’ei[ bandeira penfi1 soldado tcli’d/.-4 ladrão, pirata kiraw2 governar fcip9 roubar com armas de fogo. kw-oky estado, reino, império, nação. /#o, tch’u:í tung1 pin1 n/' 0 */«*, y,7‘ tnny[ HfètAm vat* ló1'* ?/l7‘ srtil Onde e leste? O sol (nasce) sai do oriente A lua (põe-se) desce para ocidente Obs «8.a Na contagem dos quatro Chineses dizem tnngx9 sai', namv [Kik ; outros pontos intercalares começam por pontos cardeais os e e por isso que os tung* ou .sr/i1. mt mm mit tnng1 nám* tung' pak{ sai* mim1 sai[ pak* ^mZ£^-zT-AM U -\*^m£fcycngíkwok9 tchi1 won
  • !>K NOVO MÉTODO I M('i2 A/rokv fâM /«■' kH l ka*okQ wo)igí pciz yan, kon2 tclrot1 kwolc9 Hffoi., EHÀ mâw{ kwwkg yanA "xá* k"'oku sis mâni k?ro/,M ■y4 hunqx sck4 «-NWÍT# tch’ák4 fa2 mé[f «.KílííIJÍiSS \2.M *«'V fr7fVfk4 tei, kiptJyau2 t<'h'inl yaní tchi1 okt) ^ k’««, seoH(fz yau2 k/i2 /o1 k/rwkM nr .s/íi* (kar iimite) fin^lchii? senhor, dono) "‘v «*«* tchou2 sai3 k/ír :£±ia£« *'**' **** tnhonn tchi1 saí:i krti8 Os Estados Unidos de A- meriea () imperador de Alemanha foi expulso para lura¬ do império Republicano Os Estados Unidos de A- rnericaó uma republica De que cores é a bandeira portuguesa! H’ de cdr verde e verme¬ lha Combatem os soldados com os piratas! Sim, os piratas vieram rou¬ bar a casa do homem rico Quantas nações há no glo¬ bo terrestre! Mundo Deus I Deus creou o mundo O mundo que Deus creou Obs. b!).a— A oração incidente, introduzida pelo pro¬ nome relativo, deve ficar antes da palavra antecedente, a que se refere, suprimindo-se o relativo e acrescentando-se a partícula ngg kc* tchi1 ou íck4) ao fim dessa oração. ê
  • DA LÍNGUA ClllNÉí$A HO mzm&m k’^kin,,r' tchi1 k/roky haL sai PU U‘h ’ aky tVa mái., tchi1 wom3 A nação que ele governa é pequena Não compre o chapéu que o ladrão furtou Obs. 70a— Quando a palavra, a que se refere o é um pronome demonstrativo, deve-se usar a flfSÊ (^j* tchc2') no fim da oração incidente, relativo, partícula suprimin¬ do-se o pronome dimonstrativo. 'Hát# lcfcVík4 O que os ladrões roubaram kip9 kP si., yat4 t’áP é uma casa de fan-tán? kwvn2 wc]f TEMA Cm E’ Portugal uma republica? Sim, já não há rei. E' (1hi- na também republica? Há dez anos que somos republicanos. Vai v. içar a bandeira? Sim, vou içar a bandeira Oliinêsa. Pomo é ela? E* de cinco cores: vermelha, amarela, azul, bran¬ ca e preta. A bandeira portuguêsa só tem duas cores: ver¬ de e vermelha. De que nação é v.f Sou francês. líá mui¬ tos soldados em França? Há aproximadamente 800000. Co¬ mo póde haver tantos? I)iz-se que há mais. (í(í i# £ k ta* Bfit Wt % M te: «>m ai ® * m & w # W> tf tf K (E©|# #, I* ®. 2 íl « ff ® ft íi « ;£ »5 ff fs ^ ci Ç «I « ff & # M -a 55 JR tf.ÍT «»& êS vç #■ » íí *« ie íí m & a ifc m. Pa » # «K ff 4 HDÊHESBÍíft Ur ^ #9 £ it ft ci « tâ t a « ff «* % * i#» 0
  • 100 NOVO MÉTODO 34.a LIÇÃO kéng* espelho ffiiti minz kanx toalha para rosto fíín' kán2 sabão ytln2 tiexivel, mole Çpí nqáng3 duro SK yil fôk4 vestidos, roupa jj^ tchiu3 alumiar, conforme íaE l(lui derramar, correr um liquido ^j|, wátA li/o, escorregadiço tolfan1 tcWek4 paren¬ tes t9ungi tchii2 menino ^ telhou* grosso, grossei-, ro, áspero í'l'Miw# Hei*V;hÍH* »«#; »*,wl “lin3 kaa1 /oij mwí(J min3 :p|j] .srúr kânl ãlLfêtlTil) ya"2 ,t2 r;", //ía.j .su/r kf/n1 mm&Kkvm * w Wn3 yV fôk4 yin3 ^om2 Yo-se v. ao espelho? Traga-me a toalha para limpar a cara Lenço Ha cinco lenços rotos Todos os vestidos rotos que houver precisam de ser remendados Obs. 71a— A palavra só2 coloca-se imediatamente antes do verbo da oração incidente para indicar a totali¬ dade do objeto referido. Hei, str yait2 tehi1 fán1 káir haià yatz yun2 kc3 D y 'h **3 y‘* Todo o sabão que v. tem é japonês Mediante, com Por isso, com isso
  • 101 DA LÍNGUA CHINÉSA 7KIS sói2 )\(jaui k«V /I«i8 2/^2 s7>/' H
  • 102 NOVO MÉTODO U\\ n íiBJg h<‘L> ki/?3 kT»?2 l((n[ ngan2 /o?., ma3 ?i//o2 hí/ii3 tcluni' k'0/.,, Ar’oL tchau.. hó k1 í£ÍTfS ÍIÍ# «"'* *«2 k’of2 wj<3* í& ■ ífi lu,ir n«°2 Vh ?/«j»2 kíívoi1' ta2 k’oi mmm K k UVIU* t((2 sc?2 j/an { m-í' "('°2 mou:] p
  • 103 _ 1M LÍNGUA CHINÊSA 35.* LIÇÃO .fjL yan' tin* «vh,) j to' tché, agradecer lavor, graça moí' ^in? $}&] pong' tch’o3 aiudar coisa, objeto . *fi» *0tt* assunto, nego- TfT heong3 gozar cio, coisa iê#i ot'i escapar-se ft) Pai3 toi3 substituir, «ui Jogar de, por n!/°> 'oh to1 Venho agradecer ao senhor Mie2 sin1 sányl I Obs. 74. A palavra sin* „sa-se geral- íiuíiite para tratar com pessoas literárias, e também com,, (1( " ° J,onroso’ P°sfco
  • 104 NOVO MÉTODO ❖52, leng3 heng' ^»í/s <«»:i Ú3ih tchihl' /“* ?/«»i ❖IK w“//i Uivar1 seng3 meng{ Uivai*. lcwoUy Uivai* sáiuj ' sengà tchii3 Iv.hii n1 Uang1 \ Uivai3 Uang1 ) Uivai* yeong *'«i3 /w* I Mong* I Snr. seu muno maior 1 Snr. seu irmão menor Snra sua esposa Snr. seu filho Snra sua filha Seu nome e sobrenome Seu reino, (nação) Sua província Sua terra nativa Sua idade Sua doença Sua casa Mfí Et£T ■m a £1 Vtii^ fó_L X. 11. Para nas perguntas, e outras pessoas de família usa-se ^ âyí1 nas respostas, como as seguintes: ZiQ *«* /«3 f{| Aft1 IHOM, IS A,,. W «?*
  • DA LÍNGUA chixésa 105 f tji tchung* y/i8 ngáu.ò) yam1 (som) ngók4 fui1 lólf *5fi y""‘ heong2 fdiA lóh 4 we1 ? tjfc trhi8 tchfi nm roubados? Não, foram roubados ape¬ nas dois objétos: Um relogio de oiro e oito colheres de prata. 70 $ 0# % na te n * te PT' fní ff M íif E I® ^ m § M $9 ff & x m % x m e. 31 te»*I £ 2 IÊ T $5 — S f TC X te # 3L S & £ £ ±1 - íf -X m T & M « T m T l/j Sft ffí te g 429 E 3* Jlfc «É te Ji iM - te 13 lit JR: 3S W+ §8 K !t //.> * te. 1151 ff Jfò Ifó Jâ X tt * te »J X It
  • 106 NOVO MÉTODO 3«\ LIÇÃO P'11 nA (^ntenciar) Ktvan1 (mandaria) juiz, magistrado tchoi.i ok9 pecado, mal¬ dade, crime M'k kwo3 (sat4 perder) falta W1S0 yejigfj /df4 suplicio, pena. Êi* k(íni1 loul prisão so2 (cadeado) lin.ò cadeia, algema. desejar, pieferir tchiu1 yen(ja confessar hdJCg assustar JlFgJf fenj1 njw3 surpreender ^|j§ sii1 yix duvidar, suspei¬ tar * pou3 informar, reeoni- penser, participar. JL %£ tchou*Uat siiPsung' Bons dias, senhor. Obs. 7<>a — Usa-se a fraze tchou2 (sâti manhã para fazer os cumprimentos de manhã cedo, mas em outr; qualquer ocasião tanto de dia como de noite diz-se ^pjji hou* la1 ou hou1 ma3. Ao anoitecer comtudo pode-si empregar a fraze fyf hou1 mán2. Ao/.y h«ò loií tch’ it* tch’ii3 ya a, /#oA Icivai* kón8 né*? ima1 (golfo) tchai2 vai J/aii j /oii j>0M3 tó/â í/tfHj tchif tch0Í.ò IC(()ll- tchai2 pei{ j/aHj fti^0 Ziiea *** sii né' gíj Q tch’inl yat4án3 tvhau3 Que negocio tem V. S., vin¬ do para este logarT Lapa (ilha) Venho participar a V. Ex.cii que fui roubado na Lapa. Quando? Ante ontem ao meio dia.
  • 107 DA LÍNGUA CHINÊSA (bambú) si»1 (gó- uio) tung3 (gruta, caverna) Çp*1f5riUHfi*hiif tchâk*-sin'-tung3 sai2 sân1 mél f ggjft ngani (háng' fosso, regato; &fiP am2 (charco) tchai* mm j l;wo3 lon3 icani ttSJÉSBíMílIfW nKÍ‘ siil yii lcwo* lou2 iranx yau2 tch'ak4 mél t ira., Jc’oi., tchia1 yéng3 tvhoi» ók9 kwo* gin, J|L*gJ kico2 sat4 *fe ,sa<4 tchoi:l ***} ícfttffs grtt4 f/U»3 iíi» /.»•«» I On/e-Mezas. Foi V. banhar-se a Ouze-Me- zasf Ribeira de Prata. Taipa (illia) Colovane Suspeita v. que bá ladroes em Colovane? Dizem que ele confessou os crimes. Com efeito. Ria 1 mente Rialmente não desejo ter en¬ trevista com o mandarin N. R. O verbo || k/a3 (ver) pode significar ter uma entrevista ou audiência, achar, sentir, opinar e também apa¬ recer quando se pronuncia yin3. nyo2 lin ;3 3 neit yau2 yi2 sap{ soi lc°3 tch','lc* só2 tc/ioi3 káni* loui noi3 Acho que tens 20 anos de idade. O ladrão ficou algemado na prisão. Obs. 77a — Muitos substantivos, principal mente nomes de instrumentos, transformam-se em verbos quando o senti¬ do da fraze assim o exige; e vice-versa, qualquer verbo po¬ de empregar-se como substantivo abstrácto ou verbal. WW* tcliau2 A corrida de cavalo é mais hait fái* kiro3 yan{ kéÁ ligeira que a de homem
  • NOVO MÉTODO 108 sh l»oui j/ii Isto é sem duvida. /«k9 • to tch áil | |,Y,slbi<>. Ag& f°* | Vapor (navio) j Cozinheiro I Obs. 78" — A palavra ^ /«* (varão) serve-se de sufixo pai a denominações de trabalhadores de serviço grosseiro ou domestico, por exemplo: t’iu (carregadores) w«á fu1 (cocheiro) ,sa ■Aii» f°2 l'01 Perú (ave) B T l>6h tovun' Foi sentenciado pelo mn- p hw* li,,, sám' nin4 Jcdm1 j gistrado a 3 anos de prisão. TÊM A IK H Wi. ..À u# m pa 4L* ty; 1WS,' lÉ $ ^ £ « SI fci JE À Ri * #] if ff 2B áS IS ii: JL- 4ÍE X 5K £ S a (íi fífl ft íi ÍE ffij I *S «St §3 Tf ® * j® * !S A ffi M » »s iw mm k 5 í5i n T *, tt « íft :# # ÍÍ A. m -ti *Ac * It «. & wu it A i 5 « f £ Ç $ h J5 § 5 ^ P A £ffi H& ti & A | f í| p f *n & ?ic «s # ^ 1^ ® A J\úk u)i 5 # U& Bjg íf .7C if ^ A ^ r]i ^ ?p; .m. iiam it]mmmm*I £ f ^ ^ ff*TA ±^ff U s ^ tX3 *
  • DA LÍNGUA CHINÊS A 10!) 37.» LIÇÃO sina bondoso, justo, bom. .7* r+t , 1 *i£ y(llli passear, viaiar 4&fo tvhuuf/1 (sim* acreditar, jéj tchiYú1 A . ’ «2 íc/íou correr*a traz crer) fiel -1 w\ kin‘ »!!<>», soberbo. UtiU 1 *on3 humilde, ko1 canção, cantiga, jardim, horta. !J(,U 1 seonff2 nyo2 ti, soi //<«•* tchumf sim3 tch’õt4 yaut $$ f I | ii(Jh seonff2 t'ai2 Mi’ot,4 f/«a1 ai/í3/ íilfamí4 yé2 tvho’t4 H tcVeong3, cA WW//-' fc/tlftíír« k/cok J. «3* ymi, hok4 9 tl? *«“i deixar, conservar, deter Bq tch’eong* ca n tar jjH kál aumentar, somar tch*& diminuir, exceptuar, deduzir. Os homens justos oblem pre- mios. Devemos ser fieis. bair cm processão. Deseja V. ver a processão ou não? O que sái em processão? Os vendedores de peixe sai- rãoem processão esta noite. O que canta a sua irmã (maior) ? kla canta o bino nacional. Ela não sabe cantar, mas a minha irmã menor po* de cantar cantigas Chi¬ nesas. Viajar para aprender, (edu¬ car-se em paizes estran¬ geiros).
  • 110 NOVO MÉTODO )»rtf4soi hõi3 iw#fi2 kvrok(J yaiq /w>k4 m*/ sdng2 sen(f[ yanx hoiò *tt AS*HR®*a«a -^i kVí, y(in, .s/;t kitf1 i##/oíf;t wakj Mm1 sim3 ni'1 t **» 7"'",‘ »õw* kc3 ?^lí'Í'l>jh “A '»°»2 teA'«»' 1 sei- tchi1 .st,, ítf«, /ok4 Htrtí4 yé2 kiro3 nei2 nc]? Quem vai para os Estados Unidos para educar-se! Vão quarenta cantonenses. São os Americanos soberbos ou humildes? São muito humildes. O que lhe deixou a sua nine, quando morreu? Obs. 79a — A conjunção quando traduz-se por % tong1 lim da oração deve acrescentar-se a fraze zm **• si,; mas essa conjunção e a frase .sulieatemlem-se muitos vezes. e no li’m2 sei2 tcU1 st, lau, /ok4 ijat,' ko3 ka-o2 yivh fíniflílHMueí* t<;hii"1 u,k* tou3 k*ò*/2 md'] Ela deixou um pomar quan¬ do morreu. (Vide Obs. 73a) Pode V. íilcançal-o correndo atraz dele! Obs. 80* — Na linguagem falada emprega-se a palavra £,i tou' (chegar) depois dum verbo para exprimir uma acçao coin resultado. Essa palavra pronuncia-se vulgarmente tou'- n^n^kin3 JsTão cheguei a ver o seu p»1, tou2 nei2 fui tcldan*
  • I)A LÍNGUA CHINÊSA 111 tuis Vau i HlA tch’aui yan, keí* uoij | kei2 kate*f) | —y* A; ^ a mg m & M A 41 Aí % 2 m -k # * A * R J: $ a * # % 2* tf TE f'í & ;l P it ti m m 2 tf m & tf. 1® T A 0 •f'* T ífe & ± £ fi z It nM
  • 112 NOVO MÉTODO «8.a LIO AO »© ff peng.ò (péng^j doente f utuf3 dor, doer mángi cego, íiear cego pai1 coxo, coxear á~ mudo lungi surdo tch’éng- (tch’éng2) convi¬ dar, mandar chamar t’iul lei2 cuidar, tratar •s*cn//3 restar, sobejar ^ Atw3 dever, faltar kauA bastar, suficiente a yr curar H %v£iiaUP«nt ,n>»r/< t(tiA péng.x mêt Ara1 srm1 ko3 ?/nf4 /oky y/i1 sangi y(iu2 kh(] yil san-fi1 yi[ kfoi2 m&t 7 —®£Éff £ k'”r heMi ynt4 ko3 yeng1 k?roktt ?/í1 sa»(/1. v"n liaiB a~ O imperador de Japão está doente? Adoeceu ha tres mezes l Medico, curandeiro Cluimou-se algum medico para cural-o? Chamou-se um medico in- glez para cural-o Da mesma fornia, igual Mesmo tempo Não só doem-lhe os olhos mas também a barri¬ ga, ao mesmo tempo E’ ele mudo? Por conseguinte, por isso E4e nasceu surdo, e por isso e mudo
  • I)A LÍNGUA CHINÊS A 113 sai1 yV K' m ÍR tclVéaq2 sai1 yi «»*S«Í3;i®W6 •3=H BI# nei., seonff' me $9 yau2 .sck4 kong2 yeng[ wa., kél yi] sang1 m{ ne']! Medico europeu ou que cu¬ ra a europea Quer v. mandar chamar um medico europeu? Há algum medico que sai¬ ba falar inglez ou não? N. B. Na linguagem falada muitas vezes se empregam hur e flg- wui2 em logar de g|J* .vck4 (saber). uoi., ? yau2 fr-sílWT,#*#»!»«» aá yé{ máng{ hén1 yau2 kei* noi3 nélí É1 ÍAt jlâlch[[- tc}l ’ ""í/i k’ò7j )>éng3 kíco3 seomf (ferir) fung} sanx yit, fttS *'»«»* «' Uaa, myoí4 ngo2 kok9 Vaity wan> sói{ yan{ seong1 fung'1 k’òí2 ko $ai* nõi2 seong1 fungK tán1 yan2 sé1 tiu* san1 \/íf Rsfj ^7jC /’«!"' J»«k4 ã » H tch’un(it tvhók, j/at nqo., moa., sekA yé2 ff P wai.j lunr . u9°> !!>>» i ^'/diia^ moa., ivai2 lian2 Vai2 to1 Hí quanto tempo? Há quanto tempo (pie seu avô (paterno) ticou ce¬ go? Desde que ele ticou doente Constipado, catarro Febre Soltura de ventre Vertigem Sinto vertigem Quem está constipado? A pequena filha dele está constipada Há somente um pouco de febre Ver o pulso Não comi nada desde hon- tem Apetite Não tenho apetite inteira- mente Demasiado, demais
  • 114 NOVO MÉTODO yeók4 (tári‘ lista) mi yeok4 tch,oii p’ou3 tchap4 yeok4 íTftAifyH ta' fãt» y(mi ftòi3 tchap4 j/tfok4 ff-X® ^ hlm3 nyo., tch:ln{ s^4/,-d2 /r°3 ní/an1 tchyini Ileccita de medicamentos Farmacia, botica Bnscar medicam en tos Manda-se alguém para bus¬ car medicamentos V. deve-me dinheiro Mais de dez patacas TÈMA lj 75 Quem lhe deve dinheiro? O doente deve-me dinheiro. V. é medico? Sim, sei curar. Doe-lhe a cabeça? Sinto a dor de barriga. Teve v. soltura? Não, só tive vertigem. Que medicamento lhe deu o medico europeu? Ele não (juiz cural-o. Ninguém cuida dele? O pai dele mandou chamar um curandeiro chinez. Ha dinheiro suficiente para comprar os medicamentos? Sim, a mulher dele deixou-lhe dez mil patacas. Quem pode curar os surdos e mudos? Ninguém, porque os cegos, coxos, mudos e surdos não podem curar-se. 76 /VítSffiÃíififffíSfôKSlIsfiii&iiíí £ »)t £ «4 «5 ® ffi rój # *1 tí B BA ai k ffi b s»w a m # m í í « ff «5 ffl »s a * is m e. # + «fff TírflíSfír m »»£ «ai & iu m tê.® x »s- m a í*> tr»-I-. a « « «v a- ff- ia «# «: -t -t- ® 1 isííiIe. ® tfc* m k* r #
  • DA LÍNGUA CHÍNÊSA 115 :J9.a LIÇÃO hei* (yiin~ edifício espa¬ çoso,) teatro seng1 yamx som, voz !8í kyami orgão, piano íóí kwu'2 bátega e bombo siu] flauta tcl4 gaita, fagote kam:i proibir nf ífí t’áni tocai instrumen¬ tos de cordas. tch’oul barulho. ruidoso tclieng3 silencioso, tran¬ quilo. tch’iu1 (tang2 classe) especial, excelente Jfcwic2 julgar, supor, adi¬ vinhar r~TH>LyH wcíw-2 Haverá representações tea- J/«W2 áci* tchou,, p hei* tyóii Palco.
  • NOVO MÉTODO 116 r \a n9°* tocu2 neVtch’iíò haifi tch’iux tang2 irai3 '/»« ou* m im p >r^f m4 Icam* tá2 W4 Arwic2 k?m3 Julgava eu que aqui são assentos da classe es¬ pecial. Em Macau talvez nâo seja proliibido tocar bátegas e bombos Obs. 82a—Emprega-se a partícula ^ toca3 no fim du¬ ma traze para exprimir uma assersão duvidosa. 4'^^^ HÊtT puh* y('-> haui pat4 nang { ta? ^lôV Ur Depois de meia noite não se pode tocar. Tocar instrumentos musicais (soprando ou batendo); m usico. vání fttngl k’ami sins (linha, arame) £&iíllSMt¥ »£> a Véng[ mâni VánifungílVam Tocar orgão. ték* Hm<)']cou1 lcwo3 .sia1 .sem/1 7/rtm1 Vai* tch’ou{ filAUa^ Sílí's 7t'°3 y«»»i tcIVeong3 tché1 Obs. 88a—A partícula Piano A’ noite silenciosa ouve-se tocar orgão. O som de gaita é mais al¬ to que o de flauta. Acho as vozes demasiada- mente ruidosas. Apenas quatro pessoas can¬ tam. tchéi1 colocada no fim duma oração, exprime o sentido de apenas ou unicamente. '{/pPaiSll weí2 wui* tchhonf Sabes cantar coisas religio- hmy1 maA j sas? I ífcPía HE 'Í8í$ft n9°i wnhteWtong* ' Sei cantar missas. I
  • DA LÍNGUA CH1NÉSA 117 sii1 a yiuv sengò (santo) yeok4 sat4 sii1 yiin2 Oolegio O colégio de 8. José. tchau1 PI ich’éng' tchau' tchau[ waii yaú2 sõi2 Ao redor, circumíérencia Há agoa ao redor da Ilha Verde. TÊMA 77 ' ai ^ • ao teatro para ver as representações? Não gosto de ir la porque a musica chinesa é demasiadamente ruidosa. Hoje toca-se piano em vez de bátegas e bombos. As vozes dos actores são boas? Sem duvida, são actores de primeira classe. Focam lambem flautas e gaitas? Suponho que não. Como podes adivinhar? Um parente meu dísse-me isso. Leu V o cartaz e o anuncio? Sim, o cartaz diz que só se toca piano. Há também um palco no colégio de S. José? Sim, os alunos fazem ás vezes representações. . 78 & itil òtt ¥ -K- ft fâ £ n m *L ^ í# na ff 4« ft' $§ & m ® si & ít- & Hfl ;t» 4- • ti * * - ii X j£ Hfc « if ft' Ui % i§ H £ M « * nJÊ Ã 4E # »í ti M n/ê, ÍT> * £ -b E H (E ^ 4* nf ttl ^ I Hq II íl 41 m * n * ± # * # * \ njg, nii £ ilt -il ^ /Ife * ife — m m
  • 118 NOVO MÉTODO Aff 40.a LIÇÃO yan^ (tcliyengí afecto) li- fc7t Mo kánl káu2 Tenho razão Não tens razão Também, mesmo assim, da mesma forma, sequer () tilho dele também é ma¬ licioso N. B. A palavra 11! toa1 deve ficar imediatamente an¬ tes do verbo da oração ou adverbio que o modifica. tclmng[ tvhek{ ifrfíij sa** kc a1 tchuuff1 kc a1 | t ohung1 sa)al | Sincero, cândido No inundo Centro, meio
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 119 MWpb&ilÀ mi3 k(ín3 hoir siu2 tch unyx tchck, yanL nei> k°3 fóng[ 1iai3 óniA; mL kaiió k icong1 <•«> k’auL yanA tch’eng[; k,oi2 m{ tchim2 mél1 llltfc te,ukt tcliaui tchek4 tehaiLj kJoi2mttchon2, ngo2 tou1 f/iV* fán1 sdng2 semji siU' (j[ni UÍI^ Í/D», ttlKÍ ko3 íc/í-V/k4 .vii/1 í/í/í, pei3 y«>t, pony* tchii3 yengl yin£ UOÍÍ, UíÍÍg //ííg ««w-íf1 sc3 ãok4 sftngx k«3 kiro3 .saí4 Ha muito poucos homens sinceros no mundo Este quarto é obscuro; a luz não é suficiente Pediu V. a licenca e ele não > lli’íi concedeu? Mesmo que Mesmo que ele não me per¬ mita, voltarei a Cantão da mesma forma Ainda que, apezar de Suposto que, caso que Ainda, com tudo Ainda que o ladrão foi a- marrado, com tudo esca¬ pou-se O professor j»erdoou as fal¬ tas dos alunos \z’oi2 tch’ot4 yap4 mouí/1 latng1 hemf Ele sai e entra sem respei¬ to algum Obs. 84a — Os adjectivos qualificativos consideram-se n,UU) advérbios quando se juntam aos verbos, e a sua colo- t*ação é geral mente antes deles. sin' m,,y' k’anA tek4 kait3 .sã1 hon2 sam* O professor ensina diligen- temen te Caritativo, bondosamente
  • 120 NOVO MÉTODO 7f«k4 sam1 \ ok9 mm' í maí4 hak4 sám-1 #oi3 h«í2 nél? n9°2 k^3 kftíl m0,t2 Maligno, por maldade, cru¬ el mente Quem trata V. cruelmente? Minha madrasta TÉMA 79 Embrulhe as tuas roupas e amarre os teus sapatos. Como devo embrulhai as? Desate este lenço e ponlia-as no meio. ítão há luz nesta sala, como posso eu copiar o seu discurso? E’ obscuro? Dispeuso-o por isso de o fazer. Permita-me V. Excia voltar para casa. Pede-me V. licença para isso? Sim, sem a sua licença não me atrevo a sair daqui. V. é um bom rapaz, e merece um prémio. 80 m i® % jg « x * T X II- ffi li- nt m »s # «s- #= «a ji k ii b # » #18 4 S « m ff. BA# ff, « % K X T- 9# £ B Bi * lê £ m n £ ÍS _fc Xe. \ /— v fc |!i: A « «5 « Ví * £ <> i‘f * £ 2S « * * A «5 « « A msifríB»' tt % A A %. i# «» £ » W £ 5? * St ff.» P ta ® A ffi
  • DA LÍNGUA CHINÊS A 121 lo*n leiuj1 campainha gj t9ini campo, arrozal ã neugi cidade íjlfjjf »*3 »t-o«â ocupações seong* lcax negociante yf f)b ^?0,i JMWflh talento, ha¬ bilidade 41 .a LIÇÃO >Li»' oa1 sek4 (Cair) des- cançar Jca* casar-se (mulher) tch’oi* casar-se (homem) s<>oníti Vl2 conveniente, convir Cam:i visitar, tentar, sondar tvh’ii\ pit{ despedir w\«npfrit yau-z !/anl Alguém toca a campainha hai- wnm hair Ur lentf Là • a porta n seong* Nem possodescancar-me ain- on{ selC tou1 mi talà da que o queira nffo2fán2 | Nem como arroz *ek4 !■ / Obs. 85a — O complemento objectivo pode colocar-se í‘iit<‘s do verbo, (piando se usa a palavra tou* (também) ou ton1 Mj (nem, nem sequer). »«. k«’ tchar kcPs i4 tcICòPtch9 a i1 a &! ÀiE táh k’»i3 \ condição) \ tai- ?/«ík9 tcICoC niiij tcheng1 yiit4 CÓHirycók4 ngo, yauttchflni tchaiij hoC *engl trhilA IoVtj Quando se casa o seu filho? * * Provavelmente,, pouco mais ou menos Prova vel meu te em ja nei ro do ano proximo Se eu fosse rico, iria morar na cidade
  • 122 NOVO MÉTODO Obs. 8Ga _ O modo condicional forma-se com a pala* vra ^ tahati, (logo) anteposta ao verbo, essa palavra porém ]>ode subentender-se. bo:t sroiuf krt1 J/a»1 mou» t’“i3 to1 pat4 »««í/i íoi, «'«ih3 n«'2 tia& y»* k"-° klw* í/a"2 *it /tai(3 k’oi2 *>&««* hoi3 tch’u, pí/t <*’ j>’íi,íí/i yaut O negociante não pode vir visital-o por serem de¬ masiadas as suas ocu¬ pações Caso que Caso que ele tivesse tempo, iria despedir-se dos ami¬ gos ^ PJ tcliou yat4 yaí4 ííxá/%2 tfWi seony VH mí nc1? kíÍM3 tefcai* ?/« n.Jch’o iL nangi hou2kivo*tnái.À Vin{ peFICdí^ gj*n»«ik- 'o,f ] (tKE tcheouy0 • >wt‘. s«*2 7o,t‘ Mfcfè ZicWftjkfâZrt taus »t
  • I>A LÍNGUA OHINfcSA 123 TÊM A 81 Vamos, guardemos todas as coisas; Não tarda (pat4 kau ) a vir gente. Batem á porta; tocam a campainha. ’\ á ver quem é. Vá abrir a porta. Não está fechada. Chame- o para dentro. Muito folgo (/«m1 hei2) de o ver. E eu também. Assente-se. De uma cadeira ao senhor. Descan- ce os pés neste banquinho. Como esta de saúde (san tchir7. Muito bem, desde que estou no campo.- Ha muito tempo que não o encontrei (?/u3 tcheokA), Eu venho raras vezes á cidade. Como está agora a sua mulher? Muito bem, graças a Deus. Volta todos os dias para o campo? Não lhe permitem as suas ocupações; só vai nos sabados á noite. 82 * & ím 4? m tt * M M Dt h ^ is & » m r. g* u ir. & «u b# i'J ^ fô * # $ 10 >jfj yfc í® IB A ^ S Í - d|j íb m uiè $ # K ^ 3C >fí É3 ft' ^ Itfc fn H + ff it St & * $£ {£ £ BDB JW fê IB te « nM * 2 E * 91 ^ ^ - ^ B ^ 3t *: 1B
  • 124 NOVO MÉTODO 4*2.11 LIÇÃO mm tch> u ng1 mengx i n tel i_ gente m% sóng2 agil, ligeiro? activo ^ffil ^in1 firme, seguro, sólido p9tíl bastante pat4 san3 tehnnfh indis ereto, ti/n moiii (yung.j usar) inútil 8ami tchr>K estar satis¬ feito, contente kak0 distar *§ /rfw2 (tchiin* girar) vi¬ rar, ás avessas lai2 máu3 eeremonia, civilidade wân3 transportar, tomar caminho, por ^ wángx kwo3 atraves¬ sar, atravéz mou* tcWung1 mengi pat1 nangL íok4 nu* man3 han3 nei2 t’ungl ngo2 man3 hau3 k’oi2 Ia1 Sem inteligência não se po de estudar Dar recomendações Faça-me o favor de lhe dar as minhas recomendações X. B. A fraze w-i fcoi1 (não merecer) serve para agradecer ou pedir um favor ou desculpa; mas diz-se ^ |ljj to{ tché.è quando se recebe um presente. tchóiz tchW patx kau2 Virei visital-o outra vez deu- nyo2 tchoi3 loix Vam* nei2 tro em ponco yiU4....j/uf4 Quanto mais....mais y‘út* tchon7, yiU* houZ \ Quanto niais cedo melhor Outra vez, tornar
  • DA LÍNGUA CHINÊS A 125 inln tch’eng2 tch’eng2 '»ou2yan ya 1 ' *3 u2 fc’ÒÍ2 kÓDi3 /ài iitÃ&^fsis *'ónikíul kwu* fau2 liai., lis. vZ* ■ ■— -r. p’02 ngai{ him2 yan1 waiò yung{ yiz fán* tchnn3 . 0ÍUI&JM so* yi.z hai3 mou2 t/Mig a Ifòi SOHi fcMi2 tcll0f sóni tchii2 nei% samx tchôk4 wT n«4f Adeus Não há ninguém tão agil como ele Este navio é seguro? E’ bastante perigoso porque é facil virar-se Por conseguinte é inútil Capitão dum navio Estará V. contente, sendo um capitão N. B. A palavra tcfcoie* ou ícft
  • 128 NOVO MÉTODO táiz jwaky «3 *ôk4 toi, fu3 fW toi3 mau2 Cunhado (irmão maior do marido) Cunhado (irmão menor do marido) Padrinho Madrinha N. B. Os gentios dizem §^3^ k’™3 y& p para designar padrinho e madrinha. TEMA 87 Donde vem V. com tanta pressa? Vim da casa do meu cu¬ nhado. Viu o seu irmãof Não o vi desde a semana passada; espero vel-o á noite. Virá só? Ha de vir com o meu pa¬ drinho. Que faz ele actualmente? Faz negocio. Está satis¬ feito! Satisfeitíssimo. Espera ele ser capitão? Sim, hem o merece pela sua inteligência e actividade. Onde mora a tua madrinha? A dois passos daquele jardim. E’ bastante lon¬ ge daqui? E’ um passeio de dez minutos Temo ser indis¬ creto. Não tenha medo. Ht 7 m m 13. r z & & m ík m ni CE * 7TD — & fill tfc itfc & ócj f± frl il £ lê íic % «et Mi 7 A * M IS nAS PI Ci £. li W1 ittfi IS ff Í7 7í /E ;¥; fé ® Ct ^ 1% ti l! IS ^ li H « ^ CE tí nife — *lí il * Hl f íl Ag CE 1É & ?ic ft fif »3 7í fc ± * a a J& H il #3F i§ M fé 7í & i BJÊ m ii /£
  • DA LÍNGUA CHINÉSÀ 127 i 43.a LIÇÃO 4 k an2 yiw] necessário, preciso xm ma)ií nga2 elegante .sã1 man, polido, gentil delicado kan? kap* urgente frliM san1 neongl noiva ^ páP adorar, prestar home¬ nagem YfàVCà SíilX f(** digerir,(b- gestão, desvanecer ^ tcha i 3 i n digesto, pa ral iza do mm fhn1 p’tiis matrimo¬ nio, casamento lengt (léng)2 receber, co¬ larinho, cabeção Vunfji ter saida, corren¬ te, comunicar • ígHí yii s l}rli preparar *«2 ,'/««2 SWSSMít&ffStt T ífe»S# n""-‘ Uu‘ If in3 iml tch’ a 1 ké* ye2 ima toux h/m1 /tea1 Zai* Zofty mé1? ce. /*+ j- SásX/\ n> /tk /ok4 tchékç tch a i2 P «■««, tch’ ii him3 kaw/1 Todo o que Trouxe V. todo o que é ne¬ cessário para o chã? Faltam ainda seis. colberi nlias X. B. O verbo faltar fcim3 k'ã£tt diz-se tcluíng1 na língua falada. Mil fcftaíl /íYn(8 se l)Uzeram bastantes tch’d{ puV mcM . fti RítXX-tiSi ícftV^ »»éij k«tt3 //«», tcluíng1 tch’at4 tchék# tch’al tilU tch’di mm, cb içaras? Ainda não são bastantes, e faltam sete pires Bule de chá
  • 12* NOVO MÉTODO Jti* sek{ pnur xung* tch9áx W Mit* i’aiz >[^ selc4 thir sa ml kang3 sinlfas sck4 tvhou2 fán, JtH&ifit *®*4 MMÍW* /«»3 sdfc4
  • i ao DA LIMU A CIIIXÍSA —?/« t * ta1 v«ií hep) ^uiS íi; »>i t’migl nyo^ hais tchUík4 nu'1 í*$!£ funff* yunff3 vgaii tchi2 ' 1 Uma (luzia *» Sacramento Por ventura! Por ventura sou ladrão? Dinheiro em papel corrente. TKMA 85 h preciso sei- polido. Espero que V. não falte respeito noi *OSpedeS-. A fiIhil do carpinteiro vai casar-se; será um» oivc grossetra. O marido dela escreveu-lhe uma carta *ente para que preparasse as coisas necessárias. Quando se-a o casamento? Será no domingo proxi.no. Está éla pre- paiada para receber o sacramento de matrimonio? Sim, não le íalta nadíl- E’ preciso que éla tenha um bule de chá p uma dúzia de cl.içaras. Os bolos são indigestos? Não, «fio bem fáceis de digerir-se. Quantas vezes come V. por dia? ifes vezes, almoço pela manhã, janto á tarde e como ao meio dia. S(? * 2 ^ If jj- # S í R I € ff. jft |Tr «t , A X * a M tt ft « ij ® » f | f )r a « s* i* w ir f ||s ti ffl fm m>-k g S "* § i € ® ^ #f IA 1 â 5 «. £ í & «t ri‘ ft m m x jj g m * « f«j — m & n, ijç # ®#* utsa a f « i » g « ít «s * ít «■ m ít »#» ® ■O- i1< ® *! Ljz «7; líj A
  • 130 NOVO MÉTODO 44.a LICÃO ;A lit4 rachar fôc xi/í ii3 espalhar, dissipar, dissolver. ^ tiu? suspeder, pendurar. tch’ai{ peiz promto. pre¬ paro do. sa1 (areia) lei] pera t’oux peeego tchiuA banana tch’áng2 laranja de casca tina * I rnMi 1 t» I wa n ;i tch ap4 m i s t u ra r, kowi1 laranja de casca -ml j>pi confundir. geng^ sele4 reconhecer; distinguir. grossa iíhML f((i* ^lli .et. j-. 30 t’ou{ sôk4 tchau.j lit4 hoi1 erèWír-tiíHMíE tcli’áng2 Vung{ kôm1 maí4 fanA pitj nêf pók4 kôm1 pfeil hau2 Os pecegos racham-se logo, quando estão uiadnros Que diferença há entre as laranjas de casca tina e as de casca grossa? A casca de tcWáng2 é del¬ gada e a de ftáwi1 é gros- ,tchi' haiz tim2 yeongz keò néA VklK&lkM&fa hai* hung' sek4 kap4 yau2 wat4 ké‘â t’ungl pit4 yeong3 sáng1 kwo* ivân3 tchdpi máil itei., yeuq9 tak4 »», néif sa. De que forma são as licliias* São de côr vermelha e teem caroços Estando as bananas mistu¬ radas com outras frutas, pode V. distinguil-así
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 131 N. B. O verbo misturar diz-se ltfau1 ma?\ na lingua falada sal leil mei3 tcJuík4 tchi, tçh’in{ tiu3 lehoi.j sii3 tchi1 seoug:i —yat1 toli Jaii Wh —Wr n
  • 132 NOVO MÉTODO >í*; seong* pous tchau.ã sf3 Eecompensar A saber, isto é. TÊM A ifc & x H A 3 ® RK ft JPx ff A £ «15 B ff A A *7 A fé ffi A £ \ ff fé B fé fi Hc * ff ff: # % m VQá% >r» \ # M ff ^ T Ã A tf A © ff £ # fé vi*i> * * »i B ff fé s A T & BÊ ^ «S a » X fé fé A A «t A fé 3* £ 3S M ff jt ^ ng- nj| ^ m itt II í;í; T >F ittfi HE /. > < i »
  • DA LÍNGUA CHINESA 133 45.a LIÇÃO JcUíi.s cançado. tcl^é1 loai roda jl* t’aml cubiçar, ambi «e/c4. descançar, parar liaM 'tch“? tchuu* tch’ong2 hnng2 fongi recear, i . . . íabrica industrial. if& sul seda algodão |f(; hó1 bota com medo de, para que não tchUítg esfregar. JH wirfj atiar, brunir. /ca a#1 ke&4 atacar. Não é licito cubiçar coisas alheias. Pat* ><°2 t’«m' yanl kc3 ye2 N. B. nj lio* significa poder moralmente, ser licito f&ftSÉEASSfà «*' JH«, ^^3 L k waiò kwo3 mini k«»3 loii ~f tlféZMmM. k«»3 Zoi, hoi' héa1 hou* fo1 ZcAai3 tchou2 tch’ong* wai1 t/ia3 'Mi «//Oj, tcheong' hoi* uai, //ia3 nei2 Pungi ngoz hoi3 so»1 yiJij k’iii2 Ziaij k«»3
  • NOVO MÉTODO 13.4 J' X tch’(U9 tchéiuj,, ngo2 titi* ho1 yan1 irai?, nyo.> yiuò teh’ot4 káiV f'p net> sn(2 sam i hung2 fóngi tché1 lon{ nangí lôk4 tch’an[ nei2 keí’ Aci3 íc/ifk4 .si/1 m«74 Ifc ?T >J'i í!S n£ ■»»«», ÍWHJj «U1 J/flWji /(ÍH1 ^/í4 WlOlf.. HÉ M j§; £Jj inin' s/j teh’oul, nii1 .s‘/;{ y«íf3 fêt ?'J 'M 7] &] H éj »»«i w. tcheong' tou1 /Va#1 k«/t ia1 N. B. ^ Ic-so mo.> quando Ac: wo3 wm/2 tchxv fán.. 3 i ^ftí tch*OÍx ZlHWlÁZmiH &H9.K mat4 t’am1 p//4 i/aw, ZcAi1 tch1iní tch’oil huttif .fong{ satt:i ya\i, kam/1 ke/r* «a (feito { completo) yatÁ B $1; Zoííj «eu//, y/«f4 tchiiir moit., hitQ xck4 Ksfrega bem limpas as mi¬ nhas botas, porque que¬ ro sair. (vide Obs. f>4) V. tem de estar acautelado, com medo de'que a ro¬ da possa rolar sobre si Usam-se maquinas para te¬ cer meias de seda. Há diferença entre seda e algodão? Algodão é grosso, seda é fina. Afie a taca para matar a galinha. significa moinho, moer. Moe-se o arroz para ser co¬ zido. Kiquezas, dinheiro. Não cubice o dinheiro dou- trem, para que não fi¬ que atacado. Um dia inteiro. A roda gira por um dia- inteiro; não tem des- canço. m
  • DA LÍNGUA CHINESA 135 .^•í-- 1 fL /!♦••• • rOto SL íVtitt1 .sam1 ;//, tcWé2 kiu1 MífOM-3 De niais a mais, tauto mais que, além disso Ele é cubiçoso além de ser soberbo fèfâ lótr< ,a"> \ fftjfê kf2 lon, Pai3 j IhS<^Í/S5C tchek4 pou2 lch’ong Por torno, alternativamen¬ te Fabrica de tecer panos TEMA » *r a tt »; ir « «x t: ® w »r W * * X 1, «t Si » 0 * # i* « * & et« - r. m k % ‘A a %t *e $- m « « « a ph * s * # >? u £ & x ® fí a » » in as * m tjt gi « * a « x x ± % m fr* t 90 ^ Jt li tt>*r «et ^flí iitll JÉ ^ fô «SÉ ^ si- m a ié X À> S ttfc tt tf. ® E lb À -- í» a>* n x mi íb gg « m & m itii ,7L «Uil Kft 7" BtMfi ffi A W atsiít Bf II S « «: «l tâ R- *> í If I 8 * « * ÍÊ «g- *S ffi * &« i m it a * « * m « v « pi Ht A ® * ÍT # « M
  • 136 NOVO MÉTODO 4«.a LIÇÃO IÍ<($§) san3 hor(lar ^ kiin2 enrolar iifllj? k’ei\ miuti maravilhoso rm faui (boiar) tatA relevo, saliente 'H; yr] ideia, tenção, significa¬ ção, intenção nl^ ?reonffz ceder Wiffi 2/í(,b kwn* causa, motivo tchon2 hõi2 permitir, conceder fà* converter, transfor¬ mar, aniquilar tch’oH errar, errado fan] yékA traduzir ^ leilíh causar, mandar, bemquisto #3M^ííjKí& W,,3 n(jo2 yan1 .saa, *«* ’«2 noi'2 íc/dí2 selâ sau3 fál sân3 saw' \ hoi[ sam1 j fcdlíf n(-'°3 »el'i tch'°* tch’ir lcoi:i tvat fiSMl k«'»2 ífwjijr, | (kk »n. íc,i’ii2) ngáni .sck4 tchi[ Icwu* saii1 lengç v
  • DA LINDUA CHINÊSA 7 matÀ yiinx kícuò nei.. m fAil1 /wk4 H6;1 ? ^rji hy/o2 /w3 tcWan1 tchón2 ngo2 loil yan1 wai3 k'di2 péng3 tchoiÁ ktíA tchnng* ~kt£ uih «•«, I (Ml) siií» /»»$* f t“h >'■«* fô4f; y»3 V -£• 5Í1 / u iUl' I nei. yan2 t/ía tcheny2 tit9 ho?e3 .vii1 me1 f /et'' kM,«s //í:* ke3 ^,e* /ít3 »£Àfo§cíítMfc '■»»' ?/an4 seong:i mei9 yau> krfw* fa3 fía1 íc/tii2 krfw* V ./ok4 //íh/í1 káw8 manx mengx KÉl m*n9i i>ak4 ' .v sói2 /V/s ?(Y//. tchau* Que motivo liá para que mio volte á aula? Meu pai não me permite vir, porque ele está doen¬ te em casa. Mentir, talar mentiras. Não e permitido falar meu- tiras. De proposito. Teve v. intenção de fazer cair o meu livro? Não foi de proposito. Ci vi 1 izaouo, e< 1 ucação Muita ‘•ente ainda não tem educação A religião de Deus (católica) A religião dos protestantes. Ilustrado,civilizado Compreender, claro, escla- rc eido. A agua converteu-se em vinlio.
  • 138 NOVO MÉTODO N. B. A palavra ^ waii (fazer, praticar, e ser) pode ficar depois dum verbo, no sentido de tornar-se, em forma de. /,ok4 san(i'f«"1 wai} leon(j2 pán1 nffaiix x*?k4j sek4 sói2 ( kawi1 *in3 MH yunff, sia3 Os alunos foram dividos em duas classes Cor Linha ou fio de oiro Ketróz TÊMA 91 (■om que se borda um lenço? Com retroz. De que cores gosta V.? Gosto de cor vermelha. Usam-se fios de oiro e de prata para bordar vestidos? Sim, usam-se também linhas de seda. V. faz-me zangar por não traduzir bem esta fraze fkow3 waj; fez A", de proposito? Não, não tiv^e intenção de errar. Quantas igrejas Católicas há em Macau? Ha-sete ou oito, mas há uma só dos protestantes. Compreende V. todo o que lhe digo? Não posso compreender imediatamente, por¬ que não sou inteligente. 92 i© « m ifis^íífsií k "« X « m % 5E k u m =k a ff a ffi * « » itt m ?? ta «, * íê » ff u a ff it ft & p. * fí -k m # st u » m ff 2 ® ff hê « « « s * ^ & -íí m a m »r it ff * ê.íí it s sk a m ím * ã 93 « b n & W Jg> « a @í ff 25 & X ff ff ftSIMttHBIEIÈI ti @ -íiM * É n it M * 21 K
  • DA LÍNGUA CHINfíSA 139 47.* LIÇÃO. lU m ?S sán{ monte, montanha lám, floresta, bosque fau% porto hoi2 mar hoi rio nóng3 onda iu kíí s<'n' ío7""'-í/i Va íc/tii 3 tWHMÊ «í,*‘ 7í'"í> 7',/,,°"í/i tvh’akÀ ik»"> ftoi1 hon2 to1 sda1 /aie3 íc7ut,ifif1 kM?oko íc/íi1 íííii*/1 si3 7ioi2 Aoi2 5 *3 Voii wan{ »xssivit>rz*?i±* /'om/i 2/íiiti ir«, ?rom/, Aot tchi1 soi2 /'in1 seong% /•/, /,,,,sr‘ í4í3 ***« yau2 nóng3 t’((il p’cngl yeong{ si., £'in’ ftff3 fcfti* í«Ai3 tói3 tclie* -kWft-ZftWMZVi <»'» «di1 yeongl si3 tchoi3 Ao1 tchau1 tchi1 ^ yeongi oceano /mi1 feira f|j $i2 mercado >{& /toHf/.{ beco, travessa Í3 k^õi, cano de agoa tchfan[ poeira Ila habitantes no meio das montanhas Os ladrões escondem-se nos bosques Kecen temente abriram-se muitos portos O leste da China é mar Além do mar ó Formosa Dizem os Chineses que a agoa do líio Amarelo vem do céo Sendo o vento grande há certa mente ondas O oceano Pacifico é o maior debaixo do céo (no mun¬ do) O oceano Atlântico está no oeste da Europa Viajar em passeio %
  • 140 NOVO MÉTODO N\ B. A palavra yeong, toma-se muitas vezes no sentido de europeu ou estrangeiro, por ex. yeong, fós mercado¬ rias europeas; yeong, tehr1 sombreiro á europea, etc. lt' ® Pí iiil 'H t<;]nuuJ' Há feiras no interior da Chi- hwókg nói? teiÉ yau2 hoi1 na (aproveitar-se) hoV Ir á feira tehfii* 1^ui todos os logares Todas as coisas W ‘M 4* ^ À. ttf BJS neh Estão \ ocês todos bons em . • 1 Â -m . _ th kal tchuny1 kok\ yanA hou2 ata3/ casa? J\. B. ^ kok9 (cada, cada qual) pode empregar-se no sen¬ tido de /w/os. (Pfc iH ílr fh M (Bi m(li2 lom3 tch’il hoi3 káil si2 i««i2 suny* $1 eM A ^ ití lôk4 íim2 7toiT ,si2 ni T EU ,#> 4- itfc rfj*>««'»* /(«j sei® tim* pun* sau1 «/, Não vá tão tarde ao mercado para comprar a comida Abre-se o mercado ás <> ho¬ ras de manhã • • O mercado acaba ás quatro e meia de tarde N. B. A palavra mu1 significa propriamente recolher, colectar} colher e receber. íH rfj *i2 Greve de comerciantes ^ B ífj| í|} fll£ i^íj Fazem greve boje; • !/ah l)ai s'h mou2 tchii1 yeohi Não há carne de porco para mái3 sàRareia) tchfaní venda boje. Altivo, arrogante. <
  • DA LÍNGUA CHIXÊSA 141 ***** mai*kómJ sá1 tch’an{ i>ei2 tdt“* tchoi3 tdi3 t’on(j{ h/)ng2 mêt han9l kôij tcViit4 tch’auÁ hei? p’ou\ kwok» Não seja V. tão altivo Mora V. na travessa da Sé? () cano de exgôsto exala mn ar fétido. Portugal TÊM A 93 Desejo viajar a Japão no ano proximo, quer V. vir comigo? Com muita alegria, porque gosto de ver os vulcões (fo2 sánx) que ba lã. Por quantos portos temos que passar? Teuios que passar por Swatow, Amoy e Shangliai. Haverá ondas grandes no mar? Suponho que não, porque estamos no ou¬ tono. Os empregados nos vapores fazem greve? Sim, que¬ re ín ganhar mais dinheiro. Alimpe a minha meza de es¬ crever; já está cheia de poeira. Não há uma hora que a alimpei. 94 £ te (ê m $ h m »J| M A Sr m A k ^ M. A «J m -t ?3c S ^ rn i# ÍÉ tâ m te K Mi- 0 # 7E A *21 & & «ti m. M Ifí ít V £r ,2 "16 A "H- ^ £ & £ A 3 Kfm A S A te ^ pT Ui #■ J: Z Z Ul m ta m m XXL 1í A i te ta m T A
  • 142 NOVO MÉTODO 48.a LIÇÃO hánx ter tempo, des¬ ocupado, ocioso JUrffi tchóng3 kin3 forte, ro¬ busto yiin2 ycok4 fraco, debil mm iról môk4 concorde, em harmonia ic^an!ll discórdia, brigar, contender. ijU] hims exortar, persuadir, aconselhar. ÍHÍT ta^4 virtude seng3 k«ky génio erigir, estabelecer, praticar, estar de pé Tj]kung1 (Zoa, labor) mé¬ rito /^'Mi transgredir, come. ter, réo, culpado han(/l sam1 constância perseverança wmm uei2 í«k4 hán, mé1 f Está v. desocupado íÇ.fiíÊlffí n9°2mou%yét tchoii3 tchong3 kòi3 yuiii tckouz kung1 fu1 kiin3 2"%»*««3 Sí';i 2J(<« yun2j/eok4 Não tenho nada que fazer. Os homens robustos não se cauçam, quando traba¬ lham. Depois da doença fica de certo fraco. E’ dificil fazer as coisas, es¬ tando os irmãos discor¬ des. hnuf taiz pat4 woi mok4 hou1 ndn{ tvhoH? siiA Obs. 88.* Para traduzir as palavras que exprimem um sen¬ tido negativo, formadas com as preposições latinas im, in, dh, etc, emprega-se em chinez a palavra pai4} como prefixo, por ex. yfyjnj>[^v pui1 hangi sam1 inconstante. Stl&flUjflPi* ngo2 hiins nei2 Aconselho-te que não bri- mat4 seoiuf tchaug1 gue entre si.
  • 1)A LÍNGUA CIIINÉSÀ 148 AftMSiKAÊSfi tchoi3 sai? kánl *oi' yiu* lap4 tak4 hang2 voh Ma' semjò k«k8 y ii, hox nêí B.sifeíJK k’eil seriy3 k«k0 xi:i him1 son3 kim1 krt^M, fn fi y*. te/íV2 fing3 íc/,v-2 SO/H, tclli3 te/Cu2 t’iiugx tchiv si3 fán2 kim1 ka/>4 m
  • 144 NOVO MÉTODO S**íB*M®**l8l⣠/ok4 konr tdr yiiseun3 ío/u;{ )u/o2 #í4/( ira/, k»1 .^«í/» ío*'* M.í/Ojj 3/ííií3 WOIfj, /c/fr1 Olioveu tanto que não pude voltar para casa Demais a mais eu não ti- nlia sombreiro. TfíMA 95 Se não tiveres constância, não alcançaras o mérito. A vir¬ tude não se pode conseguir num dia. Obedecer é uma grande virtude, mas brigar é uma maldade. O genio dele é bom ? E’ bastante bom mas ele engana sempre nas contas. Esta ele em harmonia com a sua madrasta? Aconselhei-o muitas vezes e por isso perduou as suas faltas. Caso que tenlia tempo, venha ajudar-me a embrulhar essas bandei¬ ras. V. é muito fraco de sorte que não possa acabar este trabalho? Eu fui forte quando tinha 18 anos de idade, mas já, estou velho e sinto-me fraco. 9»; -f -t m li. A 5L X 4 'R 'Èí U VJ í prT i A 11 m M =£ h: % ftní A1 % m n m nfr A 3* S ® m m JUr H m b m í.«j (íjf A A luj ^ a m m fÃ? X M. tE tt IS IX] A dí]* * *V $ rTn ^ EL ÍE Â- ft X & % M oii m tf êj Ht m 1E tE * fl: mj m ^ RI «t T & í!c A *r íí ¥ ia m
  • PA LÍNGUA CHINfcSA 145 4!).a LIÇÃO soP (direitos) kn-án' al- fandega. lung2 (baú) seovg' caixa para vestidos tchaic (.sú1 privado) fa¬ zer contrabando, ft 9an* noi> Pneiencia. utíp, (receber) saf pagar direitos 1 tjjj ícldrtH1 tirar percenta- ! gem, taxar, levantar I Jj- ko»1 cate pfjf leong2 tael i tcWmg3 pesar, balança trl,0l,yl tch°i" conter, carregar, caber kVnf* descontar, colclie- ! te, fivela tchek4 (encargo) ?/«», oficial, funcionário. ! ^ tcli’a( revistar, indagar, inquirir han9\ pm M w;3 luuu/i lei2 tchoi3 //Oj /e/t’à' WWI l jUÍFÍSiÍÍM i telioi., soi:i k u'ánl yat4 tchely^ CP nei, yat4 tchel:Á hoP tcha\\d lcin3 /o/r ko:! tchclc* yiin{ Bagagem Onde esta a sua bagagem Ainda, devolver, retribuir, pagar Ainda está na alfandega Directamente Indo v. directamente para lá, encontrará logo o oficial X. B. o verbo k iir achar e sentir. (ver) pode sig¬ nificar encontrar m m^-'j x i* M-, 1, • • vOl.> tch’al k/ro3 uei., kc3 seongi n\ê{ Revistou ele os seus baús ?
  • 146 NOVO MÉTODO tchu.x t’aux tchi3 meio M Tp i (*. — k’õi2 tchúa t’aux tchi3 mei2 tch’al kwo3 ngo2 tchi' hangl M2 í'1'^fl 7&\ nmMtim nei2 yau2 yan2 noiò Veng3 han2 lwi2 mélí molhfatak{J tch’au' n. kííiio yat4 yau2 liou2 to1 yanx tchau2 sii' yinij l¥-Jfíí+*W# tchiu3 t’óng[ yan, tch’eng’‘ yat4 káu, yau2 sap4 íok4 leong- nu;'? hah> táns yat4 póng3 si3 sap4 yi3 leong2 nei1 Iço6 seong] tchóng1 tchop tak4 i/aí4 iam3 A:oA:g ue1? M# £ + ÍTÍÍ tchong1 tali4 n2 sap4 kan1 í^im1 De cabo a rabo Ele revistou as ruinlias ba- gangens de cabo a rabo Teve v. paciência de espe¬ rar por ele? Não havia meios Quanto direito se paga por cem cates de peixe sal- gadof Tira-se a percentagem de 5 por cento Ultimamente ha muitos in¬ divíduos que fazem o contrabando de sal Conforme a balança chine¬ sa ha 16 taeis num cate? Sim, mas um libra tem 12 taeis Esta caixa pode conter um pico de arroz (com cas¬ ca) ou não? Mais, aumentar Pode conter mais 50 cates í
  • DA língua chinês a 147 N. B. ^ Vim1 usado como adverbio mais deve ficar depois dos adjectivos numerais ou no fim duma oração. kJauz lauí rJc^I^ íQ 'ra 13 t tchèk9 siirii peiz sõi3 kwánx k’aiis laux yanx waiò tchau2 s\v sang1 tclVoi3 Deter O navio foi detido pela al- fandega por fazer con¬ trabando Alface 97 Donde vem V.? Vim de Portugal.. Trouxe mercadorias? Sim, trouxe 75 caixas de vinto tinto. A . Tem de pagai direitos. Quanto devo pagar? Quantas dúzias de garrafas contém cada caixa? Duas dúzias apenas. Sendo assim, são duas patacas por caixa. Paga-se em notas ou em pra¬ ta! A alfândega recebe (saiV) notas. Quer A . revistar os meus baús? Não, creio que V. não faz contrabando. A . é muito bondoso, agradeço. 98 n£ n * £ m »JS> fft íf a m & E 4 5® & I lí X ^ n fa « fel M - ^ (E W a «a u! 5n M ifÉ A 10 fâ & T n fé «* ánÇ A A ía T £ R4 j$i # A A n f 3? té 1 n£ 5R f* T té » l m a g R tl í Jf ÍkL
  • 14* '*■ NOVO MÉTODO 5().‘ LK ÃO >n/o'i t’áu* Carvão de pedra tch’ttchámz estação de carros ou de comboio d u ru/ , cobre /0'C) ferro kei:'J /um;{ sinal rill _ _ sou3 mok4 numero, contas íc/iotd yam3 alugar, arrendar k'ííí (tyi3 idéa, intenção) resolver sckg estanho | /wk9 (tclián3 armazém, cavalariça) estalagem »£ tchair (tini0 loja) Hotel a/í2 fsarj mandar, ser preciso, usar, causar, a fim do & m iui -£ Ti /fe $é*k j/aMj ou3 aiem, sék-4 k,eii kei2 ío1 t/m2 tchung1 sor louz nilt »éon
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 149 tápç fo2 teh’ól seonfji sáng2 sengi mé[f ha •-Sr?» Tf. K A iii» lIMÍfèU-! kah> n . fongl tchii3 p’éng{ Ictvo6 yat4 tchait2 tim3 Há somente umas tres es¬ talagens da classe su¬ perior O resto, os restantes Os restantes são da classe inferior K’ mais barato alugar um quarto para ficar do que entrar num hotel Obs. 00.1 Há em Chinês certo verbos e adjectivos com¬ postos de duas palavras sinónimas que se podem usar se- Paradamente sem nenhuma alteração do sentido, por ex. % hviu/2 kd/i3 receiar; kwong* fuV\ largo, extenso.
  • 150 NOVO MÉTODO :jg| tchung1 kwok9 tei3 minò sam.ò kwong2 titg lOU% A superficie da China é muito extensa Caminho de ferro TEMA 99 Faça-me o favor de me dizer onde está a estação do comboio. Vá V. directamente até ao cais e vire para o la¬ do direito; depois de cinco minutos de caminhada, encon¬ trará uma ponte de ferro e ao lado dela verá uma ca¬ sinha onde se vendem bilhetes de caminho de ferro para Kowloon; mas tem de passar o rio, porque a estação do comboio está noutro lado. Muito lhe agradeço. 100 as & * * ta m st« * * s ® ffi * ÍS ffSfSSBÊiS »!S * ff US í|í % tft iíi fê ‘ff. iii
  • DA LÍNGUA CHINÊS A 151 51.a LIÇÃO «s*u/y rumor, tra¬ dição, relatar t’iin-2 arrebentar, descon¬ tinuar |j|n 1aml iminente, sobrevir, aproximar-se Ifâ tchH2 principiar, começo tchnng1 acabar, fim, fa¬ lecer |ljl sarii Espirito, deuses pei' sii1 secretario fjlfí fa^ pulmões |fj! tchóng3 enterrar pái2 expor, arranjar ein ordem, colocar ^cwuni tch’oii fereti‘0, caixão PílSl tiu3 song1 tchp oil) dar pêzames ^w3 anunciar) fr'k ««! <•»s G-tiSHE k*/tok4 y«í4 san1 £c/ii2 £m3 ÍW3 ?ra3 maí4 ye2 néí krfii3 (religião) woitjr, HtítH ]cáu3 f"3 wongi È5E7 tch’iinl lcáu* wongl sei2 lin2 k' õi2 ki m3 Nova, noticia telegrama telegrafar O que diz o telegrama do jornal de ontem? Pápa Corre o rumor de que o pᬠpa morreu Como se chama ele? mengi B. Vulgarmente a palavra k’ei, »ien(/x kiu3 (pmv principio, origem) (íôk4 serio, sincero) t9nnz hei* k«i2 ío1 fim* j tchuncf t’un2 hei3 nél t mengl (nome) diz-se méng2 O nome dele chama-se Jien- to. Expirar A que hora expirou?
  • 152 NOVO MÉTODO &«»»» / ^ * Depois disso, <-in seguida A.’s (> da manhã {£g& l(tm\ i(,h im->' jjjlji *«»i f«3 /ftm' tchiiug1 .s/j y«a2 wwC j/ftii. tchoi., tcli in^ né[ '! zjr^ £c*7ui2(douo; dominar) Adn *n s±® 7è#f ?/i Avóí3 M íui _ LI .s/f1 Icei1 tfliB (san^ ministro) ko:i /uno/, yi1 /c/ui2 /:««* anng3 k’iii2 tchung1 ju«/4 yé2 péng3 sei2 hf nc1 eft u** íâ li * Í»1 >1 HE s''f kan-> pai2 tchoiz hol tch’ né] ‘! **£* 4‘ * s«* .«whí/3 t’ong, tchung' sam /«i tclmng1 u "'7t’"7' tchóng'0 né[ mvj !o[ ma2 Agonia Pai espiritual, padre No tempo de agonia, (piem estava em frente (na pre¬ sença) Bispo Cardeal Alguns cardeais assistiram a sua morte De que doença morreu? Morreu de neumonia Depois da morte, onde toi colocado ? Foi colocado no centro (te igreja I Administrar a extrema un¬ ção Recebera sagrada comunbao Quando sairá o enterro! Talvez sejam precisos qu* tro dias mais Roma
  • DA LÍNGUA CHINÊSA 153 TÊMA 101 Oliegou ontem um telegrama, dizendo que o papa Bento XV morreu no dia 22 de janeiro ás G horas a. m.; já sabe V. ésta noticia? Sim, vi-a no jornal de Hong-kong. Os padres de Macau telegrafaram para Roma para dar os pe- zames? Julgo que sim. O secx*etario do papa assistiu á. agonia juntamente com vários cardeais. Foi ele que man¬ dou comprar o caixão e colocal-o na igreja. Chorou al¬ guém? Choraram todos os parentes do pontifice, os car¬ deais, bispos e padres. 10 2 m ÍT £ A U m ?e m m W Win A B/b m & iit A Ê £ Sc n/ê lê 5c Jllt* T n/g B # B A £ 1fr B0E tfe A £ i - M S/t 5E ft * & A A nt HE 5E Hf ft- 1# 7 lê 0 Ik n 7 «I jÊ JE /,> í í T n n lê * >l> * njg li lê lê & 5c
  • 154 NOVO MÉTODO 52.a LIÇÃO. HM fan[ fu* recomendar, mandar sengl (lcung1 efeito, mé¬ rito) suceder bem, ter re¬ sultado. /fHí£ sõn* (t’ók9 encarregar) confiar p’ául (tam2) atirar, lançar. lc’áu{ yelcx fazer transac- ções ou negocio. yim2 tingir tu fj min2 leJc4 esforçar-se f^sl Í)0U wu3 Proteger, defender. yau2 hán9 limitado, finito ^~p] lcung1 su1 companhia comercial ^ tchung3 plantar Wtfà kíftr fan3 acção (de companhia ^ ^.1^ tong1.. tchí1 sit tong1 k’oi.2 tchoi3 kr?1 tclii1 siu fung1 sou3 í
  • DA LÍNGUA CIJINÉSA 155 gíS kéi'3 vini kd3 yini nei2 hai3 md tcheok4 nei2 jrit(J teng3 yan2 tchou3 k?co3 tch’oò tch’us 'gf .sii2 yii2 sõi1 min2 lek4 sii2 yii2 nangl sengx Izung1 Visto que....(causa) Visto que v. não tem ra¬ zão, v. deve ter feito enganos. Para que (fim) V. deve esforçar-se para que possa suceder bem. N. B. Na lingua falada usa-se geralmente ^ tang2 (espe¬ rar) em logar de siv como conjunção subordinativa, e também para substituir o verbo deixar yam.ò yaiii) no tang2 ngo2 Adi3 la1 (leixa-me ir. Tão....que (efeito) Ele fala em voz tão baixa que não posso ou vil-o imperativo, por ex. ^ frkom3....£cAi3 touò K£4 (C k'di2 kong* wa.ò ktmÁ tai* séng1 tclii* tou3 ngo2 pat4 nangx tyéngi tou2 k'õi2 tcli’iid /ei1 í|J* w-jfo2 )jíi Adi3aei2 tcWii* tch’iil foi1 nei2 loii tclVéng2 ngo2 tché1 SIS •S‘íii' y*»! sõi1 yhi{ »
  • 156 NOVO MÉTODO t Obs. 91.a As conjunções se, ainda que, e quando podem fi¬ car ocultas, contanto que precedam á oração principal; e nesta oração deve-se empregar a palavra /Jf yek4 ou ^ tou' yi,) antes do verbo, quando é precedida duma ora¬ ção concessiva, por ex. ^ ^ R^j- ^ tch’áki loix ngo2 tou1 to, fong1 ainda que venham ladrões, não temo. /J-» jj\ siu2 sam1 siu2 sam1 funyi yanx kául yék4 mat4 sii2 pei3 yani p’iris ♦ Tomar cuidado, acautelar. Tome cuidado em fazer tran- sacções com outrem, pa¬ ra que não tique enga¬ nado. TÊMA 103 Ele partiu quando ouviu a noticia. Deixe-me passar. O cozinheiro morreu onde caiu. Se v. fôr constante, terá bom resultado. Que companhia é esta? E’ uma compa¬ nhia de tingir panos. E’ uma companhia limitada? Terá éla vinte mil patacas? Sim, toda a gente confia-se nela. De que cor quer v. tingir o teu cliapeo branco? Quero tin- gil-o de preto. Mandou v. o irmão do cocheiro plantar es¬ tas flores? Sim, mas ele não plantou como o mandei. 104 fti Jt € 0 f»J & fl m i© f 11. m iA IS tf W ® K ÍB *- m # k m.» « & fl s ¥® sas x m m# % a s aiiis m pp 'i' íb * ít m pp
  • DA LÍNGUA CHINÈSA_157 53.a LIÇÃO |jj tung3 mover, mexer, apalpar TC^lj] ?/i,ui s'yi3 general g| pán3 tratar, manejar, execu¬ tar t’ó2 tong3 devidamente, seguro |g tchon3 cumprir, acabar, to¬ talmente fcifr Plin* fa,h dever> obriga¬ ção %LW; sUi Vuk4 paixão, de¬ sejo desordenado a» t’aúi hongl render-se im yun3 hân3 queixar-se s*u3 introduzir, levar á presença fqfiii’ h°u3 depender, con- íiar-se, contar com seny3 vencer, prevalecer, ganhar, exceder n(ján* hon*sau* matA tung3 tiíIA»"!» 7C^i|] y®i vau2 's®,,sfl min3 yuni laii pat4 lio* kái3 siu3 yii' j/iiWj sbiJ [j|jl pahti to' lok4 fei1 si3 yiil yeok4 sat4 kom3 tái3 yiin} soi3 s'ói\yin} Woi2 si3 yau2tch’inl tánz paií4 si3 yau2 fôk4 jgjfj ngo2 tong1 sii hai3 kom* kiin3 tchi3 tou3 7cans 7ur nanjri Veja-se com os ollios; não se mexa com a mão Se viér alguém de cara des¬ conhecida, não poderá ser introduzido ao ge¬ neral Pedro não é tão grande ge¬ neral como José Ainda que ele seja rico, não é porém feliz Eu estava tão cançado que apenas podia mexer-me ÍT. B. Vulgarmente se diz MJj yôk4 tung3 para expre- toir mexer-se, mover.
  • 158 NOVO MÉTODO sekA(Vav* penetrar) \ jgjBfg tfung1 Mu2 f jtfc K11 il jtfc V te,*'s* y(lni sek4 Vau6 tch’u2 siL himi siin3vani hai.ò ho2 oi3 Entender perfeitamente, es¬ tar ao facto de... Este homem esta ao facto disso Os homens humildes são amaveis Obs. 92.a-A palavra 'pj> ho2 (poder moralmente) serve- se de prefixo para formar os adjectivos que exprimem possibi¬ lidade ou aptidão, l°"2 ?/«», •*>&<>* liCHfl6 sai* maRÍ t(^l(íl' \ (/J>^ StM2 /tOt,) ( /cfl1 (52,ftw,0 j Aíé te/i3 Zoíí2 J aít “**(& toi») Os velhos são respeitáveis Criança Irmão maior Irmão menor U. I». sa** 1°l(2 ^°l vulgarmente, um rapazinho. u í* lek4 k?ro3 sai a3 ko1 toir* ttiait1 tchai2 tái$ IVolò tctfin2 tchi3 kc3 7i ou2 .sai3 ftai3 O irmão maior tem melhor força que o irmão menor As crianças em geral são engraçadas ?/«»i ?y»i jíU^lli //«", S««3 »ftl //«k4 ?/<«, tuiujz yui», í/u, /ioi2 te/i/1 saiq funxf yiu{ ya2 Assim como... Um homem é agitado pelas suas paixões assim como o mar é agitado pelos ventos
  • I)A LÍNGUA CHINÊSA 159 Obs. 93.a A partícula final ya2 que só se usa na língua escrita, denota uma afirmação decisiva ou explicativa. vxtft tch’it9 yii, teh'i*9 ?/», tchung, kirok9 Vungl jPoa, Ttivóky ta2 sói, j/aiij tak4 sear/3 né-f ma ícTiek4 tchau3 l%\m. tu* ka3 hei2 ka3 íMjí íjcBMJi^2 p°«3 *vo* <’«i2 la1 Suposto que, caso que Caso que a China combata com Portugal quem con¬ seguirá a victoria? Mesmo que, a pesar de O preço cai ou baixa O preço sobe Mostre-me o pano TÊM A 106 Qual é o preço deste pano? Vendo-o a tres patacas e oitenta avos. Aclio-o caro demais. O preço de meias não baixou? Não; o preço de todas as mercadorias baixou, mas o de meias de seda subiu. Faça-me o favor de mostrar-me algumas peças de pano francêz. Não me convém, por ser Caro; se quizer abater alguma coisa, comprarei uma peça inteira. V. entende perfeitameute o negocio e por isso não tem medo de ser enganado. 106 ffs ii 3c ¥. >T; X A * ff ír « ® # ff ff BB "T ■# >JS ff -- -ti III 5. 7C u# Sf ff ff B. * «f m ff A tt M » ff- 5 A * i* * iB ^ Jí, ft ® S K A "ff * © # SB ff |3 * si h a » + # x g ít ts x m ffi Ia.
  • NOVO MÉTODO •160 54.* LIÇÃO hwan1 (militar) /»ci3 arma |j|- tcWeong1 espingarda . ma2 ZcM2 bala, munições rola 2/eA;4 azas, alas Zcftòi2 bico, focinlio kyéi montar, cavalgar ÍTít ^ Zip4 caçar ÍTtt ta2 tcheong8 (|fjç tehin*) fazer guerra seon9x (tchJáni estragar) fazer estrago mutuamen- te, damnificar y’aiíz galopar nemy yun3 preferir querer antes tch’inx leong2 nini Há dois anos Obs. 93.a Quando se emprega o verbo haver para in¬ dicar um tempo passado, esse verbo traduz-se* em chinês por j|íj tch’inx . aS BÍI H 0 55. £ E mi » tch’int sef yatx ngo2 lwi3 Ko)igi-Mun[ ta2 lipx im-amiz ta2 toa2 mat4 yé2 né1 f sap4 tchékQ pán1 kau1 J|f kwaw1 /
  • 161 DA LÍNGUA CHINÉSA ^|g fo2 yeokA —iCg Hati m(h íil í foi íK ^ ti /ioi3 jpin1 tchHi* ican2 ma2 tchir Vungx fo2 yeolc4 ne1 ? ff Ai&AiH y™* »“”■ tchau2 sii1 yap4 hõi* mai3 IfaBj V’al(2 m
  • 162 NOVO MÉTODO jt® pei2 kwokg ken9l sen9i Bélgica Capital (cidade) TÊMA 107 ■ Que motivo tem ele para alimpar a sua espingarda! Ele tenciona a ir á caça. A espingarda é uma arma perigo¬ sa, não é verdade! Sim, *eu fujo dela para não ficar assustado. As balas são pezadasf Certamente, ba de 50 cates de pezo. Guarde as armas de fogo. lio tempo de # guerra estragam-se muitas coisas, a saber casas, fabricas, igrejas, colégios, cidades e muitos outros objectos. Soltou V. a rola que tem um bico vermelho. Escapou-se. Sabe V. montar a cavalo! JSTáo me atrevo a isso, prefiro montar num boi. A nft 4 tt m íê m 0 108 ^ tt m A. Je 0^ 01 m tr m m *i*i» j?, m ifc w m & mm A # iS 8t PP ífi «g ti a m m ia m ,ís & m rt itBii »* ^ « B# ft * «t lÂtítíaiiê
  • 163 DA LÍNGUA CHINESA 55/ LIÇÃO g ^ tcheng1 kitQ castidade, pu¬ reza tch’e, yamí turpe, des- honesto sengi satA sincero, serio. tch9& wax luxo í® JE iilni tehcng* recto, hones¬ to ^f}\ máng2 litÁ impetuoso, vio¬ lento, feroz, forte íc7ii3 heis ânimo, ani¬ mosidade Çp sau2 guardar, defender^ cumprir lãtli tch’im2 mei9 lisonjear fêíiií hán1 kimz poupar, par¬ cimónia hm.^ wan* Vau[ meigo, man¬ sidão, lento tztà yaní tch9iii misericór¬ dia ngant hóng, ■ Banco comercial N. B* jfy lê-se de tres modos conforme a sua signi¬ ficação: 1.® hangs (acção) por ex. talà hang3 virtude. 2.° hangi (andar, fazer, pôr em execução) por ex. hang{ 1ouz caminhar; 3.° hóngl (fileira, coluna, firma ou associação comercial) por ex. yeon9\ hóng{ firma europeia. A castidade é uma bela vir¬ tude Honra Não cubice a honra O homem que comete um pecado turpe, é odiado por Deus ÍÊ tch(tn9i kita si3 mei2 tak4 tf® *'«»* min3 át ta I5Í mat* t>am' t>ai2 min «8 fí £ A S % S tt fáus tch’éx yami tchoiz tclii1 yanl sans t’in{ tchii2 tchang1
  • NOVO MÉTODO UU X. B. ijf lê-se liou? quando significa gostar de, estar apaixonado a. ò& h kan* yat4 tclíi1 yanl liou3 tch’é{ waí tei; tchou3 sany1 yi3 tchou3 sáng1 yi3 yia:i .s*c^y1 .syí/4 íf fiffi! IE *£> © 5AM hanyí ataii tun1 iciteng3 pW tak4 sau9 jfaní keng3 tchung3 hauB loit ©if-fiiâ-msri* @ sa.«**Ati lcauÀ sií yau2 yat4 lco3 wongA íai3 kwim2 kwokd Vai3 kwo3 mán2 litp liau,à loiipei3yani sátQ heu1 ^ ^ FÍb i H yaí4 j>aa2 /aa3 tché2 patA nangi lap4 tak4 lmng.ò seong1 fán2 ãáu1 /t/ai3 tyungi tcIVé1 w*a1 seong1 fán? SKÀbImMi^ 'Sii‘ m
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 165 Tema 109 Venho despedir-me de V. para ir a Shanghai a fim de visitar o meu irmão. Quando é que parte? Desejo partir de Macau para Cantão no dia 8, e de lá para Shanghai no dia 9 de janeiro. Convêm viajar nesta estação! Sim, é o me¬ lhor tempo porque não faz vento nem nevoeiro. Volte quanto antes. Eu julgo que a minha viagem será de tres semanas. Quanto dista Swatow de Amoy? Aproximada- mente 200 milhas inglezas. Faça-me o favor de dar as minhas recomendações á Snra. sua mãe. 110 fif* tt M m » ^ >l> m a & s m jtt m * a = 5t £ 4R fu ^ Jt ffi # IS 101 £ «F 5c /h ÍE # 3 íii # % It £ #>#£ ê (E & $ % 3* n# £ * ffi n ft ffi f±» JE _t £ § * 4í # tt « >I> # $> # M titi nist K rfn «1 fâ 0 A m 18: SK Ji JE A « JL
  • 166 NOVO MÉTODO 50.* LIÇÃO jg Vwáng* yau, sa? ) passear tchai3 (sacrificar) altar ^4 tcliôk* vela de cera ^ ftókg esquina, angulo, chavelho IR tcheong3 figura, estatua Zeíií/i alma p. a kw«i3 ajoelhar kflit3 livrar, salvar, socorrer ^ «io, kícai2 diabo, demonio ^ /íei1 wmí3 ocasião, oportunidade seoug1 (ferir) hoi3 danmificar, fazer mal mm mengi ã:i entendi¬ mento, inteligência mui2 fungí fPAa* nei2 yap4 kwo3 senjr3 o»1 to1 Hei, í’oH0i md3 né1 jljjUgí sd«3 Oi»3 cómodo) BtH ««**«** A ^ — |^i tchokA yat4 ngo2 ti3 hi)is tcWeng1 tchau1 Jchvang3 sdn3 í>ím3 yapÀ hoi3 yatA tchan3 H/è í Hau2 kei* to[ ko3 tchai3 t9oii tchoi.à lòi2 t’au\ nélt *Mg£JR ki“’ sit hei2 sau2 ldng2 ko3 mdng[ kung1 k,«u1 yaiij tch^ 2/i1 /ok4 Sempre que, todas as vezes que Entrou V. na Igreja de 8. Antonio ou não? De caminho Fomos ontem passear á Illia Verde, de caminho entramos lá por um mo¬ mento Quantos altares viram V. la dentro? Achando que o tempo co¬ meçava a ser frio, o cego pediu que lhe em¬ prestassem vestidos.
  • DA LÍNGUA CHINÊSA 167 [{]: seng3 mou2 ma2 lei% a3 yau2 lôk4 tchi1 l/q)0 tchôk4 tclioiB seng3 moie2 Jcftai3 ^oíj ká/i1 yau3 yat4 sen^r3 íW (kjcai3 armario) seng3 Vai2 tchung1 t/a?(2 tongr8 j>ei2 yaw, kwai3 y««* JHH1 teAi1 7cok9 Za^;4 yat4 íow3 ^2 wmií2 ícAii2 y«í4 i>rff9 tim2 tchung1 Aoi1 n6ti satg kap4 kóng2 tou3 lei2 lap4 tchôk4 Voix sap4 tchiiz káò £+—± yau2 sap4 yi3 fôk4 seng3 seong6 kwa3 tchoi3 tchyeongi seongz rllr > -iv* * Santa Mãe (N.sa Sn.ra) Maria Ha 6 velas 7.0 altar de Nossa Senhora No centro ha um sacrario Sagrado corpo (Eucharistía) No meio da igreja há ban¬ cos pai-a a gente ajoe¬ lhar. No angulo do lado direito está um púlpito Em todos os domingos, ce¬ lebra-se a missa ás 8 horas e préga-se um sermão Castiçal Cruz, crucifixo Há 12 sagradas imagens penduradas nas paredes N. B. seony' (mutuo) varia na sua pronunciação Para significar imagem, retrato ou fisionomia que se diz *eong* ou seong3 lenÇs ngoiz A’ parte, fóra disso
  • 168 ísOVO MÉTODO V len9s n(J0lt tchai[ yat4 Ao3 yéx sou1 seny3 sam1 tcheongtchoi, tchó2 jpín1 tcftai3 foii seong% Além disso, está colocada uma estátua do sagra¬ do coração de Jesus uo altar do lado esquerdo TÈMA Hl A sua inteligência é alta? Não me atrevo a dizer. Te¬ ve v. ocasião de ouvir um sermão na igreja católica! Sim, em todos os domingos vou á igreja de S. José, onde se préga ás 71 2 horas. V. crê em Deus? Creio nele com todo o meu coração. Faz mal o diabo ás nossas almas. Quem duvida disso? Porque ajoelhou v. diante do altar de Nossa Senhora depois de ter ouvido a missa? Queria pedir a Ela que me livrasse dum grande perigo. Qual é o maior perigo que pode haver? E’ o de cair no pecado. 112 fv iç s s * - 111 t % «t - m ^ * w * # * m » h * ± ffi m a m m m « m â: * k h & m h # & ^ m * * * ff m s % ^ a ^ * © # m « » a m i» mi % ^ * ffl; * n ii 2 » m m. * z % jj ® fin a ra 4- e s«#tí»» „f 2 * ‘k m «a A’ Ti ,i. « ® ui ií » “ # ffl UÍ « * ±- ¥ ® 2. PP * f- ÍÈ P i# ffi
  • DA LÍNGUA CIÍIXÉSA 169 57.* LIÇÃO. ^ tch’oit tiilliar «jj tohau3 mauga |ji|| Vwaii2 guarnecer, prender U ndii2 botão jjg tiin2 setim k’wan{ saia K /.V tc/t’oii fuiiffi ioir > i - P? ~r A kius tch’oii fungi lou2 /ai, Aoia /on2 n//02 tchélc0 sam1 tchau.j % É *õi» yan4 /o*4 2/«/3 Ti’wan* pin1 1®^ Vn-an2 fin, ii-rfr piii2 tai* ifEall /«‘ I>di2 /"V H SJJft .sroap' /««*j/rt/f, ío/»oh3 2/««4 í’á'Ç fmiff1 lSt4 sele4 /«* ?/i‘ ,/o/i'4 tife»* ti'nán*hai, yatA yeong3 sek4 wie1 fíjç /íor emendar, corrigir P^Df fan' fir recomendar, deixar recado hôpx tch’ariò assentar bem, apropriar menyl yu3 reputacão, fama yiu[ cintura, rim jjí kwãn* acostumar t * Alfaiate Chame o alfaiate para emen¬ dar as minlias mancas i para que fiquem mais curtas Os vestidos para senhoras precisam de ser guar¬ necidas O uarnição Fitas estreitas Renda, moldura Casta nlia Quezera mandar fazer uma. muda de cor de cas¬ tanha Os botões serão da mesma cor f
  • 170 NOVO MÉTODO /Wík‘ Hau2 tch'an3 hungi turi* !nw*i kwai3 s(k4 ^|lj' t>ai2 ha2 B$PT'ifê/E£§P *'aí* ha* nei' p’at4 fong2 tch’aul fati yin' k’w* !,to‘ sai2 2/(oi i kõi3 ngo2 tch oil yaí4 fiu^M sek4 ke3 k‘,wani ,ISf°2 k°k,J tol<4 yiit1 tchákç y sau2 kioií/1 k^i2 íc1 ngani smv? kung 3 Hf: ;i ? sí»s it m * ««et 1,1 ■kíríín3 7ioi1 tóí*3 kfí3 kc3 ® 'Jí£ # ngo.z nengí yil^3 tchán3 s/h2 /il fong1 saí4 í/h3 w -3c II IS ^ # ,wi* ^ hung^ kmg2 tái3 we1 3 Botões pretos não assentam bem a setim vermelho Cor de rosa Eis aqui, veja lá Eis aqui uma peça (de teci* do) de seda De repente De repente ela mandou-me chamar para talhar uma saia de côr cinzenta Sinto que as cinturas estão estreitas Trabalho manual, feitio Quanto me pede Y. pelo íeitio Não estou acostumado a exa¬ gerar o preço Eu pretiro ganhar um pou¬ co menos, com medo de perder a fama Há ainda coisas para reco¬ mendar? Cortina de janela Eazem-se as cortinas com veludo Quer V. uma gravata ver¬ melha?
  • - DA LÍNGUA chinês a 171 $ pong1 tch’ans kong2 ka* Patrocinar, ser freguês Ajustar o preço TEMA lin Podes fazer-me uma muda de roupa para inverno? Sim, Quer fazel-a (de tecido) de seda? Não, quero-a de la fyung2). Por quanto e o feitio? Sabe que os meus teitios não sao caros. Não me faça esperar muito tempo. Principio boje mesmo. Em que dia* poderei vir tomal-a? De boje a uma semana; achar-me-á em casa todos os dias ate ao meio dia. Adeos, até outra vez. Venha patrocinar-me raais vezes. Se fizeres bem a minha roupa, serei sempre o seu freguês. 114 A /E & $1 nl M m n# m & )k z, M W 11 n íh t-T a £ Híb tá ik & * u> íf & 4* % M # m to m a w K vn m ti it- & A 4 & Jfr 10* f£ & Bft yii ntDj # £ B# Bu¬ li 4'fr 4U í§ A ?k Ml m - it m -n « & #
  • 172 NOVO MÉTODO 58.a LIÇÃO | ^ Uri2 tclnn* recomendar uma pessoa 3 4,.h ;3 poir tchi dispor, arran¬ jar em ordem m teWôlà sany1 gado, besta i§r||jç Wam sair animal j=f P0,(2 PH*Z precioso, vali¬ oso J^Pjl pei1 tchin.ò despresivel, vil, plebeu kwan1 fu1 viuvo kwa2 fu2 viuva P[ 1íus material, pensar, jul- ia gar leongi tók4 medir ivai{ liei3 deixar, pôr de parte, abandonar f tchan1 tchnng2 apreciar, estimar SffêLilfS *OM0* fát» k«’ok9 m 8SW y»J:4 »**• ,sli4 *«■ k'di2 yau2 kci2 noi8 ac1? nei* yau*ka1 /ci2 ke3 me1 IF "0o* yau2 uati ko3 yeong2 tchai2 «áie2 /to2 Falar francêz Servir Ha quanto tempo que o ser¬ viu V.f Tens familia a tratar? (es ca¬ sado?) Tenho um tillio adotivo Sofrivelmente, mal, um pou¬ co N. B. Xa língua falada usa-se frequente a fraze ma{ ma2 ti2 para significar sofrivelmente ou uma concessão que mal se pode fazer. flfíjg taz lei2 ^íl K,e» lei2 Tomar conta de, cuidar, tra¬ tar de i l
  • 173 DA LÍNGUA CHINÉSA uf^^l m;i* wni> ta2 lei2 tch’ ók1 sa/ij1 ma3 leon92 nimi tchii kau2 leong% niml kom] noi 3 "9°*ta2 lei9 kiro* leong2 nimd kom 3 110 *Q n?°* lk'3 ]{a/4 tehi] k’eil .si3 .foca2 /a2 f tai»,,uíí4 .soij kói~ tcliin3 Zaid 7a'3 aJ1 ffiXsfe® í0“í A*aml /c/tia1 /ai3 k'ôt2 /ai, k,aal ngo2 wari* knng1 fu1 tchou t* Mtítfj iíTX# k"‘‘ SWh a-ai, ftci3 fcM8 kci2 /c/ri1 tchai2 noi2 hõi3 /a- kaar/1 mo ji tc,t^ sis yat4 kia3 pou2 pui* tclii'mat4 $íf m0M2 ?/«», j>«<4 tehan1 tchungz tchi1 Entende Y. de tratar o gado Por espaço de 2 anos; du¬ rante 2 anos Tratei durante dois anos Julgo que ele é uni homem vil .No principio No principio eu não sabia que ela era uma viuva Quem a recomendou para cá? O cozinheiro trouxe a esta manhã para cá, a fim de pedir-me um serviço Foi a mulher a empregar-se, deixando as suas pró¬ prias crianças? liste é um objecto precioso Não ha ninguém que não o. aprecie
  • 174 NOVO MÉTODO Paia (l'le v- medin ° ter- nei2 leonyi tókÀ ktco6 tat9 reno? tei.ò fong1 tchouz mat4 yt'2 nel N. B. j|- lê-se leong.ò quando significa capacidade, ma¬ gnanimidade por ex. ^ ^ \ taiz leong% tclii1 yanx um lioinein maghanimo; e lé-se tou.3 quando significa medida. nei2 kius mat4 Como se chama V.? • | meny] ne n'A Meu noivie é Silvil sil-leiá-val TEMA 115 Disseram-me que o senlior precisava de um criado. Quem o mandou para aqui! O senlior doutor Silva. E’ uma boa re¬ comendação. Está V. bem habituado ao serviço? Ha vinte an- nos que eu sirvo. E’ V. casado? Sou viuvo. Tens filhos? Te¬ nho um rapazinho de 12 anos. Sabe ler? Lê sofrivelmente. Tem viajado? Fiz viagens a Europa e a America. Poderia servir-me de cocheiro? Perfeitamente, sei montar a cavalo. Fala V. inglez? Sim senhor, falo inglez, francês, alemão, por¬ tuguês e italiano. 110 >jt T4 lltl Hl fs] A M & IB * g X m « íit jt m ® z A 44. Tí n fl» im m A 0 'pp x íij ia z a m a 4 _jj^ 6# Z as n % *4 m ^ flt ^ A H Z fc $4 ííni B £ TE A fi A 21 A $§ Ui au Tf T' ^ è »r ifr A Ãi ❖ & e=i Jâ Ha 0 £ A T- fâ tt /A Tf. A 8 A À «si A AS "4 1# A A í(i$ 5 A A A
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 175 5í).a LIÇÃO Jffi lo'1 ou lo2 sacar, exigir, ti rar wui8 tán* letra de cambio M tc^eil{lí teh’°2 distincto, clavo tcliyimx mengí assinar pelâ tch\iz obrigar, com¬ pelir, constranger wan2 tclian3 seguro se2 lchi\z foU *T tH se'2 1(ÍU\ neii tch’ii? hai2 nganí hóngi se2 tchii^ 1aui mé* ? kah neh seong2 mat4 yé2 nêl f a[^ ngo2 yau2 yatA tcheong1 wi3 tdn1 lail nei2 tch’u' lo, tchyini 7rc3 f(ít9 <,'7(’Íií4 i»"1 tch’ii3 fat^ /i’e3 ftSÀ /O Í3 Í6Í2 J/aWi **JWÊfc iiff Piotflf1 sd)i^ yaUi Vi'M WaZ sat4 fc/t’ii3 íc/ibu3 ordem ch’ei?
  • 176 NOVO MÉTODO H ® *°nsl mi,h ^te 'hl m tong1 min.ò tchi[ tch1in[ kt* ^g{J|J ngan[ tchak4 »i a m -%■ a jr «a /i-e/1 tclieong' nganx tchak.4 liai., st'2 pei2 ngo.} sau] kcs sau1 ngan, fÍlR fUt4 /0"í/. frj/É: *»»*1 yat* pong.jlcam1 nangx icnns yé3 ã2 ko:{ /í(í4 /ouj1 |i^| j soaa wokj Hft fi fJ •s-0":! môK v<":l fan1 meu Ui A’ vista, na presença E’ pagavel á vista Cheque Este clieque está endossado á minha ordem Cobrar dinheiro, colectar Franco (moeda) Libra em oiro % I Um libra pode-se trocar eiu 25 francos Numeros, coutas As contas necessitam de ser separadas e claras N. B. Jgjjr lê-se sou2 quando significa contar tch’m, lr,k’>>2 *i, ka2 h* íliHW tcliot4 mimL pat* wun.ò ■itm k wong1 ktvan3 f* hí r»i iiéx ^7 fati t’nnyl kwong1 ktvan3 tóa1 ?/«k4 Essas moedas (le oiro pare¬ cem falsas Não se trocam depois de saí¬ rem da porta Velhaco, intrujão Não se pode fazer tran- saeções com velhacos loii p’iriò kivoò kei2 tcW tf* /oky ^õi2 S"2>4 Ele veiu enganar por de¬ zenas de vezes Z2V _taí3 y/;i tchrii:i Por outra vez, segunda vez
  • DA LÍNGUA CHINÊS A 177 íftM tchófi sou> ! Saida (couta) Xfi yaih 80U Eutrada (conta) N. B. j|jg jp’m3 (engauar) diz-se vulgarmente ngalà TEMA 117 Teui v. um clieque para cobrar? Sim, trago aqui dois: um de 500 francos e outro de quatrocentas libras de oiro. Vou pagar-llie imediatamente; conte lá, aqui tem 678 francos em notas do banco e o restante em prata e co¬ lite (Viuuji sin1). Queira trocar-me estas moedas porque parecem falsas. Eu lhe darei outras se quizer. Dizem que corre (sai2) muita moeda falsa. Podemos pesal-a. Também tenho na minha carteira uma letra do seu correspondente em Shanghai. Rogo-lhe (pie espere por alguns dias. lis » ft * fé i# Ê * fé ff K »Jt IS * «ÍKA ff. M M ft ff- -t- A X ffi A ía m. « s a> na m mm m m # -t- * « íb m siíii m - & * * # ff ti ii itixiíf * ?*í » ff * » a í; m js « m f»i * ± 'j- ® m v k n z « & w fg « tt i® & X * s « w * ttf fp » # if -t- s «a s * Sn ia ftí * X * fg « * fet *J 4- « W #J St «5- ffi « "S * m
  • 17S NOVO MÉTODO (><).* LIÇÃO siy(lh art*dc'°> oticio xâu1 fu2 laborioso, sofrimento, aflição, tra¬ balho MwÊ tch’°i r<(l(' euxada Jjl£ />’«, (gj) srade> «vadar ra/g f»ngi tchôk4 costume jgf fonfit tanque at \ián(j' cultivar, lavrar nunçt fu caniponez Í#7K lam‘ sdi2 regar laii arado, arar j^ij^ leongi (bom) sam[ consciência sai' secar ao sol nei* tchouA ma? i/4 sita2 ngai3 nél? rsmm il ka^>1 m' lou2 m, sc/c4 Sfi2 ’son8 4 _ tehmuf yant tchung3 ])iini yat tch’aix tâflÔ-^iílbK u’di'2 tl-» j/ai4 tcWaii hni] tch’é2 .SOi’ tIc »'°í *^4 -V *«*'*». /cfllí3 scfc4 l/MiU/3 ilirt3 /K-T soí2 ngaa [ Que oficio tem v.í Os lavradores não sabem escrever cartas Todos os homens, multidão Todos por junto, em comum Foram eles por junto a ti¬ rar agoa Planta de arroz Despezas em comida, sus¬ tento Ganha v. o suficiente nam sustentar-se? Búfalo
  • DA LÍNGUA CH1NÉSA 179 wongi ngan, "nn^ yunff.ò soi2 p,(fí t’ÍHl ri"' koí9 ico[ m/l tHn* hoèi2 lion2 ntottsau* senti, & pit4 í/flllj /.■«* II- ama, ///í MD tl-llH., «•««, //a, .s«m3 />V* /Vr tehõlA MWfPt;!*! ;"7. ?/««! /*Vf3 yez toii' mii., sin m/ti ,wi,s leonffi samA tvlxr hoi:i y n //o2 kííwí/1 //o/1 r/i/j mony2 tchotr sttny1 i// ton] monz pmr Ul/in{ .srt./y trhintf/' Boi () lavrador usa de búfalos para gradar os campos Ceifam no outono? Tempo de seca Xfio houve colheita por cau¬ sa da seca Alheio Choupana Vivendo numa choupana re¬ ceia-se muito um in¬ cêndio As coisas alheias poderão 4 ser também queimadas m Os que não tem consciên¬ cia, prejudicam profun¬ damente Capital (dinheiro) listando a cultivar os cam¬ pos, não tenho capitai para fazer comercio, ainda que eu queira Semear M, B. ^ tcJnnif/3 (plantar (l<> significa sonante. semear) le-se trlunuf quan- ÍSúÍSbS ,r-Mk» V"‘ HSUM: WiSflíS tchnnf k/ra1 tal/ kwa\ tchiuuj* tauò talC tan.. O adagio diz Semeando-se abóbora, e abó¬ bora que se obtém ; semeando-se feijões, são fcijõos que se obteem
  • 3 80 NOVO MÉTODO jflaE sai1 kwa[ wonyT kwa1 pák4 tch’oP heonif tchki1 heong* kwa1 ^jÈJS/fêf^pl Wfc» tch'ii3 fmuf tchôlci pat4 t,’un S í k & m S ta » T- £ jft % m 1: * m t a í 11 a a f s it * m * & * « - ± m - tt M M « % a * « A « « « fli * # * H A © %
  • I)A LÍNGUA CHINÉSA 181 «1.* LIÇÃO í^okg lái3 pôr-se debaixo de protecção, encomendar- se, fiar-se WÊ yeng{ tchiptJ ir ao encoir tro, receber uma pessoa. ÍH wái., estragar, corromper, desarranjo. J§í jl keng* ho3 congratular? festejar tí§ hók4 cegonha tchan3 /aw2 esforçar-se, animar. /ti a3 (leong3 supor, jul¬ gar,) desculpar, perdoar yeong2 mou. anelar, suspirar. f|£)|y| /.oa1 fcoitjq mantimen¬ to seco, provisões. ?d3 í’o«, mapa geogrᬠfico. Zoíf2 fH* tign- tcliii2 leão. kokQ ha., hou2 Aon2, k«3 seong3 yã, ftoT ne1! hou, Pok(] /aí.. T kVea, kokg /i«3 kinJ 1ong3; sat4 yeng] hei2 kowi8 tchanx' yúl ngo2, yau2 t’aiz min3 /ok9 Jl$§cl$!! tch’eng2 seong» laux W 4$U /o/íãa1 ka:! $coay2 si a1 /a,1 a*T kowi* /oay1 ■» LR /oi, táwi3 ngo 2> rh íii* i. **** A.Yj TA. Jí /c/ma, ka3 !Hr Como está v. S.ria! Bom, e v. Ex.cia como tem passado? Bem protegido (bem para o servir) Peço-lhe que me desculpe; faltei á recepção Por ventura atrevo-me a is¬ so ? (não mereço tal honra). A visita de v. Ex.cia é ver¬ dadeiramente uma hon¬ ra para mim. Queira subir (para o primei¬ ro andar. V. S.ria suba primeiro. Não mereço tal honra.
  • 182 NOVO MÉTODO r;ef/la ^ fo"(l> kfi'! tclf eu 4 tini* pmiA tchnvfi1 .som1 tcheong1 (ton.á\v<\$- B2 siiu, ícferti2 húug' loir pini* lon3 vâi;t l»’u' ket1 /ur^ tciroi’ MT$J ''»«* m, ;i/ii3 trhcok4 frr kij^ tch’iini kd/f* fiu * vmh h ÉS 2R {§[ p /i*1jf x; iTi-j n * ra- qx ^ * llJí? .Sm/, /a3 /tffi3 /tcíí1 // /WPuu, loó/ ic«l\hoi' yanx l) t )ujx m ríO Deve ser assim,é meu dever. Peço-llie que não recuse. isso e uma desordem. Eu anelava pela sua visita. Quando chegou? Cómodo, oportuno. Ante-ontem, ás lO,MO lioras da noite Embarcação ou lorclia de Sanclieong Porque é que chegou tão de noite? Porque a lanclia que rebo¬ cava a lorclia, no meio do caminho, teve mu desarranjo na maquina. Em (pie dia de semana par¬ tiu? | Foi na 4 feira de tarde que parti. Foi a viagem tranquila ou não? Boa fortuna, felizmente. Felizmente não aconteceu nenhum ataque de pi¬ rataria. Propagar a. religião, missio¬ nar, missão. O padre vai a missão de Hoipeng ou ã de Yan- peng?
  • 183 DA LÍNGUA CHINÉSA rtFi m \ Ti 1*1 m *T. Hõi* liok4 san1 j/i-ie3 kew;'] Z h K »T m Jt & H K A íi $£ lè M1 % — Uj 4' Jk M m. fTÍí wft íé a ^ £f A M1 20 ífc íâ A & ® 1® M A £1 Pi ES -A £ £ £ ffi íãí # Ji # UB fê ti fè A ^ »)h - Im] fír g K %% ® M n E # A =1 nftt í& ff nèfc A ® A «A yi ft' 4 íic n| t í I Jfl fc & A ff r>ã ISc IvJ A 3t «t & A w/h ff frVA H1I1I
  • 184 NOVO MÉTODO 02.a LIÇÃO Vóng correr a ferro ^ teheong1 engomar, goma. U tám1 (yam2 encargo) en¬ carregar-se. l<(nii ani l tchipy mdil dobrar. wai{ (cercar) k9wan{ avental. n-i desapontar, falhar, faltar. ho)i3 (suor) sdm, ca¬ misa íivong1 (kwie3 atender) ser freguez, patrocinar tchon2 exacto, certo, cor- recto, regulado. tch’éi torto, oblíquo, íu- grei n e. lau.. verter, omitir, por lapso. fê»i; e éng1 h«2 Escute por um momento. N. r>. A palavra p]\ ha2 depois dum verbo, sd se usa na língua falada para significar um pouco ou um momento. 'ÊÍÀ Jltic# y««2 í/«»i *i *h Alguém sobe para o andar acima. E’ o mainato. A tempo, a proposito. N. B. [j^j ngám' na língua u tempo. falada significa justamente, fi'.£i|fW! ,wl'1 n(fo> só* yantcliV yi{ jok{ tou[ si3 (wu{ icni j la., tcha2 Chega v. muito a proposito. Toda a minha roupa está suja. i
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 185 Não pude vir ma is cedo por ser impedido pela chuva. Chita. Trouxe todas as minhas ca- mizas? yan' ivai3 pei3 yu2 tchó2 tchii3 nyo., pai' nany, tchou2 ti1 loit tch'ail ngo2 ti1 hón3 sam' laij ma? X. B. m tcli’ai, (junto, completo) depois dum verbo ^ .. , significa Z/.or/os e pode-se dizer sái] em seu Jogar. #j| ff, f£ ^ ^ U# h(li,i Sim,- seubora, trouxe-as to- ncoiifii tchai2 nim' tch’ail das. laiv Zok8 Obs. 95.a Para tratar com mulheres emprega-se em Macau #gff. neongt tchai* indiferentemente para as casadas c solteiras europeas ou macaenses; mas em outras partes da China emprega-se « kwa' para mulheies em ge¬ ral, havendo tratamentos especiaes, tais como: /Js#f[ siu ^ Iclié' ou ktpw1 neong, para as solteiras-, nn' nái para as casadas novas em idade; e nái, nái2 para as casadas já velhas. As mulheres professoras dizem-se mm «u* nái'. mou2 yc2 l«n.t ton3 , Não ficou nada omitido. y'1' •/iik' tóH' Bis aqui ° ro1 da rou*,a- liai2 nei1 ícA/ii3 ^YÍrAm1 1)<1H Desate a trouxa la1 Efc r> —: .1 ngo2 tis Vai2 liá2 nei tch’ii3 2//1 /ok4 /«i, £rtk4 íi»r ycong2 Nós vamos ver como vem a roupa nesta vez.
  • 186 = NOVO MÉTODO Vai- ha2 Viut sou3 tan1 haV ko:t tch’iP m, W ,HÍ<í« ftee,t2 iJ0"a tcham* t'aui (toi3 saco, algibeira) |£lp. P’eh t(Uli foii l,°"3 yeok* pat* yimi Veja se aí está a conta. Gua rdanapo. Fronha. Lençol Toalha de meza Doutra forma, aliás TEMA 12a Faça-me o favor de contar a roupa lavada. Sim, dei¬ xe-me pô-la primeiro em ordem: Cinco pares de meias de seda, 4 toalhas de meza, f> guardanapos, 7 toalhas para nulos, 8 panos de cozinha, 9 fronhas, 10 lenços de seda, 11 camizas, uma duzia de colarinhos bordados, 13 gravatas brancas, 14 lenços de algibeira, 3 vestidos de chita, 2 saias, 13 pares de meias, 1 calça, 14 aventais riscados (krfn3/rfl), lõcaiui- zas de dormir, 10 pares de punhos; não ha mais nada. A conta está certa mas estas duas camizas estão trocadas (wunz t(‘h’o ) 124 01 H mmm&f$#ssi2íffa « ma * - •" i; - ® s o x ffii ?ç « m s « w # * m «b-p ii'i ff * ff «ff x- íí tu »« « ®#ia M ft S * ií * tt # ff mtff fli * te a »&• w íí a ® a e w «< «a «««HW s »íf m.w m ^ 3j í# -f«S$ ■íiííitísá'
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 187 o: LIÇÃO. ^ tch’ii2 figo caque p’ou{ t9aii tchir uva lói pák4 nabo .síúí1 ííuí/j ameixa yeongx tch’ungl cebola .saia2 faui allio /R^TC Sí)*2 l(ím2 azeitona «fc0L //a/1 //eiT descascar com uma faca yo1 lox ananás ^ .soa2 rebento, grelo pÇf tcha:i espremer tcheng 3 cumeiito, /iò'/3prova. do- testimunbo siu] saiu/ tchung2 meis hoís kivo3 ngo2 kc3 t,iní tchong1 njfo2 y a, k«m1 7ioi3 7i-a2 ko3 tchfiid írfvt.t.nMTíí- sí I’ on ff' ffeu\i4 nn' sanff' . hang2 t’ungx ngo., foily kek, ícfti1 fun1 yengi tnii*D|iJ; íWfclElfí ayo2 7i3 7ídi:i 7a1 ngo2 liou2 fun1 hei2 7* ai2 k'oi2 /,ò'í3 ,,im1 mu2 kwan* M^ÍÍ^?§n|lJ kanf hoti2 nim' tché1 /a1 O Senhor nunca foi á mi¬ nha casa de campo. Vou lá agora Se o senhor quizer vir co¬ migo, será muito bem vindo. Vamos; terei muito gosto em vê-la. i Vou tomar a bengala. Tome antes o guarda-sol "Y
  • 188 NOVO MÉTODO i/iv m $m*s)èxtí£ L’h>i nu hai3 kã* yit4; yaw3 hata ko)»:i k«»3, nf/o2 ti3 lio'1 yi2 háníii hoi* /(Cj& *«* ijfcgfr /0Í' /0ít3 #j;»r • Bsiíêti.» ti1 //•<*% srín3 hexV yatA t’aux hei2 soa2 kbr5 //if4 h>kg «WiíMffi k,""“ /mu2 yeongz mt(ix kteai6 fir n£i| loit Vai2 ko3 U to1 ltai* n<:n,-h munjC lil l!S Jfc rti ^wong2 A província de Kwoug Tung tnng{ sáng2 mou2 p’engi não produz maçãs k woz tclVôV 1 L /«»(/, agan2 Vung { /roa//, /Veii tchoi, lôk4 ?/uf4 .sem/, .sok4 kof* tch’oi] ^ ’ koir sek , \\wuó pdkx tcIVoi3 Htiny* ya» i Lung-gan (olhos de dragão) e von-pit amadurecem em junho. A mostarda verde e mais gustosa
  • DA LÍNGUA CHINÊS A 189 X. li. Vulgarmente hop4 t,oní significa nozes, mas o ca¬ rácter pronuncia-se hat4 na língua escrita, e wat4 na lín¬ gua falaria. fal sauy1 V'<"fh f«] tcliá? yaut tcholc4 sõn .2 Amendoim Usam-se amendoins para es¬ premer azeite, liebénto ou olho rio bambu. TEMA 125 g>ue prova tem V. de que estas uvas vieram de Ame¬ rica? Não tenlio prova nenhuma, mas por terem caroços grossos, parecem ser americanas. Gostam os americanos de deitar alhos e cebolas nas suas comidas? Julgo que não. Sâo estas ameixas ou abrunhos? As ameixas são muito pa¬ recidas com os abrunhos, mas não e riificil diferencia-los. Ma ameixas doces? Geralmente são azedas. No pomar do meu padrinho comi no ano passado muitas uvas, e algumas delas não tinham caroços; que bela fruta! * m í&ft 01 (|Tí. at Vk JÉ "X Ê % & & m «Hl tâ m # & * Q ff 71 "X % Ê. íí m, n m rs m ff t? % i* Ar ÍF 5 120 m n £ £ tf? h# ff £ li li & ^ 4« X É ^ *i X vè vft ff. feí 13c li * li 11 Ml feí 4 ^ m íà n í X # )1 «P fel ^ X a! ii: t& iiii l'X B0É H X nX fer ff ff fef Jt tò «# X 11 "X tí % feil m Ai Ui jlt /k & ±tíi
  • 19(1 NOVO MÉTODO <>4.a LIÇÃO ,oi1 seguir, ir JKISI k(tn tl )t 'Jjg á' (pêga) p’in3 yin1 OpIO. k’engl Vam, conversar t/hirigoroso, estricto peP mat4 segredo VuP liau3 retirar, recuar, ^fí V’UU acompanhar, fazer companhia 2 {/£ H ffc ^ ÍS I# nei2 smnal pcl tchau2 me* SMSRSIÍ frtca2 pe* tchau2 yiV ngo2 mou2 hoL > «» gjit• • • • Dy* mou>---lwm siu] tchau2 %L M M M n1t fâ hun9i tchau2 mou2 siu1 tchau2 koiii8 m áuíi, tchJoii pin3 If 1Ht««£tâg? **’*. y«m2 to te1 p’a3 tchau2, A’i‘/ ”*■ fcoa2 /u/i1 aei1 tclion1 lokn * wtmm 2 I to2 tche3 ' £f!S hou2 w«a wai* koa
  • DA LÍNGUA C1IINÉSA 19 g»«BÉTítft SI*# K(hn-ira v[ hai3 lc(ík9 7mã wárifJcái1 srtwi3 ?/ãn2 mef íè^IífF* *aíís 7c/mi- sáng1 (sengò indolej A# if3 sáng1 tchai2 tái.A pun8 liaiò mi sang1 sêng3 fa;J nda, (/ro/, fazer) fi»5tâ*ISJ3'JÀ« wei* p’a* níía, «mij />i?4 !fan\ A Praia Grande dista muito da Praia de Manduco! Jovem, moço Ter juizo, sisudo Os jovens pela maior parte não teem juizo Maltratar, perseguir V. não tem receio de mal¬ tratar os outros? fc(*7 AAtMWfS yan 1 w /wi3 Aom2 *c«3 ItftòílSfiUSI -saí4 tchui> wa.A nei2 Vengx m0H* kom~ ke" **** ájxttjiw «.»«* z^»2 ítt<3 tcfcMi2 sii. tf- /* fr-ffissê »rf» yan., mat4 fóng fát(J néi! Sa yaní hoi3 7i itr* lch\m[ sin] sany] laix lá] sm£&ã.**rto&i6-«? ^ Hjg wni-1 Ada2 ícíii1 7,'dtr5 /roa//, /aa:; Iclioir pity-yeoky uci.y tchi1 mdòf R5HI-' fRí£Jfòti+—tt »9»í j tchi1; hai.ò pit^-y^ok() í
  • DA LÍNGUA CHINKSA 192 !í yek4 yuus yan1 ki«3 a k'ôi2 tchuii'1 per mu yan1 wais hais yekt yam1 kr:>> Ihí também quem o chame PeP-wu.j (proteger) por¬ que a* pronunciação é chinesa. TÊM A 127 Que buscas? Que perdeste? Nada. Não percas o len¬ ço. Fala baixo. Fala V. cantonense? Falo mal. Enten¬ de-me? Que quer dizer isso? Cala-te. Dizem que V. é Um velhaco. Não digas mais uma palavra. Responde. Es¬ teja mais quieto. Não faça bulha* Sabes o que é isto! Soube-o antes que V. Conhece V. aquele sujeito? Somos conhecidos. Conheço-o de vista. Lembra-te do que te dis¬ se. Recue um pouco. Não me atrapalhe. E’ melhor ficar só do que mal acompanhado. 12S q1 # /J' x£r « ff H m ta ^ E à m & jit íi =F Jè Yx pp & m # ^ ia S iit a »r m m ± m m s? a ^ m .t m ff u. m ff ff # m m fê £ 't* jr í3c ff ws* jhIi ff Íí Fh ^ * - & ff * 4K ff E 3n # iijij & 15c íf ^ M * m - a * » m ^ n|ij T a li ® fa noj A rí i 41 ^ «g ff # 3Ê li íA B mm m n m m m s f± ^ ?3c n ff # m m w m * « 5c s m p ^ _t * «Ê #í a & m m n € n& e # bí & - p# Í1> ^ j|> fg ffil
  • DA LÍNGUA CHINÊSA 19.1 <;r>.a lição fui3 ladrar t’aix piar, cantar (como o galo) Rj| wieag{ riucliar, chilrear, vo¬ zes (le animais, soar j^| tin1 louco Hg hin2 lou3 mostrar, mani¬ festar ^ yê2 incitar, infectar, conta¬ giar, provocar yen(f se,l(Ji (&i: hiii prometer tchõn1 sau2 cumprir, observar n[p] heong2 (Sp) som, sonoro, soar to*#2 Icái3 advertir, prevenir Aom1 suportar, tolerar, digno UjS ait2 vomitar to\fai3tclúl kau2 pat* ngau2 yanx B"K ye,ty'mi(J' sõi1 yiíí;í tchõn1 sair tchii3 hei2 ke3 siitv ica3 ^j|| s«t4 soa* s«í4 huu2 (tch’i2 setii) k’e*3 110,2 no!- yati k°3 teM2 yat4 kom3 woi# sam1 niWj ícfci1 kair IMifM ka/i Vaii ke,;2 jioia nélt i4""3 *•*»* íc/ti1 kan2 O cão que ladra muito, não morde Quem promete deve cum¬ prir as suas palavras -+ * Perder o credito, desleal Faltar á promessa Quanto tempo? Durante uma semana Durante 3 anos Por quanto tempo cantou o galo Por espaço de meia liora
  • 194 NOVO MÉTODO P<*t4 fóngi \ |[£$] mou1 fóng, \ í'í' ÁS iÍT: t’ in1 sit yit4 nei2 pat4 fóngl hóiò ha2 Ma2-kául-sék4 k^wrfnjf8 vafííè teMI ho3 tch’ó2tchê hoi3, pat4yii hangi lou% *ffl 3?*SW » j/6ok4 j/ic3 ftiwi2 sã3 tcfeak4 yiu ’ táiz séng] kiie* tcli^ón^ keng* k^iij t/en™yz ha,lzsòi' yiu* kdiò liau2 Não fazer mal, ser indife¬ rente No tempo de calor, v. não faz mal em ir passear a Macau-Seak Só pode ir de carro, não lhe convém caminhar 0 Se acontecer algum perigo, deverás então cliamar a policia em voz alta Mora ele ainda onde morou? Não.mais Não mora mais Até quando? 9 Até depois de amanhã Este momento O que é que se fez? Não se fez nada Nada de novo M Guardar dieta E’ preciso guardar dieta de- ✓ • . pois da doença
  • DA LÍNGUA CIJINÉSA 195 noit seong1 tcheng3 win2 j/í?2 /aí8 fung' loa2 jff /«íu fung1 mo, ,yeok4 yi1 Si A tísica é contagiosa Homem reproso A lepra é incurável Cadáver TÉMA 129 0 doente vomita? Sim, já vomitou tres vezes. Advirta- o que não coma coizas ácidas. O medico disse que a sua doença é incurável. Só a lepra e que é incurável. Ele deve guardar dieta e observar o que o doutor recomendar. Ele prometeu tudo na sua presença, mas enganou-o com as sua» boas palavra». Mostra-se algum sinal de morte? Parece- me que não poderá escapar. Pergunte-lhe se quer confes¬ sar-se e receber a Extrema-Unção. Não há dois dias que recebeu a Sagrada Comunhão. 130 K.isr ft m A.tó.ai £ * & z «r»i « 6i p/r ft: ». tfn ia © « * « e m a a &. * a m s. w m m 5js m % w * mxmm '«r as m>t»m ê « m m m a.* t * t e i a t i a i g i s * |f Aid ffl ^ 5E A Sí: rt Ad M ÍT ff • -t- *K II ffi « « * «o ffl * fi íí S + ❖ S, « ,-i * 9Y fia» lil Su * * BI *
  • 190 DA LINGTTÀ CHINÉSA 0().a Lição tchóng3 (sii1 mestre) ad¬ vogado tcWmu/ kwani] J ^ degredo, ÍMfâ law' touô I • desterro Jgí ynní origem ta2 krtít1 [ff[li tvhan,Jl tau3} brigar, contender SB !/i» padecer yftn1 wonflf2) injustiça p| p'ail ícfe,ii1 despacho, deferimento @ pair requerer, requeri, mento p’ong:i caluniar & jfai3 despender, despeza kung* querelar, deman¬ dar, processar £ koie3 s/q edital icial- srtwr examinar mente Zear/i j/eók4 injuriar, insultar EW^AX íak4 tvhoi.ò t’in[ tcU ii íc/'oi» »rtWl ^k‘ tchoi.j tchi1 nei2 sé3 krí/e1 k/ra//1 ^^jh^ch k°yey Lengi j/eok4 a//o2 Aotr kaw k-i/vín1 peng1 iS wá tfy yiinl ko/r é ptii3 ko«3 siiíi !ia,l‘ -si> 1/vuij kõic3 ac1? si3 lei2 ngou[ tclii1 tch’an1 Zc/i’ck4 mc/u/i Ai/r hom2 aek4 • • s/r Quem ofende a Deus Os pecadores ofendem-no Venho pedir-lhe o perdão Gravemente, seriamente, im¬ portante O soldado injuriou-me mui¬ to gravemente Acusador, autor Acusado, réu Quem é o acusador? E’ um parente do Hego, chamado Nunes
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 197 ,4 k«i2 «1 hoi' tfongi savn2 nélf iíH nga* muni teng* k’ei{ tai.ò yi3 koò ■ tchim1 lai2 sei* yaic yani wai2 jéong3 nei2 nei2 yant talâ nn né1? íft/£uu# l>it» tel>g-i n>i tUk fôÀlílHÉ# nei2yaPipanz lcoi3 ];’ói2 mêt ffôlJRWfàifcfW ng°2 tch’éng2 tclióngz sii] Vungi ngo2 tchóS*9 pari2 bh&WMMM mat4 gan' sau3 í«k* ynii1 uatf a1? k wun1 tcheong1 Atinar1 íow3 p’im3 rti)i3 p l*-^ wa^ p'ony tcké2 tenif3 tchoiz tchyun(f ktvan1 3 yau2 iceng2 y\\n2 tch’ung] kwan1 mou2 né1? ■**“»tóí, okft tché* sau3 tch’\r yengi Mi nei* yau* móng2 yéngi kivnn1 .sã1 wm3 Quando será o dia do jul¬ gamento? Tribunal Está mareado para a 4.* feira seguinte Pode v. sofrer com resigna¬ ção, quando alguém o calunia? De certo que não Meterá v. um requerimen¬ to para processa-lo? Convidarei um advogado pa¬ ra fazer um requeri¬ mento por mim Quem poderá padecer uma inj ustica? O juiz sentenciará com jus¬ tiça Quem calunia, e condenado a degredo Haverá desterro perpetuo? Os que cometem grandes crimes, sofrem esta pe¬ na Tem v. esperança de ga¬ nhar a demanda?
  • 198 Is OVO MÉTODO yaw2 Icei* sengí ta2 sií‘ Icwiui1 sii1 yiiC tch’6t4 {'on^ /ai3 ±í^nf^ »att* f< tchiiz seong3 hung* mi nfit teng3 oriò teng3 tchoi3 iíJiigfg seis lchoi3 fflkk táp1 pou2 yanx\ CÃiÉ ^“2 tehmg*') í Provavelmente. No caso de perder a deman¬ da, é preciso pagar as despezas judiciais Há meios para apelar? Sentenciar Condenar O pirata foi condenado á morte Fiador TÊMA 131 E’ v. autor ou réu? Sou autor porque fui caluniado. Quem fez o requerimento por ti? Foi meu advogado. Pa¬ dece v. injustiça? Sim, o réu ofendeu-me sem razão algu¬ ma, e espero que o juiz julgará com justiça. Não tens medo de perder a demanda? Tenho a probabilidade de a ganhar; no caso de a perder, hei de apelar. Como foi o despacho do seu requerimento? Diz que é preciso chamar tres testemunhas. Não é difícil busca-las, v. pode ser uma délas. Creio que o réu confessará tudo e nos pedirá o perdão. 132 asa ÍS íl1 fí‘ m * (E T #1! ft JR «S & lSí|) ÍS «PC ffi Sf au.' a» ^ÀAíí» k A £ «f Wt íi 'M fi ê ® M m & ^ n m % y wjEírfi A: ^ J A fA Jíf A: a ff fé A 3K ff' U JG iS - íb 0: A ^ PP '/Jt H $ A H w í- # tfg- i?< fâ A £ W A jiv» LI BI! £St »S A Jfc 11 ^|J 7K 1? Sf * ± n « «M m n p *1* A i£ 4 5E Í0 > Irf 3 R nf- íj AI' ÍSc*
  • 199 DA LÍNGUA CHINÉSA 07.* LIÇÃO. tchung2 tfiing2 presiden¬ te de republica sengí lapA instituir, im¬ plantar. ?/4 m^n\ bárbaro, selva¬ gem. kung1 tin3 palacio im¬ perial. m tcli1unl (Vinii poder) plenipotenciário. wak4 teiò lcái2 delimi¬ tação. tôlc4 lei2 superinten¬ der, dirigir, tratar. ^ lilnò desordem, revolu¬ ção, perturbar. [jjlj hat4 tcliai3 refrear, oprimir, subjugar. yam{ tch’áil embai¬ xador. tchan1 tchung3 litígio, questão, irai2 yiif^ delegado. PÍÍ leng2 su3 kwun1 seim/2 sa1 mw3 j/aa2 sai1 yeoí?í/l /
  • 200 NOVO MÉTODO yin3 há.t tch’anx kweng2 mengí tcliou3 sáng- tcheong2 kim1 tôlâ liwan1 k«m’ tchUng1 kwok9 i/«m2 Zeon#* fco3 tcliung2 t'ung2 mé1 *Bli STW,,Í/1 ?/i’2 OH 111HH , VaH\ CUM^ tôlà /tm3] *eony] y(,°n(J* Actualmente Tch’an-Kweng Meng é governador da província e ao mesmo tempo comandante mi¬ litar. ’ lia agora dois presidentes na China? Conferenciar, negociar. O governador de Macau. Ceder mutuamente. Obs. 96 ^ yiv partícula final, emprega-* escrita para fazer uma afirmação decisiva. -se na língua ilR*|í k<™*» fiiii3 manl tohan' mongl moui yat4 yi-i ^-2p. Pái3 í>’«hí/i íc/iii:( tc.h'ung, ma», kh;o/i'u seH//i ?«p4 ihoh2 í/«í4 yaf4 fffli1 i>’engi M 7>u7,tí xcm/3 hó^lin^palcgseng2 InltQ í'ai3 íc/z/r kwok9 Vái3 íc/cii2 j/a/t, lelcA Uni(f1 /cu//1 7/u1 ‘.sc/3 //iií4 //aí4 /*oz/3 tchois seHq -lcaò-pól SCO Hf/2 H(/OH:i Estando o estado em desor¬ dem, e o povoem conten¬ da, a rui na não tardará Paz Desde que se implantou a republica, não houve nenhum dia de paz. Povo > H I Coitado do povo! Principe. O principe de Inglaterra * anda viajando para 0 Oriente, e no dia l.° d0 abril desembarcou em Singapura.
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 201 Os jornais dizem que ele uão irá a Sai-gon. Assassinar, atentar Ha índia sofreu um atenta¬ do, mas felizmente não foi ferido. Revolução. Os indianos quizeram fazer uma revolução mas não poderam leva-la ao cabo mani tchi2 wa3 k’õi2 mí hoisai1 knng* fí^lj * han9i se1c* frSf# tdw>‘ !/“»! <»>*j t*, tjaní luuHJi ,sck(J tám lwu2 tcWoi2 mei., tch’angL sau3 seong1 "rfz: tduik, fan* !;p« «.« yan2 ton3 yait^ seong2 tchok9 fán2 wai{ *i3 pai4 Hrt/q/, S€)l(f i sii3 I TEMA i! 133 Fui informado de que vem um embaixador plenipo¬ tenciário de Portugal á China para tratar da questão de ‘lelimitação de Macau; é verdade? Essa questão já e de muito tempo, mas nunca foi resolvida. Nesta vez talvez Irnja esperança de poder concluir-se esse negocio difícil. O presidente da republica chinesa também mandou para cá mu delegado para conferenciar com o governador de Ma¬ cau. E’ preciso ceder de parte a parte. *È m «* & II m - fe e a * i s * a ±
  • 202 NOVO MÉTODO <>S.a LIÇÃO 1’ouif j)’ái:i partido, fac- oão y lcongi sin3 manso, paci¬ fico J§!$ ytl»íh "(lah valente, ami- idoso, persistência, energia, [XJ^ himg1 óhg infortúnio, fe¬ roz tclio2 tóngs impedimento, obstáculo, embaraçar iÈfaft tei3 (yôk4 prisão) inferno -Eji-pp Icál-y (dimitir, contra- riar) meug.s rebelião, re¬ volucionário //Jcí/J séngí (kiing1 mérito) suceder bem, ter bom êxito só1 f((t4 descuido, ne¬ gligente mm mou, fecíii.s infinito, ilimitado, imenso 3$lj;\Í le’icail koi2 regra, re¬ gulamento, disciplina ^ sai9 influencia, poder, ímpeto, força í;u nei2 yau9 su.ã me7 gjj;tchau3 tchi3 (j$| tch’oi{) ÉsjfeifcX ”0°* íc/ti3 fóng6 knng1 k«k9 meng3 tong2 sat4 mín., mé1? 'g- in “t 4^/4* 104 IHAI CJ 74 flvCMV tony1 km,d SiinbYat^lSin1 tchou3 juí-mi, fóng1 tchung2 Vnng' le’òi2 tis .wi3 /o/r9 * leongl sinz tché2 hcong2 sana P«i3 p’
  • I)A LÍNGUA CHINESA 203 |=J ftj tchilã yau{ g i|r tvln i., tcftii* | JR4 tôlU l('Vi ( Êi í «2LÍH i'°i([ iai,i t’any\ °í<1 ndmi sau.àyani hat± tchai* yi2 mou2 tchibâ tchiv tchi1 k’iinx M i li# $i ei/Ml ..'/«»* ?/iia2 n//aí3 tché2 tch’oi{ lio1 sengl kumf Éll& ít/úi. '■»!/ , .'/*», ?/««* >'á' teMh yiu{ heong1 ~~">eÍfífi 2/rt/4 ,S7Âl fcrfn1 ?/^í4 s^‘ kííii1 a//u2 tchau$ hei2 tch’enyi /o/»g ti/x seonf fán2 o////1 /Via2 /roa//, tai* tclii1 men(fH 1eny% si:i tchókg fán1 seony2 j)(tt* ton3 7.*c3 ///!., /r;A k 4 //a/4 ko3 seony2 /a, tou3 Ice tcho2 tontf kwu* tvh’[\2 patA nany, .se////, k\nuf &£§$( /aoa, .soa3 H&ifc ",o “.i .so//3 /'ia1 .sa//, /o/»4 /itr2 /ri3 t/ok4 >\^n^ C/a1 -sa//, ytw3 a/o, k/rar «//? / Liberdade Independência. A Coroa e Aúnam estão sub¬ jugados e ficam sem podei* de ser indepen¬ dentes. Só os que teem valentia é que podem ter bom êxito Naturalmente Havendo flores^ o cheiro e natural mente aromático Num instante, momento Daqui a um momento, par¬ tirei logo Con trai io, cont r a d i t o ri o, contra, contrariar Contrariar o mandado do imperador é fazer revo¬ lução Imprevisto, imaginável Encontrou-se um obstáculo imprevisto, e por isso não pôde suceder bem Inumeráveis, sem numero Inumeráveis anjos ca iram no inferno Os anjos transformaram-se em demoniós?
  • 204 NOVO MÉTODO 4kV> kwokn krf1 -g — mO’U-2 fat9 tchung% pai3 kwo3 teis yok.À féfft «>, toi3 C m governo sem peior que um Epoca, tempo leis c % interno TEMA 1H5 Tem v. visto o presidente da China? Não sei que figura tem ele. E’ um homem baixo, mas valente sem ser sober¬ bo. De que partido é ele? E’ do partido dos revolucionᬠrios. Ouvi* dizer que o povo^tochinez está muito oprimido. Não há duvida, trabalho porem para ser um dia ufcil ao meu governo. Sendo ainda pequeno, disse uma vez a meu pai: não entendo do comercio nem sei vender; deixe-me estu¬ dar. O meu pai respondeu-me sorrindo (meix siiiò)\ queres então ser um mandarínf 136 ta ^ a ti ff st a & is * a [si & a ¥ + e # » í® # a n# m ff H1 mm to * © r- * m & m a ff « « A » ff- H «IS*# n # « «t ci k ff- t- a « r k w »; w * x «v a ff íi »T 8 s « i a íj if. íi sn w « i* si k « ta x a ia a a « as ts ff. *s ff. 'ã jw ff » «• ít x ff ír fl-j ® lâ A. ff # H H JJ 5c fl «s ff m fj a «t m @ a $ K m «
  • DA LÍNGUA CH1NÉSA 205 «9.* LIÇÃO. leong/, *óng* fresco g yelâ u til, aprovei toso, van¬ tajoso, fazer bem tchUing, seguir, condescen¬ der, obedecer jjfc irai, (ngaii) mastro t'ái2 leme áV; náuA , *IH *; ancora ÍE tém/H ÈjgffFiÉ kam' yat* t>in' *** leongi sóng* ngo2 ti3 hóp Mn2-K(íu'-Sék4 k.’uáng3 ha2 lo* yiin4 t’ongl ngo2 ti^hôi*mfi? MM Éffi f ÍM /o«3 stfj/4 j/íj tcWé* yau^ ]HÍn.À yiu3 tch’o2 tcWé1 tchaf tchi* hoi* talâ fffêaeíifRíSiWíá , hangi lou3 wánl kang3 hou gii1 íP«i3 sflnr/1 yau2 j/ek* r ‘>y°2 yUn2 3jjjf jkíii2 lodo, lAina /_J; wais (defender) stnuf higiene, salubridade §í t’éng2 bote, barco tcháu.á remar
  • 206 DA LÍNGUA CHINÊS A 1;U"Vl ,Cen9 paV yily tch’ung{ meng3 táns ka[ loir 3 !=* . * > M t .* y km* ko:i tdn3 kal p}ól tcháu3 t’én?! amigo, (pieira passar-me á outra banda Havendo vento, porque e que não se iça a vela? yan1 wai.ò Vong{ Vau lánÀ heu1 Porque o leme esta qua- brado
  • NOVO MÉTODO 207 siU’ t/n» ■ wakÀ si.s spi' kou1 ne[ f hai‘ **' ko»1 tán3 haia sõn3 funq1 'i s.r -.An, „r/rfk4 fung1 E’ maré alta ou baixa? E’ vazante mas o vento é a favor Sendo o vento contrario, é nán{ yi2 hany[ sun{ diíicil fazer andar o navio X. P>. pronuncía-se j/ek4 na lingua escrita e signi- tica ir contra, rebelar. T15 M A 137 Onde queres desembarcar? Xo cais grande. Já esta¬ mos perto da praia. Lança ferro. Que belo sitio! Ollia para as arvores que estão cheias do flores. O arroz esta ma¬ duro. V. está cançado? Assentemo-nos sobre esta relva. Olhe que está molhada; pode fazer mal á saúde. Entremos naquele bosque. O vento leste não é tão quente como o oeste. Este ano há muita fruta. Aqui há boas maçãs, pe¬ vas, pecegos e figo-caques. Aqui há uvas para venda. Quan¬ to custa um cate? 138 7K H £ i # m Mi tf1 m àí*#f fítl M :£ & tf * & m - m h m n m m U í'l' m í K % m à m u m is tit & n/b m ft; m tf ¥ $ *& K H ± & * M H J. í_ « m n w n £ fiAí «i fr i3c m m # ê « « as ta H £ Jt # £f fê ¥ M & #13 RfÊ y# e $ #: m ^ ffii Iffi & tit # fi; H »t - 0 J£ ^ M tis m «i 1 nl a » 5. n f fê
  • 208 NOVO MÉTODO 7().s LIÇÃO tcliim* (entrar) yelA apro- veitamento míl* °cíls,^°? °Pol‘ tunidade Í$L wai2 (?ra,;{) pussõa, talluH* kini ^’ei[ ^W(t^ es' t ranhar, admirar hdns keng* honrar, ve¬ nerar Wâl fnu(l tehoky abundante, copioso pP tch9oux Un,4 exercitar, praticar ffi=f seong[ koa1 importân¬ cia, importar .soí1 t’ui decair, estiir acabado, arruinado yía1 (rim) kirní4 es¬ pinha dorsal lai/3 men//;{ preceito, mandamento £St ow1 wra3 consolar PP j M»«* y** keng' hokA Iii u1 W/.-, 7io:i yiit3 t’ongl waa táii kin8 sam9 si«* tclion* yek‘l P ^ /ian2 yríiH1 aítt hau* (Wim-i tenáz) áM14íi /uue2 //rua1 Ay»?//2 takA Icei2 tehen'TIÍltttfã| AJ# yat4 Icáii1 .sue2 /to2 //?ue2 Aei1 icMig Vun(jx yan{ kong2 ÊJ g Fík4i'rtk4 (í£Mr°"< ff “O ^Fpp^u dá há seis mezes que esto» aprendendo a lingwa chinesa, mas acho bem pouco o aproveitamento Pronuncia A sua pronuncia e bastante correcta, aprenda mai* com aplicação Durante o dia há pouca* ocasiões para talar com alguém Debalde, inutilmente Seria gastar o tempo inútil'
  • DA LÍNGUA CH1NÉ8A 209 yeo k4 k wo* /t,ok4 wa.s Mj tchfouí lins pak, j!>ak4 fais heu[ tP .si, /iYDf;{ tcht{ mn tchoir* .s(ingi yat4 kaml yatA ngo2 loix tfungi nei2 k *engx Vámx seong2 kong2 ,sok4 tP Vongi wa.ò ‘teh’6t máii ngo2 tch9v? la1 kong{ kong1 mwimt&fanifci&i fjgf^OjjflJ kong' kong ngo2 tchil2 .sók4 fáni teh’éngs nei2 «sek, tchán1 pin3fán la1 .*ek4 hen1 fánt /oky w, koi1 Zok9 ",<,í4 /íom*/io,a- ra uma refeição ordi¬ nária Jã comi; obrigado Que boa comida! - % • • v * » _ i . »\ .tr Matqu-se um capão de qua¬ tro cates e tanto < w Aquela malga e barbatana de peixe? Obs. 98.a Como os chineses usam de wun2 (malga, tigela) para comer e levar a comida, diz-se — 4 w-wjí2 sung* em vez de —Vat\ ^lV\ snn(/ (unl prato (1<* comida).
  • 210 NOVO MÉTODO lÀSSffllílSf tch’éng1 yan, /i^k9 yia3 //íDií/a tcheoiujz ngal fa3 tchir E’ ninho de pássaro (de an¬ dorinhas) Usam-se favhis (páusinhos) de maríim quando se convidam hóspedes. 139 Venho de proposito a pedir a v. que me ensine. l)ig*a-me que horas são? São dez e tres quartos. V. veiu a boa hora, justamente estamos para jantar. Convido a V. para um jantar ordinário. Não sou digno (mí kom2 loncf). ()’ niôco, tens jantar pronto? Pouco falta (íc/Pa1 patA to1). líeceio que o arroz não será suficiente para tanta gente. Não importa; prepare oito talheres. Faça favor de entrar na sala de jantar. Quantas pessoas somos nós? Somos ape¬ nas sete. 140 * % m, Ã.W «t1$ h a.«awf * + a,ift mm *T m * 3c «: § » « * ff I® -t B iA H r a a,- e»« a.ntA#^c h + ff st »«* ¥ *s # * «í í-» a «* + a h -& # i #« m « ie z <& * ». m n z. * & fl % #S a Sf >1' ± /is T
  • DA LÍNGUA UHINÉSA 211 71.a LCÂO y sii1 fu, mestre de artes, • ó 7 preceptor. tòU min2 leliA esforçar-se, fa¬ zer de melhor maneira. li)i, 1 igar, j u n tamente. tch’akd plano, estratagema, meios* |j| lol canastro, cesto. tm iAv\ *dv 9 ,ix°- $CJ| hel\ /,fa menosprezar, a- viltar, afrontar. y«»i ?/». sobejar, de resto. dhffj- ^ung^ kai8 contar juntamente, total. \ p’au* atirar, deitar para fora. tchói1 w«n.d desgraça. *»», «»««« compade- cer-se de. yuu2 nel t£r ÍL íg j/i7a, ar/1 tchHi3 íofti3 Tám, íon1 tvh’<(1 pat4 /o1 kaw2 tch'in{ lei., ih Wli ^('/h2 cessar,/ ra .sai1 yeo>i(/x keng{ sengi kfík() Pa1 /ri, .scar/, ícAr yía Zri2 e-BW® > tch’ê toux yhis hanfh yat4 yatA leong2 y/e3 ”eÍ2 /l“i3l’Í#l loh’ ii* k/i3 h/^ I nfif02 /u,i3 i^1 2 .sai1 k«cok9 kc8 ttjfc St*8fôPPl**B*À tchau.s sin1 ngo2 kmr nei2 hai$ tái2 loi2 sung3 yanx Que distanciai São quasi nove mil milhas daqui a Londres. Mais do que, mais que isso. A capital de Portugal dista de Paris não menos de 200 milhas. () comboio mesmo tem que andar por um dia e duas noites. De que terra é V.f Sou de Brazil. Há pouco, justamente. Eu pensava há pouco que V. era um espanhol.
  • NOVO*MÉTODO •> i *> yap4 /utk,, íc//««3 yat* yat4 kef ío1 HY/rtit, tcho (f1 Jie‘f # _h T THf-iiiltíl g /<*»' seong3 tchuug' há-i sám1 tang\ seong, tang1 /*»«£, hvíÍj mui2 yat4 n2 yiin, it j/om, tanif kan.j ngo2 liou2 noi?> lo:i me1 ^ T fti = ^ liuu} nci2 srfíii1 ko3 kitatC //aa2 to1 n-i-nwsn&&&**'*< koa Í/Í(í, n«i2 /«** heni kei’2 Quanto se paga ai{ sói2 k«ok9 ka«jf8 kai3 sai2 heu1 pát9 sap, tch\U4 leoMf nyanT _£tl. k«a3 ?/«/4 tcb’ai, mai2 toa1 ka-oi3 pat[ ho2 uoug2 fa? tohiiix tch’oi, kini» íoh3 yat4 «•«*, seoiiga tcWákg uMnP-Jlf^i Ujíln/b w íi‘ yoa2 iwffí4 j/w-Hjfg mo1/ Contando com o dinheiro de passagem, gastei oiteu ta e sete taeis de prata. Hoje em dia estando a te¬ nha e o arroz caro, não se deve gastar dinhei¬ ro a lodo. Viver economicamente é () melhor plano Para que presta isto?
  • DA LÍNGUA CI1INÉSA 213 >nou2yung3Wlo\ I Não presta para nada /«M1 k’oi2 ; Atire-o para o cesto de lixo. /ok4 /«/>4 sdpg lo, lo1 i 2 N. B. DÉ p’«m' (atirar) diz-se 11a lingua talada Uun por ex: tem8 *ék4 atirar pedras. TEM A 141 Que lhe aconteceu! aconteceu-lhe uma desgraça. O que foi! Ontem á noite entrou um ladrão no quarto dêle, e furtou-lhe duzentas libras esterlinas e um cheque de 78J patacas. Cuitado dele! que ticou de repente pobre. Ooinpa- tlece-se V. dele! Sim, porque ele trabalhou e esforçou-se muito para alcançar esse dinheiro. Que oficio tem elef Ele é mestre de alfaiataria. Não lhe ticou nenhum dinheiro! Só lhe ficaram 5 patacas. ffc ii|ij n T fllÊ m M. A tti 'ff f % tlí JE A Pi N ^ M A iP $£ fx 2. «Jt tfc A '& ®â *1 1$ JS & iij£ nJÊ % Ei % it Si € !4 i/i i íh 1. ^ ^ Jt w. ifc # fcfc A "1 íS fm M ^ ti' # $ it- # Ifê A pí BI ffl H à H A f>1 ^ A ti i M ^ ^ 7t ué ^ A S: 1S ífltsfr K, Síi t"í ÍÍ') /r; $ ii |#| U m W Fí Hfc Sfc * M À ## T Htô
  • 214 NOVO MÉTODO 72.a LIÇÃO g tch’iul yau1) exceleu- 1 te, exceder vfi* ê súi{ sek* noticia, infor- il i mação ^f{|J tch’al man:i inquerir, j informar-se de 1 tcldõi3 tchiò interessante, engraçado mei.ò tou9 gosto, sabor t&M v'úh Vh satisfação, gos- to, complacência p-J- hip± concordar, estar em harmonia consoante fíi] M man» ha><-A (íicM tchii hau3) mandar lembran¬ ças, dar cumprimentos p’engx on{ boa saíule yntA pou3 tche2 as¬ sinante dum jornal h’eil engajar, deter, en¬ frear, ocupar h((f( mHil\ baterá porta -di;? mous kVi1 san1 Estar ocupado onl Saudar ^ Pois bem N. B. O carácter pjg lc{ é um expletivo (pie serve para condescender ou fazer uma consulta; mas, quando se pronuncia lél ou Zc3, exprime uma censura fHTffWS AoA*tí lia* liou2 ma3 sam:i liou2, yau3 sam i Como passa V. Ex.cia? Muito bem, obrigado N. B. P.ira agradecer alguém que faz cumprimentos, emprega-se a fraze yau2 sand ha3 seong3 kicai3 Vai2 hol yui nelt ítíi Vok« lál' #n$í ?/»! WOTfBfsa //í/ífj, si{ liou2 i/aa2 si4 tcldau1 E o senhor, como vai de saudei Confiado na sua protecção, Como sempre Ora bem ora mal
  • DA tlKQUÁ CHINÈ^A 215 UnJ sán- ho~ (g® ?<*) n{,°* *an‘ ícMi* pai4 sam3 hou2 “í/02 tais seonfflfunff' ffc M fé f& Ufe ¥ ,no,^3 /.■'Ò'i2 /(«Í., HIOMjj .S«3 m^AAum mong$ nei2pat4 fraw2 /iom2 .Aí/i1 ^3 íai3 í<,7Pi72 wh, n(ipA fok4 «ea2 mi f(lH? 1«k[ mm.fim U(jo2 mou2 t’ény{ km3 //.;2 aci2 /íyííí2 nfOH3 /an3 fte3 Sofri vel men te, assi m assim, apenas V minha saúde não está mui. to boa Estou muito constipado Espero que não seja nada Espero que tique em breve restabelecido O senhor seu irmão parece gozar excelente saíide 1 Ele Passa ás mil maravilhas Dormiu V. bem Não preguei olho em toda a noite A trovoada não me deixou dormir Eu nada tenho ouvido Parece que V. tem um sono bem pesado N B. lê-se propriamente nam2 (maduro, rnadu- varuente). % & MK Ui «I "A *«' Lchiauf kok,ò yanl hou2 màA —^0s fll t ha} mou* yaíA séA ai, tchii2 yiuí Estão todos bons em sua casa? Minha mãe está um pouco indisposta
  • 216 NOVO MÉTODO uei, kini2 m1 tou3 tck'u >;;2 siis lcngÁ nqo2kei2 sam1 seongx lengò tchun[ Não imagina o senhor qunn to isto me penaliza wánv tchung3 péngò mê viini hoic fán1 /o7.*g
  • DA LÍNGUA CHINÊS A 217 73.a LIÇÃO Viif trai2 desculpar-se jgj tou2 despejar, deitar abai¬ xo, derribar Jfe Kg leh hi2 (flfe H ^ u‘h yiix hokA) geografia 1ol.ò sou2 holc4 álgebra tclfaml mekÁ) procurar m tchap, /ÍHj, exercício, EH íonjf8 tchok9 tomar por lekx sii2 história mm teiÀ Voul mapa geo¬ gráfico sún2 hok4 matemáti- ensaio /tok4 fongx seonn, fcm#. II */**4 ÊBffi /íoí1 lctvun2 k<íi3 lctvun2 f&ggllfr >»' hói1 héu1 si\l kwun2 mi tchf pun3 Jim2 tcliuug1 /okw /a^ ta/c4 kom3 ta/Fi, ne1? íx ^5 hI m.^«2 ?>«*4 nangi lail Utlion2 tf ta/líd., ka1 SÍÍ3 ta/ul Joit3 lcciir tinf tchungx K B. Na lingua falada diz-se tchoi3 o7ru JfcVi8 (em casa própria) Nunca llie faltam as des* tchung2 mei2 kia3 luro3 nei2 culpas mou.2 fui1 wai2 kc:í ca, aritmética p’in[ página t/t *3 sou/ tcha u 8g ri t a r t’oky (k tcu] causa) tomar pretexto Colégio, escola publica Ir á aula, dar audiência Sair da aula, acabar a aula Abertura das aulas Fechar as aulas Vamos, há mais de meia hora qua a aula está aberta Forque vem tão tardei Não pude vir mais cedo Estive ocupado em casa até ás nove horas
  • 21* NOVO MÉTODO ^41} t<í>i{ mt máil waiò tohJo2 W Bfcot# mai2 tch,oui aA mai2 !fw*4 teheong1 Voi m ff s m « » ff- * so2 yau2 kaii* yin? lieÁ ye2 m L> yauz tch\ú{ mélf »•«»*», toa’ nyo.>)oa3 man{ k’wai{ Unico, unicamente Vá seiitar-.se no seu logar Não faça bulha Não mexa com a meza Tem v. tildo o que lhe e preciso? Não posso achar a minha gramática N. B. Na língua falada ■ml toa2 depois dum verbo para efeito. emprega-se a fraze lfg-j||] exprimir uma acção sem ff-#T nei0 tchai1 heu1 luii2 pin{ tch’ii3 a «t íê ® 9. ím m l?l ayo2 jon(f k’oi2 tchoh ng0i tcheong1 se' tohii3 tyoil Onde a pôz? Eu tinha-a deixado em cima da minha escrivaninha (secretaria) seong3 rmn, w **' />o3 yaa2 yaní uim1 ícAV* mi tehfangx sat4 /oiiflr1 tohai0 kok9 nim1 ?c/íó74 /nii3 to ay * tchukç tchu2 kei2 fce3 Procure-a com mais cuidado Alguém talvez a levasse por engano -■ Não está perdida O Francisco levou-a para fó- ra, tomando-a pela $u*
  • DA LLXGITA CHINESA 219 fê. 3t tèl § t’ong~ yeoikA nei-i siu2 sam1 sí/.u1 teh’ongl nei2 ti1 2/4 tchau3 mt sai2 /ai'* si, /i«h3 tch’aml k’oi2 lok9 Jfifr ^«-«3 I /í íííft3 Íí /i il| Se V. tivesse o cuidado de guardar as suas coisas, uão gastaria o seu tem¬ po em busca-las Cuidar, ter anciedade. TÊM A 145 Aprendeu V. todas as lições? Faltam-me ainda duas. Estudou bem a sua geografia? Só me falta procurar no mapa dois on trw lugares. Avie-se; o protessor nao lia J« tardar. Eu terei acabado antes que ele cbegue. \ . so cui ,i em brincar. Sabe a lição de bistória? Sei-a perle, ta mente E’ o que nós veremos. E a sua lição de algebra? Nao tive tempo de estuda-la. E’ muito dificil Trabalhe, e che¬ gará a compreende-la. Sabe V. traduzir de cbmês para por- tnguêsf Sei bastante. 146 m m ík Z íp: m ® H m lít flU H H % if X > m © ^ « n@*BÍ SP ff, » a «» A m ik * “ & T fiC » « & £ _ ^ Z *£ l® ^ 7E tíf - & m x & i í$i °T m z ti ís fô — D fé ^ m JE X' ffii a & fê ifl ií X pT & fift te Wí & ng ni! n ti Vh n pi n »|lJ :k u PJ * ni i* li
  • 220 NOVO MÉTODO 74/ LIÇÃO kong3 aço 91* sók9 tcliim1 aguçar com uma taca. yiM9i derreter, fundir, car¬ regado, grosso (como um liquido) mm kwai.s Vungu gaveta, d:ti. siistum' (ê\)M y,lHi p1*1) estampilha. M Jj káiò fong1 ) kdn3 tch’ékg) u ^oa fttt kJ53 yaui kók4) correio (tcWat4 charão) la¬ cre. im káu] sói2 goma arabi- • ca. tchii1 porte, fran¬ quia de carta. yJk p’di* distribuir, partido ««kg w«k4 tchr mata-bormo (MtfgfítíTJftJJ-awg »«*, nantfi Mie' tcheong] tou] tchai2 pev ngo2 mi a3 tchoiis mat4 ye2 ué9 ítfciflfljÊf l>^íl Pat4 tchóii2 ê ?/««' /io nci2 mi, yungd tchii3 ker k#3 nc1 / onçf1 mii /c/3 kc3. ^cHHF //ia3 ■mio1 ftNiig H te/(ok4 />cr mo, /oa1 .vck4 mo, k
  • da língua chinKsa 221 ttlfêfeflWWíM nW neií tclii1 kongÁ pat4 tchõr lax "9°* si] seongl nengi yiin3 oi ngoí moui pat4 n?°*hi)i* tfungí nei2p’ai1 leong2sámí 3 Tome esta pena de aço. Sempre preferi as penas de ganso. Vou-lhe aparar duas ou tres. Ohs. 951a. A conjunção gj£trak4 (ou) geralmente íica ocul¬ to entre dois numerais cardinais. K ffi *i] nei1 Aqui tem uma, yexperimen- teh’\\* yau2 yat4 tchV si3 te-a. ha2 k’oi2 la1 ( neV tchi1 mí Esta não esta bastante alier- ta. ■u ItoV tak4 kauò \niuj; tchoi3 si* ha2 W Esperi mente-a de novo. tchung2 Nunca tive penas tão boas. A tinta está muito grossa. vi*/K TI M meis yau2 kwo3 kow3 //o^ pat4 tchim* /X ,ÍlaK *»»* ^«*3 sam3 yimiii j N. H. hstar grossa (como a tinta) exprime-se por liit “a lingna falada. &M mi loK maK A tinta não corre. teham1 kri2 Deite-lhe algumas gotas de agua. Está branca demais. ®l /K §r ^ íij tou2 Deite fora o que está no «* Mú soi* lol-4 hoi* la1 ^,rtk4 kw°S t’(lUi »iak4 soi2 áng1 ko3 ti1 tcWôt* lai, ,íe*2 7íOÍ? íHrtt4 ^ ?/««2 ,fu ngl sim* se2 tinteiro. O que vai v. escrever? Tenho que escrever uma car¬ ta.
  • 222 NOVO M KTODO koi[ nei2 tche' yat1 tcheony soa3 tcfei2 A?co:i nyo2 2>’eíi ll=t son3 min. :í yatA tcheony1 k#ic3 /o'? Faça-me o favor do me em¬ prestar uma follia de papel para cartas. Envelope. Sobrescrito. Basta-lhe uma folha? N. B. Na língua falada usa-se frequentemente k0 * H íij i H H 71 & d/Ê ti % ® ^ & T ií> & A H Sf & « m & fll W K & A K IB 0 4* H £í ^ ti í PT' ^ É H \ ^ mit ± li k 0 # w ^ n m $ « a « fiP f 0 g § ^ ffc Jíl ÍM Hf! ít . # ti m & A’ * ±i » ^ ti ^ b tL ^ É É 0 Íí Ii'f: £ Tí W 11 A
  • DA LÍNGUA CHINÊS A 223 75. '™i2 teheng' cristal t9ungi tubo yaui 8lltate? molho para temperar 4^^ /o, Aokg concha | |m]>.ígr *'«#?! tehek4 tefti1 | /wk9 conviva W iMí Ãl ^0| ^,l ^,|f3 ^vilba | L1ÇAO y j/íjm, tchung1 saleiro «MW03 tchap4 molho de comida í’0Mflfl ta#1 sopeira tvhuu2 tchiin8 saca-ro¬ lha kiwit1 costeletas j/íM ./0e Pmí2 presunto s*aii//1 tch’oi3 ,S7ía//1 t(íh’oP -t-H i è » .smm fc* BiÊ kain1 ?/mí4 ngo2 tid kei2 to1 //a/2 tchung1 .sck, tchdn1 ae1? Wâ-^íií: sei3 tim2 piui* tcliung1 .se/r4 //tf /r ngoi3ymix ma*1 k&mk ngo2 ti3 tang2 lmu.ò icong, •sím1 .saa//1 kap4 k’«í, krr1 nei1 tcheong1 Poi, Aai3 ftoa2 .sai3 ?mi3 k©m3 ío1 j/an, ^ tchyòix yi3 "T fb Fia ;â # ^ /l°" »«»*.'/« tch’iiiA yi* san1 Zioi1 M, t9oi\ kc* sil hau.. /a3 A1 face Salada A que horas jantamos hoje? Jantaremos ás quatro e meia Tem gente de fora? Esperemos o senhor Wong e sua familha Esta mêza é bem pequena para tanta gente A’ vontade : Pode estender-se á vontade E’ tempo de pôr a meza
  • 224 NOVO MtiTODO Obs. 100a Usa-se do fim duma fra-ze a ldò para fazer um exortação ou intimidação. partícula ^ poii3 t,unyl mutq hatr pou* Uai2 nei1 tch’iis /j' * n* ff ffl m * # si" sam1 m/r/j, to2 Zda.j tchék0 •• *i .vor />ai ,ÍC"1 tcluur fók4 pák4 tchon1 lok9 me rjl » tch’angi; nyo2 tcliauftoia Zo «* íl £# $ 1# ífí.#ij », /ák9 j/íiii, tchimg1 há »»1; ffíStttWBiiWttlg® ai* ha2 yau2 wu, tchiu1 , /»»* Atfi2 wiíj fcWwi íiwjt1 ! te/áii3 mou2 la1 »* ««• fc«:i Eis aqui a toalha e os guar¬ danapos. Tome cuidado de não que¬ brar o copo Passou o vinho para as gar¬ rafas brancas? Ainda não; vou já enclie-la> Temos aqui agua bem fres¬ ca? Temos agua gelada Está bem; veja que nada falte Deite sal no saleiro Veja se há pimenta na pi¬ menteira ou não — Galheteiro
  • DA LÍNGUA CHINESA 225 nim' "> Traga ° S'alheteiro e a nios mei-i k«:i t’iuigl kái* /rtí4 tarda Zot, /ÍÍ,J3 ^««3 k«?o* tipÁ Pratos para sobremeza ?rita2 kímig **•kinv> yung3 sam1 ty>4 «í»* W Uomy1 tete1 wi1 teie3 tó/3 Guarda-loiça Faltam-nos pratos fundos Creio (pie a sopeira não se rá grande bastante TÊM A 149 Yá buscar uma colher para sopa. Esta não serve, vá buscar outra. Veja onde está a concha para a sopa. Aqui está em cima da guarda-loiça. E a saca-rolha? Daqui a cinco minutos tudo estará pronto. Os nossos convivas pou¬ co tardarão a chegar, dá chegaram. Vamos a meza; não deixemos esfriar as comidas. Queiram assentar-se. Minha senhora, posso oferecer-lhe a sopa? Aceitarei um pouco de caldo. Gosta de sopa de rabo de vaca? Como não! c deliciosa. Vou experimenta-la. 150 ffc # * ft ^ % & & U N nfô 1n\ Éííi a Hí w & * tk « n & imn mm m » a g fê £ M =£ ff 1: 5f 5fe U *1* & T !# 5S ?Jc tfc tk M fé í§ ^ stíl nfi Ui tt í# 3fir ® ^ & I ^ íS ig vt H H n£ li/lÇf pjé ng- í/T' iUí JfiF 1: 1 *tt: m ÍT tfe # (T # «Sc ifê j&. BPJ # + íT ofô ÍT W «S *1 « I Ç yfT L fè ô# t: tf. II % p *nc í - * fít vf.** «; •ff sá - * •
  • 226 novo método ?<;.* lição. PJftfc Viu, mel, temperai’ inong1 kwo2 manga • 1 1 t • 1 m ha) camarão hái2 caranguejo | 1ioh{ ostra .sin2 enguia ^ pei2 perna, coxa BHip liiri* tlVoV mostar, íRíR 1 * I manifestar, lít£T-f£ 1>’0U' váii M kou1 passas k«:! fel café ^IjijftíS ko1 tclian2 licor kák4 cllicara de chá com tampa & K Ê tiWM Aoky yawx tclais km4 tohiing1 ytfpin' yeong3 fc/tatf., sek4 p/w1 yeong9 H!ÍfÍ ' míW3 -sek‘ lM* nei1 ko3 mia, k?mi‘ /«' ^}[] |Jjji|j ícftoi3 ?/««.
  • 227 I)A LÍNGUA CHIXKSA »ÍM* sau3 ke3’ 1)1, feoi1 /rt1 S§££lfciflJ ,0'2 *aB^ fc,t’oi3 X Ml* /«' 7«íh3 tch’ ou* ma3 B ■"'! mmm taV hou* mei» ha'H^on9i unig2 Ice* *fis ^a?(i ^ sii3 tchai- KJ «ai2 wa1 koi' «eíí /ai3 li] t/m, fcwo3 íait i>ei- ngo2 fOTUjê^ÈffY si3ha*neV Do magro, se me taz favor Tome salada *• Tem bastante vinagre? Está bem temperada O azeite é da primeira qua¬ lidade Patrão Oreado de servir-á meza Creada Queira passar-me o sal tcliekç tcheolg tchai2 neh nen{i' yiiii-i yiu3 f>i«| í«?9 n,‘l ■ yiu3Pei* waki yiu3 ?/rk4 wé1 f K ^ cr tn Prove um pouco deste pas- sarinlio Que parte pretere v.t Quer a coxa ou a a/a? Pedir-llic-ei metade duma aza Tão pouco! Vou ajuntar-lhe o figado kVíif! nei2 lo2 pun* tchéky yek4 j>ei* a«i2 M/íÍ2 K. B. Na lingua talada diz-se jfcin5 em logar de koa1 (figado) wiof/j /a1 kao Figo
  • NOVO MÉTODO 228 tch’i<2 MW-i tim2 a*t &M+5Wíícxi kí,i3 s«p4 /«n1 Aoifc2 Mé% lou9 ■'mm ngaux nai2 pntg2 | 4XL ‘ ngaui yii2 \ Que lhe parece? Acho-o muitíssimo gostoso Queijo TEMA 151 Não aceitará v. alguma fruta? Estas maçãs dão mos¬ tra de serem boas. Nós temos mangas, bananas, e figo-ca- ques. Falta-nos o rei das frutas, o ananás. Não é o tem¬ po deles. Ha algumas peras mas não são boas nem maduras. Temos muitos pecegos e figos. O senhor quer uvas ou passas? Vamos tomar o café. Passemos para o salão. Sirvam-se de café e de licores. Em seguida iremos dar uma volta pelo jardim. Eu, depois de jantar, o que tenho é vontade de dormir. X m, i n m > ÉJ £ 1$ rfn f t a. M{ dr mJ ÍÍe n d -V PU j i M ííl' /é. m * M & tt # feáij í i ^ x á i 4?4 ti tfe Wl lã) íft ¥ *iF £ X S W m i ta i + ii n m m f^Tt u m £ líÉllBlifl X a *§ x* ti - íax * a êi N a m a x n % M ^11 i& w x x m x ti- & .&:• E rJ2: M ^ & n& n m H 7t£ 4. H ft àm pR A &
  • DA LÍNGUA CHIXÉSA 229 77.a LIÇÃO aut tch’otA yamz alugar, ar¬ rendar. K& lóngí loiiz corredor {fiii suportar) sau2 (pêngò cabo) corrimão. fâjEg tancf (Vap9 torre) farol. |pj heong3 olhar para, em direc- çâo para. kán3 k«k9 fazer com¬ parti n 1 e 11 tos, separa r « * ^ tok< Ua,- ,mi2 ^""3) í regar, delegar lox (caracol) .sii, téng1 parafuso y’áu* t’oix fortaleza f| hinff, gaiola íJKÍk.M f°2 srk4 f°n91 'lis- pensa t’ungl xotuf ventilado, arejado Y-Jr* ngo2 yiuò yatA kán1 yaw, heu1 foi1 soi2 kap4ya-ux heu1 tcláat4 ke* ok9 IthMo^ t(t>2 ha2 yau2 kanl ok9 tch’ót[ yam3 p
  • NOVO MÉTODO 280 ÀittfcíEféftfSWW yfln. í'o/r9 /o/i4 wjfo2 tchou* tcJt’ u~siis fp]À^D|!j ^’«»í-r ?/«:■', Ini 1 la' umm&mm <’f *«, Mhí/j íoí(3 Acr Ao//2 yeong.Á / Eu e (|iie estou encarregada disso. Queiram pois entrar. Eis um belo corredor. itfl X. B. Na liugua falada emprega-se a Iniy4 para significar belo, bonito. miudo a palavra .4 /'o/y//, /'ai1 Aai3 //o/r om:* yix tch’<‘2 tch’e{ t«k4 y/o/1 .sc1 tcheng2 teheong1 /o, .sã1 /’o/' ^/(rtHí/1 z; komHo1 tit9 tou2 ngo2 • ? i i £ «íí«* f ffi '“"'2 tch’or ngo, tchd1 mtA tyiu[ fni sair péng:i -««MÁ nsflsism IB. tai:i yat1 tch’ang, /oo, /«ín3 /ioí1 MA*4 kak() tchaa.Asis: yat4 : Ao5 //o/rt| /Vm/1 yat4 ko fán^ t’é:igl leong2 ko [\fanò fongif yat4 ko* sai2san] fongl9 tongl yat{ ko4 fong{ yan* y(l^ tot,i t(,h’eoii!/1 nnni, heong' tclieng:J /o y/r/1 mongò yeongl ko* tang1 ^«/>9 A escada e escura e, alem disso, um pouco Íngre¬ me. Deveria ter-se feito uma escada de caracol. Escapei de cair (pouco fal¬ tou para não cair abai¬ xo). Eelizmente agarrei-me ao corrimão. () primeiro andar compõe-se de seis reparti mentos, a saber: um salão, uma sala de jantar, dois quartos de dormir, um quarto de banho e uma cozinha. Há uma janela que olha directameute para o fa¬ rol da Guia.
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 231 1 Na l,:u'te traze ira «la casa ôky hait3 pin3 mongs Mn?sai1 vê-se ao longe a capela mong3 yeongi háv) niutt’ongl \ da Penlia. íh zÉ Pi A tc/i’ot4 Saindo para o terraço, pode- t’iiix t’oit mong3 lcin3 tai3 \ se ver ao longe a Forta- p’áu3 t’oi! leza Grande (do Monte). TEMA 153 O salão é elegante e espaçoso (fnt9). A sala de jantar é sofrível (ma, ma2 li2). Tudo está caiado e juntado. To¬ das as janelas dão para a rua? Umas dão para a rua, e as outras para um belo jardim. Qual e o preço de tudo? Setenta patacas j>or mez. E’ demasiado caro. \ eja (jue é uma casa quasi nova. Nem as casas da Praia Grande se alugam com este preço. \ . está enganado, liá casas em Macau k u ti A rlíj # n »r ii x ^ # — 't* Síi ãt $ # ]§ PH tt Bi « VÈ £ fé Mil tu t''J ^ M £ M J* ti & ti H vi; & £ =$ i pi IS (6i «è E € i:l T & £f
  • 232 NOVO MÉTODO V 78/ LIÇÃO lou:] hencf itinerário, ca¬ minho, ruas Vong3 vaguear, extrava¬ gante M miu3 pagode TI téng2 (teng2) topo, cimo, transigir ^ sungx montanha alta hdml título j/an2 tout guiar, dirigir Hjj lcok9 casa sobradada éif. t’engx alpendre, telheiro tcheong1 môkx madei¬ ra de canfora i\\£ íc/(,òí4 ,ííe»í/i (iiíi^ íc/^íi mengx) notável, fa¬ moso tcli’áu{ ninho im Ss# PFStfS® ’"«“i nct2 7ío/f‘J so7»;4 0h3-wíímt 7ce3 ÍOM’3 Avw/3 myo2 Zoi, nei2 k (ur] .sck4 ngo2 ÍT/ltfrílJ11^# »«•* hah *«»* toa3 ke3 melt hais; haiò Vaux yat‘ tob/u* tou3 Ous-muni tchex iífitj, <í(^a yeng' k?f-ok9 í/««! soiij irak^ fdty k
  • DA LÍNGUA CHINESA 233 l0"' p’eng' on{ mdÁ tM; su)i\ fiai'; noiA patA noiz p’<íu] ha., nei2 seong2 ngon3 tchi1 si{ mou2 yani hoi2 tcMp{) s[\ni me1 f lcom2 tchP pai.ò a{; ngo^ tóng2 sat4 lous tim[ dò #r©l«f!@& VlftSà 1" i" ES âfliWftffllM íou.j fte3 yiu3 iran2 yanl táis lou tchi3 taliA yan' ivai3 ti' lou3 hai3 wán{ wán' k’óh' Wôk* kc* )kjo.í yut kam' kán3 sek4 )iei2 !<*’ WiBttlíWftiÃeH fo2 siinl mtíil Vauj kos tátQ kiu:i tchou-z fo2 snnl Vauí Rttitafiàiíiii k“»‘ tchii3 hoi2 pin' yaus pin1 hdis 3fa2-kok9 g|g ycok4 seony2 lwiÁ Sa -ián{- tchai2 yiu* ivana tcho2 pin1 hoi3 tchi6 nqám1 Èí»«W-«5-rriS»iÍíiJ ?/«"i /mr yate2 yaV Viu[ san[ ma2lon.s tchek4 íom3 Yi2-xu.ft’ eng, A viagem foi boa! O vapor era pequeno, ba¬ lançava de vez em quan¬ do Ninguém foi a recebe-lo ao cais, quando V. chegou? O mal foi assim; perdi ate o caminho Os (pie chegam novos teem que buscar alguém lia¬ ra guia-los, porque os • caminhos são tortuosos Vou-te ensinar para que os saibas O lugar onde os vapores a- tracam, chama-se cais de vapores Seguindo a praia á direita vai-se a Barra Se quer ir a Patane, tem que tomar pela esquer¬ da, e cliegarã justo Da praia, há unja avenida no¬ va que vai directamente até ao Leal Senado
  • 334 NOVO MÉTODO RIS BB-Tf kíík9 leii tchauz haiz soh3 kwun2 Zok3 íc/Pi^ Piern^ Pan2-tcheongò-miiis hai* tni3 i/iui. 3 acttJ6«tfteáͱ» kít,l3 «c7iii3 »»a2 /o?f3 *mi€í2 2/ate3 pia1 seong2 lungí sung1 kái1 tcho* j)in] liôfi táis miu3 téng2 fr7iòC mLttj wyíHj tchixiv yaiii pinx hdugt patfkivo3 sap4 tem/i j/^3 j>on3 tchau2 kin3 SiP-ía1 P<ík4-koj>g íc/t^ÍM, Ao lado é já o correio A Santa Casa de Misericórdia e a Igreja de S. Domin¬ gos estão em frente Perto da extremidade da Avenida sobe-se á di¬ reita para a Rua Cen¬ tral, e pela esquerda vai-se ao Largo da Sé Saindo para a Praia Grande e girando para a direi¬ ta, a uns vinte passos encontra-se a Fazenda Gruta de Camões TÈMA % 155 Desejava ver todas as coisas notáveis nesta cidade. Tem V. um guia para me mostrar as ruas e caminhos? Quanto devo pagar-lhe por hora! Quanto por dia! Have¬ rá um livro de guia para os logares rnais notáveis em Ma¬ cau? Qual é o titulo do livro? Onde se vende! Leve-me a ver todo o que merece atenção dum estrangeiro. Mostre- me igrejas, colégios, pagodes, fortalezas e o Leal Senado. 150 na ft i® tit *ra = = * «s«is um mm m T«EE«* tf ff «MS £* g « ® as*s èjsÃ-*»*®»:* mm ««â«nmm® m «m -n«n#* "ÊtSStK^ilSAttjRnTílíA £ Ig-U »íf -X ® 1* [0| fi ;li fi| ÍS. K «fi #4 «4- $ »!Ê € /& J
  • _DA LÍNGUA CHINfiSA 235 79.a LIÇÃO $ç^rlííj on3 tcliUítç sii1 juiz de direito sam} ou3 sublime siix este, isto tchoò ajudar, assistir ka1 bom, belo mínl argola, círculo, en¬ seada ^Tf^lJ lot4 lais lei ^ sat4 casa pequena aei, fc/ra1 bonzas seongz bonzos EIS pd lai* /ií.j) padre m loui forno $> tcháu1 imposto, colecta, moeda tiduciaria aií1# tá1 /««(j han si:i sai1 yeongi hoi2 n#oi3 nganl hongí lnH' seong.j yatx pin1 *i;{ cm3 tch’átQ si([ nga, mun{, tai.Á yi2 pia1 7w/;, kwok9 ka' lot4 sir Por baixo da Fazenda está o Banco Ultramarino Em cima no primeiro andar, num lado está o tribu¬ nal, e noutro lado está o delegado do governo % 2: ÊP ?/««i hau* m u n, ho~ yi2 tfimg1 hoí3 tch,òni keng2 tchnng2 ftap4 kung* tch’ául kôk4 £ SHt H it St * R9 w1 P«iet hongl liai2 námi wán{ tchnng1 Mn1 fciro3 ti> tehanz haiz tin2 pou3 Ao/»-, Zofc9 Pela porta trazeira pode-se comunicar com o Co¬ missariado da policia e a Recebedoria do Con¬ celho O palacio do governo está ao centro da Praia Grande Passando um pouco para lá, será então a estação telegratica
  • 236 NOVO MÉTODO tch o utchôk4-tchai2-sat4 S ír M n$ % fâMfâtvhoi* hany] kwo3 tP hai3 siiP- fuii-loui náml wán± mei2yuu2 yat4 so2 tei3 fóny1 JciiP ^ hoi2 pin1 yat4 Pitq íai3 /ou3 £c7tik4 /ioi8 nm2-kok(J • /Pat«3 t’oil fimmm, iiy km » si m J5hángí fán{ tckiin.3 Vaui íc/tak4 iVn2 km3 kai1- siV-tàii1 /ougq 'MSWK J: OJ IlgSR-# ko3 tch’us yau2 lou8 seony2 xánx tniy2 kff/ijf1 k/ro3^)*//1 k«‘ j/i1 j//ôr /ok4 AoC Tuny1- )nony.Á-yeony[ tch ’i\ lou., Htâl /«»?* *»«#* ( *«»í/3 »iO<(2 rouf/j) ( IS krfíí3 ímij »»«*s S.^tí J**k4 «‘«2 fiC 'H iuon‘.) Srk4 tch'ou1 peny tei3 Mí^íft s<(' mtii\ ilffi k,mV ¥,4i>* i- trOMíiMÁ*-p***- Passando mais além, é Clni- nambeiro Na extremidade da • Praia Grande há um terreno chamado “Tanque do Mainato’’ A’ beira-mar uma estrada vai directamente até a fortaleza da Barra V'irando-se para traz, vê-se então o quartel de Ca- • xilha (de 8. Francisco.) Aí há caminho para subir ao cume da montanha, 1 >assaiido pel o hospital militar, desce para a Pampa da Guia Igreja de S. Lázaro Bairro de 8. Lázaro Pua do Campo Pua do Hospital Monghá (aldeia) Campo de Tap-seak Areia Preta (praia) Porta do Cerco
  • DA LÍNGUA CHINESA 237 N. R: |?H pode-se lêr liáp4 (coinpovta, estreito.) 1B sdm1 pal mu ui trli2 ik seng3 ou3 sii1 tmg3 t’ongx kong1 (outeiro) tdng2 k,,“o‘ u"s% yiin2 EIU^ fo)UJ' *ò'w* mi,h l*f ^Mo,í* leng3 tcho3 t’ongi) "h>>1Í sai>* ll>kl tch’U* kft‘ lát4 í’°"í/' sãm\ >,á miut, wcii kM'»1 m<(3 j kir/d »comí/i t’ongx) | *iiWi l’an' k,riml ;];(jjjjsinl sii1 tcli’ong1 X^n.SJW kHII<1' u‘}l'mQik,n,-r/l SO 2 tó ffl J-ltMil S
  • 238 NOVO MÉTODO 80.* LIÇÃO tchii3 tch’ini kôkg casa da moeda yi2 liou3 depender, con¬ tar com tchelc4 yekA emprego, ser¬ viço ^ A Ver abrir, informar, escla¬ recer %xY\ men9i P’»'* (fó t’>P,) cartão de visita |ii. //«2 dar, entregar, com, a (conj.) kom2 y™' I erato £uiltchti ?/«»' « hoi' tàhfut | toh>Ut tékék* { demitlr yntii oi of tale4 ;3 caridade ií# tui' toi3 tratar com, para com glji leong3 considerar, pensar, supor, desculpar *«+HK M my] tchók4 ye3 mp4 yal{ tinr tchung' ngo2 t’ungl wái, leong2 ko:í p’angl yau2 tch’o2 tch’el tchai2 muii ka lia>igl tou3 san1 ma2 lou1 !l>h tcheok4 yat4 /,-o3 tai3 tcli’«t4 j/«/c9 WÀ-4 ,s«j»4 hou3 tcli’(ini keng2 tíftlfêlWÈ' M *'«»* /./m3 A’et, tchung1 yat4 /c«3 ícãV1 viou2 tang' tchau3 l/d1 tchil3 koa A:/ca1 /ei1 ffí *'«*â ma», /go/1 //o, Mij #«i3 ta»//1 Ontem de noite ás 11 lioras eu e dois amigos meus tomamos carrinhos (ric- chás) para voltar para casa, e chegando à A- venida nova, encontra¬ mos um policia N.” 70.8 Observando /pie um dos car¬ rinhos não tinha candiei- ro, prendeu logo o culi Ele pregunton porque não levava um candieiro
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 289 m ?/«»* 3 y><»(h i tè o/Mg IS Mi \H kwo hwu1 íei1 vas mi sele1 lai 3 m \ Jf| k’oi% >Jk »-«*i ?/«<4 íc/ii1 fan^r1 /to2 yi2 wai3 sám1 A*o3 yànj te/íi1 yung2 * a -t m ra *’«• ngangs was ngo2 ti3 fán2 Icung1 kôk4 tchi1 Zai3 tch’e2 2/itt3 /oí1 h Pi »m<£ ngo„ ti3 seong2 tc/ti1 7i«2 leong2 tchán2 tang' ho2 yi2 kau3 jcrtía síÍíh1 7ca3 », ite1; ngo2 ti2 pat4 Jc/íoi3 /ok4 /<íw8 fá\ Empregar, usar O culi respondeu dizendo que não conhecia a lei. Ele suponha que um can- dieiro podia servir para tres pessoas. Ele insistiu que nos iamos contra as leis munici¬ pais, e (juiz levar-nos á estação policial Ficamos terrorizados, por conseguinte oferecemos- lhe uma pataca Ele aceitou-a, e em seguida deixou-nos ir embora Desejávamos saber se dois candieiros poderiam che¬ gar ou não para tres carros, andando junta¬ mente; Para que não tornemos transgredir a lei
  • NOVO MÉTODO 240 ke\i(f k’ai2 tche2 Oom respeito informo a V. Excia Obs. 102." As cartas dirigidas aos superiores ou ami¬ gos geralmente principiam com essa fraze e terminam por dizer: jjjg^ kengò tcli’eny2 fôk4 onl (com os respeito¬ sos cumprimentos pela sua felicidade e boa saúde). TEMA 151 Desde (pie V. me recomendou a casa da moeda em Cantão, sinto-me sempre grato pela sua bondade que nunca poderia retribuir. Sucede porém que o nosso superintenden¬ te resignou o seu posto e veiu um novo para substitui-lo. Ele demiteu-me e muitos outros somente para empregar os seus amigos e parentes. Estou agora fora do serviço e não tenho meios para sustentar a familia. Tenho estado dependente de V. e ainda devo depender da,sua caridade. Rogo-lhe que tenha a bondade de procurar um emprego por mim e serei para sempre muito grato para comsigo. X E % * si m m /£ m T PJ if — jfô ff M ¥ % 0 3l X Jt + a £ 152 ». « - % S 9, Iffl T % m z a & t z &. £ ti M * K f í* s # w fà m M M "I £ ff ÃS 0 ic -fr B # ® # * ia ã fô « m m ii lai m ik ti » * m
  • 241 DA LÍNGUA CHINESA HP LIÇÃO 11* sin.t tchu., por si, arbitra¬ riamente, caladamente. álES- tehuu2 l»u, t’ouj) escapar-se, fugir, jg; t’inl entulhar, preencher. téng9 (tnt4 despojar) de¬ terminar, resolver. JE K fân3 yanx réu, culpado. /iip9 tch'3 tiinido, aca- ! nliado. o»1 tchi* dispor, dar uma posição §§]|§ kwaix sok4 pertencer, sujeito a.... «rfr lak4 leng3 impor obri¬ gação, ordenar. J]g tám1 fel, coragem, ânimo | thán2 yip4 proprieda¬ des, prédios p’ok9 s((t4 modesto, simples IR é fi '/r> ÍH' ííití\'-VÀ kl-M »«* kvi* íak4 )ií>w mok4 V. pode lembrar-se de que eu o recomendei ao côn¬ sul inales, mas depois, sem ter obtido a sua permissão V. deixou-o caladamente; foi por isso (pie V. foi demitido. Dei-llie outra vez uma po¬ sição no Banco e V. tor- > nou a fugir com $2000. O Banco impôz-me a obriga¬ ção de pagar por cheio, e fui obrigado a pagar aquela conta.
  • 242 NOVO MÉTODO yi\i kaml nei2 hai2 tai3 y-iz tch’u3 pei3 yan} tch’ii, tchek4 /ok9 ngo2 tim2 yeong.ò kom2 tám2 tcho f3 fôk4 kóil2 tchin3 m#í\> we1? íi % ,iihi tch’int m
  • I)A LÍNGUA CHINESA 248 £ 3 3 ^ Vong2 yeok4 ngo2 ti3 hõi kous ktvnn1 leo)ig2 ka1 toux mou2 yék‘{ Se formos a queixar-nos a mandarin, não haverá nenhuma vantagem pa- ra ambas as partes. TÊM A 159 Sinto-me tris13 por ter alguém tomado o seu nome para vender a sua propriedade e ter desaparecido com o dinhei¬ ro; mas devo dizer que o meu filho não podia ser o culpa¬ do. Ele tem sido sempre muito acanhado e modesto, ten¬ do poucos amigos e ficando juntamente comigo. ^>e tivesse feito uma tal coisa, nunca poderia te-la ocultado a mim. possível que V. o tivesse tomado por um outro. Queira in- daoar outra vez esse assunto com mais cuidado; a veidadt O aparecérá com certeza ao fim de tudo. 160 ÒÍL JÉ M1 $ H m pjf m m | fn m u & m í! ti >li' [5] % m m m m p n «5 M h mk m Hl & T 111 'm m m m $ a w B * k fé v-
  • 244 NOVO MÉTODO N2.a LIÇÃO ÍÔM mai3 im tch'ôtA Vaui em leilão vender VIi^íí m(íh Í)0t(2 ^m' fazer um seguro 1ít tcheki valer flg ha{ ter vagar, tempo livre g{[[| ji Imuf wony3 florescente, prospero Mfô- seonyi p’ui2 dobro, du¬ plicado rumor, boato tch’amt ir a pique, afun¬ dar-se Çjj| k'ôk efectivamente, de certo ãfe hang3 felizmente Mk9 ngois extraordi¬ nário, especial ka1 tchany1 aumentar .schí/1 levantar, subir mtt H ttíh,ini sou3 j/aí4 ' tcheony1 j/u2 te/ti' ka1 w1 tch’òtA t’auu tán.ò tchi3 tc7íok4 yatA yini hau2 kei* íií/aa, j/u2 m«*2 í/dtti J/í»»1 í6*/íoí3 tchHn<4 wei3 y«ii2 íc/ei1 teMg íc7ii2 ya0 K06«Tri'5c^i8ít« XÍ.2- ícfeékg Mlfl2 Miai3 heu1 yi3 /aíky //hm, se1 kwo3 nyo2 p’angi yau2 tchuny1 ífjfci1 yaP j'jí nyo2 nangí tám1 /xw2 k'oi2 /m3 j/ii#4 nie/2 avoii ngani yii2 nei2 Há alguns dias que vendi as suas mobílias eni leilão, mas. não llie man¬ dei o dinheiro ate on¬ tem, porque não tinha o seu endereço O cavalo foi vendido em credito a um dos meus amigos Posso garantir que ele pa¬ gará a v. no fim do mez seguinte
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 245 Caso que lião ele possa pa y- f/í> yvok4 Mv o2 icõi pat4 nan^j myím, tclii\ ngo2 tcheongi toi3 k’ei gar-llie, adiantarei o di- nheiro por ele e lli’o en¬ viarei conforme a conta sin1 fe/u1 fo7Fii2 m/MUi j/i, tchiu2 soir1 fccí3 tchi1 j/m1 nei2 X. B. Na lingua falada diz-se a®»- í,aif1 j/e3 láng1 vender em leilão) «ÊSftAiSSTrErfi * $ ff-E M + B £ j/mm, /m3 tcheongi fo2 siini Icei3 hele1 j/i3 /MÍk9 j/mm1 mmí2 kM-o3 nei2, j/t2 sa?4 yat4 yi2 yins ha., ngo2 sam:i kira3 sâm1 D*1 maiyan] wai.Á t’mgl mani tvh? mm , *«ff9 fc/tek» •SMM, tchois flC )UMM, tcll’a ))\x heai Há dez dias que llie man¬ dei 200 sacos de arroz pelo vapor Fu-tcli’eong Agora estou muito ancioso a respeito do arroz, por¬ que ouvi um rumor de que o vapor foi a pique na Boca de Tigre t&lir ti1 mai2 k m mj/.j tchek{ yat4 MÍMM.J //mm, j/i, >mc/3 //mm2 m#mí2 /m>m2 /um2 fíffl# Wh3 W, O arroz vale ao todo $10000 e não se fez o seguro Dizer respeito a, acerca de
  • 246 NOVO MÉTODO fô*PP#««#rM&£M »&**9f±iníT««*» Vóng2 yeoks nei2 yau> sat4 tchoij sanx manl lõns lcap4 tcliekç mni tch’eng2 li’ei x ta2 tiit3 podx ngo2 tchi1 Se V. tiver noticia certa acerca do vapor, queira telegra far- me i ui edi ata - men te Obs. 103.a As cartas em resposta principiam geralmen- te por dizer kengs fôk4 tclie'- (com respeito envio- lhe a resposta). tch’nng, tch’iv{ KÍ vani Unf' (ÍPr/K soi*) Antigamente, antes san1 Salario TÉMA M X PP, H ííc ffl ffi 1í « @ w st « a « 4;,gi » » m M n a,a ff ÍTI*I8T»51I0 n ng » « h # ^ t a s i i
  • 247 DA LÍNGUA CHINÉSA 83/ LIÇÃO. ticfí* mm* ^utl' (ifft p’ei*) ser¬ va, creada jovem, moça. k’ wái2 tai3 furtar crianças ^.som3 tchóngí trajo simples. vestir modestamente tch’axft jjom3 reconi})ensar />ok4 creado, servente. )}fe si1 dar gratuitamente, apli¬ car. I s*om3 soéí;{ prospero, suceder bem tchong3 ir ao encontro, colidir, encontrar tch9engi keng2 cireuns- taucia, condição, estado. »>V BA 1 «* enganar. 7íf hmí2 ser realmente, po¬ rém, pois. 'k'MM4 pedir en- carecidamente B MajfUfii íc/ .sai3 .sam1 tófc4 íc/fi1 // i2 fcim3 fei2 j/a M j tchSung1 tch’òk9 T í'l' £ Bb »í/«2 /MNt* ioAi1 ngo2 p9 ou* tchi1 Aon*/1 icong.^ kckt j/m, kwan1 yiu nci2 tchi1 tch9oil nangl A sua carta foi recebida ontem Eu li-a com atenção e vi-a clieia de razões. Bem sei que a prosperidade da minha loja é gran- mente devida á sua ha¬ bilidade. Obs. 104/ Muitos advérbios de modo formam-se com a (extremamente), fat4 yint (repeutinamente)
  • 248 NOVO MÉTODO Ríi';ffiíraPf-«À-TM⣠RSiftl*®!* “»"= »“'*> !l‘‘ ka1 net ke* yanl kung1 yii tcli’e2 sam.ò fun1 ftm2 /com2 yeong% tchou3 rim1 TfitStMP.ifr/kWf* ® )1 E9W E TC ha> »0,4 hei2 kai* nei2 tchV san1 .sor tcheouí/ hai.ò mui2yat4 sei* pak9 ?/o3 n2 i/tíMj ÍO# !/«»í4 »<">.«' :«? «», tchôkQ) heng' irong3 Zc/iok4 tchoi* yauft ka1 rim1 *WJi n//o2 Zoi2 tch’ú* tchóng3 /cm3 nei2 ko3 mai1 tchai2 hou2 yéz tchois kai1 seong3 tchoi^ ngo2 yi' km3 tch9u2 siò yat4 kin4 ngaií him2 tchi{ sa2 «AÍST j/íí/t1 ?mi3 kaa;} Zoi, //ou- Zo1 sai*- mau1 - tchai2 ye2 kíÍH1 pei^ yan, k/mi2 hm1 Eu tinlia intenção de aumen¬ tar-lhe o salario e de mais a mais alegro-ine de fazer assim A contar do» mez seguinte, o seu salario será de $ 425 por mos Se o negocio continuar m prosperar, haverá então . outro aumento Tenho encontrado frequen* temente a sua creada nas ruas em alta noite Na minha opinião, isto e perigoso Porque ultimamente muitas crianças foram furtadas de noite mm hou2 seong3 máu3 ntl # X « |g * M fí kóm3 nan3 yau.ò hou2 seong3 máu3 k'oi2 gat{ yeng1 liang1 yé3 krfi1 Boa feição, boa fisionomia Sendo tão nova e de boa fisionomia, ela não de- ve andar pelas ruas a | noite
  • DA LÍNGUA CHINESA 249 W&PPSíSMrÇifct*® ifcÃáUSIS: yini mh san1 tou] ndmi/ongl trak4 tehêi put4 tchix tchJQ2 tch’iiÁ tckix tch,engí keng2 ISM. **'» k«,0‘ Como V. veiu recentemente ao sul, talvez não saiba as circunstancias deste lo « ar ngo2 se* sim3 nei, Péng1 Por isso escrevo para lhe dizer 104 A minha creada foi enviada, há dois dias, para chamar um barbeiro e ainda não voltou. Ela é uma rapariga de 18 anos e e bastante bonita, ainda que em trajo simples. Receio que ela fosse enganada e vendida. Queira ter a bondade de fazer uma busca dela imediatamente. Se ela pudér ser discoberta e mandada de volta para nós, recom¬ pensaremos o seu trabalho com um presente de $ 100, sem falta. 165 £ tp n £ A m m + & & 5}t A fe m m 4L!i* T &í z M a m ® A a * m: n im SÁ A & *f B A ttt £ i$ « & * # - A * 75
  • 250 NOVO MÉTODO 84.a LIÇÃO se°ng2 (t’auò através) ponderar fung2 hin3 oferecer, oferta çp fcheong2 palma, tomar en¬ cargo encarregar-se káuò yeôk4 educação jjgygjf! tcliung2 /wín3 director geral, manejante Pakeiâ n«i2 -irafe ./ai3 v/"2 /.ap4 p/í4 yeong.A sai? faf* UhV yung2 Excepto... Recebi, liá dias, a tua car¬ ta dizendo (pie deseja¬ vas muito ir para o norte para estudar Tendo ponderado cuidadosa¬ mente o assunto, fiquei alegre não so pela sua vinda mas também pe¬ lo seu desejo de estudar Mando-lhe agora $50 para passagem e outras des- pezas
  • I)A LÍNGUA CHINÉSA 251 l>ei H(ln9i sit2 nangi mmmvti&mz bm&Wí k ’eit teheong1 nei2 hei2 tch9engi tchi1 yat4 k’ei4 kap4 só2 tapy tchi1 .stfw, ta2 íin3 j*w3 te/ií1 «i/o.,; ff®nÈÍTS-^«À£-A ?ei’' »í»í <«“ /V?7(J «/aí4 ko:: jr>ok4 yanl hõi3 /o2 íc/Pe1 tchàm., tchipç nei2 2>rti4 «/aí 4 £ BJ ® * -^Mt ft-â-Pl íiflfo2 pat4 «/aí4 Vungí yat4 Ao3 /aí9 k«eok{) seong] yant mengl km3 tol-mengi-ngo2 lap4 yat4 ko3 /*ôjt>4 Vung{ » = H -3*CSM ícVPia, sám1 yat4ngo2 Vaux yatx tch’u:i ya.ò tcheo\z4 lí’oi2 ftífc2:*l.#F«JÉ-£3> tchoi-a tchrf tchi1 tch’inv k’òi2 yii1 h da sua partida e o na¬ vio que v. vai tomar; Para (pie eu possa enviar uni creado para recebe- lo á estação do comboio Dentro em poucos dias Dentro em poucos dias vou fazer um importante contracto com um co¬ merciante francês, cha¬ mado Domingos Ha tres dias (pie o encon¬ trei pela primeira vez Antes disso, ele era um es¬ trangeiro para mim Mas ele disse que era seu conhecido Por isso, desejo muito con¬ sultar a V. e pedir-lhe o consélho
  • NOVO MÉTODO J) J |jfe kam* mán2 páty tiitr tchung1 tcli’eng~ kVi, íoic3 MjfOg S08 Vn)iíh stns l(ih /,oko *'0,,áh ÍJCÍMK *w2 Av/3 ífc¥1H fou TÉMA 166 Da Uni verdade de Pekin recebi um telegrama ontem, dizendo que um dos seus professores tinha morrido, e pe¬ dindo-me para ir ensinar em seu lugar. Foi-me prometido um salario de $275 por mês e aceitei a oferta. Sinto mui¬ to em deixa-lo mas rialmente não hã meios. Peço respei¬ tosamente a minha resignação, recomendando-lhe um ami¬ go meu. Ele teve tres anos de experiencia no ensino no norte e é inteiramente capaz de me substituir. 167 tttk II + W M A — + » - £ ¥ % Jfí. - n t — x * % jí m '& m w* r m fip m rt & êíizii# ÍÊJ if n nj| :t fc * í¥ Ifc # ífc ífe ¥ Ri W ffi fffi tt ¥ ¥: Jh íííi -tm to mm w a # ra ¥ fi: N $ .H. «É m ¥ ¥ i'u ií. m * MM % u z> r\ 16S 44 m -tu SÍJ1 * i ít j}c lêlfc * m s m # ® si)«is h a «_k w » s a is »t s « » a *t- z h et a h s i«j a «síj « & n * A * Z'M 4AA !).$ T- « A A .* «•. A lífc &,#. A
  • DA LÍNGUA CHINESA 253 85a LIÇÃO itmk womf fai1 brilhante, lu¬ minoso. kiw3 lap 4erigir, edificar, estabelecer. r« yatis touz índia. wddi1 Timor. mungx kwu2 Mongólia, j Ichim* loí Siain. | /o3 tchong1 armazém, godowu. í.íJlVK í>0 W0HÍ/* onda. •• •! .sor necessitar. P ftcm3 hau2 Hankow. saí1 tchóng.à Tibet. . íí¥iV^H innn2 tchmi1 Manchil ria. 8eon9l teWton* cvt í a*5g.ffi.âJ í; JVC. '# «f/o* saai'3 yaa1 .saot tra3 nei2 téng1 ym3 /ia3 ngo2 seong1 tch’anx sams lou2 yi\ tcWe2 loii2 loii2 yau2 peng3 ^J* Zo/iMiu1 haò ^ k’oi2 tí3 kek4 í/mh3 »0O2 fán1 tch’iin' 1iaa fôk4 ,sii3 k’ot2, hou2 to1 tcVii3 xe2 xiin3 ?oí , peiz ngo2 k í«3 ngo2 w>nt kit1 tch’e2 ngo2 Ice1 sai3 /ou2 fdiot1 íí//oí3 /«tra3 kam/1 feoi8 /lea1 .va/d-ka3-^1 //aa2 tch'atA páty yat4 lok9 ~ffit k’oi3 Os pais (pai e mãe) Sinto muito em lhe dizer que os meus pais estão presentemente muito velhos, e de mais a mais andam frequentemente doentes. Aldeia. Eles desejam extrema mente que eu volte para aldeia para servi-los, e 'muitas vezes teem-me escrito, chamamlo-me para casa. Alem disse, meu irmão me¬ nor saiu para empregar- se lá fora; partiu para Singapura há 7 ou 8 dias. -» •* * * • v . , Tudo, completamente.
  • NOVO MÉTODO 254 mou‘ yanx tchoi3 kal tchung1 Zíil-3 Zei, kt/1 moH., nei2 liou2 sam1 wan2 kico.ò tâiÁ yi.ò ko3 yanl t’âí* ngo2, ka/>4 tchon2 ngo2 UaÁ yut^ mri2 tcli’ii, ícftek4 itâm % m z ft ia m s aci2 Leonfi^maUi-fai1 tchi1 toi2 sou3 sii1 /ixa2 í/^o/t4 fruo2 i/«m2, wq koi1 wei2 íc/te8 poi2 m/o., yaí4 4 tchuns ^ m Í3c SiíiiSiS^rí'h * tá/.*4 2/iiHi ngo2 tchau., wánl /(ia1 pei4 nei2 ÍÍR^3fc®INc!fiF ?í5k4 ?/«» ngo2 pous sii1 mei:l dò %.k loii yanx jjísS u í’°».í/'-' y'h <ôk4 ?/«», k,ei1 krfit1 Ioií yanl tais touií yanx ngo2 siii yung3 tchi} Não está ninguém em casa para tratar dos servi¬ ços domésticos Peço-lhe que tenha a bon¬ dade de procurar outro homeui para me subs¬ tituir e de me permi¬ tir resignar Tem v. ou não a álgebra de Leong-man-fai? Caso que a tenha, (pieira me a emprestar por uiu momento Logo qne acabe de a ler, devolver-llda-ei Acabou de ler o meu livro ou ainda não? Portador Se já acabou de a ler, peço qne a entregue ao por¬ tador para me trazer, porque necessito dela
  • DA LÍNGUA CHIXKSA 255 mei3 tôk4 //ii íia tchak* mat4 sat4 tchi1 k’e'l Si3 //flí‘ k/rjr sií1 í/í, />«í4 fô»3 hoi tch ’ íi3 i/vk4 náii, tok4 í/«2 ti JÍ M,/lí> **. Se ainda não acabou de a ler, peço que não a perca Visto que é um livro anti¬ go e è diticil obte-lo em qualquer logar que seja Mas, porém, contudo TEMA ir,9 Os meus amigos na estação telegráfica informaram-me de (pie 4507 soldados Japoneses chegaram a Amoy e ocu¬ param o caminho de ferro. Disseram também que quinze vasos de guerra (tchin3 silnj estão agora em Shang-hai, j>re-. parados para guerra; julgo que a noticia é verdadeira,., Não compre mais chã e não transporte para lã o que jã tem comprado, mas venda-o quanto antes. 170 M jfà 3C '•C m \n si & ~IT\ Áll, »«JÍ M z ' ro] THi {11 ||1 vk Pi ÍX * Hb ÍS z A W #T A Tff W £ & fé H aíi a tfi fiv a. ^ fÉ a. ^ ti AE * Ã3 £ ± m z E tá ir â m % >i» r » _k & m * _FT: y\ M m * ^ * í& //ii ¥ a a $ E 'U i«r ílj $ ii * >0: lltfe n Tf m z fé m a
  • 25 f> NOVO MÉTODO ~--= 80a LIÇÃO Va(tcheh4 vestígio) ma¬ neira de escrever, um es¬ crito yii2 sin1 previa mente, dantemão yini tch,ii demorar, atrn- zar ±m seoníjz lVeii antes do pra¬ zo, adiantado M í dono da casa, proprietário m inquilino t’eng{ lau{ ficar, per¬ manecer, demorar tclVeng1 kin2 pagar total mente, quitado, quite tehtontf tch’etigl esta¬ tuto, regulamento * J tcheng3 fir governo, estado ^ kin3 construir, edificar leng2 ngois extra, adi¬ ciona], aparte. f«x\*;íiíaag(ri;^rHi |j nei2 keA kung1 yanl f°ií ngo2 tchii* wa2 nei2 yiu* Vnngí ngo2 tchéP n2 p
  • DA LING-DA CHINflSA 257 ^ fei1 ( mei2 ) Não, negativo /-rrt* — * /c’ei \ sn li u 1M; JiW /Vi/c " c*i ?/" ■rt, í/í2 fei1 st3 », A:’oi3 1/fflH1 kVíi, />«f4 tcheng3 keug' yi\ tch’iií tcliek4 k««* -i/i. IVJ\ N. B. As palavras fcor (dever) e jjl (ele) pos¬ tas antes dum substantivo significam o referido, o tal. O tal liomeni já não é meu servente, visto que foi demitido pela sua deso¬ nestidade há muito tem¬ po Daqui para o futuro, a não ser que V. tenha um escrito meu como docu¬ mento, não deve entre¬ gar dinheiro a qualquer outro Há duas semanas, que o Snr. Lao foi de repente cha- * mado para ir a Fuchow em negocio urgente flsSJSM^.HfifcáRRÍiJÀ tchii3 tch’u2 yi2 hau3 tch’ux feV yau2 ngo2 k& pat4 tchelc* tchók9 trai, p’angl kòu3 pat4 ho2 káu1 nganí t/u* piti yant íiim^ítWSij*áá?.Éir.l tch’inx leong2 Jco* lai2 pái*, Laol sin1 sang1 fat{ yin} kdnl yan1 kan2 kap4 tchi1 #ii3 pei2 yanx kía3 heu1 hoi3 fôW-tchau1 iátM (Pini comodo) AíÉ tdh P>»3 I teh’õt4 kung1 J /MÍÍ **»' Pi»3 lí/t tch’^ háng1 | 1 JW tc/i^Ua so- j ÉIR si* niu.t ( ;g| fmiJ) WBfr*âss»si?@ ^ koi2 tcho/c4 yat4 ta* tins wo3 ngo2 tchi1 gfiit3 £'ra
  • 258 NOVO MÉTODO BjMÈ.BLSMPftill» ||Jjr yánx tch’u2 Zei2 yam, yu-ò sinx kotr* nei2 tclii1 íc/Pir &a-Ma n2 ko3 //ti/i íc/ti1 ok9 tclioiix pat4 nangi tchiu3 seongx tch’engl kiic ud2 7í°2 ny°2 yin} tch'ix tclú sap4 yiò yiit4 yin{ liau3 krí/f1 tchonx fau2 Por esta razão, iuformo-lhe dantenião
  • DA LÍNGUA CHINESA 259 87.a LIÇÃO. £{: irong2 ir H<*k4 sc/cjaspe, pedra pre¬ ciosa im yeny2 seong:i( «flS »’ak° tchiu*) fotografar. om3tch>al (teheng1 t’(im3) policia secreta »*i ícVot* «wiflrY Mfit W calar-se *«'»»' toi-i bolso "(t°h t(íl'>[ s«3 um acidente (5^ //míj pim3 acompa¬ nhar, companhia mm yil k’eií segundo o prazo, pontualmente. Jjgíyí ôh{) yil, prédio, edifí¬ cio. yim2 tingir, contagiar [#]$? kma1 sip() dizer res¬ peito, ter relação. «*» # fl: * * « # K ngo2 sams fnn1 hé2 nei2 hoi3 prt/í4 kenq1 hdir st? srt tfií >p m n m yan* irai., tái3 yeok9 t’ungí .st, ngo2 yek, yan1 sii3 wong2 koi1 tch’u:i yei tchang1 yi:i tak1 yi2 p’uit /h«i8 j/
  • 260 NOVO MÉTODO seong2 kok9hok4 sangi touÁ 3 tcIVai, /ti?r ngo2 íi3 yiou fcoa3 kos ti4 w, te/ri1 fce3 êttSSjftfBJWPMfm *»©l uán{ tál* trhdkx Uma quadrilha de piratas
  • 1)A LÍNGUA CHINESA 201 ai** e# si m m * itifâSf# «1 **»' k’«S **3 Uk«ok4 mat4 j/e2, ngro8 £c/*ck4 feak4 kia3 yau, íh«<2 wo1 k’õi2, tang2 tou3 tch,oní keng2 loi-ltchJal kico, tchi3 tale4 fp*r*»ír*À*s /w2 /«p4 tchek4 ta2 fdt{] yani loii fau2 Não sabendo o que lhe ti¬ nha acontecido, ordenei imediatamente que nin¬ guém tocasse nele até que viesse a policia a examina-lo. . . ♦ Poderá V. mandar alguém para cá imediatamente? TÉ MA 173 Empregando um policia secreta esperto, descobri que uma quadrilha de piratas tinha entrado no nosso prédio, e encon¬ trando o nosso guarda, mandou-o caiar-se. O guarda recu¬ sou e gritou muito alto. Conseguintemente eles espetaram- no no peito e ele caiu morto no chão. Vieram então os cães aquele logar e mordiram os ladrões. Por isso fica¬ vam assustados e saltaram por cima da muralha (mii^tcWeongJ 174 «JS.il ®1 éfe Iffi fi. # ÍE ia « ffi M m -k. £ BS«ft S - JS IWffi 24 ÍE # a JS E «S U íí * 58 M * K *.» tt * # «!> it * x « * ís a a. ia m m m a * m ® «t @ « * « * * *£.»*««(** 6H T # «M- M % n * III * B- 3t. ft « ÍT * 2i
  • 262 NOVO MÉTODO 88a. LIÇÃO tlíM 1,0,18 f'án' UèMteh’iív' yiij ficar curado ma yin:i tch9ini a dinheiro de contado, pagamento pronto koii1 tchii;{ habitar, morar t*ongl (ítíl tch’ii) tanque lois genero, sexo $57^ irv\ (porque?) yan{ os bár¬ baros do norte da China tDfféíii U:hi' nei2 y\nz kam1 nyo2 tchi1 kwngr1 j/rtii, hoir fán1 hon2 tox lok„ .saa//1 vra, kbh., /ioií' fdn1 tchi1 Aaa.j tchcony1 p/f9 icai2 />a/' nang{ to Achou3 kitiq/1 /a1 sat4 »"»uj., ko3 ke3 kítujr1 /w1 s» tch’çonyx sai'3 minu¬ ciosamente aíMft S*>I(A hei, di¬ gno de confiança sa fia1 (deixar) kuny1 devoluto, desoc11 pa do k9amx sau* animal pj hei1 k’ei{ raro, sin¬ gular tchin1 abrir, desenvolver Comunico-lhe que o meu ser¬ vente está muito me¬ lhor agora O medico disse que, depois de estar curado, ficará certamente coxo e não poderá trabalhar muito Certo, certa mente, solido Kialmente, na verdade Ele e muito esperto alem de ser diligente, fazen¬ do ás vezes o trabalho de 3 ou 4 pessoas
  • DA LÍNGUA CIIINÉSA 263 L_* K \ itdin kcix ha' kiin3 yuu2 ^k4 yaní yiln[ teh’\inx haiz yi2 houò k’oi2 keP #(T.nH#«3ÃÍ'í«I
  • 264 NOVO MÉTODO SHM»«FXÍ k’«. j/u1 ngo2 tis si., yat4 míij1 wiiw3 j/aup ft'òu.2 m3 t’nngx nei2 seong1 sôk4 /mm*2 k«M2 /oky «SKff-** AálSíf »IB ««* w, koi1 nei 2 tcheong1 kVi, j/ai^ ^i1 j>an2 hang:i tch’eong[ sai3 kojq/2 ngo2 tiz Vnig1 Ele é um homem de cara desconhecida para nós, mas ele disse que é seu conhecido desde há muito. Queira ter a bondade de contar-nos minuciosa¬ mente as qualidades e a conduta do referido homem. TlSMA 175 Com respeito informo-lhe de (pie o Snr. Wu-tchin tem sido um dos nossos melhores freguezes (sôk4 lufkj por muitos anos e que achamo-lo extremamente liei. Qualquer negocio com ele, a credito ou a dinheiro de contado, é egualmente aceito por todos os comerciantes desta cidade. Z fé ?i til M. li *>4"^ m » a * z ^ fe ia Vn # a ff- A K m 5E m 17 r, ± tt»M JR S ® W íS £S í * a ± a ff» pp as »s « z z «i « X ffe 1 ttí ff M»A’*H»*» 0i ÍISIiSSÀI «»PP !& 4- «I
  • 265 DA LÍNGUA CHINÊS A 8<).a LIÇÃO lián1 poupar, economizar. saul munpesaroso, aflito tchiu tin2 dicionário, j fHiÊ ^2 VeK desobediente. wioíí2 waw1 nei2 tón1 o/c9 íc7ííí3 cheong1 pit9 ftaw1 /hw1 /joir ío1 tcli’inx rit%ius »j ttí£ fóngò tch’i'2 nei2 kãn1 ôk9 Jiei2 ta k1 kôm3 fe'w4 /h1 yiin1 yix\ tch’ix tang2 kVií1 ,sí:! ?/uZ4 wôk4 ke3 Onde se para, paragem Justamente há pouco Com efeito, na verdade Na verdade v. e extrema- mente bondoso iV g ra deço-111 e m u i ti ssi m o Neste logar a renda das ca¬ sas e na verdade mui¬ to cara Com a mudança para a sua casa, poupar-se-ia uma grande soma de dinhei¬ ro Alem disso, a sua casa es¬ tá tão lindamente cons¬ truída, e o jardim, o tanque de peixes etc. são todos agradeveis á visto
  • 266 NOVO MÉTODO N. B. A ha/e etc. (et metem) traduz-se por ^ ^ ^ k’«p4 kei, yiiy tang8 (e os restantes) ou simplesmen¬ te por ^ tang- ii* K 4» ,m<^ yan * i/i3 Zre8 iíÈWf^fjfâ ícAí(;i tchJii2 ôk9 pitQ heong2 8(111% fôk4 tl< FlIM^íS í# pí HblÔ] ^ /ío2 ha,h pat4 luem/, heong~ .saa íi1 j/aa1 íiir yaaJ iíf/02 3 »f<2 ieai3 tchung' pán3 t’iu.ò ngo2 hoi* sin3 kwan1 pat1 tchi1 kei2 8Íi ho' nang] umi[ Ioi, fWtB.ft—'S »™»i !i‘"‘ ugo2 kônv tché% nei, yaul yii{ yau> saus hen' nei2 ke* yan1 £m2 i/nf4 yeong% tch’engl tchi1 tch’inl ngo2 tcheong1 Zoi, kià3 neA0 Etíêiaíiv-s-sso-^ffl fí« \3â«^:*l«n£ía A g&£ tak4 kwok9 Í6»ijr2 sm3 kicwn1 tchip9 tou3 yatA fang] tcliiu:{ irai» wmq yan, .v^k4 Zòk4 te/fi1 yek4 moifj wan2 yan^ yek4 tchi' Atractivo, agradavel, delei- taute. Queui vive nesta casa, cer- tainente gósa de longe¬ vidade e felicidade E’ pena que não posso go¬ zar do seu beneíicio, porque o director trans¬ feriu-me para Siu-kwam e não sei quando po¬ derei voltar Contudo fico-llie agradecido como se tivesse rece¬ bido o seu beneficio Irei encontra-lo antes da minha partida Do cônsul alemão recebeu- se um oticio que nin¬ guém sabe ler, nem e possivel buscar alguém para traduzi-lo
  • I DA LÍNGUA CHINÉSA 26 pH u,h’etíy~ k'«i, yekA yap4 wá\ manx tâi3 káa1 loip yan{ Uii wui, sl, lio.. Peço-lhe a fineza de tradu¬ zi-la para o chinês e de entrega-la ao porta¬ dor para trazer de vol¬ ta, e agradeço-lhe pe¬ nhorado N. B. ^ ho{ (loto) lê-se ho2 quando significa agrado- eer penhorado na língua escrita. TÊMA 177 ' ' " Na semana passada Pedro Ley partiu de Houg-kong para Singapura pelo vapor Tch*ún[ tchau\ Estou muito an- cioso a respeito dele porque justamente há pouco ouvimos (pie o vapor recebeu uma bala dum vaso de guerra russo, e seis passageiros toram feridos e dois mortos. Esperamos (pie ele possa ter chegado á casa com boa saúde. Queira escrever-nos quanto antes acerca dele. 178 fé & ^ m ® íí fé ff iu ff M e m I? féiffc fé» ff * m is a fé m «F ftuff U & fé ff ítt ík % I ff i £ ff m fé ff 2t ff ^ fé # IE m £ |g ^11 £ ^ fé Titi SiErft £ B SíT ÍÈ 4S # fé ff ff n h ff Vfc rfn H IS ff #£ IM f飫 m n ff m - féÃff B £$ ^ ffl
  • 268 _ XOVO_ MÉTODO OO.a LIÇÃO jjjfc sõt4 relatar, narrar, falar woò w(ín:> infortúnio, des- graça. tchái3 dívida mm siu1 laul extraeção, ven¬ de-se bem. hwái* estranhar, ti- car surpreendido leongí fresco, um pouco frio n*°» tchoiz neu kák() leil tchú3 !/au2 leong2 niní ngo2 th ke3 t’inx kòP kan2 7ío2 írt/c4 í/aí4 jnmg3 tch'(»' /taía .sa»»3 tfíheng1 tclii3, yil tchoi., há3 t’in' tchi1 st, ícfto1 í/aii»1 /io((2 leong, seongx tchan.ò 3CÍ]f káa1 tche’ngl p’angl tcWengi) amizade tchiis man2 suicidar-se S()*Z a#oas g*azosas. ^ÍOi ^
  • 269 DA LÍNGUA CHINESA H t ÀffAj wah kans ngo2 kánl ok9, yiin, tch'’iiní tcho2 (chi2 yatx kwong1 yapx fongx noi.i ho2 fau1 seong1 tchau3 teh’inl yii tcldir s\U yii1 pitx tch’ii3, n pode empregar-se como verbo, significando chegar a, atingir, ou ajuntar-se a certos verbos no sentido de a respeito de, em relação a, ou acer¬ ca de. Obs. 100.' Em chinês aos nomes de indivíduos mentos nas conversações. os apelidos precedem sempre e ás formalidades de trata- Liu:i sin1 sáng] yengi sengi tclioa3 k Vi, so' nangt tchon3 tche2 ^ O senhor Liu prometeu fazer o que podia
  • 270 NOVO MÉTODO ss&ffiíM»* wm M“’ »*». k’oi.> hm% woí wán$ tchi3 kek4 t’ai2 k’eh yengí yungl $ap4 £Vt( »»*«., 9$ongs sjí m 5p & ® e m ff e » & PP»,® r * m m ©, é ® 'n z. ri * Ba « * «s a ss: i í)í 4-»# ®S 0 fô M @ i® 7 (V PH m ffi « n. wí M fal jfíl ffi st É" m m n A ã & yv w ík m n i fi + 0 n n a g a m ff fr m m * ff*- f i f í# a ^ iMt w t ÍA TC
  • 1)A LINGrUA CHINESA 271 91.a LIÇÃO. tán1 tch’é[ (Jj^pj^ifi k«o£a tó/>4 tcliy&) bicicleta ffíi3 (tò-wt* fel) atrevido^ ! grande coragem jÊpLJtfj koii2 tung3 acto, coni- portamento kÔOT* v<(n' sam> tch ung3 profunda gratidão se^A ^íe^4 j»stament«? por acaso sam2 man3 fazer in¬ quéritos, indagar keng2 kái8 prevenir,. acautelar,1 advertir j|£ yung2 kônr corajoso ye0ll9l lfungl lierói, heroico k’eil k/m1 haste de bandeira |||f t/ún2 arrebentar, que¬ brar por meio T'H A^fí píit4seng)iyaní sii3 inconsciente, sem sentido yé3 iuio.; k«kg tch ôk4 tchok4 W, fo2 Ontem de noite houve um incêndio na minha visi- nhança jJ. koky yan] Uíi3 sau3 keng1 fong1 yii tch’é2 tcháp t /tín3 paiA yiz 5^ siux fong, ítf #3 sei3 traiT wari2 soi* kop4 jmn1 ?ran3 ka1 ,su4 -USiilll fíAçt fflMaiass** »/í*í4 ko* mo1 /o1 tel^õn^kmg2 tch’an* ]{ei] wui3 yap4 ngo2 kán1 okt( /o2 /tcif1 wf/o2 k
  • 272 NOVO MÉTODO M íf‘ mi koi' nei2 l’n)í(Ji ngo2 tch’ax ha2, wdk4 tche2 ho2 yi2 iran2 fán\ lc’oi., mmzvt-9. *8i*M7s tÊ Jfé & W li'.! lli Uftí >°hVt nei2 sons tchi1 haa3, ngo2 lap4 tchelc4 kiu* Jco:i teli’6n4 keng2 /oi, /aq>4 «awi2 waw3 /tò'i2 /t
  • *27S v DA LÍNGUA CHINÉSA sai* man1 tchai2 tchoi3 laiil seong.ò fóng1 tak1 ftoie8 kwán\ t/ri,} kór fcaw3 vinifj.. i-n& •n/vTtj íi3 to/ti1 tchvng1 mou2 yan{ kôm2 hoii* Icaii{ kV>7„ ff 4 d j/ídí1 wai» 07?//, Uai1 yi2 keug1 sin1 íc/íeok4 /oky simo medo e gritaram em voz alta, pedindo socorro. Nenhum de nós atreveu-se a ir a salva-las, porque a escada já estava arden¬ do. TEMA 181 O nosso creado com grande coragem correu pelo andar acima e trouxe para baixo as duas crianças, (pie ficam ile¬ sas (mou2 seong'). Nós todos ficamos-lhe muito agradecidos pelo seu acto heroico e oferecemos-lhe um presente de cin- coentas patacas como prova da nossa profunda gratidão. Quando sucede um incêndio, a fortaleza do Monte da dois tiros e mostra sinais na haste de bandeira. Se for de dia, usam-se bolas pretas com uma bandeira vermelha; e se fór de noite, usam-se luzes (tangi). 182 ÍGfi £ tf. ® A fl- s is m ft is m «»« m * «« e » * * T -h IÍ6I* R A tt h m éíifii ii-íe» ■§•»'(' ;Ja shs ® ri & ® m h r « & im ft a s (&->« a íâ a & # a * a ft é a fr £ S# fé R :*\B # A » A * 'li — @1 • &@S
  • NOVO MÉTODO 274 92/ LIÇÃO. íc/tôk4 construir tai2 át9 (jgL tin?) hipotecar yungx su3 arvore de pagode ^ pun' ko1 mudar a resi¬ dência pn, k«3 preço original Wu kím3 hou* (UM teH" tch’dk<) registar SÍj- (mostrar) /ák'‘ (lar uma resposta > l s- kòii3 (grande) fun* grande quantia de di¬ nheiro l<íi sam1 levar indi- vi duos para resgate ^ ok9 k'ai3 escritura da casa |$c tdm1 poir oh3 tong‘ò) garantia, tiança 1(íPa Wai* kwun1 notário * yeolc4 desejar, intencional* mani nei2 seong2 mat3 Sa[- Kong[ táf 9 tei.4 Stjllj »»»! l:""‘ —1=.- m & fáiò se2 fungx sõn3 kwo3 -ueis Ma3 ua2 maí4 m-rfi3 tchi1, yan1 )igo2 tchi1 saar/2 sengl tcheng3 /a2 />aí4 kat/2 íc/iok4 ?/aí4 Pií9 /oa3 íoa3 tclVin^sán1 íaf. y^ok9 2/awT ktrnn1 tcháp4 yapA loix Ou*-miin4, liai2 Mong.rliáj tuiò minu ko3 ídí(J íai3 tei3 tchoa' foi1 tuh’ex Vau. Ouvi dizer que v. tenciona vender o terreno em Sakong Apresso-me a escrever-lhe esta carta, aconselhai!- do-llie que não o venda, porque sei que o go¬ verno de Cantão cons¬ truirá em breve um caminho de ferro até á Casa Branca Pro va vel men te v i rá j r
  • 275 DA LÍNGUA CHINÉSA 'S' tomJl l,ei' 1101,2 san fo2 tch’(^ tchám.K tchi1 si,, íeis k«:i jvií9 teng3 wui2 kovt1 PÍíPfôU^W »«»0i k°- ?in3 síí mA maiz j'j* fóng2 yeok4 nei2 soíi1 yrng.^ liou., fun2 ngo2 lio2 tcheong1 njfOj, Mw1 ófr9 tai2 aí9 per yaní yii tehP ti{ nyanx lavo* neto fi',‘ íftlê tch’inl leong2. nim sãm' sapt ko3 lch’ákA ta8 fct/v8 7coh<7‘ vhhvi, ío»3 tcWeou-g2 heii* houi to[ kwai3 tchnng3 ke8 v/e., kvt/>4 Íííij /VOU//1 V/ÍHj HV/fflH, 3 ti1 tcft,«k4 fcaa3 niiij tchoi laiif tchfeong2 ymt, yc2 jfan-s Ját1 sem1 2 g#il5c ífr k’5i« «■ ('«»« to/tiV3 ko:1 tchfáux íungx hai2 yungl m:l tch’ii3 hung2 hák9 mu1 Jc’õi2 t’iu{ méngz £c/«iíe jtwn3 Quando a nova estação do comboio fôr completa¬ da, o preço do terreno ti cará de certo mais alto. E’ preferível não vende-lo agora Se v. necessita uma grande quantia de dinheiro, posso hipotecar a mi¬ nha casa á alguém e emprestar a v. o di¬ nheiro Hà dois anos desta parte, trinta piratas roubaram a embarcação de Kong- ínoon e saquearam mui¬ tas coisas valiosas e u- ma grande quantidade de dinheiro á vista Os piratas vieram outra vez no ano passado e, aca¬ bado o roubo, levaram indivíduos para resgate Eles amarraram o piloto á arvore de pagode e a- meaçaram a tirar a sua . vida A’ metade
  • 276 NOVO MÉTODO ffittÉS^iafES-iíí-T i tk 16 k '"-' ti.ò icànl yin* pek4 k’bi2 se2 yat4 tcheong1 yis tcWin1 yiínl ke3 ngani tchalç4 i/in, /í«w2 /
  • DA LÍNGUA CHINESA t 277 93a. LIÇÃO 11^2 tclioir tclmng1 antepas¬ sados ta liam' tclieoky combinar, consultar, arranjar Síi‘ kít‘ particular, pri¬ vado ngan{ páti' bolsa de di¬ nheiro Pff tcheag, tcheng2 (flgtfi ôm3 tclmng') ocultamente «f|L|| kan1 tch’ami seguir a pista de, investigar traii lok4 deixar, legar »wti, tchong3 sepultar, enterrar h(ing3 feliz, boa sorte, . « afortunado yatA ifeiin2 um rolo, yam2 tchõii? bêbedo, embriagado tchekÀ mok4 solitário? silencioso, retirado JJ^l] 1’iif1 hak4 gravar TJ^IgídAj'. "í/0a ía/ú4 ?/i3 «i /rico :í 'tLÍt^ HbM k>»« mat' í/4 /ta3 tch’in{ ngo2 tou1 nang[ m
  • 278 NOVO MÉTODO lp|C',l'^'*tclieng2 lieong3 pit4 lio:! tei3 tchú2 tcham1 tclieokç, peng3 k’rt«, nei2 mat4 lavai0 »is ha tu/., lam! tch’ônA tou^ sin1 siing1 péng.ò tchoi., gV yiin2 yau2 sapÀ to1 yat4 lok9 : /tfí H yi1 mng1 ira3 k’oi2 2/iir3 feiíy sek4 yatA ko3 yiW4 fóng1 ho2 tchoi3 /ok4 Mn-3 .s/í1 An 4 'JK i'5 ^ SK jjj^* kct3 ?/!##! i/0Í2 //«a á2 ^k* /wh,, k'oi2 7#o#f2 seong2 #m2 Pa/3 k’ò72, ftàa3 fc7tii3 k’oi2 ko* pàn1 yat4 A*o3 yiit4 kom3 MOt» 5gfM*ÍmMM»n£ Aviw2 ycongz tchou3 fát9, k’oi2 tcheong1 /-o/1 j/iií, ío/ii1 .wh1 .síir tch’iii.nl lcàv[ yu2 net2 & xmmm jji^ k’oi2 m3 néi2 y^k4 ho2 tch’otA yap4 yung3 k’d, sii1 Ara 1 1ch’cl tchai2 Queira combinar com outro proprietário, e peço-lhe que não leve a mal; e fico afortunado (grato) O professor Lam TclPbn-tou está doente no liospital há mais de dez dias O doutor disse que ele pre¬ cisava de descanço por um mez e até então é que poderá lecionar outra vez Ele deseja muito que v. o substitua por um mez, ensinando a classe de¬ le, visto (pie v. tem vagar depois de meio dia Se puder fazer desta ma¬ neira, ele entregar-llie-à todo o seu salario de, referido mez Disse ele que v. poderá também usar do seu ric-chá (carro) particular para ida e volta Publico, do uso comum
  • 279 DA LÍNGUA CH1NÉSA TÊMA 185 Ontem de noite, ao voltar para casa, vi \ . andar dian¬ te de mim. Andando para diante, observei que deixou cair a sua bolsa que coutinlia um rolo de notas do Banco de Hong- kong e Sliangliai. Apanhei-a do chão e quiz eutregar-lh’a de volta. Mas fiquei surpreendido em encontra-lo embria¬ gado e que não queria tomar de volta a bolsa, que agora lhe devolvo juntamente com as notas. Na Avenida Nova, «pie vai para o cais, vi um homem vender ocultamente um lindo relogio. Desci do carro e preguntei por quanto que¬ ria vende-lo; mas fiquei surpreendido ao ver que o relogio pertencia a V., tendo o seu nome gravado na tampa. Pa¬ receu-me que o relogio custava pelo menos $15 ainda que ele pedia apenas $5 e por isso comprei-o e mando-ll^o de volta. Eu sabia que o relogio devia ter sido furtado, mas como o logar era tão retirado e sem nenhum policia, não tentei seguir a pista do ladrão. & m w % m i M % % 0*k £ % .. itfc| A iftí ja; 3L BI _h + X- a. n w X H 186 »} * J, K 'S íf R+f m w * « «i # ®f # * &* m ffi » * s ± m * ffl « #f « » » « a n êfflfiSiiíT' .a ffi >i' í# * In * » a # - 4 s í si s *§
  • 280 XOYO MÉTODO 04.“ LIÇÃO H yi2 pio pôr. intencional'. .sííji2 mV prejuízo, perda tdnti tchi\s fazer parar no cam i ulio, i n terceptar. mpA mat4 artigos, ob- jectos. tf fn3 expedir, remeter kwang1 kek4 desfechar | p’eiA k’au{ vestido de pe¬ lo. ^ mongi ser favorecido, en- um tiro, bombardear. tcWit^ fdt9 buscar meios, tomar medidas. RpÍíIl PUÍ\ 8eon(Ji indemni- cobrir, classe elementar. san1 fu2 dor, pena, sofri¬ mento. zar, restituir. tái.jlau1 capote, sobre¬ tudo. pmi1 niní jnur yiit4 0 y«t4 s*um^hí*s»; "(M fi; »S mis iM. i‘"“‘y“‘ tch’ox tch’at{ yatx hof p’on Vau{ t’àmÁ neit’ànz nei2 m{ liar lch’ir ngo2 hon3 1cwo;i smA nei2 yi2 mái$ IcP sapA mat{ 'ÊimmzmàWr^M 5^. touif 1c’õi2 ti3 san[ trhV si] tchek4 talâ tch’in1 & corrente mez fui á loja para visita-lo, mas V. não estava lá. Vri todos os objectos que V. propoz a vender. Quando eles eram novos, podiam custar mil e tre¬ zentas ou quatrocentas patacas, mas agora não podem custar um preço tão alto.
  • 281 DA LÍNGUA CH1NÉSA Iciru* tcli9ii3 yeókA nei2 pat4 káur lcaò ngo2 patA nangi wdn{ Lá luro* nei2 téng3 fo* »
  • 282 NOVO MÉTODO j* m ác # £»j >3 tehung2 meis yait2 toic5 M ffBJ K * & k’ei{ Mt2 mengi k’eix yiln{ kmci 2 As mercadorias nunca che¬ garam. Queira explicar claramente o motivo. TÊM A 187 Quamlo escrevemos-lhe a carta em resposta, queríamos mandar os seis barris de vinho no mesmo dia. íníelizmen- te, (juando o nosso vagão (fo" tch’(A) estava a passar a pon¬ te de ferro sobre o rio, esbarrou com um outro vagão. O nosso vagão, que era mais leve, caiu para dentro do rio. Nenlmm dos barris sofreu prejuízo. Expedir-llfos-emos amanhã pela mala franeeza. Esperamos que v. nos des¬ culpara pela demora. ♦ 188 4; í& %% m ?E»rr # & ^ a ^ w M ^ tâL -t Â- & lâ ít i# ^ * jtt n & k & b n ^ ^ m nt m it & m i /Ui» jfti*»»* -fí ffi ífe ™ Bí.#! H ^ — fí 91 K,M 2 £ 1E If.tt ff ff ê ® — 2: ® fô Bf H 4 fe & ffl tt 4í ft *f (-3 * li.» * 3c tfr.K. « $ - g \,Sf ft*#» a. « «,« m ffi bm ♦ ai ¥ «e ffi.tt a JS.ff Jâ B.4t ffi « » 3c K K ». i< t)ii fi; -fr íl P® * Ki® íli -t! iui M <3? -
  • 283 DA LÍNGUA chinesa i»3.a LIÇÃO /Jiggí sot1 tchmui' perder o ves¬ tígio, desaparecer fán* tchiur tchiin1) virar-se, sossobrar, transtornar. fanx siii' queimar, des¬ unido por fogo jJjjjjJ- tchaf tehi2 fazer parar, reprimir jijji tehêong3 inchar, enchente, f°l'\ sot,i n‘cl1l,ei‘íU' os sentidos. jjfc i/inij inspecciouar, exa- minar, efectuar k«w3 sanff1 salvo, I salvar a vida tvham.Á sei' ne^c4 sir) alojar. mat4 yip4 propriedade», prédios yf^fJlJ Pat4 teh’ak4 incalcula- vel, incidente ff Wl fmu (boiar) ■si> ca<1aver á tona d’agua. R jK4É5E,£ Aft peí:i íc/iV lôkA sei2 tchv yan, j hal, tang-d sina ynngi » 'kfâSíS ffilimíftJ® JL j/i1 san doutor o examinou e disse que ele morreu instan¬ taneamente sem sentir nenhuma dôr A Companhia de electrico deu á sua família o sa¬ lário dum ano, como indemnização. Ele foi enterrado no cemi¬ tério de S. Miguel. Tanto como.
  • 284 NOVO MÉTODO ffl.Í.»AsÍ*W5*T neL kõi2 tchin3 pei2 ngo2 tchi1 kauy1 yani tch’ii2 #rif1 mi(ií2 yi3, tán3 tch’in{ mán2 ngo2 ta2 fátu kVn2 /ioi3 tch9iini tai2 siu1 sek,4 yaa, l«i2( táa1 tch’é, tou1 kt»3 /l-éMl1 #1(1; ngo2 ti3 sei3 trai4 tch’aí matiz k’oi2 tán2 mon2 yani kinA íou2 koi2 kei3 yin4 nei2 .sek4 k'oi2 /o1 kwo3 wyo2 t/3, irak4 tche* ho2 y*2 wan2 tou2 kòi2 kí/p4 Pimy1 tchi1 ngo2 tlz »*• - ílls | yan' tch’ ii2 lcôm* íc/ií^ /hoííj /trt»3 yi2 @¥»Pi&SÍTXfi^íp. tcliaOi p,engl wux (lago) hai2 ngo2 tch’a* ta2 kung1 liou2 ío‘ nin4 on2 ngo2 tclii1 yi3 k/»2 ftai3 kek4 tchi] ho2 t’ôk9 k'õi2 tchung1 tc/íi1 kirw* sia pitg yau2 sat4 tchoi2 lei2 yaui O creado que V. me reco¬ mendou, parecia satis¬ feito, mas na noite atra- zada, quando o enviei para levar recados, tan¬ to o homem como a bi- ci cl e ta d esa \ nireeera m. Nds preguntamos por ele em toda a parte, mas nin¬ guém o viu. Como V. conhece-o melhor do que nós, talvez pos¬ sa encontra-lo e dar-nos a informação. Pelo que ficamos-lhe ínliui- tai 11 eu te agradeci
  • DA LÍNGUA CHINÊS A 285 fi b \H so,,i vat4 noiò tcheong1 7ío2 wiei* íoii fpSkz&fí neÁ2 pat4 jnf9 «li1 yi[ kVij yan, tchi1 jt>au2 hany? ^ k*oi2 />flí4 Ioh, tchou. hoi s\\.A ngo2 fio2 nangA tàm1 y>o/(2 tc/ii1 Dentro em poucos dias, pro¬ vavelmente voltará. V. não tem que duvidar o caracter do tal homem. Posso tiear responsável por qualquer coisa que ele faz. TEMA 1S9 Quando fui mandado para ir de bicicleta e cheguei à ponte nova de ferro, encontrei um vagão grande, carregado (tehoi3 imni2) de mercadorias, o qual virou-se de repente em frente de mim e fez-me cair ao rio com a roda. Felizmente fui salvo e depois fui levado para o hospital militar, onde liquei sem sentido por muitas horas. Não pude escrevei cartas nem encontrar ninguém para fazer isso por mim até hoje. Se não fosse assim, eu teria-llie escrito há muito tempo. A bicicleta já foi encontrada, ainda que um pouco danificada. O doutor mandou-me ficar de cama por uma semana. Quan¬ do chegar o prazo, espero que poderei voltar de bicicleta se» inais demora. IflO n iisi «s m ifc m z íi m z #j fó M B -XMM ¥k& * H flfc m>& t ta % ifct « & * ia jj & nvihiá % # n * T' Bb a £ »ii $ ^ w sá ^ q fc m V) n iiíij ^ $t jn ik n * iH5
  • 28P NOYrO MÉTODO 96\ LIÇÃO tm támi 7i.Á atrazar, fazer demorar, desapontar sau* tchipy tohr des¬ tinatário teh’o* tch’u3 engano, erro wánA reembolsar, rèstituir *jfj£ tcftyai] tok4 adivinhar, eon- jeetnrar potifl' /«, auxiliar, aju- dar koic rascunho, talo seco, palha ÍDlfil iniii descontar deduzir há* s*if{' sigwitleado, sentido duma palavra tch’o' hok4 tclu2 praticante, aprendiz ijjjtip*. >/mí4 segredo Irfi, míh, por muitos anos (transactos) &M1 & ffl'W jAc Miem wrfn2 kan.3-.wM1- irrfi1 f tíÁ kw:{ nei2 tcknò ka1 ya«2 tài., ngai, hinr tliffSHAÍSfS® moíf, mfíi2 /o2 fc7mk4 jwm8 him2 /tír« ngo2 tiò ta2 láaò toaa wwiij //«y>4 feoi:í yuui1 ftoti2 ío1 íwn 1;°[ Ontem de noite houve um incêndio na Rua For¬ mosa, naquele momen¬ to víamos que a resi¬ dência da sua família estava em grande pe¬ rigo Sabia-se que V. não tinha comprado o seguro con¬ tra incêndio Por isso, arrombamos a por¬ ta e entramos lã para remover uma grande quantidade de baús pa¬ ra um logar aberto Agora, presentemente N. R. Ksta palavra so se usa na cidade de Cantão.
  • HA LÍNGUA CHINÊS A 287 til! IHJ t(in* mei3 teVangi ptin1 í/iiui ye2 yi2 'keng1 sin[ tcheok4 Jcan1 oktí /oAfi RpjJIbfr kffw1 tchin* ti1 yu2 *i3 *ma2 v/vfi3 to{ siu2 ti1 yi1 /ok4 Dgfi trén-3 nyo2 íi3 Iam, hangl tchi] sii yung3 íc/i/k, k'oi3 telt ii",] sàr* & À-fjrref#ko/t'.) Aa„ srt)ii, kífMo .i •> *» N. B. 7»*u% (cançado) ou náP-kuiz «SaPi:ÍWIÍT»A*«iS m, koil nei2 fritek4 /mk4 /tff,, //f/i# t lou lia, tei.2 ti1 ye0 (!l'ÍT tciríiu yat4 ago2 sai' yant kán' ijat4 tcheong1 lia3 koH2 Zíípo3 hcí2 í«2 7ioi3 I/eong'-Kong2 Hs*íSia«,sffi^íiw tchipç tin.} leite2 tetti t /ck4 ícfeu., tchiir1 ker ko8 ftuty] tin:i Mas a casa pegou fogo an¬ tes de acabarmos de remover as coisas A chuva desta manhã estra¬ gou certamente os ves¬ tidos, mais ou menos. Mas. ao partirmos, nós co¬ brimos tudo com estei¬ ras Todos estão muito caneados agora diz-se na lingua falada kui 3 Queira mandar i media tu¬ mente alguém para cá para cuidar das coisas Anteontem mandei alguém entregara V. um tele¬ grama para ser envia¬ do para Hong-Kong Quem recebeu o telegrama, mandou de volta outro, dizendo que não pôde conpreende-lo Estou agora obrigado a man¬ dar outra vez o mesmo telegrama
  • 288 NOVO MÉTODO neí2 tám1 nz karr yiu8 fc/ii1 «ti8 yen#1 fcrny1 tuh?ú{ tch e\A feRaSítft: *»<■ k">* «ri, tchoi.j puir kung1 $u tong' tchek4 yi2 kair, k/rtc* )u/o2 /ww-1 #ii3 roi;{ ne«2 ê Jtfc^ >i> *w* «/««! »«*g «/««j kílH//1 íc//’u3 k’«H" «Vftj tin.t f(ii3, mong.A Vh hav. nei2 tcliij f3 kang* ko1 .sur .som tc/ra* *■» i V. fez clemoiiu* coisa impor¬ tantes; merece ser de¬ mitido Vendo porém que V. é um empregado antigo nes¬ ta Companhia, trato-o por isso com magnani¬ midade. Descontarei o custo do te¬ legrama do seu salario, com a esperança de que V. ficará mais cuidado¬ so daqui para o futuro TÊM A 191 1 mandado, liá dias, para enviar um telegrama para Hong-Kong por esta estação. O destinario recebeu o tele¬ grama mas não ])dde compreender o seu sentido, visto (pie vários enganos foram aí feitos pelos praticantes. O nosso inane jante mandou o telegrama pela segunda vez e descontou o seu custo do meu salario. Peço-lhe que tenha a bondade de reembolsar-me o dinheiro descontado e fico-lhe muito agradecido. 19L* íg "P BS. M rfn MMM W § 2 í í ? ? * ® 3S.PP ti 2. ® § l§ et a « & m a st * u#.a * « * Vi tic m m m & m •s rlj ia » ff
  • 1 )A LÍNGUA CIIINfiSA_28$ 1 97.a LIÇÃO. mm waii k’waris cercar, si¬ tiar , ím tch’iiny[ tat4 conflito, escaramuça sau2 pei3 mat4 guar¬ dar segredo u&m ta2 hop4 Vxuuji con¬ tratar, fazer contrato íc/íu1 kow1 banha de por- co Mffflí t’ou2 discutir, tra¬ tar de um nouí tais escravo w» kei:i fu2 prostituta |Jj§Jj|£ fiifi hei3 provocar, in¬ juriar com palavras V* s((2 ^linífi fuí j°Sar paus, jogar o soco trok4 panela, taclio tch'anl mat4 íntimo H m ngo2kamí tchiu1 tak4 tchip4 nei2 tchók4 yatx loi{ sou' nei2 so2 man2 ouò muni tchi1 sií.< k^ou1 .si3 tchan1 kc:í mfu\ ^ tchHni yut4 ye,ò pdt //ràw2 yan1 yat4 /cr tchaui tchi1 jpcw/ í,iir1 liei* yat4 /.*6ia ./k> ?/u2 l/rtt4 yan, seong1 f«2, tch’iin, wr3 /ctw/ towflr2 tmi, k’tcan* tchit4 s#ngl tch’oni keng2 kd^4 ^2 jwk9 Recebi esta manha a sua carta de ontem Todo o que v. preguntou acerca
  • I 290 NOVO MÉTODO mm SOÍ tchak1 ÍH íli l#fe ^ ÍUt stfi1 tchak4 kcuíf tch’átu tféngi tcheong2 yung, liou2 yini hiin3 krfi2, téns k'õi2 íi3 hangz SÚHÒ *c/' ai3, l*m9a tchoi.ò yeougx yanx tcVii* ta2 £tm
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 291 N. B. Na língua falada tch’e2 (içar, puxar) pode si- gniíicar ir-se embora. >c Jv wío«2 í/rtH, tcha* fãn3 kiu ln'»' k'i~ k.0'* hóki sanfi tchou3 tcli’ui ye°bi a3-k*™f hungi yil san{ fu.ò fong[ (ichai3 socorrerj froit '9 ori* tale3 (7c£4 ilhargaj Nào liaveudo quem cozi¬ nhasse, foram chama¬ dos vários alunos cres¬ cidos para cozinhar Joaquim Cónego Francisco André TEMA 193 Quem cozinharam no Seminário de S. José durante o tempo da greve dos operários em 11)22? Foram Agostinho Lao, Filipe Tclie (agradecer), Antonio Ley (abrunho), Joa- (juim T’in (campos), Francisco Nou (escravo), Pedro Hdi (p) o meter), e mais um professor inglês, ajudado por um có¬ nego novo, chamado João. Foi contratado um surdo e mu¬ do para acarretar agua, o qual nas horas vagas jogava o so¬ co. Os novos cozinheiros não souheiam fritar a banha de porco e deixaram-na queimar num tacho. 1ÍM i nlliJ H fí; a %\ m m ffl ,H: & %\ HJif & ffl tb m m «HE m m js m itt nc ^ W M fêfc MM t â À I lí ^ 4ft Jlt $ ^ Sc $
  • 292 NOVO MET -DO 98a. LIÇÃO ãlfjt 1cou^ toll’eny 1 \farn. pin3 wh3) alegar razões, pleitear, coutestar «Ç »w/kfl làn3 rasgar, lacerar «ek4 mandar, enviar, orde¬ nar pençi1 tclmng2 oficial mi¬ litar ^r_H m«H, sii1 (£]£ fcwMff1 man,) carta oficial, ofieio ç /rtk4 .sdky exigir, extor- qilil* Jgfcgg empregado j ; 1 ^ kwu? kung1 tche2 | empregado ua loja mm min2 k’eong2 violen¬ ta mente, à força aasst sai' tcWoi3 kavnr restaurante, casa de pasto .sou/1 (seng* ven¬ cer) imensamente f(^nnfl han.^ fidelida¬ de, honestidade li’eng2 hà pouco * -z -- »í/«2 p’oti3, seh1 íc/oik, j/«h2 í«a À-rt»2 íc/ii2 p’áii :#»ilf«K«SR«Éffâa k’oi2pou2 tchP keug2 tch’átQ fcng1 ira~ nqoí/3 Aotí* tçh’in rcn'mí * tong3 Ac/uífc, /.I. * _ ;;1 " 6 U ^ /*A< J4I& / V •' si3 sai2 yan, fung1 p’ou:l yat[ ko:í //iu4 kôm.:i noi:if í ‘i .11 c . g \i ó us ke-mr K//r ('((■ ?/í/h ? tch’«{ jjapi p'oir trhi1 • « . 4 1 / • I \ «O - — ”1 yap4 /' — 1 rt//02 AWm/4 kd/1 w • • pm tk ! No domingo à noite um po¬ licia secreta entrou na minha loja, justamente na ocasião em que algu¬ mas pessoas estavam jo¬ gando cartas Kle deu informação ao Co¬ missariado de policia, di¬ zendo que nos estava- mos a jogar dinheiro Como se fosse Km seguida mandou fechar a loja por espaço dum mes, como se fosse cas¬ tigo para nos e adver¬ tência para outros Quando o policia secreta, en¬ trou na loja eu tinha saido para fazer visitas i
  • DA LÍNGUA CHINÊS A 293 & HE) n UÍÃfr 0-V k’(‘ix s i t my/o2 t< hil fo2 kei3 tái3 Ted1 ton2 pók9, yi2waii sa\v mn, .si. woie2 krm3 k^3 Sg«twMIWI£Í k'™» **< /oír k^mi Jieio tJungi ■ ngo2 ti3 /foi3 heng2 t’('n(f tck’ff3' kojff/2 tch’eu(/l hóP fán1 kán1 ^'oii3 Ifc H T^&iS M pr-M^- «^.ftPPPlPSIÍitel! «XttHSMFi te/f-ok, //^/, 1uí3 n2 ngo2 yiLò kitr nei2 ke* f/a ff 3 tem/3 lóng { t(h’o2 tchoi:i nei2 muni hair sék^ k’ap4 tchUPfán2 ngan{ tchi2yau3 sii1 lán3 Jcfôi2 gfijtftffiáms.ffie»-» mrzím ton,r/1 ?igro2 £c/fi2 tefeiig k’oi2 trhV si{, loi2 yi2 heng1 m/ek0 //m3 7ff, *àw! ioi3 noi:, vraa2 /cAb/4 Z/a/* tói, A’iiff2 nganl tchi2 yii1 ai3 miff2 tfeong., lo2 Aea1 >fc’ot2 À*3 Entretanto os meus empre¬ gados jogavam entre si, supondo que não era proibido no tempo de ano novo Por isso venho de proposito a pedir a V. para ir comnoseo ao Comissa¬ riado a tim de alegar as nossas razoes para reabrirmos a loja Ontem de tarde encontrei o seu pequeno filho as¬ sentado nos degraos de pedra da sua porta, brincando com notas de Banco o as rasgando Quando o fiz parar, ele já tinha rasgado muitas > • ,i _ ✓ Mas ainda no seu bolso des¬ cobri um grande rolo de notas e em seguida ti- rei-HUas á forca
  • 294 NOVO MÉTODO •ftm4-*F0*«tt*À3S IfflUfP * go2 yin3 kam1 tcheongl* koi1 nganx te/t/2 ,srk4 Zoi, yatti krfV ?rttil yti2 nei2 Agora envio o portador pa¬ ra lhe entregar de vol¬ ta as referidas notas 9 TÊM A 195 Ontem muito de noite veiu um oficial militar alemão á nossa casa de pasto e íicou embriagado dentro em pouco. Entretanto ele deixou cair uma carta oficial no sobrado, e ninguém notou (tchi1 kok9) isso. Quando o olicial foi-se embora, um soldado francês N.° 20 andou para dentro e viu a carta no clião. Ele apanhou-a e desapareceu com ela, sem comer nem beber coisa alguma. Poderá V. inves¬ tigar quem foi o soldado e para onde levou a carta, porque o oficial voltou e está fazendo barulho na nossa casa, exi¬ gindo a carta. 198 Sl Jfc St z.m a st m m n. jr m **« a* m s » s f Bí B4# *» -ty.,-2: T»«, m * ia i m m m ±>m m & * # h n % *.1« m «.rí sb m ti &>& m n vj ífci ê * m & iT8i«tí« % a * «c * 2 $ * * 9 S'J «» bb m, - ÍM H S SP i ®! Jt [ê) * /!' K # JTr »S b
  • DA LÍNGUA CHINÉSA 295 99\ LIÇÃO tchau4 tou2) ilha hatk(pedir, mendigar) yi[ mendigo m tch’ai3 colocar objectos em serie, compAr. w is •sensr3 k<%3 /ok4 Bênção do Santíssimo. /io«3 (suór) sàm1 cmniza. Ml fu2 nei, acolitar missa Mio yiHi (yu2falar) i»a|a'- vras, dito /'aa1 »ii»2 dispensar. ngoij tolo, ! pateta &A maie2 yan, ínlano $0 s^mi ^C0K mons barrete * te/mi* (sacrificar) j/i1 paramentos mm seng3 tcheókg cális krfa3 /aa1 Jteit1 lail pe2 X. 13* ^>a lingua falada diz-se em logar de jJ|[pj /ftw* wmí, o Snr. Bispo voltou! M$í f(Ul' 1(tiL (voltaí*> Obs. 107a. Emprega-se a partícula |lj£ ye2 no íim duma traze para exprimir surpreza. a4, pun2 yiit4 tfíh’01 sei4 tou* heti1 la3 N ±1 li ai »/b fun9'mài' mat4 s ; i, wc1 Nii ^ tyung[ mài, yat4 ko4 sanx fuv meng{ kiu3 ka2-ma2-sou8 p*»‘ £c/Cu3 hei2 tch'en,q{ lai nflf hoi' ,tei>*«*» Sim, chegou no dia 4 do corrente Com fiuem veiu ele! Com um sacerdote,, chama¬ do Ka-nm-sou Donde partiram? Celebrar missa
  • 2 9(5 NOVO MÉTODO *1!W", *’«. tciiiij lier pua2 heong1 tchoi* tài,, .sai1 ywng v kit/3 tchou0 A^-soui-leifSús tvhau1 «****»« háng, frete1 ker no i.ò sor lovs né{? I>F^0+H *>«*4 * /o1 «ei3 sap4 yat4 keng* kwo /rin1 tcll’ú* HCl? sm ■£*>«,eii*#, 111 f“Sl íóf /i JlvíHI k™/' te/3 tclunig1 //or, lmngí hoi2f yan3 íote* yeongl, tclmng1 k?roku /iot3kap4 kair* tcliau1 k'õfe ker Uii.t uilli kéfi* MC1 //««., «tp<3 «ap4 /e/tf/j ,sò‘r ®*BS H » * il fr MU È k’ô'/2 kíf/i(: si, /(«("' kwo3 nei1 tcli’ii:‘ tchou3 /«3 (#u- plentc) tchir kàu3 ko3 ÍE£ffflÍnIIÍÍIl.!Í k’»** *o«* x<‘0)i• * Por quanto tempo andaram na viagem? Quasi 40, dias Por onde passaram? Passaram pelo Mar Mediter¬ râneo, Mar Vermelho, Oceano Indiano, Mar da Oliina e Nove Ilhas De que idade é ele! E’ de 40 e tantos anos Antigamente ele foi Vigᬠrio Geral aqui K’ ele afavel ou não? E- sumamente benigno Como se pode encontra-lo?
  • V DA LÍNGUA CHINÉSA 297 nei2 hoi3 tou] tchil2 kà-u3 t’ongiy kiif3 ko° hon1 mun, kung* taiA tcheong1 mengT p'w3 kwo3 k'o/2, teftek4 /mk4 k'oi2 tchau:] tcli’ótA loi, iMn* nei2 7okw Chegando v. ao paço epia- copal, cliauie o portei¬ ro para lhe entregar o seu cartão de visitas, © ele então sairá logo pa¬ ra o encontrar TÊM A 197 Com alegria llie anuncio (pous tchi1) que as nossa» ferias, este ano, começam no
  • NOVO MÉTODO 2ÍI8 100*. LirÃo n tchi3 causav, dirigir uma carta jfjt wai2 grande, ilustrado, grandioso Paífl hàky hóspedes, con¬ vidados mak4 trigo tch\ongx pek,, parede kung[ fornecer, apresentar t-eh’in, tcliQii3 ir para diante, progresso R Mmò Itíiíl;j ver, observar $£ yi(s alojar, residir, hos¬ peda r-se %& kaá carruagem, montar «mj Aviar acatadamente J;-|J k^o/i(J recusar tchuMfz louvar, felicitar áj^/mj y/rna, literatura chinesa EUM*- /c/uV.j v/ca, /c/íV1 j ífí fcfeV1 j f(j( jjl 2; n] tch o r wan ;> kttwy .vvV1 tó/.{ kc/a.» Automovel (carro) A’ (Companhia de Transporte Obs. 107'. Nas cartas em chinês e costume escrever um ou dois caracteres que se servem de cumprimentos, logo depois dos nomes de indivíduos ou de firmas a que elas são dirigidas, tais como: ^ kcar (ver); tchivH (iluminar); tin , (electrizar); tài.ò kcat3, wai2 kám*; fcftiin1 l'àmA; ^J]2 t’oi{ tchui:i; tIj ^ tch’engl Mar etc: pa¬ ru senhoras geral mente se usa tohong' tch’u\ lji- Ex*m° Snr. Oi-tcldung nheiro) .v/n1 sang1 Voix kámA , N. 15. Nos envelopes escrevem-se depois dos nomes pro- prios sau{ g(íp4 ou yôk4 tchin2
  • DA LÍNGUA CHINÊS A 2 91) •*.* M > ii MB tofcft£k4jraui j konfi2 tous otiò?r yfhy yil3 kat-pan' tchair tirn* tais yat4 hou$ fongi Acabo de cliegar (le Hong- kong a Macau, e fico alojado no quarto n.° 1, no Hotel de Ka-pau N. B. ^ tai$ (irmão menor) em prega-s OV- vill * ' * ■ tu, por modéstia mong.Á tchek4 )neny.ò lca3 tcliyini loix yat4 t’ámv tchi Vou2 fy] ^ tch? u u(f1 A’a r MYfv tcWeony:{ tchUiny' k’ai2 ro que mande a car¬ ruagem para cá (venha de carruagem) para ter¬ mos nós uma conversa; o que peço muitissimo I m f< >rm o-l 1 le j >reci pita da- mente Apresento-lhe os meus cum¬ primentos | (ass.) Mak wài-tcliVong Ohs. f (JS.a Depois das assinaturas nas cartas escreve-í uma das formulas seguintes: Jg: Tc.’ai2, ,l‘an* j H seot,9~ //<«*; i>(íi' kVíi%‘ fâà *«% «**»*, -se t «/ií3 .sek4 etc^* para senhoras escreve-se Itu Ziiiíjj yam2 n im yut±f(u,‘ p’(Y,í ■AferJhUI* lC]tjm\ Jaj f('nil i.a Calendário • Lista das lestas religiosas, folhinha £■ tí] Wl; ' y«»x yins so1 kung1 siitvh’engx làm. !rt m s.\ A7 Companhia de «Union Insurance» d) lifilj Ouvi dizer que o calenda- t;ri tiianA kwaiA kuny1 .sii1 ri() da sua respeitável Tcam1 sof yii/j fau:i pV>i1 //^af trhyàttí kck4 tcheng1 (Companhia está nitida¬ mente impressa este ano i v. • •--»
  • 300 NOVO MÉTODO «iW H8 - ® #«?i S kom* tch’engz wais tch’u6 yi2 tcheong1 per hung1 poir pele» mu seongs kàn1 yekx to1 ninxteng^ patx ngo2 lt’eoku ya2 ifc $í # Ift Íí,7( ’«* ***«*» tch’onl Tcfei{ Tomo a liberdade de pedir- lhe que me conceda dois, • para que eu tenlia com que se remendam as pa¬ redes Em consideração das nossas transaeções por muitos anos, estou certo de que não me recusará. Por meio desta felicito-lhe pela felicidade da pri¬ mavera (ano novo). 199 O Kr. pode fazer-me o favor de me dizer onde é a rua do Seminário? Siga v. pela primeira á direita, e depois pela segunda á esquerda. Muito obrigado. Por onde se vai para o «Macaii-Hotel»? Tome v. por este avenida, que vai lá direitinha. V. não perdeu o caminho? Não, mas tive que preguntar poi duas vezes. Onde é o correio? V. segue pela rua que lhe lica em frente, e quando chegar ao fim, vira para a direita. Não há receio de errar? Não, ninguém quer engana-lo. 200 ^ •!>* tujx um fí ís ímsm-® tirí a. *r« m a « ® «jii m tis u * «t * m « & ff %,k «3-m® zmmmMe. ii &>z m ki « # «ff « íb g.'i' m m m @ # ff S M ZM tt * M nà ^ ífl "ft n& * % » m a.ffl jw m « ± ar * * s, r VoZ V
  • 345êV
  • 0 Cxl^a^ oLl. UsiM k-a-J" l Z. /1 ^ ' r/i 44. UXeis^J *- k-cn /-c^Sbv-7 /y ZU^r_ 7
  • M tu . ^ tj rx > V/t^u tfJL krOuu. "fx* tjCUL ç%! QVdZsu XcÀ*~ e^f UjsvÇ *U+k - ^ Crrfit*- IjC y-lLcrk, tck Cfí jMU i^cL^jo y rZ-Ò^L ■- h^lú - [ JXa^jl. ^0 J, u^s* - (oW«>‘ ~l~+4y< To^dJL- u+lCC 'fr+io cU* - *“ Cl^xIx^. U\j^ÀÀT ú^í &A lM - _ íUujf> M*-o ^ /n<-a ^*-2- \o~%*^ _ ^£/vc- £-c - Ç -* - - Vtbtri- /c.' ícC. Lj /u* /irut Lj J2^n^4^ ^ hz*. ha-+^ r
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